Don’t Overlook Anyone

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By Joel Comiskey, pastoral coaching available: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html  (free first session available for those interested in receiving coaching)

In our upcoming 2017 book Groups that Thrive, Jim Egli and I point out that anyone who loves God and loves others is a super candidate for small group leadership. It doesn’t matter if group leaders are married or single, younger or older, highly educated or illiterate. It also does not matter if they are male or female, rich or poor.

We also discovered that the personality type and the spiritual gifts of the leaders don’t matter. Introverts are just as successful in leading their groups to growth as extroverts. Leaders lacking the gift of evangelism are just as likely to have a growing group as those who do have the gift. The gift of teaching, a highly valued gift in many churches,  also makes no difference in a group’s long-term growth.

One very encouraging implication is that all of the factors outside of a leader’s control don’t matter to the success of a group. You can’t control how old you are, what type of personality you have or what your spiritual gifts are—but none of these things make a significant difference. The differences between successful leaders and unsuccessful ones all relate to controllable behaviors, not to predetermined traits. The research reveals that anyone can be a successful leader, no matter what his or her personality or place in life, if the leader looks to God and reaches out to others in caring ways.

Small group leaders should be encouraged by our research.  Whether you’re male or female, educated or uneducated, married or single, shy or outgoing, a teacher or an evangelist, you can grow your group. The anointing for multiplication doesn’t reside with just a few. These statistics reveal that gender, age, marital status, personality, and gifting have little to do with effectiveness as a small group leader. As we’ll see in the following chapters, thriving groups depend on simple basics that anyone can put into practice.

I encourage small group leaders to view all members as “potential leaders” (disciple-makers) and sponsor all of them to eventually become part of a leadership team. I’ve noticed that there are far too many “assistant small group leaders” who do nothing but occupy a title. Such a title draped over one or two people often hinders other members from assuming the role of leader.

Granted, not everyone will lead a group for a variety of reasons. But as soon as a small-group system is infected with the thinking that only certain people can lead a group, many believers will become frustrated, forever classified as incapable. The body of Christ belongs to the Body of Christ. As leaders, it’s important to commit to train each believer to minister. We must commit ourselves 100% to the priesthood of all believers. I believe that we will reap a mighty harvest, as we commit ourselves to prepare and use young Christians, women, the less likely, and everyone else in the congregation.

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Não Esqueça Ninguém

Por Joel Comiskey, treinador pastoral Disponível: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primeira sessão gratuita para os interessados em receber treinamento)

Em nosso próximo livro de 2017 Groups that Thrive (Grupos Que Prosperam, em tradução livre), Jim Egli e eu apontamos que qualquer um que ama a Deus e ama os outros é um super candidato para a liderança de pequenos grupos. Não importa se os líderes de grupo são casados ou solteiros, mais jovens ou mais velhos, altamente educados ou analfabetos. Também não importa se eles são homens ou mulheres, ricos ou pobres.

Descobrimos também que o tipo de personalidade e os dons espirituais dos líderes não importam. Os introvertidos são tão bem-sucedidos em liderar seus grupos para o crescimento quanto os extrovertidos. Líderes que não têm o dom do evangelismo são tão propensos a ter um grupo em crescimento quanto aqueles que têm o dom. O dom do ensino, um presente altamente valorizado em muitas igrejas, também não faz nenhuma diferença no crescimento de um grupo a longo prazo.

Uma implicação muito encorajadora é que todos os fatores fora do controle de um líder não importam para o sucesso de um grupo. Você não pode controlar quantos anos você tem, que tipo de personalidade você tem ou quais são seus dons espirituais – mas nenhuma dessas coisas faz uma diferença significativa. As diferenças entre os líderes bem-sucedidos e os malsucedidos se relacionam com comportamentos controláveis, e não com traços predeterminados. A pesquisa revela que qualquer pessoa pode ser um líder bem-sucedido, não importa qual a sua personalidade ou momento na vida se o líder olha para Deus e alcança os outros de maneiras cuidadosas.

Os líderes de pequenos grupos devem ser incentivados por nossa pesquisa. Se você é homem ou mulher, educado ou não educado, casado ou solteiro, tímido ou extrovertido, um mestre ou um evangelista, você pode crescer o seu grupo. A unção para a multiplicação não reside em apenas algumas pessoas. Essas estatísticas revelam que gênero, idade, estado civil, personalidade e dons têm pouco a ver com a eficácia para um líder de pequeno grupo. Como veremos nos capítulos seguintes, grupos prósperos dependem de princípios básicos simples que qualquer pessoa pode colocar em prática.

Eu encorajo os líderes de pequenos grupos a verem todos os membros como “líderes potenciais” (discipuladores) e a patrocinarem todos eles para que, eventualmente, se tornem parte de uma equipe de liderança. Tenho notado que existem muitos “líderes assistentes de pequenos grupos” que não fazem nada, mas possuem um título. Um título como este sobre uma ou duas pessoas muitas vezes impede outros membros de assumirem o papel de líder.

É verdade que nem todo mundo vai liderar um grupo por uma variedade de razões. Mas assim que um sistema de pequenos grupos é infectado com o pensamento de que apenas certas pessoas podem liderar um grupo, muitos crentes se tornarão frustrados, sempre classificados como incapazes. O corpo de Cristo pertence ao Corpo de Cristo. Como líderes, é importante nos comprometermos a treinar cada convertido para ministrar. Devemos nos comprometer 100% com o sacerdócio de todos os santos. Eu acredito que nós colheremos uma colheita poderosa porque nós nos empenhamos para preparar e usar cristãos jovens, mulheres, os menos prováveis, e todos os outros na congregação.

Spanish blog:

No pase por alto a nadie

Por Joel Comiskey, entrenamiento pastoral disponible: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primera sesión gratis disponible para aquellos interesados en recibir entrenamiento)

En nuestro próximo libro para el 2017 Los Grupos que prosperan, Jim Egli y yo señalamos que cualquiera que ama a Dios y ama a los demás es un súper candidato para el liderazgo en grupos pequeños. No importa si los líderes de grupo son casados o solteros, jóvenes o mayores, con altos niveles de educación o analfabetos. Tampoco importa si son hombres o mujeres, ricos o pobres.

También descubrimos que el tipo de personalidad y los dones espirituales de los líderes no importan. Los introvertidos son igual de exitosos en dirigir los grupos al crecimiento como extrovertidos. Los líderes que carecen del don de la evangelización son igual de probables de tener un grupo creciente como aquellos que sí tienen el don. El don de la enseñanza, un don altamente valorado en muchas iglesias, tampoco hace ninguna diferencia en el crecimiento a largo plazo de un grupo.

Una implicación muy alentadora es que todos los factores fuera del control de un líder no importan para el éxito de un grupo. No puedes controlar cuántos años tienes, qué tipo de personalidad tienes o cuáles son tus dones espirituales, pero ninguna de estas cosas marca una diferencia significativa. Las diferencias entre los líderes exitosos y los infructuosos se refieren a comportamientos controlables, no a rasgos predeterminados. La investigación revela que cualquiera puede ser un líder exitoso, sin importar cuál sea su personalidad o lugar en la vida, si el líder mira a Dios y se extiende a otros de maneras cuidadosas.

La investigación debe alentar a los líderes de grupos pequeños. Si usted es hombre o mujer, educado o sin educación, casado o soltero, tímido o saliente, profesor o evangelista, usted puede crecer su grupo. La unción para la multiplicación no reside sólo con unos pocos. Estas estadísticas revelan que el género, la edad, el estado civil, la personalidad y los dones tienen poco que ver con la efectividad como líder de un pequeño grupo. Como veremos en los siguientes capítulos, los grupos prósperos dependen de conceptos básicos simples que cualquiera pueda poner en práctica.

Animo a los líderes de grupos pequeños a que vean a todos los miembros como “líderes potenciales” (discipuladores) y patrocinen a todos ellos para que finalmente se conviertan en parte de un equipo de liderazgo. He notado que hay demasiados “líderes asistentes de grupos pequeños” que no hacen otra cosa que ocupar un título. Tal título cubierto por una o dos personas a menudo impide que otros miembros asuman el papel de líder.

Por supuesto, no todos liderarán un grupo por una variedad de razones. Pero tan pronto como un sistema de grupos pequeños está infectado con el pensamiento de que sólo ciertas personas pueden dirigir un grupo, muchos creyentes se frustrarán, clasificados para siempre como incapaces. El cuerpo de Cristo pertenece al Cuerpo de Cristo. Como líderes, es importante comprometerse a entrenar a cada creyente a ministrar. Debemos comprometernos 100% al sacerdocio de todos los creyentes. Creo que cosecharemos una cosecha poderosa, ya que nos comprometemos a preparar y utilizar a los jóvenes cristianos, las mujeres, las menos probables, y todos los demás en la congregación.

Joel

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