The Long Term Reality of Cell Ministry

mario

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

There is a saying in Spanish: “God’s mills grind slowly but they grind well.” God has his own pace to accomplish his purposes, but those purposes are perfect. We are the ones who are always in a hurry and wanting the work of God to offer quick results, like instant soups and microwave ovens.

Cell ministry is God’s work, and consequently it takes its time to produce results. If you don’t have the constancy and perseverance of the farmer and the craftsman, it will not be possible to obtain a good product in the end. The reason for God’s methodical pace has no relationship with his omnipotence but rather with our impotence to understand his purposes. Man is reluctant to accept God’s deep purposes and tends to think only about the superficial aspects. But when God makes our inner self die, the way is opened up for His purposes to be fulfilled in his time.

Humans are reluctant to die to self. That’s what makes God’s processes long. Our role is to persevere and allow God to move in his time. As you continue to persevere, God will one day fulfill his purpose all by himself.

Mario

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Portuguese translation:

A Realidade do Ministério Celular em Longo Prazo

por Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Há um ditado em espanhol que diz: “Os moinhos de Deus moem devagar, mas moem bem.” Deus tem seu próprio ritmo para cumprir seus propósitos, mas esses propósitos são perfeitos. Nós somos aqueles que estão sempre com pressa e querendo o trabalho de Deus para nos oferecer resultados rápidos, como sopas instantâneas e fornos de microondas.  

 O ministério celular é o trabalho de Deus e, consequentemente, leva o seu tempo para produzir resultados. Se você não tem a constância e a perseverança do fazendeiro e do artesão, não será possível obter um bom produto no final. A razão para o ritmo metódico de Deus não tem nenhuma relação com sua onipotência, mas sim com a nossa impotência em entender seus propósitos. O homem é relutante em aceitar os propósitos profundos de Deus e tende a pensar apenas sobre os aspectos superficiais. Mas quando Deus faz o nosso eu interior morrer, o caminho se abre para Seus propósitos serem cumpridos em seu tempo.    

 Humanos são relutantes em morrer para si mesmos. Isso é o que torna os processos de Deus longos. Nosso papel é perseverar e permitir que Deus se mova em seu tempo. Conforme você continua a perseverar, Deus um dia irá cumprir seu propósito sozinho.

Mario

Spanish translation:

La constancia en el trabajo celular

por Mario Vega

En español existe un dicho: “Los molinos de Dios muelen lento pero muelen bien”. Dios tiene su propio ritmo para cumplir sus propósitos, pero esos propósitos son perfectos. Somos nosotros los que siempre estamos apresurados y deseamos que la obra de Dios imite las sopas instantáneas y los hornos de microondas.

El trabajo celular es la obra de Dios y, consecuentemente, lleva su tiempo en producir sus resultados. Si no se posee la constancia y la perseverancia del agricultor y el artesano, no es posible obtener un buen producto al final. La razón del paso metódico de Dios no tiene relación con su omnipotencia sino más bien con nuestra impotencia para comprender sus designios. El ser humano es renuente a aceptar los designios profundos de Dios y se detiene solamente en los aspectos superficiales. Pero, cuando Dios hace morir nuestro yo, el camino se abre para que sus propósitos se cumplan en nuestros ministerios.

El ser humano es renuente a la muerte del yo. Eso es lo que hace que los procesos de Dios sean largos. Frente a ello, no nos queda otra cosa más que perseverar y perseverar. Sigue perseverando que un día la rosa de Dios emergerá por si sola.

Ministry is a Marathon not a Sprint, part two

jim

by Dr. Jim Wall, Executive Director, Acts 2 Network, www.acts2network.org

It was the seventh year in the life of Western Branch Community Church in Chesapeake, VA, USA. In that short time the church had grown to over 1,000 souls. Sixty percent of that growth had come from people finding Jesus for the first time. Those are exciting numbers but they are not the full story. You see, it was in the seventh year that our church hit its growth ceiling—both spiritually and numerically—and I reached the brink of burnout.

That was a deeply painful season, but it led us to slow down and ask questions like, “What are we really doing here?” “Why are we really doing it?” “How are we doing it?” “Is what we are doing, getting us to where we believe God has called us to go?”

In time, we acknowledged that goal-setting and strategic planning year after year had helped us to grow a fairly large church. We also acknowledged that we were called to do more than count chairs, cars and cash! After all, Jesus didn’t call us to grow a large church. He said that was His job (Matthew 16:18 “I will build my church”). He had called us to “make disciples of everyone, everywhere…” (Matthew 28:19). We came to understand that we needed to transition to a cell-based approach to ministry; to create personal space for people to find the guidance and support they needed to grow beyond a superficial faith all the way to living as fully devoted followers of Jesus.

Would you like to guess the first mistake we made? We wanted it all now! We set a goal to have everyone in the church in cell group within a year. You can guess how that turned out. Thank God for wise men like Joel Comiskey who warned us that the transformation of our church would take passion, but it would also take patience. It would take an understanding that ministry is a marathon not a sprint!

The good news is, we did finally learn. We formed a prototype cell group that I led weekly for 18 months. During that time seven of those group members became our first cell group leaders. Over time seven cells birthed into fourteen cells. Fourteen became twenty. Year after year, one heart at a time, one cell at a time, the foundation of our church became its cell groups, nearly 120 cells now with hundreds of people growing toward maturity in them.

We still set attendance goals every year. Our weekend services are still very high energy. What changed is the understanding is that real fruit takes time to ripen. Ministry is a marathon, not a sprint!
What experiences have you had with being impatient for the harvest to come? How did that work out for you? My prayer is you will learn from our experience rather than having to go down the road of hardship and frustration we did to come to understand, “Ministry is a marathon not a sprint!”

Jim

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Portuguese blog:

O Ministério é uma Maratona, não uma Corrida de Velocidade; parte dois
 por Dr. Jim Wall, Diretor Executivo, Acts 2 Network, www.acts2network.org 

Era o sétimo ano na vida da Western Branch Community Church (“Filial Ocidental da Igreja da Comunidade”) em Chesapeake, VA, EUA. Nesse curto espaço de tempo a igreja tinha crescido para mais de 1.000 almas. Sessenta por cento desse crescimento veio de pessoas encontrando a Jesus pela primeira vez. Esses números são interessantes, mas eles não são a história completa. Veja só, foi no sétimo ano que a nossa igreja atingiu seu crescimento máximo—tanto espiritual quanto numérico—e eu cheguei à beira do esgotamento.

Essa foi uma época profundamente dolorosa, mas eu nos levei a desacelerarmos e fazermos perguntas como: "O que estamos realmente fazendo aqui?" "Por que realmente nós estamos fazendo isso?", "Como estamos fazendo isso?" “O que nós estamos fazendo está nos ajudando a chegar onde acreditamos que Deus nos chamou para ir?"

Com o tempo, nós reconhecemos que o estabelecimento de metas e o planejamento estratégico ano após ano nos ajudou a crescer para uma igreja razoavelmente grande. Também reconhecemos que fomos chamados a fazer mais do que contar cadeiras, carros e dinheiro! Afinal, Jesus não nos chamou para desenvolver uma grande igreja. Ele disse que esse era Seu trabalho (Mateus 16:18 "Eu edificarei a minha igreja"). Ele nos chamou para "fazer discípulos de todos, em todos os lugares…" (Mateus 28:19). Viemos entender que nós precisávamos transicionar para uma estratégia de ministério baseada em células; criar espaço pessoal para as pessoas encontrarem a orientação e apoio que precisavam para crescer além de uma fé superficial, em direção a viverem como seguidores de Jesus totalmente dedicados.

Você gostaria de adivinhar o primeiro erro que cometemos? Queríamos tudo imediatamente! Nós estabelecemos uma meta de ter todos os membros da igreja participando de grupos de células dentro de um ano. Você pode adivinhar como isso acabou. Graças a Deus por homens sábios como Joel Comiskey, que nos avisou que a transformação da nossa igreja levaria paixão, mas também levaria paciência. Seria preciso um entendimento de que o ministério é uma maratona e não uma corrida de velocidade!

A boa notícia é que nós finalmente aprendemos. Formamos um protótipo de grupo celular que liderei semanalmente por 18 meses. Durante esse tempo, sete desses membros do grupo se tornaram nossos primeiros líderes de células. Ao longo do tempo, sete células se multiplicaram para quatorze células. Quatorze tornaram-se vinte. Ano após ano, um coração de cada vez, uma célula de cada vez, o fundamento da nossa igreja tornou-se seus grupos de células, cerca de 120 células agora com centenas de pessoas crescendo em direção à maturidade dentro delas.

Nós ainda estabelecemos metas de comparecimento a cada ano. Nossos cultos de fim de semana ainda são cheios de energia. O que mudou é o entendimento de que frutas reais levam tempo para amadurecer. O ministério é uma maratona, não uma corrida de velocidade!
Quais experiências você teve em ser impaciente pela safra vindoura? Como foi essa experiência para você? Minha oração é que você aprenda com a nossa experiência, em vez de ter que caminhar pela estrada de sofrimento e frustração que nós caminhamos para compreendermos que "O Ministério é uma maratona e não uma corrida de velocidade!"

Jim

Spanish blog:

El ministerio es un maratón, no una carrera, Segunda parte
Por el Dr. Jim Wall, Director Ejecutivo, de la Red Hechos 2, www.acts2network.org

Fue el séptimo año en la vida de la Iglesia de la comunidad occidental en Chesapeake, Virginia, Estados Unidos. En ese corto tiempo, la iglesia había crecido a más de 1.000 almas. El sesenta por ciento de ese crecimiento había venido de gente que recibieron a Jesús por primera vez. Esos son números interesantes pero no son toda la historia. Ya veras, fue en el séptimo año que nuestra iglesia toco el techo tanto en el crecimiento espiritual, como en el numérico, y yo había estado al borde del agotamiento.

Esa fue una temporada profundamente dolorosa, pero nos llevó a reducir la velocidad y hacernos preguntas como: "¿Qué estamos haciendo aquí?" "¿Por qué lo estamos haciendo?" "¿Cómo lo estamos haciendo?" "¿Es lo que estamos haciendo, lo que no llevara a donde creemos que Dios nos ha llamado a ir?"

Con el tiempo, reconocimos que el establecer metas y la planificación estratégica año tras año nos había ayudado a crecer bastante en la iglesia. También reconocimos que estábamos llamados a hacer algo más que solo contar sillas, autos y dinero en efectivo. Después de todo, Jesús no nos llama a crecer una iglesia grande. Él dijo que era su trabajo (Mateo 16:18 "edificaré mi iglesia"). Él nos había llamado a "hacer discípulos, en todas partes…" (Mateo 28:19). Llegamos a entender que necesitábamos hacer la transición a un enfoque basado en células para el ministerio; para crear un espacio personal para que las personas encontrarán su orientación y el apoyo que necesitan para crecer más allá de una fe superficial hasta el final y vivir como seguidores totalmente devotos de Jesús.

¿Quieres adivinar el primer error que hicimos? Queríamos todo de una vez. Nos pusimos la meta de tener a todos en la iglesia en un grupo celular dentro de un año. Puedes adivinar cómo terminó eso. Gracias a Dios por hombres sabios como Joel Comiskey que nos advirtió que la transformación de nuestra iglesia tomaría pasión, pero también tomaría paciencia. Haría falta el entender que el ministerio es un maratón, no una carrera.

La buena noticia es que finalmente aprendimos. Formamos un grupo celular prototipo que dirigí semanalmente durante 18 meses. Durante ese tiempo, siete de esos miembros del grupo se convirtieron en los primeros líderes celulares. Con el tiempo de las siete células nacieron catorce células. El catorce se convirtió veinte. Año tras año, un corazón a la vez, una célula a la vez, el fundamento de nuestra iglesia se convirtió en grupos celulares, ahora tenemos casi 120 células con cientos de personas creciendo hacia la madurez en ellos.

Todavía fijamos metas de asistencia cada año. Nuestros servicios de fin de semana todavía tienen muy alta energía. Lo que cambió es el entendimiento que la fruta real toma tiempo para madurar. El ministerio es un maratón, no una carrera. ¿Qué experiencias has tenido con ser impaciente en la cosecha venidera? ¿Cómo funciono eso contigo? Mi oración es que tu aprendas de nuestra experiencia en lugar de tener que ir por el camino difícil y la frustración que tuvimos para llegar a entender, "El ministerio es un maratón, no una carrera"

Jim

Ministry is a Marathon not a Sprint, part one

jim

by Dr. Jim Wall, Executive Director, Acts 2 Network, www.acts2network.org

This week marks the launch of my 45th year in Christian ministry. (I sometimes think I am still in my 30’s. So how can I possibly have been doing this for so long!?) If I’ve learned anything over these years it is, “Ministry is a marathon not a sprint!” It is more about getting consistent base hits than it is hitting a home run now and then while striking out the rest of the time.

Several more sports metaphors come to mind, but hopefully you get the message. i.e. almost anybody can produce short bursts of enthusiastic energy. Fruit comes to the steady, consistent farmer who cultivates soil, plants seeds, fertilizes, waters and waits patiently for the harvest to come.

Whatever metaphor you use, these concepts are particularly true when it comes ministry. We aren’t just setting goals in terms of numbers of cell groups or celebration attendees. We’re talking about changed hearts and transformed lives! That’s takes time and patience. The good news is that ministry done line-upon-line, precept-upon-precept, coupled with the transformative power of God, produces awesome fruit in our lives and in the lives of those we lead.

The first seven years of Western Branch Community Church were exciting years. They were marked by high energy, big events and waves of enthusiasm. The congregation grew to 1,000 in that short time. Most of that growth came from conversion growth. The stuff of dreams, right? The problem is that high energy, superficial approach to ministry was neither healthy nor sustainable. Our church eventually hit its growth ceiling—numerically and spiritually—and I nearly burned-out.

Tomorrow we’ll examine what happened next. For now, let me challenge to you ask yourself which approach to ministry you are taking? Is it healthy? Is it sustainable? If you are tired just thinking about setting God-sized goals for 2015, listen to the words of Jesus, Are you tired? Worn out? Burned out on religion? Come to me. Get away with me and you’ll recover your life. I’ll show you how to take a real rest. Walk with me and work with me—watch how I do it. Learn the unforced rhythms of grace. I won’t lay anything heavy or ill-fitting on you. Keep company with me and you’ll learn to live freely and lightly. (Matthew 11:28-30 MSG)

Korean translation (click here)

Portuguese translation:

O Ministério é uma Maratona, não uma Corrida de Velocidade; parte um
por Dr. Jim Wall, Diretor Executivo, Acts 2 Network, www.acts2network.org

Essa semana marca o lançamento do 45º ano do meu ministério cristão. (Eu algumas vezes penso que ainda estou nos meus 30 anos. Então como eu posso estar fazendo isso por tanto tempo?!) Se eu aprendi alguma coisa ao longo desses anos é, “O ministério é uma maratona, não uma corrida de velocidade!” É mais sobre obter sucessos com uma base consistente do que atingir a linha de chegada agora e depois descansar o resto do tempo.

Diversas outras metáforas esportivas vêm a minha mente, mas espero que você entenda a mensagem. Isto é, praticamente qualquer pessoa pode produzir pequenas explosões de entusiasmo. Frutas vêm para o firme e constante fazendeiro que cultiva o solo, planta sementes, fertiliza, rega e espera pacientemente pela vinda da colheita.

Seja qual for a metáfora que você use, esses conceitos são particularmente verdadeiros em relação ao ministério. Não estamos apenas estabelecendo metas em termos de números de grupos de célula ou participantes do culto de celebração. Estamos falando sobre corações mudados e vidas transformadas! Isso leva tempo e paciência. A boa notícia é que o ministério feito linha por linha, preceito por preceito, juntamente com o poder transformador de Deus, produz frutos impressionantes em nossas vidas e nas vidas daqueles que nós conduzimos.

Os primeiros sete anos da Western Branch Community Church (“Filial Ocidental da Igreja da Comunidade”) foram anos empolgantes. Eles foram marcados por alta energia, grandes eventos e ondas de entusiasmo. A congregação cresceu para 1000 membros nesse curto espaço de tempo. A maior parte desse crescimento veio do aumento de conversão. A coisa dos sonhos, não é mesmo? O problema é que a alta energia e a abordagem superficial para o ministério não eram nem saudáveis nem sustentáveis. Nossa igreja eventualmente atingiu o máximo de seu crescimento- numérica e espiritualmente- e eu quase me esgotei.

Amanhã nós examinaremos o que aconteceu em seguida. Por enquanto, permita-me desafiá-lo a perguntar a si mesmo, qual abordagem para o ministério você está fazendo? Ela é saudável? É sustentável? Se você está cansado só de pensar em metas na dimensão de Deus para 2015, ouça as palavras de Jesus, Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mateus 11:28-30 NVI)

Spanish translation:

El ministerio es un maratón, no una carrera, primera parte
Por el Dr. Jim Wall, Director Ejecutivo, Red Hechos 2, www.acts2network.org

Esta semana marca el lanzamiento de mi año número 45 en el ministerio cristiano. (A veces pienso que todavía estoy en mis 30 años. Entonces, ¿Cómo puedo yo haber estado haciendo esto por tanto tiempo?) Si algo he aprendido en estos años es que, "El Ministerio es un maratón, no una carrera" Se trata de conseguir constantemente hits que batear un jonrón de vez en cuando y poncharse el resto del tiempo.

Muchas más metáforas deportivas vienen a mi mente, pero esperamos que entiendas el mensaje. Por ejemplo, casi todo el mundo puede producir cortas explosiones de energía entusiasta. Los frutos vienen de la consistencia del agricultor que cultiva el suelo, planta semillas, fertiliza, pone agua y espera pacientemente la cosecha por venir.

Cualquiera que sea la metáfora que se utiliza, estos conceptos son ciertos cuando se trata del ministerio. No sólo estamos estableciendo metas en cuanto al número de grupos de células o los asistentes de la celebración. Estamos hablando de cambiar corazones y transformar vidas. Eso toma tiempo y paciencia. La buena noticia es que el ministerio hecho de línea en línea, precepto por precepto, junto con el poder transformador de Dios, produce un fruto increíble en nuestras vidas y en las vidas de aquellos que dirigimos.

Los primeros siete años de la Iglesia de la comunidad occidental fueron años apasionantes. Ellos estuvieron marcados por la alta energía, grandes eventos y olas de entusiasmo. La congregación creció a 1.000 en un corto tiempo. La mayor parte de ese crecimiento se debió al crecimiento de la conversión. La materia de los sueños, El problema es que la alta energía y el enfoque superficial del ministerio no eran ni saludable ni sostenible. Nuestra iglesia finalmente toco el techo en el crecimiento numérico y espiritualmente y casi agotados.

Mañana vamos a examinar lo que sucedió después. Por ahora, déjame retarte a que te preguntas ¿Cuál es el enfoque del ministerio que está tomando? ¿Es saludable? ¿Es sostenible? Si usted está cansado de sólo pensar en el tamaño de las metas a establecer por Dios para el 2015, escucha las palabras de Jesús, ¿Está cansado? ¿Desgastado? ¿Cansado de la religión? Ven a mí. Ven a mí y recuperarás tu vida. Te voy a mostrar cómo tomar un verdadero descanso. Camina conmigo y trabajar conmigo, mira cómo lo hago. Aprende los ritmos no forzados de la gracia. No voy a poner nada pesado o mal ajustado. Mantén tu compañía conmigo y aprenderás a vivir libre y ligero. (Mateo 11: 28-30)

Growing More Loving

bill

by Bill Mellinger, Crestline First Baptist Church, http://www.crestlinefbc.com/

For the past month, I have been asking our church if we are becoming a “Relational Church that is Sold Out for Jesus.” We are at the time of our annual renewal of membership and the January sermons have all been a review of our Mission Statement. Seven years ago when we began transitioning to the Cell Church Model, we focused on becoming relational rather than being a cell church. We needed to learn to love one another and we needed to love the Lord with everything in us.

As I assess our progress towards becoming relational, I think of the letter I got on Monday. A lady who has waited nearly forty years for her husband to want to go to worship attended this past Sunday. She wrote a moving letter about her disappointment over the years and how she had to have “church” by the radio. As I read her letter, I was moved with emotion for the miracle of her husband coming to worship and for the way she had been cared for throughout the morning. From the people saying hello in the parking lot, to others greeting her as she entered to the gentleman she named who sat down by her husband and her, she had been welcomed and loved. For the last five years, she has watched our sermons on the Internet. Her letter spoke of the love she had experienced on Sunday and through the messages. Finally, she asked for prayer for her son who does not know Christ. My heart was blessed by her appreciative words and for the way our people had embraced her and her husband.

For many, this sounds like the normal way someone should be greeted. That is how it should happen, but it was not the way it used to be. Seven years ago, this congregation described themselves as unloving and unwilling to change. Thank God this is no longer the case. We have worked to become a “relational church that is sold out for Jesus.” One Life Group has developed an extensive ministry to the needy in our community. Another group is focused on helping people to overcome hurts, habits and hang-ups through recovery. Youth, young adults, and couples are learning to love one another and their neighbors.

Two weeks ago, the local Fire Chief called in the middle of the night. He needed a place to serve as an emergency shelter for a host of people stranded in the snow. Fifty people ended up using our facility for an emergency shelter. Members of the church helped to greet them, prepare food and even sought formula for a baby. Others came to assist and clean up after the guests departed. People in the community were proud of what we were able to do. Praise God, we are becoming a relational church that is sold out for Jesus. It has taken persistence and a constant modeling of love, but we continue to become the people God wants us to be. How are you doing at becoming what God wants you to become?

Bill

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Portuguese blog:

Crescer Mais Amar

por Bill Mellinger, Primeira Igreja Batista de Crestline, http://www.crestlinefbc.com/

No mês passado eu estive perguntando para nossa igreja se nós estamos nos tornando uma “Igreja Relacional que é totalmente Comprometida com Jesus”. Estamos na época de nossa renovação anual de membros associados e todos os sermões de janeiro têm sido uma revisão da nossa Declaração de Missão. Sete anos atrás, quando começamos a fazer a transição para o Modelo de Igreja em Células, nós nos concentramos em tornarmo-nos uma igreja relacional ao invés de ser uma igreja em células. Precisávamos aprender a amar uns aos outros e precisávamos amar o Senhor com tudo em nós.

Conforme eu avalio o nosso progresso em direção a nos tornarmos relacionais, penso na carta que recebi na segunda-feira. Uma senhora que esperou quase 40 anos para que seu marido quisesse ir para a adoração, participou com seu marido do culto no domingo passado. Ela escreveu uma carta comovente sobre sua decepção ao longo dos anos e sobre como ela tinha que “ir à igreja” pelo rádio. À medida que eu lia sua carta, fui movido com emoção pelo milagre de seu marido ter vindo para adorar e pela forma como ela foi cuidada durante toda a manhã. Desde as pessoas dizendo “Olá” no estacionamento, a outros cumprimentando-a quando ela foi sentar ao lado do cavalheiro que ela citou o nome e que sentou ao seu lado e de seu marido, ela tinha sido acolhida e amada. Nos últimos cinco anos ela assistiu nossos sermões na Internet. Sua carta falou do amor que ela tinha experimentado no domingo e através das mensagens. Por fim, ela pediu oração para seu filho que não conhece a Cristo. Meu coração foi abençoado por suas palavras de apreço e pela forma como o nosso povo tinha abraçado a ela e ao marido.

Para muitos, isso soa como a forma normal que alguém deve ser acolhido. É assim que deve acontecer, mas não costumava ser assim. Há sete anos, as pessoas nesta congregação descreveram a si mesmas como sem amor e sem vontade de mudar. Graças a Deus, esse não é mais o caso. Temos trabalhado para nos tornarmos uma “igreja relacional que é totalmente comprometida com Jesus”. Um pequeno grupo desenvolveu um extenso ministério para os necessitados em nossa comunidade. Outro grupo está focado em ajudar as pessoas a superar mágoas, hábitos e neuroses através da recuperação. Jovens, adultos jovens, e casais estão aprendendo a amar uns aos outros e aos seus vizinhos.

Há duas semanas, o chefe local dos bombeiros ligou no meio da noite. Ele precisava de um lugar para servir como um abrigo de emergência para uma série de pessoas presas na neve. Cinquenta pessoas acabaram usando nosso espaço para um abrigo de emergência. Os membros da igreja ajudaram a recepcioná-los, preparar a comida e até buscaram fórmula para um bebê. Outros vieram para ajudar e limpar após os convidados partirem. As pessoas da comunidade estavam orgulhosas do que éramos capazes de fazer. Louvado seja Deus, estamos nos tornando uma igreja relacional que é totalmente comprometida com Jesus. Levou persistência e uma modelagem constante de amor, mas nós continuamos a nos tornar o povo que Deus quer que sejamos. Como você está em tornar-se o que Deus quer que você se seja?

Bill

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Creciendo más amor

Por Bill Mellinger, Crestline Primera Iglesia Bautista, http://www.crestlinefbc.com/

Durante el último mes, le he estado preguntando a nuestra iglesia si nos estamos convirtiendo en una “Iglesia relacional que ha sido comprada por Jesús.” Estamos en el momento de nuestra renovación anual de membresías y las predicaciones de enero ya han sido revisadas por nuestra Misión. Hace siete años comenzamos la transición hacia el modelo de la Iglesia Celular, nos hemos concentrado en convertirnos en un lugar relacional en lugar de ser una iglesia celular. Teníamos que aprender a amarnos los unos a otros y necesitábamos amar al Señor con todo en nosotros.

Cuando evalúo nuestro progreso a convertirnos en relacional, pienso en la carta que recibí el lunes. Una señora que ha esperado casi cuarenta años por su marido a querer ir a adorar asistió el pasado domingo. Ella escribió una carta conmovedora acerca de su decepción con los años y cómo ella tenía que tener la “iglesia” por la radio. Al leer su carta, me conmoví por la emoción del milagro de su marido al venir a adorar y por la forma en que había sido cuidado durante toda la mañana. Desde la gente que le decía hola en el estacionamiento, y los demás que le saludaban al entrar con el caballero que llamó su esposo y se sentó junto a ella, ella fui bienvenida y amada. Durante los últimos cinco años, ella ha visto nuestras predicaciones en el Internet. Su carta hablaba del amor que había experimentado el domingo y por los mensajes. Por último, pidió una oración por su hijo, que no conoce a Cristo. Mi corazón estaba bendecido por sus palabras de aprecio y de la forma en que nuestro pueblo la trato a ella y su marido.

Para muchos, esto suena como la forma normal que alguien debe ser saludado. Esa es la forma en que debería ocurrir, pero no era la forma que solía ser. Hace siete años, esta congregación se describía como falta de amor y no dispuestos a cambiar. Gracias a Dios esto ya no es el caso. Hemos trabajado para convertirnos en una “iglesia relacional que ha sido comprada por Jesús.” Un grupo celular ha desarrollado un extenso ministerio para los necesitados de nuestra comunidad. Otro grupo se concentra en ayudar a las personas a superar el dolor, hábitos y obsesiones a través de la recuperación. Jóvenes, adultos, y las parejas están aprendiendo a amarnos los unos a otros y sus vecinos.

Hace dos semanas, el jefe de bomberos local llamó en el medio de la noche. El necesitaba un lugar para servir como un refugio de emergencia para una gran cantidad de personas varadas en la nieve. Cincuenta personas terminaron utilizando nuestras instalaciones como un refugio de emergencia. Los miembros de la iglesia ayudaron a saludarlos, prepararon comida e incluso fórmula para un bebé. Otros llegaron para ayudar y limpiar después de que los invitados se marcharon. La gente en la comunidad estaban orgullosos de lo que habíamos sido capaces de hacer. Alabado sea Dios, nos estamos convirtiendo en una iglesia relacional que ha sido comprada por Jesús. Ha tomado persistencia y un modelado constante de amor, pero continuamos siendo el pueblo que Dios quiere que seamos. ¿Cómo te va en convertirte en lo que Dios quiere que seas?

Bill

Goal Setting for 2015

robert

by Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil

Goal setting can be a blessing or a trap. First the negative aspect. Some pastors are  numbers driven. Their only goal is to produce numbers and this causes an unnecessary stress on most of the cell leaders. When goals are not achieved, discouragement and frustration set in. It is also necessary to assess what stage the church is in. Sometimes the church needs healing, strengthening, consolidation of the cell vision, and understanding of cell core values meaning. We must also remember that cell groups are Christ’s Bodies, and healthy bodies multiply naturally. A healthy tree does not have to make a big effort to produce fruits. Fruits come naturally and are abundant and sweet.

The positive aspect of goal setting, when healthy, is an incentive to continually bear fruit. Healthy goals provide security, protection, and rest for the cell leader and the whole cell. The coach offers a healthy pressure on the leader and works much more as an encourager than a task master.

Goal setting should be done in a retreat with all leaders, coaches and pastors in the beginning of the year. If done correctly, it will be a project owned by all involved. There is a collective conscience to achieve the goals by everybody throughout the year. There will be a healthy environment without exceeding and annoying pressure. Otherwise there is little incentive and courage to grow.

Help us God to set healthy goals for 2015 and reap the harvest.

Robert Michael Lay

Cell Church Ministry Brazil

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Portuguese blog:

Definição de Metas para 2015

por Robert Lay, Ministério da Igreja em Células no Brasil

O estabelecimento de metas pode ser uma bênção ou uma armadilha. Primeiro o aspecto negativo. Alguns pastores são levados por números. Seu único objetivo é produzir números e isso causa um estresse desnecessário na maioria dos líderes de células. Quando as metas não são atingidas, o desânimo e a frustração se estabelecem. Também é necessário avaliar em qual estágio a igreja está. Às vezes a igreja precisa de cura, fortalecimento, consolidação da visão celular, e compreensão do significado do valor do núcleo celular. Devemos lembrar também que os grupos celulares são Corpos de Cristo, e corpos saudáveis multiplicam naturalmente. Uma árvore saudável não tem que fazer um grande esforço para produzir frutos. As frutas vêm naturalmente e são abundantes e doces.

O aspecto positivo da definição de metas, quando saudável, é um incentivo para frutificar continuamente. Metas saudáveis fornecem segurança, proteção e descanso para o líder de célula e para toda a célula. O treinador oferece uma pressão saudável sobre o líder e funciona muito mais como um incentivador do que como um vigia.

A definição de metas deve ser feita em um retiro com todos os líderes, treinadores e pastores no início do ano. Se feito corretamente, ele será um projeto de propriedade de todos os envolvidos. Há uma consciência coletiva para alcançar as metas por todos ao longo do ano. Haverá um ambiente saudável, sem uma pressão excessiva e irritante. Caso contrário, há pouco incentivo e coragem para crescer.

Deus, ajude-nos a definir metas saudáveis para 2015 e fazer a colheita.

Robert Michael Lay

Ministério da Igreja em Células no Brasil

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Estableciendo metas para el 2015

Por Robert Lay, Ministerio de la iglesia celular en Brasil

El establecer metas puede ser una bendición o una trampa. En primer lugar el aspecto negativo. Algunos pastores son impulsados por números. Su único objetivo es producir un número y esto provoca un estrés innecesario en la mayoría de los líderes celulares. Cuando los objetivos no son alcanzados, el desánimo y la frustración llegan. También es necesario evaluar en qué etapa la iglesia está. A veces las iglesias necesitan sanidad, fortalecimiento, consolidación de la visión celular, y la comprensión del núcleo celular en valores de significado. También debemos recordar que los grupos celulares son Cuerpos de Cristo, y los cuerpos sanos se multiplican de forma natural. Un árbol sano no tiene que hacer un gran esfuerzo para producir frutos. Los frutos vienen de manera natural, abundante y dulce.

El aspecto positivo de establecer una meta, cuando es sana, es un incentivo para dar continuamente frutos. Las metas saludables proporcionan seguridad, protección y descanso para el líder celular y la célula en general. El entrenador ofrece una presión saludable al líder y funciona mucho más como un motivador o que una tarea.

El establecer metas debe hacerse en un retiro con todos los líderes, entrenadores y pastores en el comienzo del año. Si se hace correctamente, será un proyecto de todos los involucrados. Hay una conciencia colectiva para alcanzar los objetivos por todos durante todo el año. Habrá un medio ambiente saludable y sin exceder la presión. De lo contrario, habrán pocos incentivos y valor para crecer.

Ayúdanos a Dios a establecer metas saludables para el 2015 y recoger la cosecha.

Robert Michael Lay

Ministerio de la iglesia celular en Brasil

My Growing Concern

daphne

by Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

I know I am deviating from this month’s topic but I want to express a growing concern.

We have become so dependent on leaders, teachers and resources, that many believe they are unable to study the Word, hear God, pray for themselves or be deeply impacted without them.  None of these are ‘wrong’ but suppose our members woke up one morning to find ‘all’ they had was the Bible?  I believe it is time to empower our cells members to study the word and to be secure in hearing God for themselves.  With this in mind I have written and attached 8 weeks of cell materials (sorry, but it’s only in English) which will empower the cell and individuals within it to do all the above within a setting of accountability and encouragement.

Teenagers will really enjoy these materials too.

Here are some practical guidelines to empower individuals and the cell as a whole:

Goals:

  • For the group to find out what they can understand and apply, NOT what they don’t understand (let those things go)
  • For the group to be empowered to read, pray, hear God and minister
  • For the group to work together, but also as individuals

The Pastor should choose a passage of Scripture

  • Either whole book (if not too long!)
  • Or consecutive passages, so people feel they have achieved studying a substantial portion of Scripture
  • Each week give the cells no more than 12 consecutive verses from the chosen passage

Method:

  • Follow the guidelines very carefully so not to deviate back to dependence on the group or a teacher etc.
  • Be careful not to move into ‘the one who knows it all’ mode but let the group talk about it among themselves.
  • The leader’s role is to facilitate the group back to Biblical truths if they stray away, without them feeling they ‘got it wrong’
  • Keep all the materials – the group will need them on week 8

Talking and Listening time:

  • Encourage spontaneity – adults think things through too much, instead of having a flow from their spirits (children are way better as this – they are our role models!)
  • Use quiet instrumental music (no words as they can conflict with them ‘hearing God’
  • Share as many responses as possible: always asking if it agrees with the Bible and if others in the group think it is what God might say
  • It is Ok to practice hearing God – that is how we learn in any sphere of life

Enjoy these materials – and I would love to have some feedback from your cells when they have finished!

Daphne

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Portuguese blog:

Minha Preocupação Crescente

por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Eu sei que estou desviando do tema deste mês, mas quero expressar uma preocupação crescente.

Nós nos tornamos tão dependentes de líderes, professores e recursos, que muitos acreditam que são incapazes de estudar a Palavra, ouvir a Deus, orar por si mesmos ou ser profundamente impactados sem eles. Nada disso está "errado", mas suponhamos que nossos membros acordem em uma manhã e descubram que “tudo” que eles têm é a Bíblia? Eu acredito que é hora de empoderar nossos membros das células para estudarem a palavra e se sentirem seguros em ouvir a Deus por si mesmos. Com isso em mente, eu escrevi e anexei 8 semanas de materiais sobre células(que são apenas em Inglês), que irão capacitar as células e indivíduos dentro delas para fazer tudo isso acima dentro de um cenário de responsabilidade e encorajamento.

Os adolescentes também vão gostar muito desses materiais.

Aqui estão algumas diretrizes práticas para empoderar indivíduos e a célula como um todo:

Metas:

  • Para o grupo descobrir o que eles podem entender e aplicar, NÃO o que eles não entendem (deixe essas coisas irem embora)
  • Para o grupo ser capacitado a ler, orar, ouvir a Deus e ministrar
  • Para o grupo trabalhar junto, mas também como indivíduos
  • O Pastor deve escolher uma passagem da Escritura
  • Ou mesmo todo o livro (se não for muito longo!)
  • Ou passagens consecutivas, para que as pessoas sintam que têm conseguido estudar uma porção substancial da Escritura
  • Em cada semana não dê à célula mais do que 12 versículos consecutivos da passagem escolhida

Método:

  • Siga muito cuidadosamente as diretrizes para não se desviar de volta à dependência do grupo ou de um professor, etc.
  • Tenha cuidado para não entrar no modo “aquele que sabe tudo”, mas deixe que o grupo fale sobre isso entre eles mesmos.
  • O papel do líder é facilitar o grupo de volta às verdades bíblicas se eles se desviarem, sem que eles sintam que “entenderam errado”.
  • Guarde todos os materiais – o grupo vai precisar deles na semana 8.

Tempo para Falar e Ouvir:

  • Incentive a espontaneidade – adultos pensam demais sobre as coisas, em vez de ter um fluxo de seus espíritos (crianças são bem melhores nisso – elas são nossos modelos!)
  • Use músicas instrumentais tranquilas (sem nenhuma palavra, já que podem dificultar o seu “ouvir a Deus”)
  • Compartilhe tantas respostas quanto possível: sempre perguntando se elas estão de acordo com a Bíblia e se outros no grupo acham que é o que Deus poderia dizer
  • Está tudo bem praticar o “ouvir a Deus” – é assim que aprendemos em qualquer esfera da vida

Aproveite esses materiais – e eu amaria receber um retorno de suas células quando elas terminarem!

Daphne

Spanish blog:

Mi creciente preocupación

Por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Sé que me estoy desviando del tema de este mes, pero quiero expresar una creciente preocupación.

Nos hemos vuelto tan dependientes de los líderes, maestros y recursos, que muchos creen que no son capaces de estudiar la Palabra, escuchar a Dios, orar por ellos mismos o ser profundamente impactado sin ellos. Ninguno de estos son "incorrectas", pero supongamos que nuestros miembros despierten una mañana y  "todo" lo que tienen  es una Biblia. Creo que es hora de capacitar a nuestros miembros celulares a estudiar la palabra y escuchar a Dios por sí mismos. Con esto en mente, he escrito y adjunto de 8 semanas de materiales (está sólo en Inglés), que les permitan a la célula y los individuos dentro de ella a hacer todo lo anterior dentro de un marco de responsabilidad y aliento.

Los adolescentes también disfrutaran de estos materiales.

Aquí hay algunas pautas prácticas para facultar a las personas y la célula en su conjunto:

Objetivos:

• Para el grupo averigüe lo que pueden entender y aplicar, no es lo que no entienden.

• Para que el grupo este facultada para leer, orar, escuchar a Dios y ministrar.

• Para que el grupo trabaje junto, y también como individuos.

• El pastor debe elegir un pasaje de la Escritura.

• De cualquier libro entero (que no sea demasiado largo)

• O pasajes consecutivos, para que las personas sienten que han logrado el estudio de una parte sustancial de la Escritura

• Cada semana dan a las células no más de 12 versículos consecutivos del pasaje elegido

Método:

• Siga las instrucciones con mucho cuidado para no desviarse de nuevo a la dependencia del grupo o de un profesor, etc.

• Tenga cuidado de no entrar en el modo "que sabe todo", pero deja que el grupo tenga una  conversación al respecto entre sí.

• El papel del líder es facilitar el grupo las verdades bíblicas si se apartan, sin ellas sentirán que "se equivocó"

• Mantenga todos los materiales – el grupo los necesitará en la semana 8

Tiempo de hablar y escuchar:

• Fomenta la espontaneidad – los adultos piensan las cosas demasiado, en lugar de tener un flujo de sus espíritus (los niños son mucho mejor en esto – Ellos son nuestros modelos a seguir)

• Utilice instrumentos de música suave (Sin palabras, ya que pueden entrar en conflicto con ellos al “escuchar a Dios”)

• Comparte tantas respuestas como te sea posible: siempre preguntando si está de acuerdo con la Biblia y si otros miembros del grupo creen que es lo que Dios podría decir.

• Es buena idea practicar el escuchar a Dios – esa es la manera de aprender en cualquier esfera de la vida.

Disfrute de estos materiales – y me encantaría recibir un poco de retroalimentación de sus células cuando hayan terminado

Daphne

Goals: Relation between Destiny, Transportation and Fuel

joel

By: Bishop Rafael V. Cru; General Bishop of Shekinah Churches

In cell churches, the importance of projecting growth goals every year is very important. Why is this important? Because it gives us a sense direction, where we are, and where we are heading. Paul, in one of his epistles, says: “I press on toward the goal to win the prize for which God has called me heavenward in Christ Jesus” (Philippians 3:14). Allow me to illustrate this by supposing you were going to take a trip to another country. You would need at least three things: the destiny, the transportation, and the fuel to get there.

The destiny: Goals help us to have a vision of where we are heading. It’s essential that the cells know their destination in this New Year. I think it’s important for the leaders to communicate those goals to their cells and always pray for those goals. The church can also use posters in their building as well as announcements to promote those goals throughout the year.

The transportation: In order to arrive safely at our destination, we must know what kind of transportation we will use to get there. In our Shekinah Church Santo Domingo (Dominican Republic), we view our transportation as our “School of Leaders” and our “Team of Supervisors.” Many churches project goals (destiny) without thinking about the necessary transportation to fulfill those goals. It is better to prepare good transportation that ensures a safe and even early arrival, rather than leaving in a hurry when the vehicle is not ready. The supervisors (coaches) play a critical role in cell multiplication through helping the leaders explore new opportunities and then coaching them through the process.

Gasoline (Fuel): It’s possible to clearly define the destination and the type of transportation that we will use, but if the vehicle doesn’t have enough fuel, we will not arrive at the destination. It’s possible to fail by only focusing on the destination and the transportation without considering the fuel. Many churches have good programs of training and planning, but lack the power of the Holy Spirit. We can forget that cell ministry is all about reaching lives and families who are bound in darkness. To reach them, we need to be filled with the Holy Spirit continuously (see Ephesians 5:18). Prayer and intercession are also vital keys to maintain a full tank. Please remember this as you go forth into New Year.

Remember: In order to fulfill your goals in 2015, you will need to consider destination, transportation and fuel.

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Rafael

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Portuguese blog:

Metas: Relação entre Destino, Transporte e Combustível

Por: Bispo Rafael V. Cru; Bispo Geral das Igrejas Shekinah

Nas igrejas em células, a importância de projetar metas de crescimento todos os anos é muito significativa. Por que isso é importante? Porque isso nos dá uma noção de direção, onde estamos e para onde estamos indo. Paulo, em uma de suas epístolas, diz: “Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:14). Permita-me ilustrar isso supondo que você fosse viajar para outro país. Você precisaria de pelo menos três coisas: o destino, o transporte, e o combustível para chegar lá.

O destino: Metas nos ajudam a ter uma visão de para onde estamos indo. É essencial que as células saibam seu destino nesse Ano Novo. Eu acho que é importante os líderes comunicarem essas metas para suas células e sempre orar pelas metas. A igreja também pode usar cartazes no edifício, bem como anúncios para promover essas metas ao longo do ano.

O transporte: Para chegarmos com segurança ao nosso destino, nós precisamos saber que tipo de transporte nós vamos usar para chegar lá. Na nossa Igreja Shekinah Santo Domingo (República Dominicana), nós vemos nosso transporte como nossa “Escola de Líderes” e nossa “Equipe de Supervisores”. Muitas igrejas criam metas (destino) sem pensar sobre o transporte necessário para cumprir essas metas. É melhor preparar um bom transporte que garanta uma chegada segura e até mesmo antecipada, do que partir com pressa quando o veículo não está pronto. Os supervisores (treinadores) desenvolvem um papel fundamental na multiplicação celular ao ajudar os líderes a explorar novas oportunidades, e depois treinando-os através do processo.

Gasolina (Combustivo): É possível definir claramente o destino e o tipo de transporte que nós vamos usar, mas se o veículo não tem combustível suficiente, não vamos chegar ao destino. É possível falhar por manter o foco apenas no destino e no transporte sem considerar o combustível. Muitas igrejas têm bons programas de treinamento e planejamento, mas não têm o poder do Espírito Santo. Nós não podemos esquecer que o ministério de células é sobre alcançar vidas e famílias que estão presos na escuridão. Para alcançá-los, precisamos ser cheios do Espírito Santo continuamente (veja Efésios 5:18). A oração e intercessão também são chaves vitais para manter um tanque cheio. Por favor, lembre-se disso à medida que você vai adiante no Ano Novo.

Lembre-se: Para cumprir suas metas em 2015 você vai precisar considerar o destino, o transporte e o combustível.

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Rafael

Spanish blog:

by Apostle Rafael Cruz Lora, www.concilioshekinah.org, Shekinah Church Santo Domingo, Dominican Republic

Metas: Relación entre Destino, Transportación y Gasolina

Por: Pastor Rafael Cruz Lora. Obispo general de Iglesias Shekinah.

En las iglesias celulares se destaca la importancia de proyectar metas de crecimiento cada año. Y es importante esto, ya que nos da un sentido de dirección, de donde estamos y hacia dónde vamos. Pablo en una de sus epístolas dice: “Prosigo a la meta, al premio del supremo llamamiento de Dios en Cristo Jesús.” (Filipenses 3:14). Quiero que por un momento haga un plan de un viaje que debe hacer a una ciudad de su país, y para este viaje deberá pensar en tres cosas, su destino, la transportación que usara y el combustible que necesitara.

El destino: las metas nos ayudan a tener una visión de que queremos alcanzar, y es importante que todas las células tengan claridad sobre su destino en este nuevo año. Una recomendación seria que los líderes comuniquen estas metas a sus células y oren siempre por esto. La iglesia en su edificio también puede poner carteles o anuncios sobre la meta del año.

La transportación: Esto es clave y en lo relacionado a la visión celular tenemos que saber donde esta nuestra transportación para llegar a ese destino o meta. En nuestra iglesia Shekinah de Santo Domingo hemos entendido que la transportación mas segura esta en nuestra “Escuela de Líderes” o “Senda de Entrenamiento” y en nuestro “Equipo de Supervisores”. Muchas iglesias proyectan metas (destino) sin tomar en cuenta la transportación que tienen disponible para ir. Es mejor preparar buen transporte para que se pueda llegar con certeza al destino, y no salir rápido con vehículos que no están listos.

Llegaremos a nuestro destino a través de un buen sistema de transportación. Los supervisores pueden ayudar en la visión de multiplicación de células, al considerar nuevas oportunidades y evaluar el desempeño de ciertos líderes o asistentes.

Gasolina: Podemos tener bien definido el destino y el tipo de transportación que usaremos, sin embargo si el vehículo a utilizar no tiene combustible necesario no será efectivo ni podrá llegar al destino proyectado.

Podemos caer en el error de solo pensar en el destino y la transportación y descuidar el combustible. Muchas iglesias tenemos buenos programas de entrenamiento y buena planificación. Pero nos hace falta el poder del Espíritu Santo. Se nos olvida que el trabajo celular es alcanzar vidas y familias que están en tinieblas y en ataduras, por tanto es necesario ser llenos del Espíritu Santo continuamente (ver Efesios 5:18). La oración e intercesión es clave para mantener el tanque lleno y que podamos correr en la visión para este nuevo año.

Recuerde esto: Para cumplir las metas de este 2015 piense y relacione destino, transportación y combustible.

Setting Goals That Lead to a Changed Heart

jim

by Jim Wall, www.acts2network.org

The goal setting process has always created genuine conflict for me.

Don’t misunderstand me, I am a goal setter. Some might even say I set audacious, even unreachable goals. I have no doubt that has a lot to do with the cell growth and church planting success I’ve had the privilege to see over the many years I’ve been leading cell-based ministries. So where’s the conflict? Here it is, “How do you set a goal that leads to a changed heart?”

Sure we want more cells. We pray for more apprentices, interns, group worship leaders, administrators and, of course, more group leaders. But at the end of the day it is irrelevant how many cell groups we have if life-change is not happening in our cell groups! God is not in the success business (at least not as the world counts success). God is in the gold refining business!

So somewhere in setting goals for a percentage of growth in each category each year. We have to set goals that measure bringing one heart to relationship with Jesus. We must set a goal designed to help one person challenge their current level of faith and go to the next level. Somewhere in the mix we desperately need to set goals that lead to one more person understanding that the true journey to success isn’t about personal success at all! It is about becoming more like Christ who was, and is, a servant-leader!

The only way that happens is if we set goals and we create supporting structures based on life-giving relationships. I learned that lesson when I first came to Christ, 44 years ago. A man named James Hester invited me to his “cottage prayer meeting” (a Southern USA expression that means cell group). He introduced me to a group of men who met in a workshop on Friday nights. More importantly, he took an interest in me. He prayed for and with me. He challenged me. He encouraged me. He introduced me to leaders who spoke into my life. James was my first coach. He has long gone on to his eternal reward. I will always be grateful for his investment in my life.

By all means set goals. Set numerical goals—every number has a name and every name has an eternity! In the process, set goals for life-change. Make sure you build a supporting structure that includes coaches who are focused on ensuring that life-change is happening!

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Jim

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Como Você Estabelece Metas Que Conduzem a um Coração Mudado?

por Jim Wall, www.acts2network.org

O processo de estabelecer metas sempre criou um conflito genuíno para mim.

Não me entenda mal, eu sou um estabelecedor de metas. Alguns podem até dizer que eu defino metas audaciosas, até mesmo inalcançáveis. Eu não tenho dúvida alguma de que isso tem muito a ver com o crescimento celular e o sucesso na plantação de igrejas que eu tive o privilégio de ver ao longo dos muitos anos em que tenho liderado ministérios baseados em células. Então, onde está o conflito? Aqui está: “Como você define uma meta que leva a um coração mudado?”

Claro que queremos mais células. Oramos por mais aprendizes, estagiários, líderes de grupo de louvor, administradores e, claro, mais líderes de grupo. Mas no final do dia é irrelevante quantas células nós temos se a mudança de vida não está acontecendo em nossos grupos celulares! Deus não está no negócio do sucesso (pelo menos não como o mudo conta o sucesso). Deus está no negócio de refino de ouro!

Então, em algum lugar no estabelecimento de metas para uma percentagem de crescimento em cada categoria de cada ano. Temos que definir metas que meçam sempre que trazemos um coração para um relacionamento com Jesus. Temos que definir uma meta projetada para ajudar uma pessoa a desafiar seu nível atual de fé e ir para o próximo nível. Em algum lugar nesse “mix” nós precisamos desesperadamente definir metas que levam mais uma pessoa a entender que o verdadeiro caminho para o sucesso não tem nada a ver com sucesso pessoal! Trata-se de tornar-se mais como Cristo, que era e é um servo-líder!

A única maneira disso acontecer é se nós estabelecermos metas e criarmos estruturas de suporte com base em relacionamentos que dão vida. Aprendi essa lição quando vim pela primeira vez a Cristo, há 44 anos. Um homem chamado James Hester me convidou para sua “reunião de oração em casa” (uma expressão sulista dos EUA que significa grupo celular). Ele me apresentou a um grupo de homens que se reuniam em uma oficina nas noites de sexta-feira. O mais importante, ele se interessou por mim. Ele orou por mim e comigo. Ele me desafiou. Ele me incentivou. Ele me apresentou a líderes que falaram na minha vida. James foi o meu primeiro treinador. Há muito tempo ele se foi para a sua recompensa eterna. Sempre serei grato por seu investimento em minha vida.

Por todos os meios, definir metas. Estabeleça metas numéricas—cada número tem um nome e cada nome tem uma eternidade! No processo, estabeleça metas para a mudança de vidas. Certifique-se de construir uma estrutura de apoio que inclui treinadores que estão focados em garantir que a mudança de vida esteja acontecendo!

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Jim

Spanish blog:

Cómo establecer objetivos que conduzcan a un cambio de corazón?

Por Jim Wall, www.acts2network.org

El proceso de ajuste de metas siempre ha creado un gran conflicto para mí.

No me malinterpreten, me gusta establecer metas. Algunos incluso podrían decir que soy audaz, incluso que pongo metas inalcanzables. No tengo ninguna duda de que tiene mucho que ver con el éxito del crecimiento celular y la plantación de iglesias que he tenido el privilegio de ver a través de los muchos años en el cual he estado al frente de los ministerios basados en células. ¿Y dónde está el conflicto? Aquí está, “¿Cómo establecer objetivos que conduzcan a un cambio de corazón?”

Claro que queremos más células. Oramos por más aprendices, pasantes, líderes de adoración de grupo, administradores y, por supuesto, más líderes de grupo. Pero al final del día es irrelevante el número de grupos de células que tenemos, si cambio de vida no está sucediendo en nuestros grupos celulares. Dios no está en el negocio del éxito (al menos no como el mundo cuenta el éxito). Dios está en el negocio de refinación de oro.

Así que en algún lugar en la fijación de metas para un porcentaje de crecimiento en cada categoría de cada año. Tenemos que establecer metas que se miden trayendo un corazón a una relación con Jesús. Hay que establecer un objetivo diseñado para ayudar a una persona impugnar su nivel actual de fe e ir al siguiente nivel. En algún lugar de la mezcla necesitamos desesperadamente establecer metas que lleven a una persona a entender el verdadero camino hacia el éxito no es sobre el éxito personal en absoluto. Se trata de ser más como era Cristo, como es, como un siervo-líder.

La única manera de hacer esto posible es si fijamos metas y creamos estructuras de soporte basado en relaciones que dan vida. Aprendí esa lección cuando llegué por primera vez a Cristo, hace 44 años. Un hombre llamado James Hester me invitó a su “reunión de oración en casa” (una expresión Sureña en Estados Unidos que significa grupo celular). Me presentó a un grupo de hombres que se reunieron en un taller todos los viernes por la noche. Más importante aún, se interesó en mí. Oró por y conmigo. Él me retó. Él me animó. Me presentó a los líderes que hablaron en mi vida. James fue mi primer entrenador. Él ya se fue a recibir su premio eterno. Siempre estaré agradecido por su inversión en mi vida.

Por todos los medios establece metas. Establezca metas numéricas-cada número tiene un nombre y cada nombre tiene una eternidad. En el proceso, establece metas para un cambio de vida. Asegúrate de que usted construya una estructura de soporte que incluye entrenadores que se concentran en asegurar que el cambio de vida que está sucediendo.

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Jim

Equipping and Coaching in Goal Setting

joel

by Joel Comiskey

“Cell church is very simple,” I often tell pastors. “It involves four things: 1. Cell 2. Celebration 3. Equipping 4. Coaching.” The simplicity, however, is also profound. Cell church does involve cell, celebration, equipping, and coaching. Many overlook or under-emphasize equipping and coaching.

Cell church ministry is like an army that has a goal of conquering another region. An army might have a chance to succeed at conquest if it has a strong supply line that can provide for the army over the long haul. Think of coaching and equipping as the supply lines. Perhaps you have the goal of planting new cells in your city. You want to extend God’s rule over your city and the biblical way to do it is through new cell groups. Remember that you can only effectively invade Satan’s territory and fulfill your goal if the new cells are equipped and properly coached.

Cell leaders, like soldiers, need training. Boot camp prepares soldiers to feel confident in battle. Chuch-wide equipping has the same purpose: to give confidence and knowledge to disciple-makers as they invade the enemy’s territory. It’s relatively easy to start groups for seven weeks and “hope” they will continue. Most do not. The same is true with leaderless groups who simply put a DVD in the recorder. They rarely have a long-term impact. Cell churches have a different way to conquer Satan’s territory. They equip future disciple-makers who are prepared to stay in the battle.

Yet, even equipped cell leaders won’t stay for long unless they are nourished with spiritual supplies. This is where effective coaching comes in. The coach comes alongside the leader to serve, ask questions, listen, encourage, and strategize for future conquests.

As you set goals to penetrate new areas of Satan’s domain with multiplying cell groups, are you also strengthening your equipping and coaching? Do you have an equipping path? Are you coaching your leaders?

Here are some resources that might help:

Joel

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Equipando e Treinando no Estabelecimento de Metas

por Joel Comiskey

“A igreja em células é muito simples”, eu digo frequentemente aos pastores. “Ela envolve quatro coisas: 1. Célula 2. Culto de Celebração 3. Equipar 4. Treinar”. A simplicidade, no entanto, também é profunda. A igreja celular envolve células, culto de celebração, equipamento e treinamento. Muitos negligenciam ou enfatizam pouco o equipamento e treinamento.

O ministério da igreja em células é como um exército que tem a meta de conquistar outra região. Um exército pode ter a chance de ser bem sucedido na conquista se tem uma linha de suprimentos forte que pode fornecer para o exército a longo prazo. Pense no treinamento e equipamento como as linhas de suprimentos. Talvez você tenha uma meta para plantar novas células na sua cidade. Você deseja estender o domínio de Deus sobre a sua cidade e a maneira bíblica de fazer isso é plantar novas células. Lembre-se que você só pode invadir efetivamente o território de Satanás e cumprir seu objetivo se as novas células estão equipadas e devidamente treinadas.

Líderes de células, assim como soldados, precisam de treinamento. O campo de treinamento prepara os soldados para se sentirem confiantes em batalha. O equipamento de toda a igreja tem a mesma finalidade: dar confiança e conhecimento para os discipuladores à medida que eles invadem o território inimigo. É relativamente fácil começar grupos durante sete semanas e “esperar” que eles continuem. A maioria não continua. O mesmo acontece com os grupos sem líderes que simplesmente colocam um DVD para assistir. Eles raramente têm um impacto a longo prazo. As igrejas em células têm uma maneira diferente para conquistar o território de Satanás. Elas equipam futuros discipuladores que estão dispostos a permanecer na batalha.

No entanto, mesmo líderes de célula equipados não vão permanecer por muito tempo, a menos que sejam alimentados com suprimentos espirituais. É aqui que o equipamento eficaz entra. O treinador fica ao lado do líder para servir, fazer perguntas, ouvir, encorajar, e criar estratégias para futuras conquistas.

Enquanto você estabelece metas para penetrar novas áreas do domínio de Satanás com a multiplicação de novas células, você também está fortalecendo os processos de equipar e treinar? Você tem um trilho de equipamento? Você está treinando seus líderes?

Joel

Spanish blog:

Equipando y entrenando las metas propuestas

Por Joel Comiskey

“La Iglesia celular es muy simple,” Muy a menudo le digo a los pastores. “Se trata de cuatro cosas: 1. Células, 2. Celebración, 3. Equipamiento, 4. Entrenamiento.” La simplicidad, sin embargo, también es profunda. La Iglesia celular involucra la célula, la celebración, el equipamiento y el entrenamiento. Muchos pasan por alto o bajo el hacer hincapié en el equipamiento y el entrenamiento.

El Ministerio de la iglesia celular es como un ejército que tiene la meta de conquistar otra región. Un ejército podría tener la oportunidad de tener éxito en la conquista si tiene una fuerte línea de suministro que puede proporcionar para el ejército a largo plazo. Piensa que el entrenamiento y equipamiento son las líneas de suministro. Tal vez usted tiene una meta de plantar nuevas células en la ciudad. Tú deseas prolongar el gobierno de Dios sobre tu ciudad y la manera bíblica de hacerlo es plantar nuevas células. Recuerda que puedes invadir el territorio de Satanás y cumplir tu objetivo si las nuevas células son equipadas y entrenadas adecuadamente.

Los líderes celulares, como los soldados necesitan entrenamiento. El entrenamiento prepara a los soldados para sentirse seguros en la batalla. El equipamiento de toda la iglesia tiene el mismo propósito: dar confianza y conocimiento para los hacedores de discípulos, al invadir el territorio del enemigo. Es relativamente fácil empezar grupos durante siete semanas y “esperanzarse” a que continuarán. La mayoría no continúan. Lo mismo ocurre con los grupos sin líderes que simplemente ponen un DVD en la grabadora. Estos rara vez tienen un impacto a largo plazo. Las iglesias celulares tienen una manera diferente de conquistar el territorio de Satanás. Estos equipan futuros hacedores de discípulos que están dispuestos a permanecer en la batalla.

Por otro lado incluso, los líderes celulares equipados no permanecerán por mucho tiempo, a menos que se nutran con fuentes espirituales. Aquí es donde entra en efecto el entrenamiento. El entrenador se pone al lado del líder para servir, hacer preguntas, escuchar, animar, y elaborar estrategias para futuras conquistas.

Al establecer metas para penetrar nuevas esferas de dominio de Satanás con la multiplicación de los grupos celulares, ¿Estas también fortalecimiento el equipamiento y el entrenamiento? ¿Tienes una trayectoria de equipamiento? ¿Estás entrenando a tus líderes?

Aquí hay algunos recursos que pueden ayudar:

Cómo Ser un Excelente Asesor de Grupos Celulares

Entrene: Capacite a otros para conducir eficazmente a un grupo pequeño

Explosión de Liderazgo: Cómo preparar líderes para multiplicar los grupos celulares

Cinco libros de capacitación

Joel

Goals As Evaluation Tools

mario

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Goals have a double purpose: 1. They indicate the objective to be achieved in a specific time. 2. They serve as an instrument for measuring the progress achieved once that time has ran out. The key factor is the time established to achieve the goal. Once that time passes, the established goal works as a parameter to review the work that has been done.

If the goals were established in a reasonable way and based on the cell model’s principles, they become the standard against which the results should be evaluated. Sometimes there may be external factors to the model that can accelerate, stop or prevent the achievement of goals. But normally, the growth is determined by the cell model’s own dynamics that is based on the implementation of its values and principles.

So the goals, rather than growth, are actually measuring the strengths or weaknesses of a cell or a cell system. When the goals are reached, it becomes quite easy to identify the cell cycle factors that enabled that growth. When the goals are not reached, it is not too difficult to find weaknesses in the system.

Each time a goal period closes, automatically a new one is opening. That is the exact moment to evaluate what was done and set the objectives for the new period. Those objectives, or new goals, focus on overcoming the weaknesses of the past period and ensure the strengths of what was done right. All that exercise could not be made as objectively without the instrument of making goals.

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Mario

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Metas como Ferramentas de Avaliação

por Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Metas têm um propósito duplo: 1. Elas indicam o objetivo a ser alcançado em um tempo específico. 2. Elas servem como um instrumento para medir o progresso alcançado quando o tempo para alcançar o objetivo se esgotou. O fator chave é o tempo estabelecido para alcançar a meta. Uma vez que o tempo passa, a meta estabelecida funciona como um parâmetro para rever o trabalho que foi realizado.

Se as metas foram estabelecidas de uma forma razoável e com base nos princípios do modelo celular, elas se tornam o padrão pelo qual os resultados devem ser avaliados. Às vezes pode haver fatores externos ao modelo que podem acelerar, parar ou impedir a realização de metas. Mas, normalmente, o crescimento é determinado pela própria dinâmica do modelo celular que é baseada na implementação de seus valores e princípios.

Então as metas (em vez do crescimento) estão na verdade medindo os pontos fortes e fracos de uma célula ou de um sistema celular. Quando os objetivos são alcançados, torna-se bastante fácil identificar os fatores do ciclo celular que permitiram esse crescimento. Quando as metas não são atingidas, não é muito difícil encontrar pontos fracos do sistema.

Cada vez que um período de meta termina, automaticamente um novo se inicia. Esse é o momento exato para avaliar o que foi feito e estabelecer os objetivos para o novo período. Esses objetivos, ou novas metas, devem ter como foco superar as fraquezas do período anterior e reforçar os pontos fortes do que foi feito corretamente. Todo esse exercício não poderia ser feito de forma tão objetiva sem o instrumento de fazer metas.

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Mario

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Las metas como instrumentos de evaluación

por Mario Vega

Las metas tienen un doble propósito: indicar el objetivo que se desea alcanzar en un tiempo específico y servir de instrumento de medición del avance obtenido una vez ese tiempo se agotó. El factor clave es el tiempo que se establezca para alcanzar la meta. Una vez ese tiempo transcurre, la meta establecida sirve de parámetro para revisar el trabajo hecho.

Si las metas fueron establecidas de manera razonable y basadas en los principios del modelo celular, se convierten en el patrón contra el cual deben ser evaluados los resultados. A veces pueden existir factores externos al modelo que pueden acelerar, detener o impedir el alcance de las metas. Pero, normalmente, el crecimiento está determinado por la dinámica propia del modelo celular que se basa en la puesta en práctica de sus valores y principios.

De manera que las metas, más que crecimiento, en realidad están midiendo las fortalezas o debilidades que determinado trabajo celular posee. En el caso que las metas se alcancen, resulta bastante fácil identificar los factores del ciclo celular que permitieron ese crecimiento. En el caso que las metas no se alcancen también no es muy difícil encontrar las debilidades en el sistema.

Cada vez que se cierra un período de trabajo celular, automáticamente, se está abriendo uno nuevo. Ese es el momento exacto para evaluar lo que se hizo y establecer los objetivos para el nuevo período. Esos objetivos, o nuevas metas, se enfocan en superar las flaquezas del pasado período y asegurar las fortalezas de lo que se hizo bien. Todo ese ejercicio no pudiera hacerse tan objetivamente sin la herramienta de las metas.