Who coaches the Lead Pastor?

mario

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Cell ministry allows a pastor to both evangelize non-Christians as well as care for the congregation. Leaders care for the members of their cell; Coaches minister to the leaders; Zone pastors care for the coaches; District pastors take care of the zone pastors; the lead pastor ministers to the district pastors. But who coaches the lead pastor?

We shouldn’t think of a hierarchy when answering this question. Having a coach has more to do with spiritual affinity than structure. The fact that the lead pastor is at the top of the structure often means that the he will need to look outside of the structure to find the right coach. The basic elements of a great coach are deep spirituality, confidentiality, common interests, respect, love, and honesty. The pastor needs to decide who would make the best coach. People may show interest in being the pastor’s coach, but ultimately the pastor must choose. Coaching is essentially a labor of love and affinity. By no means should it be an imposed role.

The possibilities to locate coaches are not limited to the congregation itself. The best coach might be in another congregation (and maybe even in a different denomination). To make the most of coaching, the pastor should establish bonds of friendship with the coach. Often friendship will guide the process and point the lead pastor to the best coach.

Thoughts?

Mario

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Quem treina o Pastor Principal?

por Mario Vega,  http://www.elim.org.sv/

O ministério celular permite a um pastor evangelizar não-cristãos, assim como cuidar da congregação. Os líderes cuidam dos membros de sua célula; os treinadores ministram aos líderes; os pastores de região cuidam dos treinadores; os pastores de distrito cuidam dos pastores de região; o pastor principal ministra aos pastores de distrito. Mas quem treina o pastor principal?

Nós não deveríamos pensar em uma hierarquia ao responder essa pergunta. Ter um treinador está mais relacionado à afinidade espiritual do que à estrutura. O fato de que o pastor principal está no topo da estrutura frequentemente significa que ele precisará procurar fora da estrutura para achar o treinador certo. Os elementos básicos de um grande treinador são espiritualidade profunda, confidencialidade, interesses comuns, respeito, amor e honestidade. O pastor precisa decidir quem daria o melhor treinador. As pessoas podem mostrar interesse em ser o treinador do pastor, mas em última análise o pastor deve escolher. O treinamento é essencialmente um trabalho de amor e afinidade. De forma alguma deve ser um papel imposto.

As possibilidades para localizar treinadores não são limitadas à própria congregação. O melhor treinador pode estar em outra congregação (e talvez até em uma denominação diferente). Para tirar o máximo de treinamento, o pastor deve estabelecer laços de amizade com o treinador. Com frequência a amizade vai guiar o processo e apontar o pastor principal para o melhor treinador.

Pensamentos?

Mario

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Los mentores del pastor principal

por Mario Vega

El trabajo de evangelización a través de las células es al mismo tiempo un trabajo de cuido de la congregación. Los líderes cuidan de los miembros de su célula. Los supervisores cuidan de los líderes. Los pastores de zona cuidan de los supervisores. Los pastores de distrito cuidan de los pastores de zona. El pastor principal cuida de los pastores de distrito. ¿Pero quién cuida del pastor principal?

Al responder a esta pregunta no siempre debe pensarse en una jerarquía. El tener un mentor es algo que responde más a la afinidad espiritual que a las estructuras de trabajo. El que el pastor principal se encuentre en la cúspide de la estructura no significa que las posibilidad para tener un mentor se agotaron. El asesoramiento puede encontrarse en personas que pudieran o no pertenecer a la estructura pero que son capaces de reconocer al ser humano que se encuentra tras el ministro.

Los elementos básicos para ser un mentor de un pastor es una profunda espiritualidad, confidencialidad, afinidad de intereses, respeto, amor, honestidad. En el proceso del asesoramiento algo muy importante es permitir que sea el mismo pastor quien elija a sus mentores. Por supuesto, las personas pueden mostrar interés en la persona del pastor; pero, debe ser el pastor quien por sí mismo elija sus mentores. El asesoramiento es esencialmente una labor de amor y de afinidad. De ninguna manera debe ser una fórmula impuesta.

Las posibilidades para ubicar asesores no están limitadas a la propia congregación. Otra gran fuente se encuentra en los pastores de otras congregaciones sean o no de la misma denominación. Para aprovechar ese potencial el pastor deberá establecer lazos de amistad que deben ir de los encuentros casuales hacia una relación más estrecha. Eso le permitirá identificar las personas idóneas a quien rendirá cuentas.

The Cry for Spiritual Fathers and Mothers

jim

by Jim Wall, www.acts2network.org

I didn’t realize as we went to dinner that night that my life would never be the same. A few years ago, Joel Comiskey and I taught a seminar on “cell church planting” in San Salvador, El Salvador. As we sat at dinner with several local pastors, I asked one what he considered to be the greatest need in the Salvadorian Church. He replied very solemnly, “We are orphans. Our greatest need is spiritual fathers.”

This was a man who had planted a church that had grown to 3,000+ active attendees. The church had more than 350 cell groups operating. They had launched successful daughter churches in several of the major cities of the nation. By all accounts Pastor Numa was highly successful. He was a spiritual father in his own rite. But there was still a void.

When Paul wrote his first letter to the church at Corinth. He identified their biggest problem in the same terms. “For though you may have ten thousand teachers in Christ, you do not have many fathers” (1 Corinthians 4:15 NCV). The biggest difference between teachers and fathers is this; teachers tell us what do, fathers invest their lives in us. The church at Corinth had plenty of teachers. They didn’t have enough fathers (or mothers) and they were a mess!

As I sat there listening to Pastor Numa, I thought about the “success” of our church with 2,000 attendees, more than 100 cells and several daughter churches. I wondered if it had come from good planning, smart programming, dynamic celebration services, etc. or had it come from the humble efforts of an army of spiritual moms and dads who were investing their lives in their spiritual children. I think you know the answer.

I also found myself realizing that there is no point in our lives when we ever stop longing for a spiritual father-figure in our lives. Someone who cares enough to affirm us when we get it right; someone who cares enough to challenge us when we lose our way; someone who is close enough to us to know the difference. Cell leaders need it. Cell coaches need it. Pastors need it. We all ache for someone who cares that much.

Pastor Numa told me that night that he saw the heart of a father in me. My heart broke. I knew in that moment that—as soon as the Lord provided the right person to lead the local church I planted and loved—I would dedicate the rest of my life to serving as a spiritual father to as many pastors as God would give me privilege to come along side; the vision of the Acts 2 Network was born.

We all need spiritual fathers and mothers. Where will we find enough of them to meet the need? They are us! Who are you investing in today?

Jim

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O Clamor por Pais e Mães Espirituais

por Jim Wall, www.acts2network.org

Eu não percebi conforme fomos jantar naquela noite que minha vida jamais seria a mesma. Poucos anos atrás, Joel Comiskey e eu ensinamos um seminário sobre “plantação da igreja em células” em San Salvador, El Salvador. Enquanto sentamos para jantar com muitos pastores locais, eu perguntei a um deles o que ele considerava ser a maior necessidade na Igreja Salvadoriana. Ele respondeu muito solenemente, “Nós somos órfãos. Nossa maior necessidade sãoj pais espirituais”.

Este era um homem que plantou uma igreja que cresceu para mais de 3.000 participantes ativos. A igreja tinha mais de 350 grupos celulares operando. Eles lançaram com sucesso igrejas-filhas em muitas das maiores cidades da nação. De todas as formas o Pastor Numa era altamente bem sucedido. Ele era um pai espiritual em seu próprio rito. Mas ele ainda era um vazio.

Quando Paulo escreveu sua primeira carta para a igreja em Corinto, ele identificou o maior problema deles nos mesmos termos. “Embora possam ter dez mil tutores em Cristo, vocês não têm muitos pais” (1 Coríntios 4:15 NVI). A maior diferença entre professores e pais é esta; professores nos dizem o que fazer, pais investem suas vidas em nós. A igreja em Corinto tinha muitos professores. Eles não tinham pais o suficiente (ou mães) e eram uma bagunça!

Enquanto eu sentava lá e ouvia o Pastor Numa, eu pensei sobre o “sucesso” de nossa igreja com 2.000 participantes, mais de 100 células e muitas igrejas-filhas. Eu pensei se isso veio de bom planejamento, programação inteligente, serviços de celebração dinâmica, etc. ou se isso veio dos humildes esforços de um exército de mães e pais espirituais que estavam investindo suas vidas em seus filhos espirituais. Eu acho que você já sabe a resposta.

Eu também me encontrei percebendo que não há sentido em nossas vidas quando nós paramos de esperar por uma figura paterna espiritual em nossas vidas. Alguém que se importe o suficiente para nos afirmar quando nós acertamos. Que se importe o suficiente para nos desafiar quando perdemos nosso jeito. Alguém que seja próximo o bastante de nós para saber a diferença. Líderes de célula precisam disso. Treinadores de célula precisam disso. Pastores precisam disso. Todos nós almejamos por alguém que se importe assim.

O Pastor Numa me disse naquela noite que ele via o coração de um pai em mim. Meu coração se quebrantou. Naquele momento eu soube que – assim que o Senhor providenciasse a pessoa certa para liderar a igreja local que eu plantei e amei – eu dedicaria o resto da minha vida para servir como um pai espiritual a tantos pastores quanto Deus me desse o privilégio de caminhar junto; a visão de Rede de Atos 2 nasceu.

Todos nós precisamos de pais e mães espirituais. Onde vamos achar o suficiente deles para ir de encontro à necessidade? Eles somos nós! Em quem você está investindo hoje?

Jim

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El lloro por padres y madres espirituales

Por Jim Wall, www.acts2network.org

No me di cuenta, cuando fuimos a cenar esa noche que mi vida nunca sería la misma. Hace unos años atrás, Joel Comiskey y Yo enseñamos un seminario sobre “la plantación de iglesias celulares” en San Salvador, El Salvador. Cuando nos sentamos a la cena con varios pastores locales, le pregunté a uno lo que él consideraba que es la mayor necesidad en la Iglesia salvadoreña. Él respondió solemnemente: “Estamos huérfanos. Nuestra mayor necesidad es padres espirituales”.

Este era un hombre que había plantado una iglesia que había crecido a +3000 asistentes activos. La iglesia tenía más de 350 grupos celulares en funcionamiento. Habían lanzado iglesias hijas con éxito en varias de las principales ciudades de la nación. Por todas las cuentas Pastor Numa tuvo un gran éxito. Él era un padre espiritual en su propio rito. Pero todavía quedaba un vacío.

Cuando Pablo escribió su primera carta a la iglesia en Corinto. Él Identificó su mayor problema en los mismos términos. “Pues aunque es posible que tenga diez mil maestros en Cristo, no tendréis muchos padres” (1 Corintios 4:15 NVI). La mayor diferencia entre los profesores y los padres es esta; los profesores nos dicen lo que tenemos que hacer, los padres invierten su vida en nosotros. La iglesia en Corinto tenía muchos maestros. Ellos no tenían  suficientes padres (o madres) y eran un desastre.

Mientras estaba sentado allí escuchando al Pastor Numa, pensé en el “éxito” de nuestra iglesia con 2.000 asistentes, más de 100 células y varias iglesias hijas. Me preguntaba si esto había venido de una buena planificación, programación inteligente, dinámicos servicios de celebración, etc., o provenía de los humildes esfuerzos de un ejército de padres y madres espirituales que estaban invirtiendo sus vidas en sus hijos espirituales. Creo que sabes la respuesta.

También me encontré dando cuenta de que no hay ningún punto en nuestras vidas cuando nos detenemos alguna vez anhelando una figura paterna espiritual en nuestras vidas. Algunos de los que se preocupan lo suficiente como para afirmar que lo hacemos bien. A quién le importa lo suficiente para desafiarnos cuando perdemos nuestro camino. Alguien que este lo suficientemente cerca de nosotros para saber la diferencia. Los líderes celulares lo necesitan. Los entrenadores celulares lo necesitan. Los pastores lo necesitan. Todos tenemos dolor por alguien que se preocupa tanto.

Pastor Numa me dijo esa noche que él vio el corazón de un padre en mí. Mi corazón se rompió. Supe en ese momento que, tan pronto como el Señor proporcione la persona adecuada para dirigir la iglesia local que planté y amé- iba a dedicar el resto de mi vida a servir como un padre espiritual a tantos pastores que Dios me diera el privilegio de venir a mi lado; la visión de Hechos 2 nació.

Todos necesitamos padres y madres espirituales. ¿Dónde vamos a encontrar suficientes como para satisfacer la necesidad? Ellos somos nosotros. ¿En quién estás invirtiendo en la actualidad?

Jim

Discipleship Begins Inside the Cell (part 2)

ralph

by Ralph Neighbour

I struggled several years ago with how to coach cell members to distinguish between authentic prophesying (as defined in 1 Corinthians 14:3 and demonstrated in 1 Corinthians 14:24ff) and “Doctor Talk.” By the term “Doctor Talk” I refer to the responses a fellow cell member makes after another has shared a heavy burden. As a doctor who is not ill prescribes a medicine to the sick, the off-the-cuff response of the cell member has been delivered as human advice. The body member who does so does not share the pain and struggle, simply shoveling out an uninspired suggestion.

The setting of the cell is the best place for coaching how to prophesy and how to discern the contrast to “Doctor Talk.”  My first experience in doing this was in New Zealand many years ago.

In a cell, our hostess shared she had a terrible rash all over her body that had not responded to any medications. She asked for prayer. I suggested that we take a 10 minute break and ask the Holy Spirit for a spiritual gift to present that would touch her need. The responses were “Doctor Talk” like, “I have found 1 Corinthians 10:13 valuable – “that you may be able to bear it . . .”   Ugh!

Another member said softly, “Sarah, as I prayed I sensed this rash is caused by an inner anger you struggle with?”  Immediately she began to weep. She pointed to her husband who had arrived 45 minutes late for the cell and said, “I am so upset with the way he has put his work first and our family in last place!” A dead silence fell over the group as the husband blanched. Another man spoke to the husband: ”Bill, I nearly lost my marriage doing that same thing.” The husband buried his face in his wife’s dress and began to ask for forgiveness. The group, now weeping, laid hands on them both.

It was coaching time! I led them in a discussion of what we had just observed as authentic “prophesying.” The whole group realized “Doctor Talk” was not anointed talk.

At the end of the week while waiting for the morning worship service to begin, the entire cell crowded around me. Sarah drew back the sleeves covering her arms and said, “I have had no rash anywhere since the cell prayed over us.”

The “coaching” had involved an experience that drew the entire cell to a new level of lifestyle.  Let’s take advantage of teachable moments to coach.

Ralph

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O Discipulado Começa Dentro da Célula (parte 2)

por Ralph Neighbour

Eu lutei há vários anos com a forma de treinar membros da célula a distinguir entre profecia autêntica (como definido em 1 Coríntios 14:3 e demonstrado em 1 Coríntios 14:24) e “Conversa de Médico”. Pelo termo “Conversa de Médico” eu me refiro às respostas que um membro de célula companheiro dá após alguém compartilhar um fardo pesado. Como um médico que não está doente prescreve um medicamento para o doente, a resposta despreparada do membro celular tem sido entregue como conselho humano. O membro do corpo que faz isso não compartilha a dor e a luta, simplesmente oferece uma sugestão sem inspiração.

O cenário celular é o melhor lugar para treinar como profetizar e como discernir o contraste com “Conversa de Médico”. Minha primeira experiência em fazer isso foi na Nova Zelândia há muitos anos.

Em uma célula, nossa anfitriã compartilhou que ela tinha erupções cutâneas por todo seu corpo que não respondiam a nenhuma medicação. Ela pediu por oração. Eu sugeri que nós parássemos por 10 minutos e pedíssemos ao Espírito Santo para nos apresentar um dom espiritual que tocaria a necessidade dela. As respostas foram “Conversas de Médico” como, “eu achei valioso 1 Coríntios 10:13 – que você pode ser capaz de suportar isso…” Ugh!

Outro membro disse suavemente, “Sarah, conforme eu orava eu senti que essas erupções cutâneas são causadas por uma raiva interior com a qual você luta?” Imediatamente ela começou a chorar. Ela apontou para o seu marido que chegou 45 minutos atrasado para a célula e disse, “Eu estou tão chateada com a forma que ele coloca seu trabalho em primeiro lugar e nossa família em último!”. Um silêncio mortal pairou sobre o grupo enquanto seu marido ficava pálido. Outro homem falou ao marido, “Bill, eu quase perdi meu casamento fazendo a mesma coisa”. O marido enterrou seu rosto no vestido de sua esposa e começou a pedir por perdão. O grupo, agora chorando, colocou suas mãos sobre os dois.

Era tempo de treinamento! Eu os levei em uma discussão sobre o que nós havíamos acabado de observar como profecia autêntica. O grupo todo percebeu que a “Conversa de Médico” não era uma conversa ungida.

Ao final da semana enquanto esperava pelo serviço de adoração matinal se iniciar, a célula inteira se aglomerou ao meu redor. Sarah levantou as mangas que cobriam seus braços e disse, “Eu não tive mais erupções em nenhum lugar desde que a célula orou sobre nós”.

O “treinamento” envolveu uma experiência que levou toda a célula a um novo nível de estilo de vida. Vamos tirar vantagem de momentos proveitosos no ensino para treinar.

Ralph

Spanish blog:

El discipulado comienza dentro de la célula (parte 2)

Por Ralph Neighbour

Luché hace varios años con la forma de entrenar a miembros de la célula de distinguir entre la auténtica profecía (como se define en 1 Corintios 14:3 y demostrado en 1 Corintios 14:24 y siguientes) y en el “Hablar del Doctor”. Por el término “Hablar del Doctor” me refiero a las respuestas de un miembro de la célula después de que otro ha compartido una pesada carga. Como un médico que no está enfermo le receta una medicina para los enfermos, la respuesta fuera de la manga del miembro de la célula fue entregada como consejo humano. El elemento de cuerpo que lo hace no compartir el dolor y la lucha, simplemente palea por una sugerencia sin inspiración.

La configuración de la célula es el mejor lugar para entrenar el cómo profetizar y cómo discernir la diferencia del “Hablar del Doctor”. Mi primera experiencia en hacer esto fue en Nueva Zelanda hace muchos años.

En una célula, nuestra anfitriona compartió, que tuvo una erupción en todo el cuerpo y que ningún medicamento respondía. Ella pidió oración. Le sugerí que tomáramos un descanso de 10 minutos y pedimos al Espíritu Santo un regalo espiritual que tocaría su necesidad. Las respuestas fueron “hablar del Doctor” como, “He encontrado 1 Corintios 10:13 valiosa – “que usted puede ser capaz de soportarlo” ¡Uf!

Otro miembro dijo suavemente: “Sarah, mientras oraba sentí que esta erupción es causada por una ira interior con las que estas luchando” Inmediatamente comenzó a llorar. Ella señaló a su marido, que había llegado 45 minutos tarde a la célula y le dijo: “Estoy muy molesto con la forma en que él ha puesto su trabajo primero y nuestra familia en el último lugar” Un silencio de muerte cayó sobre el grupo. Otro hombre habló con el marido: “Bill, casi perdí mi matrimonio haciendo la misma cosa”. El esposo puso su rostro en el vestido de su esposa y comenzó a pedir perdón. El grupo, ahora llorando, puso las manos sobre los dos.

Fue tiempo de entrenamiento. Los dirigí a una discusión en lo que se acababa de observar fue auténtica “profetización” Todo el grupo se dio cuenta que el “hablar del Doctor” no fue una charla ungida.

Al final de la semana mientras esperaba que el servicio de adoración de la mañana empezara, toda la célula se acercó a mí alrededor. Sarah se echó hacia atrás las mangas que cubren sus brazos y dijo: “No tengo ninguna erupción en ningún lugar desde que la célula oró por nosotros”.

El “entrenador” había dado una experiencia que trajo a toda la célula a un nuevo nivel de estilo de vida. Vamos a tomar ventaja de los momentos de enseñanza para el entrenador.

Ralph

Inside – out discipleship! 

daphne

by Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

I like to think of coaching coaches as simply making disciples who make disciples.

We all learn best experientially, and by modeling. So as the coach is discipled, he or she will go “and do likewise” and disciple the cell leaders.   It is a “do as I show you and as you receive” situation rather than a classroom “let me tell you how to do it.”

There will be practicalities that vary (e.g., a coach will not  receive regular coaching on cell leadership, assuming they successfully led a cell group), but, given that the heart of healthy leadership is a healthy leader with healthy relationships in the home, with other believers and with the lost, those elements will continue to be a focus as they are discipled themselves. They will then continue this focus with their leaders and their families in much the same way.

Sadly I often see a focus on skills, rather than health. Too often the family of the leader is ignored. Therefore, I like to call true coaching “discipleship from the inside out.” Inside the heart, inside the family and out to believers and the lost. This “inside out” focus should be modeled to the coach and then continued with the cell leaders as also minister to the cell members.

Daphne

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Discipulado de Dentro para Fora!

por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Eu gosto de pensar sobre treinar treinadores como simplesmente fazer discípulos que fazem discípulos.

Todos nós aprendemos melhor experimentalmente, e por modelagem. Então conforme o(a) treinador(a) é discipulado(a), ele ou ela fará da mesma forma e discipulará os líderes de célula. É uma situação de “faça como eu te mostro e como você recebe” em vez de uma classe de aula “deixe-me te dizer como fazer”.

Alguns aspectos práticos vão variar (por exemplo, um treinador não vai receber treinamento regular sobre a liderança de células, assumindo que eles conduziram com sucesso um grupo celular), contudo, dado que o coração de uma liderança saudável é um líder saudável com relacionamentos saudáveis em casa, com outros crentes e com os perdidos, aqueles elementos continuarão a ser o foco conforme eles são discipulados. Eles então continuarão com este foco com seus líderes e suas famílias da mesma forma.

Infelizmente eu vejo muitas vezes o foco em habilidades em vez de na saúde. Muito frequentemente a família do líder é ignorada. Portanto, eu gosto de chamar o verdadeiro treinamento de “discipulado de dentro para fora”. Dentro do coração, dentro da família e fora paras os crentes e perdidos. Este foco “de dentro para fora” deveria ser modelado para o treinador e então continuado com os líderes de célula, como também ministrado aos membros das células.

Daphne

Spanish blog:

Adentro – discipulado afuera

Por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Me gusta pensar en los entrenadores que entrenen simplemente como hacer discípulos que hagan discípulos.

Todos nosotros aprendemos mejor por experiencia, y por modelos. Así como el entrenador se discipulado, él o ella van “y hacen lo mismo”, y discipular a los líderes celulares. Se trata de “hacerlo como te enseñe y como lo recibes” la situación en un aula “déjame decirte cómo hacerlo”.

Habrán aspectos prácticos que varían (por ejemplo, un entrenador no recibirá entrenamiento regular sobre el liderazgo celular, suponiendo que dirigieron con éxito un grupo celular), pero, al darse cuenta de que el corazón de un liderazgo sano es un líder saludable con relaciones saludables en el hogar, con otros creyentes y con los perdidos, aquellos elementos seguirán siendo un foco ya que ellos mismos son discipulados. A continuación, continúan con este enfoque con sus líderes y sus familias, de la misma manera.

Tristemente a menudo veo un enfoque en habilidades, en lugar de salud. Con demasiada frecuencia, la familia del líder se ignora. Por lo tanto, me gusta llamar al verdadero entrenador “discipulado de adentro hacia afuera”. Dentro del corazón, dentro de la familia y fuera para los creyentes y los perdidos. Este enfoque “de adentro hacia afuera” se debe modelar con el entrenador y luego continuar con los líderes celulares y también ministrar a los miembros celulares.

Daphne

The Forgotten Disciplines

mario

The Forgotten Disciplines

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

The books of the Bible were written in the context of agrarian societies. Those societies were displaced primarily by the industrial revolution and now by the information age. Along with the society changes came the replacement of spiritual disciplines which we need to bring back since they are worth transferring to the new generations.

One of the disciplines is patience. In our world of instant messaging, fast transportation and communications in real time, there is not much room to develop the habit of patience. However, it remains true that God’s work is developed through processes that may take years. God is not impressed by our instant methods. Rather, we are the ones who need to acquire the patience to wait on his timing.

Another is the discipline of prayer. I’m not referring to the pragmatic prayers that we so often make, but rather the discipline of praying for changed lives, character, and getting to know God, rather than simply praying to acquire more things.

Perhaps the most neglected of the disciplines is that of self-denial. In a world that is motivated by comfort, enjoyment and well-being, the idea of dying to ourselves is considered strange and even far from what we understand today as Christianity. In our culture, a faith that calls us to die to our self doesn’t really fit. But today as always, dying to ourselves is an urgent need. Remember Scripture tells us that if the grain does not die, it does not bring forth lasting fruit.

These disciplines can only be delivered to the next generation by means of modeling and experiencing them. There is hope for the future as long as we have men and women who will model patience, humility, and dependent prayer. Such people will generate disciples who will know how to love and develop these ancient disciplines.

Comments?

Mario

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As Disciplinas Esquecidas

por Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Os livros da Bíblia foram escritos no contexto de sociedades agrárias. Essas sociedades foram substituídas primeiramente pela revolução industrial e agora pela era da informação. Juntamente com as mudanças da sociedade veio a substituição de disciplinas espirituais que precisamos trazer de volta, uma vez que vale a pena transferi-las para as novas gerações.

Uma das disciplinas é a paciência. No nosso mundo de mensagens instantâneas, rápido transporte e comunicações em tempo real, não há muito espaço para desenvolver o hábito da paciência. No entanto, continua a ser verdade que o trabalho de Deus é desenvolvido através de processos que podem levar anos. Deus não está impressionado com nossos métodos instantâneos. Em vez disso, somos nós que precisamos adquirir a paciência de esperar no tempo dEle.

Outra é a disciplina da oração. Não estou me referindo às orações pragmáticas que fazemos com freqüência, mas na verdade à disciplina de orar por vidas transformadas, caráter, e conhecer a Deus, em vez de simplesmente orar para adquirir mais coisas.

 Talvez a mais negligenciada das disciplinas seja a de autonegação. Em um mundo que é motivado pelo conforto, gozo e bem-estar, a idéia de morrer para nós mesmos é considerada estranha e até mesmo longe do que nós consideramos hoje como Cristianismo. Em nossa cultura, uma fé que nos chama para morrer para nós mesmos realmente não se encaixa. Mas hoje como sempre, morrer para nós mesmos é uma necessidade urgente. Relembre que as Escrituras nos dizem que se o grão não morre, ele não produzirá frutos duradouros.

Essas disciplinas só podem ser entregues à próxima geração quando modeladas e experimentadas. Existe esperança para o futuro enquanto tivermos homens e mulheres que vão modelar a paciência, humildade, e oração dependente. Essas pessoas vão gerar discípulos que saberão como amar e desenvolver essas disciplinas antigas.

Comentários?

Mario

Spanish blog:

Las disciplinas olvidadas.

Los libros de la Biblia se escribieron en el contexto de las sociedades agrarias. Esas sociedades fueron desplazadas primeramente por las industriales y, ahora, por las de la información. Junto con ellas, también fueron desplazadas disciplinas espirituales cuyo valor vale la pena transferir a las nuevas generaciones.

Una de ellas es la disciplina de la paciencia. En nuestro mundo de mensajes instantáneos, transportes veloces y comunicaciones en tiempo real, ya no queda mucho espacio para desarrollar el hábito de la paciencia. Sin embargo, sigue siendo verdad que la obra de Dios se desarrolla a través de procesos que toman años. Dios no se dejará impresionar por nuestros métodos instantáneos, pero si es necesario que nosotros adquiramos la paciencia que se necesita para hacer su obra.

Otra de las disciplinas es la de la oración. No la oración utilitaria que conocemos hoy en día sino aquella que tenía como finalidad el cambio de la persona misma. Aquella que no pide cosas sino que busca el cambio del carácter. Aquella que es un fin en sí misma y no un instrumento para adquirir cosas.

Tal vez la más olvidada de las disciplinas sea la de la negación propia. En un mundo que camina en busca de la comodidad, la diversión y el bienestar la idea de morir a nosotros mismos se considera extraña y hasta alejada de lo que hoy entendemos por cristianismo. No cabe en nuestra cultura una fe que nos llama a morir a nuestro yo. Pero, ahora, como siempre, la muerte al yo es una necesidad urgente pues si el grano no muere, no lleva fruto.

Estas disciplinas solamente pueden ser entregadas a la siguiente generación por vía del modelaje y la vivencia. Mientras existan hombres pacientes, humildes y dependientes de la oración, existirá esperanza para el futuro. Tales hombres generarán discípulos que sepan amar y desarrollar estas antiguas disciplinas.

Who is calling you out of your comfort zone?

jim

by Jim Wall, www.acts2network.org

The ninth chapter of Luke describes Jesus’ disciples as living with a tension. Verse one describes them as being in awe. Verse three describes them as being afraid.

Living in awe of what God is doing is a good thing. It stretches our faith to go higher with Jesus. It gives us the confidence to call others to higher levels of faith. Living in fear has the opposite effect. It weakens our faith. It locks us into our comfort zones. It produces cell leaders who go through the motions of leading cell meetings rather than actually leading people to Spirit-empowered living.

That’s one of the reasons we need people who are willing and available to help us focus on the awe that comes from seeing God at work. We need people who ask us dangerous questions like, “What God is saying to you these days?” “What are some ways you’ve seen God at work in your life and cell group recently?” “When was the last time you overcame a fear and stepped out of your comfort zone for Jesus?”

Without someone who cares about us, asking those kinds of questions, we all naturally default to focusing on our fears. Focusing on fear gives us permission to retreat to the known, the easy, the predictable. The mundane lives in our fears. The miraculous lives in our sense of awe!

It seems to me that all leaders who are following Jesus finds themselves living with the tension of being a little bit in awe and a little bit afraid—all the time. (If not, you might need to check if you are actually following Jesus!) So whether you are cell leader, cell coach, pastor or anyone who is following Christ—Who is doing that for you? Who is calling you out of your comfort zone?

Jim

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Portuguese blog:

Quem está te chamando para fora de sua zona de conforto?

por Jim Wall, www.acts2network.org

O nono capítulo de Lucas descreve que os discípulos de Jesus estavam vivendo com uma tensão. O verso um os descreve como estando com temor. O verso três os descreve estando com medo.

Viver com temor do que Deus está fazendo é uma coisa boa. Isso força nossa fé a ir mais alto com Jesus. Isso nos dá a confiança para chamar outros a níveis mais altos de fé. Viver com medo tem o efeito oposto. Isso enfraquece a nossa fé. Isso nos tranca dentro de nossas zonas de conforto. Isso produz líderes de células que passam pelos movimentos de conduzir reuniões celulares em vez de realmente conduzir as pessoas para viver o poder do Espírito.

Essa é uma das razões pelas quais precisamos de pessoas que estão dispostas e disponíveis a nos ajudar a focar no temor proveniente de ver Deus trabalhar. Nós precisamos de pessoas que nos façam perguntas perigosas, como “O que Deus está dizendo pra você nesses dias?” “De quais formas você tem visto Deus trabalhar na sua vida e no seu grupo celular recentemente?” “Quando foi a última fez que você superou um medo e pisou fora da sua zona de conforto por Jesus?”

Sem alguém que se importe conosco, nos fazendo esses tipos de perguntas, todos nós naturalmente falhamos ao focar em nossos medos. Focar no medo nos dá a permissão para recuar para o conhecido, o fácil, o previsível. O mundano vive em nossos medos. O milagroso vive em nosso senso de temor!

Parece-me que todos os líderes que estão seguindo a Jesus encontram-se vivendo com a tensão de ter um pouco de temor e um pouco de medo- o tempo todo. (Se não, você pode precisar checar se você realmente está seguindo a Jesus!) Então sendo você um líder de célula, treinador de célula, pastor ou alguém que está seguindo a Jesus- Quem está fazendo isso por você? Quem está te chamando para fora de sua zona de conforto?

Jim

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¿Quién te está llamando a salir de tu zona de comodidad?

Por Jim Wall, www.acts2network.org

El noveno capítulo de Lucas describe a los discípulos de Jesús en cómo vivir con una tensión. Verso uno los describe como estar en temor. El versículo tres los describe como teniendo miedo.

Vivir en el temor de lo que Dios está haciendo es una buena cosa. Extiende nuestra fe para ir más alto con Jesús. Nos da la confianza para llamar a otros a niveles más altos de la fe. Viviendo con miedo tiene un efecto contrario. Debilita nuestra fe. Se nos encierra en nuestras zonas de comodidad. Produce líderes celulares que pasan por movimientos de las principales reuniones de célula en lugar de realmente llevar a la gente a vivir una vida de poder en el Espíritu.

Esa es una de las razones por las que necesitamos gente que esté dispuesta y disponible para ayudar a concentrarnos en el temor que viene de ver el trabajo de Dios. Necesitamos personas que nos hagan preguntas peligrosas como: “¿Que Dios te está diciendo en estos días?” “¿Cuáles son algunas maneras que usted ha visto a Dios obrando en su vida y en su grupo celular recientemente?” “¿Cuándo fue la última vez que usted superó un miedo y dio un paso fuera de su zona de comodidad para Jesús?”

Sin alguien que se preocupe por nosotros, preguntando ese tipo de preguntas, todos naturalmente omitimos en concentrarnos en nuestros miedos. Concentrándonos en el miedo nos da permiso para retirar lo conocido, lo fácil, lo previsible. Las vidas mundanas en nuestros miedos. Las vidas milagrosas en nuestro sentido de temor.

Me parece que todos los líderes que están siguiendo a Jesús se encuentra viviendo con la tensión de tener un poco de temor y un poco de miedo, todo el tiempo. (Si no, tú puede que tengas que comprobar si en realidad se estás siguiendo a Jesús) Así que si usted es líder de la célula, entrenador de células, pastor o alguien que está siguiendo a Cristo – ¿Quién está haciendo eso para ti? ¿Quién te está llamando a salir de tu zona de comodidad?

Jim

Discipleship Begins Inside the Cell (part 1)

ralph

by Ralph Neighbour

Paul instructs Timothy, “And the things you have heard me say in the presence of many witnesses entrust to reliable people who will also be qualified to teach others.”

It is obvious that this refers to a small group situation. It also infers that Paul focused what he was saying to Timothy not in a one to one mentoring, but in a group setting.

While coaching is often considered rightly to be a one-on-one, it can also happen in a cell group setting. There are many impact moments in coaching that require cell coaching.

This is the reason I strongly endorse the use of the triad as an element of coaching. I John 2:12-14 introduces coaching at the most basic level of discipleship. A new believer has been “fathered” and begins the one-on-one coaching process. The one who “fathers” will meet with the “child” until he has become a “young man” who has learned how to overcome the evil one. The coaching then turns to assisting this “young man” to be a “father” by exposing him to encounters where a seeking person receives Christ. At that time, the father coaches the young man to coach the child.

As this becomes a culture, every ligament of the body becomes supportive. Coaching is no longer a skill to be learned and appropriated among only the mature leadership. It is an integral part of the life of Christ’s body, where no one looks only after their own interests, but also the interest of others.

The best coaching patterns begin where observation precedes explanation. So it is that Paul tells Timothy, “You observed what I did. Now copy my example.” If we would install that in every cell group by the addition of triads, coaching would not become a professional-level skill but rather a lifestyle.

Try it – you’ll like it!

Ralph

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Portuguese blog:

O Discipulado Começa Dentro da Célula (parte 1)

por Ralph Neighbour

Paulo instrui Timóteo, “E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros.”

É óbvio que isso se refere a uma situação de pequeno grupo. Isso também infere que Paulo focou o que estava dizendo a Timóteo não em uma tutoria de um a um, mas em um ambiente de grupo.

Enquanto o treinamento com frequência é considerado ser realizado corretamente de um-a-um, ele também pode acontecer em um ambiente de grupo de célula. Existem muitos momentos impactantes no treinamento que exige treinamento celular.

É por essa razão que eu endosso fortemente o uso da tríade como um elemento de treinamento. IJoão 2:12-14 introduz o treinamento no nível mais básico de discipulado. Um novo crente foi “concebido” e inicia o processo de treinamento um-a-um. Aquele que “concebeu” vai se reunir com a “criança” até que ele se torne um “jovem” que aprendeu a derrotar o maligno. O treinamento então retorna para auxiliar este “jovem” a ser um “pai”, expondo-o a encontros onde uma pessoa que busca recebe a Cristo. Neste momento, o pai treina o jovem a treinar a criança.

Conforme isso se torna uma cultura, todo ligamento do corpo torna-se um apoio. O treinamento não é mais uma habilidade a ser aprendida e apropriada apenas entre a liderança madura. É uma parte integral da vida do corpo de Cristo, onde ninguém busca apenas pelo seu próprio interesse, mas também pelo interesse dos outros.

O melhor padrão de treinamento começa onde a observação precede a explicação. Então é isso que Paulo diz a Timóteo, “Você observou o que eu fiz. Agora copie meu exemplo.” Se nós instalássemos isso em todo grupo de célula pela adição de tríades, treinamento não se tornaria uma habilidade de nível profissional, mas sim um estilo de vida.

Tente isso – você vai gostar!

Ralph

Spanish blog:

El discipulado comienza en la célula (parte 1)

Por Ralph Neighbour

Pablo instruye a Timoteo: “Y lo que has oído de mi ante muchos testigos, esto encarga a hombres fieles que sean idóneos para enseñar a otros. 2 Timoteo 2:2”

Es obvio que esto se refiere a una situación de un pequeño grupo. También se infiere que Pablo se enfocó en lo que estaba diciendo a Timoteo no en una tutoría de uno a uno, pero en un ambiente de grupo.

Cuando se entrena es considerado a menudo el uno a uno, también puede ocurrir en un grupo celular. Hay muchos momentos de impacto en el entrenamiento que requieren entrenamiento celular.

Esta es la razón por la que adhiero firmemente el uso de la tríada como elemento de entrenamiento.     1 Juan 2:12-14 presenta el entrenamiento en el nivel más básico del discipulado. Un nuevo creyente ha sido “engendrado” y comienza el proceso de entrenamiento de uno a uno. El que “lo engendro” se reunirán con el “niño” hasta que él se haya convertido en un “joven” que ha aprendido a superar el maligno. El entrenador luego se vuelve a ayudar a este “joven” para ser un “padre” al exponerlo a los encuentros que una persona está buscando al recibir a Cristo. En ese momento, el padre entrena al joven para entrenar al niño.

Como esto se convierte en una cultura, todas las coyunturas de su cuerpo llegan a ser de apoyo. El entrenamiento no es más una habilidad que hay que aprender y se ha apropiado entre sólo en el liderazgo maduro. Es una parte integral de la vida del cuerpo de Cristo, donde nadie mira sólo por sus propios intereses, sino también los intereses de los demás.

Los mejores patrones de entrenamiento comienzan cuando la observación precede a una explicación. Así es lo que Pablo le dice a Timoteo: “Tú observaste lo que hice. Ahora copia mi ejemplo”. Si lo queremos instalar en cada grupo celular mediante la adición de las tríadas, el entrenamiento no se convertiría en una habilidad de nivel profesional, sino más bien una forma de vida.

Pruébalo – te va a gustar.

Ralph

More Than Relationship

jeff

by Jeff Tunnell

Relationship between the coach and his/her leader is essential.  A meaningful relationship that concentrates on discipleship through weekly coaching can include debriefing, training, prayer, building strategies, times of relaxing and using every means available to maintain close contact with the leader (phone calls, emails, texting, etc).  Coaching should produce a feeling of approaching life together, as a team.  The support and strength of the coach is felt by the leader as the coach models the importance of working together.

But as Jim Putnam tells us in his book Real Life Discipleship, relationship is not enough.  Jim says, “I believe that Jesus was the greatest disciple-maker in history. As I study His approach, I see three keys to His success:

1.   Jesus was an intentional leader in every sense.

2.   He did His disciple-making in a relational environment.

3.   He followed a process that can be learned and repeated.”

In other words,
An intentional leader + relational environment + reproducible process = infinite number of disciples.

Our focus this month has been on developing healthy cells by discipling the leaders through coaching.  My default is toward the relational aspect while Jim presses me to examine these two other keys to success.

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Jeff

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Mais do que Relacionamento

por Jeff Tunnell

O relacionamento entre o treinador(a) e seu líder é essencial. Um relacionamento significante que se concentra no discipulado através de treinamento semanal pode incluir questionamento, treino, oração, construção de estratégias, tempo para relaxar e usar cada meio disponível para manter contato com o líder (ligações telefônicas, e-mails, mensagens, etc). O treinamento deve produzir um sentimento de aproximação das vidas, como um time. O suporte e a força do treinador é sentida pelo líder à medida que o treinador esboça a importância de trabalharem juntos.

Mas como Jim Putnam nos diz em seu livro Discipulado da Vida Real, relacionamento não é o suficiente. Jim diz, “Eu acredito que Jesus foi o maior fazedor de discípulos da história. Conforme eu estudo Sua aproximação, vejo três chaves para o Seu sucesso:

1. Jesus foi um líder intencional em todos os sentidos.

2. Ele fez Seu “fazer discípulos” em um ambiente relacional.

3. Ele seguiu um processo que pode ser aprendido e repetido.”

Em outras palavras, um líder intencional + ambiente relacional + processo reproduzível = número infinito de discípulos.

Nosso foco esse mês tem sido em desenvolver células saudáveis ao discipular os líderes através de treinamento. Meu padrão é a respeito do aspecto relacional, enquanto Jim me pressiona para examinar essas duas outras chaves para o sucesso.

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Jeff

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Más que una relación

Por Jeff Tunnell

La relación entre el entrenador y su líder es esencial. Una relación significativa que se concentra en el discipulado a través de entrenamiento semanal puede incluir una interrogante, formación, oración, estrategias de construcción, momentos de relajamiento y el uso de todos los medios disponibles para mantener un estrecho contacto con el líder (llamadas telefónicas, correos electrónicos, mensajes de texto, etc.) El entrenamiento debe producir una sensación de acercamiento a la vida, como un equipo. El apoyo y la fuerza del entrenador se siente por el líder así como los modelos en la importancia de trabajar juntos.

Pero como Jim Putnam nos dice en su libro Discipulado en la Vida Real, la relación no es suficiente. Jim dice: “Creo que Jesús fue el más grande hacedor de discípulos en la historia”. Al estudiar su enfoque, veo tres claves de su éxito:

1. Jesús era un líder intencional en todos los sentidos.

2. Él hizo sus discípulos en un entorno relacional.

3. Él siguió un proceso que se puede aprender y repetir.

En otras palabras, un líder intencional + entorno relacional + proceso reproducible = infinito número de discípulos.

Nuestro enfoque este mes ha sido en el desarrollo de células sanas al discipular a los líderes a través del entrenamiento. El mío es hacia el aspecto relacional, mientras que Jim me presiona a examinar estas otras dos claves del éxito.

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Jeff

How To Disciple Leaders through Coaching

joel

by Joel Comiskey

Effective coaches hone in on the specific needs of the players. What is the leader lacking? What particular needs does the leader have? There are specific disciplines that effective coaches practice in the process of discipling the leaders under their care.

Discipling through Prayer

Coaches go to battle on behalf of the leaders under their care and provide spiritual protection against Satan’s onslaughts. Effective coaches cover the leaders with a prayer shield and then when they talk personally, there is a unity that has already been developed through prayer.

Discipling through Listening

The coach needs to recognize that his or her agenda is secondary to the leader’s agenda. A great coach knows when to shut up and let the other person speak. The human mind processes ideas and thoughts far faster than a person can speak them (by five to one), so it’s easy to drift or daydream when someone is talking. The coach must concentrate to effectively listen, and it’s not easy.

Discipling through Encouragement

Why is encouragement so important? Because small group team leaders often don’t feel they are doing a great job. They compare themselves with others, and they feel like a failure. Effective coaches use every opportunity to encourage the leader. “Jim, you show up for every cell group. Great job. That takes a lot of effort because I know you are busy.”

Discipling through Caring

The pastor cares for the coach and the coach cares for the leaders. The leader in turn cares for the members. Everyone needs to be coached and cared for. Coaching helps the system to flow together—just like the early church.

Discipling through Developing

Become a resource person, and you will improve yourself and the leaders under your care. A coach can contact the leaders online, sending them articles, quotes and encouragement through email. Communicating with your leaders online is a fast, quick, and effective way to provide resources.

Discipling through Strategic Planning

Coaches can help cell leaders tremendously through the birth process. They help the cell leader envision future disciple-makers by encouraging the leader to develop strategic planning to get everyone participating in the group. The coach might say, “Tony, have you noticed Jill in your group?” “Why don’t you consider her as a future leader?”

Discipling through Challenging

Paul, in his message to the Ephesian house church, said, “Instead, speaking the truth in love, we will in all things grow up into him who is the head, that is, Christ” (Ephesians 4:15). Great coaches seek to model this challenge for action by honest interaction and asking the hard questions. The leader should know that the coach will give a straight answer and not beat around the bush.

How do you disciple leaders through coaching?

Joel

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Como Discipular Líderes através de Treinamento

por Joel Comiskey

Treinadores eficazes focam nas necessidades específicas dos jogadores. O que está faltando para o líder? Quais necessidades particulares o líder tem? Existem disciplinas específicas que treinadores eficazes praticam no processo de discipular os líderes sob seu cuidado.

Discipulado através de Oração

Treinadores vão à batalha em benefício dos líderes sob seu cuidado e proveem proteção espiritual contra as investidas de Satanás. Treinadores eficazes cobrem os líderes com um escudo de oração, e então quando se falam pessoalmente há uma unidade que já foi desenvolvida através da oração.

Discipulado através de Escuta

O treinador precisa reconhecer que sua agenda é secundária à agenda do líder. Um grande treinador sabe quando se calar e deixar a outra pessoa falar. A mente humana processa ideias e pensamentos muito mais rápido do que uma pessoa consegue falá-los (de 5 para 1), então é fácil ficar à deriva ou sonhar acordado quando alguém está falando. O treinador precisa se concentrar para ouvir efetivamente, e isso não é fácil.

Discipulado através de Encorajamento

Por que o encorajamento é tão importante? Porque líderes de equipes de pequenos grupos frequentemente não sentem que estão fazendo um bom trabalho. Eles se comparam a outros, e se sentem como um fracasso. Treinadores eficazes usam todas as oportunidades para encorajar o líder. “Jim, você aparece para cada grupo de célula. Ótimo trabalho. Isso precisa de um grande esforço, porque eu sei que você é ocupado.”

Discipulado através de Cuidado

O pastor cuida do treinador e o treinador cuida dos líderes. O líder, por sua vez, cuida dos membros. Todos precisam ser treinados e cuidados. O treinamento ajuda o sistema a fluir junto- assim como a igreja primitiva.

Discipulado através de Desenvolvimento

Torne-se uma pessoa de recursos, e você vai melhorar a si mesmo e os líderes sob seu cuidado. Um treinador pode entrar em contato com os líderes online, enviando-os artigos, citações e encorajamento por e-mail. Comunicar-se online com seus líderes é uma maneira fácil, rápida e eficaz de fornecer recursos.

Discipulado através de Planejamento Estratégico

Os treinadores podem ajudar os líderes de células tremendamente durante o processo de nascimento. Eles ajudam o líder de célula a visualizar futuros fazedores de discípulos, encorajando o líder a desenvolver um planejamento estratégico para fazer com que todos participem do grupo. O treinador pode dizer “Tony, você tem notado a Jill em seu grupo?” “Por que você não a considera como uma futura líder?”

Discipulado através de Desafio

Paulo, em sua mensagem à igreja nas casas de Éfeso, disse, “Antes, falando a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15). Grandes treinadores procuram dar forma à este desafio para a ação pela interação honesta e fazendo as perguntas difíceis. O líder deve saber que o treinador vai dar uma resposta direta e não fazer rodeios.

Como você discípula os líderes através de treinamento?

Joel

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Cómo Discipular a los Líderes a través de la Supervisión

por Joel Comiskey

Los entrenadores eficaces afinan los detalles necesarios para cubrir las necesidades específicas de los jugadores. ¿Qué es lo que le falta al líder? ¿Qué necesidades en particular tiene el líder? Hay disciplinas específicas que los supervisores eficaces practican en el proceso de discipular a los líderes bajo su cuidado.

Discipulando a través de la Oración

Los supervisores van a la batalla en nombre de los líderes bajo su cuidado y proporcionan una protección espiritual contra los ataques de Satanás. Los supervisores eficaces cubren a los líderes con un escudo de oración y luego, cuando hablan personalmente, hay una unidad que ya se ha desarrollado a través de la oración. [iii] Animo a los supervisores a orar continuamente por sus líderes, y luego a hablarles sobre esas oraciones. Esto ayudará enormemente en el reino espiritual, pero este hecho también dará a los líderes una esperanza y confianza renovada en el ministerio.

Discipular Escuchando

El supervisor tiene que reconocer que su agenda es secundaria a la agenda del líder. Un gran supervisor sabe cuándo callarse y dejar que la otra persona hable. La mente humana procesa ideas y pensamientos mucho más rápido de lo que una persona puede hablar de ellos (de cinco a uno), así que es fácil irse a la deriva o soñar despierto cuando alguien está hablando. El supervisor debe concentrarse para escuchar de manera efectiva, y no es fácil.

Discipular Dando Ánimos

¿Por qué es tan importante el dar ánimo? Porque los líderes de los equipos de los grupos pequeños a menudo no se sienten que están haciendo un buen trabajo. Ellos se comparan a sí mismos con los demás y se sienten fracasados. Ellos escuchan sobre el otro líder del equipo que ya multiplicó su célula y ganó a varias personas para Jesús. El líder puede sufrir fácilmente de sentimientos de incapacidad. “¿Por qué no vienen más personas a mi grupo celular?”, se pregunta. Los supervisores eficaces utilizan cualquier oportunidad para alentar al líder. “Jim, tú te presentas para cada grupo celular. Buen trabajo. Para eso se necesita mucho esfuerzo, porque sé que estás ocupado”.

Discipulando con Nuestro Aprecio

A menudo, la mejor manera de mostrarle aprecio a un líder es siendo un amigo. Muchas personas pasan por alto este simple, pero potente principio, pero creo que es una de las claves para la supervisión con éxito de líderes de grupos pequeños.

Discipular Desarrollando

Conviértete en una persona de recursos, y tú mejorarás, así como los líderes bajo tu cuidado. Un supervisor puede ponerse en contacto con los líderes en línea, enviándoles artículos, citas y ánimo a través del correo electrónico. La comunicación con tus líderes en línea es una manera rápida y eficaz para proporcionar los recursos.

Discipulando Mediante la Planeación Estratégica

Los supervisores pueden ayudar tremendamente a los líderes de células en el proceso del nacimiento. Ellos ayudan al líder de la célula a vislumbrar futuros hacedores de discípulos, animando al líder a desarrollar la planificación estratégica para que todos participen en el grupo. El supervisor puede decir: “Tony, ¿has notado a María en tu grupo?” “¿Por qué no la consideras para ser una futura líder?”

Discipulando Mediante el Desafío

Pablo, en su mensaje a la iglesia en la casa de Éfeso, dijo, “Más bien, al vivir la verdad con amor, creceremos hasta ser en todo como aquel que es la cabeza, es decir, Cristo”. (Efesios 4:15). Los grandes supervisores tratan de modelar este desafío para la acción, por medio de la interacción honesta y haciendo las preguntas difíciles. Animo a los supervisores a comenzar con la frase: “¿Me das permiso de compartir algo contigo?”. El líder debe saber que el supervisor le dará una respuesta directa y no se andará por las ramas.

Qué haces tu para discipular a tus líderes por medio de supervisión?

Joel

Is this working?

steve

by Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

As our church grew, I knew we needed to implement a coaching system. After some research, I settled on the G-12 model. It made sense to me for cell leaders to become the coach when their apprentices started their own groups. They already had a good relationship and discipling was already occurring, why break that up? It was philosophically consistent and organic in approach. I was sold.

But after some years I noticed that the theory wasn’t working out in real life as well as I’d hoped. We also had too many unmotivated coaches, and therefore we had too many “abandoned” leaders.

Some leaders had developed an apprentice, but they weren’t really interested in the extra work of coaching. Sometimes the apprentices were actually more motivated than their leaders, so that when they launched their own group, they now had a coach who was not in a position to develop them.

By assuming that a leader becomes a coach by birthing a new leader from their group, we neglected the reality that while leading a group is not a gift-based ministry, coaching a group leader is. Some multiplying group leaders had that gifting, others didn’t. Some leaders could love people really well, but couldn’t help other leaders when their groups struggled.

Today we have blended coaching models. We sometimes use G-12 and sometimes 5×5. We are doing what it takes to makes sure the essential coaching functions are happening. We want to see:

  • Cell leaders who are personally discipled and encouraged
  • Coaching contacts that are happening: regular visits, monthly huddles
  • Group problems that are being solved.

Choose your coaching model not on philosophy alone, but on what works. Your group leaders are depending on it!

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Steve

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Portuguese blog:

Isso está funcionando?

por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Conforme nossa igreja crescia, eu sabia que precisávamos implementar um sistema de treinamento. Após algumas pesquisas, eu estabeleci o modelo G-12. Fez sentido para mim que os líderes de célula se tornassem treinadores quando seus aprendizes começassem seus próprios grupos. Eles já tinham um bom relacionamento e o discipulado já estava ocorrendo, então por que quebrar isso? Era algo filosoficamente consistente e com uma abordagem orgânica. Eu estava convencido.

Contudo, após alguns anos eu percebi que a teoria não estava funcionando na vida real tão bem quanto eu esperava. Nós também tínhamos muitos líderes desmotivados e, assim, tínhamos muitos líderes “abandonados”.

Alguns líderes tinham desenvolvido um aprendiz, mas eles não estavam realmente interessados no trabalho extra de treinamento. Algumas vezes os aprendizes eram na realidade mais motivados que seus líderes, de modo que quando eles começavam seu próprio grupo, tinham um treinador que não estava em condições para desenvolvê-los.

Ao assumir que um líder se torna um treinador ao gerar um novo líder de seu grupo, nós negligenciamos a realidade de que enquanto liderar um grupo não é um ministério baseado em ter o dom, treinar um líder de grupo é. Alguns líderes de grupo multiplicadores tinham esse dom, outros não. Alguns líderes podiam amar as pessoas muito bem, mas não podiam ajudar outros líderes quando seus grupos enfrentavam dificuldade.

Hoje nós temos misturado modelos de treinamento. Algumas vezes usamos o modelo G-12, algumas vezes usamos o 5×5. Estamos fazendo o que for preciso para garantir que as funções essenciais de treinamento aconteçam. Nós queremos ver:

  • Líderes de célula que sejam pessoalmente discipulados e encorajados;
  • Contatos de treinamento que estejam acontecendo: visitas regulares, encontros mensais;
  • Problemas de grupos que sejam resolvidos.

Escolha seu modelo de treinamento baseado não apenas na filosofia, mas naquilo que funciona. Seus líderes de grupo dependem disso!

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Steve

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¿Está funcionando?

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A medida que nuestra iglesia creció, sabía que necesitábamos poner en práctica un sistema de entrenamiento. Después de algunas investigaciones, nos establecimos con el modelo G- 12. Tiene mucho sentido para mí, que los líderes celulares se conviertan en entrenadores cuando sus aprendices comienzan sus propios grupos. Ellos ya tenían una buena relación y el discipulado ya estaba ocurriendo, ¿Por qué romper eso? Fue filosóficamente coherente y orgánico en el enfoque. Me vendieron.

Pero después de algunos años me di cuenta de que la teoría no estaba funcionando en la vida real, de la manera que yo esperaba. También hemos tenido muchos entrenadores sin motivación, y por lo tanto tuvimos demasiados líderes “abandonados”.

Algunos líderes habían desarrollado un aprendiz, pero no estaban realmente interesados ​​en el trabajo extra del entrenamiento. A veces, los aprendices estaban más motivado que sus líderes, y cuando empezaban su propio grupo, tenían un entrenador que no estaba en condiciones de desarrollarlos.

Asumiendo que un líder se convierte en un entrenador por dar a luz a un nuevo líder en su grupo, hemos descuidado la realidad de que mientras lideraba un grupo sin el don basado en el ministerio, entrenando un grupo de líderes si es. Algunos líderes de grupos multiplicadores tenían ese don, otros no. Algunos líderes podrían amar a la gente muy bien, pero no podía ayudar a otros líderes cuando sus grupos luchaban.

Hoy hemos mezclado los modelos de entrenamiento. A veces usamos G- 12 y, a veces 5×5. Estamos haciendo lo que se necesita para asegurar que las funciones esenciales del entrenamiento están sucediendo. Queremos ver:

· Los líderes celulares que están personalmente discipulados y animados

· Entrenamiento de contactos que están sucediendo: visitas regulares, reuniones mensuales

· Problemas de grupo que están siendo resueltos.

Elija su modelo de entrenamiento no en la filosofía solamente, sino en lo que funciona. Sus líderes de grupo dependen de esto.

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Steve