How to Increase the Commitment in the Cell

david

By David Jaramillo Burgos

For favorable results in cell ministry, all members must be committed. That means that everyone should not only be convinced of the biblical basis for cell ministry but that each person should have a responsibility in the cell. In this way, the cell can achieve God’s purpose of growth and multiplication. How do we achieve this commitment? Let me suggest some ideas:

First, we must help each member bear fruit by understanding the biblical base for what they are doing. Many people simply attend the cell, but the Word commands us to bring forth "much fruit" and fruit that remains (Jn. 15: 1-10). This is exactly what the early believers did when they were willing to lay down their lives to spread the gospel in the midst of persecution. Many times cell members don’t feel committed because goals are imposed on them, and they do not feel part of them. As a leader, you must find the way to help members align their goals and purposes with God’s Word and the vision that comes from the commitment of God’s Word.

Second, we must recognize and reward those who demonstrate this commitment. When someone faithfully serves in the cell, a reward might be a simple "thank you." And of course, recognizing faithfulness and fruit in cell leaders before the congregation can be a great stimulus. If there is celebration in heaven over one sinner who repents, why not celebrate the achievements of God’s workers? In fact the Word says that we will be recognized by angels before the Father, and rewarded with incorruptible crowns of glory.

Third, make sure everyone in the cell is actively involved by participating in the various parts of the group as well as using their spiritual gifts. In this way, the cell will be more energetic and organic as each person does his or her part. When this occurs, the cell will be more unified and productive.

David

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Portuguese blog:

Como Aumentar o Comprometimento na Célula

Por David Jaramillo Burgos
Para obter resultados favoráveis no ministério celular, todos os membros devem estar comprometidos. Isso significa que todos devem estar não só convencidos da base bíblica para o ministério celular, mas de que cada pessoa tem uma responsabilidade na célula. Dessa forma, a célula pode alcançar o propósito de Deus de crescimento e multiplicação. Como nós conseguimos esse compromisso? Deixe-me sugerir algumas ideias:

Em primeiro lugar, nós devemos ajudá-los a dar frutos através do entendimento da base bíblica para o que eles estão fazendo. Muitas pessoas simplesmente frequentam a célula, mas a Palavra nos ordena a darmos “muito fruto” e fruto que permaneça (Jo 15: 1-10). Isso é exatamente o que os primeiros crentes fizeram quando eles estavam dispostos a sacrificar suas vidas para espalhar o evangelho no meio da perseguição. Muitas vezes os membros da célula não se sentem comprometidos porque os objetivos são impostos a eles e eles não se sentem parte deles. Como um líder, você deve encontrar a forma para ajudar os membros a alinharem seus objetivos e propósitos com a Palavra de Deus e com a visão que provém do compromisso com a Palavra de Deus.

Em segundo lugar, nós devemos reconhecer e recompensar aqueles que demonstram esse comprometimento. Quando alguém serve fielmente na célula, a recompensa pode ser um simples “obrigado”. E, claro, reconhecer a fidelidade e frutos em líderes de célula antes da congregação pode ser um grande estímulo. Se há celebração no céu por um pecador que se arrepende, porque não celebrar as conquistas dos trabalhadores de Deus? Na verdade, a Palavra diz que nós seremos reconhecidos por anjos diante do Pai, e recompensados com coroas de glória incorruptíveis.

Em terceiro lugar, certifique-se de que todos na célula estejam ativamente envolvidos, participando das diferentes partes do grupo, bem como usando seus dons espirituais. Assim, a célula será mais enérgica e orgânica conforme cada pessoa fizer a sua parte. Quando isso ocorrer, a célula será mais unificada e produtiva.

David

 

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CÓMO AUMENTAR EL COMPROMISO EN LA CÉLULA

By: Msc. David Jaramillo Burgos

Para que la célula de resultados favorable todos sus miembros deben estar comprometidos. Eso significa que cada uno debe tener interés y responsabilidad. El interés no es otra cosa que darle importancia, y esa importancia se logra cuando hay convencimiento del respaldo bíblico al ministerio celular; pero también, es responsabilidad de hacer algo para que la célula funcione, crezca y se multiplique. ¿Cómo lograr este compromiso? Permítame sugerir algunas ideas.

Primero, hay que DISTINGUIR ENTRE PARTICIPAR Y COMPROMETERSE. Participar no es más que asistir, o sea, dar lo mínimo. La Palabra nos manda a llevar “mucho fruto” y fruto que permanezca (Jn. 15:1-10). Comprometerse es dar todo lo que está en mis manos para alcanzar una meta. Tal como lo hicieron los primeros cristianos que dieron hasta su vida para que el cristianismo se extendiera a pesar de la persecución.

Ahora, muchas veces los miembros de la célula no se comprometen porque las metas les son impuestas y no se sienten parte de ellas. Como líder debes hallar la forma en la cual los miembros se alineen alrededor de la palabra y la visión para alcanzar la meta planteada.

Otra forma de lograr compromiso es RECONOCER Y RECOMPENSAR. Cuando alguien cumple fielmente hay que reconocerlo y recompensarlo. Algo tan fácil como un “gracias” a tiempo, puede ser un gran gesto. Valorar y elogiar ante la congregación, e incluso un poco de celebración nunca hace daño. Si en el cielo hay celebración por un pecador que se arrepiente, ¿por qué no celebrarlo nosotros también? De hecho la Palabra dice que seremos reconocidos por los ángeles delante del Padre, y recompensados con coronas incorruptibles de gloria.
Por último, FORMA. Convierte tu reunión de célula en un espacio de crecimiento, con más energía y una atmosfera entretenida que permita que cada creyente potencie la mejor parte de cada uno. Cuando esto ocurre, no solo que la célula se unifica, sino que se hace más productiva.

Time Commitment in the Cell Ministry

david

By: David Jaramillo Burgos

Time? Most definitely yes. Everything worthwhile takes time. And cell ministry requires investing in people through building relationships. Why? Because cell ministry is relational. We win souls, disciple them, and multiply groups as we build relationships with those in the group.

And this is exactly what we see in Acts 2: 41-47. We read in these verses about community relationships between those who were touched by the gospel. Scripture tells us that those who met in homes:

  1. They received the word.
  2. They devoted themselves to the doctrine.
  3. Lived in fellowship.
  4. Celebrated the Lord’s Supper
  5. Had all things in common

This passage provides guidelines for cell ministry and activities that will definitely take our time. They are:

  1. The preaching of the word for the salvation of unbelievers: The cell exists to evangelize, to tell anyone who does not believe that there is abundant life in Jesus Christ and that whoever believes in him shall be saved.
  2. The study of the Word: To understand pure doctrine, persevere in it, and teach it to others
  3. Worship: The center of the cell is the Lord Jesus Christ. As we meet to worship him, he receives the glory.
  4. Life in Community: God wants us to relate as brothers, since we are a family, fraternally united by the blood of Jesus Christ and the Holy Spirit. That community life reflects that we are disciples of the Master.
  5. Service: By helping each other and those outside the faith, especially those who are in need. Social support is one way to reflect God’s love.

Not only is cell ministry biblical, but it also allows us to experience life better body and extend the kingdom of God. All you do for the Lord is not in vain. Our labor for him is rewarded in this life when we see transformed lives by the power of God’s Word but above all when we hear the Lord say, "Well done you good and faithful servant; Enter into the joy of thy Lord."

David

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Portuguese blog:

Compromisso de tempo no Ministério celular

Por: David Jaramillo Burgos

Tempo? Definitivamente sim. Tudo que vale a pena leva tempo. E o ministério de células requer investimento nas pessoas através da construção e fortalecimento de relacionamentos. Por quê? Porque o ministério de células é relacional. Nós ganhamos almas, discipulamos essas vidas e multiplicamos grupos à medida que construímos relacionamentos com as pessoas no grupo.

E é exatamente isso que nós vemos em Atos 2: 41-47. Nós lemos nesses versículos sobre relacionamentos de comunidade entre os que foram tocados pelo Evangelho. As Escrituras nos dizem que aqueles que se reuniam nos lares:

  1. Eles recebiam a palavra.
  2. Eles perseveravam na doutrina.
  3. Viviam em comunhão.
  4. Celebravam a Ceia do Senhor.
  5. Tinham todas as coisas em comum.

Esta passagem fornece diretrizes para o ministério de células e atividades que irão definitivamente assumir o nosso tempo. Elas são:

  1. A pregação da palavra para a salvação dos incrédulos: A célula existe para evangelizar, para contar a alguém que não acredita que há vida abundante em Jesus Cristo e que todo aquele que nele crê será salvo.
  2. O estudo da Palavra: Entender a doutrina pura, perseverar nela, e ensiná-la aos outros.
  3. Adoração: O centro da célula é o Senhor Jesus Cristo. Como nos reunimos para adorá-lo, Ele recebe a glória.
  4. Vida em Comunidade: Deus quer que nos relacionemos como irmãos, pois somos uma família, fraternalmente unidos pelo sangue de Jesus Cristo e pelo Espírito Santo. Que a vida da comunidade reflita que somos discípulos do Mestre.
  5. Serviço: Ajudando uns aos outros e os que estão fora da fé, especialmente aqueles que estão em necessidade. O apoio social é uma forma de refletir o amor de Deus.

Não só o ministério celular é bíblico, mas também nos permite experimentar a vida melhor como corpo e estender o reino de Deus. Tudo que você faz para o Senhor não é em vão. Nosso trabalho para Ele é recompensado nesta vida quando vemos vidas transformadas pelo poder da Palavra de Deus, mas, acima de tudo, quando ouvimos o Senhor dizer: "Muito bem, servo bom e fiel; Entra na alegria do teu Senhor".

David

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Compromiso de Tiempo en el Ministerio Celular

By: David Jaramillo Burgos

¿Tiempo? Pues definitivamente que sí. Todo lo que vale la pena requiere tiempo; y mucho más cuando se trata de invertir en personas, construir una relación y fortalecerla; y, el ministerio a través de las células es relacional. Ganamos, discipulados y nos multiplicamos a través de la relación con otras personas en el grupo.
Así es como lo vemos en la Biblia. Hechos 2:41-47 habla de una relación plural, de intercambios transicionales entre varias personas. Los que se reunían en las casas:
1. Recibían la palabra.
2. Perseveraban en la doctrina.
3. En la comunión unos con otros.
4. En el partimiento del pan y en las oraciones.
5. Estaban juntos y tenían en común todas las cosas.
Este pasaje establece la base bíblica para el ministerio celular y las actividades a las que hay que dedicar tiempo; estas son:
1. La predicación de la palabra para la salvación de los incrédulos: La célula existe para evangelizar, para decirle a todo aquel que no cree que en Jesucristo hay vida en abundancia, y que quien cree en él será salvo.
2. El estudio de la palabra: Para conocer la doctrina y perseverar en ella, para enseñar, para ayudar, para corregir; en fin, para mostrar al creyente cómo debe vivir.
3. Adoración: El centro de la célula es el Señor Jesucristo, Nos reunimos y relacionamos para adorarlo y exaltarlo a él.
4. Vida en comunidad: Dios quiere que nos relacionemos como hermanos, somos una familia, unidos fraternalmente por la sangre de Jesucristo y el Espíritu Santo. Esa vida en comunidad refleja que somos discípulos del Maestro.
5. Servicio: Unos a otros y hacia afuera, especialmente a aquellos que están en necesidad. La ayuda social es una forma a través de la cual podemos reflejar el amor de Dios.
No solo que el ministerio celular es bíblico, sino también que nos permite experimentar de mejor manera la vida de cuerpo y extender el reino de Dios. Todo lo que hacemos para el Señor no es en vano. Tiene recompensa en esta vida cuando veamos vidas transformadas por el poder de la palabra; y sobre todo, en los cielos cuando oigamos del Señor decir: “Bien, siervo bueno y fiel; en lo poco fuiste fiel, sobre mucho te pondré; entra en el gozo de tu Señor”.

Too Busy to Serve

robert

by Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil

Many church members say they have no time to get involved in cell ministry because they are busy doing other things. Yet we all have the same twenty-four hours each day. The big question is this: how do I use my twenty-four time period? or What determines my priorities?

The Christian is a citizen of the kingdom of God first and foremost. We are not citizens of the kingdoms of this world. If this is true, our time and agenda must be determined by Kingdom of God principles, which in turn determine our practices, or what we do in everyday life. I think our biggest problem is that we have lost the awareness of our real citizenship. We have forgotten the explicit command of Jesus in Mathew six, which tells us to seek first the Kingdom of God and then all these other things… (necessary to live in this world) will be added to our lives. Because of the failure to live a kingdom lifestyle, Christianity has too often become a religion that has some rituals to be observed and consumed. We need to return to the reality that our citizenship is in heaven and that our first priority is to love God with all of our heart. The priority of our time commitments will naturally follow.

Pastors must rescue this lost truth of our real citizenship. They must teach, preach and live Kingdom values, so people can see and experience this new way of life. This is why I always teach that the lead pastor should lead the first pilot group to model the values that he wants the members to follow. This prototype cell, led by the lead pastor who exemplifies a radically changed lifestyle, will slowly cause a revolution that will finally reach the whole congregation.   This will affect their priorities and practices, and they will follow the example of their leaders.

Help us God.

Robert

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Muito Ocupado(a) para Servir

por Robert Lay, Ministério de Igreja em Células do Brasil

Muitos membros da igreja dizem que eles não têm tempo para se envolver no ministério em células porque eles estão ocupados fazendo outras coisas. No entanto, todos nós temos as mesmas vinte e quatro horas por dia. A grande questão é: Como eu uso o meu período de vinte e quatro horas? Ou O que determina minhas prioridades?

O cristão é um cidadão do Reino de Deus em primeiro lugar e acima de tudo. Nós não somos cidadãos dos reinos deste mundo. Se isso for verdade, nosso tempo e agenda devem ser determinados pelos princípios do Reino de Deus, o que por sua vez determinam nossas práticas, ou o que nós fazemos em nossa vida cotidiana. Eu acho que o nosso maior problema é que nós perdemos a consciência de nossa verdadeira cidadania. Nós esquecemos o comando explícito de Jesus em Mateus 6, que nos fala sobre buscar primeiro o Reino de Deus e depois todas as outras coisas… (necessárias para viver nesse mundo) serão acrescentadas em nossas vidas. Por causa da incapacidade de viver um estilo de vida de reino, o cristianismo muitas vezes se torna uma religião que tem alguns rituais a serem observados e consumidos. Nós precisamos retornar para a realidade de que nossa cidadania está no céu e que nossa primeira prioridade é amar Deus com todo o nosso coração. A prioridade dos compromissos do nosso tempo seguirá naturalmente.

Os pastores devem resgatar essa verdade perdida de nossa verdadeira cidadania. Eles devem ensinar, pregar e viver os valores do Reino, para que assim as pessoas possam ver e experimentar essa nova forma de vida. É por isso que eu sempre ensino que o pastor principal deve liderar o primeiro grupo piloto para modelar os valores que ele quer que os membros sigam. Essa célula-protótipo, liderada pelo pastor principal, que exemplifica um estilo de vida radicalmente transformado, vai aos poucos causar uma revolução que finalmente vai alcançar toda a congregação. Isso vai afetar suas prioridades e práticas, e eles vão seguir o exemplo de seus líderes.

Nos ajude, Deus.

Robert

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Demasiado ocupado para Servir 

Por Robert Lay, Ministerio de la iglesia celular de Brasil 

Muchos miembros de la iglesia dicen que no tienen tiempo para involucrarse en el ministerio celular porque están ocupados haciendo otras cosas. Sin embargo, todos tenemos las mismas veinticuatro horas cada día. La gran pregunta es la siguiente: ¿cómo puedo utilizar mi período de tiempo de veinticuatro horas? o ¿Qué determina mis prioridades?

El cristiano es sobre todo un ciudadano del Reino de Dios. No somos ciudadanos de los reinos de este mundo. Si esto es cierto, nuestro tiempo y nuestra agenda deben ser determinados por los principios del Reino de Dios, los cuales a su vez determinan nuestras prácticas, o lo que hacemos en la vida cotidiana. Creo que nuestro mayor problema es que hemos perdido la conciencia de nuestra verdadera ciudadanía. Hemos olvidado el mandato explícito de Jesús en Mateo seis, que nos dice que debemos buscar primero el Reino de Dios y que luego todas estas otras cosas… (necesarias para vivir en este mundo) serán añadidas a nuestra vida. Debido al fracaso de vivir un estilo de vida del Reino, el cristianismo se ha convertido muy a menudo en una religión que tiene algunos rituales que deben ser observados y abrazados. Tenemos que volver a la realidad de que nuestra ciudadanía está en los cielos y que nuestra primera prioridad es amar a Dios con todo nuestro corazón. La prioridad en nuestros compromisos de tiempo fluirá naturalmente.

Los pastores deben rescatar esta verdad perdida de nuestra verdadera ciudadanía. Deben enseñar, predicar y vivir los valores del Reino, para que las personas puedan ver y experimentar esta nueva forma de vida. Es por esto que siempre enseño que el pastor principal debe conducir el primer grupo piloto para modelar los valores que quiere que los miembros sigan. Esta célula prototipo, dirigida por el pastor principal, que ejemplifica un estilo de vida radicalmente transformado, poco a poco causará una revolución que finalmente alcanzará a toda la congregación. Esto afectará sus prioridades y prácticas, y ellos seguirán el ejemplo de sus líderes.
Ayúdanos Dios.

Robert

The Day of Joshua

daphne

by Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

I am often asked , "what should be my priority – family or serving God?" I believe that is the wrong question! Joshua did not say “As for me I will serve the Lord and then I will serve my family.” Neither did He say “I will prioritize my family and then I will serve the Lord.” He said, “As for me and my house, WE will serve the Lord” (Joshua 24:15). No prioritizing. He simply confirmed that we will do this together, and I will lead the way.

Sadly I see families torn apart by ministry. I also see the body denied the gifts because of this sense of choosing.

Cell leaders do not have to choose. The realities is that families can serve Him together whether they are homogeneous of multigenerational. Let me give three simple examples that I hope will inspire, motivate and bring a revolution in the way leaders serve with their families and remove the concept that they are “too busy” for one or the other.

Example 1: Visiting a sick cell member can often be done accompanied by one of the leader’s children.  Together they can pray for the member or together take flowers or cards made by all the family. The parent can then also spend time with the child on the journey and perhaps go for a drink with them before returning home. So together they serve the Lord.

Example 2: A cell leader preparing for the cell meeting can sit with the family, share what will happen, get ideas and pray together. He or she can tell them what happened in the meeting as a result of their input … together they serve the Lord.

Example 3: Coaches should ideally meet occasionally not only with the cell leader but the leader’s family.
When Pastors have days for Cell leaders, they can arrange something very special for their children, so the children can understand that it is a privilege to be involved in ministry.

I believe the reason we have the “Pastors Kid” or “Missionary Kid” or potentially “Cell Leader’s Kid” syndrome is because leadership has not involved the children in ministry. When God called the parent into leadership, he intended that this calling would bless the entire family. It is time to restore the day of Joshua when families, parents, teens and children together serve the Lord and no one is “too busy” for the other.

Daphne

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O Dia de Josué

por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Me perguntam com frequência: "Qual deve ser minha prioridade – família ou servir a Deus?". Eu acredito que essa é a pergunta errada! Josué não disse "Eu servirei ao Senhor e depois servirei minha família". Ele também não disse "Vou priorizar minha família e depois vou servir ao Senhor". Ele disse: "Eu e minha casa, NÓS serviremos ao Senhor" (Josué 24:15). Sem priorizar. Ele simplesmente confirmou que nós faremos isso juntos, e eu mostrarei o caminho.

Infelizmente eu vejo famílias destruídas pelo ministério. Eu também vejo o corpo negando os dons por causa desse senso de escolha.

Líderes de célula não precisam escolher. A realidade é que as famílias podem servir a Ele juntos, sejam elas homogêneas ou multigeracionais. Vou dar três exemplos simples que eu espero que inspirem, motivem, tragam uma revolução na forma como os líderes servem com suas famílias e removam o conceito de que eles estão "muito ocupados" para um ou para o outro.

Exemplo 1: Visitar um membro doente da célula pode ser feito frequentemente acompanhado por um dos filhos do líder. Juntos eles podem orar pelo membro ou levar flores ou cartões feitos por toda a família. Depois o(a) líder pode passar um tempo com sua criança no trajeto e talvez parar para tomar algo antes de voltar para casa. Assim, juntos eles servem ao Senhor.

Exemplo 2: Um líder de célula se preparando para a reunião da célula pode sentar com a família, compartilhar o que vai acontecer, ter ideias e orar juntos. Ele ou ela pode lhes dizer depois o que aconteceu na reunião como resultado de sua participação… Juntos eles servem ao Senhor.

Exemplo 3: Os treinadores deveriam ocasionalmente se encontrar, idealmente, não só com o líder de célula, mas também com a família do líder. Quando os pastores têm dias para os líderes de célula, eles podem preparar algo muito especial para seus filhos, para que assim essas crianças possam entender que é um privilégio estar envolvido no ministério.

Eu acredito que a razão para nós termos a síndrome de “Filho de Pastor” ou “Filho de Missionário" ou potencialmente “Filho de Líder de Célula” é porque a liderança não envolveu as crianças no ministério. Quando Deus chamou o pai/mãe para a liderança, Ele tinha a intenção de que esse chamado abençoasse toda a família. É tempo de restaurar os dias de Josué quando as famílias, pais, adolescentes e crianças serviam ao Senhor e ninguém estava "muito ocupado" para o outro.

Daphne

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El Día de Josué

Por Daphne Kirk, www.gnation2gnation.com

Frecuentemente me preguntan, “¿cuál debe ser mi prioridad – la familia o el servicio a Dios?”. ¡Creo que esa es una pregunta equivocada! Josué no dijo: “En cuanto a mí voy a servir al Señor y después serviré a mi familia”. Tampoco dijo “Voy a dar prioridad a mi familia y luego serviré al Señor”. Él dijo: “Mi casa, y yo serviremos al Señor”. (Josué 24:15). No hubo prioridad. Él simplemente confirmó, vamos a hacer esto juntos, y yo mostraré el camino.

Lamentablemente veo cómo familias son destruidas por el ministerio. También veo al cuerpo de Cristo rechazar los dones debido a este sentido de elección.

Los líderes de células no tienen que elegir. La realidad es que las familias pueden servir juntos ya sean familias homogéneas o multigeneracionales. Permítanme darles tres ejemplos sencillos que espero que puedan inspirar, motivar y traer una revolución en la forma cómo los líderes sirven con sus familias eliminando el concepto de que están “demasiado ocupados” para el uno o el otro.

Ejemplo 1: La visita a un miembro enfermo de la célula a menudo puede hacerse acompañado de uno de los hijos del líder. Juntos pueden orar por el miembro o juntos pueden llevar flores o tarjetas hechas por toda la familia. El padre después puede invertir tiempo con el niño durante el viaje y tal vez pasar tomando algo con él antes de regresar a casa. Y así, juntos sirven al Señor.
Ejemplo 2: Un líder de célula puede sentarse con la familia mientras se prepara para la reunión de célula y compartir lo que sucederá en la reunión, recibir ideas y orar juntos. Él o ella les puede decir lo que pasó en la reunión como resultado de sus insumos… juntos le sirven al Señor.

Ejemplo 3: Los supervisores idealmente deberían reunirse de vez en cuando no sólo con el líder de la célula, sino también con la familia del líder. Cuando los pastores disponen días para los líderes de células, pueden organizar algo muy especial para sus hijos, para que los hijos puedan entender que es un privilegio estar involucrado en el ministerio.

Creo que la razón por la que tenemos el síndrome del “Hijo del Pastor” o del “Niño Misionero” o potencialmente del “Hijo del líder de la célula”, es porque el liderazgo no ha involucrado a los hijos en el ministerio. Cuando Dios llamó a los padres al liderazgo, Él tenía la intención de que este llamado bendijera a la familia entera. Ya es hora de restaurar el día de Josué cuando las familias, padres, adolescentes y niños sirvan juntos al Señor y nadie esté “demasiado ocupado” para hacer lo otro.

Daphne

What can we expect from Children in a Cell Group Church?

daphne

By Lorna Jenkins

How much spiritual insight can we expect from children who are growing up in the community of the church?  I suspect it is a great deal more then we expect or encourage.  Some parents and leaders seem to expect that children will be spiritually inactive until well into their teenage years.  This idea is based on the well-known stages of intellectual understanding, which are taught in our training colleges.
But spiritual understanding is not the same as intellectual understanding.  Long before children can explain or rationalize their own feelings and aspirations, they can experience thoughts and pictures, which draw them towards God with increasing clarity.  This inner life makes it possible for children to worship and pray in direct encounters with God.  Their imagination is their God-given tool, which bypasses the rational tools of explanation.  They know He is there and they want to talk with Him.

If we can regard Jesus as a natural and developed child at the age of twelve, we may get some clues about what we may reasonably expect from our children, especially those growing up in a community of faith.  In Luke 2: 41-51 we read the curious and unique story of Jesus as a child.  He was not a superhuman child.  He had set aside his Godhead to accept the limitations of human life, even the restrictions of childhood.

Jesus’ reply to his parents was that he must be about his Father’s business.  He had a sense of mission.  He knew that he had a destiny from God and he had to keep that in focus.  He seemed to be surprised that his parents were unaware of that.  Maybe their stories of his miraculous birth made him expect more understanding from them.  Or maybe simply their role as parents ought to have prepared them for the idea that their son would have a relationship with God and he had a purpose written on his life.

Based on Jesus’ example of spiritual maturity, I would expect that by the age of twelve, children ought to have a personal relationship with God as their Father which is an important part of their life experience.  I would also expect that they might have the beginning of an idea that God has a purpose for their lives.  It may be a very shapeless and unformed picture at that moment, but they expect that one day God will make it clear. 
With this in mind, children can continue to explore, to talk to God as their friend, to seek his help and forgiveness when they need it, to look for opportunities to talk about him and to pray for others.  That kind of personal vision will hold them close to God for many years to come.  It cannot come second-hand.  They need to know it for themselves.

We cannot impose this kind of God-consciousness on children if it isn’t there.  No amount of instruction will produce a relationship.  We need to bring them close to the Father and let them discover Him for themselves.  Once children discover that God is real  and active in their lives, and that He loves them no matter what, they begin to discover what a great Father they have.

Lorna

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O que nós podemos esperar das Crianças numa Igreja em Células?

Por Lorna Jenkins

Quanta compreensão espiritual nós podemos esperar de crianças que estão crescendo na comunidade da igreja? Eu suspeito que seja muito mais do que esperamos ou incentivamos. Alguns pais e líderes parecem esperar que as crianças fiquem espiritualmente inativas até chegar em seus anos de adolescência. Esta ideia baseia-se nos estágios bem conhecidos de compreensão intelectual, que são ensinados em nossas escolas de formação.

Contudo, a compreensão espiritual não é a mesma que a compreensão intelectual. Muito antes de as crianças poderem explicar ou racionalizar os seus próprios sentimentos e aspirações, elas podem experimentar pensamentos e imagens, que as atraem para Deus com clareza cada vez maior. Esta vida interior torna possível que as crianças adorem e orem em encontros diretos com Deus. Sua imaginação é sua ferramenta dada por Deus, que ignora as ferramentas racionais da explicação. Elas sabem que Ele está lá e elas querem falar com Ele.

Se nós podemos considerar Jesus como uma criança natural e desenvolvida com a idade de doze anos, podemos conseguir algumas pistas sobre o que podemos esperar razoavelmente de nossas crianças, especialmente aquelas que crescem em uma comunidade de fé. Em Lucas 2: 41-51 lemos a história curiosa e sem igual de Jesus como uma criança. Ele não era uma criança super-humana. Ele deixou de lado sua divindade para aceitar as limitações da vida humana, até mesmo as restrições da infância.

A resposta de Jesus para seus pais era que ele devia tartar dos negócios de seu Pai. Ele tinha um senso de missão. Ele sabia que ele tinha um destino de Deus e que ele tinha que manter isso em foco. Ele parecia estar surpreso por seus pais não estarem cientes disso. Talvez as histórias de seus pais sobre seu nascimento milagroso o tenha feito esperar mais compreensão da parte deles. Ou talvez simplesmente o seu papel como pais deveria tê-los preparado para a idéia de que seu filho teria um relacionamento com Deus e que ele tinha um propósito escrito em sua vida.

Com base no exemplo de maturidade espiritual de Jesus, eu esperaria que por volta dos doze anos de idade as crianças devem ter um relacionamento pessoal com Deus como seu Pai, o que é uma parte importante de sua experiência de vida. Gostaria também de esperar que elas tenham o início de uma idéia de que Deus tem um propósito para suas vidas. Pode ser uma imagem muito disforme e imatura no momento, mas elas esperam que um dia Deus vai esclarecê-la.

Com isso em mente, as crianças podem continuar a explorar, falar com Deus como seu amigo, buscar Sua ajuda e perdão quando elas precisam, procurar por oportunidades para falar sobre Ele e orar pelos outros. Esse tipo de visão pessoal vai mantê-las perto de Deus por muitos anos vindouros. Isso não pode vir de segunda mão. Elas precisam saber por si mesmas.

Não podemos impor este tipo de consciência de Deus sobre as crianças se ela não está lá. Nenhuma quantidade de instrução irá produzir um relacionamento. Precisamos trazê-las para perto do Pai e deixá-las descobri-Lo por si mesmas. Uma vez que as crianças descobrem que Deus é real e ativo em suas vidas, e que Ele as ama independente de qualquer coisa, elas começam a descobrir que grande Pai elas têm.

Lorna

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¿Qué podemos esperar de los niños en la  Iglesia Celular?

Por Lorna Jenkins

¿Cuánta visión espiritual podemos esperar de los niños que están creciendo en la comunidad de la iglesia? Sospecho que es mucho más de lo que esperamos o animamos. Algunos padres y líderes esperan que los niños estén espiritualmente inactivos hasta llegar a sus años de adolescencia. Esta idea se basa en las etapas conocidas de la comprensión intelectual, que se imparten en nuestros centros de formación.

Pero la comprensión espiritual no es lo mismo que la comprensión intelectual. Mucho antes los niños puedan explicar o racionalizar sus propios sentimientos y aspiraciones, ellos pueden experimentar pensamientos e imágenes, lo que les atrae hacia Dios cada vez más con mayor claridad. Esta vida interior hace que sea posible para que los niños adoren y oren directamente con Dios. Su imaginación es su herramienta dada por Dios, la cual pasa por las herramientas racionales de explicación. Ellos saben que Él está allí y quieren hablar con él.
Si podemos considerar a Jesús como un hijo natural y desarrollado a la edad de doce años, podemos obtener algunas pistas sobre lo que podemos esperar razonablemente de nuestros niños, especialmente aquellos que crecen en una comunidad de fe. En Lucas 2: 41-51 leemos la historia curiosa y única de Jesús como niño. Él no era un niño sobrehumano. Él había dejado a un lado su Divinidad para aceptar las limitaciones de la vida humana, incluso las restricciones de la infancia.

La respuesta de Jesús a sus padres era que él tenía que ocuparse de los negocios de su Padre. Él tenía un sentido de misión. Él sabía que tenía el destino de Dios y tenía que tener ese enfoque. Parecía estar sorprendido de que sus padres no estaban al tanto de eso. Tal vez las historias de su nacimiento milagroso le hicieron esperar más comprensión de ellos. O tal vez simplemente su papel como padres debió haberlos preparado para la idea de que su hijo tendría una relación con Dios y él tenía un propósito por escrito sobre su vida.

En base a los ejemplos de madurez espiritual de Jesús, yo esperaría que a la edad de doce años, los niños deben tener una relación personal con Dios como su Padre que está en una parte importante de su experiencia de la vida. También esperaría que tengan el comienzo de una idea que Dios tiene un propósito para sus vidas. Puede ser una imagen muy sin forma en ese momento, pero esperaría que un día Dios haga que sea más claro.
Con esto en mente, los niños pueden seguir estudiando, para hablar con Dios como su amigo, a buscar su ayuda y perdón cuando lo necesitan, para buscar oportunidades, hablar de él y orar por otros. Ese tipo de visión personal será mantenida cerca de Dios durante muchos años por venir. No puede venir de segunda mano. Ellos necesitan saberlo por sí mismos.

No podemos imponer este tipo de conciencia de Dios en los niños si no está allí. Ninguna cantidad de instrucción producirá una relación. Tenemos que traerlos cerca del Padre y dejar que ellos lo descubran por sí mismos. Una vez que los niños descubran que Dios es real y activo en sus vidas, y que Él los ama no importa qué, ellos comenzarán a descubrir que gran padre tienen.

Lorna

Defining what a Cell, Part 2

freddy

by Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

A few years ago while talking with a pastor friend about cells, he told me about all the cells he had in his church. Later he invited me to speak in his church, and I asked him if I could visit one or more of his cell groups. The pastor then took me to various classrooms in his church building and showed me the groups of children and adults who were studying God’s Word. These were the “cell groups” that this pastor had talked about.

In spite of how some churches might define their “cell groups,” I think it’s important that cell groups meet outside the church building. Meeting outside the church building is the norm in the vast majority of cell churches around the world. These same worldwide cell churches do have small groups within the church, but they are not called cell groups. They might be groups meeting for equipping, worship, or ushering. But they are not called cells.

The beauty of a cell group is that it meets outside the church building to reach people where they live and work. In an increasingly complex world, where distance from the church building is growing, home group meetings can reach people where they actually live. After all, doesn’t most of life take place outside the church building?

It’s also important to define the purpose of the cell. The cells is not only a prayer circle, although prayer is an important part. It’s not only a Bible study, although sharing God’s Word is essential. It’s not just a “social gathering,” although community is very important. The cell includes all these functions but does not focus on only one of them.

Its purposes is to create a space where people can be built up, where true community takes place, and where non-believers can be introduce to the Savior. The cell is the church and must express the very life of Christ’s church. Through cell ministry, Christ fulfills his purpose.

Then there is also the multiplication aspect. The reason for multiplication is to allow more opportunities for ministry and get people involved in an ever-increasing way. Multiplication also helps the cell to remain small and intimate, while constantly adding new people who don’t know Jesus into the midst.

Clearly defining what a cell is will help us to better understand who we are, where we are going, and what we are trying to accomplish. Do not dilute the definition of a cell.

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Freddy

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Portuguese blog:

Definindo uma Célula, Parte 2

por Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Há alguns anos, enquanto eu conversava com um amigo pastor sobre células, ele me contou sobre todas as células que ele tinha em sua igreja. Mais tarde ele me convidou para falar na sua igreja, e eu perguntei-lhe se eu poderia visitar um ou mais dos seus grupos celulares. O pastor então me levou a várias salas de aula em sua igreja e me mostrou os grupos de crianças e adultos que estavam estudando a Palavra de Deus. Estes eram os “grupos celulares” que este pastor tinha falado.

Apesar de como algumas igrejas podem definir seus “grupos celulares”, eu acho que é importante que os grupos se reúnam fora do prédio da igreja. Se reunir fora do prédio da igreja é a norma na grande maioria das igrejas em células em todo o mundo. Essas mesmas igrejas em células em todo o mundo têm pequenos grupos dentro da igreja, mas eles não são chamados de células. Eles podem ser grupos de reuniões para equipar, adoração, ou de servos. Mas eles não são chamados de células.

A beleza de um grupo de células é que se ele reúne fora do prédio da igreja para alcançar as pessoas onde elas vivem e trabalham. Em um mundo cada vez mais complexo, onde a distância até o prédio da igreja está crescendo, reuniões de grupos nas casas podem alcançar as pessoas onde elas moram. Afinal de contas, a maior parte da vida não acontece fora do prédio da igreja?

Também é importante definir a finalidade da célula. A célula não é apenas um círculo de oração, embora a oração seja uma parte importante. Não é apenas um estudo bíblico, embora compartilhar a Palavra de Deus seja essencial. Não é apenas uma “reunião social”, apesar de a comunidade ser muito importante. A célula inclui todas essas funções, mas não se concentra em apenas uma delas.

O seu objetivo é criar um espaço onde as pessoas podem ser construídas, onde a verdadeira comunidade tem lugar, e onde não-crentes podem ser apresentados ao Salvador. A célula é a igreja e deve expressar a própria vida da Igreja de Cristo. Através do ministério de células, Cristo cumpre o seu propósito.

Além disso, existe o aspecto de multiplicação. A razão para a multiplicação é permitir mais oportunidades para o ministério e envolver as pessoas de uma forma cada vez maior. A multiplicação também ajuda a célula a permanecer pequena e íntima, e adicionando constantemente novas pessoas que não conhecem Jesus para esse meio.

Definir claramente o que uma célula é nos ajudará a entender melhor quem somos, para onde vamos, e o que estamos tentando realizar. Não dilua a definição de uma célula.

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Freddy

Spanish blog:

Definiendo lo que es una Célula, parte 2

por Freddy Noble

Hace unos cuantos años mientras conversaba con un amigo pastor sobre el tema de las células, me dijo que en su iglesia había también un ministerio de células y por lo que me contaba, bastante prospero. Como yo estaba invitado a predicar durante el fin de semana allí, quise pedirle que me llevara a ver alguna de las reuniones. Nos dirigimos al templo a la hora acordada. El pastor me llevo a cada uno de los salones del templo, donde adultos, jóvenes y niños, compartían con entusiasmo la Palabra de Dios. Para el, eso constituían las células.

A despecho de lo que opine mucha gente creo que la experiencia de la gran mayoría de las iglesias basadas en células en todos los continentes es que estas se reúnen fuera del templo. Los grupos que se reúnen dentro de este son, en efecto, grupos pequeños, pero no pueden ser denominados células.

Estas se reúnen fuera del límite de las cuatro paredes del templo, allí donde está la gente. En un mundo cada vez más complejo, donde las distancias son cada vez mayores y los horarios diversos, reunir los grupos en los hogares en las áreas donde vive la gente facilita el ministerio. Después de todo es fuera del ámbito del templo, donde se halla el escenario de nuestro trabajo.

Luego es importante, a la hora de definir lo que son las células, recordar sus propósitos .No se trata de “un circulo de oración”, aunque se ora; ni de un “estudio bíblico”, aunque se comparte la Palabra de Dios; no es una reunión de “compañerismo social” aunque hay comunión entre los hermanos. Las células incluyen todo eso y más.

Sus propósitos consisten en crear un espacio donde la gente sea edificada mutuamente, donde haya comunión entre los creyentes y a la vez, donde se alcance a las personas que no conocen a Cristo. Se trata pues, de células integrales. De pequeñas expresiones de la vida de la iglesia .A través de las células, la iglesia cumple sus propósitos.

Es importante tener en el foco de la visión celular, el propósito de multiplicarse. La razón para esto es que la multiplicación de células, crea oportunidades para involucrar a más personas en el ministerio, facilita el compañerismo, al mantener los grupos “pequeños” y sobre todo abre nuevos espacios para que la luz del evangelio llegue a nuevos sectores y hogares y nuevas familias sean ganadas para Cristo.

Definir con claridad lo que son las células, nos ayudara a entender mejor, quienes somos y hacia dónde vamos, y contribuirá a mantenernos enfocados. No diluya su concepción de lo que son las células.

Defining a Cell, part 1

freddy

by Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

When I started cell ministry in our church, I devoured all the available literature. I read various books on cell ministry, which helped me to make my transition. However, none of these books gave me a clear understanding of what a cell actually was. It wasn’t until I read some books by Joel Comiskey and then invited him to give a seminar in our church in 2005 that I understood the definition of a cell group.

It is now my deep conviction that the definition of a cell is very important. Many today talk about "small groups" but fail to define what they are talking about. Now I don’t have a problem of using the term "small group," as long as it is clearly defined. Remember that a cell is a small group, but not all small groups are cell groups. By clearly defining what a cell is, a church can then set parameters for their work and evaluate the progress. A clear definition helps a church maintain a clear purpose, which it can diligent run after. A definition that has been useful for us was the one Dr. Comiskey gave us in one his early lectures. In a nutshell, Comiskey said that a cell is a "a group of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of multiplication."

In other books, Dr. Comiskey has given a similar definition with slight variations (he now focuses more on the goal of making disciples who make disciples that results in multiplication). The bottom line is that clearly defining a cell has been very important for us in order to measure our progress and develop those within the group.

In the above definition there are several elements that I would like to highlight. The first has to do with the size of the group. A cell can start with three people and grow to about fifteen. The key principle here is to keep the group small!! The reason for this limitation is in the fact that one of the key purposes of the cell is community (fellowship). True community doesn’t happen when groups grow too large. They need to stay small in order for close bonds to develop among the members. A small group atmosphere will also help the members to fulfill the "one another" commands of the Bible (over 50 such commands).

The other important aspect of the definition is that cells must meet weekly. Weekly meetings help maintain the quality of relationships among group members and helps in the process of discipleship. When cells meet every other week or once per month, the continuity and quality is diminished. Just like the larger celebration gathering meets week, so also should the cells meet weekly. After all, the cell church is a two-winged church.

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Portuguese blog:

Definindo uma Célula, parte 1

por Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Quando eu iniciei o ministério celular em nossa igreja, eu devorei toda a literatura disponível. Eu li vários livros sobre ministério celular que me ajudaram a fazer a transição. Contudo, nenhum desses grupos me deu um entendimento claro sobre o que uma célula realmente é. Foi somente após eu ler alguns livros do Joel Comiskey e convidá-lo para dar um seminário em nossa igreja em 2005 que eu entendi a definição de um grupo celular.

Agora eu tenho a profunda convicção de que a definição de uma célula é muito importante. Muitos hoje em dia falam sobre “pequenos grupos”, mas falham em definir o que eles estão falando. Agora, eu não vejo problema em usar o termo “pequeno grupo”, contanto que ele esteja claramente definido. Lembre-se que uma célula é um pequeno grupo, mas nem todo pequeno grupo é uma célula. Ao definir claramente o que é uma célula, uma igreja pode estabelecer parâmetros para seu trabalho e avaliar o progresso. Uma definição clara ajuda uma igreja a manter um propósito claro, que pode ser buscado diligentemente. Uma definição que tem sido útil para nós é a que o Dr. Comiskey nos deu em suas primeiras palestras. Em poucas palavras, Comiskey disse que a célula é “um grupo de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade, e crescimento espiritual, com o objetivo de multiplicação”.

Em outros livros, o Dr. Comiskey deu uma definição semelhante com variações leves (agora ele foca mais no objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, o que resulta em multiplicação). A questão de fundo é que a definição clara de uma célula tem sido muito importante para nós, a fim de medir o nosso progresso e desenvolver as pessoas que estão dentro do grupo.

Na definição acima existem vários elementos que eu gostaria de ressaltar. O primeiro está relacionado ao tamanho do grupo. Uma célula pode começar com três pessoas e crescer em torno de quinze. O princípio-chave aqui é manter o grupo pequeno!! A razão para essa limitação está no fato de que um dos propósitos-chave da célula é a comunidade (companheirismo). A comunidade verdadeira não acontece quando os grupos ficam muito grandes. Eles devem permanecer pequenos a fim de desenvolver laços estreitos entre os membros. A atmosfera de um pequeno grupo também vai ajudar os membros a cumprir os comandos de “uns aos outros” da Bíblia (que são mais de 50 comandos).

O outro aspecto importante da definição é que as células devem se reunir semanalmente. Encontros semanais ajudam a manter a qualidade dos relacionamentos entre os membros do grupo e ajuda no processo de discipulado. Quando as células se reúnem a cada duas semanas ou uma vez por mês, a continuidade e qualidade são diminuídas. Assim como o culto de celebração acontece semanalmente, as células também devem se reunir semanalmente. Afinal, a igreja em células é uma igreja com duas asas.

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Definiendo lo que es una Célula

por Freddy Noble

Cuando comencé el enfoque de células en nuestra iglesia me intereso examinar la literatura disponible al respecto. Leí algunos libros de líderes de iglesias celulares crecientes que sin dudas me ayudaron a ir desarrollando la idea de lo que involucraba este ministerio. Sin embargo en ninguno de ellos encontré una clara definición de lo que era una célula. No fue hasta que leí algunos de los libros de Joel Comiskey y le invite a dictar un seminario en nuestra iglesia que comprendí con claridad de que estamos hablando.

Personalmente creo en la importancia de definir con claridad lo que son las células. En el día de hoy se habla de los grupos pequeños y creo que no hay ningún problema en usar ese término siempre que definamos con precisión de que estamos hablando.

Una célula es un grupo pequeño, pero no todo grupo pequeño es una célula. Una clara definición permitirá a la iglesia establecer parámetros para su trabajo y evaluar el progreso. Además, una clara definición se alinea con un propósito claro, puesto que en esta está contenido aquel. Es decir una definición clara e células nos permitirán enfocarnos hacia los propósitos que perseguimos e ir en pos de ellos.
Una definición que para nosotros ha sido útil fue la que escuche del Dr. Comiskey en una de sus conferencias. Entonces, definió las células como “un grupo de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del templo, para adoración, comunión, edificación, y evangelización, con el fin de multiplicarse”.

En otros de los libros del Dr. Comiskey se emplea una definición semejante, con ligeras variantes. El empleo de este concepto ha sido determinante en e l progreso y desenvolvimiento de nuestro trabajo en esta zona.
En la definición anterior hay varios elementos que me gustaría destacar. El primero tiene que ver con el tamaño del grupo. Una célula puede comenzar con tres personas y crecer hasta un máximo de quince. Algunos pastores limitan el número a doce y otros a diez. Lo importante en esta definición es que se limite el grupo puesto que en efecto la célula es un grupo pequeño.

La razón de esta limitación esta en e l hecho de que uno de los propósitos de la célula es el compañerismo o comunión entre los participantes. En la medida en que el grupo es más numeroso en esa medida se dificulta más el poder desarrollar relaciones fuertes y duraderas. Cuando el grupo supera estos números las relaciones se hacen más distantes. Mantener el grupo pequeño nos da la oportunidad de estrechar nuestros lazos y nos posibilita el cumplimiento de los mandamientos recíprocos “de unos a otro“que contiene la Palabra de Dios.

El otro asunto a destacar en esta definición es que las células se reúnen “semanalmente”. De la misma manera que la congregación grande se reúne invariablemente cada semana la célula, que es la “otra ala” del ave que es la iglesia debe hacerlo. La reunión semanal le da continuidad a la célula. Las que se reúnen cada quince días o cada tres meses pierden mucho de lo que implica la experiencia de la reunión celular.

Thoughts

jeff

by Jeff Tunnell

Where is your place where you think most deeply? Perhaps for you this is your office, the kitchen table, a chair in the corner of your bedroom, or a garden setting in solitude, Sitting in the place where I have my deepest devotional thoughts, I inquire of myself and God, “What can I do to sincerely be the best ministry leader for my people?”  “They need to be challenged to live lives worthy of their callings, lives that derive from and demonstrate their indwelling Savior; lives that stand opposed to the schemes of the world, yet effectively salt it regularly.”  “Where will I lead them and how will I lead them so that they do not wilt and tire in the journey?”

I must call them into deep commitment to Christ, without equating that call to activities in church programs.  I must not overload them with my own progrmas that would compromise their time in serving the King.  For example, Brother Lawrence, the 17th century Carmelite monk, wrote that while living in the monastery he practiced the presence of God continually. He would do this everyday, conversing with God during all of his activities.  Each day, the monks were required to stop what they were doing and return to their rooms to spend an hour with God in prayer and solitude.  For Brother Lawrence this was the greatest interruption in his regular conversations with God; prayer suddenly became "official," rather than ordinary– programmatic rather than practical and productive.

As I pray and seek the Lord, God challenges me to inspire believers to live in community (cells), gather those communities for corporate worship (celebration), receive the equipping of the saints, grow to maturity in the presence of fellow believers and pervade the world around them with the Light of Jesus as a natural outflow.  All of that easily and beautifully replaces obedience to overbearing requirements to perform endless programs that waste as much time as they do the lives of those who serve them.

Leaving the place meditation, I resolve to lead others toward life-producing activities.  I will not sacrifice their lives on the altar of program production.  My time will be spent inspiring people to draw life from Christ within and live that life outwardly for the sake of His kingdom.

Jeff

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Pensamentos

por Jeff Tunnell

Sentado no lugar onde eu tenho meus pensamentos mais profundos, talvez para você esse lugar seja seu escritório, a mesa da cozinha, uma cadeira no canto do seu quarto, um cenário de jardim na solidão, eu consulto profundamente a mim mesmo: "O que posso fazer para ser sinceramente o melhor líder do ministério para o meu povo?" "Eles precisam ser desafiados a viver uma vida digna de seus chamados, vidas que derivam e demonstrem seu Salvador interior; vidas que se opõem à esquemática do mundo, mas que o salgam efetivamente e regularmente". "Para onde eu vou levá-los e como vou levá-los para que eles não murchem e se cansem na viagem?"

Eu devo chamá-los para um profundo compromisso com Cristo, sem equiparar esse apelo às atividades em programas da igreja. Em obediência ao chamado do Salvador, mas não aos meus próprios preceitos que podem comprometer seu tempo em servir o Rei. Por exemplo: Irmão Lawrence, o monge carmelita do  século 17 escreveu que, enquanto vivia no mosteiro ele praticava a presença de Deus continuamente, todos os dias, conversando com Deus durante todas as suas atividades. A cada dia, eles eram obrigados a parar o que estavam fazendo e voltar para seus quartos para passar uma hora com Deus na oração e solidão. Para o irmão Lawrence esta era a maior interrupção em suas conversas regulares com Deus; a oração tinha que se tornar "oficial", em vez de comum; programática ao invés de prática e produtiva.

Meus pensamentos mais profundos retornam respostas que me desafiam a inspirar os crentes a viver em comunidade (células), reunir as comunidades para a adoração corporativa (celebração), receber o aperfeiçoamento dos santos, crescer até a maturidade na presença de companheiros de fé e penetrar o mundo ao seu redor com a Luz de Jesus como um fluxo natural. Tudo isso substitui facilmente e belamente a obediência a requisitos prepotentes para executar programas sem fim que desperdiçam o tempo das vidas daqueles que os servem.

Deixando o lugar do pensamento mais profundo, eu resolvo liderar outros em direção a atividades de produção de vida. Eu não vou sacrificar suas vidas no altar da produção de programas. Meu tempo será gasto inspirando as pessoas a tirar a vida de Cristo de dentro e viver essa vida exteriormente por causa do Seu reino.

Jeff

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Pensamientos

por Jeff Tunnell

Sentado en el lugar donde tengo mis pensamientos más profundos, a lo mejor para ti es tu oficina, la mesa de la cocina, una silla en un rincón de tu dormitorio, o en la soledad de un jardín; me escudriño profundamente y me pregunto: “¿Qué puedo hacer yo para ser sinceramente el mejor líder del ministerio para mi pueblo?” “Ellos necesitan ser desafiados a vivir una vida digna de sus llamamientos, vidas que se derivan de su Salvador y demuestran que Él vive en ellos; vidas que se mantienen opuestas a lo esquemático del mundo, impregnándolo, sin embargo, de manera efectiva y regular de sal”. ¿Dónde voy a conducirlos y cómo los guiaré para que ellos no se marchiten y se cansen durante la travesía? "

Debo llamarlos a un profundo compromiso con Cristo, sin equiparar ese llamado con las actividades de los programas de la iglesia. En obediencia al llamado del Salvador, no a mis propios dictados que puedan comprometer su tiempo en su servicio al rey. Por ejemplo: el Hermano Lawrence, el monje carmelita del siglo 17 escribió que mientras vivía en el monasterio practicaba estar en la presencia de Dios continuamente, todos los días, conversando con Dios durante todas sus actividades. Cada día, eran obligados a dejar de hacer lo que estaban haciendo y volver a sus habitaciones para pasar una hora con Dios  en oración y soledad. Para el hermano Lawrence esta era la mayor interrupción en sus conversaciones regulares con Dios; la oración se había convertido en algo “oficial”, en lugar de algo ordinario; programático en lugar de práctico y productivo.

Mis pensamientos más profundos devuelven respuestas que me desafían a inspirar a los creyentes a vivir en la comunidad (células), a reunir esas comunidades para la adoración corporativa (celebración) a recibir el equipamiento de los santos, crecer en madurez en la presencia de hermanos en la fe e impregnar el mundo a su alrededor con la Luz de Jesús como un resultado natural. Todo eso fácilmente y bellamente reemplaza la obediencia por los requisitos autoritarios para llevar a cabo programas interminables que hacen perder tanto tiempo como las vidas de aquellos que los sirven.

Al dejar el lugar donde surgen mis pensamientos  más profundos, resuelvo dirigir a otros hacia actividades que producen vida. No sacrificaré sus vidas en el altar de la producción de programas. Mi tiempo se gastará inspirando a personas para que extraigan la vida de Cristo de sus adentros y vivan esa vida exteriormente por el bien de Su reino.

Jeff

Don’t Try to Save Time by Calling Everything a Cell

joel

by Joel Comiskey

In order to save time in our busy society, many churches decide to broaden their definition of a cell. Some churches talk about having a huge number of small groups but in actuality they are referring to small groups of ushers, deacons, worship teams, prison ministries, and also their normal small groups or cell groups. They basically label their ministry and programs as "small groups." Often the reason for this great variety is to help busy people get involved in a "small group." So while the motivation might be good, the result is a weakened cell system that results in a lack of true discipleship.

Remember that we never get more quality by asking for less quality. Diminishing the quality of the cell will eventually cause the entire cell church strategy to crumble and eventually disintegrate. My counsel is to never cheapen the definition of a cell. It’s the base of the church and the place where discipleship takes place. Each part of a healthy definition must contribute to the truth that the cell is the church. I define a cell as a group of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of making disciples who make disciples, which results multiplication..

You might adjust my definition, but I think it’s important to maintain the basic core components, while giving liberty with regard to where cells will meet, the lesson they will follow, their homogeneity, level of participation, and what they call themselves. However, since the cell is the church, it is essential that cells maintain a high level of quality. Defining a cell with a quality definition will help ensure (not guarantee) that the members become disciples who make disciples.

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Não Tente Economizar Tempo Chamando Tudo de “Célula”

por Joel Comiskey

A fim de economizar tempo em nossa sociedade ocupada, muitas igrejas decidem ampliar sua definição de uma célula. Algumas igrejas falam sobre ter um grande número de pequenos grupos, mas na realidade eles estão se referindo a pequenos grupos de arrumadores, diáconos, equipes de louvor, ministérios de prisão, e também seus pequenos grupos normais ou grupos de células. Elas basicamente rotulam seu ministério e programas como "pequenos grupos". Muitas vezes a razão para esta grande variedade é ajudar as pessoas ocupadas a se envolverem em um "pequeno grupo". Assim, enquanto a motivação pode ser boa, o resultado é um sistema celular enfraquecido que resulta na falta de discipulado verdadeiro.

Lembre-se que nós nunca conseguimos mais qualidade pedindo por menos qualidade. Diminuir a qualidade da célula vai fazer com que eventualmente a estratégia de igreja em células desmorone e se desintegre. Meu conselho é nunca baratear a definição de uma célula. É a base da igreja e o local onde o discipulado ocorre. Cada parte de uma definição saudável deve contribuir para a verdade de que a célula é a igreja. Eu defino uma célula como um grupo de três a quinze pessoas que se reúnem semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade e crescimento espiritual, com o objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, o que resulta em multiplicação…

Você pode ajustar a minha definição, mas eu acho que é importante manter os componentes básicos fundamentais, dando liberdade em relação ao local em que as células vão se reunir, a lição que elas vão seguir, sua homogeneidade, nível de participação, e como elas se chamam. No entanto, uma vez que a célula é a igreja, é essencial que as células mantenham um elevado nível de qualidade. Definir uma célula com uma definição de qualidade vai ajudar a assegurar (não garantir) que os membros se tornem discípulos que fazem discípulos.
  
Joel 

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No trates de ahorrar tiempo llamándole célula a todo 

por Joel Comiskey 

Con el fin de ahorrar tiempo en nuestra ocupada sociedad, muchas iglesias deciden ampliar su definición de célula. Algunas iglesias hablan de tener un gran número de grupos pequeños, pero en realidad se están refiriendo a pequeños grupos de ujieres, diáconos, grupos de alabanza, ministerios de prisiones, así como también a sus grupos pequeños normales o grupos celulares. Básicamente, etiquetan su ministerio y programas como "pequeños grupos". A menudo, la razón de esta gran variedad es ayudar a la gente ocupada a involucrarse en un "grupo pequeño". Por lo que, mientras que la motivación puede ser buena, el resultado es un sistema celular debilitado que se traduce en una falta de verdadero discipulado.

Recuerda que nunca obtenemos más calidad solicitando menos calidad. La disminución de la calidad de la célula, con el tiempo hará que toda la estrategia de la iglesia celular se desmorone y, finalmente se desintegre. Mi consejo es que nunca abarates la definición de una célula. Es la base de la iglesia y el lugar donde se lleva a cabo el discipulado. Cada parte de una definición sana debe contribuir a la verdad de que la célula es la iglesia. Yo defino una célula como un grupo de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de la evangelización, la comunidad y el crecimiento espiritual con el objetivo de hacer discípulos que hagan discípulos, lo que resulta en multiplicación…

Tú podrías ajustar mi definición, pero creo que es importante mantener los componentes básicos del núcleo mientras damos libertad respecto a dónde se reunirán las células, la lección que seguirán, su homogeneidad, su nivel de participación, y cómo ellos se llaman a sí mismos. Sin embargo, ya que la célula es la iglesia, es esencial que las células mantengan un alto nivel de calidad. Definir a la célula con una definición de calidad ayudará a asegurar (no garantizar) que los miembros se conviertan en discípulos que hagan discípulos.


Cell Ministry as the Main Focus

mario

by Mario Vega, www.elim.org.sv

The New Testament church organized itself around the cell model to achieve the main objectives of the faith: evangelism, discipleship and fellowship. Since these are the major components of Christianity, we should also focus on them. The cell model provides a natural and integral way of practicing these key Christian values. You would be hard-pressed to find another methodology that can integrate these activities in such a balanced way.

Thus, a minister of the gospel will be fulfilling his or her role by focusing on the successful implementation of these objectives through cell ministry. The other traditional programs and activities that exist today do not fully reflect God’s plan and purpose for his church. When a pastor grasps how God fulfills his own purposes and plans through cell ministry, he will become more and more convinced of cell ministry. If the pastor only sees cells as an activity–to which he has to add discipleship, fellowship and evangelism programs– he has not yet understood the profound power that cell ministry has to develop these aspects in and of themselves. Cell ministry is not just another program or church activity; Rather, it should be the main focus of God’s church, both within the leadership as well as the congregation.

Mario

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O Ministério Celular como o Foco Principal

por Mario Vega, www.elim.org.sv

O modelo celular é a forma pela qual a igreja do Novo Testamento era organizada para alcançar os principais objetivos da fé: evangelismo, discipulado e companheirismo. Já que esses são os maiores componentes do Cristianismo, nós também deveríamos manter o foco neles. O modelo celular proporciona uma forma natural e integral de praticar esses valores-chave cristãos. Você seria duramente pressionado para encontrar outra metodologia que consegue integrar essas atividades de modo tão balanceado.

Assim, um ministro do Evangelho vai cumprir seu papel ao focar na implementação bem-sucedida desses objetivos através do ministério celular. Os outros programas e atividades tradicionais que existem hoje não refletem completamente o plano e o propósito de Deus para sua igreja. Quando um pastor compreende como Deus cumpre Seus próprios propósitos e planos através do ministério celular, ele vai ficar cada vez mais convencido do ministério celular. Se o pastor só vê as células como uma atividade para a qual ele deve adicionar programas de discipulado, companheirismo e evangelismo, ele ainda não entendeu o poder profundo que o ministério celular tem para desenvolver esses aspectos em si mesmo. O ministério celular não é simplesmente outro programa ou atividade da igreja; ele deveria ser o foco principal da igreja de Deus, tanto dentro da liderança como da congregação.

Mario

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La Célula Integradora de los Valores Cristianos

por Mario Vega

El modelo celular es la forma en que la iglesia del Nuevo Testamento se organizó para alcanzar los grandes objetivos de la fe: la evangelización, el discipulado y la comunión. Siendo estos los grandes componentes del cristianismo la atención de los ministros debería estar enfocada en ellos. El modelo celular proporciona una manera natural e integral de práctica de los valores cristianos. Difícilmente se puede encontrar otra actividad que alcance de manera equilibrada y simultánea estos elementos

Así las cosas, un ministro del evangelio estará cumpliendo bien su papel al enfocarse en la práctica acertada de los principios del trabajo celular. Las otras actividades y programas que ahora existen y que continúan ideándose no podrán superar la idea de Dios para el funcionamiento de su iglesia. El pastor se concentrará en el trabajo celular si en su interior él está consciente de los alcances que este trabajo tiene. El pastor que ve las células como una actividad a la que tiene que añadir programas de discipulado, de comunión y de evangelismo todavía no ha comprendido el profundo poder que la célula tiene para desarrollar esos aspectos de manera sostenida. Las células no son otra actividad de la iglesia, es la actividad que debe ocupar los esfuerzos del pueblo de Dios y sus ministros.