The Cell Culture

mario

by Mario Vega, www.elim.org.sv

Scripture tells us that role of ministers of the gospel is “… the perfecting of the saints, for the work of the ministry”. (Ephesians 4: 11-12). The cell work is the most comprehensive way Christians can live that passage. The truth of Ephesians 4:11-12 implies that believers should abandon their passive role to surrender passionately to evangelism, edification, and fellowship with one another. These are the essential values of life in the cells.

But that change from passivity to activity, from being recipients of the gospel to evangelists, is not easy to achieve. We Christians are people who get used to the traditions and tend to adopt the most comfortable way. However, the Word of God encourages us to become witnesses of the risen Christ to all nations. Through persistence and constant work, Christians can adopt new habits and values. These changes can become a way of life, in which evangelism, edification and fellowship become a new lifestyle. When a growing number of people live according to this Christian lifestyle, we have the emergence of a new evangelical culture.

When this takes place, involvement in the cell work becomes the normal Christian life. People who are born again into this new norm come to see cell values as something normal. Evangelism and discipleship becomes something expected, rather than reserved for those special Christians. When these changes take place, the Christian culture changes from one of passivity and selfishness into a new dynamic one that changes the world for Jesus Christ.

Mario

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Portuguese blog:

A Cultura Celular

por Mario Vega, www.elim.org.sv

A Escritura nos diz que o papel dos ministros do Evangelho é “…querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério” (Efésios 4:11-12). O trabalho da célula é a forma mais abrangente pela qual os cristãos podem viver essa passagem. A verdade de Efésios 4:11-12 implica que os crentes devem abandonar o seu papel passivo para render-se apaixonadamente à evangelização, edificação e comunhão uns com os outros. Estes são os valores essenciais da vida nas células.

Mas essa mudança da passividade à atividade, de ser destinatário do Evangelho para ser evangelista, não é fácil de conseguir. Nós cristãos somos pessoas que se acostumam com as tradições e tendem a adotar a forma mais confortável. No entanto, a Palavra de Deus nos incentiva a nos tornarmos testemunhas de Cristo ressuscitado para todas as nações. Através de persistência e trabalho constante, os cristãos podem adotar novos hábitos e valores. Essas alterações podem tornar-se um modo de vida no qual a evangelização, edificação e comunhão tornam-se um novo estilo de vida. Quando um número crescente de pessoas vive de acordo com este estilo de vida cristã, nós temos o surgimento de uma nova cultura evangélica.

Quando isso ocorre, o envolvimento no trabalho da célula torna-se a vida cristã normal. As pessoas que nascem de novo dentro desta nova norma vêem os valores celulares como algo normal. O evangelismo e o discipulado tornam-se algo esperado, e não reservado para aqueles cristãos especiais. Quando essas mudanças acontecem, a cultura cristã muda de uma cultura de passividade e egoísmo para uma nova cultura dinâmica que transforma o mundo para Jesus Cristo.

Mario

Spanish blog:

La Cultura Celular

por Mario Vega

La Escritura establece que el propósito de los ministros del evangelio es el de “perfeccionar a los santos para la obra del ministerio” (Efesios 4:11-12). El trabajo celular es la manera más amplia en que los cristianos pueden vivir ese pasaje. Eso implica que los creyentes deben abandonar su rol pasivo en las iglesias para entregarse de manera apasionada al evangelismo, la edificación y la comunión los unos con los otros. Estos son los valores esenciales de la vida en las células.

Pero ese cambio, de la pasividad a la actividad; de ser receptores del evangelio a evangelizadores, no es fácil de lograr. Los cristianos somos personas que nos acostumbramos a las tradiciones y tendemos a ir por el camino más cómodo. No obstante, la palabra de Dios nos anima a convertirnos en testigos del Cristo resucitado a todas las naciones. A través de la persistencia y el trabajo constante se puede lograr que los cristianos adopten nuevos hábitos. Esto puede continuar hasta hacer del evangelismo, la edificación y la comunión un nuevo estilo de vida. Cuando son un número creciente las personas que viven de acuerdo a ese estilo, tenemos el surgimiento de una nueva cultura evangélica.

El involucramiento en el trabajo celular llegar a ser la norma, parte de la vida cristiana. Las personas que llegan a creer nacen de nuevo en un ambiente de trabajo y ministerio. Para ellos el evangelio llega a ser aquello que encontraron dentro de las iglesias. Es así como el ser líder de célula se ve de manera muy natural. No como la excepción sino como la regla de todo aquel que experimenta gratitud por lo que Jesús ha hecho en su vida. Después de algunos años de perseverancia en esos valores, los creyentes ya no concebirán un cristianismo pasivo y egoísta. Así, ha nacido una nueva cultura celular.

What Do You Think?

bill

By Bill Mellinger, Crestline First Baptist

What do you think? Is it too late to change our culture? Joel Comiskey said “We can change the culture in such areas as truthfulness, treating people equally, relational discipleship, being responsible, and becoming diligent.” Do you believe this?

In this multimedia, technological, cell phone society, much of what influences people comes from Hollywood, or from a gamer in the Silicon Valley. Ethics and morality are being legislated from courts and promoted by minority groups and Hollywood celebrities or music stars. Television shows encouraging sexual promiscuity and blatant immorality are developed in the U.S. and are watched worldwide. Products and restaurant chains are similar around the world. Just think how advertising and economics has driven us to a world economy that has the markets in Japan or China influencing the markets in Germany, Argentina or the United States. So can we influence our culture?

There is a pervasive immorality that seems to be increasing worldwide. People are abusing drugs and abusing people in nearly every culture on this planet. Is there any country that is immune to human trafficking? Is there any political system that is immune to deceit or is promoting a morality that is different from the morality of Jesus Christ?

A businessman in our community has had a reputation for unethical behavior. He was also known for his alcoholism and his mean ways. Christ has been working in his life and recently he was baptized as a follower of Jesus Christ. This man has experienced a radical shift in his ethics. The change in his life is influencing a community that can see the change. What do you think? Can a life changed by Jesus change a culture?

None of us knows when Christ will return. We do know some of the signs of his immanent return. Many of those signs are present today. For some, this has caused an over emphasis on doomsday thinking. It is easy to listen to the news, watch the political arena, see the “evil” in our society, and become overly discouraged. I keep wondering, is it worse than life was in the first century of the Christian Church? In a time with few church buildings and severe persecution, the church multiplied and culture changed.

Revelation 14 comes after the coming of the Beast and the markings with his number, 666. Verse 15 prophesies, “Then another angel came out of the temple and called in a loud voice to him who was sitting on the cloud, ‘Take your sickle and reap, because the time to reap has come, for the harvest of the earth is ripe.’” The Body of Christ will be able to reap a harvest even in the last days before Christ’s return. Can we change our culture? Should we stop trying before Christ comes again? What do you think?

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Portuguese blog:

O que você acha?

Por Bill Mellinger, Primeira Igreja Batista de Crestline, http://www.crestlinefbc.com/  

O que você acha? É tarde demais para mudar a nossa cultura? Joel Comiskey disse: "Nós podemos mudar a cultura em áreas como a veracidade, tratar as pessoas igualmente, discipulado relacional, ser responsável, e tornar-se diligente". Você acredita nisso?

Nessa sociedade multimídia, tecnológica e do celular, muito do que influencia as pessoas vem de Hollywood, ou de um jogador no Vale do Silício. A ética e a moralidade estão sendo legisladas de tribunais e promovidas por grupos minoritários e celebridades de Hollywood ou estrelas da música. Programas de televisão incentivando a promiscuidade sexual e a imoralidade descarada são desenvolvidos nos EUA e são vistos em todo o mundo. Produtos e redes de restaurantes são semelhantes ao redor do mundo. Basta pensar como a publicidade e a economia tem nos levado a uma economia mundial em que os mercados no Japão ou China influenciam os mercados da Alemanha, Argentina ou dos Estados Unidos. Então, podemos influenciar a nossa cultura?

Há uma imoralidade difundida que parece estar aumentando em todo o mundo. As pessoas estão abusando de drogas e abusando de pessoas em quase todas as culturas do planeta. Existe algum país que é imune ao tráfico de seres humanos? Existe algum sistema político que é imune ao engano ou que está promovendo uma moralidade que é diferente da moralidade de Jesus Cristo?

Um homem de negócios da nossa comunidade tinha uma reputação de comportamento antiético. Ele também era conhecido por seu alcoolismo e seus caminhos maldosos. Cristo tem trabalhado em sua vida e, recentemente, ele foi batizado como um seguidor de Jesus Cristo. Este homem tem experimentado uma mudança radical em sua ética. A mudança em sua vida está influenciando uma comunidade que pode ver a mudança. O que você acha? Uma vida transformada por Jesus pode mudar uma cultura? 

Nenhum de nós sabe quando Cristo voltará. Nós sabemos, porém, alguns dos sinais de seu retorno imanente. Muitos desses sinais estão presentes hoje. Para alguns, isso tem causado uma ênfase excessiva no pensamento do Juízo Final. É fácil ouvir as notícias, assistir a arena política, ver o "mal" na nossa sociedade e ficar muito desanimado. Eu fico me perguntando, atualmente a vida é pior do que era no primeiro século da Igreja Cristã? Em um tempo com poucas igrejas e perseguição severa, a Igreja se multiplicou e a cultura mudou.

Apocalipse 14 fala depois da vinda da Besta e das marcações com o seu número, 666. O versículo 15 profetiza: “E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: ‘Lança a tua foice, e sega; a hora de segar te é vinda, porque já a seara da terra está madura’ ”. O Corpo de Cristo será capaz de colher uma seara mesmo nos últimos dias antes do retorno de Cristo. Nós podemos mudar a nossa cultura? Devemos parar de tentar antes de Cristo vir novamente? O que você acha?

Bill

Spanish blog:

¿Qué piensas?

Por Bill Mellinger, Crestline Primera Iglesia Bautista, http://www.crestlinefbc.com/

¿Qué piensas? ¿Es demasiado tarde para cambiar nuestra cultura? Joel Comiskey dijo "Podemos cambiar la cultura en áreas tales como veracidad, tratar a las personas por igual, el discipulado relacional, siendo responsables, y siendo diligente". ¿Crees esto?

En esta multimedia, sociedad tecnológica del celular, gran parte de lo que influye en la gente viene de Hollywood, o de un jugador en el Valle Silicón. La ética y la moral están siendo legislados por los tribunales y promovidos por los grupos minoritarios y las celebridades de Hollywood o las estrellas de la música. Los programas de televisión animan a la promiscuidad sexual y la inmoralidad flagrante que se desarrollan en los Estados Unidos y son vistos en todo el mundo. Los productos y cadenas de restaurantes son similares en todo el mundo. Basta pensar cómo la publicidad y la economía nos ha conducido a una economía mundial que tiene los mercados de Japón o China influyendo en los mercados de Alemania, Argentina o Estados Unidos. Así que ¿Cómo podemos influir en nuestra cultura?

Hay una inmoralidad generalizada que parece ir en aumento en todo el mundo. Las personas están abusando de las drogas y abusando de personas de casi todas las culturas del planeta. ¿Hay algún país que es inmune al tráfico de personas? ¿Hay algún sistema político que es inmune al engaño o está promoviendo una moral que es diferente de la moral de Jesucristo?

Un hombre de negocios en nuestra comunidad ha tenido una reputación de comportamiento poco ético. También era conocido por su alcoholismo y manera mala de ser. Cristo ha estado trabajando en su vida y recientemente se bautizó como seguidor de Jesucristo. Este hombre ha experimentado un cambio radical en su ética. El cambio en su vida está influyendo en la comunidad la cual puede ver el cambio. ¿Qué piensas? ¿Puede una vida cambiada por Jesús cambiar una cultura?

Ninguno de nosotros sabemos cuándo Cristo volverá. Sí sabemos algunas de las señales de su regreso inmanente. Muchos de estos signos están presentes hoy. Para algunos, esto ha provocado un énfasis excesivo en el pensamiento del fin del mundo. Es fácil de escuchar las noticias, ver la política, ver el "mal" en nuestra sociedad, y llegar a ser demasiado desalentados. Sigo preguntándome, ¿Es peor que la vida en el primer siglo de la Iglesia Cristiana? En un tiempo con unos edificios de la iglesia y una severa persecución, la iglesia se multiplicó y la cultura cambio.

Apocalipsis 14 viene después de la venida de la Bestia y las marcas con su número, el 666. El versículo 15 profetiza, "Y del templo salió otro ángel, clamando a gran voz al que estaba sentado sobre la nube: Mete tu hoz, y siega; porque la hora de segar ha llegado, pues la mies de la tierra está Madura" El Cuerpo de Cristo será capaz de recoger una cosecha incluso en los últimos días antes del regreso de Cristo. ¿Podemos cambiar nuestra cultura? ¿Debemos dejar de tratar antes de que Cristo venga de nuevo? ¿Qué piensas?

Bill

We Don’t Do Cell Church Because It Works

les

by Les Brickman, missionary to Kenya, www.strategiccell.com

Cell church is not true because it “works”. That is teleological reasoning. Cell church “works” because it is biblically true. What is “true” are not cell programs, or practices, or priorities, or even structures. What is true of cell church is the foundation, the ethical base and the core biblical values.

What biblical values undergird the concept and practices of cell church? If we can identify underlying core biblical values cell church expresses, we might gain greater understanding into both why cell church is a biblical wineskin, as well as why cell churches “work”.

What are some core biblical values God holds? How about Relationships? Community? Creativity? Unity? Interdependence? Family?  Servanthood? We observe these in God’s nature and acts, in how He related to people throughout the OT, how Jesus and the Apostles related throughout the NT, and in specific biblical commands. While evident in many cultures, these are part and parcel of Kingdom culture.

Do not genuine cell churches manifest these values? The cell is the basic Christian community. Cell is a wineskin to express a Kingdom value, community. Accountable peer-pairs in cell are a structure to foster intimate relationships. The structure of a cell gathering is to facilitate an encounter with Christ – His Manifest Presence, Edifying Power, and Ministering Purpose. While structured, it must still become a creative experience week by week. Cells themselves are not isolated, but interconnected and interdependent, integrated into a body that facilitates a greater release of His life.

There are fundamental differences between basic cultural values of Africa and those of Europe and North America. These cultural differences can assist the cell church in Africa, while often hindering development in America.

Academic research agrees that, in general, unlike in the West, people and relationships between people are much more important in Africa than almost everything else. People are held in higher esteem than programs, projects, plans, or schedules. Much can be overlooked, but maintaining right relationships is critically important. In addition, there is statistical evidence to support the idea that Africans tend to be more holistic than analytical, and more group-oriented than individualistic, as compared to the West.

So, on the one hand, African values like relationships, community, family, group-orientation, and interdependence can assist cell church development in Africa. However, in Kenya, power is also a cultural value. The pastor is the “Chief” of the church. Servanthood and empowerment of additional leaders are NOT values in this African culture.

In martial arts, one re-directs an opponent’s momentum and strength to gain advantage. So it can be with culture. Where a culture of power is antagonistic to Kingdom culture, it too can be re-directed to assist in expanding the Kingdom. Jesus did this with His disciple when redefining greatness in the Kingdom as service.

Culture, per se, does not make a cell or cell church work. One does not start with culture. The culture expresses the values that allow God’s life to become manifest. It is God’s life that makes cell church work.

Les

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Portuguese blog:

Nós Não Fazemos a Igreja em Células Porque Funciona

por Les Brickman, missionário no Quênia, www.strategiccell.com

A igreja em células não é verdadeira porque "funciona". Esse é o raciocínio teleológico. A igreja em células "funciona" porque ela é biblicamente verdadeira. O que é "verdadeiro" não são os programas, ou práticas, ou prioridades, ou mesmo as estruturas das células. O que é verdadeiro na igreja em células é a base, a base ética e os valores bíblicos fundamentais.

Quais valores bíblicos embasam o conceito e as práticas da igreja em células? Se pudermos identificar valores bíblicos fundamentais subjacentes que a igreja em células expressa, nós podemos ganhar maior entendimento do porquê a igreja em células é um odre bíblico, bem como por que as igrejas em células "funcionam".

Quais são alguns valores bíblicos fundamentais que Deus nos reserva?               Que tal relacionamentos? Comunidade? Criatividade? Unidade? Interdependência? Família? Servir? Nós observamos esses valores na natureza e nos atos de Deus, em como Ele se relacionava com as pessoas em todo o AT, em como Jesus e os apóstolos se relacionavam ao longo do NT, e em comandos bíblicos específicos. Enquanto são evidentes em muitas culturas, esses valores são parte da cultura do Reino.

As igrejas em células genuínas manifestam esses valores? A célula é a comunidade cristã básica. A célula é um odre para expressar um valor do Reino, a comunidade. Pares de prestação de contas nas células são uma estrutura para promover relacionamentos íntimos. A estrutura de uma reunião da célula é facilitar um encontro com Cristo – Sua Presença Manifesta, Poder Edificante, e Propósito Ministrante. Enquanto estruturada, ela ainda deve se tornar uma experiência criativa de semana em semana. As células não são isoladas, mas são interligadas e interdependentes, integradas em um corpo que facilita uma liberação maior da Sua vida.

Existem diferenças fundamentais entre os valores culturais básicos da África e os da Europa e da América do Norte. Essas diferenças culturais podem ajudar a igreja em células na África, embora muitas vezes dificultem o desenvolvimento na América.

A pesquisa acadêmica concorda que, em geral, ao contrário do Ocidente, as pessoas e os relacionamentos são muito mais importantes na África do que em quase todos os outros lugares. As pessoas são mantidas em maior estima do que os programas, projetos, planos ou agendas. Muito pode ser esquecido, mas manter relacionamentos corretos é extremamente importante. Além disso, há evidência estatística para apoiar a ideia de que os africanos tendem a ser mais holísticos do que analíticos, e mais orientados para grupos do que individualistas, em comparação com o Ocidente.

Assim, por um lado, os valores africanos como relacionamentos, comunidade, família, orientação para os grupos e interdependência podem ajudar o desenvolvimento da igreja em células na África. No entanto, no Quênia, o poder também é um valor cultural. O pastor é o "Chefe" da igreja. A servidão e a capacitação de líderes adicionais NÃO são valores desta cultura Africana.

Nas artes marciais, uma pessoa redireciona o ímpeto e a força do oponente para ganhar vantagem. Isso pode ser feito com a cultura. Onde uma cultura de poder é antagônica à cultura do Reino, ela também pode ser redirecionada para auxiliar na expansão do Reino. Jesus fez isso com Seus discípulos quando redefiniu a grandeza no Reino como serviço. 

A cultura, por si só, não faz uma célula ou uma igreja em células funcionarem. Não começa com a cultura. A cultura expressa os valores que permitem que a vida de Deus se torne manifesta. É a vida de Deus que faz a igreja em células funcionar.

Les

Spanish blog:

Nosotros no hacemos la Iglesia Celular porque funciona

Por Les Brickman, Misionero en Kenia, www.strategiccell.com

La Iglesia celular no es cierto, porque  "funciona". Ese es el razonamiento teleológico. La Iglesia celular "funciona" porque es bíblicamente cierto. Qué es "verdad" no son los programas celulares o prácticas o prioridades, o incluso estructuras. Lo que es cierto de la iglesia celular es la fundación, la base ética y los valores bíblicos básicos.

¿Qué valores bíblicos sustentan el concepto y las prácticas de la iglesia celular? Si podemos identificar el núcleo de la iglesia celular y como se expresan los valores bíblicos, podríamos obtener una mayor comprensión en el por qué la iglesia celular es un odre bíblico, así como por qué "funcionan" las iglesias celulares.

¿Cuáles son algunos de los valores bíblicos fundamentales que Dios posee? ¿Qué tal las relaciones? ¿Comunidad? ¿Creatividad? ¿Unidad? ¿Interdependencia? ¿Familia? ¿Servidumbre? Observamos estos en la naturaleza de Dios y hechos, en cómo él se relaciona con la gente en el Antiguo Testamento, cómo Jesus y los apóstoles se relacionan en el Nuevo testamento y en específicos comandos bíblicos. Si bien es evidente en muchas culturas, que son parte integral de la cultura Unida.

¿No manifiestan estos valores las genuinas iglesias celulares? La célula es la base de la comunidad cristiana. La célula  es el odre de vino que expresa un valor Unido, “comunidad”. Los pares responsables en la iglesia celular son la estructura para fomentar las relaciones íntimas. La estructura de una reunión celular es facilitar el encuentro con Cristo – Su presencia manifiesta, edificando el  Poder y ministrando el propósito. Si bien estructurado, debe convertirse en una experiencia creativa de semana a semana. Las células por si mismas no son aisladas, pero interconectadas e interdependiente, integrada en un cuerpo que facilita una mayor liberación de su vida.

Existen diferencias fundamentales entre los valores culturales básicos de África y Europa y los de América del Norte. Estas diferencias culturales pueden ayudar a la iglesia celular en África, mientras que a menudo obstaculizan el desarrollo en América.

La investigación académica está de acuerdo en que, en general, a diferencia del Occidente, la gente y las relaciones entre las personas son mucho más importantes en África que casi todo el mundo. Las personas mantienen más alta su estima que los programas, proyectos, planes o calendarios. Mucho se puede pasar por alto, pero mantener relaciones correctas es de crítica importancia. Además, existe evidencia estadística para apoyar la idea de que los africanos tienden a ser más íntegros que analíticos y más orientada al grupo que al individualismo, en comparación con el Occidente.

Así que, por un lado, los valores africanos como las relaciones, la comunidad, la familia, los grupos de orientación, y la interdependencia pueden ayudar al desarrollo de la iglesia celular en África. Sin embargo, en Kenia, el poder es también un valor cultural. El pastor es el "jefe" de la iglesia. La servidumbre y el empoderamiento de líderes adicionales no son valores de esta cultura africana.

En las artes marciales, uno re-dirige el impulso y la fuerza para obtener ventajas de un oponente. Así que puede ser con la cultura. Cuando una cultura del poder es antagónica a la cultura Unida, puede ser re-dirigida para ayudar en la expansión del reino. Jesús hizo esto con su discípulo cuando la redefinición de la grandeza en el Reino como servicio.

La cultura, por si, no hace las células o el trabajo de la iglesia celular. Uno no empieza con la cultura. La cultura expresa los valores los cuales permiten que la vida de Dios se manifieste. Es la vida de Dios que hace que la iglesia celular funcione.

Les

Scripture Critiques Culture

les

by Les Brickman, missionary to Kenya, www.strategiccell.com

Machakos is located roughly 90 minutes outside Nairobi, the capital of Kenya. Machakos, situated in the Ukambani region, is predominantly Akamba, one of the 42 tribes comprising the nation of Kenya. Each tribe is culturally distinct. Most tribes are known for a certain trait. The Akamba are known for “strong witchcraft”. They are considered the tribe that introduced witchcraft into Kenya. Even though English and Kiswahili are the officially recognized languages of Kenya, cell training in Machakos must be interpreted into Akamba, the native tribal language. Cell church works in Machakos and the Ukambani region, neither because of the culture, nor even in spite of the culture, but because the foundation of cell church is a biblical ethical system transcending and transforming culture.

One cannot play the cultural game in Machakos. To do so would mean either becoming syncretic, or imposing a western culture on a decidedly African culture. Remember that ethics birth core values. Core values determine our priorities, those things toward which we give our time, energy and resources. Our priorities are reflected in our practices. Our strategies as a cell church provide a workable plan for our practices, and include our philosophy of ministry – the description of our church’s personality, how we go about doing ministry, and how our fellowship will implement our vision. Our strategies may at times be counter-cultural or reflect the culture. The question is upon what values are they ultimately grounded and reflect. Genuine cell church values are rooted in Scripture, sourced in the nature and character of God, and grounded in a deontological biblical ethical system.

The development of a cell church must never be based on the shifting sand of human wisdom, human relativism, or human culture. Why? We are not asking our people, whether in New York, London, Nairobi, or Machakos, to exchange one external theological system for another, or one culture for another. We are asking them to embrace a biblical value system, to live a biblical life style, and to adopt a biblical structure that readily permits them to live out those new values and lifestyle. Values driven cell churches then provide strategies to do just that.

Each cell church’s personalized strategy will uniquely answer, on both a corporate and cell level, six basic questions the Church faces:

1.        How do we build up the body of Christ? (Edification)
2.        How do we disciple each member? (Equipping)
3.        From where do we get future leaders? (Empowering)
4.        How do we win our city to Christ? (Evangelism)
5.        How do we release each member into their God appointed ministry and destiny? (Every Member Ministry)
6.       How do we build and experience relationships? (Community)

This is why cells (and cell church) will work in Machakos, in Mombassa, in Kitale, and throughout culturally diverse Kenya. Flowing from a kingdom ethical base they transcend Kenyan culture. Grounded upon kingdom values they will transform Kenyan culture. With strategies and ministry philosophy sourced in and reflecting biblical values, they remain relevant within Kenyan culture.

Les

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Portuguese blog:

As Escrituras Criticam a Cultura

por Les Brickman, missionário no Quênia, www.SCMIKenya.com

Machakos está localizada a cerca de 90 minutos fora de Nairobi, capital do Quênia. Machakos, situada na região de Ukambani, é predominantemente Akamba, uma das 42 tribos que compõem a nação do Quênia. Cada tribo é culturalmente distinta. A maioria das tribos são conhecidas por uma determinada característica. Os Akambas são conhecidos por “bruxaria forte”. Eles são considerados como a tribo que introduziu a bruxaria no Quênia. Apesar de o inglês e o Kiswahili serem as línguas oficialmente reconhecidas do Quênia, o treinamento celular em Machakos deve ser interpretado em Akamba, a língua tribal nativa. A igreja em células funciona em Machakos e na região do Ukambani, não por causa da cultura, nem mesmo a despeito da cultura, mas porque o fundamento da igreja em células é um sistema bíblico ético que transcende e transforma a cultura.

Não se pode jogar o “jogo cultural” em Machakos. Fazer isso implicaria em se tornar sincrético, ou na imposição de uma cultura ocidental em uma cultura decididamente africana. Lembre-se que a ética dá à luz aos valores fundamentais. Os valores fundamentais determinam as nossas prioridades, aquelas coisas para as quais damos o nosso tempo, energia e recursos. Nossas prioridades são refletidas em nossas práticas. Nossas estratégias como uma igreja em células fornecem um plano viável para as nossas práticas, e incluem nossa filosofia de ministério – a descrição da personalidade de nossa igreja, como nós vamos fazer o ministério e como a nossa comunhão irá implementar a nossa visão. Nossas estratégias podem ser às vezes contraculturais, ou podem refletir a cultura. A questão é sobre quais valores elas estão fundamentadas e refletem. Valores genuínos da igreja em células estão enraizados nas Escrituras, são provenientes da natureza e do caráter de Deus, e são fundamentados em um sistema de ética bíblica deontológica.

O desenvolvimento de uma igreja em células nunca deve ser baseado na areia movediça da sabedoria humana, no relativismo humano ou na cultura humana. Por quê? Nós não estamos pedindo para o nosso povo, seja em Nova York, Londres, Nairobi ou Machakos, trocar um sistema teológico externo por outro, ou uma cultura por outra. Estamos pedindo-lhes que abracem um sistema bíblico de valores, que vivam um estilo de vida bíblico, e que adotem uma estrutura bíblica que lhes permita viver facilmente esses novos valores e estilo de vida. Dirija as igrejas em células com valores, e então forneça estratégias para fazer exatamente isso.

A estratégia personalizada de cada igreja em células vai responder de forma única, tanto em nível corporativo como celular, essas seis perguntas básicas que a Igreja enfrenta:

  1. Como nós edificamos o Corpo de Cristo? (Edificação)
  2. Como nós discipulamos cada membro? (Equipamento)
  3. De onde nós conseguimos futuros líderes? (Empoderamento)
  4. Como nós ganhamos a nossa cidade para Cristo? (Evangelismo)
  5. Como nós liberamos cada membro para o seu ministério e destino apontados por Deus? (Ministério de Todos os Membros)
  6. Como nós construímos e vivenciamos os relacionamentos? (Comunidade)

É por isso que as células (e a igreja em células) vão funcionar em Machakos, em Mombassa, em Kitale, e por toda a diversidade cultural do Quênia. Fluindo de uma base ética do Reino, elas transcendem a cultura queniana. Alicerçadas sobre os valores do Reino, elas vão transformar a cultura queniana. Com estratégias e filosofia de ministério originadas nos valores bíblicos e que refletem esses valores, elas continuam a ser relevantes dentro da cultura queniana.

Les

Spanish blog:

Las Escrituras critican a la Cultura

Por Les Brickman, misionero en Kenia, www.strategiccell.com

Machakos se encuentra localizado aproximadamente a 90 minutos a las afueras de Nairobi, la capital de Kenia. Machakos, situada en la región Ukambani, es predominantemente Akamba, una de las 42 tribus que componen la nación de Kenia. Cada tribu es culturalmente distinta. La mayoría de las tribus se conocen por un determinado rasgo. Los Akambas son conocidos por “fuerte brujería”. Son considerados la tribu que introdujo la brujería en Kenia. A pesar de que el inglés y el Kiswahili son los idiomas oficialmente reconocidos de Kenia, la formación de células en Machakos debe interpretarse en Akamba, el lenguaje de la tribu nativa. La iglesia celular funciona en Machakos y la región de Ukambani, ni es debido a la cultura, ni siquiera a pesar de la cultura, sino porque el fundamento de la iglesia celular es un sistema ético que trasciende bíblicamente y transforma la cultura.

No se puede jugar el juego cultural en Machakos. Hacerlo significa convertirse sincrética, o la imposición de una cultura occidental en una cultura decididamente africana. Recuerde los valores fundamentales del nacimiento ético. Los valores fundamentales determinan nuestras prioridades, esas cosas hacia las que damos nuestro tiempo, energía y recursos. Nuestras prioridades se reflejan en nuestras prácticas. Nuestras estrategias como una iglesia celular proporcionan un plan viable para nuestras prácticas, e incluyen nuestra filosofía del ministerio – la descripción de la personalidad de nuestra iglesia, cómo vamos a hacer el ministerio, y cómo nuestra comunión implementará nuestra visión. Nuestras estrategias pueden ser a veces contra-cultural o reflejan la cultura. La pregunta es de qué valores son en última instancia a tierra y reflejan. Los valores de la iglesia celular genuinos tienen sus raíces en las Escrituras, de origen en la naturaleza y el carácter de Dios, y conectados a tierra en un sistema de ética bíblica deontológico.

El desarrollo de una iglesia celular no debe basarse en el cambio de la sabiduría humana, el relativismo humano, o de la cultura humana. ¿Por qué? No estamos pidiendo a nuestra gente, ya sea en Nueva York, Londres, Nairobi o Machakos, cambiar un sistema teológico externo para otro, o de una cultura a otra. Estamos pidiendo el abrazar un sistema de valores bíblicos, para vivir un estilo de vida bíblico, y adoptar una estructura bíblica que les permite fácilmente vivir esos nuevos valores y estilos de vida. Los valores conducidos por las ​​iglesias celulares y luego, proporcionar estrategias para hacer precisamente eso.

Cada célula con una estrategia personalizada responderá, tanto a nivel corporativo y celular, seis preguntas básicas que la Iglesia da entorno:

1. ¿Cómo podemos construir el cuerpo de Cristo? (Edificación)
2. ¿Cómo discipulamos a cada miembro? (Equipando)
3. ¿De dónde obtenemos líderes del futuro? (Poder)
4. ¿Cómo podemos ganar nuestra ciudad para Cristo? (Evangelismo)
5. ¿Cómo liberamos a cada miembro en su ministerio el cual fue nombrado por Dios y su destino? (el Ministerio de cada miembro)
6. ¿Cómo podemos construir relaciones y experiencia? (Comunidad)

Esto es el por qué las células (y la iglesia celular) trabajarán en Machakos, en Mombasa, en Kitale, y en todo culturalmente diversa a Kenia. Fluyendo desde una base ética del reino, se  trasciende la cultura de Kenia. Fundamentada en los valores del reino transformaran la cultura de Kenia. Con estrategias y filosofía de ministerio de origen y reflejando los valores bíblicos, siguen siendo relevantes dentro de la cultura de Kenia.

Les

A Culture of Encouragement

rob

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

In this day and time, it would be easy to choose being miserable.  Years ago, I ran across a list entitled “How to be Perfectly Miserable.”  I don’t know the origin of the list, but I do want to share it with you.  Here’s a few things you can do that will not only make you perfectly miserable but also keep you that way.

Think about yourself…Talk about yourself…Use the personal pronoun “I” as often as possible in your conversations…Mirror yourself continually in the opinion of others…Listen greedily to what people say about you…Insist on consideration and respect…Demand agreement with your own views on everything…Sulk if people are not grateful to you for favors shown them…Never forget a service you may have rendered …Expect to be appreciated…Be suspicious…Be sensitive to slights…Be jealous and envious…Never forget a criticism…Trust nobody but yourself.

A journeyman walking down a miserable path is inward focused.  He’s not others-centered.  One will never find himself until he focuses on the needs of others.

The scriptures proclaim, “Encourage one another.”  Cell gathering and cell life are incredible platforms for encouragement to flow.  God, indeed, is the “lifter of our head.”  How God wants to use you to lift up the head of your fellow cell members!

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Rob

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Portuguese blog:

Uma Cultura de Encorajamento

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Neste dia e nesta hora, seria fácil escolher ser miserável. Anos atrás, eu me deparei com uma lista intitulada "Como ser Perfeitamente Miserável". Eu não sei a origem da lista, mas eu quero compartilhá-la com você. Eis aqui algumas coisas que você pode fazer que não só vão fazer com que você seja perfeitamente miserável, mas também vão mantê-lo dessa forma.

Pense em si mesmo…Fale sobre você… Use o pronome pessoal "eu" o máximo possível em suas conversas…Espelhe-se continuamente na opinião dos outros…Ouça com avidez ao que as pessoas dizem sobre você…Insista em receber consideração e respeito…Exija que concordem com seus próprios pontos de vista sobre tudo…Fique de mau humor se as pessoas não ficarem gratas a você pelos favores mostrados a elas…Nunca se esqueça de um serviço que você pode ter rendido…Espere ser apreciado…Desconfie…Seja sensível ao desprezo…Seja ciumento e invejoso…Nunca se esqueça de uma crítica…Não confie em ninguém além de si mesmo.

Um viajante andando por um caminho miserável está focado em seu interior. Ele não está centrado nos outros. Uma pessoa nunca vai encontrar-se até que se concentre nas necessidades dos outros.

As Escrituras proclamam: “Encorajem uns aos outros”. A reunião e a vida da célula são plataformas incríveis para que o encorajamento flua. Deus é, de fato, o “levantador da nossa cabeça”. Como Deus quer te usar para levantar a cabeça de seus membros companheiros de célula!

Comentários?

Rob

Spanish blog:

Una cultura de ánimo

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

En este día y hora, sería fácil elegir ser miserable. Hace años, me encontré con una lista titulada "Cómo ser perfectamente miserable". No sé el origen de esta lista, pero la quiero compartirlo contigo. Aquí hay algunas cosas que pueden hacerte perfectamente miserable, pero también te mantendrá de esa manera.

Piensa en ti mismo… Habla de ti mismo … Utilice el pronombre personal "yo" tan a menudo como sea posible en tus conversaciones … mírate en un espejo continuamente en la opinión de los demás … Escuchar con avidez a lo que la gente dice de ti … Insiste en consideración y respeto … demanda acuerdos con tus propios puntos de vista sobre todo… Has silencio si las personas no te agradecen por los favores, muéstrales… Nunca olvides un servicio que puede haberse rendido… Espera ser apreciado … Se sospechoso … Sé sensible a los cambios… Sé celoso y envidioso… Nunca olvides la crítica … No confíes en nadie más que en ti mismo.

Un jornalero caminando por un camino de miserables se enfoca hacia adentro. Él no está concentrado en los demás. Uno nunca se encontrará a sí mismo hasta que se concentre en las necesidades de los demás.

Las Escrituras proclaman, "Anímense los unos a otros". La reunión celular y de la vida celular son plataformas increíbles para que el aliento fluya. Dios, ciertamente, es el "elevador de nuestra cabeza". ¿Cómo Dios quiere usarte para levantar la cabeza de tus compañeros del grupo celular?

¿Comentarios?

Rob

Culturally Relevant or Simply Relevant

bill

By Bill Mellinger, Crestline First Baptist

In the year 250 a plague spread from Ethiopia to Northern Africa across to Italy and the Western world. Known as Cyprian’s Plague because as the Bishop of Carthage, Cyprian guided the Christians to care for the sick pagans. He led them to bury the dead and to care for people left on the streets to die. Although he was exiled because the Christians were blamed for the plague, Cyprian’s actions began a new era of care by the church for the pagan world. Christians changed a hostile pagan world through their love for others; risking their own lives and not caring if the people they helped were unbelievers. They showed us how we can influence our culture, even when it opposes our message; by the way we love the needy in our society.

Should we blend into our culture or does Jesus demonstrate a different way? Hasn’t Jesus always been countercultural?

With nearly every learning experience, Jesus turns the world upside down. When Jesus challenged the disciples to go the second mile with the soldier that had the authority to demand you walk one mile, he was asking them to go against the culture. Jesus calls us to be different than the world (See Luke 6:27-31). The world says destroy your enemy; Jesus tells us to love our enemy. The world says, “Eat, drink and be merry.” Jesus invites us to be great by being the servant to all. The world says, “It’s my way or the highway.” Jesus says, “Deny yourself and take up your cross.”

Jesus consistently teaches the disciples to live in a way that is often opposed to the modern culture. Jesus invited us to become part of His Body, a new community. He gives us truth that will set people free. He models how to love others even when they are persecuting you. Through the power of the Holy Spirit, He empowers us to serve the poor, the broken, the prisoner, and the arrogant. We learn how to do this in community with others who are trying to become more like Christ. As we love and serve one another, we model a radical difference from our culture.

Like the early church that cared for the sick and dying on the streets, our caring can inspire others to come to Christ. Culture may be opposed to Christ in many ways but a powerful way to reach into the culture is to live the “one another’s” in a way that cannot be ignored. In an individualistic culture, the one another’s stand out as Christians, love one another, serve one another, forgive one another, and carry one another’s burdens. The living example of Christ draws people to His Body and to Him. Maybe it is a good thing to live counter culturally.

Imagine the difference a caring community meant in the year 250 and think of what a difference we can make today regardless of what our culture looks like.

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Portuguese blog:

Culturalmente Relevante ou Simplesmente Relevante

Por Bill Mellinger, Primeira Igreja Batista de Crestline

No ano de 250 uma praga se espalhou da Etiópia para o Norte da África, depois para a Itália e o mundo ocidental. Ficou conhecida como Praga de Cipriano por causa do bispo de Cartago, Cipriano, que orientou os cristãos a cuidarem dos pagãos doentes. Ele os liderou a enterrarem os mortos e cuidarem das pessoas que ficaram nas ruas para morrer. Embora ele tenha sido exilado porque os cristãos foram acusados pela praga, as ações de Cipriano deram início a uma nova era de cuidados da igreja com o mundo pagão. Os cristãos mudaram um mundo pagão hostil através do seu amor pelos outros; arriscando suas próprias vidas e não se importando se as pessoas que estavam ajudando eram incrédulas. Eles nos mostraram como podemos influenciar a nossa cultura, mesmo quando ela se opõe a nossa mensagem, pela maneira como amamos os necessitados em nossa sociedade.

Nós devemos nos misturar em nossa cultura ou Jesus demonstra uma maneira diferente? Jesus não foi sempre contracultural?

Com quase todas as experiências de aprendizagem, Jesus deixa o mundo de cabeça para baixo. Quando Jesus desafiou os discípulos a andarem a segunda milha com o soldado que tinha autoridade para exigir que eles caminhassem uma milha, ele estava pedindo-lhes para irem contra a cultura. Jesus nos chama para sermos diferentes do mundo (Ver Lucas 6:27-31). O mundo te diz para destruir seu inimigo; Jesus nos diz para amarmos o nosso inimigo. O mundo diz: "Coma, beba e seja feliz". Jesus nos convida a sermos grandes ao servir a todos. O mundo diz: "É do meu jeito ou caia fora". Jesus diz: "Negue a si mesmo e tome a sua cruz". 

Jesus ensina consistentemente os discípulos a viverem de uma forma que é muitas vezes contrária à cultura moderna. Jesus nos convidou para fazermos parte de Seu corpo, uma nova comunidade. Ele nos dá a verdade que vai libertar as pessoas. Ele dá o exemplo de como amar os outros, mesmo quando eles estão perseguindo você. Através do poder do Espírito Santo, Ele nos capacita a servir os pobres, os machucados, o prisioneiro e o arrogante. Nós aprendemos a fazer isso em comunidade com outras pessoas que estão tentando se tornarem mais semelhantes a Cristo. Conforme nós amamos e servimos uns aos outros, nós modelamos uma diferença radical de nossa cultura.

Como a igreja primitiva que cuidava dos doentes e moribundos nas ruas, o nosso cuidado pode inspirar outros a virem a Cristo. A cultura pode se opor a Cristo de muitas maneiras, mas uma maneira poderosa para alcançar a cultura é viver o "uns aos outros" de uma forma que não pode ser ignorada. Em uma cultura individualista, o "uns aos outros" se destaca à medida que os cristãos amam uns aos outros, servem uns aos outros, perdoam uns aos outros e transportam as cargas uns dos outros. O exemplo vivo de Cristo atrai as pessoas para o Seu Corpo e para Ele. Talvez seja uma coisa boa viver contraculturalmente.

Imagine a diferença que uma comunidade solidária fez no ano 250 e pense na diferença que podemos fazer hoje, independentemente de como a nossa cultura é.

Spanish blog:

Culturalmente Relevante o simplemente Relevante

Por Bill Mellinger, Crestline Primera Iglesia Bautista

En el año 250 una plaga se extendió desde Etiopía hasta el norte de África a través de Italia y del mundo occidental. Conocida como la peste de Cipriano porque como el obispo de Cartago, Cipriano guio a los cristianos para cuidar a los paganos enfermos. Él los dirigió a enterrar a los muertos y atender a las personas que habían dejado en la calle para morirse. A pesar de que fue exiliado debido a que los cristianos fueron culpados por la plaga, las acciones de Cipriano comenzaron una nueva era de la atención por la Iglesia para el mundo pagano. Los cristianos cambiaron un mundo pagano hostil a través de su amor por los demás; arriesgando sus propias vidas y sin importarle si las personas que ayudaron eran inconversos. Nos mostraron cómo podemos influir en nuestra cultura, incluso cuando se opone a nuestro mensaje; por la forma en que amamos a los más necesitados de nuestra sociedad.

¿Deberíamos mezclarla en nuestra cultura o Jesús demostró una manera diferente? ¿No ha sido siempre Jesús contracultural?

Con casi todas las experiencias de aprendizaje, Jesús voltio el mundo al revés. Cuando Jesús desafió a los discípulos a ir la segunda milla con el soldado que tenía la autoridad para exigirles que caminaran una milla, Él les estaba pidiendo que fueran en contra de la cultura. Jesús nos llama a ser diferente que el mundo (véase Lucas 6: 27-31). El mundo dice destruye a tu enemigo; Jesús nos dice que amemos a nuestros enemigos. El mundo dice: "Come, bebe y se feliz." Jesús nos invita a ser grandes por ser el siervo de todos. El mundo dice: "Es mi manera o la carretera." Jesús dice: "Niégate a ti mismo, y  carga tu cruz."

Jesús enseña constantemente a los discípulos a vivir de una manera que a menudo se opone a la cultura moderna. Jesús nos invitó a ser parte de su cuerpo, una nueva comunidad. Él nos da la verdad que va a liberar a la gente. Él nos da ejemplo de cómo amar a los demás, incluso cuando lo perseguían. A través del poder del Espíritu Santo, Él nos da el poder para servir a los pobres, a los quebrantados, a los  prisioneros, y a los arrogantes. Aprendemos cómo hacer esto en comunidad con otras personas que están tratando de ser más como Cristo. Mientras nos amamos y servimos los unos a otros, modelamos una diferencia radical de nuestra cultura.

Al igual que la iglesia primitiva que se preocupaba por los enfermos y moribundos en las calles, nuestra preocupación puede inspirar a otros a venir a Cristo. La cultura puede ser opuesta a Cristo de muchas maneras, pero una poderosa manera de llegar a la cultura es vivir los "unos a otros" de una manera que no puede ser ignorada. En una cultura individualista, el uno al otro nos destaca como cristianos, amarnos los unos a otros, servirnos los unos a otros, perdonarnos los  unos a otros, y cargar las cargas los unos a otros. El ejemplo vivo de Cristo atrae a la gente a su Cuerpo, y a él. Tal vez es una buena cosa el vivir contra culturalmente.

Imagínese la diferencia en una comunidad solidaria lo que significó en el año 250 y piensa en la diferencia que podemos hacer hoy, sin importar como sea nuestra cultura.

Christianity in Community

mario

by Mario Vega, www.elim.org.sv

Jesus expected that his gospel be lived out in a group setting. Jesus himself set the first example by creating a community with his disciples; they lived with him 24 hours a day and shared everything.

Later, when Jesus ascended, the church continued the practice of community life and remained together in the upper room. As the church grew they began meeting in homes every day. They ate together, sang together, celebrated the Lord’s Supper together, and recalled the sayings and teachings of Jesus together. It wasn’t a once per week meeting but an everyday occurrence as they celebrated the Lord’s Supper together.

The illustrations used in the New Testament to describe the church are all collective. The flock always consists of several sheep. The body is made up of many members. The building has many stones. The ministers of the gospel form a team. The gifts of the Spirit form a bouquet that adorns the church and must be exercised together for the edification of others. The church shared their possessions and had all things in common.

The idea of an individualistic Christianity has nothing to do with Scripture. On the contrary, we are encouraged to love one another, to edify one another, to exhort one another, and to confess our faults to one another. And there is a long list of “one anothers” that must be practiced together. Emphasizing that Jesus is the “personal” savior of all people does not imply that the rest of the Christian life is “personal,” “individual,” and should be practiced alone. There can’t be true Christianity if it is not lived in community and service. These elements must be vital for every follower of Jesus.

Mario

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Portuguese blog:

Cristianismo na Comunidade

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Jesus esperava que seu evangelho fosse vivido num ambiente de grupo. O próprio Jesus estabeleceu o primeiro exemplo ao criar uma comunidade com os seus discípulos; eles conviveram com ele 24 horas por dia e compartilhavam tudo.

Mais tarde, quando Jesus ascendeu, a Igreja continuou a prática da vida da comunidade e eles permaneceram juntos no cenáculo. Quando a igreja cresceu eles começaram a se reunir nas casas todos os dias. Eles comiam juntos, cantavam juntos, celebravam a Ceia do Senhor juntos, e recordavam as palavras e os ensinamentos de Jesus juntos. Não era uma reunião uma vez por semana, mas uma convivência diária, conforme eles celebravam a Ceia do Senhor juntos.

As ilustrações usadas no Novo Testamento para descrever a Igreja são todas no coletivo. O rebanho sempre consiste em várias ovelhas. O corpo é composto de muitos membros. O edifício tem muitas pedras. Os ministros do Evangelho formam uma equipe. Os dons do Espírito formam um buquê que adorna a Igreja e deve ser exercido em conjunto para a edificação dos outros. A Igreja partilhava as suas posses e todos tinham tudo em comum.

A ideia de um cristianismo individualista não tem nada a ver com as Escrituras. Pelo contrário, nós somos encorajados a amar uns aos outros, para edificar uns aos outros, para exortar uns aos outros, e confessar os nossos pecados uns aos outros. E há uma longa lista de "uns aos outros" que devem ser praticados juntos. Enfatizar que Jesus é o salvador "pessoal" de todas as pessoas não implica que o resto da vida cristã é "pessoal", "individual", e deve ser praticada sozinho. Não pode haver verdadeiro cristianismo se não for vivido em comunidade e serviço. Esses elementos devem ser vitais para cada seguidor de Jesus.

Mario

Spanish blog:

El Cristianismo en Comunidad

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La idea que Jesús presentó del evangelio fue la de una fe y una práctica para ser experimentada en grupo; no de manera individual. Jesús mismo dio el primer ejemplo al formar una comunidad con sus discípulos, ellos vivían con él las 24 horas del día y compartían todas las cosas.

Posteriormente, cuando Jesús ascendió, la iglesia continúo la práctica de la vida comunitaria y siguieron juntos en el aposento alto. Al crecer la iglesia comenzaron a reunirse en las casas todos los días. Allí comían juntos, cantaban, celebraran la Cena del Señor, recordaban los dichos y enseñanzas de Jesús. No era un reunión de una vez por semana sino una práctica de todos los días, a la hora de cenar.

Las ilustraciones que se usan en el Nuevo Testamento para describir a la iglesia son todas colectivas. El rebaño: formado por varias ovejas. El cuerpo: formado por muchos miembros. El edificio: construido de muchas piedras. Los ministros del evangelio se complementan unos a otros. Los dones del Espíritu forman un ramillete que adorna a la iglesia y deben ser ejercidos para edificación de los demás. La iglesia compartía sus bienes y tenían todas las cosas en común.

La idea de un cristianismo individualista es ajeno a las Escrituras. Por el contrario, se nos anima a amarnos unos a otros, edificarnos unos a otros, exhortarnos unos a otros, confesarnos nuestras faltas unos a otros. Y hay una larga lista de “unos a otros” que se podría hacer. El enfatizar que Jesús es el salvador “personal” del ser humano, no implica que el resto de la vivencia cristiana sea “personal”, “individual”. No puede haber verdadero cristianismo si no se le vive en comunidad y servicio. Estos elementos deben ser vitales para todo seguidor de Jesús.

Family of Followers

steve

by Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

The culture in 21st century United States is very individualistic, which can influence believers to adopt a mentality that all that matters is “Just me and Jesus”. That is why we hear some say their faith is “private”, and cell groups can seem unnecessary and slightly suspect.

As we have seen in this week’s blogs, this individualistic mindset is spiritually unhealthy and foreign to the scripture. When we are born again, God adopts us makes us part of his family. Faith in Jesus can only be lived out in community with others, as evidenced by the more than 50 “one another” commands in the New Testament.

In the scriptures we see God working with family units. It wasn’t just Abraham who received a call to go to an unknown pace, his whole extended family (clan) uprooted and went with him – perhaps 80 to 100 people. It wasn’t just David who felt the chastisement of God over his sin with Bathsheba; his son died as a result. When the Philippian jailer chose to follow Jesus, Paul told him “Believe in the Lord Jesus and you will be saved — you and your whole household.” No individualism there.

God intends to work with the family, not just individuals. As a church, how can we do we do the same?

When someone comes to Christ, it is God’s intent that the whole family should follow him. In many places around the world, when someone comes to Christ, he goes back to his family and begins a house church starting with his family and friends.

How can our churches reflect his? How can we equip our members to see their families as a cell group?

And how can we help our cell groups to be multi-generational expressions of the family of God?

Many in the millennial generation have a deep desire for intergenerational relationships. They want to learn from those who have more experience than they do, and they want to experience multi-generational living that they may have missed if their family of origin was fractured. Mike Breen believes that the ideal group will have 3 generations present.

How have you seen this in practice? 

Steve

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Portuguese blog:

Família de Seguidores

por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A cultura nos Estados Unidos do século 21 é muito individualista, o que pode influenciar os cristãos a adotarem uma mentalidade de que tudo o que importa é "só eu e Jesus". É por isso que ouvimos alguns dizendo que sua fé é "particular", e  as células podem parecer desnecessárias e um pouco suspeitas. 

Como nós temos visto nos blogs desta semana, essa mentalidade individualista não é saudável espiritualmente e é estranha para a Bíblia. Quando nascemos de novo, Deus nos adota e nos torna parte de Sua família. A fé em Jesus só pode ser vivida em comunidade com outros, como evidenciado pelos mais de 50 comandos "uns aos outros" no Novo Testamento.

Nas Escrituras vemos Deus trabalhando com unidades familiares. Não foi só Abraão que recebeu um chamado para ir a um lugar desconhecido, toda a sua família estendida (clã) se mudou e foi com ele – talvez de 80 a 100 pessoas. Não foi só Davi que sentiu o castigo de Deus sobre seu pecado com Bate-Seba; seu filho morreu como resultado. Quando o carcereiro de Filipos escolheu seguir Jesus, Paulo lhe disse: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo — você e toda a sua casa". Não há individualismo.

Deus tem a intenção de trabalhar com a família, e não apenas com indivíduos. Como igreja, como nós podemos fazer o mesmo?

Quando alguém vem a Cristo, a intenção de Deus é que toda a família O siga. Em muitos lugares ao redor do mundo, quando alguém vem a Cristo, ele volta para sua família e começa uma igreja doméstica começando com sua família e amigos. 

Como nossas igrejas podem refletir isso? Como podemos equipar nossos membros para que eles vejam as suas famílias como uma célula?

E como podemos ajudar nossas células a serem expressões multigeracionais da família de Deus?

Muitos na geração do milênio têm um profundo desejo por relacionamentos intergeracionais. Eles querem aprender com aqueles que têm mais experiência do que eles, e querem experimentar uma vida multigeracional que eles podem ter perdido se a sua família de origem foi rompida. Mike Breen acredita que o grupo ideal terá 3 gerações presentes.

Como você tem visto isso na prática?

Steve

Spanish blog:

La familia de los seguidores
Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

La cultura del siglo 21 en los Estados Unidos es muy individualista, lo que puede influir en los creyentes a adoptar una mentalidad de que lo único que importa es "Sólo Jesús y yo". Es por eso que oímos algunos decir que su fe es "privada", y los grupos celulares pueden parecer innecesarios.

Como hemos visto en los blogs de esta semana, esta mentalidad individualista es espiritualmente no saludable y ajena a la Escritura. Cuando nacemos de nuevo, Dios nos adopta y nos hace parte de su familia. La fe en Jesús sólo puede ser vivida en comunidad con otros, como lo demuestra la frase "los unos a otros" en más de 50 párrafos en el Nuevo Testamento.

En las Escrituras vemos a Dios trabajando con las familias. No fue sólo Abraham el que recibió una llamada para ir a un lugar desconocido, su familia entera (clan) arrancó y se fue con él – tal vez de 80 a 100 personas. No fue sólo que David sintió el castigo de Dios sobre su pecado con Betsabé; su hijo murió como resultado. Cuando el carcelero de Filipos optó por seguir a Jesús, Pablo le dijo: "Cree en el Señor Jesucristo y serás salvo — tú y tu casa." No existe el individualismo.

Dios tiene la intención de trabajar con la familia, no sólo con los individuos. Como iglesia, ¿Cómo podemos hacer nosotros lo mismo?

Cuando alguien viene a Cristo, es con toda la intención de Dios que toda la familia lo sigua. En muchos lugares del mundo, cuando alguien viene a Cristo, este regresa a su familia y comienza una iglesia en casa con su familia y amigos.

¿Cómo pueden nuestras iglesias reflejar su imagen? ¿Cómo podemos equipar a nuestros miembros a ver a sus familias como un grupo celular?

¿Y cómo podemos ayudar a nuestros grupos celulares a que sean expresiones multigeneracionales de la familia de Dios?

Muchos en la generación del milenio tienen un profundo deseo de relaciones intergeneracionales. Ellos quieren aprender de aquellos que tienen más experiencia que ellos, y quieren experimentar la vida multigeneracional la cual puede haberse perdido en su familia si su origen fue fracturado. Mike Breen cree que el grupo ideal tendrá 3 generaciones presentes.

¿Cómo has visto esto en la práctica?

Steve

Biblical Culture

joel

by Joel Comiskey

Being accountable to other believers, living out the Christian life, and then inviting non-Christians to join is simply biblical. When we win people to Jesus, we must win them into the biblical, one-another lifestyle. It’s not a question of whether this ministry "works" in a western context. Rather, the question should be, "Is it right?"Cell church cuts across the grain of individualism. It challenges the church to live a New Testament lifestyle of community. It shouts loudly that Sunday attendance is only half of the equation. Lifestyle change takes place in an accountability structure where people are growing in relationship with one another.

Writing the book, Relational Disciple, was very hard for me, but it changed my life (2009). At that time, I was biased against what I considered an over-emphasis on community in the small group movement in the western church in general and in North America more specifically. I had dedicated much of my earlier writing to cell evangelism and multiplication and became convinced that the "community emphasis" of many small group ministries was an excuse not to reach out.

Yet, as I struggled through the writing of that book, I realized that I didn’t have the option of accepting or rejecting community. Scripture simply didn’t give me that option. The Bible, in other words, is chalked full of references to community. Jesus repeatedly told his disciples to love one another and that the unbelieving world would come to faith in him through their unity (John 13).

The one-anothers are woven throughout scripture and there are more than fifty Bible references that teach believers to serve, wait, care, give, and in general, practice community. I had to submit to the Bible’s clear teaching, even if it went against my pre-conceived notions. God began to show me that all cultures have good and bad points. Some cultural traits are in accordance with scripture, while other aspects need to be corrected by scripture.

Scripture is clear when it talks about community, the one-anothers of scripture, walking in unity, hospitality, and many other New Testament norms. Joseph H. Hellerman, professor at Talbot Seminary, wrote a book called When the Church Was a Family. His conclusion is that the New Testament culture was group oriented, and that God instructs us to live like a family.
The biblical norm is not individualism but mutual ministry and a group oriented lifestyle. Becoming relationally oriented is painful to individualists. We want to do our own thing. Yet, scripture, not culture, must determine who we are and what we do.

Joel

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Cultura Bíblica

por Joel Comiskey

Ser responsável perante os outros cristãos, viver a vida cristã e, então, convidar os não-cristãos para participar é algo simplesmente bíblico. Quando ganhamos as pessoas para Jesus, nós temos que ganhá-los para o estilo de vida bíblico e orientado para “uns aos outros”. Não é uma questão de se esse ministério "funciona" em um contexto ocidental. Em vez disso, a pergunta deveria ser: "Isso está correto?". A igreja em células vai na direção oposta ao individualismo. Ela desafia a Igreja a viver um estilo de vida de comunidade do Novo Testamento. Ela grita bem alto que comparecer na igreja aos domingos é apenas metade da equação. A mudança no estilo de vida ocorre numa estrutura de responsabilização onde as pessoas crescem em relacionamento uns com os outros.

Escrever o livro Discipulado Relacional foi muito difícil para mim, mas isso mudou minha vida (2009). Naquela época, eu estava inclinado contra o que eu considerava uma ênfase exagerada na comunidade no movimento de pequenos grupos na igreja ocidental em geral e, mais especificamente, na América do Norte. Eu tinha dedicado muito do que escrevi anteriormente para o evangelismo e multiplicação celulares e fiquei convencido de que a "ênfase na comunidade" de muitos ministérios de pequenos grupos era uma desculpa para não evangelizar. 

No entanto, enquanto eu lutava através da escrita desse livro, eu percebi que eu não tinha a opção de aceitar ou rejeitar a comunidade. As Escrituras simplesmente não me deram essa opção. A Bíblia, em outras palavras, é cheia de referências à comunidade. Jesus disse repetidamente a seus discípulos para amarem uns aos outros e que o mundo incrédulo viria à fé nele através de sua unidade (João 13). 

Os “uns aos outros” são tecidos ao longo das Escrituras e há mais de cinquenta referências bíblicas que ensinam os cristãos a servir, esperar, cuidar, dar e, em geral, a prática da comunidade. Eu tinha que me submeter ao ensino claro da Bíblia, mesmo que isso fosse contra as minhas noções pré-concebidas. Deus começou a me mostrar que todas as culturas têm pontos bons e ruins. Alguns traços culturais estão em conformidade com as Escrituras, enquanto outros aspectos precisam ser corrigidos pela Bíblia.

A Bíblia é clara quando fala sobre comunidade, o “uns aos outros” das Escrituras, andar em unidade, hospitalidade, e muitas outras normas do Novo Testamento. Joseph H. Hellerman, professor no Seminário Talbot, escreveu um livro chamado When the Church Was a Family (“Quando a Igreja Era Uma Família”, tradução livre). Sua conclusão é que a cultura do Novo Testamento era orientada para grupos, e que Deus nos instrui a vivermos como uma família. A norma bíblica não é o individualismo, mas o ministério mútuo e um estilo de vida orientado para grupos. Se tornar orientado para relacionamentos é doloroso para os individualistas. Queremos fazer nossa própria coisa. No entanto, a Bíblia, e não a cultura, deve determinar quem somos e o que fazemos.

Joel

Spanish blog:

La Cultura Biblica

por Joel Comiskey

Rendirles cuenta a otros creyentes, vivir la vida cristiana, y luego invitar a los no cristianos a que se nos unan es simplemente bíblico. Cuando ganamos a las personas para Cristo, debemos ganarlos para que vivan el estilo de vida bíblico de “unos-a-otros”. La pregunta no es si este ministerio “funcionará” en el contexto occidental. Por el  contrario la pregunta debería ser, “¿Es el correcto?La iglesia celular corta con el individualismo. Desafía a la iglesia a vivir un estilo de vida de comunidad del Nuevo Testamento. Grita fuertemente que la asistencia del domingo es sólo la mitad de la ecuación. El cambio del estilo de vida tiene lugar en una estructura de rendición de cuentas dónde las personas están creciendo en relaciones mutuas con los demás.

Para mí fue muy difícil escribir el libro Relational Disciple (El discípulo relacional, 2009). En aquel entonces, tenía prejuicios contra lo que yo consideraba un énfasis excesivo en la comunidad por parte del movimiento de grupos pequeños en la iglesia occidental en general, y más específicamente en Norteamérica. Había dedicado mucho de mis primeros escritos a la evangelización celular y a la multiplicación, y me había convencido que el “énfasis” que ponían muchos ministerios de grupos pequeños en “la comunidad”, era una excusa para no alcanzar a otros. Sin embargo, en mi lucha al escribir el libro, me di cuenta que no tenía la opción de aceptar o rechazar la comunidad. La Escritura simplemente no me daba esa opción, está llena de referencias sobre la comunidad. Jesús repetidamente les dijo a sus discípulos que se amaran unos a otros y que el mundo incrédulo vendría a conocerle por la unidad que vería en ellos (San Juan 13).

“Los unos a otros” están tejidos a través de toda la Escritura y hay más de cincuenta referencias bíblicas que enseñan a los creyentes a servir, esperar, cuidar, dar, y en general, practicar la comunidad. Tuve que someterme a la clara enseñanza de  la Biblia, aunque fuera en contra de mis nociones preconcebidas.Dios comenzó a mostrarme que todas las culturas tienen puntos buenos y malos. Algunos rasgos culturales están en acuerdo con las Escrituras, mientras que otros aspectos deben ser corregidos por la Escritura.

La Escritura es clara cuando habla de la comunidad, el “unos a otros” de la Escritura, caminar en unidad, hospitalidad, y muchas otras normas del Nuevo Testamento. Joseph H. Hellerman, catedrático del Seminario Talbot, escribió un libro llamado When the Church Was a Family (Cuando la Iglesia era una Familia). Su conclusión es que la cultura del Nuevo Testamento estaba orientada al grupo, y que Dios nos ordena a vivir como una familia. La norma bíblica no es el individualismo sino el ministerio mutuo, y un estilo de vida orientado al grupo. Es doloroso para los individualistas convertirse en personas orientadas a relacionarse. Todos queremos hacer lo propio. No obstante, la Escritura, no la cultura es la que debe determinar quiénes somos y lo que hacemos.

The Counter-cultural Gospel

mario

by Mario Vega, www.elim.org.sv

In the discussion about the relationship between evangelism and culture, we must not forget that the message of Jesus, in its time, was a counter-cultural teaching. The reason for its impact and its acceptance was not the result of following the culture of the time. Rather, Christ’s teaching spread because of its opposition to culture.

Women were not valued in the Greek-Roman world. However, Jesus broke the socially accepted rules when he went and spoke alone with a Samaritan woman. He even welcomed this "sinful woman." Remember that Jesus also chose women to accompany him.

In the first century, children were considered "incomplete" human beings. But Jesus welcomed them, carried them in his arms, and blessed them. He also welcomed the tax collectors, prostitutes, lepers, lame, blind, and all those people that were culturally rejected and avoided.

But even more, in a time when forgiveness was considered a weakness, Jesus insisted that one must forgive seventy times seven, pray for one’s enemy, and to turn the other cheek. If the message of the gospel was good news, it was because it defied the way of being and thinking in that time and culture. Nowadays, the strength of the gospel must maintain its counter-cultural relevance in order to change people and society.

Mario

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Portuguese blog:

A Contracultura Gospel

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Na discussão sobre a relação entre o evangelismo e a cultura, nós não devemos esquecer que a mensagem de Jesus, no seu tempo, era um ensinamento contra cultural. A razão para o seu impacto e sua aceitação não era o resultado de seguir a cultura do tempo. Em vez disso, o ensinamento de Cristo se espalhou por causa de sua oposição à cultura.

As mulheres não eram valorizadas no mundo greco-romano. No entanto, Jesus quebrou as regras socialmente aceitas quando ele foi e falou a sós com uma mulher samaritana. Ele até acolheu essa “mulher pecadora”. Lembre-se que Jesus também escolheu as mulheres para acompanhá-lo.

No primeiro século, as crianças eram consideradas como seres humanos “incompletos”. Mas Jesus acolheu todas elas, levou-as em seus braços, e as abençoou. Ele também acolheu os cobradores de impostos, prostitutas, leprosos, aleijados, cegos, e todas aquelas pessoas que eram culturalmente rejeitadas e evitadas.

Mas ainda mais, em uma época em que o perdão era considerado uma fraqueza, Jesus insistiu que se deve perdoar setenta vezes sete, orar por seu inimigo, e dar a outra face. Se a mensagem do evangelho eram as boas novas, era porque ele desafiava o modo de ser e de pensar naquela época e cultura. Hoje em dia, a força do evangelho deve manter a sua relevância contra cultural a fim de mudar as pessoas e a sociedade.

Mario

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El evangelio contracultural

por Mario Vega

En la discusión sobre la relación entre evangelismo y cultura, no se debe olvidar que el mensaje de Jesús, en su tiempo, fue una enseñanza contracultural. La razón de su impacto y su aceptación no fue el resultado de ser acorde a la cultura del momento. Por el contrario, fue debido a su oposición.

La mujer no era muy valorada en el mundo greco-romano. No obstante, Jesús rompió las normas aceptadas socialmente cuando fue y le habló a solas a una mujer samaritana, cuando recibió a la mujer pecadora, cuando puso en igualdad de condiciones a la mujer adúltera con los hombres adúlteros, cuando escogió mujeres que le acompañaron como grupo de apoyo adondequiera que iba.

En el siglo primero, se consideraba que los niños eran seres humanos incompletos. Pero Jesús los recibió, los cargó en brazos y los bendijo. También recibió a los cobradores de impuestos, prostitutas, leprosos, cojos, ciegos y a todas aquellas personas que culturalmente eran despreciadas y evadidas.

Pero aún más, en una época cuando perdonar se consideraba una debilidad, Jesús insistió que se debe perdonar setenta veces siete y que se debe orar por el enemigo, poner la otra mejía a quien nos golpea y no resistir a quien quiere robarnos. Si el mensaje del evangelio fue buenas nuevas, lo fue porque desafió la manera de ser y pensar de la cultura de su tiempo. Hoy en día, la fuerza del evangelio seguirá siendo su sentido contracultural más que la concordancia que se pueda lograr con las tradiciones.