You Can Transition. It Can Be Done

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By Robert Lay, www.celulas.com.br

There are many  ways  to transition a program based church to a cell church. But it is very important to observe three steps to take in this process. They are: “ADD, ADAPT, and CUT”.

To start the transition, after all preparation, there needs to be Added or introduced the basic ingredient of a cell church, the cell and its systems. It is not any small group of any kind. It is a Basic Christian Community where all is based on relationship of mutual service and edification. The cell is the church as much as the Sunday service is, because it is the delivery system of the Presence, Power, and Purpose of Jesus.

The second step is to adapt  all existing programs, events, ministries, departments, etc. to the cell system. This is the most important and difficult part of the transition. Much wisdom, patience and care is needed here, because not everybody has understood the change of values happening in the whole system. Teaching, training of leaders, leadership structure, evangelism, discipleship, and accountability must  now be guided by relational and community life values and not institutional values. This takes time and needs a lot of fellowship. In Brazil this means, a lot of coffee and barbecue time, to explain and clarify the process to those who do not understand the change of values and  practices yet.

The third step is to cut all programs and activities that are unable to be adapted to the new system. Nothing can compete with the cell. The cell is the spinal cord of the church. In this stage, it is very important not to cut too fast or early. Programs have to be phased out slowly and cut, only when they do not have life anymore. Oxygen has to be cut of slowly, until death has occurred, than nobody will notice the change.

In every sphere of life, business, society, family, and church, change is always a hard task, and requires much patience and persistence. Never lose focus and vision.

Help us God!

Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil

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Portuguese blog:

Esta é uma Tradução de Google. Irá publicar a tradução normal quando eu recebê-lo.

Você pode fazer a transição. Pode ser feito!

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Há muitas maneiras para fazer a transição de uma igreja baseada programa para uma igreja em células. Mas é muito importante observar três passos a tomar neste processo. São eles: “ADD, adaptar e CUT”.

Para iniciar a transição, depois de toda a preparação, não precisa ser adicionado ou introduziu o ingrediente básico de uma igreja célula, a célula e seus sistemas. Não é qualquer grupo pequeno de qualquer tipo. É uma comunidade de base cristã, onde tudo é baseado na relação de serviço mútuo e edificação. A célula é a igreja tanto quanto o culto de domingo é, porque é o sistema de entrega da Presença, Poder e Propósito de Jesus.

O segundo passo é adaptar os programas, eventos, ministérios, departamentos existentes, etc., para o sistema celular. Esta é a parte mais importante e difícil de transição. Muita sabedoria, paciência e cuidado é necessário aqui, porque nem todo mundo entendeu a mudança de valores que acontecem em todo o sistema. Ensino, formação de líderes, estrutura de liderança, evangelismo, discipulado, e prestação de contas deve agora ser guiados por valores relacionais e de vida comunitária e valores não institucionais. Isso leva tempo e precisa de muito companheirismo. No Brasil isso significa, muito tempo café e churrasqueira, para explicar e esclarecer o processo para aqueles que não entendem a mudança de valores e práticas ainda.

O terceiro passo é cortar todos os programas e actividades que são incapazes de se adaptar ao novo sistema. Nada pode competir com a célula. A célula é a medula espinhal da igreja. Nesta fase, é muito importante para não cortar muito rápido ou mais cedo. Programas têm de ser eliminados de forma lenta e cortar, só quando eles não têm a vida mais. Oxygen tem que ser cortado de lentamente, até que tenha ocorrido a morte, que ninguém vai notar a mudança.

Em todas as esferas da vida, negócios, sociedade, família e igreja, a mudança é sempre uma tarefa difícil e requer muita paciência e persistência. Nunca perder o foco e visão.

Ajude-nos Deus!

Robert Lay, Cell Igreja Ministério Brasil

Spanish blog: 

Tu puede hacer la transición. Se puede hacer

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Hay muchas formas de hacer la transición de una iglesia basada programa a una iglesia celular. Pero es muy importante tener en cuenta tres pasos a seguir en este proceso. Ellos son: “Añadir, Adaptar, y Cortar”.

Para iniciar la transición, después de toda la preparación, es necesario añadir o introducir el ingrediente básico para una iglesia celular, la célula y sus sistemas. No es ningún pequeño grupo de ningún tipo. Se trata de una básica comunidad cristiana, donde todo se basa en la relación de servicio mutuo y edificación. La célula es la iglesia tanto como el servicio del domingo es, ya que es el sistema de entrega de la presencia, poder y propósito de Jesús.

El segundo paso consiste en adaptar todos los programas, eventos, ministerios, departamentos existentes, etc., al sistema celular. Esta es la parte más importante y difícil de la transición. Contiene mucha sabiduría, paciencia y cuidado, porque no todo el mundo ha entendido el cambio de valores que ocurren en todo el sistema. Enseñanza, la formación de líderes, la estructura de liderazgo, evangelismo, discipulado, y la responsabilidad ahora deben guiarse por los valores relacionales y la vida de la comunidad y los valores no institucionales. Esto toma tiempo y necesita una gran cantidad de comunión. En Brasil esto significa, mucho café y muchas carnes asadas, para explicar y clarificar el proceso a aquellos que todavía no entienden el cambio de valores y prácticas.

El tercer paso es cortar todos los programas y actividades que son incapaces de adaptarse al nuevo sistema. Nada puede competir con la célula. La célula es la médula espinal de la iglesia. En esta etapa, es muy importante no cortar demasiado rápido o temprano. Los programas tienen que ser eliminados lentamente y cortados sólo cuando ellos no tienen más vida. El oxígeno tiene que ser cortado lentamente, hasta que se produce la muerte, y nadie va a notar el cambio.

En todos los ámbitos de la vida, negocios, sociedad, familia y la iglesia, el cambio es siempre una tarea difícil y requiere mucha paciencia y persistencia. Nunca pierdas el enfoque y la visión.

¡Dios nos ayude!

Robert Lay, Iglesia Celular Ministerio Brasil

The Benefits of the Transition

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by Mario Vega, www.elim.org.sv

One of the main motivations for pastors to make the transition to the cell model is to achieve church growth. From this point of view, the transition would be a way to further growth in numbers and would be judged by whether the church obtains the expected growth.

This is a wrong approach because the numerical growth should not be the criterion for measuring success. While it is true that churches that make the cell church transition do experience a higher rate of growth, the real success is the fact that the church has returned to the New Testament model of ministry.

Along with returning to the New Testament philosophy of ministry, the church also reaches its full potential by mobilizing the saints to do the work of ministry. The components of fellowship, edification and evangelism are developed in the cells. These qualities mature and build up believers and lead to the edification of the church. People are able to develop their gifts and disciple-making becomes a daily activity. So even if the church does not become a mega-church, making the transition will definitely be worthwhile. For these reasons, the church should definitely make the transition.

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Portuguese blog:

Os benefícios da transição

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Umas das principais motivações para pastores fazerem a transição para o modelo celular é para alcançar o crescimento da igreja. Desse ponto de vista, a transição seria uma maneira de promover o crescimento em números e seria julgada por se a igreja obteve o crescimento esperado.

Essa é uma abordagem errada, porque o crescimento numérico não deve ser o critério para medir o sucesso. Embora seja verdade que igrejas que fazem a transição para o modelo celular experimentam uma taxa maior de crescimento, o verdadeiro sucesso é o fato de que a igreja retornou para o modelo de ministério do Novo Testamento.

Junto com o retorno à filosofia do ministério do Novo Testamento, a igreja também alcança seu pleno potencial ao  mobilizar os santos para fazerem o trabalho do ministério. Os elementos da comunhão, edificação e evangelismo são desenvolvidos nas células. Essas qualidades irão amadurecer e levantar crentes e conduzir à edificação da igreja. As pessoas são capazes de desenvolver seus dons, e fazer discípulos se torna uma atividade diária. Assim, mesmo que a igreja não se torne uma mega igreja, fazer a transição definitivamente valerá a pena. Por essas razões, a igreja deve definitivamente fazer a transição.

Spanish blog:

Los beneficios de la transición

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Una de las principales motivaciones de los pastores al hacer la transición al modelo celular es alcanzar el crecimiento de la iglesia. Desde ese punto de vista, la transición sería una apuesta a un mayor crecimiento en número. La medida del éxito del esfuerzo de transición será el crecimiento que la iglesia pueda tener. Ese es un enfoque errado ya que el crecimiento numérico no debe ser el criterio para medir el éxito. Si bien es cierto que las iglesias que hacen su transición al modelo celular experimentan un mayor ritmo de crecimiento, el verdadero éxito consiste en el hecho de que esa iglesia ha vuelto al modelo de organización del Nuevo Testamento.

Además, la iglesia desarrolla todo su potencial al movilizar a los santos para que hagan la obra del ministerio. En las células se desarrollan los componentes de la comunión, la edificación y el evangelismo. Cualidades muy apreciadas para la madurez del creyente y para la edificación de la iglesia. Las personas encuentran el espacio para desarrollar sus dones y el hacer discípulos se convierte en una actividad de cada día. De manera, que aun cuando la iglesia no llegue a ser una mega-iglesia, siempre habrá valido la pena el haber hecho la transición. Por esas razones, es algo que no debería dejar de hacerse.

Take The Counsel Seriously

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Pastor Bill Mellinger, Crestline First Baptist;  www.crestlinefbc.com

When we started the transition of our sixty-five-year-old church, Joel Comiskey asked me how fast I wanted to proceed. I told him, “I am a fast tracker. I am a church planter; an innovator and I enjoy change. Let’s go on the fast track.” This is my personality style, but it may not be yours—or the personality of the people of your church.

Robert Clinton said something like, “Change takes longer than you think even when you think it will take longer.” Most of us wanting to transition our churches to a more outreached focus that builds community and disciples are ready to make the change today. Clinton’s wisdom is one that we must take to heart. If not, we will press forward with another program that will soon lose steam or it will experience unnecessary opposition and lose people who do not need to leave.

This morning, I was reading about King Jehoshaphat in 2 Chronicles 17. It struck me that Jehoshaphat was courageous and in the third year of his reign he sent out teachers across Judah to teach the Book of the Law. Then he set up military leaders to organize the soldiers. I wonder, did he wait three years or was that how long it took him to get things organized for spiritual development?

Most of us want to move much faster than healthy transition requires. Of course, if a person or a church is dying, we need to take drastic action. If spiritual forces are attacking, we need to get ready for battle. However, we need to be wise and discerning. Clinton is right. “Change takes longer than you think even when you think it will take longer.” Most of us will hear this and not heed it. Please take this counsel seriously.

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Portuguese blog:

Leve o Conselho a Sério

Bill Mellinger

Quando começamos a transição da nossa igreja de sessenta e cinco anos de idade, Joel Comiskey me perguntou o quão rápido eu queria prosseguir. Eu disse a ele: “Eu sou um trilhador rápido. Eu sou um plantador de igrejas, um inovador, e eu gosto de mudanças. Vamos no caminho rápido”. Este é o estilo da minha personalidade, mas pode não ser o seu ou a personalidade do povo da sua igreja.

Robert Clinton disse algo como, “a mudança leva mais tempo do que você pensa, mesmo quando você pensa que vai demorar mais tempo”. A maioria de nós que quer fazer a transição de nossas igrejas para um foco mais amplo que edifica a comunidade e os discípulos, está pronta para fazer a mudança hoje. A sabedoria de Clinton é algo que nós devemos levar a sério. Se não, vamos prosseguir com outro programa que vai logo perder a força ou que vai experimentar uma oposição desnecessária e perder pessoas que não precisam sair.

Esta manhã eu estava lendo sobre o rei Josafá em 2 Crônicas 17. Pareceu-me que Josafá era corajoso e, no terceiro ano de seu reinado, ele enviou professores por toda Judá para ensinar o Livro da Lei. Depois, ele estabeleceu líderes militares para organizarem os soldados. Eu me pergunto, ele esperou três anos ou esse foi o tempo que ele levou para organizar as coisas para o desenvolvimento espiritual?

A maioria de nós deseja seguir muito mais rápido do que a transição saudável exige. É claro que se uma pessoa ou uma igreja está morrendo, nós precisamos tomar medidas drásticas. Se as forças espirituais estão atacando, precisamos nos preparar para a batalha. No entanto, precisamos ser sábios e discernir. Clinton está certo. “A mudança leva mais tempo do que você pensa, mesmo quando você pensa que vai demorar mais tempo”. A maioria de nós vai ouvir isso e não vai dar atenção. Por favor, leve este conselho a sério.

Spanish blog:

Toma la consejería enserio

Por Bill Mellinger

Cuando empezamos la transición en nuestra de sesenta y cinco años de edad, Joel Comiskey me preguntó qué tan rápido quería proceder. Le dije, “Soy un seguidor rápido. Soy un plantador de iglesias; un innovador y me gusta el cambio. Vamos hacerlo por la vía rápida”. Esta es mi estilo de personalidad, pero puede que no sea el suyo o la personalidad de la gente de su iglesia.

Robert Clinton dijo algo así: “El cambio toma más tiempo de lo que piensas, incluso cuando usted piensa que va a tomar mucho tiempo”. La mayoría de nosotros que quiere hacer la transición a nuestras iglesias a un enfoque de alcance que construye la comunidad y los discípulos están listos para hacer el cambio hoy en día. La sabiduría de Clinton es una que hay que tomar de corazón. Si no, vamos a seguir adelante con otro programa que pronto va a perder fuerza o que experimentará la oposición innecesaria y perder gente que no necesitamos perder.

Esta mañana, estaba leyendo sobre el rey Josafat en 2 Crónicas 17. Me golpeo que Josafat era valiente y en el tercer año de su reinado envió a los maestros a través de Judá para enseñar el libro de la ley. Luego se estableció líderes militares para organizar soldados. Me pregunto, ¿Esperó tres años o ese fue el tiempo que le tomo organizar las cosas para el desarrollo espiritual?

La mayoría de nosotros queremos movernos mucho más rápido que la transición saludable requiere. Por supuesto, si una persona o una iglesia está muriendo, tenemos que tomar medidas drásticas. Si las fuerzas espirituales están atacando, tenemos que estar listos para la batalla. Sin embargo, tenemos que ser prudentes y discernir. Clinton está en lo correcto. ” El cambio toma más tiempo de lo que piensas, incluso cuando usted piensa que va a tomar mucho tiempo”. La mayoría de nosotros vamos a escuchar esto y no le prestaremos atención. Por favor, toma este consejo en serio.

The Importance of Dialogue

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by M. Scott Boren,  The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

In my previous post, I wrote about the importance of adaptive leadership, which calls for the discipline of getting on the balcony. In this post, I want to speak to the importance of dialogue to the transition of a church. When I first started researching churches that transitioned from traditional congregational life to cell church life, it became very clear to me that the pastors who led the transition all had one thing in common. They understood the importance of dialogue in the midst of a team of leaders.

To understand dialogue, let’s quickly compare it to discussion. When leaders discuss, they bring forth their idea to a team and argue their point with the aim of trying to convince the team of their idea. With dialogue, a leader offers his idea to the team and then invites the team to understand it and then to offer their own perspectives. With discussion, one person is correct. With dialogue, we are looking for a third option, one that can only be discovered through the gifts of that team.

Think of it this way: there are a lot of right solutions to any given challenge that you face in a transition. They way to address a challenge will, in part, depend upon the gifts and strengths of the team that is overseeing the transition. Each team member brings an important voice to the dialogue and the solution will be discovered through the voices that are present.

With discussion, there is an assumption that there is a perfect solution. With dialogue, we work from the assumption that the Spirit will show us the way through our conversations. There are times for discussion, for understanding the core principles of what it means to lead a church through transition. But discussion alone will not make those principles come alive in your local situation.

If people feel like cell church is being forced upon them, it really does not matter how “right” the solutions might be. Doing the right thing in the wrong way will not move the church forward in the transition. And blaming people for not trusting the leadership or trusting the cell church experts won’t help either.

Dialogue is crucial to transition leadership because dialogue is crucial to the vision of community that we want people to experience in our groups. If you force feed the vision, they might do the “right” things because you tell them to do so. But if you enter into conversations, they you help them discover God’s right way for you, in your specific context, in your specific tradition, and in your specific set of relationships.

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Portuguese blog:

A Importância do Diálogo

por M. Scott Boren, O Centro para Comunidade e Visão (The Center for Community and Mission), www.scottboren.blogspot.com ; Twitter@mscottboren

Na minha postagem anterior, eu escrevi sobre a importância da liderança adaptativa, que exige a disciplina de ficar na varanda. Neste post, quero falar sobre a importância do diálogo para a transição de uma igreja. Quando eu comecei a pesquisar igrejas que fizeram a transição da vida congregacional tradicional para a vida da igreja em células, ficou muito claro para mim que todos os pastores que lideraram a transição tinham uma coisa em comum. Eles entenderam a importância do diálogo no meio de uma equipe de líderes.

Para entender o diálogo, vamos compará-lo rapidamente com a discussão. Quando os líderes discutem, mostram a sua ideia para uma equipe e argumentam sobre seu ponto com o objetivo de tentar convencer a equipe de sua ideia. Com o diálogo, um líder oferece a sua ideia para a equipe e, em seguida, convida a equipe para compreendê-lo e para oferecerem suas próprias perspectivas. Com a discussão, uma pessoa está correta. Com o diálogo, estamos procurando por uma terceira opção, uma opção que só pode ser descoberta através dos dons de uma equipe.

Pense nisso desta maneira: há um monte de soluções corretas para qualquer desafio que você enfrenta em uma transição. A maneira de resolver um desafio vai, em parte, depender dos dons e pontos fortes da equipe que está supervisionando a transição. Cada membro da equipe traz uma voz importante para o diálogo e a solução será descoberta através das vozes que estão presentes.

Com a discussão, há um pressuposto de que existe uma solução perfeita. Com o diálogo, nós trabalhamos a partir do pressuposto de que o Espírito vai nos mostrar o caminho através das nossas conversas. Há momentos para discussão, para compreender os princípios fundamentais do que significa liderar uma igreja através da transição. Mas a discussão por si só não vai fazer esses princípios serem vivos em sua situação local.

Se as pessoas sentem que a igreja em células está sendo forçada sobre elas, realmente não importa quão “corretas” sejam as soluções. Fazer a coisa certa da maneira errada não irá mover a igreja para frente na transição. E culpar as pessoas por não confiarem na liderança ou nos especialistas da igreja em células também não vai ajudar.

O diálogo é crucial para a transição da liderança porque o diálogo é fundamental para a visão de comunidade que queremos que as pessoas experimentem em nossos grupos. Se você forçar alimentar a visão, eles podem fazer as coisas “certas” porque você os manda fazerem. Mas se você entrar em conversas, então você vai ajudá-los a descobrirem o caminho certo de Deus para vocês no seu contexto específico, em sua tradição específica, e no seu conjunto específico de relacionamentos.

Spanish blog:

La importancia del diálogo

Por M. Scott Boren, Centro para la Comunidad y Misión, www.scottboren.blogspot.com; Twitter@mscottboren

En mi anterior blog, escribí sobre la importancia del liderazgo adaptativo, que llama a la disciplina de subirse en el balcón. En este blog, quiero hablar de la importancia del diálogo a la transición a una iglesia. Cuando empecé a investigar las iglesias que transicionaron de la vida congregacional tradicional a la iglesia celular, se hizo muy claro que los pastores que condujeron la transición todos tenían algo en común. Ellos entendieron la importancia del diálogo en medio de un equipo de líderes.

Para entender el diálogo, vamos a comparar rápidamente una discusión. Cuando los líderes discuten, ellos traen su idea a un equipo y argumentan su punto con el objetivo de tratar de convencer al equipo con su idea. Con diálogo, como líder ofrece su idea al equipo y luego invita al equipo a entenderlo y después ofrece sus propios puntos de vista. Con la discusión, una persona es la correcta. Con el diálogo, estamos buscando una tercera opción, que sólo puede ser descubierto a través de los dones de ese equipo.

Piénsalo de esta manera: hay una gran cantidad de soluciones adecuadas a cualquier reto que se enfrenta en una transición. La manera de abordar un desafío será y dependerá en parte de los dones y fortalezas del equipo que está supervisando la transición. Cada miembro del equipo aporta una voz importante para el diálogo y la solución se descubre a través de las voces que están presentes.

Con la discusión, se da por supuesto que existe una solución perfecta. Con el diálogo, trabajamos con la suposición de que el Espíritu nos mostrará el camino a través de nuestras conversaciones. Hay momentos para el debate, para la comprensión de los principios básicos de lo que significa llevar una iglesia a través de la transición. Pero la discusión por sí sola no hará que esos principios cobren vida en su situación local.

Si la gente siente que la iglesia celular está siendo forzada en ellos, realmente no importa que tan “correcta” podrían ser las soluciones. Hacer lo correcto en el camino equivocado no moverá hacia adelante la iglesia en la transición. Y culpar a la gente por no confiar en el liderazgo o confiar en los expertos de la iglesia celular no ayudará tampoco.

El diálogo es crucial para la transición de liderazgo porque el diálogo es crucial para la visión de comunidad que queremos que las personas experimenten en nuestros grupos. Si se obliga a alimentar la visión, ellos podrían hacer las cosas “correctas”, porque se les dice que lo hagan. Pero si usted entra en las conversaciones, entonces usted les puede ayudar a descubrir a Dios de la manera correcta, en su contexto específico, en su tradición específica, y en su conjunto específico de relaciones.

Beyond Cell Church Techniques

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by M. Scott Boren, The Center for Community and Mission, www.scottboren.blogspot.com ; Twitter@mscottboren

One of the keys to an effective transition—and you see this in all of the cell churches that have transitioned from a traditional church—is what is called adaptive leadership. This is the kind of leadership that addresses adaptive challenges. Such challenges stand in contrast to technical challenges that call for leadership techniques.

While cell church techniques are important and you should spend a considerable amount of energy on them, often too much of our leadership focuses there. We learn how to train leaders, how to coach leaders, how to organize groups, how to write good cell lessons, etc. Techniques provide known solutions to known challenges.

But techniques alone will not lead your church through a transition. In almost every church where I’m coaching a pastor through a transition, the primary challenges that hinder their journey are not technical. They are adaptive. These are the issues where there is no technique that will fix the known problem. In fact, the solution is not clear because we don’t fully understand the problem.

For instance, if a church board wants to transition to cells but is not willing to invest their lives in that transition, the issue is much more complex than simply addressing their lack of commitment. The challenge could be that cell church makes sense logically, but it does not fit their experience of what church leadership is about. Or they may not trust the leadership and vision of the senior pastor because the previous pastor was manipulative. Or they don’t trust each other because of a divisive issue that occurred five years ago. Or they have tried small groups in the past, but they did not work.

From a technical point of view, they have been told that leadership must be fully committed to the vision. Some say they must be a part of a prototype. Other propose that they must lead a group. I’m not saying that these proposals are wrong headed. From my perspective, I’m just saying that the issues that stymie a transition—like that of a board not being fully vested—are complex.

This calls for adaptive leadership, the kind of leadership that requires us to discover solutions as we move forward. These are not predetermined fixes or techniques that we can import from another situation. This requires us to listen, to pray, to ask God to reveal, and to listen some more.

One of the things that helps us lead adaptively is the practice called “getting on the balcony.” This is the kind of work leaders do as they step out of the fray of doing the work of ministry and they survey what’s going on from a different perspective. The season of summer is often a great time to do just this. It can be a time to see what God has been doing from an angle that one does not have when every week is filled with the tasks of directly leading the transition.

Here are some questions to consider from the balcony:

  • Where have there been surprises
  • What new relationships have come your way?
  • What brought you joy?
  • What was something that brought energy to your groups?
  • Where have there been challenges?
  • Where is there frustration?
  • What are some areas that you don’t know how to address?

By looking from the balcony, you can ask questions like these and see where God is at work in unexpected ways. And then you will surprised by the unexpected solutions that will advance your transition.

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Além das Técnicas da Igreja em Células

Por M. Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (The Center for Community and Mission), www.scottboren.blogspot.com ; Twitter@mscottboren

Uma das chaves para realizar uma transição eficaz (e você vê isso em todas as igrejas em célula que fizeram a transição do modelo tradicional) é o que chamamos de liderança adaptativa. Este é o tipo de liderança que aborda os desafios adaptativos. Tais desafios contrastam com os desafios técnicos que exigem técnicas de liderança.

Embora as técnicas da igreja em células sejam importantes e você deva gastar uma quantidade considerável de energia nelas, muitas vezes, concentramos muito de nossa liderança nisso. Nós aprendemos como treinar líderes, como acompanhar líderes, como organizar grupos, como escrever boas lições para as células, etc. As técnicas fornecem soluções conhecidas para os desafios conhecidos.

Mas as técnicas por si só não vão levar sua igreja a uma transição. Em quase todas as igrejas em que eu estou treinando um pastor em transição, os principais desafios que impedem a sua jornada não são técnicos. Eles são adaptativos. Essas são as questões em que não há técnica que irá corrigir o problema conhecido. Na verdade, a solução não está clara porque nós não entendemos completamente o problema.

Por exemplo, se o conselho de uma igreja quer fazer a transição para as células, mas não está disposto a investir suas vidas nessa transição, a questão é muito mais complexa do que simplesmente tratar sua falta de compromisso. O desafio pode ser que a igreja em células faz sentido logicamente, mas não se encaixa na experiência deles do que seria a liderança da igreja. Ou eles podem não confiar na liderança e na visão do pastor presidente porque o pastor anterior era manipulador. Ou eles não confiam uns nos outros por causa de um assunto conflituoso que ocorreu há cinco anos. Ou eles tentaram ter pequenos grupos no passado, mas eles não funcionaram.

De um ponto de vista técnico, eles foram informados de que a liderança deve estar totalmente comprometida com a visão. Alguns dizem que eles devem ser uma parte de um protótipo. Outros propõem que eles devem liderar um grupo. Eu não estou dizendo que essas propostas são mal direcionadas. Da minha perspectiva, eu só estou dizendo que as questões que dificultam uma transição (como um conselho não estar totalmente envolvido) são complexas.

Isto exige uma liderança adaptativa, o tipo de liderança que nos obriga a descobrir soluções à medida que avançamos. Estas não são soluções ou técnicas pré-determinadas que podem ser importadas a partir de outra situação. Isso exige que a gente ouça, ore, peça revelação a Deus, e ouça um pouco mais.

Uma das coisas que nos ajuda a conduzir de forma adaptativa é a prática chamada de “ficar na varanda”. Este é o tipo de trabalho que os líderes fazem conforme eles saem da briga de fazer a obra do ministério e examinam o que está acontecendo a partir de uma perspectiva diferente. A temporada de verão é muitas vezes um ótimo momento para fazer exatamente isso. Pode ser um tempo para ver o que Deus tem feito de um ângulo que não se tem quando todas as semanas são preenchidas com as tarefas de conduzir diretamente a transição.

Aqui estão algumas questões para refletir da varanda:

  • Onde você teve surpresas?
  • Quais novos relacionamentos surgiram no seu caminho?
  • O que te trouxe alegria?
  • O que trouxe energia para as suas células?
  • Onde você teve desafios?
  • Onde há frustração?
  • Quais são as áreas com as quais você não sabe lidar?

Ao olhar a partir da varanda, você pode fazer perguntas como estas e ver onde Deus está trabalhando de maneiras inesperadas. E então você vai ser surpreendido pelas soluções inesperadas que vão avançar em sua transição.

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Más allá de las técnicas de la Iglesia celular

Por M. Scott Boren, Centro para la Comunidad y Misión, www.scottboren.blogspot.com; Twitter@mscottboren

Una de las claves para una transición efectiva y veras esto en todas las iglesias celulares que han hecho la transición a una iglesia, es lo que se llama el liderazgo adaptativo tradicional. Este es el tipo de liderazgo que aborda retos de adaptación. Estos desafíos están en contraste con los desafíos técnicos que requieren de técnicas de liderazgo.

Mientras que las técnicas de la iglesia celular son importantes y usted debe gastar una cantidad considerable de energía en ellas, a menudo demasiado de nuestro liderazgo se concentra allí. Aprendemos a cómo entrenar nuevos líderes, cómo organizar grupos, cómo escribir buenas lecciones celulares, etc. Técnicas que proporcionan soluciones a los problemas conocidos.

Pero las técnicas por sí solas no dirigirán tu iglesia a través de una transición. En casi todas las iglesias donde estoy entrenando a un pastor a la transición, los principales desafíos que dificultan su viaje no son técnicos. Son adaptativo. Estos son los temas en los que no existe una técnica que va a arreglar el problema conocido. De hecho, la solución no es clara debido a que no entendemos completamente el problema.

Por ejemplo, si la junta directiva de la iglesia quiere hacer la transición a la iglesia celular, pero no está dispuesta a invertir sus vidas en esa transición, el problema es mucho más complejo que simplemente hacer frente a su falta de compromiso. El desafío podría ser que la iglesia celular tenga sentido lógicamente, pero no se ajusta a su experiencia de lo que se trata el liderazgo de la iglesia. O puede que no confíen en el liderazgo y la visión del pastor porque el pastor anterior era manipulador. O no confían entre sí debido a un problema de división que se produjo hace cinco años. O ya han intentado los grupos pequeños en el pasado, pero no funcionaron.

Desde un punto de vista técnico, se les ha dicho que el liderazgo debe estar plenamente comprometido con la visión. Algunos dicen que deben ser parte de un prototipo. Otros proponen que se debe dirigir un grupo. No estoy diciendo que estas propuestas se dirigen mal. Desde mi punto de vista, sólo estoy diciendo que las cuestiones que bloquean una transición tal cual como la de una junta que no está totalmente establecida – son complejos.

Esto exige un liderazgo adaptativo, el tipo de liderazgo que nos obliga a descubrir soluciones a medida que avanzamos. Estas no son soluciones o técnicas que podemos importar desde otra situación predeterminadas. Esto nos obliga a escuchar, orar, pedir a Dios revelación, y escuchar un poco más.

Una de las cosas que nos ayuda a liderar de forma adaptativa es la práctica llamada “Subiendo al balcón”. Este es el tipo de líderes trabajadores qué ponen un pie fuera de la contienda de hacer el trabajo del ministerio y encuestan lo que está pasando desde una diferente perspectiva. La temporada del verano es a menudo un buen momento para hacer precisamente esto. Puede ser un tiempo para ver lo que Dios ha estado haciendo desde un ángulo que uno no tiene, cuando cada semana se llena con las tareas conducidas a la transición.

Aquí hay algunas preguntas que deben considerar desde el balcón:

  • ¿Dónde ha habido sorpresas?
  • ¿Qué nuevas relaciones han llegado en tu camino?
  • ¿Qué te trajo alegría?
  • ¿Que fue algo que trajo energía a los grupos?
  • ¿Dónde ha habido retos?
  • ¿Dónde hay frustración?
  • ¿Cuáles son algunas áreas que usted no sabe cómo hacer frente?

Al mirar desde el balcón, puede hacer preguntas como estas y ver donde Dios está trabajando de forma inesperada. Y entonces serás sorprendido por las soluciones inesperadas que avanzaran tu transición.

Transition: Conscience, Conditions, and Will

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by Mario Vega, www.elim.org.sv

A Salvadoran thinker once said that in order to achieve something three things are needed: conscience, conditions and will. This thought is very true regarding the transition to the cell model. First of all, there’s got be conscience. This awareness arises when one considers what the New Testament teaches about the way to do church, the theological basis for cell ministry, and when relating to the experiences gained by other cell churches. This is the most important part of the transition, we must give ourselves enough time to really understand cell values. It requires reading the New Testament from the perspective of house to house ministry, talking to leadership, resolving questions and concerns, and receiving sufficient information to proceed intelligently.

Then one must verify the conditions. There are churches where the conditions are already perfect. Yet in other situations, the conditions need to be developed. I’m referring here to whether church leaders are well informed, are part of the decision-making process, and are passionate about the cell model. These leaders will carry out the initial work and will exemplify what they want others to follow. Anotehr important condition is that the church itself has extensive information about the reason why they are doing cell ministry, understand the biblical base, and have adopted the cell values.

Finally, there is the will. Things will not just happen despite having the right conditions. One needs the will to undertake the application of what has been learned, to establish a schedule of transition, and to start taking the first steps. At first, these may be modest steps. One should go from simple to complex. But the key is to show the will to go on. One must know that there will be resistance, but if there is sufficient will, the passion to complete the transition will be generated in a timely manner but without delay.

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Portuguese blog:

Transição: Consciência, Condições e Vontade.

Por Mario Vega

Um pensador salvadorenho uma vez disse que a fim de alcançar algo são necessárias três coisas: consciência, condições e vontade. Esse pensamento é muito real em relação a transição para o modelo celular. Em primeiro lugar, deve haver consciência. Esta tomada de consciência surge quando se considera o que o Novo Testamento ensina sobre a maneira de fazer igreja, a base teológica para o ministério celular, e quando se relaciona com as experiências adquiridas por outras igrejas em células. Essa é a parte mais importante da transição, nós devemos ter tempo suficiente para realmente entender os valores celulares. Isso exige a leitura do Novo Testamento a partir da perspectiva do ministério de casa em casa, conversar com a liderança, resolver de questões e preocupações, e receber informações suficientes para proceder de forma inteligente.

Em seguida, deve-se verificar as condições. Existem igrejas onde as condições já são perfeitas. No entanto, em outras situações, as condições precisam ser geradas. Estou me referindo aqui aos líderes da igreja que estão bem informados, fazem parte do processo de tomada de decisão, e são apaixonados pelo modelo celular. Esses líderes vão realizar o trabalho inicial e exemplificar o que eles querem que os outros sigam. Outra condição importante é que a própria igreja tenha uma vasta informação sobre a razão por que eles estão tornando o ministério celular, compreendendo a base bíblica, e adotando os valores das células.

Finalmente, há a vontade. As coisas não irão simplesmente acontecer, apesar das condições adequadas. É preciso a vontade para realizar a aplicação do que foi aprendido, para estabelecer um cronograma de transição, e de começar a dar os primeiros passos. Inicialmente, estes podem ser passos modestos. E necessário ir do simples ao complexo. Mas a chave é mostrar a vontade de ir em frente. É preciso saber que haverá resistência, mas se houver vontade suficiente, a paixão para concluir a transição será gerada em tempo hábil, mas sem demora.

Spanish blog:

Conciencia, condiciones y voluntad para la transición

por Mario Vega

Un pensador salvadoreño dijo en una ocasión que para realizar cualquier logro se necesitan tres cosas: conciencia, condiciones y voluntad. Este pensamiento es muy verdadero con respecto a la transición hacia el modelo celular. En primer lugar, debe existir la conciencia. Ésta se origina al considerar lo que el Nuevo Testamento enseña sobre la manera cómo funcionaba la iglesia de los apóstoles, al considerar las bases teológicas del trabajo celular, al relacionarse con las experiencias alcanzadas por otras iglesias celulares. Esta es la parte más importante de la transición y a la cual hay que darle su tiempo de maduración. Requiere la lectura del Nuevo Testamento desde esta perspectiva, mucha conversación, resolver las preguntas e inquietudes, informase apropiadamente.

Seguidamente, hay que verificar las condiciones. Hay iglesias donde las condiciones están dadas, en otras, será necesario desarrollarlas. Las condiciones que se requieren es que los líderes claves de la iglesia estén muy informados, sean parte de la decisión y estén apasionados por el modelo celular. Esto líderes podrán llevar adelante el trabajo inicial y podrán mostrar el camino a la congregación. Otra condición importante es que la misma iglesia tenga amplia información del por qué. Que posea la sustentación bíblica y se relacione con los valores del modelo.

Finalmente, se encuentra la voluntad. Las cosas no se darán por sí solas por muchas condiciones que existan. Se necesita la voluntad para emprender la aplicación de lo aprendido. Establecer un cronograma de transición y comenzar a dar los primeros pasos. Al principio pueden ser pasos modestos. Hay que ir de lo simple a lo complejo. Pero la clave es mostrar la voluntad de seguir adelante. Hay que saber que se encontrará resistencia, pero si existe la voluntad suficiente se generará la pasión para completar la transición en su momento oportuno, pero sin dilación.

Change Takes Time

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By Jeff Tunnell

If you change a structure before you change the culture, the change will not last.  If you are successful in making cultural and structural changes but fail to anchor them in the next generation of leaders, your work will eventually degrade.

These statements are truly worthy of deep contemplation.  If you do not understand these statements, I encourage you to make no other efforts to initiate transitional change until you do understand them. You are on a long journey, it will take much time, use some of your time at the beginning to understand the barriers to successful transition.

Obtaining a better future and a more biblical reality for the body of Christ is a strong motivation in those who desire to bring life-giving change to the way their community of Christians dwell together in unity.  But your motivation during transition to cell ministry may weaken over time.  Barriers are stacked up against you like the boulders of a rock dam in a river.  You may have a flood of motivation, but the dam is an obstacle that remains constant and restricts you.

Imagine that you must disassemble that rock dam, boulder by boulder.  Lots of time would be required.  As you work with a systematic approach, you would also need strength to be telling everyone WHY you were taking it apart.  You could say, for example,  that the water flow will bring new life to the surrounding areas now behind the barrier and that there will be new sources of food for commerce and connection to other communities.  These things motivate you to remove the barrier.

But not everyone can see the future you announce. Some will believe you to be a threat to the life they now live.  Convincing them of the better culture that will result from change takes a lot of time, more than you think.  Some will grasp the vision and begin to work alongside you and progress will be made.

I read Leading Change, by John P. Kotter, in the fall of 2000.  This book was, as we say, a game changer and I highly recommend that you investigate its content.  We had been moving toward small group structures since 1995, and began coaching with Joel Comiskey in 2002.  We had to invest another 3 years before cells were in place and reproducing (over 30 groups in 2005 with each group having its own leader). It took ten years of working steadily to remove the boulders to allow God’s life to freely flow. Change takes time.

Go back and re-read the opening sentence, please.  Be certain and confirm with someone, other than yourself, that you actually understand it.

Jeff

P.s.: I wrote about our journey in the JCG Blog on 6/28/2011 if you have time to read that one also.

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Portuguese blog:

Mudança leva tempo

Por Jeff Tunnell

Se você mudar a estrutura antes de mudar a cultura, a mudança não irá durar. Se você é bem sucedido fazendo mudanças culturais e estruturais, mas falha em enraizá-las na próxima geração de líderes, eventualmente seu trabalho irá arruinar.

Essas afirmações são verdadeiramente dignas de uma profunda contemplação. Se você não entende essas afirmações, eu o encorajo a não fazer outros esforços para iniciar a mudança de transição até que você os entenda. Você está em uma longa jornada, vai levar muito tempo, use um pouco do seu tempo no início para compreender as barreiras para a transição bem sucedida.

A obtenção de um futuro melhor e uma realidade mais bíblica para o corpo de Cristo é uma forte motivação para aqueles que desejam trazer a mudança que dá vida à maneira como sua comunidade de cristãos convive em união. Mas sua motivação durante a transição para o ministério celular pode enfraquecer ao longo do tempo. Barreiras são empilhadas contra você como as pedras de uma barragem em um rio. Você pode ter uma enxurrada de motivação, mas a barragem é um obstáculo que permanece constante e te restringe.

Imagine que você deve desmontar essa barragem, pedra por pedra. Seria necessário muito tempo. Conforme você trabalha com uma abordagem sistemática, você também precisaria de força para dizer à todos PORQUÊ você está desmontando a barragem. Você pode dizer, por exemplo, que o fluxo da água vai trazer vida nova para as áreas ao redor, que estão atrás da barreira, e que haverá novas fontes de alimento para o comércio e ligação a outras comunidades. Essas coisas te motivam a remover a barreira.

Mas nem todo mundo consegue ver o futuro que você anuncia. Alguns irão acreditar que você seja uma ameaça à vida que eles vivem agora. Convencê-los sobre uma cultura melhor, que irá resultar da mudança, leva muito tempo, mais do que você imagina. Alguns irão compreender a visão e começar a trabalhar ao seu lado e o progresso será feito.

Eu li Liderando Mudanças, de John P. Kotter (Editora Elsevier – Campus, 2013) no outono de 2000. Este livro foi, como se diz, uma virada de jogo e eu recomendo que você investigue o seu conteúdo. Nós estávamos nos movendo em direção a estrutura celular desde 1995, e começamos a liderar com Joel Comiskey em 2002. Tivemos que investir mais 3 anos antes que as células estivessem prontas e reproduzindo (mais de 30 grupos em 2005, com cada grupo tendo o seu próprio líder). Levou dez anos de trabalho constante para remover as pedras e permitir que a vida de Deus fluísse livremente. Mudança leva tempo.

Volte e releia a frase do título, por favor. Esteja certo e confirme com alguém, além de você mesmo, que você realmente a entendeu.

Jeff

P.S.: Eu escrevi sobre a nossa jornada no Blog do Joel Comiskey Group, em 28/06/2011, se você tiver um tempo para ler aquele também.

Spanish blog:

El cambio toma tiempo

Por Jeff Tunnell

Si cambias la estructura antes de cambiar la cultura, el cambio no va a durar. Si usted tiene éxito en hacer cambios culturales y estructurales, pero fallas en anclarlos en la próxima generación de líderes, su trabajo se degradará con el tiempo.

Estas declaraciones son verdaderamente dignas de contemplación profunda. Si no entiende estas instrucciones, te animo a hacer ningún otro esfuerzo para iniciar un cambio transitorio hasta que lo haga entender. Usted está en un viaje largo, que tomará mucho tiempo, usa parte de tu tiempo al principio para entender las barreras a una transición exitosa.

La obtención de un mejor futuro y una realidad más bíblica para el cuerpo de Cristo es una fuerte motivación en los que desean traer el cambio que da vida a su comunidad de cristianos los cuales están juntos en armonía. Pero tu motivación durante la transición al ministerio celular puede debilitarse con el tiempo. Las barreras se apilan en contra como pedazos de piedras en la represa en un río. Es posible que tenga una inundación de motivación, pero la represa es un obstáculo que se mantiene constante y te restringe.

Imagínese que usted debe desmontar esa roca en la represa, roca por roca. Requerirá mucho tiempo. A medida que trabaja con un enfoque sistemático, usted también necesitara fuerza para decirle a todos por qué la estas derrumbando. Se podría decir, por ejemplo, que el flujo de agua traerá nueva vida a las zonas circundantes ahora detrás de la barrera y que habrá nuevas fuentes de alimentos para el comercio y conexión de otras comunidades. Estas cosas motivan a eliminar la barrera.

Pero no todo el mundo puede ver el futuro que anuncias. Algunos creen que usted sea una amenaza para la vida que viven ahora. Convenciéndolos de la mejor cultura que como resultado del cambio requiere mucho tiempo, más de lo que se cree. Algunos captaran la visión y comenzaran a trabajar a tu lado y el progreso será hecho.

Leí Liderando el cambio, por John P. Kotter, en el otoño del 2000. Este libro fue, como decimos, un elemento de cambio y recomiendo encarecidamente que investigue su contenido. Habíamos estado moviéndonos hacia las estructuras de grupos pequeños desde 1995, y comenzamos a entrenar con Joel Comiskey en el 2002. Tuvimos que invertir otros 3 años antes de poner las células en su lugar y empezar la reproducción (más de 30 grupos en el 2005 y cada grupo con su propio líder). Tomo diez años de trabajo duro y de manera constante para eliminar las rocas y para permitir que la vida de Dios fluya libremente. El cambio toma tiempo.

Vuelve atrás y relee la frase inicial, por favor. Esta seguro y confirma con alguien, que no sea usted, que realidad se entiende.

Jeff

P.S.: Escribí sobre nuestra trayectoria en el Blog JCG en 6/28/2011 si usted tiene tiempo para leer, puedes leer ese también.

Change Dynamics and the Transition Process

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Changing a traditional church culture to cell church ministry normally takes longer than expected. Of course, it all depends on the history of the church, entrenched traditions, and hidden agendas that may have formed over many years. This is especially true when a church is sick and unhealthy.

If you have a sick church and want to make the transition to a cell church, you will have a diseased cell church. What is needed before talking about cell ministry is to preach about biblical cell values, so the people realize that cell ministry isn’t another program but a New Testament way of life.

Nothing can be changed on the surface unless root values are changed. And that takes time. Changing values is not easy, and it cannot be done overnight. It’s not easy for pastors to change because pastors have been taught in seminary how to produce and maintain a machinery of programs. So if it’s difficult for pastors to change, how much more difficult is it for members of the congregation! Even Jesus needed time to change the mindset of his disciples who were accustomed to the institutions of Judaism. They were focused on a geographical location (Israel), in a temple, in a limited priesthood (Levi), and on a specific day of worship (Saturday).

Do not rush, give yourself time to change your own thinking, and then give your people time to make a successful transition. But, remember, nothing changes if you do not change the values that will sustain cell ministry. Let the passion for cell ministry seep deep within, so that you will live out the values of the Kingdom.

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Portuguese blog:

Dinâmica de Mudança e o Processo de Transição

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Mudar uma cultura de igreja tradicional para o ministério da igreja em células geralmente leva mais tempo do que o esperado. É claro que tudo depende da história da igreja, das tradições enraizadas e das programações ocultas que se formaram com os anos. Isso é especialmente real quando uma igreja está pouco saudável e enferma.

Se você tem uma igreja doente e quer fazer a transição para a igreja em células, você terá uma igreja em células doente.  Antes de falar sobre ministério celular é necessário pregar sobre os valores bíblicos da célula, para que as pessoas percebam que o ministério celular não é mais um programa, mas um estilo de vida do Novo Testamento.

Nada pode mudar na superfície, a menos que os valores enraizados sejam mudados. E isso leva tempo. Mudar os valores não é fácil, e isso não pode ser feito da noite para o dia. A mudança não é fácil para os pastores porque eles foram ensinados no seminário a produzir e manter um mecanismo de programas. Então se é difícil para os pastores mudarem, quanto mais difícil é para os membros da congregação! Até mesmo Jesus precisou de tempo para mudar a mentalidade de seus discípulos que estavam acostumados com as instituições do Judaísmo. Eles estavam concentrados em uma localização geográfica (Israel), em um templo, em um sacerdócio limitado (Levi), e em um dia específico de adoração (sábado).

Não tenha pressa, dê tempo a si mesmo para mudar sua própria mentalidade e depois dê tempo ao seu povo para fazer uma transição bem-sucedida. Mas lembre-se, nada vai mudar se você não mudar os valores que sustentarão o ministério celular. Deixe a paixão pelo ministério celular entrar profundamente em seu coração, para que assim você viva os valores do Reino.

Spanish blog:

Los Cambios Toman Tiempo

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Los cambios para la transición llevan más tiempo de lo que uno supone. En cada iglesia es diferente. Todo depende de la historia de la iglesia, las tradiciones arraigadas, las estructuras asfixiantes que pudieran haberse formado con el paso de los años, etc. Esto es especialmente verdad cuando hay una iglesia enferma.

Si usted tiene una iglesia enferma y desea hacer la transición hacia una iglesia celular, tendrá una iglesia celular enferma. Lo que necesitamos en todo caso es, antes de hablar de células, predicar y enseñar acerca de los valores de una iglesia neotestamentaria. Nada puede cambiarse en la superficie a menos que se cambien los valores de raíz. Y eso lleva tiempo. Cambiar valores no es fácil, no se hace de la noche a la mañana.

Aun nosotros los pastores, que hemos sido enseñados en el Seminario a producir y mantener una maquinaria de programas, tenemos que cambiar nuestros valores. Y si para nosotros los pastores es difícil, ¿cuánto más lo es para los miembros de nuestras congregaciones? Incluso Jesús necesitó tiempo para cambiar la mentalidad de sus discípulos que estaban acostumbrados a las instituciones del judaísmo de su época centrados en una localidad geográfica (Israel), en un templo, en un sacerdocio limitado (Leví) y en un día específico de adoración (el sábado).

No se apure, dese tiempo a usted mismo y dele tiempo a su gente para hacer una transición exitosa. Pero, recuerde, nada cambia si no cambian los valores que sustentan nuestros ministerios. Enseñe y viva usted mismo los valores del Reino.

The Commitment of the Lead Pastor in the Transition

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

One of the important things we teach in the OIKOS modules is that a pastor must be willing to invest at least five years of his ministry to make a successful cell church transition. This is key. If the pastor is planning on retiring or changing his ministry, it’s better not to start the transition process—unless he can ensure that the church is sufficiently rooted in the cell vision that the transition can continue without him. In our own ministry, one pastor told us he was ready to retire, so he could not commit to the cell church vison. We were sad that he could not continue, but we understood. We didn’t want him to start and then leave halfway through the process.

I also think it’s essential that the senior pastor leads the transition. During one point in my ministry, I was in charge of cell groups in a church where the pastor “said” he wanted to make the transition. But it never worked out. Why? For the simple reason that church members don’t follow the assistant pastor. They follow the senior pastor and his vision. If the senior pastor is not leading the transition, his actions speak much louder than his words. By his actions, the senior pastor is saying, cell ministry is not my priority.

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Portuguese blog:

O Compromisso do Pastor Principal na Transição da Igreja em Células

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Uma das coisas importantes que nós ensinamos nos módulos de pequenos grupos é que um pastor deve estar disposto a investir pelo menos cinco anos de seu ministério para fazer uma transição bem sucedida para a igreja em células. Esta é a chave. Se o pastor está pensando em se aposentar ou em mudar seu ministério, é melhor não iniciar o processo de transição- a menos que o pastor possa garantir que a igreja está enraizada o bastante na visão celular de modo que a transição continue sem ele. Em nosso próprio ministério um pastor nos disse que estava pronto para se aposentar, então ele não poderia se comprometer com a visão de igreja em células. Ficamos tristes porque ele não poderia continuar, mas nós entendemos. Nós não queríamos que ele começasse e depois saísse no meio do processo.

Eu também acho essencial que o pastor principal lidere a transição. Durante um período em meu ministério, eu era encarregado pelas células em uma igreja onde o pastor “disse” que queria fazer a transição. Mas isso nunca funcionou. Por quê? Pela simples razão de que os membros da igreja não seguem o pastor assistente. Eles seguem o pastor principal e a sua visão. Se o pastor não está liderando a transição, suas ações falam muito mais alto que suas palavras. Com suas ações, o pastor principal está dizendo que o ministério celular não é a sua prioridade.

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El rol del liderazgo y los errores comunes en la transición

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Uno de los elementos importantes que enseñamos en el ministerio OIKOS en los módulos para el cambio es que el pastor debe estar dispuesto a invertir por lo menos cinco años de su ministerio para la transición. Esto es clave. Si el pastor tiene en mente jubilarse o cambiar de ministerio, mejor que no comience ninguna transición sin asegurarse de que si sale de la iglesia la visión esté lo suficientemente arraigada como para que la misma continúe. En nuestro propio ministerio tuvimos un pastor que nos dijo que estaba casi al jubilarse, por lo que no podía comprometerse con la visión, y dejó su puesto directivo. Aun cuando nos dio tristeza, lo entendimos. No podemos comenzar una transición y dejarla a mitad de camino.

Otro punto que me parece importante es que le mismo pastor principal es quien debe guiar la transición. Mi experiencia fue estar como “ministro de células” en una iglesia donde el pastor decía querer hacer la transición. Eso nunca funcionó y la razón es simple: la iglesia no sigue a un pastor asistente, sigue a su pastor. Y si el pastor principal no es quien dirige la transición está diciendo sin palabras: “esto no es importante, esto no es lo que yo quiero”.

Learning from My Mistakes

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by Joel Comiskey

I (we) failed miserably in trying to transition the El Batán Church in Quito, Ecuador to the cell church strategy back in 1993. I was beaten and bruised in the process but in hindsight, we went about it all wrong. We thought we could make the change very quickly. “After all,” we thought, “Cell ministry was the hottest ministry in the church and had clearly closed the back door. The church had grown from 500 people to 950 and cell ministry was a key reason for the success.” But we were a church with cells within a program-oriented church. Some board members directed cherished programs in the church, and we had not done our homework about their reaction.

The lead pastor at the time, Porfirio Ludeña, presented the idea to the board on that night in 1993, and the church board pushed back. Hard. They even tried to “teach us a lesson” of what was really important in the church. I went away wounded and hurt. One board member was the founder of a city-wide counseling ministry housed in our church, and when we presented our cell church ideas, he felt threatened.

With hindsight, I now realize we could have done far more to work with this board member one-on-one, showing him how making disciples in cells would have helped his counseling ministry, rather than replacing it.  Nor had we as a pastoral team fully transitioned to cell ministry. At least one pastoral team member wasn’t convinced that cell ministry was the way to proceed at El Batán. Yet I wanted it badly and I pushed it. Since then, I’ve come to realize that cell church ministry is not a program to be pushed and decided on. It must be lived. Those leading the church must understand the why of cell ministry, buy into the biblical base, and plan for a long-term transition.

We should have started by transitioning the pastoral team, so that all of us we’re 100% involved in cell ministry and coaching the different homogenous groups in the church. At the time it was still “my ministry,” and although I was trying to get other pastors involved, we had a long way to go.  Then we could have slowly convinced hold-out board members one-on-one about the benefits of cell ministry. We should have avoided a one-time board decision about whether to emphasize cell ministry. We could have done a lot more behind the scenes work, remembering that “Everything takes longer than you expect; even when you expect it to take longer than you expect.”

Successful transition to cell-based ministry needs to be lived out by those in leading the church. The leaders need to then reach out to the power-brokers with love and tender care, getting them involved in cell ministry, rather than pushing for a one-time decision. People need time to process ideas and reach their own conclusions. The adoption of new ideas takes time and there is always potential for conflict. Although I was hurt by the mistakes at El Batán, I learned valuable lessons that remain with me today.

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Aprendendo com Meus Erros

Por Joel Comiskey

Eu falhei (nós falhamos) terrivelmente ao tentar fazer a transição da Igreja El Batán em Quito- Equador para a estratégia de igreja em células em 1993. Eu apanhei e fui ferido no processo, mas olhando em retrospectiva, nós fizemos tudo errado. Nós pensamos que poderíamos fazer a mudança muito rapidamente. “Afinal,” nós pensamos, “o ministério celular era o ministério mais quente na igreja e tinha claramente fechado a porta de saída. A igreja tinha crescido de 500 pessoas para 950 pessoas e o ministério celular foi uma das principais razões para o sucesso”. Mas nós éramos uma igreja com células dentro de uma igreja orientada por programas. Alguns membros do conselho lideravam programas muito queridos na igreja, e nós não tínhamos feito a nossa lição de casa sobre a reação deles.

O pastor principal na época, Porfirio Ludeña, apresentou a ideia ao conselho naquela noite em 1993, e os membros do conselho andaram para trás. Difícil. Eles até tentaram nos “ensinar uma lição” sobre o que era realmente importante na igreja. Eu fui embora ferido e magoado. Um dos membros do conselho era o fundador de um ministério de aconselhamento espalhado por toda a cidade, que tinha a sede em nossa igreja, e quando apresentamos nossas idéias sobre a igreja em células, ele se sentiu ameaçado.

Em retrospectiva, agora percebo que poderíamos ter feito muito mais trabalhando no particular com este membro do conselho, mostrando-lhe como fazer discípulos em células teria ajudado o seu ministério de aconselhamento, ao invés de substituí-lo. Nós como uma equipe pastoral também não tínhamos feito totalmente a transição para o ministério celular. Pelo menos um membro da equipe pastoral não estava convencido de que o ministério celular era a melhor maneira de proceder em El Batán. No entanto, eu queria muito e forcei a transição. Desde então, eu percebi que o ministério da igreja em células não é um programa para ser empurrado e decidido. Ele deve ser vivido. Aqueles que conduzem a igreja devem entender o porquê do ministério celular, devem abraçar a base bíblica e fazer um planejamento para uma transição a longo prazo.

Nós deveríamos ter começado fazendo a transição na equipe pastoral, para que todos nós estivéssemos 100% envolvidos no ministério de células e treinando os diferentes grupos homogêneos na igreja. Na época ainda era “meu ministério”, e apesar de eu estar tentando conseguir que outros pastores se envolvessem, nós tínhamos um longo caminho a percorrer. Então nós poderíamos convencer lentamente os membros do conselho um a um sobre os benefícios do ministério celular. Nós deveríamos ter evitado uma decisão de conselho única sobre enfatizar o ministério de células. Nós poderíamos ter feito muito mais trabalho nos bastidores, lembrando-se que, “Tudo leva mais tempo do que o esperado; mesmo quando você espera que demore mais tempo do que o esperado.”

Uma transição para um ministério baseado em células de sucesso precisa ser vivida por aqueles na liderança da igreja. Os líderes precisam então alcançar os influenciadores com amor e carinho, fazendo-os se envolverem no ministério celular, em vez de empurrá-los para uma decisão de uma só vez. As pessoas precisam de tempo para processar ideias e obter suas próprias decisões. A adoção de novas ideias leva tempo e há sempre potencial para conflito. Apesar de eu estar machucado pelos erros na El Batán, eu aprendi lições valiosas que permanecem comigo hoje.

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Aprendiendo de mis errores 

Por Joel Comiskey

Yo (nosotros) fracase rotundamente en el intento de hacer la transición a la Iglesia El Batán en Quito, Ecuador a la estrategia de la iglesia celular en 1993. Fui golpeado y magullado en el proceso, pero en retrospectiva, lo hicimos de manera equivocada. Pensamos que podríamos hacer el cambio rápidamente. “Después de todo”, Pensamos, “El ministerio celular era el ministerio más ardiente en la iglesia y había cerrado la puerta de atrás con claridad. La iglesia había crecido de 500 a 950 personas y el ministerio celular era una razón clave para el éxito”. Sin embargo, éramos una iglesia con células dentro de una iglesia orientada al programa. Algunos miembros de la junta dirigían programas preciados en la iglesia, y no habíamos hecho la tares sobre su reacción.

El pastor principal en el momento, Porfirio Ludeña, presentó la idea a la junta en esa noche en 1993, y la junta de la iglesia no la acepto. Difícil. Incluso trataron de “darnos una lección” de lo que era realmente importante en la iglesia. Me fui herido y lastimado. Un miembro de la junta fue el fundador de un ministerio de consejería para toda la ciudad alojada en nuestra iglesia, y cuando presentamos nuestras ideas de la iglesia celular, él se sintió amenazado.

En retrospectiva, me doy cuenta de que podríamos haber hecho mucho más si hubiéramos hablado con la junta de uno-a-uno, mostrándole cómo hacer discípulos en las células habría ayudado a su ministerio de consejería, en lugar de reemplazarlo. Tampoco nosotros tuvimos un equipo pastoral totalmente transicionado al ministerio celular. Al menos un miembro del equipo pastoral no estaba convencido de que el ministerio celular era la manera de proceder en La iglesia El Batán. Sin embargo, yo lo quería tanto y lo empujé. Desde entonces, me he dado cuenta de que el ministerio de la iglesia celular no es un programa para ser empujado y decidido. Hay que vivirlo. Aquellos que dirigen la iglesia deben comprender el porqué del ministerio celular, comprar la base bíblica, y un plan para una transición a largo plazo.

Deberíamos haber empezado por transicionar el equipo pastoral, para que todos nosotros estuviéramos 100% involucrados en el ministerio celular y entrenando a los diferentes grupos homogéneos en la iglesia. En el momento todavía era “mi ministerio”, y aunque yo estaba tratando de conseguir otros pastores para que se involucraran, tuvimos un largo camino por recorrer. Entonces podríamos a ver convencido lentamente a los miembros uno a uno de los beneficios del ministerio celular. Deberíamos haber evitado una decisión de la junta de una sola vez en vez de hacer hincapié en el ministerio celular. Podríamos haber hecho mucho más detrás de las escenas de trabajo, recordando que “Toda toma más tiempo de lo esperado; aun cuando se espera que tome más tiempo de lo esperado”.

Una transición exitosa al ministerio basado en células tiene que ser vivido por aquellos que dirigen la iglesia. Los líderes tienen que alcanzar a los agentes de poder con amor y tierno cuidado, para involucrarlos en el ministerio celular, en lugar de empujar la decisión de una sola vez. La gente necesita tiempo para procesar las ideas y llegar a sus propias conclusiones. La adopción de nuevas ideas requiere tiempo y siempre hay posibilidades de conflicto. A pesar de que estaba herido por los errores en El Batán, he aprendido lecciones valiosas que permanecen conmigo hoy.