The Early Mistake of not Sharing Ministry

michael

By Michael Sove

When I first began cell ministry, I made the mistake of doing everything myself or only sharing assignments with my official apprentice(s). We got things done, the gathering flowed but something was missing.

What we were missing was the beauty of body life and releasing the giftedness of each person in the cell. I have come a long way since then, in inviting all to share in the ministry. Now I try to take each aspect of our time together and invite different cell members to facilitate these various aspects of the gathering.

We ask our groups to use the 5 W’s (Welcome, Worship, Witness, Word and Works or Ministry to one another) as a basic structure for the evening. They have freedom to carry out those components as they see fit in their group. Other ways to involve the people may include bringing refreshments, reading Scripture, mission moment where we pray for the local or global initiative we are focused on as a group.

One of the best ways for soliciting their help is to pass a clipboard with the next four to six weeks listed with all the opportunities to be involved. There are times when I am just a participant as everyone else facilitates that week.

As people volunteer to take a part, especially the first few times, I take time to explain what we are trying to do in that aspect of the gathering and give them helpful suggestions. After they serve, I take time to communicate with them and to debrief the experience. I make sure to give them much encouragement and solicit their comments on how they felt about the experience.

As Life Group Pastor in our church I write weekly edification sheets, which include ideas for all these aspects of our evening together. People constantly tell me how helpful those ideas are for getting more people involved in the gathering. What do you do to involve more people in your weekly gatherings and to share the ministry?

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Portuguese blog:

O Erro Inicial de não Compartilhar o Ministério 

Por Michael Sove

Quando eu comecei o ministério de células, eu cometi o erro de fazer tudo sozinho ou apenas compartilhar tarefas com meus aprendizes oficiais. Nós fazíamos as coisas, a reunião fluía, mas faltava alguma coisa.

O que nos faltava era a beleza da vida do corpo e a liberação dos dons de cada pessoa na célula. Eu já percorri um longo caminho desde então, convidando todos a participar no ministério. Agora eu tento pegar cada aspecto do nosso tempo juntos e convidar diferentes membros da célula para facilitar esses vários aspectos da reunião celular.

Nós pedimos aos nossos grupos para usarem os “5 W’s“ (Em inglês: “Welcome” – Boas-Vindas, “Worship – Adoração, “Witness” – Testemunhos, “Word” – Palavra e “Works or Ministry to one another” – Obras ou Ministério uns para os outros) como uma estrutura básica para a noite. Eles têm liberdade para realizar esses componentes como entenderem em seu grupo. Outras formas de envolver as pessoas podem incluir trazer bebidas, leitura da Bíblia, e “momento missão” onde oramos pela iniciativa local ou global em que estamos focados como um grupo.

Uma das melhores maneiras para solicitar a ajuda deles é passar uma prancheta com as próximas quatro a seis semanas com todas as oportunidades de se envolver em uma lista. Há vezes em que eu sou apenas um participante enquanto todas as pessoas facilitam a semana.

À medida que as pessoas se oferecem para fazer parte, especialmente nas primeiras vezes, eu tiro um tempo para explicar o que estamos tentando fazer nesse aspecto do encontro e dar-lhes sugestões. Depois que elas servem, eu separo um tempo para conversar com elas e recolher informações sobre a experiência. Eu me certifico de dar-lhes muito incentivo e solicitar os seus comentários sobre como se sentiram sobre a experiência. 

Como um Pastor de Grupo Vida em nossa igreja, eu escrevo folhetos de edificação semanais, que incluem ideias para todos esses aspectos da nossa noite juntos. As pessoas constantemente me dizem o quão útil essas ideias são para conseguir que mais pessoas se envolvam na célula. O que você faz para envolver mais pessoas em seus encontros semanais e para compartilhar o ministério? 

Spanish blog:

Mi primer error de no compartir el ministerio

Por Michael Sove
 
Cuando comencé el ministerio celular, cometí el error de hacer todo por mí mismo o sólo compartir las tareas con mi aprendiz o aprendices oficiales. Las cosas se hacían, la reunión fluía pero algo faltaba.
Lo que nos hacía falta era la belleza de la vida dentro del cuerpo y liberar el talento de cada persona en la célula. He recorrido un largo camino desde entonces al invitar a todos a participar en el ministerio. Ahora trato de tomar cada aspecto de nuestro tiempo juntos, e invitar a diferentes miembros de la célula a facilitar estos diversos aspectos de la reunión.
Les pedimos a nuestros grupos utilizar las 5 de W’s (Welcome, Worship, Witness, Word and Works or Ministry to one another) (dar la bienvenida, adorar, testificar, palabra y obra o ministrarse los unos a los otros) como una estructura básica para la noche. Tienen la libertad para llevar a cabo dichos componentes como mejor les parezca en su grupo. Otra forma de involucrar a las personas puede incluir invitarlos a traer refrescos, a leer las Escrituras, a participar en el momento misionero donde oramos por la iniciativa local o global en la que estamos enfocados como grupo.

Una de las mejores maneras para solicitar su ayuda es pasando una tabla con las próximas cuatro a seis semanas en donde se enlistan todas las oportunidades para involucrarse. Hay ocasiones en que yo soy sólo un participante mientras todos los demás son facilitadores esa semana.
  
Mientras todas las personas participan voluntariamente, sobre todo las primeras veces, me tomo tiempo para explicar lo que estamos tratando de hacer en ese aspecto de la reunión y les doy sugerencias útiles. Después que han servido, me tomo el tiempo para comunicarme con ellos y para preguntarles sobre la experiencia. Me aseguro de darles mucho ánimo y  de solicitarles sus comentarios acerca de cómo se sintieron con la experiencia.
   
Como Pastor de un Grupo de Vida en nuestra iglesia, escribo material de edificación semanal, que incluyen ideas para todos estos aspectos de nuestra noche juntos. Las personas constantemente me dicen cómo les son de utilidad estas ideas para lograr que más personas se involucren en la reunión. ¿Qué haces para involucrar a más personas en tus reuniones semanales y para compartir el ministerio?

Two Extremes to Avoid

michael

By Michael Sove

I began in cell ministry in 1995 and as I thought of the lessons I learned and the mistakes I made, I immediately thought of two extremes I took with cell leaders as far as training and coaching is concerned. On one side I found myself requiring too much and on the other side requiring too little. Both of these extremes didn’t yield what I was hoping for, more leaders and more groups for making disciples.

When it came to training, I offered classroom training and if you were going to lead you would have to take the classroom training. At one point this training consisted of three twelve-week sessions and then they would have to serve as an apprentice for at least one twelve-week cycle after completing training. This was too much and many of the people missed many of the sessions or were unwilling to spend that much time in training. This process took almost a year before a person could lead.

Since then, I determined the best training was on-the-job training. I now, along with that, offer online training consisting of eight sessions broken down into short segments with practical assignments to be lived out in cell for each lesson. Now a person can watch the training anytime, at their own pace while participating in a weekly cell gathering. I believe a person could launch a cell after one or two cycles with this online and on-the-job training.

When it came to coaching we used to require the leader to meet with their coach in a weekly huddle and then a quarterly rally. They would also turn in a weekly written report. Now we communicate weekly by phone, monthly face to face and then bring all the leaders together three times a year for a time of vision, including an appreciation banquet in the fall. To me the most important thing I do is pray daily for the leader and make that weekly phone call to touch base with them and see how I can pray for them.

Now all our leaders fill out weekly attendance online, which also has a place for any notes they would like to include. I am happy to receive the number and names of those who attended their gathering that week. What do you do to avoid either extreme of expecting too much or too little from your leaders?

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Portuguese blog:

Dois Extremos a Evitar

Por Michael Sove

Eu iniciei no ministério celular em 1995 e, conforme eu pensava sobre as lições que eu aprendi e sobre os erros que cometi, eu imediatamente pensei em dois extremos que tomei com os líderes de célula, quando levamos em conta a capacitação e o treinamento. Por um lado, encontrei-me exigindo demais e, por outro lado, exigindo muito pouco. Ambos os extremos não produziram o que eu estava esperando- mais líderes e mais grupos para fazer discípulos.

Quando se tratava sobre capacitação, eu oferecia treinamento em sala de aula e, se você fosse liderar, teria que passar por ele. Em um ponto esse treinamento consistiu em três sessões de doze semanas e, em seguida, eles teriam que servir como um aprendiz por pelo menos um ciclo de doze semanas após completar o treinamento. Isso era demais, e muitas pessoas perderam sessões ou não estavam dispostas a gastar tanto tempo em treinamento. Esse processo levava quase um ano antes que uma pessoa pudesse liderar.

Desde então, eu determinei que a melhor capacitação era a na prática. Agora, junto a isso, eu ofereço treinamento online, consistindo em oito sessões divididas em curtos segmentos com tarefas práticas a serem vividas na célula para casa lição. Agora, uma pessoa pode assistir ao treinamento a qualquer hora, em seu próprio ritmo, enquanto participa de uma reunião de célula semanal. Eu acredito que uma pessoa poderia abrir uma célula após um ou dois ciclos com esse treinamento online e prático.

Quando se tratava sobre treinamento, costumávamos a exigir que o líder se encontrasse com seu treinador semanalmente e, depois, trimestralmente. Eles também teriam que entregar um relatório escrito semanal. Agora, nos comunicamos semanalmente por telefone, mensalmente face a face, e então reunimos todos os líderes três vezes ao ano para um tempo de visão, incluindo um banquete ao final. Para mim, a coisa mais importante que eu faço é orar diariamente pelo líder e fazer aquela ligação semanal para entrar em contato e ver como eu posso orar por eles.

Hoje, todos os nossos líderes preenchem uma frequência online, que também tem espaço para quaisquer notas que eles queiram incluir. Eu fico feliz em receber o número e os nomes daqueles que participaram de suas reuniões daquela semana. O que você faz para evitar tanto o extremo de esperar demais, ou o de esperar muito pouco de seus líderes?

Spanish blog;

Dos extremos que se deben evitar
Por Michael Sove

Empecé en el ministerio celular en 1995, y al pensar en las lecciones que aprendí y en los errores que cometí, inmediatamente pensé en dos extremos en los que me encontré con líderes de células, relacionado con la formación y el entrenamiento. Por un lado me encontraba requiriéndoles demasiado y por el otro muy poco. Ambos extremos no surtían lo que yo esperaba, más líderes y más grupos para hacer discípulos.

Cuando se trataba de entrenamiento o capacitación, yo les ofrecía entrenamiento en el aula y si iban a dirigir tenían que tomar el entrenamiento de aula. En un momento dado este entrenamiento consistió en tres sesiones de doce semanas y debían servir como aprendices durante al menos un ciclo de doce semanas después de completar el entrenamiento. Esto era demasiado, y muchas de las personas perdieron muchas sesiones o no estaban dispuestas a pasar  tanto tiempo en el entrenamiento. Este proceso tomaba casi un año antes de que una persona pudiera dirigir.

Desde entonces, me di cuenta que el mejor entrenamiento era el entrenamiento en el puesto de trabajo. Ahora, junto con eso, ofrezco capacitación en línea que consta de ocho sesiones divididas en segmentos cortos con trabajos prácticos para cada lección, para ser vividos en la célula. Ahora una persona puede ver el entrenamiento en cualquier momento, a su propio ritmo mientras participa en una reunión semanal de la célula. Creo que una persona podría lanzar una célula después de uno o dos ciclos con esta capacitación en línea y en el –lugar- de- trabajo (la célula).

Cuando se trataba de la supervisión solíamos requerir que el líder se reuniera con su supervisor durante la semana y luego en una reunión trimestral. También debían entregar un informe escrito semanal. Ahora nos comunicamos por teléfono semanalmente, mensualmente cara a cara y luego reunimos a todos los líderes tres veces al año para tener un tiempo de visión, incluyendo un banquete de agradecimiento en el otoño. Para mí lo más importante que hago es orar diariamente por el líder y hacer esa llamada telefónica semanal para tocar base con ellos y ver cómo puedo orar por ellos.

Ahora todos nuestros líderes llenan su asistencia semanal en línea, la cual también tiene un lugar para cualquier nota que les guste incluir. Me encanta recibir el número y nombres de los que asistieron a su reunión esa semana. ¿Qué haces para evitar cualquiera de los extremos, de esperar demasiado o muy poco de tus líderes?

Failures: Ministry and Personal

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By Bill Mellinger

We are a church in transition, still working to become a relational church that is sold out for Jesus. The failures that concern me most are the ones that I have not recognized. In the beginning of this transition, I wanted to move much faster. Thankfully, wise counsel slowed me down. I prefer to champion other leaders. Thankfully, wise counsel said I had to be the main flag bearer. I am a “burster,” meaning I get excited and can quickly lose interest. Thankfully, wise counsel reminded me to stay focused. We are still in transition. Thankfully, we are still receiving and listening to wise counsel.

The good news is that we have grown several groups with new ones forming to meet the needs of men and the addicted. But there is the prototype leader’s group that has never moved into multiple groups. Many have gone through a spiritual encounter, but I am still trying to get a handle on the training track (discipleship equiping). Individuals have grown closer to Christ, and new people are coming to Christ, but we have so much more to do to really disciple people. Looking back, God has done some wonderful things in the lives of people in our groups, but we are still learning to truly love one another.

Romans 3:23 says “All have sinned and fall short of the glory of God.” I have failed Jesus when I have given into various forms of temptation. I have failed Jesus when I did not take action or as busy as I was, did not do the most important thing. I have failed Jesus when I did not take time to listen and pray and obey.

I wonder what failures I have not recognized? Some of my failures and sins have helped me to be more sensitive and caring in ministry. But there have been blind spots that I have ignored. I pray that God shows me where I am missing the mark, so that I may repent, confess and receive his forgiveness and cleansing. I may fail, but God will even use my failures for His glory. For this I praise God!

Bill

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Portuguese blog:

Ainda estou à espera na tradução da minha tranlastor Português. Desculpe. Espero postar a tradução no site do blog em breve. Agora vou usar o Google Translate:

Falhas: Ministério e pessoal

Por Bill Mellinger

Somos uma igreja em transição, ainda está trabalhando para se tornar uma igreja relacional que é vendido para fora para Jesus. As falhas que me preocupam mais são os que eu não reconhecidas. No início desta transição, eu queria mudar muito mais rápido. Felizmente, um conselho sábio me abrandou. Eu prefiro campeão outros líderes. Felizmente, sábio conselho disse que eu tinha de ser o principal porta-bandeira. Eu sou uma “carga de dispersão”, ou seja, eu fico animado e pode rapidamente perder o interesse. Felizmente, um conselho sábio me fez lembrar de manter o foco. Ainda estamos em fase de transição. Felizmente, ainda estamos recebendo e ouvir conselhos sábios.

A boa notícia é que temos crescido vários grupos com os novos que fazem para satisfazer as necessidades dos homens e do viciado. Mas não é o grupo do líder protótipo que nunca se mudou para vários grupos. Muitos passaram por um encontro espiritual, mas eu ainda estou tentando obter uma alça sobre a pista de treinamento (discipulado equiping). Os indivíduos têm crescido mais perto de Cristo, e novas pessoas estão vindo para Cristo, mas temos muito mais a fazer para que as pessoas realmente discípulo. Olhando para trás, Deus tem feito coisas maravilhosas na vida das pessoas em nossos grupos, mas ainda estamos aprendendo a amar verdadeiramente um ao outro.

Romanos 3:23 diz: “Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Eu falhei Jesus quando eu entreguei nas várias formas de tentação. Eu falhei Jesus quando eu não tomar medidas ou tão ocupado como eu era, não fez a coisa mais importante. Eu falhei Jesus quando eu não ter tempo para ouvir e orar e obedecer.

Eu me pergunto o que falhas eu não ter reconhecido? Alguns dos meus fracassos e pecados têm me ajudado a ser mais sensível e carinhoso no ministério. Mas tem havido pontos cegos que eu tenho ignorado. Eu oro para que Deus me mostra onde estou errando o alvo, para que eu possa arrepender-se, confessar e receber o perdão e purificação. I pode falhar, mas Deus vai mesmo usar minhas falhas para a Sua glória. Por isso eu louvo a Deus!

Projeto de lei

Spanish blog:

Fracasos: Ministerio y Personal

Por Bill Mellinger

Somos una iglesia en transición, todavía trabajando por convertirse en una iglesia relacional que se llena gracias a Jesús. Los fracasos que más me preocupan son los que aún no he reconocido. Al principio de esta transición, quería moverme mucho más rápido. Afortunadamente, el consejo sabio me detuvo. Prefiero que otros líderes sean los campeones. Afortunadamente, el consejo sabio me dijo que tenía que ser el principal portador de la bandera. Soy como un “estallido”, es decir me emociono y puedo perder rápidamente el interés. Afortunadamente, el consejo sabio me recordó que debía mantenerme enfocado. Todavía estamos en transición. Afortunadamente, todavía estamos recibiendo y escuchando sabios consejos.

La buena noticia es que hemos desarrollado varios grupos, y hay otros nuevos en formación, para satisfacer las necesidades de los hombres y de los adictos. Pero está el grupo de líderes prototipo que nunca se ha movido hacia la multiplicación de grupos. Muchos han pasado por un encuentro espiritual, pero todavía estoy tratando de conseguir una pista de entrenamiento (equipamiento de discipulado). Los individuos se han acercado a Cristo, y nuevas personas están viniendo a Cristo, pero tenemos mucho más que hacer para verdaderamente discipular a las personas. Al mirar hacia atrás, vemos que Dios ha hecho cosas maravillosas en la vida de las personas en nuestros grupos, pero todavía estamos aprendiendo a verdaderamente amarnos los unos a los otros.

Romanos 3:23 dice: “Por cuanto todos pecaron, y están destituidos de la gloria de Dios”. Le he fallado Jesús cuando me he entregado a diversas formas de tentación. He fallado a Jesús cuando no he tomado acciones, o al estar tan ocupado no he hecho lo más importante. He fallado a Jesús cuando no me he tomado el tiempo para escuchar, orar y obedecer.

Me pregunto ¿cuáles han sido los fracasos que no he reconocido? Algunos de mis fracasos y pecados me han ayudado a ser más sensible y cuidadoso en el ministerio. Pero ha habido puntos ciegos que he ignorado. Ruego que Dios me muestre dónde he fallado, para que pueda arrepentirme, confesar mi falla y recibir su perdón y limpieza. Puedo fallar, pero Dios incluso utilizará mis fracasos para su gloria. ¡Por esto alabo a Dios!

Bill

The Importance of Equipping

mario

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

When Elim began its cell ministry, it didn’t have a training course for new leaders. We only had four lessons that were taught in four weeks, one lesson per week. That is, a person was considered trained as a leader in one month. This went on for several years. We didn’t have problems with this equipping because you have to remember that when Elim transitioned to become a cell church it already had about 3,000 members. Many of these members were very mature people in the faith, doctrinally competent, experienced in evangelism, and very passionate for Jesus.

However, over the years, we ran out of this reservoir of mature believers. Yet, we continued to work without a revamped equipping (i.e., Leader’s Training Route). In the seminars, I’ve given with Joel Comiskey, I heard him share over and over about the importance of a strong equipping track. He would often mention that a key feature in the cell church is having a well-defined Leader’s Route. Then I realized that we really didn’t have a Leader’s Route and that this constituted a marked weakness of our model.

We were able to develop our own after analyzing the equipping of other cell churches and listening to what they had to say about this topic. We experienced a significant increase in the growth rate of our church once we implemented the church-wide equipping. Now I understand it was a mistake to let so much time pass without having a defined Leader’s Route. Every cell church should adopt a Leader’s Route or create its own. But don’t wait as long as we did to get one!

Mario

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A Importância do Equipamento

por Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Quando a Igreja Elim começou seu ministério celular, não existia um curso de treinamento para novos líderes. Nós tínhamos apenas quatro aulas que eram ensinadas em quatro semanas, uma aula por semana. Ou seja, uma pessoa era considerada treinada como um líder em um mês. Isso continuou por muitos anos. Nós não tínhamos problemas com esse equipamento porque você deve se lembrar que, quando a Elim fez a transição para se tornar uma igreja em células, ela já tinha cerca de 3.000 membros. Muitos desses membros eram pessoas muito maduras na fé, doutrinariamente competentes, com experiências em evangelismo, e muito apaixonadas por Jesus.

Contudo, com o passar dos anos nós ficamos sem esse reservatório de crentes maduros. Ainda assim, nós continuamos trabalhando sem um equipamento reformulado (isto é, sem uma Rota de Treinamento de Líder). Nos seminários que eu dei com Joel Comiskey, eu o ouvi compartilhar várias e várias vezes sobre a importância de um trilho de equipamento forte. Ele mencionava frequentemente que um aspecto-chave na igreja em células é ter uma Rota de Líder bem definida. Foi então que eu percebi que nós não tínhamos de fato uma Rota de Líder e que isso constituía uma fraqueza evidente do nosso modelo.

Nós pudemos desenvolver o nosso próprio trilho depois de analisar o equipamento de outras igrejas em células e ouvir o que elas tinham a dizer sobre isso. Nós experimentamos um aumento significante na taxa de crescimento de nossa igreja, uma vez que foi implementado o equipamento em toda a igreja. Agora eu entendo que foi um erro deixar passar tanto tempo sem termos uma Rota de Líder definida. Toda igreja em células deve adotar uma Rota de Líder ou criar sua própria. Mas não espere tanto quanto nós para ter uma!

Mario

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La importancia de la Ruta del Líder

por Mario Vega

Cuando Elim comenzó su trabajo celular no tenía un curso de entrenamiento para nuevos líderes. Solamente se tenían cuatro lecciones que se impartían una vez por semana. Es decir, en un mes una persona se consideraba capacitada como líder. Esto fue así por varios años. No se tuvo problemas porque hay que recordar que cuando Elim hizo su transición para convertirse en una iglesia celular ya contaba con alrededor de 3,000 miembros. Había personas muy maduras en la fe, doctrinalmente competentes, con experiencia en la evangelización y muy apasionadas por Jesús.

Con el paso de los años esa reserva de personal humano que la iglesia tenía se agotó. Pero, continuamos trabajando sin tener un curso de entrenamiento o Ruta del Líder. En los seminarios que compartimos con Joel Comiskey escuché el énfasis que Joel dada al tema de la Ruta del Líder. En algunas ocasiones mencionaba que las características básicas de una iglesia celular incluían el tener una Ruta del Líder definida. Entonces caí en la cuenta que, en verdad, nosotros no teníamos una Ruta del Líder y que eso constituía una debilidad marcada de nuestro modelo.

Después de haber escuchado a varios pastores celulares del mundo hablar sobres sus respectivas Rutas logramos elaborar la nuestra. Al echarla a andar experimentamos un incremento sensible en el ritmo de crecimiento de la iglesia. Ahora comprendo que fue un error el haber dejado pasar tanto tiempo sin una Ruta del Líder definida. Toda iglesia celular debería adoptar una Ruta del Líder o crear la propia. Pero, no debe dejar pasar mucho tiempo sin poseerla.

The Heart of a Cell Leader

keith

by Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches

One of the biggest fears that some pastors have is in entrusting the care of “their” people to others. Some pastors cannot even contemplate a cell ministry because it puts too much power in the hands of cell leaders. Some years ago I discovered both the power of toxic leaders and the power of genuine community.

We had a leader who seemed zealous for the Lord. He was a great musician and worship leader, and he really loved God. When he asked to lead a cell group I had no hesitation in encouraging him and authorizing him to do this. For a time things went well. Then I started to hear just little snippets of information that by themselves were not an issue, but together made me become anxious. His leading style became confronting rather than encouraging. People stopped attending his group.

One Sunday night during the church service, as the worship music was playing, the phrase “Absalom spirit” dropped into my head. I had no idea what this meant, not even who Absalom was. So I did some research over subsequent days and discovered that Absalom was a son of David who tried to snatch the throne from his father by drawing popular support to himself and against David (2 Samuel 15). It turned out that this cell leader was trying to use his cell group to turn people away from me in order to start his own house church. People recognzed that what he was doing was wrong, and it all came to nothing.

One time on a mission trip in Sri Lanka, I was asked to address a group of cell leaders, and I shared this story. I wasn’t very far into the story when they were all smiling because they recognized their own experience being described. I guess this is a common occurrence.

This could have been a disaster for us, except that the Lord has planted in our people a very strong sense of belonging to one another. They knew that someone trying to separate them out from the church family could not be trusted.

Every pastor needs to make sure that he or she has the heart of their people, especially of the cell leaders. People might seem like great leaders “outwardly,” but it is their heart that determines their direction. I can be sure that if I have strong loving relationships with my cell leaders, then they can be trusted with their part of the flock.

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Portuguese blog:

O Coração de um Líder de Célula

por Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches

Um dos maiores medos que alguns pastores têm é de confiar o cuidado de “seu” povo a outros. Alguns pastores não podem sequer pensar em um ministério de células porque o ministério coloca muito poder nas mãos dos líderes de célula. Há alguns anos eu descobri tanto o poder de líderes tóxicos como o poder da comunidade genuína.

Nós tínhamos um líder que parecia ser zeloso pelo Senhor. Ele era um grande músico e líder de adoração, e ele realmente amava a Deus. Quando ele pediu para liderar um grupo celular eu não hesitei em encorajá-lo e autorizá-lo a fazer isso. Por um tempo as coisas correram bem. E aí eu comecei a ouvir apenas pequenos fragmentos de informação que por si só não foram um problema, mas juntos me deixaram ansioso. Seu estilo de liderança tornou-se confrontador ao invés de incentivador. As pessoas pararam de frequentar seu grupo.

Em uma noite de domingo durante o culto na igreja, enquanto a música de adoração estava tocando, a frase “espírito de Absalão” surgiu na minha cabeça. Eu não tinha ideia do que isso significava, nem mesmo quem era Absalão. Então eu fiz uma pesquisa ao longo dos dias subsequentes e descobri que Absalão era um filho de Davi que tentou roubar o trono de seu pai, chamando o apoio popular para si mesmo e contra Davi (2 Samuel 15). Descobriu-se que este líder de célula estava tentando usar seu grupo celular para afastar as pessoas de mim, a fim de começar a sua própria igreja doméstica. As pessoas reconheceram que o que ele estava fazendo era errado, e tudo deu em nada.

Uma vez, em uma viagem de missão no Sri Lanka, me pediram para falar a um grupo de líderes de célula, e eu compartilhei esta história. Eu não estava muito longe na história quando eles ficaram todos sorrindo porque reconheceram sua própria experiência sendo descrita. Eu acho que esta é uma ocorrência comum.

Isso poderia ter sido um desastre para nós, exceto que o Senhor plantou em nosso povo um sentimento muito forte de pertencer uns aos outros. Eles sabiam que alguém que estava tentando separá-los da família da igreja não podia ser confiável.

Todo pastor(a) precisa ter certeza de que ele ou ela tem o coração de seu povo, especialmente dos líderes de células. As pessoas podem parecer grandes líderes “externamente”, mas é o seu coração que determina sua direção. Posso ter certeza de que se eu tiver relacionamentos amorosos fortes com meus líderes de célula, então eles podem ser confiáveis com sua parte do rebanho.

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El corazón de un líder de célula

por Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches

Uno de los mayores temores que algunos pastores tienen es el confiar el cuidado de “su” pueblo a otros. Algunos pastores no pueden ni siquiera contemplar un ministerio celular porque éste pone demasiado poder en manos de los líderes de células. Hace algunos años descubrí tanto el poder de los líderes tóxicos como el de una comunidad genuina.

Tuvimos un líder que parecía celoso por el Señor. Él era un gran músico y líder de alabanza, y él realmente amaba a Dios. Cuando él solicitó dirigir un grupo celular no dudé en animarlo y autorizarlo para hacerlo. Durante un tiempo, las cosas iban bien. Luego empecé a escuchar sólo pequeños fragmentos de información que por sí mismos no eran un problema, pero en conjunto me hicieron poner ansioso. Su estilo de liderazgo se convirtió confrontativo en lugar de alentador. Las personas dejaron de asistir a su grupo.

Un domingo por la noche durante el servicio de la iglesia, mientras sonaba la música de adoración, la frase “espíritu de Absalón” me vino a la mente. No tenía idea de su significado, ni siquiera sabía quién era Absalón. Así que hice un poco de investigación en los días siguientes y descubrí que Absalón era un hijo de David que intentó arrebatar el trono de su padre atrayendo el apoyo popular para sí mismo y en contra de David (2 Samuel 15). Resultó que este líder de célula estaba tratando de usar su grupo celular para volver a las personas en mi contra, con el fin de fundar su propia iglesia en la casa. Las personas reconocieron que lo que estaba haciendo estaba mal, y todo se acabó.

Una vez en un viaje misionero en Sri Lanka, me solicitaron hablar a un grupo de líderes de células, y compartí esta historia. No había avanzado mucho con la historia cuando todos estaban sonriendo porque reconocieron su propia experiencia con la descripción. Supongo que esto es algo que ocurre a menudo.

Esto podría haber sido un desastre para nosotros, pero el Señor ha sembrado en nuestro pueblo un fuerte sentido de pertenencia entre sí. Ellos sabían que alguien que estaba tratando de separarlos de la familia de la iglesia no podía ser confiable.

Cada pastor tiene que asegurarse de que él o ella tiene el corazón de su pueblo, especialmente de los líderes de células. Las personas pueden parecer grandes líderes “por fuera”, pero es su corazón el que determinará su dirección. Puedo estar seguro que si tengo fuertes relaciones de amor con mis líderes de células, entonces les puedo confiar su parte del rebaño.

 

It’s About Hearts; Not Structures

keith

by Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches

When we were led by the Lord to start our church in 1996, I knew that it was to be “a new thing,” although I was not sure what the new thing was to be. I did know that we were to be a cell church, but I didn’t really know what that meant.

When I first read Ralph Neighbour’s book “Where Do We Go From Here?” along with books by Joel Comiskey, David Cho and other cell church experts, I was excited about the promise of real growth in the church as people got saved in cell groups. Reading of groups doubling every 12 months excited my vision of reaching our town and growing real disciples.

It has taken most of the last 18 years to understand that just calling ourselves a cell church and insisting that people join cell groups does not mean that the cell church values are there in all of our people. I still hear people occasionally talk about going to Bible Study. And I still get criticism for sometimes saying that if people can only go to one event a week, make sure they go to cell group rather than the Sunday celebration service.

However, at last I feel people truly understand that we are a church of cell groups not a church with small groups as an added extra. Better still, we are at a point where we are about to multiply our first cell, and maybe another one shortly after. So it took 18 years instead of 18 months, but we are getting there! It has been a slow process, but the values have gone deep into our people’s hearts, and are now starting to bear fruit.

Changing the structure of the church achieves nothing. Changing the hearts of the people changes everything.

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Portuguese blog:

É Sobre Corações; Não Estruturas

por Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches

Quando nós fomos direcionados pelo Senhor para começar nossa igreja em 1996, eu sabia que era para ser “uma coisa nova”, apesar de eu não ter certeza do que essa coisa nova seria. Eu sabia que nós seríamos uma igreja em células, mas eu não sabia o que isso realmente significava.

Quando eu li pela primeira vez o livro de Ralph Neighbour “Para Onde Vamos A Partir Daqui?” (Tradução livre) juntamente com livros de Joel Comiskey, David Cho e outros especialistas em igrejas em células, eu fiquei animado com a promessa de crescimento verdadeiro da igreja à medida que as pessoas fossem salvas nos grupos celulares. Ler sobre grupos se multiplicando a cada 12 meses animou a minha visão de alcançar nossa cidade e desenvolver discípulos verdadeiros.

Levamos a maior parte dos últimos 18 anos para entendermos que simplesmente chamar a nós mesmos de uma igreja em células e insistir para que as pessoas se juntem em grupos celulares não significa que os valores da igreja em células existam em todo o nosso povo. Eu ainda ouço ocasionalmente pessoas falando sobre ir ao Estudo Bíblico. E eu ainda recebo críticas por às vezes dizer que, se as pessoas só podem ir a um evento por semana, que elas possam ir com certeza à célula em vez de ir ao culto de celebração do domingo.

No entanto, eu finalmente sinto que as pessoas entendem verdadeiramente que nós somos uma igreja de grupos celulares, e não uma igreja com pequenos grupos como algo extra. Melhor ainda, nós estamos em um ponto em que estamos prestes a multiplicar nossa primeira célula, e talvez mais uma logo depois. Então levou 18 anos em vez de 18 meses, mas estamos chegando lá! Tem sido um processo lento, mas os valores entraram profundamente nos corações do nosso povo, e agora estão começando a dar frutos.

Mudar a estrutura da igreja não nos faz alcançar nada. Mudar os corações do povo muda tudo.

Keith

Spanish blog:

Es sobre los corazones; No Estructuras
 
por Keith Bates, www.new-life.org.au; www.facebook.com/groups/cellchurches
 
Cuando fuimos conducidos por el Señor para comenzar nuestra iglesia en 1996, sabía que iba a ser “una cosa nueva”, aunque no estaba seguro qué sería esa cosa nueva. Yo sí sabía que íbamos a ser una iglesia celular, pero realmente no sabía lo que eso significaba.
 
La primera vez que leí el libro de Ralph Neighbour “Where Do We Go From Here?”  “Y desde aquí ¿hacia dónde vamos?”, junto con los libros de Joel Comiskey, David Cho y otros expertos de la iglesia celular, estaba entusiasmado con la promesa de un crecimiento real en la iglesia mientras las personas eran salvas en grupos celulares. Al leer sobre grupos que se duplicaban cada 12 meses, mi visión de alcanzar a nuestra ciudad y desarrollar verdaderos discípulos se entusiasmaba.

Me ha tomado la mayor parte de los últimos 18 años para entender que sólo llamarnos a nosotros mismos una iglesia celular e insistir en que las personas se unan en grupos celulares, no significa que los valores de la iglesia celular estén allí en toda nuestra gente. Todavía escucho a las personas, de vez en cuando, hablar de ir al estudio bíblico. Y sigo obteniendo críticas por decir, algunas veces, que si las personas sólo pueden ir a un evento en la semana, que se aseguren de ir al grupo celular en vez del servicio de celebración dominical.
No obstante, por fin siento que la gente realmente entiende que somos una iglesia de grupos celulares no una iglesia con grupos pequeños como un extra añadido. Mejor aún, nos encontramos en un punto en el que estamos por multiplicar nuestra primera célula, y tal vez una más un poco después. Así que nos tomó 18 años en lugar de 18 meses, ¡pero ya estamos llegando! Ha sido un proceso lento, pero los valores se han ido profundizando en los corazones de nuestro pueblo, y ahora están empezando a dar sus frutos.
 
El cambio de la estructura de la iglesia no logra nada. El cambio en los corazones de la gente lo cambia todo.
 
Keith

Learning to Reach the Next Generation

daphne

by Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

It is sometimes difficult, looking back, to know which were “mistakes,”which I take as avoidable, and which were learning curves or turning points along the way.  Mistakes can be a good thing if they reflect boldness to pioneer and step “outside the box.”

A Biblical model can help prevent “mistakes” and at the same time release radical pioneers.

The following are some “prevention” steps that I see neglected all over the world in relation to the emerging generation:

  • Take time to really focus on and examine Scripture as to the place of the emerging generation when transitioning to Cell; Pastors preach and teach on the early church when referencing adults, yet sermons and teaching on the place of the emerging generation in Scripture are rarely given.
  • Intentionally re-establish a culture of restoring discipleship to parents with churched families.
  • Equip and mobilize adults to disciple their own children before discipling others; thus not allowing them to avoid their responsibility.
  • Never underestimate what God can do through children and young people; there are very clear Biblical references to the huge impact they can make on adults.
  • Beware of continuing an education model – rather than reflecting a Biblical one.
  • Destroy the belief that it is solely a specific calling / ministry / office to reach the next generation. The Biblical model says everyone is responsible.
  • Pastor and senior leadership are leaders for every generation; it is time to take direct responsibility for the emerging generation.
  • Have an outward focus with and for the children and teens to reach a lost generation instead of taking on the responsibility of parents.
  • Mobilize the children and young people as soul winners and disciple makers; The great commission is for them too.
  • Make them a priority; The least resources and focus are often given to the emerging generation, despite the fact that “to turn a nation you must take the next generation”.
  • Take seriously “sin” relating to attitudes to the emerging generation; treat it as seriously as any other sin. Read again the very strong words of Jesus in Matthew 18.

In days when the world of this generation is increasingly uncertain, it must surely be time to “learn from our mistakes,” get back to the Word of God, put into practice its priorities and methodology for this generation, and then to focus on ensuring they are not those whose “love will grow cold” (Matthew 24).

Daphne

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Portuguese blog:

Aprendendo a Alcançar a Próxima Geração

por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Às vezes é difícil, ao olhar para trás, saber quais foram os "erros" que eu tomo como evitáveis, e quais foram curvas de aprendizagem ou de pontos de mudança ao longo do caminho. Os erros podem ser uma coisa boa se eles refletem ousadia para desbravar o caminho e pisar "fora da caixa".

Um modelo bíblico pode ajudar a prevenir “erros” e ao mesmo tempo liberar pioneiros radicais.

A seguir temos alguns passos “preventivos” que eu vejo que são negligenciados por todo o mundo em relação à geração emergente:

  • Tire um tempo para realmente focar e examinar as Escrituras quanto ao local da geração emergente ao transicionar para a célula; Pastores pregam e ensinam sobre a igreja primitiva ao fazer referência a adultos, contudo sermões e ensino sobre o lugar da geração emergente nas Escrituras raramente são dados.
  • Intencionalmente reestabeleça uma cultura de restaurar o discipulado para os pais com famílias na igreja.
  • Equipe e mobilize os adultos para discipularem seus próprios filhos antes discipular outros; não permitindo-lhes, assim, que evitem a sua responsabilidade.
  • Nunca subestime o que Deus pode fazer através das crianças e dos jovens; há referências bíblicas muito claras para o enorme impacto que eles podem ter em adultos.
  • Tenha cuidado com a continuação de um modelo educacional–em vez de refletir um modelo bíblico.
  • Destrua a crença de que existe apenas um chamado/ministério/escritório específicos para alcançar a próxima geração. O modelo bíblico diz que todos são responsáveis.
  • O pastor e a liderança sênior são líderes para todas as gerações; é hora de assumir a responsabilidade direta sobre a geração emergente.
  • Tenha um foco externo com e para as crianças e adolescentes para alcançar uma geração perdida, em vez de assumir a responsabilidade dos pais.
  • Mobilize as crianças e os jovens como ganhadores de almas e discipuladores; A Grande Comissão é para eles também. 
  • Faça deles uma prioridade; O mínimo de recursos e foco muitas vezes são dados para a geração emergente, apesar do fato de que "para transformar uma nação que você deve tomar a próxima geração". 
  • Leve a sério o "pecado" relativo a atitudes com a geração emergente; trate isso tão a sério como qualquer outro pecado. Leia novamente as palavras muito fortes de Jesus em Mateus 18. 

Em dias em que o mundo desta geração é cada vez mais incerto, deve certamente ser a hora de "aprender com os nossos erros", voltar para a Palavra de Deus, pôr em prática as suas prioridades e metodologia para esta geração e, em seguida, se concentrar em garantir que eles não sejam aqueles cujo "amor se esfriará" (Mateus 24).

Daphne

Spanish blog:

Aprender a llegar la próxima generación

por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

A veces es difícil, mirando hacia atrás, para saber cuáles eran los "errores" evitables, y que fueron las curvas o puntos de inflexión en el camino. Los errores pueden ser una buena cosa si podemos reflejar y evitar "errores" en el futuro. A la vez, he aprendido que la prevención es la clave. Las siguientes son algunas medidas de "prevención" que veo descuidado por todo el mundo en relación con la generación emergente:

  • Tómese el tiempo para centrarse realmente y examinar las Escrituras en cuanto al lugar de la generación emergente. Los pastores predican y enseñan sobre la visión celular pero muchas veces solo se concentran en los adultos y no el la generación emergente.
  • Intencionalmente volver a establecer una cultura de la restauración de discipulado a los padres de familias en la iglesia.
  • Equipar y movilizar a los adultos a discipular a sus propios hijos antes de discipular a otros; por tanto, no permitiéndoles evitar su responsabilidad.
  • Nunca subestime lo que Dios puede hacer a través de los niños y jóvenes; hay referencias bíblicas muy claras al enorme impacto que pueden tener en los adultos.
  • Tenga cuidado de seguir un modelo de educación secular- en lugar de reflejar una bíblico.
  • Destruye la creencia de que es únicamente un llamado / oficina específica para llegar a la siguiente generación. El modelo bíblico dice cada uno es responsable.
  • Pastores y líderes principales son líderes de cada generación; es el momento de tomar la responsabilidad directa de la generación emergente.
  • ¿Tienes una enfoque para los niños, niñas y adolescentes para que ellos puedan llegar a una generación perdida?
  • Movilizar a los niños y jóvenes como ganadores de almas y hacedores de discípulos; La gran comisión es para ellos también.

En días en que el mundo de esta generación es cada vez más incierto, seguramente debe ser el momento para "aprender de nuestros errores," volver a la Palabra de Dios, poner en práctica sus prioridades y la metodología para esta generación (Mateo 24).

Daphne

What Makes Great Group Leaders?

scott

by M. Scott Boren, The Center for Community and Mission, www.mscottboren.com,
Twitter@mscottboren

It’s very easy to think that if I lead my group by following the right rules, then my group will flourish. It works this way: If I do a + b + c then I will get a growing group. If my group is not growing, then I’m not doing a + b + c in the right way.

This is a technique leadership mindset. If we find the right techniques, then my group will flourish. If my group is not flourishing, then I don’t have the right techniques and I’ve got to go find out what I’m doing wrong.

One of the reasons I wrote my book Leading Small Groups in the Way of Jesus is because I realized that my dependence on techniques was not working. People weren’t responding to my leading “by the book.”

I’m not saying that there is no point to techniques. It is helpful to know how to lead an ice breaker well, how to invite people into worship, how to ask good discussion questions, etc. I think that Joel Comiskey’s book How to Lead a Great Cell Group Meeting is one of the best every written on the topic. My new book is simply a complimentary resource because I don’t deal with most of the practical—and might I add, crucial—issue that he addresses.

In my journey, I assumed that if leaders just learned the practical stuff that Joel outlines in his book, that they would be effective. But I found that many did not have the character to do those practical things in a way that reflected Christ.

As a result, I determined to identify some basic leadership practices that would form group leaders in such a way that they could be leaders of love so that they could follow the practical guidelines provided in books like Joel’s. These practices are:

• Practice 1: Hear the rhythms of the Jesus way
• Practice 2: Gather in the presence
• Practice 3: Lead collaboratively
• Practice 4: Be yourself
• Practice 5: Hang out
• Practice 6: Make a difference
• Practice 7: Fight well
• Practice 8: Point the way to the cross

I write in the book, “These eight practices are not developed in a linear fashion. They act like spokes on a wheel moving us forward. None of them comes before the others. Nor do we outgrow any of them. We never master them, as they are practices of a lifetime. In the early stages of our leadership development, the wheel may be small and move slowly. At times the spokes may be uneven so we move forward in a clunky manner. But as we follow Jesus and allow the Spirit to shape us, our ability to participate with God and walk with Jesus on his way expands. Our job is to put ourselves in a place where the Spirit of God can shape us in these practices.”

Commnents?

Scott

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Portuguese:

O Que Faz Grandes Líderes de Grupo?

por M. Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão, www.mscottboren.com, Twitter@mscottboren

É muito fácil pensar que se eu liderar meu grupo seguindo as regras certas, o meu grupo vai florescer. Funciona assim: se eu fizer a + b + c eu terei um grupo que cresce. Se meu grupo não está crescendo, então eu não estou fazendo a + b + c da forma correta.

Esta é uma mentalidade de liderança técnica. Se encontrarmos as técnicas corretas, então o meu grupo vai florescer. Se o meu grupo não está florescendo, então eu não tenho as técnicas corretas e preciso descobrir o que eu estou fazendo errado. 

Uma das razões para eu ter escrito meu livro “Liderando Pequenos Grupos no Caminho de Jesus” (tradução livre) é porque eu percebi que a minha dependência em técnicas não estava funcionando. As pessoas não estavam respondendo à minha liderança "pelo livro". 

Eu não estou dizendo que não há ponto em ter técnicas. É útil saber como conduzir um quebra-gelo bem, como convidar as pessoas para a adoração, como fazer boas perguntas para discussão, etc. Acho que o livro de Joel Comiskey Como Dirigir um Grupo Celular com Êxito é um dos melhores já escritos sobre o tema. Meu novo livro é simplesmente um recurso complementar, porque eu não lido com a maior parte das questões práticas—e eu poderia acrescentar, cruciais—que ele aborda. 

Na minha jornada, eu presumi que se os líderes apenas aprendessem as coisas práticas que Joel descreve em seu livro, eles seriam eficientes. Mas descobri que muitos não têm o caráter de fazer essas coisas práticas de uma forma que refletia Cristo. 

Como resultado, eu me determinei a identificar algumas práticas de liderança fundamentais que formariam líderes de grupo de modo que eles fossem líderes de amor, para que pudessem seguir as orientações práticas fornecidas em livros como Joel. Essas práticas são:

•             Prática 1: Ouça os ritmos da maneira de Jesus

•             Prática 2: Reúna na presença

•             Prática 3: Lidere de forma colaborativa

•             Prática 4: Seja você mesmo

•             Prática 5: Curta

•             Prática 6: Faça a diferença

•             Prática 7: Lute bem

•             Prática 8: Indique o caminho para a cruz

Eu escrevo no livro, "Estas oito práticas não são desenvolvidas de uma forma linear. Elas agem como raios de uma roda que nos leva adiante. Nenhuma delas vem antes das outras. Nem nós superamos qualquer uma delas. Nós nunca as dominamos, pois elas são as práticas de uma vida. Nos estágios iniciais do nosso desenvolvimento de liderança, a roda pode ser pequena e mover-se lentamente. Às vezes, os raios podem ser desiguais, assim avançamos de forma desajeitada. Mas à medida que nós seguimos Jesus e permitimos que o Espírito molde-nos, a nossa capacidade de participar com Deus e caminhar com Jesus no Seu caminho se expande. Nosso trabalho é nos colocar em um lugar onde o Espírito de Deus pode nos dar forma nestas práticas”.

Comentários?

Spanish:

¿Qué hace que los grandes líderes de grupo lo sean?
 
Por M. Scott Boren, El Centro para la Comunidad y Misión, www.mscottboren.com, Twitter @ mscottboren
 
Es muy fácil pensar que si yo dirijo mi grupo siguiendo las reglas adecuadas, entonces mi grupo florecerá. Funciona de la siguiente manera: Si hago a+ b + c, entonces voy a tener un grupo que crece. Si mi grupo no está creciendo, entonces yo no estoy haciendo a + b + c de la manera correcta.
Esta es una mentalidad de técnica de liderazgo. Si encontramos las técnicas adecuadas, entonces mi grupo va a florecer. Si mi grupo no está floreciendo, entonces no tengo las técnicas adecuadas y  tengo que averiguar qué estoy haciendo mal.
 
Una de las razones por las que escribí mi libro Leading Small Groups in the Way of Jesus (Dirigiendo Grupos Pequeños en el Camino de Jesús) fue porque me di cuenta que mi dependencia hacia las técnicas no estaba funcionando. La gente no estaba respondiendo a mi forma de dirigir “apegado a las normas”.
No estoy diciendo que las técnicas no sirvan. Es útil saber cómo dirigir bien un rompe hielo, cómo invitar a las personas a meterse en la adoración, cómo hacer buenas preguntas de discusión, etc. Creo que el libro de Joel ComiskeyHow to Lead a Great Cell Group Meeting (Cómo Dirigir una Gran Reunión de Grupo celular) es uno de los mejores escrito sobre el tema. Mi nuevo libro es simplemente un recurso complementario pues no me ocupo de la mayor parte de la práctica, y podría añadir, del tema- fundamental que él aborda.
En mi caminar, supuse que si los líderes sólo aprendían las cuestiones prácticas que Joel resalta en su libro, ellos iban a ser eficaces. Pero me di cuenta que muchos no tienen el carácter para hacer esas cosas prácticas de una manera que reflejaran a Cristo.
 
Como resultado, decidí identificar algunas prácticas básicas de liderazgo que formarían a líderes de grupo de una manera tal, que pudieran ser líderes de amor para que pudieran seguir las directrices prácticas previstas en libros como  los de Joel. Estas prácticas son las siguientes:
 • Práctica 1: Escuchar los ritmos del camino de Jesús
• Práctica 2: Reunirse en Su presencia
• Práctica 3: Dirigir conjuntamente
• Práctica 4: Sea usted mismo
• Práctica 5: Salir juntos
• Práctica 6: Hacer una diferencia
• Práctica 7: Luchar bien
• Práctica 8: Apuntar el camino a la cruz
Yo escribí en el libro, “Estas ocho prácticas no se desarrollan de manera lineal. Actúan como los radios de una rueda que nos impulsan hacia adelante. Ninguno de ellos está antes que los demás. Tampoco nosotros superamos a ninguna de ellas. Nunca las dominamos, ya que estas son las prácticas de toda la vida. En las primeras etapas de nuestro desarrollo de liderazgo, la rueda puede ser pequeña y pueda que se mueva lentamente. A veces los radios de la rueda pueden estar desiguales por lo que avanzamos de manera torpe. Pero a medida que seguimos a Jesús y permitimos que el Espíritu nos moldee, nuestra capacidad de participación con Dios y de caminar con Jesús en su camino se expande. Nuestro trabajo es ponernos en un lugar donde el Espíritu de Dios nos pueda moldear en estas prácticas”.
 
¿Comentarios?

Scott

Acquiring the Fundamentals

mario

by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

During the first years of our cell work, we were sustained by the deep passion we had for carrying out the expansion of the gospel. We did not have much knowledge of the values, principles and cell models. Elim was an island working without the connection of other cell churches. Around 1997 I had the opportunity to meet Joel Comiskey who was doing his missionary work in Ecuador. I led a conference in Quito, Ecuador where Joel was a missionary and pastor. I spoke on the cell church. But when Joel’s turn came, I was captivated by his mastery in the subject. After that, Joel and I shared other conferences together, mainly in South America, where I continued to learn from him and connect with the worldwide cell movement.

After a few years, I decided to prepare the first conference for our own leaders for a whole week, Monday to Saturday. I shared on that occasion about the basic elements of cell work. What surprised me was that some of our pastors approached me to say, "We had never heard these things before." That surprised me because in the ten previous years, I had always thought that the Elim church pastors in San Salvador really understood cell ministry. But now that they were telling me they had never heard the basic truths. I began to wonder how we had gotten as far as we had.

As I said before, it was because of the passion for reaching the lost. However, we realized we had a long way to go. We needed to reinforce the knowledge of values, principles and models. I think what has sustained the work for these 28 years has been the training received during all this time. Having the biblical basis and the knowledge of cell theory is fundamental to avoid burn-out. Moreover, I believe that passion cannot stay ignited if it is not based on doctrine. Now I believe that thanks to the teachers of the cell model in the world, we have achieved consistency and firmness in cell doctrine and practice. I believe we’re ready to pass on what we know to the next generation. Gaining this knowledge allowed us to overcome another flaw in our original cell model.

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Mario

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Adquirindo os Fundamentos

por Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

Durante os primeiros anos de nosso trabalho celular, nós fomos sustentados pela profunda paixão que tínhamos para realizar a expansão do evangelho. Nós não tínhamos muito conhecimento sobre os valores, princípios e modelos celulares. Elim era uma ilha funcionando sem conexão com outras igrejas em células. Por volta de 1997, tive a oportunidade de conhecer Joel Comiskey, que estava fazendo o seu trabalho missionário no Equador. Eu liderei uma conferência em Quito, no Equador, onde Joel era um missionário e pastor. Eu falei sobre a igreja em células. Mas quando chegou a vez de Joel, fui cativado por sua maestria no assunto. Depois disso, Joel e eu compartilhamos outras conferências juntos, principalmente na América do Sul, onde eu continuei a aprender com ele e me conectei com o movimento de células em todo o mundo.

Depois de alguns anos, decidi preparar a primeira conferência para os nossos próprios líderes durante uma semana inteira, de segunda a sábado. Eu compartilhei naquela ocasião sobre os elementos básicos do trabalho em células. O que me surpreendeu foi que alguns dos nossos pastores se aproximaram de mim para dizer: "Nós nunca ouvimos sobre essas coisas antes". Isso me surpreendeu, porque nos dez anos anteriores eu sempre pensei que os pastores da igreja Elim em San Salvador realmente entendiam o ministério de células. Mas agora que eles estavam me dizendo que nunca tinham ouvido falar das verdades básicas, comecei a me perguntar como é que conseguimos chegar tão longe.

Como eu disse antes, foi por causa da paixão para alcançar os perdidos. No entanto, percebemos que tínhamos um longo caminho a percorrer. Nós precisávamos reforçar o conhecimento dos valores, princípios e modelos. Acho que o que tem sustentado o trabalho durante estes 28 anos tem sido o treinamento recebido durante todo esse tempo. Ter a base bíblica e o conhecimento da teoria celular é fundamental para evitar o esgotamento. Além disso, acredito que a paixão não pode ficar inflamada se não for baseada em doutrina. Agora eu acredito que, graças aos professores do modelo celular no mundo, temos conseguido consistência e firmeza na doutrina e prática celular. Eu acredito que estamos prontos para passar adiante o que sabemos para a próxima geração. Ganhar esse conhecimento nos permitiu superar outra falha no nosso modelo de célula original. 

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Mario

Spanish blog:

Adquiriendo los fundamentos.

Los primeros años de nuestro trabajo celular fuimos sostenidos por la profunda pasión que teníamos de llevar adelante la expansión del evangelio. No teníamos mucho conocimiento de los valores ni de los principios ni de los modelos celulares. Elim éramos una isla trabajando sin conexión con otras iglesias celulares. Alrededor de 1997 tuve la oportunidad de conocer a Joel Comiskey quien realizaba su trabajo misionero en Ecuador. La ocasión fue una conferencia que se impartiría en la iglesia La República, en Quito, donde Joel era asesor. En esa ocasión lo que hice fue predicar sobre el modelo celular. Pero cuando llegó el turno de Joel me cautivó con el dominio que él tenía del tema. Después de eso, compartimos otras conferencias con Joel, principalmente en sur América en donde continué aprendiendo de él y conectándome con el movimiento celular mundial.

Después de unos años, decidí preparar la primera conferencia para nuestros propios líderes durante toda una semana, de lunes a sábado. Lo que compartí en esa ocasión fueron los elementos básicos del trabajo celular. Lo que me sorprendió fue que algunos de nuestros pastores se me acercaron para decirme: -Nunca habíamos escuchado estas cosas-

Eso me sorprendió, porque en los últimos diez años siempre había pensado que los pastores de la iglesia Elim en San Salvador eran quienes mejor sabían cómo trabajar con células. Pero, ahora que me decían que nunca habían oído las verdades básicas comencé a preguntarme ¿cómo se había logrado llegar hasta ese punto?

Como lo dije antes, se debía a la pasión por alcanzar a los perdidos. No obstante, nos esperaba la larga marcha. Necesitábamos reforzar con conocimiento de los valores, principios y modelos. Creo que lo que ha sostenido el trabajo por estos 28 años ha sido la formación recibida todo este tiempo. El poseer las bases bíblicas, el conocimiento y la teoría sobre el trabajo celular es fundamental para que el esfuerzo no termine al agotarse las emociones. Es más, creo que la pasión no puede mantenerse encendida si no es sobre la base de la doctrina. Ahora creo que, gracias a los maestros del modelo celular en el mundo, hemos logrado una consistencia y una solidez en la doctrina celular. Creo que estamos listos para legar a la próxima generación. El obtener ese conocimiento nos permitió superar otra de nuestras fallas de origen.

Mistakes I’ve Made in Cell Ministry (part 2)

angel

by Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Another mistake I made in cell ministry–and would like to warn my fellow servants not to do–is trying to change the traditional structure of the church too quickly. The initial excitement of seeing an "explosion" almost brought me an "implosion." A pastor should know well the "timing" of his congregation. Remember that we should not close down the activities and programs of the church until there is something better to replace them. At first, instead of talking about cells, it is best to begin to preach and teach about the values ​​of a cell church. There will be no permanent changes unless there are value changes. One appreciates what you do when they understand what you value.

I realized that there were entrenched programs and activities in our church and the members would tell me, "we’ve always done it that way." Without realizing it, I hurt people who had always served Jesus in those ministries without adequately letting them know why we are changing to the cell vision and what the biblical values were behind the cell vision. The forces of change caused by strong tradition caused people to be hurt. I learned that changes take time. And the worst thing we can do is to belittle those faithful men and women who don’t yet understand why we should transition to the cell church strategy.

The worst thing a pastor can do is to announce one Sunday, "There will no longer be any Sunday School, youth ministry, women’s ministry, or any programs. We are only going to do cells." Remember pastor, you are not making changes by decree. Change takes time, patience, and perseverance.

Ernesto Humeniuk

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Erros que Cometi no Ministério Celular (parte 2)

por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Outro erro que eu cometi no ministério celular– e gostaria de avisar meus servos companheiros a não fazê-lo– é tentar mudar a estrutura tradicional da igreja rápido demais. O entusiasmo inicial de ver uma "explosão" quase me trouxe uma "implosão". Um pastor deveria conhecer bem o "tempo" da sua congregação. Lembre de que não devemos encerrar as atividades e programas da igreja até que algo melhor os substitua. Em primeiro lugar, em vez de falar sobre células, é melhor começar a pregar e a ensinar sobre os valores de uma igreja em células. Não haverá mudanças permanentes a não ser que haja mudança de valores. As pessoas apreciam o que você faz quando elas compreendem o que você valoriza.

Eu percebi que havia programas e atividades enraizados em nossa igreja, e os membros me diziam, "nós sempre fizemos as coisas assim." Sem perceber, eu machuquei pessoas que sempre serviram a Jesus naqueles ministérios sem adequadamente fazê-las saber porquê nós estávamos mudando para a visão celular e quais valores bíblicos havia por trás dela. As forças da mudança causadas pela forte tradição fizeram com que as pessoas se machucassem. Eu aprendi que as mudanças levam tempo. E a pior coisa que nós podemos fazer é menosprezar aqueles homens e mulheres fiéis que ainda não compreendem porque devemos fazer a transição para a estratégia da igreja em células. 

A pior coisa que um pastor pode fazer é anunciar em um domingo, "Não haverá mais Escola Dominical, ministério de jovens, ministério das mulheres, ou qualquer programa. Nós apenas faremos as células." Lembre-se pastor, você não está fazendo mudanças por decreto. Mudança leva tempo, paciência e perseverança.

Ernesto Humeniuk 

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Errores en el Ministerio Celular (part 2)

Otro error que cometí en el ministerio celular y que me gustaría advertir a mis consiervos para que no lo hagan, es apurar demasiado el cambio de las estructuras de la iglesia tradicional con el fin de que todos entren al modelo celular. El entusiasmo por ver una «explosión» casi me lleva a una «implosión». Un pastor debe conocer bien el “timing” de su congregación. No se pueden sacar actividades y programas de la iglesia hasta que no haya algo mejor para reemplazarlos. Al principio, en vez de hablar de células, es mejor comenzar a predicar y enseñar acerca de los valores de una iglesia celular. No habrá cambios permanentes si no hay cambios de valores. Uno valora lo que hace y hace lo que valora.

Me di cuenta que había programas y actividades muy arraigados y me topé con hermanos que me decían «siempre lo hicimos así». Sin darme cuenta herí a personas que por mucho tiempo habían servido en ministerios y actividades que amaban y que eran «sus reinos» y eso sin haberles mostrado adecuadamente los valores bíblicos por los que teníamos que trocar nuestra visión. Las fuerzas impulsoras del cambio estaban siendo reprimidas por otras muy fuertes de la tradición, la resistencia pasiva y la desconfianza. Los cambios llevan tiempo. Y lo peor que podemos hacer es destratar o menospreciar a hermanos fieles pero que no ven todavía la necesidad de entrar al modelo neotestamentario.

Pastores que un domingo le dicen a su iglesia «a partir de hoy no habrá más Escuela Dominical, ministerio juvenil y femenil, etc., sino sólo células» no saben lo que est%