Youth-Led Cell Groups

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Ted Stump has dedicated his life to prepare students to become world-changers. Stump was considered a successful youth worker in the mid-1980s because thousands of kids were coming to Christ through his ministry. Yet, he was also increasingly frustrated by the lack of discipleship. If thousands of kids came to Christ during a three-day crusade, only a small percentage followed through with their commitment. But this was the only method Stump knew at the time. It was the typical way to reach youth back then—heavy on the flashy entertainment and low-key gospel messages and light on follow-up and nurturing. Stump saw kids having fun, but he also saw little depth fostered in them.

Then Stump heard Ralph Neighbour of Touch Outreach Ministries talking about cell groups. Neighbour said the cells never grew larger than fifteen members, they met in homes, were focused on evangelism, and were discipleship oriented. Something inside of Stump exploded. “That’s the answer to the follow-up question!” Soon he was studying the cell movement and ended up traveling to thirty countries where there were large, exemplary cell churches.

Stump applied what he learned to youth ministries. He trained committed student leaders to facilitate, follow-up, and nurture the groups, just like the adults in the cell church model. Stump and his ministry, Student-Led Cell Groups, have now trained thousands of youth and youth ministries in how to develop youth to lead youth cells. He has worked with some 2,000 youth ministries to help transition them to cell-group oriented youth ministry.

In youth-led cell groups, the youth are developed to actually lead the cell groups. The host of the group is often an adult, but those leading and attending are youth. According to Stump, it’s best to have a leadership team that consists of:

  • student leader
  • student co-leader
  • adult mentor

The adults pour their lives into the student leaders by encouraging, equipping, and building them up. The adult does not lead the group but focuses on mentoring and discipling the student leaders and addressing any difficult questions and situations that may arise. Stump says, “The adult is only there to mentor, disciple and equip; they are not leading the group in any way, shape or form.”

Only if students step up and lead their peers will the cells reach their full potential for evangelism and discipleship. Youth have a special ability to reach other youth. While adults have to think and act like youth to reach them, youth are already there. As youth are developed and trained through cell groups, they become prepared to move into adult-led cell groups. If a student can lead a cell with peers, he or she is much better prepared for those adult years.

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Células Lideradas por Jovens
Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Ted Stump dedicou sua vida a preparar os alunos para se tornarem transformadores de mundo. Stump foi considerado um obreiro de jovens bem-sucedido em meados da década de 1980 porque milhares de crianças estavam se convertendo a Cristo através de seu ministério. No entanto, ele também estava cada vez mais frustrado com a falta de discipulado. Se milhares de crianças se convertiam a Cristo durante uma cruzada de três dias, apenas uma pequena porcentagem delas seguia com seu compromisso. Mas este era o único método que Stump conhecia na época. Era a maneira típica de alcançar a juventude da época – investindo pesado em entretenimento chamativo e com mensagens evangélicas discretas e pouca luz sobre o acompanhamento e nutrição. Stump viu as crianças se divertindo, mas ele também viu pouca profundidade fomentada nelas.

Então Stump ouviu Ralph Neighbour do Touch Outreach Ministries falando sobre células. Neighbour falou que as células nunca crescem para mais do que quinze membros, que se reúnem nas casas, são focadas em evangelismo e que são orientadas para o discipulado. Algo no interior de Stump explodiu: “Essa é a resposta para a questão da continuidade!”. Logo ele estava estudando o movimento celular e acabou viajando para trinta países onde havia igrejas em células grandes e exemplares.

Stump aplicou o que aprendeu aos ministérios de jovens. Ele treinou líderes estudantis comprometidos para facilitar, acompanhar e nutrir os grupos, assim como os adultos fazem no modelo da igreja em células. Stump e seu ministério, Student-Led Cell Groups (Células Lideraras por Estudantes, em tradução livre), já treinaram milhares de ministérios de jovens e jovens sobre como desenvolver a juventude para liderar suas próprias células. Ele trabalhou com cerca de 2.000 ministérios de jovens para ajudá-los na transição para o ministério de jovens orientado para as células.

Nas células lideradas por jovens, os jovens são desenvolvidos para realmente liderá-las. O anfitrião do grupo é muitas vezes um adulto, mas os líderes e os que o frequentam são jovens. De acordo com Stump, é melhor ter uma equipe de liderança que consiste em:

• Líder estudante
• Líder auxiliar estudante
• Mentor adulto

Os adultos derramam suas vidas nos líderes estudantis encorajando, equipando e desenvolvendo-os. O adulto não lidera o grupo, mas concentra-se em orientar e discipular os líderes estudantis e abordar quaisquer questões e situações difíceis que possam surgir. Stump diz: “O adulto só está lá para orientar, discipular e equipar; ele não está liderando o grupo de forma alguma”.

Somente se os alunos se levantarem e liderarem seus pares, as células alcançarão seu pleno potencial de evangelismo e discipulado. Os jovens têm uma habilidade especial para alcançar outros jovens. Enquanto os adultos têm de pensar e agir como jovens para alcançá-los, os jovens já estão lá. À medida que os jovens são desenvolvidos e treinados através de células, eles se tornam preparados para se moverem para células lideradas por adultos. Se um aluno pode liderar uma célula com colegas, ele ou ela está muito melhor preparado para os anos de adultos.

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Grupos Celulares Dirigidos por Jóvenes

Por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.

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Ted Stump ha dedicado su vida a preparar a los estudiantes para que cambien al mundo. Stump tuvo mucho éxito con los jóvenes a mediados de la década de 1980 porque miles de jovencitos vinieron a Cristo a través de su ministerio. Sin embargo, también estaba cada vez más frustrado por la falta de discipulado. Si miles de jovencitos venían a Cristo durante una cruzada de tres días, sólo un pequeño porcentaje seguía con su compromiso. Pero éste era el único método que Stump conocía en aquel momento. Era la manera típica de llegar a la juventud de entonces, enfocada en el entretenimiento llamativo y los mensajes evangelísticos discretos y dejando a un lado el seguimiento y el crecimiento. Stump vio a los jovencitos divertirse, pero también vio poca profundidad en el mensaje fomentado en ellos.

Luego Stump escuchó a Ralph Neighbor de Touch Outreach Ministries (Ministerios de Alcance Toque) hablando de grupos celulares. Neighbor dijo que las células nunca crecieron a más de quince miembros, que se reunían en los hogares, se centraban en el evangelismo, y estaban orientadas hacia el discipulado. Algo dentro de Stump explotó. “¡Esa es la respuesta a la pregunta sobre el seguimiento!” Pronto estudió el movimiento celular y terminó viajando a treinta países donde había iglesias celulares grandes y ejemplares.

Stump aplicó lo que aprendió a los ministerios juveniles. Él capacitó a líderes estudiantiles comprometidos para facilitar, seguir y nutrir a los grupos, al igual que los adultos en el modelo de la iglesia celular. Stump y su ministerio, Grupos Celulares Dirigidos por Estudiantes, ahora han entrenado a miles de jóvenes y ministerios juveniles en cómo desarrollar a los jóvenes para dirigir células juveniles. Ha trabajado con unos 2,000 ministerios de jóvenes para ayudarlos a hacer la transición hacia el ministerio juvenil orientado a grupos celulares.

En los grupos celulares dirigidos por jóvenes, los jóvenes son instruidos para realmente dirigir a los grupos celulares. El anfitrión del grupo suele ser un adulto, pero los líderes y asistentes son jóvenes. Según Stump, lo mejor es tener un equipo de liderazgo que consiste en:

  • Estudiante líder
  • Estudiante co-líder
  • adulto mentor

Los adultos dedican sus vidas a los líderes estudiantiles alentándolos, equipándolos y edificándolos. El adulto no dirige al grupo, sino que se concentra en la tutoría y el discipulado de los líderes estudiantiles y en abordar cualquier pregunta difícil y en las situaciones que puedan surgir. Stump dice: “El adulto sólo está allí para instruir, discipular y equipar, no están dirigiendo al grupo de ninguna manera, o forma”.

Sólo si los estudiantes toman la iniciativa y dirigen a sus compañeros, las células alcanzarán todo su potencial para el evangelismo y el discipulado. Los jóvenes tienen una habilidad especial para llegar a otros jóvenes. Mientras que los adultos tienen que pensar y actuar como jóvenes para alcanzarlos, los jóvenes ya están allí. A medida que los jóvenes se desarrollan y se forman a través de los grupos celulares, ellos también se preparan para pasar a grupos celulares dirigidos por adultos. Si un estudiante puede dirigir una célula con sus compañeros, él o ella estará mucho mejor preparado para esos años de adulto.

Los estudiantes tienen una gran habilidad para llegar a sus compañeros y continuar el proceso de multiplicación. Los grupos celulares estudiantiles se convierten en las familias que los estudiantes nunca tuvieron. Sin embargo, la célula juvenil no es sólo para los creyentes. Los grupos celulares dirigidos por jóvenes dan a los estudiantes la oportunidad de ejercer su fe y evangelizar a aquellos que no conocen a Jesús. Los estudiantes perdidos, heridos y los que son salvos se reúnen en la célula.

Intergenerational Cells Birthing Youth Cells

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Young people often feel the inner urge to form cells with their own peers. Adults should encourage these groups and even offer assistance. One of the weaknesses of IG cells is the lack of youth participation, and this partly stems from adults not being proactive enough to include the youth in the life of the cell. Adults, like mother eagles, can help in the process by allowing the youth to launch their own cell groups. Sometimes, in fact, it’s best for youth to be nudged out of the nest, so they can fly on their own and learn with their own peers.

Daphne Kirk, an expert in intergenerational ministry, encourages IG groups to nurture youth-led cell groups that are planted from the IG group. She writes, “The intergenerational cell can be pro-actively involved with the youth cell through prayer and support.” Kirk encourages freedom for youth to stay in the IG group, while not discouraging the formation of youth cells. When youth cells are formed, it’s important to link them with the mother IG group. Adults in the IG group can play a major role in praying for the youth, hosting the group, and mentoring youth leadership.

Ralph Neighbour says something similar, “The youth cell leaders get their modeling and receive both spiritual and practical support from their intergenerational cells.” Both Daphne and Neighbour believe there is an important place for both youth-led cells and IG groups and that one should not exclude the other.

All adults at one time were youth and know that maturity is a lifetime process. Youth eventually will need to fight their own battles and grow spiritually on their own. Youth cells are a great way for them to exercise their gifts and talents in the presence of their contemporaries. Yet, it’s very hard to do this without the support of parents and other adults. For example, adults must open their homes, drive youth to the cell, and encourage the youth to make the time to attend the youth cells.

The youth at Dove Fellowship (founded by Larry Kreider) attended the intergenerational cells until God birthed in them the desire to start their own youth cells. The adults helped in the process of youth cell formation, and the process was very organic and natural.

Dove wanted to make sure the parents were involved in the decision-making process, so they gave complete liberty for parents to either keep their teens in their IG group or to allow them to participate in the youth cells.

The label called “youth” only lasts for a short time and in a blink of an eye youth become adults. They are the “generation next,” the adults of the tomorrow, the ones who will eventually lead the church. Knowing this, many churches develop the youth to lead their own cell groups, to make disciples who make other disciples.

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Células Intergeracionais Gerando Células de Jovens

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Os jovens muitas vezes sentem o desejo interior de formar células com seus próprios pares. Os adultos devem encorajar esses grupos e até mesmo oferecer assistência. Uma das fraquezas das células IG é a falta de participação da juventude, e isso em parte decorre do fato de muitas vezes os adultos não serem proativos o suficiente para incluir os jovens na vida da célula. Adultos, como águias-mãe, podem ajudar no processo, permitindo que os jovens lancem suas próprias células. Às vezes, na verdade, é melhor para os jovens serem empurrados para fora do ninho, para que eles possam voar por conta própria e aprender com seus próprios pares.

Daphne Kirk, especialista em ministério intergeracional, encoraja as células IG a cultivarem células lideradas por jovens que são plantadas a partir do grupo IG. Ela escreve: “A célula intergeracional pode ser pró-ativamente envolvida com a célula de jovens através de oração e apoio”. Kirk incentiva que os jovens tenham liberdade para permanecerem no grupo IG, sem desestimular a formação de células exclusivamente de jovens. Quando as células de jovens são formadas, é importante ligá-las com o grupo IG “mãe”. Adultos no grupo IG podem desempenhar um papel importante na oração pelos jovens, hospedando o grupo e tutoriando a liderança dos jovens.

Ralph Neighbour diz algo semelhante: “Os líderes das células de jovens são modelados e recebem apoio espiritual e prático de suas células intergeracionais”. Tanto Daphne como Neighbour acreditam que há um lugar importante tanto para as células lideradas por jovens quanto para os grupos IG e que um não deve excluir o outro.

Todos os adultos já foram jovens e sabem que a maturidade é um processo para a vida inteira. Os jovens eventualmente terão que lutar suas próprias batalhas e crescer espiritualmente por conta própria. As células de jovens são uma ótima maneira para eles exercerem seus dons e talentos na presença de seus contemporâneos. No entanto, é muito difícil fazer isso sem o apoio de pais e de outros adultos. Por exemplo, os adultos devem abrir suas casas, levar os jovens para a célula e encorajar os jovens a dedicarem um tempo para frequentar as células da jovens.

Os jovens da Dove Fellowship (fundada por Larry Kreider) participaram das células intergeracionais até que Deus lhes deu o desejo de iniciar suas próprias células de jovens. Os adultos ajudaram no processo de formação dessas células e o processo foi muito orgânico e natural.

Dove queria ter certeza de que os pais estavam envolvidos no processo de tomada de decisão, então eles deram liberdade total para os pais ou manterem os seus adolescentes em seu grupo IG ou permitirem que eles participem nas células de jovens.

O rótulo de “jovem” só dura por pouco tempo e em um piscar de olhos os jovens tornam-se adultos. Eles são a “geração seguinte”, os adultos do amanhã, os que acabarão liderando a igreja. Sabendo disso, muitas igrejas desenvolvem a juventude para liderar suas próprias células, para fazer discípulos que fazem outros discípulos.

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Células Intergeneracionales Dando a Luz a Células Juveniles

Por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.

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Los jóvenes a menudo sienten el impulso interior de formar células con sus propios compañeros. Los adultos deben animar a la formación de estos grupos e incluso ofrecerles ayuda. Una de las debilidades de las células intergeneracionales es la falta de participación juvenil, y esto se debe en parte a que los adultos no son lo suficientemente proactivos para incluir a los jóvenes en la vida de la célula. Los adultos, como las águilas madre, pueden ayudar en el proceso permitiendo a los jóvenes a lanzar sus propios grupos celulares. A veces, de hecho, es mejor que los jóvenes sean lanzados del nido, para que puedan volar por su cuenta y aprender con sus propios compañeros.

Daphne Kirk, experta en el ministerio intergeneracional, anima a los grupos intergeneracionales a cultivar grupos celulares dirigidos por jóvenes que han sido plantados a partir de grupos intergeneracionales. Ella escribe: “La célula intergeneracional puede estar activamente involucrada con la célula juvenil a través de la oración y el apoyo”. Kirk alienta la libertad de los jóvenes para permanecer en el grupo intergeneracional, sin desalentar la formación de células juveniles. Cuando se forman las células juveniles, es importante vincularlas con el grupo intergeneracional central. Los adultos del grupo intergeneracional pueden desempeñar un papel importante en la oración por la juventud, siendo anfitriones del grupo y siendo mentores del liderazgo juvenil.

Ralph Neighbor dice algo similar: “Los líderes de las células juveniles obtienen su modelo y reciben apoyo tanto espiritual como práctico de sus células intergeneracionales”. Tanto Daphne como Neighbour creen que hay un lugar importante tanto para las células dirigidas por jóvenes como para los grupos intergeneracionales y que uno no debe excluir al otro.

Todos los adultos alguna vez fueron jóvenes y saben que la madurez es un proceso de por vida. Los jóvenes eventualmente tendrán que luchar sus propias batallas y crecer espiritualmente por su cuenta. Las células juveniles son una gran herramienta para que puedan ejercer sus dones y talentos en la presencia de sus contemporáneos. Sin embargo, es muy difícil hacerlo sin el apoyo de los padres y otros adultos. Por ejemplo, los adultos deben abrir sus hogares, conducir a los jóvenes a la célula y alentar a los jóvenes a que hagan tiempo para asistir a las células juveniles.

Los jóvenes de la Dove Fellowship (Fraternidad Cristiana Paloma) (fundada por Larry Kreider) asistieron a las células intergeneracionales hasta que Dios dio a luz en ellos el deseo de iniciar sus propias células juveniles. Los adultos ayudaron en el proceso de formación de células juveniles, y el proceso fue muy orgánico y natural.

Dove quería asegurarse de que los padres estuvieran involucrados en el proceso de toma de decisiones, por lo que dieron total libertad a los padres para mantener a sus hijos adolescentes en su grupo intergeneracional o para permitirles participar en las células juveniles.

La etiqueta llamada “juventud” sólo dura un corto tiempo y en un abrir y cerrar de ojos los jóvenes se convierten en adultos. Ellos son la “generación siguiente”, los adultos del mañana, los que eventualmente dirigirán a la iglesia. Sabiendo esto, muchas iglesias desarrollan a los jóvenes para dirigir sus propios grupos celulares, para hacer discípulos que hacen a otros discípulos.

Intergenerational Youth Cell Groups

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By Joel Comiskey

Taken from my new book “Youth in Cell Ministry.”

While reading the literature on youth ministry in preparation to write this book, I felt overwhelmed at times with the reams of suggestions about how to keep youth interested, attract new visitors, and run a smoothly functioning youth group. But I also noticed another thread in modern-day youth ministry that is moving away from youth as a separate entity and trying to connect youth with adults and parents.

Many of the youth experts of a bygone era are now repudiating the very youth programs they once advocated. As these youth specialists have aged, parented their own children, and then reflected back on youth ministry, they have acknowledged the inadequacy of youth events and programs to make disciples. The new trend is for youth ministers to connect youth with the adults in the church and to involve the parents more intimately in ministering to children.

Intergenerational cell groups provide an important answer to connect youth with older, more mature saints and also to establish long-lasting bonds of connections. Youth and adults interact each week, and when the youth go off to college, connections are maintained. Youth have a need for elder mentors, and the adults need the vitality of the youth.

IG groups are like normal cells. They follow a similar order, meet in homes on a weekly basis, and last about one and one half hours. Refreshments and fellowship follow. IG cells might rotate from house to house or have one permanent one. They normally follow the 4Ws, which include Welcome, Worship, Word, and Witness. If children are present (ages 4-12), the children would stay with the entire group for Welcome and Worship and then separate into another room for the Word and Witness time.

Youth in IG groups participate with the other adults from beginning until the end. This requires that the adult leaders are sensitive to the needs of the youth, allow them to participate, and even give them special responsibilities, like leading the worship, the lesson, the prayer, and so forth. I personally think the best groups rotate responsibilities among the willing members, and youth need to fully participate in taking their turn.

The cell is the ideal atmosphere for people’s lives to be reconstructed and for them to grow in the grace and knowledge of Jesus Christ. In the small group, the Holy Spirit, the Master Craftsman, challenges and changes people. The intimate atmosphere of the small group makes it possible for this edification to take place.

Youth should be full participants of all aspects of the cell. Although an adult normally leads the IG group, it’s possible that youth might lead the group as well.

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Células de Jovens Intergeracionais

Trecho tirado do meu novo livro (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre).

Ao ler a literatura sobre o ministério de jovens em preparação para escrever este livro, eu me senti oprimido às vezes com as sugestões de como manter os jovens interessados, atrair novos visitantes e manter um grupo de jovens em funcionamento de forma suave. Mas também notei outra linha no ministério de jovens moderno que está se afastando da ideia dos jovens como uma entidade separada e tentando conectá-los com adultos e pais.

Muitos dos especialistas sobre jovens de uma época passada agora estão repudiando os próprios programas de juventude que já defenderam. Conforme esses especialistas de jovens envelheceram, criaram seus próprios filhos e depois se voltaram para o ministério de jovens, eles reconheceram a inadequação de eventos e programas de jovens para fazer discípulos. A nova tendência é que os ministros de jovens conectem os jovens com os adultos na igreja e envolvam os pais mais intimamente em ministrar às crianças.

Células intergeracionais (IG) fornecem uma resposta importante para conectar a juventude com os santos mais velhos e mais maduros e também para estabelecer laços duradouros de conexões. Jovens e adultos interagem a cada semana, e quando os jovens vão para a faculdade, as conexões são mantidas. Os jovens precisam de mentores mais velhos e os adultos precisam da vitalidade da juventude.

Grupos IG são como células normais. Eles seguem uma ordem semelhante, se encontram nas casas em uma base semanal e duram cerca de uma hora e meia. Há renovo e companheirismo. As células IG podem rodiziar de casa em casa ou ter um endereço permanente. Elas normalmente seguem os 4Ws, que incluem (em inglês) Boas-Vindas, Adoração, Palavra e Testemunhos. Se as crianças estiverem presentes (idades 4-12), as crianças permaneceriam com o grupo todo para as boas-vindas e a adoração e depois ficariam separadas em um outro cômodo para o tempo da palavra e dos testemunhos.

Os jovens em grupos IG participam com os outros adultos do início ao fim. Isso exige que os líderes adultos sejam sensíveis às necessidades dos jovens, permitam-lhes participar e até lhes deem responsabilidades especiais, como liderar a adoração, a palavra, a oração, e assim por diante. Eu pessoalmente acho que os melhores grupos distribuem as responsabilidades entre os membros dispostos e os jovens precisam participar plenamente.

A célula é a atmosfera ideal para que as vidas das pessoas sejam reconstruídas e para que elas cresçam na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. No pequeno grupo, o Espírito Santo, o Mestre Artesão, desafia e muda as pessoas. A atmosfera íntima do pequeno grupo torna possível que essa edificação ocorra.

Os jovens devem ser participantes de todos os aspectos da célula. Embora um adulto normalmente lidere o grupo IG, é possível que os jovens também liderem o grupo.

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Retornando al Ministerio Intergeneracional

por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.”

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Mientras leía la literatura sobre el ministerio juvenil en preparación para escribir este libro, a veces me sentía abrumado con las resmas de sugerencias sobre cómo mantener a los jóvenes interesados, atraer nuevos visitantes y dirigir un grupo de jóvenes sin problemas. Pero también noté otra corriente en el ministerio juvenil moderno que está alejándose de la juventud como una entidad aparte y tratando de conectar a los jóvenes con adultos y padres.

Muchos de los expertos de la juventud de una época pasada ahora están repudiando los mismos programas juveniles por los que abogaron una vez. A medida que estos especialistas de la juventud han ido envejeciendo, criado a sus propios hijos y reflexionado sobre el ministerio de jóvenes, han reconocido la insuficiencia de eventos y programas juveniles para hacer discípulos. La nueva tendencia es que los ministros de jóvenes conecten a los jóvenes con los adultos de la iglesia e involucren a los padres de manera más íntima en el ministerio de los niños.

Los grupos celulares intergeneracionales proporcionan una respuesta importante para conectar a los jóvenes con santos mayores y más maduros y también para establecer lazos de conexión duraderos. Los jóvenes y los adultos interactúan cada semana, y cuando los jóvenes van a la universidad, las conexiones se mantienen. Los jóvenes tienen la necesidad de tener mentores mayores, y los adultos necesitan la vitalidad de los jóvenes.

Los grupos intergeneracionales son como células normales. Siguen un orden similar, se reúnen en hogares semanalmente, y duran aproximadamente una hora y media. El refrigerio y el compañerismo siempre están presentes. Las células intergeneracionales pueden rotarse de casa en casa o tener una permanente.

Normalmente siguen los pasos que incluyen la bienvenida, la adoración, la palabra y los testimonios. Si los niños están presentes (edades de 4-12 años), se quedan con todo el grupo para el tiempo de bienvenida y adoración y luego se separan y van a otra habitación para el tiempo de la palabra y los testimonios.

Los jóvenes en grupos intergeneracionales participan con otros adultos desde el principio hasta el final. Esto requiere que los líderes adultos sean sensibles a las necesidades de los jóvenes, les permitan participar e incluso les den responsabilidades especiales, como dirigir la adoración, la lección, la oración, etc. Personalmente, pienso que los mejores grupos rotan responsabilidades entre los miembros que están dispuestos, y los jóvenes necesitan participar plenamente tomando su turno.

La célula es la atmósfera ideal para que la vida de las personas sea reconstruida y para que crezcan en la gracia y el conocimiento de Jesucristo. En el grupo pequeño, el Espíritu Santo, el Maestro Alfarero desafía y cambia a la gente. El ambiente íntimo del grupo pequeño hace posible que esta edificación tenga lugar.

Los jóvenes deben ser participantes plenos en todos los aspectos de la célula. Aunque un adulto normalmente dirige el grupo intergeneracional, es posible que los jóvenes también dirijan el grupo. La Iglesia de la Alianza York es un gran ejemplo de cómo funcionan los grupos intergeneracionales.

A Missionary Calling

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Blake Foster leads the junior high and high school youth ministry at Antioch Community Church (ACC) in Waco, Texas.  He became a follower of Jesus at twenty-six years old as a freshman at Baylor University and was discipled at ACC. When he graduated from Baylor, he prepared to pay off his loans and go to the mission field. In fact, he and his wife both felt a call to missions and were considering going to the Middle East to spread the gospel. Youth ministry was never on his mind until the college pastor asked if he’d be willing to consider it. He and his wife took time to pray and fast. During that time period he received a prophecy about walking through the open door and felt God was calling him to say yes.

Up to that point, Foster was accustomed to ministering to young adults, not youth. But God showed him that the younger youth were his new mission field. As I interviewed Foster, the phrase “cross-cultural missions” came up again and again. “I see my friends on Instagram, and at times I wish I was ministering to those of my own age group,” Foster said. “Yet, God has called me to my new mission field of young people.” Foster realized that he couldn’t effectively minister to the youth half-heartedly. It required total immersion. “You have to be involved heart and soul. You can’t do it half-heartedly. You have to be restless to allow God to enlarge your territory and your own heart. You have to be willing to weep with those who weep and rejoice with those who rejoice.”

Each culture will define youth a bit differently. Youth in San Salvador, El Salvador,  face unique problems, like gang warfare. Youth growing up in the high-tech culture of Orange County, California,  face challenges such as busyness, materialism, and indifference. Like missionaries, those working with youth need to study their target audience. No doubt, some youth pressures and characteristics are similar to all youth everywhere but even those similarities are constantly in flux.

Youth normally starts at age thirteen until the person takes responsibility for his or her actions. Most cultures would agree that youth ends when the person turns into a responsible individual who is no longer dependent on parents. But there is also the question of age brackets. For example, those who are thirteen to sixteen years old have different needs than those in the seventeen to twenty-one age bracket.

Those working with young adolescents should be sensitive to their level of maturity, not thinking they are developing faster than they are. The age of the youth will also determine how much adult supervision is needed. Junior high groups, for example, need a lot more adult attention than senior high school groups or those who have graduated from high school.

Becoming a missionary to youth involves discovering the core rules that motivate youth to behave the way they do.

Just like missionaries who learn a language and culture, those effective in reaching youth need to get involved in the social world of youth. It involves understanding and experiencing those things that affect youth today. The best youth missionaries know adolescents better than adolescents know themselves.

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Um chamado missionário

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Juventude no Ministério Celular)

Blake Foster lidera o ministério de jovens da escola secundária e superior em Antioch Community Church (ACC) em Waco, Texas. Ele se tornou um seguidor de Jesus aos vinte e seis anos de idade como um calouro na Universidade de Baylor e foi discípulo no ACC. Quando se formou em Baylor, preparou-se para pagar seus empréstimos e ir para o campo missionário. De fato, ele e sua esposa sentiram um chamado às missões e estavam pensando em ir ao Oriente Médio para espalhar o evangelho. O ministério de jovens nunca estava em sua mente até que o pastor da faculdade perguntou se ele estaria disposto a considerá-lo. Ele e sua esposa tiveram tempo para orar e jejuar. Durante esse período de tempo ele recebeu uma profecia sobre andar pela porta aberta e sentiu que Deus estava chamando-o para dizer sim.

Até aquele momento, Foster estava acostumado a ministrar a jovens adultos, não a jovens. Mas Deus lhe mostrou que o jovem mais novo era seu novo campo missionário. Quando entrevistei Foster, a frase “missões interculturais” surgiu repetidas vezes. “Eu vejo meus amigos no Instagram, e às vezes eu desejo estar ministrando aos da minha própria faixa etária”, disse Foster. “No entanto, Deus me chamou para o meu novo campo missionário de jovens.” Foster percebeu que não poderia ministrar efetivamente à juventude sem entusiasmo. Foi necessária imersão total. “Você tem que estar envolvido de coração e alma. Você não pode fazê-lo sem entusiasmo. Você tem que estar inquieto para permitir que Deus amplie o seu território e seu próprio coração. Você tem que estar disposto a chorar com aqueles que chorar e se alegrar com os que se alegram”.

Cada cultura define a juventude um pouco diferente. Os jovens em San Salvador, El Salvador, enfrentam problemas únicos, como a guerra de gangues. Jovens crescendo na cultura de alta tecnologia de Orange County, Califórnia, enfrentam desafios como ocupação, materialismo e indiferença. Como missionários, aqueles que trabalham com jovens precisam estudar seu público-alvo. Sem dúvida, algumas pressões e características da juventude são semelhantes a todos os jovens em todo o mundo, mas mesmo essas semelhanças estão constantemente em fluxo.

A juventude normalmente começa aos treze anos até que a pessoa assume a responsabilidade por suas ações. A maioria de culturas concorda que a juventude termina quando a pessoa se transforma em um indivíduo responsável que não seja mais dependente dos pais. Mas há também a questão das faixas etárias. Por exemplo, aqueles que têm treze a dezesseis anos de idade têm necessidades diferentes daqueles na faixa etária de 17 a 21 anos.

Aqueles que trabalham com jovens adolescentes devem ser sensíveis ao seu nível de maturidade, não pensar que estão se desenvolvendo mais rapidamente do que estão. A idade dos jovens também irá determinar o quanto a supervisão de adultos é necessária. Os grupos de ensino fundamental, por exemplo, precisam de muito mais atenção adulta do que os grupos de ensino médio ou aqueles que se formaram na escola.

Tornar-se um missionário para a juventude envolve a descoberta das regras básicas que motivam os jovens a se comportarem da maneira que se comportam.

Assim como os missionários que aprendem uma língua e uma cultura, aqueles que conseguem alcançar a juventude precisam se envolver no mundo social da juventude. Envolve compreender e experimentar aquelas coisas que afetam a juventude hoje. Os melhores missionários de jovens conhecem melhor os adolescentes do que os próprios adolescentes.

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Un Llamado Misionero

por Joel Comiskey

Extractos de Los Jóvenes en el Ministerio Celular (Disponible en Kindle en Español)

Blake Foster dirige el ministerio juvenil de la escuela secundaria en Antioch Community Church (Iglesia Comunitaria Antioquía) (ACC) en Waco, Texas. Se convirtió en un seguidor de Jesús cuando tenía veintiséis años cuando era estudiante de primer año en la Universidad de Baylor y fue discipulado en esta misma iglesia. Cuando se graduó de Baylor, se preparó para pagar sus préstamos e ir al campo misionero. De hecho, él y su esposa sentían un llamado a las misiones y estaban considerando ir al Medio Oriente para difundir el evangelio. El ministerio juvenil nunca estuvo en su mente hasta que el pastor de la universidad le preguntó si estaría dispuesto a considerarlo. Él y su esposa tomaron tiempo para orar y ayunar. Durante ese período de tiempo recibió una profecía acerca de caminar a través de la puerta abierta y sintió que Dios lo estaba llamando para decir que sí.

Hasta ese momento, Foster estaba acostumbrado a ministrar a adultos jóvenes, no a los jóvenes. Pero Dios le mostró que los jóvenes eran su nuevo campo misionero. Cuando entrevisté a Foster, la frase “misiones interculturales” surgió una y otra vez. “Veo a mis amigos en Instagram, y a veces me gustaría estar ministrando a los de mi grupo de edad”, dijo Foster. “Sin embargo, Dios me ha llamado a mi nuevo campo misionero de jóvenes”. Foster se dio cuenta que no podía ministrar eficazmente a la juventud sin entusiasmo. Para esto se requiere una inmersión total. “Tienes que estar involucrado de todo corazón y con el alma, no puedes hacerlo a medias, tienes que estar inquieto para permitir que Dios ensanche tu territorio y tu propio corazón, tienes que estar dispuesto a llorar con aquellos que lloran y a regocijarte con los que se regocijan”.

Cada cultura definirá a la juventud un poco diferente. Los jóvenes en San Salvador, El Salvador enfrentan problemas únicos, como la guerra entre pandillas. Los jóvenes que crecen con la cultura de la alta tecnología del condado de Orange, California se enfrentan a desafíos tales como estar demasiado ocupados, el materialismo y la indiferencia. Al igual que los misioneros, aquellos que trabajan con jóvenes necesitan estudiar al público que será su objetivo. Sin duda, algunas presiones y características juveniles son similares en todos los jóvenes de todo el mundo, pero incluso esas similitudes están cambiando constantemente. Un objetivo importante de este libro es ayudar a los lectores a analizar, investigar y prepararse para alcanzar a los jóvenes en su cultura particular­— para convertirse en misioneros interculturales donde viven y trabajan.

La juventud normalmente comienza a los trece años hasta que la persona se responsabiliza de sus acciones. La mayoría de las culturas estaría de acuerdo en que la juventud termina cuando la persona se convierte en un individuo responsable que ya no depende de los padres. Pero también existe la cuestión de los grupos de edad. Por ejemplo, los que tienen de trece a dieciséis años tienen necesidades diferentes a las de los de diecisiete a veintiún años. Aquellos que trabajan con adolescentes jóvenes deben ser sensibles a su nivel de madurez, no deben pensar que se están desarrollando más rápido de lo que en realidad lo están haciendo.  La edad de los jóvenes también determinará cuánta supervisión adulta necesitan. Los jóvenes de séptimo a noveno grado, por ejemplo, necesitan mucha más atención que los que están cursando el último año de la preparatoria.

Al igual que los misioneros que aprenden un idioma y una cultura, aquellos que son efectivos para alcanzar a los jóvenes necesitan involucrarse en el mundo social de los jóvenes. Implica comprender y experimentar esas cosas que afectan a la juventud hoy. Los mejores jóvenes misioneros conocen a los adolescentes mejor que a los adolescentes se conocen a ellos mismos

Youth Ministers

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Effective youth cells expect everyone to be a minister. They embrace the apostle’s exhortation in the last book of the Bible, “To him who loves us and has freed us from our sins by his blood, and has made us to be a kingdom and priests to serve his God and Father—to him be glory and power for ever and ever! Amen” (Revelation 1:5-6).

This is one main reason why Jesus chose the small group atmosphere to impart knowledge to his own youth cell. Christ wanted the information to be disseminated into the lives of his disciples, so as he journeyed with them each day for three years, he not only taught them, but asked them to interact with others and apply his teachings. Sometimes Jesus would allow them to make mistakes in order to teach them important lessons and offer practical application of his teachings (Matthew 14:22ff).

Young people hear many sermons, but those messages are often difficult to apply until they are discussed. Small groups allow for discussion about how truth can be implemented in students’ lives. For example, if the church teaching is about witnessing for Christ, a student in a small group can talk about particular ways he can share Jesus with his classmates. The teaching moves from an impersonal, platform presentation to the small group and into the student’s lifestyle.

Many youth are not challenged. They are caught up in the vicious cycle of low expectations. They are not asked to do the hard things. No one expects much of them, and they even expect less of themselves. Cells are uniquely positioned to challenge youth to grow in their faith, develop relationships, disciple other youth, and reach a lost world for Jesus.

Alex and Brett Harris wrote a successful series of blogs called The Myth of Adolescence that eventually turned into a bestselling book entitled Do Hard Things: A Teenage Rebellion Against Low Expectations. They point out that teens desire deeper meaning and should be challenged to fulfill their dreams.

The Holy Spirit is able to do amazing things through young people who trust in him and are willing to step out. A cell church pastor in Africa, referring to student leaders, said, “While they may be young the Holy Spirit in them is no child.” The same Holy Spirit works just as powerfully in youth as he does in adults.

Thayana, one of the youth pastors over cell groups in a Foursquare church in Belem, Brazil, is helping to break the mold of traditional youth ministry and showing others that youth can accomplish a lot. Thayana led her first small group at the Foursquare church in Belem when she was fourteen. She excitedly talked about Jesus at her school—inviting her friends to her cell group. Her group led so many people to Jesus and water baptism that in one year it had multiplied into two groups and then two more the next year. By the time she was sixteen, she already had five small groups under her care. When Thayana was nineteen, she became one of the network pastors. There are now more than 200 small groups from the one she started. She personally supervises a network of eighty-three cells.

Thayana is exceptional in her leadership and coaching skills. She is also in a church that allows youth to thrive. All Christians are encouraged to actively participate in cell ministry. In fact, youth cell ministry stands against the idea that only the youth pastor does all the work while the rest of the youth sit and listen—and perhaps engage in a few programs.

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Ministros Jovens

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Células de jovens que são eficazes esperam que todos sejam um ministro. Elas abraçam a exortação do apóstolo no último livro da Bíblia: “Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, 6. e nos fez reis, sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém” (Apocalipse 1:5-6).

Esta é uma das principais razões pelas quais Jesus escolheu a atmosfera do pequeno grupo para transmitir conhecimento à sua própria célula juvenil. Cristo queria que a informação fosse disseminada na vida de seus discípulos, então conforme ele viajou com eles todos os dias durante três anos, ele não só os ensinou, mas pediu-lhes para interagir com os outros e aplicar seus ensinamentos. Às vezes, Jesus permitia que eles cometessem erros para ensiná-los lições importantes e oferecer aplicação prática de seus ensinamentos (Mateus 14:22).

Os jovens ouvem muitos sermões, mas essas mensagens são muitas vezes difíceis de aplicar até que sejam discutidas. Os pequenos grupos permitem a discussão sobre como a verdade pode ser implementada na vida dos alunos. Por exemplo, se o ensinamento da igreja é sobre testemunhar para Cristo, um estudante em um pequeno grupo pode falar sobre formas particulares de compartilhar Jesus com seus colegas. O ensino se move de uma plataforma de apresentação impessoal para o pequeno grupo e para o estilo de vida do aluno.

Muitos jovens não são desafiados. Eles estão presos no círculo vicioso de baixas expectativas. Eles não são convidados a fazer as coisas difíceis. Ninguém espera muito deles, e eles esperam menos ainda de si mesmos. As células são posicionadas de forma única para desafiar a juventude a crescer em sua fé, desenvolver relacionamentos, discipular outros jovens e alcançar um mundo perdido para Jesus.

Alex e Brett Harris escreveram uma série bem-sucedida de blogs chamada The Myth of Adolescence (O Mito da Adolescência, em tradução livre), que acabou se transformando em um livro best-seller intitulado Do Hard Things: A Teenage Rebellion Against Low Expectations (Faça Coisas Difíceis: Uma Rebelião Adolescente Contra Baixas Expectativas, em tradução livre). Eles apontam que os adolescentes desejam um significado mais profundo e devem ser desafiados a realizar seus sonhos.

O Espírito Santo é capaz de fazer coisas incríveis através de jovens que confiam nele e estão dispostos a dar um passo adiante. Um pastor de uma igreja em células na África, referindo-se aos líderes estudantis, disse: “Enquanto eles podem ser jovens, o Espírito Santo neles não uma criança”. O mesmo Espírito Santo funciona tão poderosamente nos jovens quanto nos adultos.

Thayana, uma entre os pastores de jovens responsáveis por células em uma igreja Quadrangular em Belém, Brasil, está ajudando a quebrar o molde do ministério tradicional de jovens e mostrar aos outros que a juventude pode realizar muito. Thayana liderou seu primeiro grupo pequeno na igreja Quadrangular em Belém quando ela tinha quatorze anos. Ela falou de forma eufórica sobre Jesus em sua escola – convidando seus amigos para sua célula. Seu grupo conduziu tantas pessoas a Jesus e ao batismo nas águas que, em um ano, ele tinha se multiplicado em dois grupos e depois em mais dois no ano seguinte. Quando ela tinha dezesseis anos, já havia cinco pequenos grupos sob seus cuidados. Quando Thayana tinha dezenove anos, ela se tornou uma das pastoras de rede. Existem agora mais de 200 pequenos grupos que surgiram do que ela começou. Ela supervisiona pessoalmente uma rede de oitenta e três células.

Thayana é excepcional em suas habilidades de liderança e treinamento. Ela também está em uma igreja que permite que os jovens prosperem. Todos os cristãos são encorajados a participar ativamente no ministério celular. Na verdade, o ministério de células jovens vai contra a ideia de que apenas o pastor faz todo o trabalho enquanto o resto dos jovens apenas senta, ouve e, talvez, se envolve em alguns programas.

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Spanish blog:

Ministros Juveniles

Por Joel Comiskey

Extractos de Youth in Cell Ministry (el libro aparece en español a finales de esta semana)

Las células juveniles eficaces esperan que todos se conviertan en ministros. Ellos aceptan la exhortación del apóstol en el último libro de la Biblia: ” Al que nos ama y que por su sangre nos ha librado de nuestros pecados, al que ha hecho de nosotros un reino, sacerdotes al servicio de Dios su Padre, ¡a él sea la gloria y el poder por los siglos de los siglos! Amén.”(Apocalipsis 1: 5-6)

Esta es una de las razones principales por las que Jesús escogió la atmósfera del grupo pequeño para impartir conocimiento a su propia célula juvenil. Cristo quería que la información se difundiera en las vidas de sus discípulos, por lo que mientras caminaba con ellos cada día durante tres años, no sólo les enseñó, sino que les pidió que interactuaran con otros y aplicaran sus enseñanzas. A veces, Jesús les permitía cometer errores para enseñarles lecciones importantes y ofrecer una aplicación práctica de sus enseñanzas (Mateo 14:22 y sig.).

Los jóvenes escuchan muchos sermones, pero esos mensajes son a menudo difíciles de aplicar hasta que se discuten. Los grupos pequeños permiten la discusión sobre cómo la verdad puede ser implementada en la vida de los estudiantes. Por ejemplo, si la enseñanza de la iglesia es sobre testificar de Cristo, un estudiante de un grupo pequeño puede hablar sobre las maneras particulares  de cómo compartir de Jesús con sus compañeros de clase. La enseñanza se mueve de una plataforma impersonal de presentación hacia el grupo pequeño hasta llegar al estilo de vida del estudiante.

Muchos jóvenes no son desafiados. Están atrapados en el círculo vicioso de las bajas expectativas. No se les pide que hagan las cosas difíciles. Nadie espera mucho de ellos, e incluso ellos esperan menos de sí mismos. Las células están en una posición única para desafiar a los jóvenes a crecer en su fe, desarrollar relaciones, discipular a otros jóvenes y alcanzar un mundo perdido para Jesús.

Alex y Brett Harris escribieron una exitosa serie de blogs llamada The Myth of Adolescence (El Mito de la Adolescencia) que eventualmente se convirtió en un libro bestseller titulado Do Hard Things: A Teenage Rebellion Against Low Expectations (Haz Cosas Difíciles: Una rebelión Adolescente Contra las Bajas Expectativas). Ellos señalan que los adolescentes desean un significado más profundo y deben ser desafiados a cumplir sus sueños.

El Espíritu Santo es capaz de hacer cosas asombrosas a través de jóvenes que confían en él y están dispuestos a sobresalir. Un pastor de una iglesia celular en África, refiriéndose a los líderes estudiantiles, dijo: “Si bien ellos pueden ser jóvenes, el Espíritu Santo en ellos no es un niño”. El mismo Espíritu Santo funciona igual de poderosamente en los jóvenes como en los adultos.

Thayana, uno de los pastores de la juventud a cargo de los grupos celulares en una iglesia Cuadrangular en Belem, Brasil, está ayudando a romper el molde del ministerio juvenil tradicional y está mostrando a otros que la juventud puede lograr mucho. Thayana lideró su primer grupo pequeño en la iglesia Cuadrangular en Belem cuando ella tenía catorce años. Hablaba emocionada de Jesús en su escuela— invitando a sus amigos a su grupo celular. Su grupo condujo a tantas personas a Jesús y al bautismo en agua que en un año se había multiplicado en dos grupos y luego dos más el año siguiente. Para cuando tenía dieciséis años, ya tenía cinco grupos pequeños bajo su cuidado. Cuando Thayana tenía diecinueve años, se convirtió en una de las pastoras de la red. Ahora hay más de 200 grupos pequeños que surgieron a partir del que ella comenzó. Ella supervisa personalmente una red de ochenta y tres células.

Thayana es excepcional en su liderazgo y habilidades de supervisión. Ella también está en una iglesia que permite a los jóvenes prosperar. Todos los cristianos son animados a participar activamente en el ministerio celular. De hecho, el ministerio celular juvenil se opone a la idea de que sólo el pastor de jóvenes haga todo el trabajo mientras el resto de los jóvenes se sientan y escuchan­— y quizás participen en unos pocos programas

[i] Alex y Brett Harris, Do Hard Things: A Teenage Rebellion Against Low Expectations (Haz Cosas Difíciles: Una Rebelión Adolescente en Contra de las Bajas Expectativas) (Colorado Springs, CO: Multnomah Books [Libros Multnomah], 2008), p. 12.

God Starts with Youth

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

The names of Moses, Joshua, Abraham, Joseph, Ruth, and David are familiar to Jews and Christians alike. Pulpits worldwide proclaim these men and women of God who are found in the pages of the Old and New Testament. We often overlook, however, that God called these men and women as youth. Through their testimonies, we’re reminded that youth is an opportune time period for God to start the discipleship process. God loves to do the unexpected through youth and to challenge the false beliefs that only the older and wiser can be God’s special tools.

Joseph, was a “young man of seventeen” when God interrupted his sleep with some amazing dreams (Genesis 37:5). God eventually used Joseph to save the world from starvation and deliver his family, the bloodline of Christ, to prosperity in Egypt.

Joshua was Moses’ aid since “youth” (Numbers 11:28). When Moses interceded with God in the Tent of Meeting outside the camp, Joshua would go with him.

Samuel is another excellent example of God’s calling to young people. We read that the “boy Samuel ministered before the LORD under Eli” (1 Samuel 3:1). He first heard God’s voice and call as a child. When Samuel was “old and gray,” he testified that it was from the time of his youth that he was a leader for the people of Israel (1 Samuel 12:2).

Ruth was still a young woman when she became a widow and followed Naomi to Bethlehem (Ruth 1).

David was a mere boy when he defeated Goliath and attracted the attention of the king. David’s character development and faith exploits began when he was a boy shepherd, caring for the sheep (1 Samuel 17).

Josiah was king at the age of eight, and by the time he was in his late teens, God used him to bring a rebellious nation back to God (2 Kings 22:1).

Daniel and his friends were probably teenagers when they were led across the Fertile Crescent into captivity. We can imagine them as young men, quite possibly in their late teens, as they testified to Yahweh and interpreted the king’s dreams (Daniel 1-5).

Mary, the mother of Jesus, was a mere youth when the angel appeared to her with unprecedented news of her supernatural pregnancy (Luke 1:26-38).

Some have observed that Jesus led the original “youth group,” believing that Christ’s twelve disciples were probably under the age of eighteen. Christ’s choice of the twelve gives new meaning to youth ministry and motivation to disciple those who are young.

The Apostle Paul first began to work with Timothy when he was approximately sixteen years old. Paul discipled Timothy and developed him to become the pastor in Ephesus, a very important church. He exhorted his young disciple, “Don’t let anyone look down on you because you are young, but set an example for the believers in speech, in conduct, in love, in faith and in purity” (1 Timothy 4:12). He then told Timothy, “And the things you have heard me say in the presence of many witnesses entrust to reliable men who will also be qualified to teach others” (2 Timothy 2:2).

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Deus Começa Com Os Jovens
Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Os nomes de Moisés, Josué, Abraão, José, Rute e Davi são familiares aos judeus e aos cristãos. Os púlpitos em todo o mundo proclamam esses homens e mulheres de Deus que são encontrados nas páginas do Antigo e Novo Testamento. Muitas vezes esquecemos, no entanto, que Deus chamou esses homens e mulheres enquanto eram jovens. Através de seus testemunhos, lembramos que a juventude é um período oportuno para que Deus comece o processo de discipulado. Deus ama fazer o inesperado através da juventude e desafiar as falsas crenças de que somente os mais velhos e sábios podem ser ferramentas especiais de Deus.

José era um “jovem de dezessete anos” quando Deus interrompeu seu sono com alguns sonhos incríveis (Gênesis 37:5). Deus eventualmente usou José para salvar o mundo da fome e liberar sua família, a linhagem de Cristo, para a prosperidade no Egito.

Josué era o auxiliador de Moisés desde “a juventude” (Números 11:28). Quando Moisés intercedia com Deus na Tenda da Revelação fora do campo, Josué ia com ele.

Samuel é outro excelente exemplo do chamado de Deus aos jovens. Lemos que o “menino Samuel servia ao Senhor perante Eli” (1 Samuel 3:1). Ele ouviu pela primeira vez a voz de Deus e foi chamado quando era uma criança. Quando Samuel estava “velho e grisalho”, ele testificou que desde o tempo da sua juventude ele era um líder para o povo de Israel (1 Samuel 12:2).

Rute era ainda jovem quando ficou viúva e seguiu Noêmi para Belém (Rute 1).

David era um mero menino quando derrotou Golias e atraiu a atenção do rei. O desenvolvimento do caráter de Davi e as façanhas de fé começaram quando ele era um menino pastor, cuidando das ovelhas (1 Samuel 17).

Josias era foi aos oito anos de idade e, quando ele estava na adolescência, Deus o usou para trazer uma nação rebelde de volta a Deus (2 Reis 22:1).

Daniel e seus amigos eram provavelmente adolescentes quando foram conduzidos pelo Crescente Fértil para o cativeiro. Podemos imaginá-los como jovens, possivelmente na adolescência, quando testemunharam de Yahweh e interpretaram os sonhos do rei (Daniel 1-5).

Maria, a mãe de Jesus, era uma mera jovem quando o anjo lhe apareceu com a notícia sem precedentes de sua gravidez sobrenatural (Lucas 1: 26-38).

Algumas pessoas observaram que Jesus liderou o “grupo de jovens” original, acreditando que os doze discípulos de Cristo provavelmente tinham menos de dezoito anos. A escolha dos doze por Cristo dá novo significado ao ministério juvenil e motivação para discipular os jovens.

O apóstolo Paulo começou a trabalhar com Timóteo quando ele tinha aproximadamente dezesseis anos. Paulo discipulou Timóteo e o desenvolveu para se tornar o pastor em Éfeso, uma igreja muito importante. Ele exortou o seu jovem discípulo: “Não deixe que ninguém o despreze porque você é jovem, mas sirva de exemplo para os crentes na fala, na conduta, no amor, na fé e na pureza” (1 Timóteo 4:12). Então ele disse a Timóteo: “E o que de mim ouviste de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2 Timóteo 2: 2).

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Dios Empieza con los Jóvenes

Por Joel Comiskey

Extractos de Youth in Cell Ministry (el libro aparece en español a finales de esta semana)

Lo que Dios está haciendo hoy con la juventud refleja el patrón bíblico de la obra de Dios en los jóvenes desde las primeras páginas de las Escrituras. Dios siempre ha dado prioridad a los jóvenes y nosotros también deberíamos hacerlo.

Los nombres de Moisés, Josué, Abraham, José, Rut y David son muy conocidos tanto para judíos como para cristianos. Los púlpitos de todo el mundo proclaman a estos hombres y mujeres de Dios que se encuentran en las páginas del Antiguo y Nuevo Testamento. Sus nombres también aparecen en innumerables historias bíblicas en las escuelas dominicales, lecciones bíblicas para adultos e incluso en los medios seculares. Los llamamos héroes de la fe. Ellos alimentan nuestra imaginación de lo que Dios puede hacer y nos desafían a ser como ellos.

Sin embargo, a menudo pasamos por alto que Dios llamó a estos hombres y mujeres cuando eran jóvenes. Como jóvenes, Dios obró a través de ellos, los probó, y luego los llevó a tener una mayor influencia y posiciones de liderazgo. A través de sus testimonios, se nos recuerda que la juventud es un período de tiempo oportuno para que Dios inicie el proceso de discipulado. Dios ama hacer lo inesperado a través de la juventud y desafiar las falsas creencias de que sólo los adultos y más sabios pueden ser las herramientas especiales de Dios.

José, era un “joven de diecisiete años” cuando Dios lo interrumpió cuando dormía con unos sueños increíbles (Génesis 37: 5). Dios eventualmente usó a José para salvar al mundo del hambre y libertar a su familia, que era del linaje de Cristo, para tener prosperidad en Egipto. José escuchó a Dios y permaneció fiel durante los veintidós años que tardó el cumplimiento de esos sueños y la salvación de muchas vidas.

Josué fue la ayuda de Moisés desde “su juventud” (Números 11:28). Cuando Moisés intercedía con Dios en la tienda de reunión fuera del campamento, Josué lo acompañaba. Después de que Moisés recibió el mensaje para entregarlo al pueblo, “su joven ayudante Josué hijo de Nun no salió de la tienda” (Éxodo 33:11). El fuerte liderazgo de Josué se desarrolló a través de los muchos años en que Moisés fue su mentor. La influencia de Josué se puede ver por el hecho de que Israel siguió viviendo para Dios después de su muerte: “Durante toda la vida de Josué, el pueblo de Israel había servido al Señor. Así sucedió también durante el tiempo en que estuvieron al frente de Israel los jefes que habían compartido el liderazgo con Josué y que sabían todo lo que el Señor había hecho a favor de su pueblo”. (Josué 24:31).

Samuel es otro excelente ejemplo del llamado de Dios a los jóvenes. Leemos que el “muchacho Samuel ministró delante de Jehová bajo el cuidado de Elí” (1 Samuel 3: 1). Primero escuchó la voz de Dios y el llamado como un niño. Cuando Samuel estaba “viejo y lleno de canas”, testificó que desde el tiempo de su juventud había sido un líder para el pueblo de Israel (1 Samuel 12: 2).

Rut aún era una mujer joven cuando enviudó y siguió a Noemí hacia Belén (Rut 1).

David era un simple muchacho cuando derrotó a Goliat y atrajo la atención del rey. El desarrollo del carácter de David y las hazañas de la fe comenzaron cuando él era un niño pastor, cuidando de las ovejas (1 Samuel 17).

Josías fue rey a la edad de ocho años, y cuando él estaba en su adolescencia, Dios lo usó para traer una nación rebelde a Dios (2 Reyes 22: 1).

Daniel y sus amigos eran probablemente adolescentes cuando fueron conducidos a través del Creciente Fértil al cautiverio. Podemos imaginarlos como jóvenes, posiblemente a finales de su adolescencia, mientras testificaron de Yahweh e interpretaron los sueños del rey (Daniel 1-5).

Salomón dice en Eclesiastés 11: 9, “Sé feliz, jovencito, mientras eres joven, y que tu corazón te dé gozo en los días de tu juventud”. Salomón concluye en Eclesiastés 11: 9-12: 1 que el objetivo principal de la vida es “recordar” a Dios mientras eres joven y todavía puedes determinar el curso de tu vida. Muchos adultos se han enredado en los asuntos del mundo, perdiendo la paz y la alegría de seguir a Dios de todo corazón y viviendo de acuerdo con su verdad.

María, la madre de Jesús, era una jovencita cuando el ángel se le apareció con noticias sin precedentes de su embarazo sobrenatural (Lucas 1: 26-38).

Algunos consideran que Jesús dirigió el primer “grupo juvenil”, y se cree que los doce discípulos de Cristo probablemente tenían menos de dieciocho años. La elección de los doce que hizo Cristo da un nuevo significado al ministerio juvenil y la motivación para discipular a los jóvenes.

El apóstol Pablo comenzó a trabajar con Timoteo cuando tenía aproximadamente dieciséis años. Pablo discipuló a Timoteo y lo preparó para convertirse en pastor de Éfeso, una iglesia muy importante. Exhortó a su joven discípulo: “Que nadie te menosprecie por ser joven. Al contrario, que los creyentes vean en ti un ejemplo a seguir en la manera de hablar, en la conducta, y en amor, fe y pureza.” (1 Timoteo 4:12). Entonces le dijo a Timoteo: “ Lo que me has oído decir en presencia de muchos testigos, encomiéndalo a creyentes dignos de confianza, que a su vez estén capacitados para enseñar a otros” (2 Timoteo 2: 2).

No hay ningún indicador en las Escrituras de una edad específica para ningún discípulo, pero el contexto histórico da pistas. En el tiempo de Jesús, un hombre judío recibía una esposa después de la edad de 18 años. Ray VanderLaan da varios argumentos para las jóvenes edades de los discípulos aquí: https://kbonikowsky.wordpress.com/2008/08/20/jesus-disciples-a-teenage-posse/

Cuando Jesús dio la Gran Comisión a sus discípulos, ellos sabían exactamente a lo que él se refería. Después de todo, Jesús lo había demostrado de manera práctica. Jesús preparó a su propio grupo de doce y los pastoreó durante tres años. En esa atmósfera celular, los discípulos fueron moldeados, formados, entrenados y luego enviados. Estos mismos discípulos se convirtieron en los principales líderes de la Iglesia primitiva.

Jesús no sólo ministró con estos discípulos durante el transcurso de tres años, sino que luego los envió a los hogares para establecer iglesias en las casas que se multiplicaran y luego se infiltraran en las comunidades de alrededor (Lucas 9 y 10). En otras palabras, el ministerio de casa en casa en pequeños grupos era la forma en que Jesús hacía discípulos, y esperaba que sus discípulos hicieran lo mismo. Las casas o apartamentos eran muy pequeños en el mundo antiguo, y eran excelentes lugares de reunión para hacer discípulos.

Los grupos pequeños siguen siendo el mejor campo de entrenamiento para futuros discípulos. José Abaroa, ministro de la juventud de la Iglesia Cypress Creek, en Wimberley, Texas, desafía a sus jóvenes para convertirse en discípulos que dirijan grupos de vida en los campus de secundaria y preparatoria. Él espera mucho de sus jóvenes, y ellos han respondido dirigiendo y multiplicando grupos celulares juveniles. Las células de preparatoria del campus se reúnen a la hora del almuerzo durante una hora y media. Los grupos son dinámicos, divertidos y motivadores. Los líderes de los grupos crecen más que los asistentes, ya que estos son desafiados a confiar en Jesús para ser usados por Él. José confía en que sus estudiantes son líderes capaces y pueden ministrar efectivamente a otros estudiantes, mientras se convierten en discípulos en el proceso.

José también reúne a las células juveniles como congregación el día domingo. Me dijo, “Ellos necesitan saber que siempre pueden contar con nosotros”. José es un apasionado por el ministerio celular porque él mismo nació de nuevo y fue discipulado en una reunión del grupo de vida de Cypress Creek en el campus de la Universidad Estatal de Texas en San Marcos. Jesús transformó a José en el grupo de vida, y él quiere que otros más experimenten a Cristo de la misma manera, incluyendo a los estudiantes de secundaria y de preparatoria.

Algunos reaccionan negativamente a la palabra discípulo, pero el significado original significa simplemente alumno o pupilo. Después de la resurrección de Cristo, la palabra discípulo fue ampliada para incluir palabras como creyente, santo, cristiano y hermano o hermana en Cristo. ¿Por qué? Porque después de Pentecostés, Dios estableció la Iglesia, la reunión de los creyentes, para ser el lugar principal donde ocurriría el discipulado.

Las células juveniles son una forma emocionante de hacer que los seguidores de Cristo sean moldeados, y transformados en el proceso. Descubriremos en este libro cómo las iglesias discipulan a los jóvenes a través de grupos celulares y encuentros juveniles más amplios. Veremos cómo las iglesias hacen la transición a las células juveniles, evitan los errores comunes en el ministerio juvenil e incluso plantan iglesias celulares para hacer discípulos en todo el mundo.

En la Antigua Grecia, los filósofos estaban rodeados por sus alumnos. Los judíos decían ser discípulos de Moisés (Juan 9:28) y los seguidores de Juan el Bautista eran conocidos como sus discípulos (Marcos 2:18; Juan 1:35).

It’s All About Making Disciples

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

When Jesus gave the Great Commission to his disciples, they knew exactly what he meant. After all, Jesus practically demonstrated it. Jesus developed his own group of twelve and shepherded them for three years. In that cell atmosphere, the disciples were molded, shaped, trained, and then sent forth. These same disciples became the key leaders of the early Church.

Not only did Jesus minister with these disciples over the course of three years, but he then sent them into homes to establish house churches that would multiply and infiltrate the surrounding communities (Luke 9 and 10). In other words, house-to-house ministry in small groups was the way Jesus made disciples, and he expected his disciples to do the same. The houses or apartments were very small in the ancient world, and they were excellent meeting places for making disciples.

Small groups are still the best training ground for future disciples. Jose Abaroa, youth minister at Cypress Creek Church, in Wimberley, Texas, challenges his young people to become disciples by leading small groups called community groups on junior high and high school campuses. He expects a lot from his youth, and they have responded by leading and multiplying youth cell groups. The campus junior high cells meet at lunch time for one and one-half hours. The groups are dynamic, fun, and empowering. Those leading the groups grow more than those attending as they are challenged to trust Jesus to use them. Jose confidently believes that his students are capable leaders and can effectively minister to other students, while becoming disciples in the process.

Jose also gathers the youth cells together on Sunday as a congregation. “They need to know we’re going to be there for them,” he told me. Jose is passionate about cell ministry because he himself was born again and discipled in a Cypress Creek small group meeting on campus at Texas State University in San Marcos. Jesus transformed Jose in the community group, and he wants others to experience Christ in the same way, including the junior high and high schoolers.

Some react negatively to the word disciple but the original meaning simply means pupil or learner. After Christ’s resurrection, the word disciple was broadened to include such words as believer, saint, Christian, and brother or sister in Christ. Why? Because after Pentecost, God established the Church, the gathering of believers, to be the main place where discipleship occurred.

Youth cells are an exciting way to make followers of Christ who are molded, shaped, and transformed in the process. We’ll discover in this book how churches disciple young people through cell groups and larger youth gatherings. We’ll see how churches transition to youth cells, avoid common mistakes in youth ministry, and even plant youth cell churches to make disciples worldwide.

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É Tudo Sobre Fazer Discípulos

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Quando Jesus deu a Grande Comissão a seus discípulos, eles sabiam exatamente o que ele queria dizer. Afinal, Jesus praticamente a demonstrou. Jesus desenvolveu seu próprio grupo de doze homens e os pastoreou por três anos. Naquela atmosfera, os discípulos eram moldados, lapidados, treinados e, então, enviados adiante. Esses mesmos discípulos se tornaram os líderes-chave da Igreja Primitiva.

Jesus não só ministrou com esses discípulos durante os três anos de ministério, mas depois os enviou às casas para estabelecerem igrejas domésticas que se multiplicariam e infiltrariam as comunidades vizinhas (Lucas 9 e 10). Em outras palavras, o ministérios de casa em casa em pequenos grupos era a forma pela qual Jesus fazia discípulos, e ele esperava que seus discípulos fizessem o mesmo. As casas ou apartamentos eram muito pequenos no mundo antigo, e eram lugares de encontro excelentes para fazer discípulos.

Os pequenos grupos ainda são o melhor cenário de treinamento para futuros discípulos. Jose Abaroa, ministro de jovens na Cypress Creek Church em Wimberley, Texas, desafia seus jovens a se tornarem discípulos liderando pequenos grupos chamados Grupos de Comunidade nos campi de Ensino Médio. Ele espera muito de seus jovens, e eles respondem liderando e multiplicando células de jovens. As células no campus se reúnem no horário do almoço por uma hora e meia. Os grupos são dinâmicos, divertidos e empoderadores. Os jovens que lideram os grupos crescem mais do que os que apenas os frequentam à medida que são desafiados a confiarem que Jesus vai usá-los. Jose acredita confiantemente que seus estudantes são líderes capazes e que podem ministrar efetivamente a outros estudantes enquanto se tornam discípulos no processo.

Jose também reúne as células de jovens no domingo como uma congregação. “Eles precisam saber que nós estaremos lá por eles”, ele me disse. Jose é apaixonado pelo ministério celular porque ele mesmo nasceu de novo e foi discipulado em uma célula da Cypress Creek no campus da Texas State University em San Marcos. Jesus transformou Jose no grupo de comunidade, e ele quer que outras pessoas experimentem Jesus da mesma forma, incluindo os estudantes do Ensino Médio.
Alguns reagem negativamente à palavra “discípulo”, mas o significado original simplesmente quer dizer pupilo ou aprendiz. Depois da ressurreição de Jesus, a palavra discípulo foi ampliada para incluir palavras como crente, santo, cristão, e irmão ou irmã em Cristo. Por quê? Porque depois de Pentecostes, Deus estabeleceu a Igreja, o ajuntamento dos crentes, como o principal lugar onde o discipulado ocorria.

As células de jovens são uma forma emocionante de fazer seguidores de Cristo que são moldados, lapidados e transformados no processo. Vamos descobrir neste livro como as igrejas discipulam os jovens através de células e de reuniões maiores. Vamos ver como as igrejas fazem a transição para as células de jovens, evitam erros comuns no ministério de jovens e até mesmo plantam igrejas em células de jovens para fazer discípulos em todo o mundo.

Spanish blog:

Haciendo Discípulos

Por Joel Comiskey

Extractos de Youth in Cell Ministry (el libro aparece en español a finales de esta semana)

Cuando Jesús dio la Gran Comisión a sus discípulos, ellos sabían exactamente a lo que él se refería. Después de todo, Jesús lo había demostrado de manera práctica. Jesús preparó a su propio grupo de doce y los pastoreó durante tres años. En esa atmósfera celular, los discípulos fueron moldeados, formados, entrenados y luego enviados. Estos mismos discípulos se convirtieron en los principales líderes de la Iglesia primitiva.

Jesús no sólo ministró con estos discípulos durante el transcurso de tres años, sino que luego los envió a los hogares para establecer iglesias en las casas que se multiplicaran y luego se infiltraran en las comunidades de alrededor (Lucas 9 y 10). En otras palabras, el ministerio de casa en casa en pequeños grupos era la forma en que Jesús hacía discípulos, y esperaba que sus discípulos hicieran lo mismo. Las casas o apartamentos eran muy pequeños en el mundo antiguo, y eran excelentes lugares de reunión para hacer discípulos.

Los grupos pequeños siguen siendo el mejor campo de entrenamiento para futuros discípulos. José Abaroa, ministro de la juventud de la Iglesia Cypress Creek, en Wimberley, Texas, desafía a sus jóvenes para convertirse en discípulos que dirijan grupos de vida en los campus de secundaria y preparatoria. Él espera mucho de sus jóvenes, y ellos han respondido dirigiendo y multiplicando grupos celulares juveniles. Las células de preparatoria del campus se reúnen a la hora del almuerzo durante una hora y media. Los grupos son dinámicos, divertidos y motivadores. Los líderes de los grupos crecen más que los asistentes, ya que estos son desafiados a confiar en Jesús para ser usados por Él. José confía en que sus estudiantes son líderes capaces y pueden ministrar efectivamente a otros estudiantes, mientras se convierten en discípulos en el proceso.

José también reúne a las células juveniles como congregación el día domingo. Me dijo, “Ellos necesitan saber que siempre pueden contar con nosotros”. José es un apasionado por el ministerio celular porque él mismo nació de nuevo y fue discipulado en una reunión del grupo de vida de Cypress Creek en el campus de la Universidad Estatal de Texas en San Marcos. Jesús transformó a José en el grupo de vida, y él quiere que otros más experimenten a Cristo de la misma manera, incluyendo a los estudiantes de secundaria y de preparatoria.

Algunos reaccionan negativamente a la palabra discípulo, pero el significado original significa simplemente alumno o pupilo. Después de la resurrección de Cristo, la palabra discípulo fue ampliada para incluir palabras como creyente, santo, cristiano y hermano o hermana en Cristo. ¿Por qué? Porque después de Pentecostés, Dios estableció la Iglesia, la reunión de los creyentes, para ser el lugar principal donde ocurriría el discipulado.

Las células juveniles son una forma emocionante de hacer que los seguidores de Cristo sean moldeados, y transformados en el proceso. Descubriremos en este libro cómo las iglesias discipulan a los jóvenes a través de grupos celulares y encuentros juveniles más amplios. Veremos cómo las iglesias hacen la transición a las células juveniles, evitan los errores comunes en el ministerio juvenil e incluso plantan iglesias celulares para hacer discípulos en todo el mundo.

En la Antigua Grecia, los filósofos estaban rodeados por sus alumnos. Los judíos decían ser discípulos de Moisés (Juan 9:28) y los seguidores de Juan el Bautista eran conocidos como sus discípulos (Marcos 2:18; Juan 1:35).

My Testimony

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By Joel Comiskey

The blog theme for January is preparing for the future now. For the next two weeks, I’d like to focus on preparing the next generation now: our youth. I’ll be offering excerpts from my new book “Youth in Cell Ministry.”

I began following Jesus in September 1973 when I was seventeen years old. A few months later, I was in a small group that met on the Millikan High School campus in Long Beach, California. I learned to pray out loud in the group, and there was freedom to ask questions. God’s Word became alive to me as I interacted with others. I had a place to go when I was discouraged and a team to help me live the Christian life on the Millikan campus.

When I was nineteen, I started leading a cell group of predominantly seventeen to twenty-three years olds who met in my parents’ house. We grew together, experienced trials, debated theology, discerned false teaching, and most of all developed deep, lasting friendships. We learned to overcome conflict, love one another in practical ways, and allowed God’s Spirit to work among us. This was our group, among our own peers, and we felt like God was speaking to our generation each week in the cell group.

Bob Burtch was the co-leader who also led worship. Because we were good friends, I accepted his critiques of my Bible messages, although they were hard to take. I didn’t know much about God’s Word, but I shared what I knew, and God poured more into me. Often my teaching was shallow, but the cell group was more than my Bible teaching. We shared life together and grew spiritually as we challenged each other.

One evening we invited Ginger Powers, a missionary smuggling Bibles into East Germany, to speak to us. Her words and vision impacted all of us. Through her words, God lit a fire in my heart for missions. As a nineteen year old, I was ready to go with her to Germany, but God had other plans. I didn’t realize that a career in missions might require more preparation than simply packing my bags and leaving North America. I eventually did leave our cell group to participate in a short-term Youth With A Mission trip, which led to Bible college, and eventually career missions. Although the group sent me off, we gathered together for fellowship during my Bible school breaks, and even to this day, I maintain contact with some of those original group members.

Jesus himself chose the small group atmosphere to prepare his disciples. He spent time with his young followers, interacted with them, and taught them to love one another. He then said to them, “All authority in heaven and on earth has been given to me. Therefore go and make disciples of all nations, baptizing them in the name of the Father and of the Son and of the Holy Spirit, and teaching them to obey everything I have commanded you. And surely I am with you always, to the very end of the age” (Matthew 28:18-20). The disciples knew exactly what to do. They started home group ministries that multiplied and changed the Roman world. And home cell groups are just as essential for disciple-making today.

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Portuguese blog:

Meu testemunho

O tema do blog para Janeiro está se preparando para o futuro agora. Nas próximas duas semanas, eu gostaria de focar no preparo da próxima geração: Os jovens. Estarei oferecendo trechos do meu novo livro “Juventude no ministério em célula”.

Eu comecei a seguir Jesus em setembro de 1973, quando eu tinha dezessete anos de idade. Alguns meses depois, eu estava em uma célula que tinha conhecido no campus Millikan High School em Long Beach, Califórnia. Eu aprendi a orar em voz alta na célula, e lá tinha liberdade para fazer perguntas. Na medida em que eu interagia, o trabalho de Deus começou a se ativar em mim. Eu tinha um lugar para ir quando me sentia desencorajado e um time para me ajudar a viver o cristianismo no campus de Millikan.

Quando eu tinha dezenove anos, comecei a liderar uma célula com jovens de dezessete a vinte anos, que se encontravam na casa dos meus pais. Nós crescemos juntos, vivemos experiências, debatemos teologia, discernimos falsos ensinamentos, e acima de tudo desenvolvendo amizades profundas e duradouras. Aprendemos a superar conflitos, amar ao próximo em termos práticos, e permitindo que o Espirito Santo trabalhasse entre nós. Esse era o nosso grupo, entre nossos pares, sentimos que Deus estava falando sobre nossa geração a cada semana que se passava.

Bob Burtch era o líder em treinamento e o líder de louvor. Como nós eramos bons amigos, eu aceitava as críticas dele sobre as minhas mensagens bíblicas, apesar de ser difícil de ouvir. Eu não sabia muito sobre o trabalho de Deus, mas eu compartilhava o que eu sabia, e Deus derramava mais em mim. Muitas vezes meu ensino era superficial, mas a célula não se resumia no meu ensinamento bíblico. Nós compartilhávamos vida juntos e crescíamos espiritualmente na medida que nos desafiávamos.

Uma noite nós convidamos Ginger Powers, um missionário que contrabandeava bíblias para a Alemanha Oriental, para falar para nós. Suas palavras e visões nos impactavam. Através das suas palavras, Deus colocava um fogo por missões em meu coração. Com dezenove anos eu estava pronto para ir com ele para a Alemanha, mas Deus tinha outros planos. Eu não tinha percebido que uma carreira em missões exigia muito mais do que pegar minhas malas e sair da América do Norte. Finalmente eu deixei a célula para uma viagem missionária de curta duração com a JOCUM. Que levou para um colégio bíblico e, finalmente, uma carreira em missões. Embora o grupo tenha me enviado, nós nos reunimos durante minhas férias na escola bíblica, e ainda hoje, mantenho contato com alguns integrantes do grupo original.

O próprio Jesus escolheu a atmosfera de pequenos grupos para formar os seus discípulos. Ele gastou tempo com seus jovens seguidores, interagiu com eles, e ensinou-lhes a amar o próximo. E então falou para eles: “Toda autoridade no céu e na terra me foi dada. Portanto ide e fazei discípulos por todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-lhes a obedecer tudo o que eu vos tenho mandado. E eu estarei com vocês sempre, até o final dos tempos” (Mateus 28:18-20). Os discípulos sabiam exatamente o que fazer. Eles começaram um ministério em células que realmente mudou o mundo Romano. Da mesma forma, os pequenos grupos caseiros são essências para fazer discípulos hoje em dia.

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Spanish blog:

Mi Testimonio

por Joel Comiskey

El tema del blog para enero está preparándose para el futuro ahora. Durante las próximas dos semanas, me gustaría concentrarme en preparar a la próxima generación ahora: nuestra juventud. Estaré ofreciendo extractos de mi nuevo libro “Youth in Cell Ministry “(el libro aparece en español a finales de esta semana)

Comencé a seguir a Jesús en septiembre de 1973 cuando tenía diecisiete años. Unos meses más tarde, yo estaba en un pequeño grupo que se reunía en el campus de la Preparatoria Millikan en Long Beach, California. Aprendí a orar en voz alta en el grupo, y había libertad para hacer preguntas. La Palabra de Dios se hizo viva para mí mientras interactuaba con otros. Tenía un lugar donde ir cuando estaba desanimado y un equipo que me ayudaba a vivir la vida cristiana en el campus de Millikan.

Cuando tenía diecinueve años, empecé a dirigir un grupo celular de jóvenes predominantemente de diecisiete a veintitrés años de edad que se reunían en la casa de mis padres. Crecimos juntos, experimentamos pruebas, debatíamos teología, discerníamos falsas enseñanzas y, sobre todo, desarrollamos amistades profundas y duraderas. Aprendimos a superar el conflicto, a amarnos los unos a los otros de manera práctica, y permitimos que el Espíritu de Dios trabajara entre nosotros. Éste era nuestro grupo, entre nuestros propios compañeros, y sentíamos que Dios hablaba a nuestra generación cada semana en el grupo celular.

Bob Burtch era el co-líder quien también dirigía la adoración. Como éramos buenos amigos, aceptaba sus críticas a mis mensajes bíblicos, aunque eran difíciles de aceptar. No sabía mucho acerca de la Palabra de Dios, pero compartía lo que sabía, y Dios vertía más en mí. A menudo mi enseñanza era superficial, pero el grupo celular era más que mi enseñanza Bíblica. Compartíamos la vida juntos y crecíamos espiritualmente mientras nos desafiábamos unos a otros.

Una noche invitamos para hablarnos a Ginger Powers, una misionera que traficaba biblias a Alemania Oriental. Sus palabras y su visión nos impactaron a todos. A través de sus palabras, Dios encendió un fuego en mi corazón para las misiones. Cuando tenía diecinueve años, estaba listo para ir con ella a Alemania, pero Dios tenía otros planes. No me di cuenta que una carrera en misiones podría requerir más preparación que simplemente hacer mis maletas y dejar Norteamérica. Eventualmente dejé a nuestro grupo celular para participar en un viaje juvenil corto de misiones, que me condujo a la universidad bíblica, y eventualmente a la carrera de misiones.

Aunque el grupo me dejó ir, nos reuníamos para confraternizar durante mis vacaciones en la escuela bíblica, e incluso hasta el día de hoy mantengo contacto con algunos de los miembros del grupo original.

Jesús mismo eligió la atmósfera del grupo pequeño para preparar a sus discípulos. Pasó tiempo con sus jóvenes seguidores, interactuó con ellos y les enseñó a amarse los unos a los otros. Entonces les dijo: “Se me ha dado toda autoridad en el cielo y en la tierra.  Por tanto, vayan y hagan discípulos de todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, enseñándoles a obedecer todo lo que les he mandado a ustedes. Y les aseguro que estaré con ustedes siempre, hasta el fin del mundo”. (Mateo 28: 18-20). Los discípulos sabían exactamente qué hacer. Empezaron los ministerios de grupos en las casas los cuales se multiplicaron y cambiaron el mundo romano. Y los grupos celulares en las casas son igual de esenciales para la formación de discípulos hoy

Mending the Nets

By Gerardo Campo

[I, Joel Comiskey, am pleased to introduce Gerardo Campo, one of the district pastors at the Elim Church in San Salvador, El Salvador. He has been working as an Elim pastor  since the late 1980s. He is currently the district pastor over 530 cell leaders, 90 supervisors, and 6 zone pastor. Gerardo is married and has four children]

“And going on from thence, he saw other two brethren … mending their nets; and he called them.” Matthew 4:21

It’s normal for congregations to become institutionalized as time passes by. This happens as the church determines its own identity and as the strategy becomes more and more organized and defined.

As in the fishing with nets of which the Gospel of Matthew refers to, from time to time systems and strategies need to be mended. It becomes  necessary to find those weak areas in the cell system that needed to be reinforced and to add new concepts to strengths the cell system.

The pastor must realize what it takes to make the church more effective.  The nets in the time of Christ were  quite large and their manipulation was complicated. It was not the work of a single person but of a whole team. This is also true with regard to the repairing of those nets.

The cell Pastor must find answers to energize the cell model, for which he will need to seek advice from other pastors in order to determine what needs to change, what to keep in place,  and what goals to set for a new year. The “solitary fisherman syndrome” does not work in the cell church. Effective ministry only happens in conjunction with other Pastors and ministers. 2017 is a good time to make such alliances.

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Portuguese blog:

(Este é um blog traduzido pelo Google de Inglês para Português devido à sua chegada tardia)

Reparando as Redes

Por Gerardo Campo

[Eu, Joel Comiskey, tenho o prazer de apresentar a Gerardo Campo, um dos pastores distritais da Igreja Elim em San Salvador, El Salvador. Ele tem trabalhado como pastor Elim desde o final dos anos 80. Ele é atualmente o pastor do distrito sobre 530 líderes de células, 90 supervisores e pastor de 6 zonas. Gerardo é casado e tem quatro filhos]

“E indo dali, viu outros dois irmãos … consertando suas redes; E ele os chamou. “Mateus 4:21

É normal que as congregações se tornem institucionalizadas com o passar do tempo. Isso acontece quando a igreja determina sua própria identificação à medida que a estratégia se torna cada vez mais organizada e definida.

No entanto, para que as células mantenham sua eficácia evangelística e discipuladora, não basta seguir a inércia na esperança de resultados duradouros.

Como na pesca com redes de que evoca o Evangelho de Mateus, de vez em quando sistemas e estratégias precisam ser remendados. Torna-se necessário encontrar aquelas áreas fracas no sistema celular que precisavam ser reforçadas e adicionar novos conceitos às forças do sistema celular.

O pastor deve perceber o que é preciso para tornar a igreja mais eficaz. As redes no tempo de Cristo eram bastante grandes e sua manipulação era complicada. Não era o trabalho de uma única pessoa, mas de toda uma equipe. Isto também é verdadeiro no que respeita à reparação dessas redes.

O Pastor Celular deve encontrar respostas para energizar o modelo celular, para o qual ele precisará buscar conselhos de outros pastores para determinar o que precisa mudar, o que manter no lugar e quais metas estabelecer para um novo ano. A “síndrome do pescador solitário” não funciona na igreja celular. O ministério eficaz só acontece em conjunto com outros pastores e ministros. 2017 é um bom momento para fazer tais alianças.

Spanish blog:

Remendando las redes

por Gerardo Campos

[Yo, Joel Comiskey, quisiera presentar a Gerardo Campo, uno de los pastores del distrito de la Iglesia Elim en San Salvador, El Salvador. Él ha estado trabajando como un pastor de Elim desde finales de 1980. Actualmente el está encargado de 530 líderes celulares, 90 supervisores y 6 pastores de la zona. Gerardo es casado y tiene cuatro hijos]

“Pasando de allí, vio a otros…  que remendaban sus redes; y los llamó.” Mateo 4:21

En toda congregación el movimiento celular necesariamente se institucionaliza con el paso del tiempo, esto sucede al definirse un modelo determinado y pertinente a una identidad propia en la manera de ser iglesia.

No obstante para que las células mantengan su efectividad evangelizadora y de conquista no bastará con seguir una inercia en espera de resultados duraderos.

Al igual como sucede en la pesca con redes de la que hace referencia el evangelio de Mateo, cada cierto tiempo aquellas necesitan ser reparadas. Es necesario encontrar los aspectos que dentro del trabajo celular necesitan ser reforzados e incluso añadidos.

El pastor debe darse cuenta de lo que se necesita para que la iglesia realice un mejor trabajo. Las redes barrederas o de arrastre eran bastante grandes y su manipulación resultaba complicada, como lo sabemos, no era un trabajo de una sóla persona sino de todo un equipo, y de igual manera la reparación de las mismas.

El pastor celular deberá encontrar respuestas para energizar el modelo celular, para lo que necesitará buscar consejo de otros pastores a fin de determinar qué cosas deben cambiar, qué conservar aún y qué metas establecer para un nuevo año. El “síndrome del pescador solitario” no funciona en la iglesia celular, establecer alianzas con otros pastores es una necesidad antes de seguir echando la red. 2017 es un buen tiempo para hacer alianzas.

Fog and Rearview Mirrors

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Pastor Bill Mellinger, Crestline First Baptist;  www.crestlinefbc.com

This week we have had fog almost every evening. Fog on a mountain road can be very dangerous. The curves are dangerous enough in the dark but even more precarious when you can only see a few feet in front of you. We drove some of our students home from the Youth Life Group and I could barely see in my rearview mirror because of the fog. One of the girls has such a steep drive that I was sure we were going to back off the driveway and careen down the hill. It didn’t help that I remembered her mother doing just that with their Jeep. Do you ever feel that your ministry is in a fog without a rearview mirror?

Just like we need to be able to see where we are going when driving, it helps to plan where we are going in ministry. I don’t make New Year’s resolutions but I do like to take the time at the end of the year to evaluate where we have been and to give some thought to what we may need to change in the future. My leadership team evaluates me at the end of each year. This is a time for them to encourage me for some of the growth that we have experienced and to look for areas that may need improvement. I have found these times of evaluation to be inspiring and even deeply moving. Rather than fearing the evaluation, I look forward to them. Sometimes they even come with financial rewards as well.

How clearly can you see where you need to go this year? Have you take time to evaluate the successes, weaknesses and challenges of the last year? Have your cell leaders taken inventory? Have they looked back as well as looked to the future. Moving forward without planning is a little like driving in a fog without a rearview mirror. You and your groups are vulnerable to making mistakes or just pulling off the road and stopping because you have not planned as a team for the future.

We all know that resolutions get quickly forgotten. Good planning and wise counsel can help you in the foggiest of times. Solomon has some good thoughts about planning. Proverbs 15:22 “Plans fail for lack of counsel, but with many advisers they succeed.” Proverbs 16:3 “Commit to the LORD whatever you do, and he will establish your plans.” Proverbs 19:21 “Many are the plans in a person’s heart, but it is the LORD’s purpose that prevails.” Proverbs 20:18 “Plans are established by seeking advice; so if you wage war, obtain guidance.”

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Portuguese blog:

Neblina e Espelhos Retrovisores

Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Essa semana tivemos nevoeiro quase todas as noites. Nevoeiro em uma estrada de montanha pode ser muito perigoso. As curvas são bastante perigosas no escuro, mas ainda mais precárias quando você só pode ver alguns metros na frente de você. Nós estávamos levando alguns de nossos estudantes para casa depois da célula e eu mal podia enxergar no meu espelho retrovisor por causa da névoa. Uma das meninas dirigiu tão bruscamente que eu estava certo de que íamos sair da estrada e descer colina abaixo. Não ajudou que eu me lembrasse de sua mãe fazendo exatamente isso com seu Jeep. Você já sentiu que seu ministério está em uma névoa sem um espelho retrovisor?

Assim como precisamos ser capazes de ver onde estamos indo ao dirigir, ajuda planejar onde vamos no ministério. Eu não faço resoluções de Ano Novo, mas eu gosto de tirar um tempo no final do ano para avaliar onde estamos e para pensar um pouco sobre o que pode ser necessário mudar no futuro. Minha equipe de liderança me avalia no final de cada ano. Este é um tempo para eles me encorajarem para o crescimento que temos experimentado e para procurar áreas que podem precisar de melhoria. Eu descobri que esses momentos de avaliação são inspiradores e até mesmo profundamente comoventes. Em vez de temer a avaliação, eu a aguardo com expectativa. Às vezes, eles ainda vêm com recompensas financeiras.

Quão claramente você pode ver onde precisa ir neste ano? Você tem tempo para avaliar os sucessos, fraquezas e desafios do ano passado? Os seus líderes de célula fizeram um inventário? Eles olharam para trás, bem como para o futuro? Avançar sem planejamento é um pouco parecido como dirigir em um nevoeiro sem um espelho retrovisor. Você e suas células são vulneráveis a cometer erros ou apenas sair da estrada e parar porque vocês não planejaram o futuro como uma equipe.

Todos nós sabemos que as resoluções são esquecidas facilmente. Um bom planejamento e conselhos sábios podem e ajudar nos períodos mais nebulosos. Salomão tem alguns bons pensamentos sobre o planejamento. Provérbios 15:22: “Onde não há conselho, frustram-se os projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem”. Provérbios 16:3: “Entrega ao Senhor as tuas obras, e teus desígnios serão estabelecidos”. Provérbios 19:21: “Muitos são os planos no coração do homem; mas o desígnio do Senhor, esse prevalecerá”. Provérbios 20:18: “Os projetos se confirmam pelos conselhos; assim, pois, com prudência faze a guerra”.

Spanish blog:

Niebla y retrovisores

Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Esta semana hemos tenido niebla casi todas las noches. La niebla en una carretera de montaña puede ser muy peligrosa. Las curvas son bastante peligrosas en la oscuridad, pero aún más precarias cuando sólo puedes ver unos pocos metros delante de ti. Condujimos a algunos de nuestros estudiantes a casa del Grupo de vida de Jóvenes y podía ver muy poco por el retrovisor debido a la niebla. Una de las chicas tenía una unidad tan empinada que estaba seguro de que íbamos a salirnos bajando la colina. No me ayudó recordar a su madre haciendo eso con su Jeep. ¿Alguna vez ha sentido que su ministerio se está nublando sin un retrovisor?

Al igual que tenemos que ser capaces de ver a dónde vamos cuando conducimos, ayuda a planificar hacia dónde vamos en el ministerio. No hago resoluciones de Año Nuevo, pero me gusta tomar el tiempo al final del año para evaluar dónde hemos estado y para reflexionar sobre lo que puede que tengamos que cambiar en el futuro. Mi equipo de liderazgo me evalúa al final de cada año. Este es un tiempo para que me alienten por algo del crecimiento que hemos experimentado y para buscar áreas que pueden necesitar mejoras. He encontrado que estos tiempos de evaluación son inspiradores e incluso profundamente conmovedores. En lugar de temer la evaluación, los espero con interés. A veces incluso vienen con recompensas financieras también.

¿Con cuánta claridad puede ver dónde tiene que ir este año? ¿Ha tomado tiempo para evaluar los éxitos, debilidades y desafíos de este año que paso? ¿Han tenido sus líderes celulares inventario? Han mirado hacia atrás, así como miró hacia el futuro. Avanzar sin planificación es un poco como conducir en la niebla sin un retrovisor. Usted y sus grupos son vulnerables a cometer errores o simplemente dejar el camino y detenerse porque no han planeado como un equipo para el futuro.

Todos sabemos que las resoluciones se olvidan rápidamente. Buena planificación y consejo sabio puede ayudarle en los tiempos más nublados. Solomon tiene buenos pensamientos sobre la planificación. Proverbios 15:22 “Los planes fracasan por falta de consejo, pero con muchos consejeros tienen éxito”. Proverbios 16: 3 “Confía al SEÑOR lo que hagas, y él establecerá tus planes.” Proverbios 19:21 “Muchos son los planes en el corazón de una persona, pero es el propósito del SEÑOR que prevalece.” Proverbios 20:18 “Los planes se establecen por consejo, por lo que, si usted hace la guerra, obtenga orientación.”

Bill