Blessed Practices

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By Jeff Tunnell

Jesus conducted a major instructional event with His Disciples in John chapter 13. We should note that Jesus first demonstrated what he was teaching, then asked his disciples if they understood what had happened, followed up with a directive, and He concluded the event by saying,

“Now that you know these things, you will be blessed if you do them.”

To be “blessed” means; to be fortunate, happier and well cared for.

In our cell lessons, practices for living are often discussed.  Encouragement to put these practices in place can be followed up during ensuing weeks to celebrate successful implementation. Building one another up by acknowledging growth in application becomes a powerful tool to motivate others.

We all desire to be “blessed”; let’s be doers of the word and not hearers only.

Jeff

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Portuguese blog:

Práticas Abençoadas

Por Jeff Tunnell

Jesus realizou um grande evento de instrução com Seus discípulos em João capítulo 13. Devemos notar que Jesus primeiro demonstrou o que ele estava ensinando, e depois perguntou a seus discípulos se eles entenderam o que aconteceu, seguido de um direcionamento, e Ele concluiu o evento dizendo:

“Agora que vocês sabem estas coisas, abençoados serão se as praticarem”.

Ser “abençoado” significa; ser afortunado, mais feliz e bem cuidado.

Nas lições de nossas células, as práticas para a vida muitas vezes são discutidas. O incentivo para colocar essas práticas em ação pode ser acontecer durante as semanas seguintes para celebrar uma implementação bem-sucedida. Construir uns aos outros ao reconhecer o crescimento na aplicação torna-se uma ferramenta poderosa para motivar as pessoas.

Todos desejamos ser “abençoados”; vamos colocar a Palavra em ação e não apenas ouvi-la.

Jeff

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Prácticas bendecidas

Por Jeff Tunnell

Jesús llevó a cabo un importante evento de instrucción con sus discípulos en Juan capítulo 13. Debemos tener en cuenta que Jesús primero demostró lo que estaba enseñando, luego preguntó a sus discípulos si entendían lo que había sucedido, seguido con una directiva, y concluyó el evento diciendo,

“Ahora que sabes estas cosas, serás bendecido si las haces”.

Ser “bendecido” significa; Ser afortunado, más feliz y bien cuidado.

En nuestras lecciones en el grupo celular, las prácticas para vivir son discutidas a menudo. El fomento de poner en práctica estas prácticas puede ser seguido durante las semanas siguientes para celebrar la implementación exitosa. Construirse uno al otro por el reconocimiento del crecimiento en la aplicación se convierte en una herramienta poderosa para motivar a los demás.

Todos deseamos ser “bendecidos”; Seamos hacedores de la palabra y no oidores solamente.

Jeff

Applying God’s Word in the Cell

By Robert Gutierrez, Iglesia Bautista Torre Fuerte

In our church we have decided to connect the Sunday preaching to our Small Groups for one primary reason: As individuals our hearing/ listening capacity is very poor, so even if a person is a “good listener,” he or she only retains about 7% of what was said during the preaching. A average person probably retains about 4%, so you can see why it’s important for pastors to apply their sermons in the cell lesson.

How do we do it? We add an additional portion of the Bible that connects to the preaching theme. This helps to amplify the knowledge of the theme, and the members can discuss within their group what they have learned and then apply it to their daily lives.

We instruct our cell facilitators to simply ask the questions to the group and allow them to answer. To develop the cell lessons, we use the T4T strategy (trainers for training). With this strategy, any member in the group can give the study. The T4T strategy helps us not waste time in giving additional training or explaining how to give a Bible lesson. The leaders are responsible for training their groups in how to do it. Here’s what we do:

First Look Back (Time: 1/3)

  • Care: share a meal, refreshments, or prayer
  • Worship / Prayer
  • Asks questions about last week’s Bible study and if they obeyed and shared it with someone. Give the name of that person.
  • Ask if anyone has shared Christ.
  • Vision of our church: Acts 19:10, Acts 1:8, Matthew 28:19-20 The need to reach our OIKOS.

Look UP (Time: 1/3)

Read and discuss today’s Bible study passage

  • What did you like about the passage?
  • What was difficult about the passage?

Read the Bible passage again

  • What does this passage teach us about people?
  • What does this passage teach us about God?

Look Forward (Time: 1/3)

What are we going to do with what we just learned?

Give a quiet moment for everyone to pray in order for the Holy Spirit to guide them in answering the following questions.

  • How are you going to obey this passage?
  • With whom are you going to share this passage?
  • With whom are you going to share you testimony or God’s story?

The objective is for each group to develop a cell lesson that will transform lives, develop future leaders, and reach the lost. When the Pastor is the only one giving the Bible Study, he is detaining the potential of leaders in the church to develop for themselves and for the church to grow spiritually and in number.

At I.B.T.F. this is the way we do our Small Group study guide. It has been a great blessing because many of the people who have been trained are now giving the studies, and we are connecting the preaching in a simple, practical way. Remember as pastors, we have the commitment to equip the members who will in turn equip the church (Ephesians 4:11-12).

Robert

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Conectando a Pregação de Domingo com a Célula

Por Robert Gutierrez, Iglesia Bautista Torre Fuerte (I.B.T.F. – “Igreja Batista Torre Forte”)

Em nossa igreja nós decidimos conectar a pregação de domingo com nossos Pequenos Grupos por uma razão básica: Como indivíduos nossa capacidade de escutar/ouvir é muito pobre, então ainda que uma pessoa seja um “bom ouvinte”, ele ou ela retém apenas 7% do que foi dito durante a pregação. Uma pessoa na média retém em torno de 4%, então você pode ver o porquê é importante que os pastores apliquem seus sermões na palavra da célula.

Como nós fazemos isso? Nós acrescentamos uma porção adicional da Bíblia que se conecta ao tema da pregação. Isso ajuda a ampliar o conhecimento do tema, e os membros podem discutir dentro de seu grupo o que eles aprenderam e, depois, aplicar em suas vidas diárias.

Nós instruímos nossos facilitadores de célula a simplesmente fazer as perguntar ao grupo e permitir que eles respondam. Para desenvolver a palavra da célula, nós usamos a estratégia “T4T” (“TparaT” – treinadores para treinamento). Com essa estratégia, qualquer membro do grupo pode dar o estudo. A estratégia T4T nos ajuda a não desperdiçar tempo em dar treinamento adicional ou em explicar a como levar uma palavra da Bíblia. Os líderes são responsáveis por treinar seus grupos a como fazer isso. Aqui está o que fazemos:

  1. Primeiro Olhar para Trás (Tempo: 1/3)

Cuidado: compartilhem uma refeição, bebidas, ou oração

Adoração / Oração

  •  Faça perguntas sobre o estudo bíblico da semana anterior e se eles obedeceram e compartilharam-no com alguém. Dê o nome dessa pessoa.
  • Pergunte se alguém compartilhou Cristo.
  • Visão da nossa igreja: Atos 19:10, Atos 1:8, Mateus 28:19-20 A necessidade de alcançar nossos OIKOS.

2. Olhe para Cima (Tempo: 1/3)

Leia e discuta a passagem de estudo bíblico de hoje

  •  Do que você gostou sobre a passagem?
  • O que foi difícil sobre a passagem?

Leia a passagem da Bíblia novamente

  • O que essa passagem nos ensina sobre as pessoas?
  • O que essa passagem nos ensina sobre Deus?

3.  Olhe Adiante (Tempo: 1/3)

  O que nós vamos fazer com o que acabamos de aprender?

 Dê um momento de silêncio para que todos possam orar para que o Espírito Santo os guie para responder as seguintes perguntas.

  •  Como você vai obedecer essa passagem?
  • Com quem você vai compartilhar essa passagem?
  • Com quem você vai compartilhar seu testemunho ou história de Deus?

O objetivo é que cada grupo desenvolva uma palavra de célula que vai transformar vidas, desenvolver futuros líderes, e alcançar o perdido. Quando o Pastor é o único que dá o Estudo da Bíblia, ele está detendo o potencial dos líderes da igreja para desenvolver a si mesmos e para a igreja crescer espiritualmente e em número.

 Na I.B.T.F. essa é a forma que nós fazemos nosso guia de estudo para os pequenos grupos. Tem sido uma grande bênção porque muitas das pessoas que foram treinadas agora estão dando os estudos, e nós estamos conectando a pregação de uma forma simples e prática. Lembre-se, como pastores nós temos o compromisso de equipar os membros que, por sua vez, vão equipar a igreja.

Robert

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Por Robert Gutierrez

La Importancia de Conectar el Sermón con la Enseñanza en las Células y su Desarrollo en Iglesia Bautista Torre Fuerte

En I.B.T.F. hemos decidido conectar la enseñanza del sermón con las células por una razón:

La capacidad de escuchar como individuos es muy pobre, cuando una persona escucha bien podra escuchar y retener un 7% de lo explicado en el sermón. De lo anterior podemos concluir que el promedio que una persona escucha sería un 4%; por eso la importancia de agregar a nuestro sermón diapositiva (powerpoint) y notas, con el fin de elevar hasta un 33% la capacidad de entendimiento.

Habiendo analizado la problemática que padece los miembros de la iglesia de Cristo; en IBTF hemos decidido concectar el sermón del Domingo con la enseñanza en la célula.

¿Como lo Hacemos?

Para la enseñanza en la Célula lo que hacemos es agregar una porción bíblica adicional que conecte con el tema del sermón; para su análisis, discusión y aplicación a las vidas de los miembros de las células, esto amplía el conocimiento del tema y se discute en la intimidad del grupo para su entendimiento y aplicación.

¿Cual es la dinámica del estudio en nuestras células?

La dinámica de la realización del estudio es que el facilitador solo realiza las preguntas a los miembros de la célula y estos dan las respuestas. Para desarrollar el estudio en la célula usamos la estrategia de T4T, (trainers for training) Entrenando a Entrenadores, con esta estrategia cualquier miembro de la célula puede dirigir un estudio en el grupo, y asi evitamos gastar tiempo adicional en entrenar y explicar como dar el estudio. Los líderes de las células son responsables de entrenar al que va a dirigir el estudio.

Dinámica del Estudio

  1. MIRANDO HACIA ATRAS (1/3 del tiempo)

Rindiendo Cuentas (Del estudio de la semana pasada)

-¿Como ha obedecido lo que ha aprendido?

-¿Con quién compartió lo que aprendió?

-¿Con quién ha compartido la historia de Dios, o su testimonio personal?

Lanzar la Visión: Hechos 19:10 ; Hechos 1:8; Mateo 28:19-20 Alcanzar e invitar a sus OIKOS.

2. MIRAR HACIA ARRIBA (1/3 del tiempo)

(Estudio Bíblico de Hoy)

-Leer y dialogar el pasaje en estudio.

¿Que le gusto acerca de este pasaje?

¿Que le pareció difícil de este pasaje?

-Leer de nuevo el pasaje en estudio

¿Que nos enseña este pasaje acerca de las personas

¿Que nos enseña este pasaje acerca de Dios?

3. MIRANDO HACIA ADELANTE (Futuro) (1/3 del tiempo)

(Que Van Hacer Con Lo Aprendido?)

Permitir que oren individualmente en silencio los que están en la reunión para que el Espíritu Santo les muestre como responder las siguientes pregunta

¿Como obedecerá este pasaje?

¿A quién capacitará con este pasaje leído?

¿Con quién compartirá su historia o la historia de Dios?

El objetivo de las células es desarrollar un estudio que transforme vidas, que se desarrollen líderes, alcanzar los pérdidos; el estar desarrollando el pastor los estudios para las células, esta deteniendo el potencial de los posibles líderes para la multiplicación, y evitando asi que desaparezca el hombre fuerte dentro de la iglesia misma que viene a ser el pastor general.

Esta es la dinámica en los estudio de las células que tenemos en I.B.T.F., y ha sido de gran bendición porque muchos que están siendo capacitados están ya dirigiendo estudios, cuyas porciones bíblicas estan conectadas a la enseñanza del sermón . Es una manera muy práctica y sencilla para los líderes de células, sus asistentes, en llevar acabo los estudios.

Recuerde que como pastores tenemos el compromiso ante Cristo de cumplir, Efesios 4:11-12.

“Y él mismo constituyó a unos, apóstoles; a otros, profetas; a otros, evangelistas; a otros, pastores y maestros, a fin de perfeccionar a los santos para la obra del ministerio, para la edificación del cuerpo de Cristo…”

Efesios 4:11-12

Dios los bendiga

Handling Interruptions in the Cell

By Gerardo Campos, district pastor in Elim Church, www.elim.org.sv

On a Saturday when Marina Ramirez taught the lesson at an Elim cell, she never thought that a guest would interrupt her to argue in favor of the false sect that he attended. Soon the group was tempted to engage in a theological discussion that would surely derail the purpose of transformation and discipleship sought in every cell.

To prevent the group getting off track, she regained control in a kind but wise way and continued teaching the lesson. She had been trained in the equipping track to keep the group from debating theological arguments, knowing that the purpose of the cell is fellowship, edification, and evangelizing.

Pastors at Elim understand the importance of training leaders to be effective at the moment of giving the lesson. They learn that one of the principles to become a successful leader is to diligently prepare for the lessonto be able to teach with knowledge and authority and to avoid getting off track.

Of course, every lesson could generate questions that people will want to clarify in a timely manner, but it’s best to wait to the end of the meeting or during the fellowship time to give answers to questions and doubts that arise. And when doing so, the leader must show humility in the face of questions he does not know how to answer.

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Lidando com interrupções na célula

Por Gerardo Campos, https://elim.org.sv/

Em um sábado quando Marina Ramirez ensinava a lição em uma célula da Elim, ela nunca pensou que um convidado a interromperia para discutir em favor da falsa seita que ele frequentava. Logo o grupo foi tentado a se engajar em uma discussão teológica que com certeza desviaria o propósito de transformação e discipulado buscado em toda célula.

Para impedir que o grupo saísse do curso, ela retomou o controle de uma maneira gentil mas sábia e continuou a ensinar a lição. Ela tinha sido treinada no trilho de treinamento a evitar que o grupo debatesse argumentos teológicos, sabendo que o propósito da célula é companheirismo, edificação e evangelismo.

Pastores na Elim compreendem a importância de treinar líderes a serem eficazes no momento de dar a lição. Eles aprendem que um dos princípios de se tornar um líder de sucesso é preparar diligentemente o estudo da semana para ser capaz de ensinar com conhecimento e autoridade e evitar sair dos trilhos.

É claro, toda as lições podem gerar perguntas que as pessoas vão querer esclarecer de uma maneira oportuna, mas é melhor esperar o fim da reunião ou durante o momento de comunhão para responder as questões que surgem. E ao fazer isso, o líder deve mostrar humildade diante das perguntas que ele não sabe como responder.

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Manejando interrupciones en la célula

Por Gerardo Campos, https://elim.org.sv/

Cuando Marina Ramírez enseñaba un día sábado en una célula de Elim jamás pensó que un invitado le interrumpiría para disentir del tema que se estudiaba y argumentar a favor de la secta a la que asistía. Pronto el grupo se sintió tentado a envolverse en una discusión teológica que seguramente descarrilaría el propósito de transformación y discipulado que se busca en cada célula.

No obstante Marina recordaba que durante su entrenamiento al liderazgo había aprendido que los componentes de la célula son el confraternizar, edificar, y evangelizar. Para evitar que el grupo terminara saliéndose de la pista de una manera amable, pero sabia, retomó el control y continuó en el camino de la enseñanza sin más interrupciones.

Los pastores en Elim comprendemos la importancia de capacitar a los líderes para que sean eficaces al momento de dar la lección. Ellos aprenden que uno de los principios para llegar a ser un líder exitoso es preparar adecuadamente el estudio de la semana, ya que de esa manera cada uno sabrá enseñar con la autoridad que el conocimiento del tema le confiere, evitando así los sorpresivos golpes de timón.

Por supuesto que toda lección podría generar interrogantes que las personas desearán que se les aclaren en el momento oportuno. Es hasta el final de la reunión o durante la confraternización que el líder ofrece respuestas a aquellas dudas que hayan surgido. Al mismo tiempo debe mostrar humildad frente a preguntas que no sabe responder.

Word Time in the Cell Meeting

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By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil, www.celulas.com.br

Leaders need to be properly trained to lead the Word time. It is a time where the cell members are challenged to apply what they learned on Sunday. It should be a time of encouragement to obey God’s Word, rather than deepening or discussion of biblical knowledge. It should not be a contest of biblical knowledge. It makes no difference if the sermon is being used or any other method. By all means we are not repeating the sermon, trying to perfect it or discuss it, but our goal is to “interact” with the Word of God. The main concern should be to maximize three questions that facilitate comprehension and application of the subject.

The Pastor or the person in charge of writing the guides for edification, should also go through a training to be as simple and clear as possible with comments on the text and resulting questions. We never should take anything for granted in preparing the materials for our leaders. They need to receive everything worked out in a most simple and understandable form for life application. They do not have the time to research about what the Pastor meant or  has written. As said before it is “obedience time” to biblical truths, and not deepening of theological knowledge time.

It also is important, not to let the application turn into an “I think” affirmation. But the emphasis should be on an “I will do…” attitude. In the next cell meeting, there should be an accountability time for “I did…

Help us GOD.

Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil

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Momento da Palavra na Reunião de Célula

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Líderes precisam ser adequadamente treinados para conduzir o momento da Palavra. É um tempo no qual os membros da célula são desafiados em aplicar o que eles aprenderam no domingo. Deve ser um momento de encorajamento a obedecer a Palavra de Deus, em vez de aprofundar ou discutir o conhecimento bíblico. Não deve ser uma competição de conhecimento bíblico. Não faz diferença alguma se o sermão está sendo usado ou qualquer outro método. Por todas as formas nós não estamos repetindo o sermão, tentando aperfeiçoa-lo ou discuti-lo, mas nosso objetivo é “interagir” com a Palavra de Deus. A principal preocupação deve ser maximizar três perguntas que facilitam a compreensão e a aplicação do assunto.

O Pastor ou a pessoa responsável por escrever os guias para edificação devem também passar por um treinamento para ser o mais simples e claro possível com comentários sobre o texto e questões resultantes. Nós nunca devemos deixar de dar valor em preparar os materiais para os nossos líderes. Eles precisam receber tudo elaborado da forma mais simples e compreensível para aplicação da vida. Eles não têm o tempo para pesquisar sobre o que o Pastor quis dizer ou escreveu. Como dito antes é o “momento de obediência” às verdades bíblicas, e não de aprofundamento do conhecimento teológico.

Também é importante não deixar a aplicação se tornar numa afirmação de “eu acho”. Mas a ênfase deve ser em uma atitude de “eu farei…. Na próxima reunião de célula, deve haver um momento de prestação de contas para “eu fiz…

Ajude-nos DEUS.

Robert Lay, Ministério Igreja em Células Brasil

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La hora de la palabra en la reunión celular

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Los líderes necesitan ser entrenados apropiadamente para dirigir el tiempo de la Palabra. Es un momento en el que los miembros de la célula se ven obligados a aplicar lo que aprendieron el domingo. Debe ser un tiempo de aliento para obedecer la Palabra de Dios, en lugar de profundizar o discutir el conocimiento bíblico. No debe ser un concurso de conocimiento bíblico. No hace ninguna diferencia si la predicacion está siendo usada o cualquier otro método. Por supuesto que no estamos repitiendo la predicacion, tratando de perfeccionarlo o discutirlo, pero nuestro objetivo es “interactuar” con la Palabra de Dios. La principal preocupación debe ser maximizar tres preguntas que facilitan la comprensión y la aplicación del tema.

El Pastor o la persona a cargo de escribir las guías para la edificación, también debe pasar por una formación para ser lo más simple y claro posible, con comentarios sobre el texto y las preguntas resultantes. Nunca debemos tomar nada por sentado en la preparación de los materiales para nuestros líderes. Ellos necesitan recibir todo lo que se ha elaborado de la forma más sencilla y comprensible para la aplicación de la vida. No tienen tiempo para investigar sobre lo que el Pastor ha querido decir o ha escrito. Como se ha dicho antes es “tiempo de obediencia” a verdades bíblicas, y no profundización del tiempo de conocimiento teológico. 

También es importante, no dejar que la aplicación se convierta en una afirmación “creo”. Pero el énfasis debe estar en una actitud de “Yo lo haré …”. En la siguiente reunión de la célula, debería haber un tiempo de rendición de cuentas el cual “lo hice …”

Ayúdanos a DIOS.

Robert Lay, Ministerio Celular de la Iglesia en Brasil

The Gifts of the Spirit and Cell Ministry

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Mario Vega, www.elim.org.sv

When we began to work with cells in Elim, we decided not to allow the exercise of the gifts of the Spirit within them. The reason was the fear of false manifestations that might cause havoc. It was safer to exercise the gifts in the celebration services, where the pastors could regulate them. And since there were no pastors present in the cell groups, we thought that it was best not to allow the exercise of gifts.

We continued this way for several decades, but as I ministered with Joel Comiskey at various conferences in different countries, I heard that he repeatedly mentioned the theme of the gifts of the Spirit within the cell. That caught my attention and I decided to read Joel’s book “The Spirit-Filled Small Group“. With that reading, I came to understand the important role that gifts have within the cell. I understood that we at Elim had made a mistake: Corinth had also misused the gifts, but Paul did not prohibit the exercise of the gifts. What he did was to instruct the church to use them correctly. Similarly, we should not prohibit the exercise of gifts in cells, but instruct leaders to learn how to administer them properly and in order.

From that moment, the door to the gifts was opened and the leaders were instructed on how to regulate them. In that way, the exercise of the gifts of the Spirit as speaking in other tongues, prophesying and the exercise of the gifts of healing have given new life to the cell. Guests know that the cell is more than the lesson, there is a dynamic intervention of the Holy Spirit and that keeps the cell full of life.

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Os dons do Espírito e o Ministério Celular

Por Mario Vega.

Quando nós começamos a trabalhar com células em Elim, decidimos não permitir o exercício dos dons do Espírito dentro delas. A razão era o medo de falsas manifestações que poderiam causar confusões. Era mais seguro exercitar os dons nos cultos de celebração, onde os pastores poderiam regulá-los. E já que não havia pastores presentes nos grupos de célula, nós pensamos que era melhor não permitir o exercício dos dons.

Nós continuamos dessa maneira por várias décadas, mas conforme eu ministrava com Joel Comiskey em várias conferências em diferentes países, eu ouvi que ele mencionou repetidamente o tema dos dons do Espírito dentro da célula. Isso fisgou a minha atenção e eu decidi ler o livro de Joel “The Spirit-Filled Small Group” (em tradução livre, O Pequeno Grupo Cheio do Espírito). Com essa leitura, eu passei a entender o papel importante que os dons têm dentro da célula. Eu compreendi que nós em Elim cometemos um erro: Corinto também errou no uso dos dons, mas Paulo não proibiu seu exercício. O que ele fez foi instruir a igreja a usá-los corretamente. Do mesmo modo, nós não devemos proibir o exercício dos dons nas células, mas instruir os líderes a aprender como administrá-los adequadamente e em ordem. 

A partir daquele momento, a porta aos dons foi aberta e os líderes foram instruídos em como regulá-los. Dessa forma, o exercício dos dons do Espírito como falar em outras línguas, profetizar e o exercício dos dons de cura deram nova vida à célula. Os convidados sabem que a célula é mais do que a lição; há uma intervenção dinâmica do Espírito Santo e isso mantém a célula cheia de vida.

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Los dones del Espíritu y la vida de la célula

por Mario Vega

Cuando en Elim comenzamos a trabajar con células, se tomó la decisión de no permitir el ejercicio de los dones del Espíritu dentro de ellas. La razón era el temor a que se produjera alguna deformación o la interferencia de manifestaciones falsas. En la celebración los dones eran regulados por los pastores, pero dado que en la célula no se contaba con la presencia de un pastor se pensó que lo mejor era no permitir el ejercicio de los dones.

Así, se continuó durante varias décadas. Después, compartiendo con Joel Comiskey en diversas conferencias en distintos países, escuchaba que él mencionaba repetidamente el tema de los dones del Espíritu dentro de la célula. Eso me fue llamando la atención y decidí leer el libro de Joel “The Spirit-Filled Small Group.” Con esa lectura, terminé de comprender el importante papel que los dones tienen dentro de la célula. Entendí que habíamos cometido un error: en Corinto también se había hecho mal uso de los dones, pero Pablo no prohibió que se ejercitaran los dones. Lo que hizo fue instruir a la iglesia para que los usaran correctamente. De igual manera, nosotros no debíamos prohibir el ejercicio de los dones en las células sino que instruir a los líderes para que supieran administrarlos.

A partir de ese momento, se abrió la puerta a los dones y se instruyó a los líderes sobre cómo regularlos. De esa manera, el ejercicio de los dones del Espíritu como el hablar en otras lenguas, el profetizar y el ejercicio de los dones de sanidades han dado nueva vida a la célula. Los invitados saben que la célula es más que la lección, hay una intervención dinámica del Espíritu Santo y eso mantiene la célula viva.

Prayer Produces Intimacy

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By Jeff Tunnell

Talking with God, about others

Talking with others, about God

Talking WITH God, WITH others

All three of the above descriptions of prayer will produce intimacy, with God and others.  Here I would like to focus on the third description; Talking WITH God, WITH others.  This opportunity occurs regularly in cell meetings.  It can be planned to happen at any point in the gathering; at the beginning as we welcome the Holy Spirit to meet with us, during the discussion when the need is present to invite God to help us with application of the Scripture being considered, or near the end of the time together.  Prayer times also arise spontaneously at the direction of the Holy Spirit and allows wonderful moments to respond.

There are multiple ways to approach talking WITH God, WITH others.  The entire group prays all at once about a particular need or issue for a minute or two without specific coordination.  The group moves into groups of three to pray prayers of agreement about something, or prays for one another around the triplet.  The leader talks with God first, and then passes the prayer moment to the next person in the circle until all have had a chance to talk with God as the rest of the group agrees with the one praying.  Everyone participates in this life-giving exchange rather than prayer being offered by a single person.

Talking with God with others generates life in the cell as each one matures in learning to pray.  These activities also produce intimacy with God and others in a way that leads to a more dynamic group that will support one another throughout the week between gatherings.

Take time to be intimate, WITH God and WITH others.

Jeff

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A Oração Produz Intimidade

Por Jeff Tunnell

Conversar com Deus sobre os outros

Conversar com os outros sobre Deus

Conversar COM Deus COM os outros

Todas as três das descrições acima da oração produzirão intimidade com Deus e com os outros. Aqui eu gostaria de me concentrar na terceira descrição: Conversar COM Deus, COM os outros. Esta oportunidade ocorre regularmente em reuniões de células. Pode ser planejado para acontecer em qualquer momento da reunião. No início, quando damos as boas-vindas ao Espírito Santo para nos encontrar, durante a discussão quando há necessidade de convidar Deus a nos ajudar com a aplicação da Escritura que está sendo considerada, ou perto do final do tempo juntos. Os momentos de oração também surgem espontaneamente na direção do Espírito Santo e permitem momentos maravilhosos.

Existem várias maneiras de abordar a conversa COM Deus, COM os outros. Todos no grupo oram juntos por uma necessidade ou uma questão particular, por um minuto ou dois sem coordenação específica. O grupo se divide em grupos de três para orar orações de concordância sobre algo, ou oram uns pelos outros no trio. O líder fala com Deus primeiro e depois passa o momento de oração para a próxima pessoa no círculo até que todos tenham tido a chance de falar com Deus à medida que o resto do grupo concorda com o que está sendo dito. Todos participam dessa troca vivificante e a oração não é oferecida por uma única pessoa.

Conversar com Deus com os outros gera vida na célula conforme cada um amadurece aprendendo a orar. Essas atividades também produzem intimidade com Deus e com os outros de modo que o grupo fica mais dinâmico e apoia uns aos outros durante a semana entre os encontros.

Tome tempo para ser íntimo, com Deus e com os outros.

Jeff

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La Oración Produce Intimidad

Por Jeff Tunnell

Hablar con Dios, acerca de los demás

Hablar con otros, acerca de Dios

Hablar con Dios, con otros

Las tres descripciones anteriores de la oración producirán intimidad, con Dios y con los demás. Aquí me gustaría concentrarme en la tercera descripción; Hablar con Dios, con otros. Esta oportunidad ocurre regularmente en las reuniones de la célula. Se puede planificar para que ocurra en cualquier momento de la reunión; Al principio, damos la bienvenida al Espíritu Santo para reunirse con nosotros, durante la discusión cuando la necesidad está presente para invitar a Dios a ayudarnos con la aplicación de la Escritura que está siendo considerada, o cerca del final del tiempo juntos. Los tiempos de oración también surgen espontáneamente en la dirección del Espíritu Santo y permiten momentos maravillosos para responder.

Hay varias formas de acercarse a hablar con Dios, con otros. Todo el grupo ora a la vez sobre una necesidad particular o problema durante un minuto o dos sin coordinación específica. El grupo se mueve en grupos de tres para orar oraciones de sobre algo, u ora unos por otros alrededor del trío. El líder habla primero con Dios y luego pasa el momento de oración a la siguiente persona en el círculo hasta que todos hayan tenido la oportunidad de hablar con Dios, ya que el resto del grupo está de acuerdo con el que está orando. Todos participan en este intercambio de vida más que en la oración ofrecida por una sola persona.

Hablar con Dios con otros genera vida en la célula, ya que cada uno madura aprendiendo a orar. Estas actividades también producen intimidad con Dios y con los demás de una manera que conduce a un grupo más dinámico que se apoyará unos a otros durante la semana entre reuniones.

Tómate tu tiempo para ser íntimo, CON Dios y CON los demás.

Jeff

Shifting the Focus of Small Groups

coaches_JimEgilBy Jim Egli, Leadership and Missions Pastor of the Vineyard Church in Urbana, Illinois. He shares his insights and free resources on small groups on his blog at jimegli.com.

I recently asked a pastor friend, “Why do you study the Bible in your small group?” He said, “Hmmm. I don’t know. Enrichment, I guess.” How would you answer that question? Perhaps you would say, “spiritual growth” or “discipleship.” But maybe your group is not really producing as much growth or discipleship as you want.

In a Discovery Group the end goals of digging into the Bible are very clear. You to to Scripture for two reasons—to immediately obey it and to be able to share its message with others. Perhaps you think that that is already the goal of your group. If that is what you are thinking, I challenge you, ask everyone in your group this week to tell you very specifically how they are going to obey this week’s passage and who they are going to share it with. Then ask each person at next week’s meeting if they did those two things. It will be a huge adjustment for your group members if you do that week after week!

But that is exactly what you do in a Discovery Group meeting, you are specific and accountable in obeying and sharing God’s Word. Here’s the simple format of a typical meeting.

You begin with prayer or a song followed by two icebreaker questions:

  • What is one thing you thankful for this week?
  • What is one challenge you are facing?

Then you ask two accountability questions:

  • How did it go obeying last week’s passage in the specific way that you felt led?
  • Did you share the story or message of the passage with anyone?

Then you read the passage out loud together a few times, perhaps from two or three different translations, discussing what stands out to people and its main point.

Then everyone retells the story or restates the message of the passage in their own words. (If you have a large group, you break down into groups of three or four to do this.)

Then each person says how they feel they are to obey it. The response that each person chooses is totally up to them.

Then each person says who they might share it with—perhaps a friend, family member, or coworker that needs the encouragement that the story or passage offers. (This is easy to do because they practiced retelling the passage to one another.) Finally, you close by praying for one another.

Jesus did not command us to make disciples by teaching them to learn everything he commanded. He said to teach them to obey everything he commanded. (Matthew 28:20) Since the heart of the Disciple-Making Movement is, in fact, making disciples who make more disciples, the focus of each Bible study is for people to immediately respond in obedience to its message and to share it with others.

Leading an obedience-centered group is straight forward and easy to do with a group of seekers or new believers, but it is actually a huge adjustments for most believers conditioned by years of studying the Bible for learning or interesting discussion. I know it was a big adjustment for me! It takes time to change habits. Remember what Paul wrote in 1 Thessalonians 5:14: “Be patient with everyone.” So give others and yourself grace as you reorient yourself for simple, real discipleship to Jesus.

Leading a small group using the Discovery Group pattern used in a DMM (Disciple-Making Movement) changes the focus of a group meeting in a subtle but profound way. I encourage you to make this change.  I think you’ll love it.

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Portuguese blog:

Mudando o Foco dos Pequenos Grupos

Por Jim Egli, entusiasta de pequenos grupos, pesquisador e escritor. Você pode encontrar mais de seus pensamentos e alguns recursos de grupo gratuitos em seu website jimegli.com.

Recentemente eu perguntei a um amigo pastor, “Por que você estuda a Bíblia em seu pequeno grupo?” Ele disse, “Hum. Eu não sei. Enriquecimento, eu acho.” Como você responderia a essa pergunta? Talvez você diria, “crescimento espiritual” ou “discipulado”. Mas talvez seu grupo não esteja produzindo o tanto de crescimento ou discipulado que você quer.

Em um Grupo de Descoberta os objetivos finais de esquadrinhar a Bíblia são muito claros. Você vai a Escritura por duas razões—para obedecer imediatamente e para ser capaz de compartilhar sua mensagem com outros. Talvez você pense que isso já é a meta do seu grupo. Se isso é o que você está pensando, eu te desafio- peça a todos do seu grupo para contar a você muito especificamente como eles vão obedecer a passagem dessa semana e como eles vão compartilhá-la. Então pergunte a cada pessoa na reunião da próxima semana se eles fizeram essas duas coisas. Será um grande ajuste para os membros do seu grupo se você fizer isso semana após semana!

Mas isso é exatamente o que você faz em uma reunião do Grupo de Descoberta, você é específico e responsável em obedecer e compartilhar a Palavra de Deus. Aqui está o formato simples de uma reunião típica.

Você começa com uma oração ou com uma canção seguida de duas perguntas de quebra-gelo:

  • Por que coisa você está grato nessa semana?
  • Qual é um desafio que você está enfrentando?

Então faça duas questões sobre responsabilidade:

  • Como foi obedecer a passagem da última semana da maneira específica pela qual você foi conduzido?
  • Você compartilhou a história ou a mensagem da passagem com alguém?

Então vocês leem a passagem em bom som juntos algumas vezes, talvez de duas ou três interpretações diferentes, discutindo o que se destaca às pessoas e seu ponto principal.

Então todos recontam a história ou reafirmam a mensagem da passagem em suas próprias palavras. (Se você tiver um grupo grande, reparta-o em grupos de três ou quatro para fazerem isso.)

Então cada pessoa diz como sente que deve obedecê-la. A resposta de cada uma é totalmente escolha dela.

Então cada pessoa diz com quem elas podem compartilhar—talvez com um amigo, membro da família, ou colega de trabalho que precisa do encorajamento que a história ou passagem oferece. (Isso é fácil de se fazer porque eles praticaram recontar a passagem uns com os outros.) Finalmente, você encerra orando um pelo outro.

Jesus não nos ordenou a fazer discípulos ensinando-os a aprender tudo que ele ordenou. Ele disse para ensiná-los a obedecer tudo que ele ordenou. (Mateus 28:20) Já que o coração do Movimento de Fazer Discípulos é, de fato, fazer discípulos que fazem mais discípulos, o foco de cada estudo da Bíblia é que as pessoas respondam imediatamente em obediência a sua mensagem e compartilhem com outros.

Liderar um grupo centrado na obediência é simples e fácil de se fazer com um grupo de pessoas que buscam ou novos crentes, mas é na verdade um grande ajuste para a maioria dos crentes condicionados por anos de estudo da Bíblia para aprendizado ou para discussões interessantes. Eu sei que foi um grande ajuste para mim! Leva tempo para mudar hábitos. Lembre-se do que Paulo escreveu em 1 Tessalonicenses 5:14: “Seja paciente com todos.” Então dê a outros e a você graça conforme você se reorienta para um simples e real discipulado para Jesus.

Liderar um pequeno grupo usando o padrão do Grupo de Descoberta em um Movimento de Fazer Discípulos muda o foco de uma reunião de grupo de uma forma sutil, mas profunda. Eu te encorajo a fazer essa mudança. Eu acho que você vai amá-la.

Spanish blog:

Cambiando el enfoque de los grupos pequeños

Por Jim Egli, entusiasta, investigador y escritor de los pequeños grupos. Usted puede encontrar más de sus pensamientos y algunos recursos de grupo, gratis, en su sitio web jimegli.com.

Recientemente le pregunté a un pastor amigo, “¿Por qué estudias la Biblia en tu pequeño grupo?” Él dijo: “Hmmm. No lo sé. Enriquecimiento, supongo. “¿Cómo respondería a esa pregunta? Tal vez usted diría, “crecimiento espiritual” o “discipulado”. Pero tal vez su grupo no esté produciendo tanto crecimiento o discipulado como desee.

En un grupo de descubrimiento los objetivos finales a cavar en la Biblia son muy claros. Usted hace lo que dice la Escritura por dos razones: para obedecer inmediatamente y poder compartir su mensaje con los demás. Tal vez usted piensa que eso ya es el objetivo de su grupo. Si eso es lo que estás pensando, te desafío, pide a todos en tu grupo esta semana que te digan muy específicamente cómo van a obedecer el pasaje de esta semana y con quién van a compartirlo. Luego pregunte a cada persona en la reunión de la próxima semana si hicieron esas dos cosas. ¡Será un gran ajuste para los miembros de su grupo si lo hace semana tras semana!

Pero eso es exactamente lo que usted hace en una reunión de descubrimiento, usted es específico y responsable al obedecer y compartir la Palabra de Dios. Aquí está el formato simple de una reunión típica.

Comienza con la oración o una canción seguida de dos preguntas sobre el rompehielos:

  • ¿Qué es lo que agradeces esta semana?
  • ¿Cuál es el reto al que te enfrentas?

Entonces usted hace estas dos preguntas:

  • ¿Cómo obedeciste el pasaje de la semana pasada de la manera específica en que te sentiste guiado?
  • ¿Compartiste la historia o el mensaje del pasaje con alguien?

Después leen el pasaje en voz alta juntos unas cuantas veces, quizás en dos o tres traducciones diferentes, discutiendo en lo que se destaca la gente y su punto principal.

Entonces todos cuentan la historia o reafirma el mensaje del pasaje con sus propias palabras. (Si usted tiene un grupo grande, divídalo en grupos de tres o cuatro para hacer esto.)

Entonces cada persona dice cómo ellos sienten y como deben obedecerla. La respuesta que cada persona depende totalmente de ellos.

Luego, cada persona dice con quién podría compartirlo, tal vez un amigo, un miembro de la familia o un compañero de trabajo que necesita el estímulo que ofrece la historia o el pasaje. (Esto es fácil de hacer porque practicaron el relato del pasaje el uno al otro). Finalmente, terminan orando los unos por el otros.

Jesús no nos mandó hacer discípulos enseñándoles a aprender todo lo que él mandó. Dijo que les enseñara a obedecer todo lo que mandaba. (Mateo 28:20Desde que el corazón del movimiento de hacedores de discípulos, de hecho, hace discípulos que hacen más discípulos, el enfoque de cada estudio bíblico es que la gente responda de inmediato en obediencia a su mensaje y compartirlo con otros.

Liderar un grupo concentrado en la obediencia es sencillo y fácil de hacer con un grupo de buscadores o nuevos creyentes, pero en realidad es un ajuste enorme para la mayoría de los creyentes por años de estudiar la Biblia para aprender o discutir de manera interesante. ¡Sé que fue un gran ajuste para mí! Se necesita tiempo para cambiar los hábitos. Recuerden lo que Pablo escribió en 1 Tesalonicenses 5:14: “Sed pacientes con todos”. Así que dad a los demás y a vosotros gracia a medida que os reorientáis a un simple y verdadero discipulado a Jesús.

Liderar un grupo pequeño usando el patrón del Grupo de Descubrimiento usado en un DMM (Disciple-Making Movement, el movimiento de hacedores de discípulos) cambia el enfoque de una reunión grupal de una manera sutil pero profunda. Te animo a hacer este cambio. Creo que te encantará.

A Simple but Radical Shift in the Purpose and Format of Small Groups

coaches_JimEgilBy Jim Egli, Leadership and Missions Pastor of the Vineyard Church in Urbana, Illinois. He shares his insights and free resources on small groups on his blog at jimegli.com.

Every once in a while a new discovery comes along that changes everything. Change experts call these paradigm shifts. A paradigm shift is a fundamental change that radically changes how we approach and do things.

I am currently going through a small group paradigm shift. I thought I knew a lot about groups. I have led groups for almost 40 years, written small group training for 30 years, and extensively researched groups for more than 20 years.

I thought I was an expert, but something is happening in the world of small groups that is radically changing how I think about and do them. And, as they say, “When a paradigm shifts everyone goes back to zero.”

The paradigm shift shaking the small group and church world is the “Disciple-Making Movement.” Here are some basic changes introduced by the DMM movement.

  1. Discipleship isn’t just for believers. People often—and ideally—start to follow Jesus before they fully surrender their lives to him. (If you want to dig into this more read this post: http://jimegli.com/you-dont-understand-the-first-thing-about-discipleship/)
  2. Small groups shouldn’t study the Bible to learn more, to be enriched, or to grow spiritually.  (Though these may also happen.) The primary reason to study the Bible is to immediately obey it. Jesus said, “Make disciples … teaching them to obey everything I have commanded you.
  3. God is already at work in the lives of unbelievers around you and right now some of them are extremely open to exploring spiritual things, including a relationship with Jesus. You need to connect to these people that the Holy Spirit is drawing, and they—not you—will reach a bunch of other people currently far from God.
  4. When you use a simple small group format that zeros in on people hearing and responding to the Bible themselves, without the need for a trained expert, new followers of Jesus—and even unbelieving seekers—can lead a great Bible study that helps people encounter and follow Christ. (To learn more about what how a Discovery Group, one of the small groups at the heart of the DMM movement works, check out this post: http://jimegli.com/the-next-big-thing-in-small-groups/)

When you combine the principles together you get powerful small groups that can easily multiply new groups and leaders.

Although the Discovery Group format is simple, it takes a while to get the hang of it and to start actively doing the accountability that is a part of it. Once you get it though, I am confident that you will love it and never turn back.

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Portuguese blog:

Uma Mudança Simples, Mas Radical no Propósito e no Formato dos Pequenos Grupos

Por Jim Egli, Pastor de Liderança e de Missões na Igreja Vineyard em Urbana, Illinois. Ele compartilha seus pensamentos e recursos gratuitos sobre os pequenos grupos em seu blog: jimegli.com.

De vez em quando surge uma nova descoberta que muda tudo. Especialistas em mudança chamam isso de mudanças de paradigma. Uma mudança de paradigma é uma mudança fundamental que transforma radicalmente como abordamos e fazemos as coisas.

Atualmente, estou passando por uma mudança de paradigma sobre os pequenos grupos. Eu pensava que sabia muito sobre os grupos. Tenho liderado grupos há quase 40 anos, escrito treinamentos para pequenos grupos por 30 anos, e pesquisado grupos extensivamente há mais de 20 anos.

Eu pensava que era um especialista, mas algo está acontecendo no mundo dos pequenos grupos que está mudando radicalmente como eu penso sobre eles e como os faço. E, como eles dizem: “Quando um paradigma muda, todo mundo volta para a estaca zero”.

A mudança de paradigma que abala o mundo da Igreja e dos pequenos grupos é o “Movimento de Fazer Discípulos” (DMM, sigla em inglês). Aqui estão algumas mudanças básicas introduzidas pelo movimento DMM.

  1. O discipulado não é apenas para os convertidos. As pessoas frequentemente (e idealmente) começam a seguir Jesus antes de entregarem suas vidas inteiramente a Ele. (Se você quiser investigar isso, leia mais este post: http://jimegli.com/you-dont-understand-the-first-thing-about-discipleship/ )
  2. Pequenos grupos não devem estudar a Bíblia para aprender mais, para serem enriquecidos ou para crescerem espiritualmente (embora isso tudo também possa acontecer). A principal razão para estudar a Bíblia é obedecê-la imediatamente. Jesus disse: “Fazei discípulos… ensinando-os a obedecer a tudo o que vos tenho ordenado”.
  3. Deus já está trabalhando nas vidas dos incrédulos ao seu redor e agora alguns deles estão extremamente abertos à exploração de coisas espirituais, incluindo um relacionamento com Jesus. Você precisa se conectar a essas pessoas que o Espírito Santo está aproximando, e elas – e não você – chegarão a várias outras pessoas que atualmente estão longe de Deus.
  4. Quando você usa um formato de pequeno grupo simples que se atenta às pessoas ouvindo e respondendo à própria Bíblia, sem a necessidade de um especialista treinado, novos seguidores de Jesus – e até mesmo os que buscam, mas são incrédulos – pode levar um grande estudo bíblico que ajuda as pessoas a encontrarem e seguirem a Cristo (para saber mais sobre como funciona um Discovery Group [Grupo de Descoberta], um dos pequenos grupos no coração do movimento DMM, confira este post: http://jimegli.com/the-next-big-thing-in-small-groups/ )

Quando você combina esses princípios, obtém pequenos grupos poderosos que podem facilmente multiplicar novos grupos e líderes.

Embora o formato do Grupo de Descoberta seja simples, leva um tempo para pegar o jeito dele e para começar a fazer ativamente a prestação de contas que é uma parte dele. Uma vez que você pega o jeito, estou confiante de que você vai adorar e nunca voltar.

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Un cambio simple pero radical en el propósito y el formato de los pequeños grupos

Por Jim Egli, Pastor de Liderazgo y Misiones de la Iglesia Vineyard en Urbana, Illinois. Él comparte sus ideas y recursos gratuitos para los pequeños grupos en su blog en www.jimegli.com

De vez en cuando llega un nuevo descubrimiento que cambia todo. Los expertos en cambio llaman a estos cambios de paradigma. Un cambio de paradigma es un cambio fundamental que cambia radicalmente cómo nos acercamos y hacemos las cosas.

Actualmente estoy pasando por un cambio de paradigma de un grupo pequeño. Pensé que sabía mucho sobre los grupos. He dirigido grupos durante casi 40 años, escrito en la formación de pequeños grupos durante 30 años, y ampliamente investigado grupos por más de 20 años.

Pensé que era un experto, pero algo está sucediendo en el mundo de los pequeños grupos que está cambiando radicalmente cómo pienso y lo hago. Y, como dicen, “Cuando un paradigma cambia, todo el mundo vuelve a cero”.

El cambio de paradigma que sacude al pequeño grupo y al mundo de la iglesia es el “Movimiento Discípulo-Haciendo”. Aquí están algunos cambios básicos introducidos por el movimiento DMM.

  1. El discipulado no es sólo para los creyentes. La gente a menudo, e idealmente, comienzan a seguir a Jesús antes de entregarles la vida. (Si quieres profundizar en esto más lee este post: http://jimegli.com/you-dont-understand-the-first-thing-about-discipleship/
  2. Los pequeños grupos no deben estudiar la Biblia para aprender más, o para ser enriquecidos, o para crecer espiritualmente. (Aunque estos también pueden suceder.) La principal razón para estudiar la Biblia es obedecerla inmediatamente. Jesús dijo: “Haced discípulos … enseñándoles a obedecer todo lo que os he mandado”.
  3. Dios ya está trabajando en las vidas de los incrédulos a su alrededor y en este momento algunos de ellos están extremadamente abiertos a explorar cosas espirituales, incluyendo una relación con Jesús. Tienes que conectarte con estas personas que el Espíritu Santo está dibujando, y ellas -no tú- llegarán a un grupo de otras personas que actualmente están lejos de Dios.
  4. Cuando usas un formato simple en los pequeños grupos que se encaja a la gente que oye y responde a la Biblia, sin la necesidad de un experto capacitado, los nuevos seguidores de Jesús-e incluso los buscadores incrédulos- pueden dirigir un gran estudio bíblico que ayuda a las personas Encontrar y seguir a Cristo. (Para saber más sobre cómo funciona un Grupo Discovery, uno de los pequeños grupos en el corazón del movimiento DMM, echa un vistazo a este post: http://jimegli.com/the-next-big-thing-in-small-groups/)/)

Cuando se combinan los principios juntos se obtienen pequeños grupos poderosos que fácilmente pueden multiplicar nuevos grupos y líderes.

Aunque el formato del Grupo Discovery es simple, tarda un tiempo en conseguir la movida de él y comenzar a hacer activamente la rendición de cuentas es parte de ella. Una vez que lo consigas, sin embargo, estoy seguro de que te va a encantar y nunca volverás atrás.

Life Group in Bangkok

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By Joel Comiskey, coaching available here (free first session available for those interested in receiving coaching)

I’m writing here in Thailand as Celyce and I help ECB (Evangelical Church of Bangkok) become more cell based.

Celyce and I visited a Life group last night that tasted like heaven.

I was tired and still struggling from jet lag at 8 p.m. But as I looked into the eyes of people from 10 different nations, I was invigorated.

The Welcome time was simple. Each person gave an introduction. One person from Myanmar, another from Indonesia, two from South Africa, one from Japan, three from Kenya, one from Pakistan, one from India, and yes, we were there as well, the token “gringos.”  We entered into Worship. Charles, the broad smiling Kenyan, told us about how we got the hymn “What a Friend We Have in Jesus.” We sang it along with other worship choruses. Everyone had a song-sheet. We offered praise and prayer together.

David, the South African, led the Word  time. The lesson was based on the sermon I preached the previous Sunday called “Living the Light of Eternity” (1 Peter 4:7-11). David wasn’t bound to the questions. Rather, he keyed off of people’s comments. “So what does it mean for you that the end of all things is near?” “How are you using your spiritual gift in the light of his coming?” Peoples’ responses triggered additional application questions. David didn’t talk about my sermon but the biblical text. He looked at those who had not participated, and most had something to say. People felt liberty to share struggles. I was very impressed with the application of God’s Word and the diverse comments. We went away truly “edified.”

Then for the Witness time we separated into a men’s group and women’s group. The asylum seeker from Pakistan shared how God was giving him visions and dreams. The group shared how privileged they were to care for him and stand up for him in the detention center. We prayed for needs and those who needed Jesus.

Yes, I was tired when I went home, but very fulfilled. The Life group had given me new vigor and excitement. The Welcome helped me to know the people personally. The Worship  guided our focus to the throne of God. The Word time helped us to apply God’s Word. And the Witness time sent us forth refreshed and encouraged.

I’m not bound to a particular order, like the 4WS. Rather, the purpose of the Life group is to make disciples who make disciples. However, having a particular order can enhance participation and keep the group flowing and growing together to await Christ’s coming.

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Portuguese blog:

Célula em Bangkok

Por Joel Comiskey

Eu estou escrevendo aqui na Tailândia enquanto Celyce e eu ajudamos a ECB (Evangelical Church of Bangkok, Igreja Evangélica de Bangkok) a se tornar mais fundamentada em célula. Celyce e eu visitamos uma célula na noite passada que tinha o gostinho do Céu.

Eu estava cansado e ainda lutando contra a mudança de fuso horário às 20h. Mas conforme eu olhei para os olhos de pessoas de 10 nações diferentes, eu fui revigorado.

O momento das Boas-Vindas foi simples. Cada pessoa fez uma introdução. Uma pessoa de Myanmar, outra da Indonésia, duas da África do Sul, uma do Japão, três do Quênia, uma do Paquistão, uma da Índia e sim, nós também estávamos lá, os “gringos”.

Nós entramos na Adoração. Charles, o sorridente queniano, nos contou sobre como nós conseguimos nosso hino “What a Friend We Have in Jesus” (Que Amigo Nós Temos em Jesus). Nós cantamos junto a outros coros de adoração. Todos tinham uma folha da música. Nós adoramos e oramos juntos.

David, o sul-africano, conduziu o momento da Palavra. A lição foi baseada no sermão que eu preguei no domingo anterior chamado “Vivendo a Luz da Eternidade” (1 Pedro 4:7-11). David não estava vinculado às perguntas. Pelo contrário, ele falou pelos comentários das pessoas. “Então o que significa para você que o fim de todas as coisas está próximo?” “Como você está usando seu dom espiritual na luz de Sua vinda? “As respostas das pessoas provocaram perguntas adicionais da aplicação. David não falou sobre meu sermão, mas sobre o texto bíblico. Ele olhou para aqueles que não tinham participado, e a maioria tinha algo a dizer. As pessoas sentiam liberdade para compartilhar lutas. Fiquei muito impressionado com a aplicação da Palavra de Deus, com os diversos comentários, e que fomos verdadeiramente “edificados”.

Então, para o tempo de Testemunho, nós separamos um grupo de homens e um grupo de mulheres. O refugiado do Paquistão compartilhou como Deus estava lhe dando visões e sonhos. O grupo compartilhou como eles eram privilegiados por cuidar dele e defendê-lo no centro de detenção. Oramos por necessidades e por aqueles que precisavam de Jesus.

Sim, eu estava cansado quando eu fui para casa, mas muito satisfeito. A célula me dera novo vigor e empolgação. As Boas-vindas me ajudaram a conhecer pessoalmente as pessoas. A Adoração guiou nosso foco para o trono de Deus. O momento da Palavra nos ajudou a aplicar a Palavra de Deus. E o momento de Testemunho nos enviou revigorados e encorajados.

Eu não estou ligado a uma determinada ordem, como o 4 momentos (Boas-vindas, Adoração, Palavra e Testemunho). Pelo contrário, o propósito da célula é fazer discípulos que façam discípulos. No entanto, ter uma ordem particular pode aumentar a participação e manter o grupo fluindo enquanto crescemos juntos e aguardamos a vinda de Cristo.

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Grupos de Vida en Bangkok

Por Joel Comiskey

Estoy escribiendo aquí en Tailandia ya que Celyce y yo ayudamos al ECB (Iglesia Evangélica de Bangkok) a ser más basado en células.

Celyce y yo visitamos un grupo celular anoche que sabía cómo el cielo.

Yo estaba cansado y todavía luchando el cambio de horario a las 8 p.m. Pero como miré los ojos de personas de 10 naciones diferentes, me revigoraron.

El tiempo de bienvenida fue simple. Cada persona hizo una introducción. Una persona de Miramar, otra de Indonesia, dos de Sudáfrica, una de Japón, tres de Kenia, una de Pakistán, una de India, y sí, también estuvimos allí, los gringos.

Entramos en la Adoración. Charles, el sonriente keniano, nos contó cómo conseguimos nuestro himno “Qué amigo tenemos en Jesús”. Lo cantamos junto con otros coros de adoración. Todos tenían una hoja de canciones. Ofrecíamos alabanza y oración juntos.

David, el sudafricano, dirigió el tiempo de la predicación. La lección se basó en la predicación del domingo pasado llamado “Viviendo la Luz de la Eternidad” (1 Pedro 4: 7-11). David no estaba atado a las preguntas. Más bien, dejó atrás los comentarios de la gente. “¿Qué significa para ti que el fin de todas las cosas está cerca?” “¿Cómo estás usando tu don espiritual a la luz de su venida?” Las respuestas de la gente desencadenaron preguntas adicionales sobre la aplicación. David no habló de mi predicación sino del texto bíblico. Miró a los que no habían participado, y la mayoría tenía algo que decir. La gente sentía libertad para compartir sus luchas. Yo estaba muy impresionado con la aplicación de la Palabra de Dios, los diversos comentarios, y que realmente fuimos “edificados”.

Luego, para el tiempo del testimonio, nos separamos en un grupo de hombres y grupo de mujeres. El solicitante de asilo de Pakistán compartió cómo Dios le estaba dando visiones y sueños. El grupo compartió lo privilegiados que eran al cuidarlo y defenderlo en el centro de detención. Oramos por las necesidades y los que necesitaban a Jesús.

Sí, estaba cansado cuando fui a casa, pero muy satisfecho. El grupo celular me había dado un nuevo vigor y entusiasmo. La bienvenida me ayudó a conocer personalmente a la gente. La adoración guió nuestro enfoque hacia el trono de Dios. El tiempo de la Palabra nos ayudó a aplicar la Palabra de Dios. Y el tiempo del testimonio nos envió refrescado y alentado.

No estoy obligado a un orden en particular, como el 4WS. Más bien, el propósito del grupo celular es hacer discípulos que hagan discípulos. Sin embargo, tener un orden particular puede mejorar la participación y mantener al grupo fluyendo mientras crecemos juntos y esperamos la venida de Cristo.

One Cell Gathering:  Two Primary Questions

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By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Last week in my blog post, I presented a sample outline for the Community Group leaders at Cypress Creek Church.  Most leaders not only appreciate this tool but use a good portion of the suggested outline.  Further, the leaders know to be sensitive to the Holy Spirit’s direction during the gathering.

We also utilize a “two primary questions” format for Community Groups that are not following the weekly message.  I lead such a group.  In this men’s Community Group, we read one chapter from the Bible each week.  The men are asked to read the chapter before their arrival, and the thought provoking question (see below) is emailed to them two days before the gathering.  Currently, we are reading through the book of Acts.  Here’s how the CG flows:

  • As a group, we read a prayer out loud together.  Currently, we are utilizing the “Serenity Prayer.”
  • A few men read the chapter out loud.
  • As the CG leader, I ask “what do you see and what do you want to talk about?
  • A hearty discussion ensues.

When the discussion has taken its course, I ask the thought provoking question.  Asking this question after the chapter discussion is purposeful as the Bible chapter needs to be discussed first.  One example of a TPQ is :

  • “If you could lead one person to Jesus Christ, then who would that be?”
  • Cast vision for multiplication of the CG.
  • Close in prayer.

This format for any CG meets the “Up, In and Out” components desired in the gathering.  This model is easy to emulate as new groups are multiplied.

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Rob

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Portuguese blog:

“Uma Célula:  Duas Questões Principais”

Por Rob Campbell

www.cypresscreekchurch.com

Na semana passada no meu post do blog, eu apresentei um esboço da estrutura para os líderes dos pequenos grupos na Cypress Creek Church. A maioria dos líderes não só aprecia essa ferramenta, mas usa uma boa parte do esboço sugerido. Além disso, os líderes sabem ser sensíveis à direção do Espírito Santo durante a reunião.

Também utilizamos um formato de “duas perguntas primárias” para grupos que não estão seguindo a mensagem semanal. Eu lidero um grupo assim. Neste grupo de homens, lemos um capítulo da Bíblia a cada semana. Os homens são convidados a ler o capítulo antes da reunião, e a pergunta provocadora (veja abaixo) é enviada por e-mail para eles dois dias antes da reunião. Atualmente, estamos lendo o livro de Atos. Veja como a célula flui:

  • Como grupo, lemos juntos uma oração em voz alta. Atualmente, estamos utilizando a “Oração da Serenidade”;
  • Alguns homens leem o capítulo em voz alta;
  • Como líder da célula, pergunto: “O que você vê e o que você quer falar?”;
  • Começa uma discussão cordial.

Quando a discussão tomou seu curso, eu faço a pergunta provocadora. Fazer esta pergunta após a discussão do capítulo é proposital, pois o capítulo bíblico precisa ser discutido primeiro. Um exemplo de pergunta provocadora é:

  • “Se você pudesse levar uma pessoa a Jesus Cristo, quem seria?”;
  • Compartilhamento da visão para a multiplicação da célula;
  • Encerramos em oração.

Este formato para qualquer célula abrange os componentes “Para Cima, Para Dentro e Para Fora” desejados na reunião. Este modelo é fácil de reproduzir conforme novos grupos são multiplicados.

Comentários?

Rob

Spanish blog:

“La reunión celular: dos preguntas principales”

Por Rob Campbell

Www.cypresscreekchurch.com

La semana pasada en mi blog, presenté un bosquejo de la muestra para los líderes del grupo de la comunidad en la iglesia de Cypress Creek. La mayoría de los líderes no solo apreciaron esta herramienta, sino que usaron una buena porción del esquema sugerido. Además, los líderes saben que son sensibles a la dirección del Espíritu Santo durante la reunión.

También utilizamos un formato de “dos preguntas principales” para los Grupos Comunitarios que no siguen el mensaje semanal. Dirijo ese grupo. En este grupo de hombres de la comunidad, leemos un capítulo de la Biblia cada semana. Se les pide a los hombres que lean el capítulo antes de que lleguen, y la pregunta que suscita el pensamiento (véase más abajo) les es enviada por correo electrónico dos días antes de la reunión. Actualmente estamos leyendo el libro de Hechos. Así es como fluye el grupo celular:

  • Como grupo, leemos una oración en voz alta juntos. Actualmente, estamos utilizando la “Oración de la Serenidad”.
  • Algunos hombres leen el capítulo en voz alta.
  • Como líder del Grupo Celular, pregunto “¿qué ves y de qué quieres hablar?
  • Se inicia una discusión animada.

Cuando la discusión ha tomado su curso, hago la pregunta provocadora. Haciendo esta pregunta después de la discusión del capítulo es el propósito ya que el capítulo de la Biblia necesita ser discutido primero. Un ejemplo es el siguiente:

  • “Si pudieras dirigir a una persona a Jesucristo, ¿quién sería?”
  • Usa tu visión para la multiplicación del Grupo celular.
  • Cierre con una oración.

Este formato es para cualquier grupo celular que cumple con los componentes “Arriba, dentro y fuera” deseados en la reunión. Este modelo es fácil de emular a medida que se multiplican los nuevos grupos.

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Rob