The Leader’s Soul Care

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By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil, www.celulas.com.br

It is a fact that we all need to observe certain rules and habits in order to maintain our physical, emotional and spiritual health. There is a big difference between a Pastor, mostly full time, from a cell leader, working eight hours a day from Monday through Friday, Saturday till noon, and spending at least two more hours in transit every day. For the Pastor it is easier to take a full day of rest. This is not to say that a Pastor does not work, but his working hours are more flexible. Here in Brazil, Pastors normally take Monday off for rest. Members normally understand this and respect it.

On the other hand, cell leaders have a tighter schedule. We as Pastors have to keep this in mind when we plan the Church agenda and calendar. We were trained to fill the agenda with activities and programs, somehow thinking that our members would become more spiritual with all the extra activities. But the reality is that endless activity wears our members out, and especially our leaders. In a cell Church, leaders need special attention. Their agenda has to be light specially on Sunday, their only day for personal rest and family. Why two services on Sunday, and sometimes extra meetings?  We must not expect too much of our leaders on Sunday. Give them a chance to rest and be with family. He or she won’t be able to take Monday off, or any other day as his day for rest.

Another aspect in the leader’s life is his personal care by his coach. Since he is in constant battle at work to maintain his family, and occupied all the time with his cell and not having much time to rest, he must have his basic spiritual and leadership needs filled by his coach. We as Pastors must never forget these facts. A good follow up by the coach prevents burn out.

In short, Pastors and leaders never should neglect their physical, emotional and spiritual needs, no matter what the conditions are.

HELP US GOD!

Robert Lay

Cell Church Ministry Brazil

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Portuguese blog:

O Cuidado da Alma do Líder

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

É fato que todos precisamos observar certas regras e hábitos para manter nossa saúde física, emocional e espiritual. Há uma grande diferença entre o Pastor, principalmente o de período integral, de um líder celular, trabalhando oito horas por dia de segunda a sexta-feira, sábado até meio-dia e passando pelo menos duas horas a mais de trânsito todos os dias. Para o Pastor é mais fácil tomar um dia inteiro de descanso. Isso não quer dizer que Pastor não trabalha, mas o horário de trabalho é mais flexível. Aqui no Brasil, os pastores normalmente usam a segunda-feira para descansar. Os membros normalmente entendem isso e os respeitam.

Por outro lado, os líderes das células têm uma agenda mais apertada. Nós como pastores devemos ter isso em mente quando planejamos o calendário e a agenda da Igreja. Nós fomos treinados para preencher a agenda com atividades e programas, de alguma forma pensando que nossos membros se tornariam mais espirituais com todas as atividades extras. Mas a realidade é que uma atividade sem fim desgasta nossos membros, e especialmente nossos líderes. Em uma igreja celular, os líderes precisam de atenção especial. Sua agenda deve ser leve no domingo, seu único dia para descanso pessoal e família. Por que dois cultos no domingo, e às vezes reuniões extras? Não devemos esperar muito dos nossos líderes no domingo. Dê-lhes a chance de descansar e estar com a família. Ele ou ela não poderá tirar a segunda-feira como descanso, ou qualquer outro dia como o seu dia para descansar.

Outro aspecto da vida do líder é o cuidado pessoal de seu treinador. Como ele está em constante batalha para manter sua família e ocupou o tempo todo com sua célula e não tendo muito tempo para descansar, ele deve ter suas necessidades básicas de liderança e espiritual preenchidas por seu treinador. Nós, os pastores, nunca devemos esquecer esses fatos. Um bom acompanhamento pelo treinador evita a exaustão.

Em suma, pastores e líderes nunca devem negligenciar suas necessidades físicas, emocionais e espirituais, independentemente das condições.

AJUDE-NOS, DEUS!

Robert Lay

Ministério da Igreja celular Brasil

Spanish blog:

El cuidado del alma del líder

Por Robert Lay www.celulas.com.br

Es un hecho que todos necesitamos observar ciertas reglas y habitos con el proposito de mantener una buena salud emocional y espiritual. Existe una gran diferencia entre un pastor de tiempo completo y un lider de célula, que trabaja ocho horas diarias de Lunes a Viernes y Sabado al medio dia, y que invierte dos horas extras más en el tráfico. Para un pastor es mas fácil tomarse un dia completo de descanso. Esto no significa que el pastor no trabaja, en lo absoluto, pero su tiempo de trabajo es más flexible. Aqui en Brasil, los pastores normalmente toman el dia Lunes como dia de descanso, y la por la congregacion respeta y entiende esto.

Por otro lado, los líderes de células tienen una agenda más apretada. Nosotros como pastores debemos tener esto en mente cuando planeamos las actividades de la iglesia y  cuando se organiza la agenda. Fuimos entrenados para llenar la agenda con actividades y programas, de cierta manera pensando que nuestra congregación se volverá más espiritual con actividades extras. Pero la realidad es que hacer un sin número de actividades desgasta a nuestra congregación, especialmente a nuestros lideres. En una celula interna, los lideres necesitan atención especial, sus agendas deben estar un poco más desahogadas, especialmente los Domingos. ¿Y que hay de las reuniones extra? No debemos esperar demasiado de nuestros lideres los dias Domingos , es bueno que tengan tiempo para descansar y estar con sus familias. El líder o lidereza  no podrá descansar el Lunes o algun otro día, mas que su día de descanso.

Otro aspecto de la vida de los líderes es un cuidado personal de sus entrenadores. Sabemos que se mantienen en constante lucha en sus trabajos para mantener a sus familias y están ocupados todo el tiempo con las celulas y sin tener tiempo suficiente para descansar. Ellos necesitan llenar sus necesidades espirituales y como lideres necesitan ser también guiados por sus supervisores. Como pastores no debemos olvidar estos consejos. Un buen seguimiento puede evitar que el lider se apague o desgaste.

Para resumen, los pastores y líderes no deben hacer a un lado sus necesidad emocionales o espirituales, no importa en que condiciones se encuentren.

AYUDANOS DIOS!

Robert Lay

Ministerio de celulas, Iglesia de Brasil

The Leader’s Family

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

Ministry is a life-time work. People who, at some point in their lives, decide to stop sharing the gospel are rare. In the same way, cell leadership is a long-term, lifelong task. It is a marathon that started on the day of conversion and will not cease until the end of this physical life. Leading a cell should not be considered an extraordinary task. It is a question of gaining ground step by step, affirming what has been gained and then taking the next step.

Prioritizing the family is also a life-long calling. The leader must not think that building his or her family is only for a season or for certain calmer times. Those “calmer” moments will never come, which is why discipline must be developed to combine both elements–doing the work of the ministry and cultivating communication with the family.

How does this happen? It means distributing time wisely so that there is time for the family and the ministry. Family and ministry should complement each other.  The work of God advances as the family advances. The two stimulate each other. But when the family is negatively affected by ministry, it’s  time to stop and reconsider priorities. Wise cell leaders prioritize time with their spouses and families and gain strength to minister to others.

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Portuguese blog:

A Família do Líder

Por Mario Vega,  www.elim.org.sv

O Ministério é um trabalho vitalício. As pessoas que, em algum momento de suas vidas, decidem parar de compartilhar o Evangelho, são raras. Do mesmo jeito, a liderança celular é uma tarefa de longo prazo, ao longo da vida. É uma maratona que começou no dia da conversão e não cessará até o final desta vida física. Liderar uma célula não deve ser considerada uma tarefa extraordinária. É uma questão de ganhar terreno passo a passo, afirmando o que foi adquirido e depois dar o próximo passo.

Priorizar a família também é um chamado para toda a vida. O líder não deve pensar que construir sua família é apenas por uma temporada ou deve esperar por momentos mais calmos. Estes momentos nunca virão, razão pela qual a disciplina deve ser desenvolvida para combinar os dois elementos – fazer o trabalho do ministério e cultivar a comunicação com a família.

Como isso acontece? Isso significa distribuir o tempo sabiamente para que haja tempo para a família e o ministério. A família e o ministério devem se complementar. O trabalho de Deus avança conforme a família avança. Os dois se estimulam. Mas quando a família é afetada negativamente pelo ministério, é hora de parar e reconsiderar as prioridades. Líderes de células sábias priorizam o tempo com seus cônjuges e famílias e ganham força para ministrar a outros.

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La familia del líder

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La obra del ministerio es una tarea que se asume para toda la vida. Son muy escazas las personas que, en algún punto de sus vidas, deciden cesar de compartir el evangelio. Consecuentemente, la tarea de ser líder de célula es una labor a largo plazo, de toda la vida. Es una maratón que comenzó el día de la conversión y que no cesará hasta el final de la vida física. Consecuentemente, no puede considerarse como un esfuerzo extraordinario en el que se invierte toda la fuerza en un solo golpe para luego quedar exhausto y sin fuerzas.

Se trata de ir ganando terreno paso a paso, afirmar lo ganado para luego dar un nuevo paso. Para ello, se deben reunir las condiciones de fuerza que hagan posible la conquista paulatina. Toda acumulación de fuerzas resulta indispensable. No puede el líder pensar que solo se trata de una temporada en que puede relegar el cultivar una relación significativa con su familia a la espera de tiempos más tranquilos. Esos momentos nunca llegarán, razón por la que se debe desarrollar la disciplina para combinar ambos elementos. Después de todo, también el cristiano está haciendo la obra del ministerio cuando cultiva una comunicación de fondo con su familia.

Esto implica distribuir el tiempo sabiamente de manera que haya espacio para la familia tanto como para la obra de Dios. Estos no son aspectos excluyentes sino que complementarios. La obra de Dios avanza cuando la familia avanza. Son crecimientos que se estimulan el uno al otro. Pero, cuando la familia resulta afectada por el ministerio, se ha perdido el sabio equilibrio que se debe cuidar. Es la hora de hacer un alto y reconsiderar las prioridades. De otra manera, no se llegará muy lejos en ningún sentido.

Cell Phones Are Everywhere

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Pastor Bill Mellinger, Crestline First Baptist;  www.crestlinefbc.com

I love to walk up to an older person that is texting and comment about “these kids and their phones.” We need to work on our etiquette with cell phones. How many times have you been in a meeting or a conversation and someone “rudely” answers their cell just because it rang? Or how often does someone get caught in a text message when they are talking with you. Who says that we have to answer the phone just because it rings? What gives the phone so much power and importance that we actually interrupt a conversation or a meeting to talk to a small electronic box?

My cell phone just beeped. I wonder if I should see what that sound was for?

While the phone interruptions bother me, I have one call that I always take. If my wife calls me, I answer the phone if I can. Since I work as a volunteer chaplain with the local Fire Department and pastor of a church, there are a very few moments when I am in the middle of such a serious crisis that I cannot answer. Even with the terrible situations I can be in, I usually can respond to my wife.

Years ago, I made a commitment to her. I told her that my first commitment is to Christ; my second commitment to her and our family; and my third commitment is to the church. To prove that commitment, I told her that I would always answer her calls if I could. I have instructed secretaries to interrupt me if my wife calls. Even in counseling sessions, if Debbie calls, I will say, “There is one call I always take. Please give me a moment to talk to my Bride.” I will usually show them the phone that has her picture identifying the caller.

How does this relate to sustaining an effective long-term ministry? How can I serve the church well if I don’t take care of my most important relationships? Staying close to the Lord and close to my wife has protected me in the midst of temptations and the spiritual battles of ministry. We share a common love for the Lord and a love for God’s people. By putting her above the church, I am saying that our relationship matters more than the people we serve. With her confidence that she is the Number One person in my life, she trusts me and is able to support me. In fact, my prayers are strengthened and thus my ministry is richer because of our commitment to one another.

Cell phones are great tools for communication and for ministry. I use my phone to tell my wife that she is important and that I love her. I also use it to connect with people who are hurting and to pray with them. However, I don’t allow my cell to interrupt a personal conversation or meeting unless the call is one I have promised to always take. Oh, and God does not need a cell phone to contact me.

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Portuguese blog:

Celulares estão por todo o lado

Por Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Eu adoro andar até uma pessoa mais velha que está digitando e comentar, “essas crianças e seus telefones”. Precisamos trabalhar com nossa etiqueta com telefones celulares. Quantas vezes você esteve em uma reunião ou uma conversa e alguém “grosseiramente” responde seu celular apenas porque tocou? Ou com que frequência alguém é pego em uma mensagem de texto quando está conversando com você? Quem disse que devemos atender o telefone apenas porque tocou? O que dá ao telefone tanto poder e importância que realmente interrompemos uma conversa ou uma reunião para conversar com uma pequena caixa eletrônica?

Meu celular simplesmente tocou um sinal sonoro. Eu me pergunto se eu deveria ver para o que era esse som?

Enquanto as interrupções do telefone me incomodam, eu tenho uma ligação que eu sempre atendo. Se a minha mulher me ligar, eu respondo o telefone se puder. Como trabalho como capelão voluntário com o Departamento de Bombeiros local e como pastor de uma igreja, há poucos momentos em que estou no meio de uma crise tão grave que não posso responder. Mesmo com as terríveis situações em que posso estar, geralmente posso responder a minha esposa.

Anos atrás, fiz um compromisso com ela. Eu disse a ela que meu primeiro compromisso é para com Cristo; meu segundo compromisso é para com ela e nossa família; e meu terceiro compromisso é com a igreja. Para provar esse compromisso, eu disse a ela que sempre responderia a suas chamadas se pudesse. Eu ordenei aos secretários que me interrompessem se minha esposa chamasse. Mesmo em sessões de aconselhamento, se Debbie ligar, eu digo: “Há uma chamada que eu sempre atendo. Por favor, dê-me um momento para conversar com a minha noiva”. Geralmente, mostrarei-lhes o celular, que tem sua foto identificando quem está chamando.

Como isso se relaciona com a manutenção de um ministério eficaz a longo prazo? Como posso servir bem a igreja se eu não cuidar dos meus relacionamentos mais importantes? Permanecer perto do Senhor e perto da minha esposa me protegeu no meio das tentações e das batalhas espirituais do ministério. Compartilhamos um amor comum pelo Senhor e um amor pelo povo de Deus. Ao colocá-la acima da igreja, estou dizendo que nosso relacionamento importa mais do que as pessoas que servimos. Com sua confiança de que ela é a pessoa número um na minha vida, ela confia em mim e é capaz de me apoiar. Na verdade, minhas orações são fortalecidas e, portanto, meu ministério é mais rico devido ao nosso compromisso um com o outro.

Os telefones celulares são excelentes ferramentas para comunicação e para o ministério. Eu uso meu telefone para dizer a minha esposa que ela é importante e que eu a amo. Eu também uso isso para conectar-me com pessoas que estão sofrendo e orar com eles. No entanto, não permito que meu celular interrompa uma conversa ou reunião pessoal, a menos que a chamada seja uma promessa de sempre atender. Ah, e Deus não precisa de um telefone celular para entrar em contato comigo.

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Los celulares están en todas partes

Por Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Me encanta encontrarme con una persona mayor que está enviando mensajes de texto y comentando sobre “estos niños y sus teléfonos”. Necesitamos trabajar en nuestra educación con los celulares. ¿Cuántas veces has estado en una reunión o una conversación y alguien “groseramente” responde a su celular sólo porque sonó? O con qué frecuencia alguien es sorprendido enviando un mensaje de texto mientras habla con contigo. ¿Quién dice que tenemos que contestar el teléfono sólo porque suena? ¿Qué le da al teléfono tanto poder e importancia que realmente interrumpimos una conversación o una reunión para hablar con una pequeña caja electrónica?

Mi celular acaba de sonar. Me pregunto si debería ver por qué sonó?

Mientras que las interrupciones del teléfono me molestan, tengo una llamada que tomo siempre. Si mi esposa me llama, le contesto si es que puedo. Desde que trabajo como voluntario capellán con el Departamento de Bomberos local y pastor de una iglesia, hay muy pocos momentos en que estoy en medio de una crisis tan grave que no puedo contestar. Incluso con las situaciones terribles en las que puedo estar, normalmente puedo responder a mi esposa.

Hace años, hice un compromiso con ella. Le dije que mi primer compromiso es con Cristo; Mi segundo compromiso con ella y con nuestra familia; Y mi tercer compromiso es con la iglesia. Para demostrar ese compromiso, le dije que siempre respondería a sus llamadas si pudiera. He ordenado a las secretarias que me interrumpan si mi esposa me llama. Incluso en las sesiones de consejería, si Debbie llama, voy a decir, “Hay una llamada que siempre tomo. Por favor dame un momento para hablar con mi novia. “Normalmente les muestro el teléfono que tiene su foto identificando que ella llama.

¿Cómo se relaciona esto con mantener un ministerio eficaz a largo plazo? ¿Cómo puedo servir bien a la iglesia si no cuido mis relaciones más importantes? Permanecer cerca del Señor y cerca de mi esposa me ha protegido en medio de las tentaciones y las batallas espirituales del ministerio. Compartimos un amor común por el Señor y un amor por el pueblo de Dios. Al ponerla por encima de la iglesia, estoy diciendo que nuestra relación importa más que la gente a la que servimos. Con la seguridad de que ella es la persona número uno en mi vida, ella confía en mí y es capaz de apoyarme, mis oraciones son fortalecidas y, por lo tanto, mi ministerio es más abundante gracias a nuestro compromiso mutuo.

Los celulares son excelentes herramientas para la comunicación y para el ministerio. Yo uso mi celular para decirle a mi esposa que ella es importante y que la amo. También lo uso para conectarme con personas que están sufriendo y para orar con ellos. Sin embargo, no permito que mi celular interrumpa una conversación o reunión personal a menos que la llamada sea una que he prometido tomar siempre. Oh, y Dios no necesita un celular para ponerse en contacto conmigo.

A Tragic Story

By Jim Corley, Pastor, writer, and leader, J. Michael Corley has preached in churches from San Francisco to Moscow; and done training events on four continents. He currently lives in Arizona with his wife, Lynetta. His most recent book, Shadowing Jesus, The Pioneer is available at Amazon.

At one point I served as a missions pastor. After what I had learned from Dr. Archibald Hart and the issues his research uncovered about stress and adrenaline I travelled to South America.

We had a sister-church relationship with an urban church in Latin America. My friend, Miquel (not his real name—lead pastor at the time), told me a tragic story.

A staff member, a pastor with great gifts in administration, had just been fired. When I asked about why, Miquel told me that this pastor had been discovered having a sexual relationship with one of his assistants.

On a previous visit I had discovered that the missionaries and other staff at the church had all been working at a frenzied pace. A senior missionary, who was very influential with other team members, had bragged in my presence, “I haven’t taken a day off in twenty-five years.”

So when Miquel told me the story about the pastor he had fired, I asked him, “Why fire him?”

Miquel was appalled, “Because it was a sin, it’s a violation of scriptures.”

Eager to make a point, I asked, “Did the rest of the staff get fired too, all the pastors and missionaries?”

Miquel was incredulous, “Why would I do that?”

“Well,” I said, “Aren’t you all violating the scriptures?”

“What are you talking about?” he pulled the car over to the curb and looked at me like I had lost my mind.

“None of you takes a day off do you? Isn’t that a violation of the Bible’s clear teaching in Deuteronomy 5:13 “Six days you shall labor and do all your work”? I’m not excusing what our brother did. But didn’t the example you all set for him leave him overworked and vulnerable to this kind of thing?” 

Miquel was silent. But in subsequent years the culture in that church changed to include a day of rest for each staff member.

Now whenever I hear about a church leader caught in an illicit relationship, my first thought is to wonder whether or not they rested one day out of seven. The idea of taking off, a day of Sabbath, the word means “stop,” is not only a good idea. It’s not just a suggestion. It’s one of the Ten Commandments. I suppose it could be considered a legalistic burden.

That’s how I used to think of the driving rule that requires passengers in a car to wear a seatbelt. I felt that way until the day a reckless driver turned left in front of me. That seat belt saved my life. I’m pretty sure that the habit of taking a day off every week has also saved me and mine from a lot of pain.

If you want to have a long life, buckling up makes a lot of sense.

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Uma história trágica

Por Jim Corley, Pastor, escritor e líder, J. Michael Corley pregou nas igrejas de San Francisco a Moscou; E realizou eventos de treinamento em quatro continentes. Ele atualmente mora no Arizona com sua esposa, Lynetta. Seu livro mais recente, Shadowing Jesus, The Pioneer está disponível na Amazon.

Em um ponto eu servi como pastor de missões. Depois do que eu aprendi com o Dr. Archibald Hart e os problemas que sua pesquisa descobriu sobre estresse e adrenalina, viajei para a América do Sul.

Tivemos um relacionamento irmã-igreja com uma igreja urbana na América Latina. Meu amigo, Miquel (e não o seu verdadeiro nome de pastor-líder na época), me contou uma história trágica.

Um membro da equipe, um pastor com grandes dons na administração, acabara de ser demitido. Quando perguntei por que, Miquel me disse que este pastor tinha sido descoberto tendo uma relação sexual com uma de seus assistentes.

Em uma visita anterior, descobri que os missionários e outros funcionários da igreja haviam trabalhado a um ritmo frenético. Um missionário sênior, que era muito influente com outros membros da equipe, se vangloriava na minha presença: “Não tirei um dia de folga em vinte e cinco anos”.

Então, quando Miquel me contou a história sobre o pastor que ele despediu, perguntei-lhe: “Por que o demitir?”

Miquel ficou consternado: “Porque foi um pecado, é uma violação das Escrituras”.

Com vontade mostrar um ponto, perguntei: “O resto da equipe também foi demitida, todos os pastores e missionários?”

Miquel estava incrédulo: “Por que eu faria isso?”

“Bem”, eu disse: “Vocês não estão violando as Escrituras?”

“Sobre o que você está falando?” Ele puxou o carro para a calçada e olhou para mim como se eu tivesse perdido a cabeça.

“Nenhum de vocês tira um dia de folga, não é? Não é isso uma violação do ensinamento claro da Bíblia em Deuteronômio 5:13 “Seis dias você deve trabalhar e fazer toda a sua obra”? Não estou desculpando o que nosso irmão fez. Mas o exemplo que você definiu para ele deixou o trabalho sobrecarregado e vulnerável a esse tipo de coisa? ”

Miquel ficou em silêncio. Mas nos anos subsequentes a cultura naquela igreja mudou para incluir um dia de descanso para cada membro da equipe.

Agora, sempre que ouço sobre um líder da igreja travado em um relacionamento ilícito, meu primeiro pensamento é saber se eles descansaram ou não um dia sobre sete. A ideia de descansar, um dia de sábado, a palavra significa “parar”, não é apenas uma boa ideia. Não é apenas uma sugestão. É um dos Dez Mandamentos. Suponho que poderia ser considerado um fator legal.

Foi assim que eu costumava pensar na regra de condução que exige que os passageiros de um carro usem um cinto de segurança. Eu me senti assim até o dia em que um motorista imprudente virou a esquerda na minha frente. Esse cinto de segurança me salvou a vida. Tenho certeza de que o hábito de tirar um dia de folga todas as semanas também me salvou de muita dor.

Se você quiser ter uma vida longa, o encurvamento tem muito sentido.

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Una historia trágica

Por Jim Corley, Pastor, escritor y líder, J. Michael Corley ha predicado en iglesias desde San Francisco hasta Moscú; Y realizó eventos de capacitación en cuatro continentes. Actualmente vive en Arizona con su esposa, Lynetta. Su libro más reciente, “Shadowing Jesus, The Pioneer” está disponible en Amazon.

En algún punto serví como pastor de misiones. Después de lo que había aprendido del Dr. Archibald Hart y las cuestiones que su investigación descubrió sobre el estrés y la adrenalina, viajé a Sudamérica.

Teníamos una relación de iglesia hermana con una iglesia urbana en América Latina. Mi amigo, Miquel (no su verdadero nombre-pastor principal en su momento), me contó una historia trágica.

Un miembro del personal, un pastor con grandes cualidades para la administración, acababa de ser despedido. Cuando le pregunté el por qué, Miquel me dijo que este pastor había sido descubierto teniendo una relación sexual con una de sus asistentes.

En una visita anterior había descubierto que los misioneros y otros miembros de la iglesia habían estado trabajando a un ritmo frenético. Un misionero mayor, que era muy influyente con otros miembros del equipo, se había jactado en mi presencia, “No he tomado un día libre en veinticinco años”.

Así que cuando Miquel me contó la historia del pastor que había despedido, le pregunté: “¿Por qué despedirlo?”

Miquel estaba consternado, “Porque fue un pecado, es una violación a las Escrituras”.

Deseoso de hacerle un comentario, le pregunté, “¿El resto del personal también fue despedido, todos los pastores y misioneros?”

Miquel estaba incrédulo, “¿Por qué haría eso?”

-Bueno -dije-. ¿No están ustedes violando las Escrituras?

-¿De qué estás hablando? desvió el carro hasta la acera y me miró como si hubiera perdido la cabeza.

“Ninguno de ustedes se toma un día libre, ¿verdad? ¿No es eso una violación a la enseñanza clara de la Biblia en Deuteronomio 5:13 “¿Seis días trabajarás y harás toda tu obra?” No estoy justificando lo que hizo nuestro hermano. ¿Pero el ejemplo que todos le pusieron no le dejaba agotado y vulnerable a este tipo de cosas?

Miquel guardó silencio. Pero en años posteriores la cultura en esa iglesia cambió para incluir un día de descanso para cada miembro del personal.

Ahora, cada vez que oigo hablar de un líder de la iglesia sorprendido en una relación ilícita, mi primer pensamiento es preguntarme si descansan al menos un día a la semana. La idea de quitar, un día de sábado, la palabra significa “parar”, no es sólo una buena idea. No es sólo una sugerencia. Es uno de los Diez Mandamientos. Supongo que podría considerarse una carga legalista.

Eso es lo que solía pensar de la regla de conducir que requiere que los pasajeros lleven puesto el cinturón de seguridad en su carro. Me sentí así hasta el día en que un conductor imprudente volteó a la izquierda delante de mí. Ese cinturón de seguridad me salvó la vida. Estoy bastante seguro de que el hábito de tomar un día libre cada semana también me ha salvado a mí y a mi vida de mucho de dolor.

Si quieres tener una vida larga, abrocharse el cinturón tiene mucho sentido.

One Secret To Long-Term Survival

By Jim Corley, Pastor, writer, and leader, J. Michael Corley has preached in churches from San Francisco to Moscow; and done training events on four continents. He currently lives in Arizona with his wife, Lynetta. His most recent book, Shadowing Jesus, The Pioneer is available at Amazon.

What is the secret of long-term survival in ministry? I’m sure I don’t have all the answers. But I have been involved in ministry for decades. Let me share one strategy that helped me.

I had just joined the staff team at Fairhaven Church. I was eager to succeed in this new role and threw myself at the ministry, sometimes working 90 hours per week. This came at a bad time since my four kids were all teens.

One of the projects for which I was responsible was an outreach event called Summerfest. It involved as many as 2,000 people from the community. The week just prior to Summerfest and the actual week-long event involved that many hours or more.

Our Summerfest speaker one year was Dr. Archibald Hart. He spoke to the adult sessions and also met with the staff. With the staff he addressed the issue of stress. He urged the pastoral team to guard our days off. He noted that the Sabbath was a feature of the God’s direction that was meant for our benefit.

Jesus made a comment to that effect in Mark 2:27. “The Sabbath was made for man, not man for the Sabbath.” Jesus also observed the practice of taking a day off and going to church: “He went to Nazareth, where he had been brought up, and on the Sabbath day he went into the synagogue, as was his custom.” (Luke 4:16). His observance of the day wasn’t like the picky legalism of so many around him.

Hart noted that his research on adrenaline indicated that stress increased for most ministry staff, building to a climax on weekends. Then there was a huge adrenaline-drop on Mondays.

Hart said that Monday was the absolutely worst day for a church leader to take off. Because that adrenaline-drop left the leader spent and depressed. It wasn’t fair either to the leader or his family to take Monday off.

As a result of taking Hart’s warnings seriously, I adjusted my schedule. It helped my ministry, it helped my family, and it helped me to maintain some sanity.

So regardless what your ministry role might be, no matter when your ministry stress peaks, be sure to follow your peak time of stress with some down time. But don’t make that your day off, your Sabbath. Make it a day to shuffle paper, or to do tasks that don’t require high energy. For God’s sake, for your family’s sake, for your own sake, take a different day off. Interrupt the build-up of stress and take time off just before peak performance. This will result in a slightly lower adrenaline-peak and when adrenaline drops, it won’t drop so far. For instance, if you’re a preacher, take Friday or Saturday off.

For further study, check out Archibald Hart’s book: (Adrenaline and Stress: The Exciting New Breakthrough That Helps You Overcome Stress Damage.

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Portuguese blog:

Um segredo para a sobrevivência a longo prazo

Por Jim Corley, Pastor, escritor e líder, J. Michael Corley pregou nas igrejas de San Francisco a Moscou e realizou eventos de treinamento em quatro continentes. Ele atualmente mora no Arizona com sua esposa, Lynetta. Seu livro mais recente, Shadowing Jesus, The Pioneer está disponível na Amazon.

Qual é o segredo da sobrevivência a longo prazo no ministério? Tenho certeza de que não tenho todas as respostas. Mas eu tenho estado envolvido no ministério por décadas. Deixe-me compartilhar uma estratégia que me ajudou.
Acabei de me juntar ao time da equipe da Fairhaven Church. Eu estava ansioso para ter sucesso neste novo papel e me atirei no ministério, às vezes trabalhando 90 horas por semana. Isso veio em um momento ruim já que meus quatro filhos eram todos adolescentes.

Um dos projetos pelos quais eu era responsável era um evento de divulgação chamado Summerfest. Envolveu até 2.000 pessoas da comunidade. A semana imediatamente anterior ao Summerfest e a do evento real de uma semana envolveu esse tanto de horas ou mais.

Nosso orador Summerfest um ano foi o Dr. Archibald Hart. Ele falou com as sessões para adultos e também se encontrou com a equipe. Com a equipe, abordou a questão do estresse. Ele exortou a equipe pastoral a proteger nossos dias de folga. Ele observou que o sábado era uma característica da direção de Deus que era para nosso benefício.

Jesus fez um comentário nesse sentido em Marcos 2:27. “O sábado foi feito para o homem, não o homem para o sábado.” Jesus também observou a prática de tirar um dia de folga e ir à igreja: “Ele foi a Nazaré, onde foi criado, e no dia de sábado Ele foi Na sinagoga, como era seu costume “(Lucas 4:16). Sua observância do dia não era como o legalismo exigente de tantos ao seu redor.
Hart observou que sua pesquisa sobre adrenalina indicou que o estresse aumentou para a maioria dos funcionários do ministério, levando a um clímax nos finais de semana. Depois, houve uma enorme queda de adrenalina às segundas.

Hart disse que segunda-feira foi o pior dia para um líder da igreja decolar. Porque a gota de adrenalina deixou o líder gasto e deprimido. Não foi justo para o líder ou a família terem retirado a segunda-feira.

Como resultado de levar as advertências de Hart a sério, ajustei minha agenda. Isso ajudou meu ministério, ajudou minha família e isso me ajudou a manter uma certa sanidade.

Então, independentemente do que seu papel de ministério possa ser, não importa quando o seu ministério atinge picos, certifique-se de seguir seu horário de estresse com algum tempo de inatividade. Mas não faça seu dia de folga, seu sábado. Torná-lo um dia para mexer o papel, ou para fazer tarefas que não exigem alta energia. Pelo amor de Deus, por amor de sua família, por sua própria causa, faça um dia de folga diferente. Interrompa a acumulação de estresse e demora pouco antes do desempenho máximo. Isso resultará em um pico de adrenalina um pouco menor e quando a adrenalina cair, não vai tanto. Por exemplo, se você é um pregador, tire sexta-feira ou sábado.

Para um estudo mais aprofundado, confira o livro de Archibald Hart: (Adrenalina e Stress: o novo Passo Excitante que o ajuda a superar os danos causados ​​pelo estresse).

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Un secreto para la supervivencia a largo plazo

Por Jim Corley, Pastor, escritor y líder, J. Michael Corley ha predicado en iglesias desde San Francisco hasta Moscú; y realizó eventos de capacitación en cuatro continentes. Actualmente vive en Arizona con su esposa, Lynetta. Su libro más reciente, “Shadowing Jesus, The Pioneer” está disponible en Amazon.

¿Cuál es el secreto de la supervivencia a largo plazo en el ministerio? Estoy seguro de que no tengo todas las respuestas. Pero he estado involucrado en el ministerio durante décadas. Permítanme compartir una estrategia que me ayudó.

Acababa de unirme al equipo de personal de “Fairhaven Church”. Estaba ansioso de tener éxito en este nuevo rol y me puse al servicio del ministerio, a veces trabajando 90 horas por semana. Esto llegó en un mal momento ya que mis cuatro hijos eran todos unos adolescentes.

Uno de los proyectos de los que fui responsable fue un evento de alcance llamado “Summerfest”. Hubo hasta 2.000 personas involucradas de la comunidad. La semana anterior a Summerfest y el evento real de una semana abarcaron muchas horas o más.

Dr. Archibald Hart fue nuestro orador de “Summerfest” un año. Habló con las sesiones de adultos y también se reunió con el personal. Con el personal abordó el tema del estrés. Instó al equipo pastoral a proteger nuestros días libres. Él mencionó que el Sábado era un mandato de la dirección de Dios que estaba creado para nuestro beneficio.

Jesús hizo un comentario acerca de ella en Marcos 2:27. “El sábado fue hecho por causa del hombre, y no el hombre por causa del sábado.” Jesús también contempló la práctica de tomar un día libre e ir a la iglesia: “Vino a Nazaret, donde se había criado; y el sábado entró en la sinagoga, conforme a su costumbre, y se levantó a leer. “(Lucas 4:16). Su observancia del día no era como el exigente legalismo de tantos a su alrededor.

Hart señaló que su investigación sobre la adrenalina indicó que el estrés aumentó para la mayoría del personal del ministerio, creando un clímax los fines de semana. Luego hubo una enorme gota de adrenalina los lunes.

Hart dijo que el lunes fue el peor día para un líder de la iglesia para empezar. Porque esa gota de adrenalina había dejado al líder gastado y deprimido. No era justo ni para el líder ni a su familia empezar el lunes.

Como resultado de tomar en cuenta las advertencias de Hart, ajusté mi horario. Ayudó a mi ministerio, ayudó a mi familia y me ayudó a mantener cierta cordura.

Así que independientemente de cuál sea su rol en el ministerio, no importa cuándo su ministerio de picos de estrés, asegúrese de combinar su tiempo de estrés con un tiempo de inactividad. Pero no hagas eso tu día libre, tu Sábado. Hazlo un día para mezclar el papel, o para hacer tareas que no requieren de mucha energía. Por el amor de Dios, por el bien de su familia, por su propio bien, haz tu día libre diferente. Interrumpa la acumulación de estrés y tome tiempo libre justo antes de dar un máximo rendimiento. Esto dará como resultado un pico de adrenalina

ligeramente más bajo y cuando la adrenalina cae, no caerá hasta ahora. Por ejemplo, si usted es un predicador, tome el viernes o el sábado como día libre.

Para un estudio más detallado, vea el libro de Archibald Hart (Adrenaline and Stress: The Exciting New Breakthrough That Helps You Overcome Stress Damage.

Social media with a Purpose

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

Social media can be beneficial because it allows interaction, can expand ministry, creates an environment for learning, and keeps people connected. Psychologists suggest that social media fills the human need to feel part of something larger than oneself. But at the same time, social media represents a number of challenges. Several studies show that our body releases endorphins when we receive a new message, the same substance we enjoy after doing intense exercise. Responding to them or narrating our daily activities can become a compulsive behavior, accentuated by the fact that throughout the whole day we carry in our pockets the opportunity to do it. Without awareness of this, people are at the mercy of their screens pursuing an instant gratification instead of finding it in real life and in their immediate surroundings.

In order to live a balanced, abundant life, it is important to establish limits on how and when to use social media. Some never set boundaries and can go for years in constant connection, even waiting up at night for each new notification. But if Jesus is the Lord of our lives, we must ask ourselves very sincerely what time he wants us to stay connected and for what purpose. Is it necessary to share that post? Does it have any use? Should I share this experience later to fully live it now with my family? Am I looking for approval? Are there any better ways to validate me? Do I care about a stranger’s opinion? Is it part of my service to God to remain compulsively aware of the online gossip? They are all valid questions that demand a responsible stewardship of our time.

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Portuguese blog:

Mídia social com um propósito

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A mídia social pode ser benéfica porque permite a interação, pode expandir o ministério, criar um ambiente para aprender e manter as pessoas conectadas. Os psicólogos sugerem que a mídia social preenche a necessidade humana de se sentir parte de algo maior do que a si mesmo. Mas, ao mesmo tempo, as mídias sociais representam uma série de desafios. Vários estudos mostram que nosso corpo libera endorfinas quando recebemos uma nova mensagem, a mesma substância que desfrutamos depois de fazer um exercício intenso. Responder a eles ou narrar nossas atividades diárias torna-se um comportamento compulsivo, acentuado pelo fato de que durante todo o dia carregamos nos nossos bolsos a oportunidade de fazê-lo. Sem consciência disso, as pessoas estão à mercê de suas telas buscando uma gratificação instantânea em vez de encontrá-la na vida real e em seus arredores imediatos.

Para viver uma vida equilibrada e abundante, é importante estabelecer limites sobre como e quando usar as mídias sociais. Alguns nunca estabelecem limites e podem passar anos em conexão constante, até mesmo aguardando a noite toda por cada nova notificação. Mas se Jesus é o Senhor de nossas vidas, devemos nos perguntar muito sinceramente qual o momento que Ele quer que fiquemos conectados e para que propósito. É necessário compartilhar mensagens? Tem algum uso? Devo compartilhar essa experiência mais tarde para viver plenamente agora com minha família? Estou à procura de aprovação? Existem maneiras melhores de me validar? Eu me preocupo com a opinião de um estranho? Faz parte do meu serviço a Deus manter-se compulsivamente ciente da fofoca online? São todas questões válidas que exigem uma administração responsável do nosso tempo.

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Conectándose a las redes sociales con propósito

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Las redes sociales permiten hacer nuevos contactos, expandir el ministerio, compartir lo que se ha aprendido, aprender de otros, estar informados, entretenidos y conectados. Los psicólogos sugieren que las redes sociales llenan la necesidad humana de sentirse parte de algo más grande que uno mismo. Pero al mismo tiempo, las redes representan un buen número de desafíos. Diversos estudios demuestran que nuestro organismo libera endorfinas, la misma sustancia que disfrutamos después de hacer ejercicio intenso, cuando recibimos un nuevo mensaje. El responder a ellos o el narrar nuestras actividades diarias se vuelve una conducta compulsiva, acentuada por el hecho de que la oportunidad de hacerlo la portamos todo el día en nuestros bolsillos. Sin conciencia de ello las personas se ven a merced de sus pantallas persiguiendo una gratificación instantánea en lugar de encontrarla en la vida real y en su entorno inmediato.

A fin de vivir plenamente es importante establecer límites de cómo y cuándo se usan las redes. La costumbre nos ha hecho olvidar que podemos desconectarnos de una red. Y, así, permanecemos años sin salir de ellas. Algunos continúan conectados incluso por las noches pendientes de cada nueva notificación. Pero si Jesús es el Señor de nuestras vidas, debemos preguntarnos muy sinceramente qué tiempo desea él que permanezcamos conectados y con qué fin. ¿Es necesario compartir esto? ¿Tiene utilidad? ¿Debo compartir esta experiencia después para vivirla plenamente ahora con mi familia? ¿Busco validación? ¿No hay mejores maneras de validarme? ¿Me preocupa la opinión de un desconocido? ¿Es parte de mi servicio a Dios el permanecer compulsivamente pendiente del chismorreo en línea? Todas son preguntas válidas que nos demandan una mayordomía responsable de nuestro tiempo.

The Problem of Popularity

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By Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

Jeremiah 20:9 says, “And if I say, I will not make mention of him, nor speak any more in his name, then there is in my heart as it were a burning fire shut up in my bones, and I am weary with forbearing, and I cannot contain”(NIV)

The prophet Jeremiah after being imprisoned by the authorities in the house of the Lord, wanted to stop speaking in the name of the Lord. However, a burning fire inside prevented him from desertion and forsaking his calling. Jeremiah wanted to serve the Lord but without suffering the consequences of that service. He wanted to preach the Word of God but also wanted to be accepted by the people.

The scripture tells us that faithfully preaching God’s Word gives rise to unpopularity. Where does the desire for popularity come from? The desire for popularity is the desire to be loved and accepted by others. Often those who have been rejected in childhood want to be popular and accepted by the masses. Jeremiah manifested this feeling of rejection when he said, “Ah! Ah, Lord God! Behold, I cannot speak, because I am a child” (Jeremiah 1: 6). Jeremiah was not a child but he felt like that. This word “child” refers to a servant, someone who lacks the ability to lead others. It is probable that Jeremiah suffered some kind of rejection that created the desire for popularity.

In the New Testament we see another character, Diotrephes, who longed for popularity and liked to have the first place (3 John 9). He did not want to receive the apostles and especially the authoritative word that came from them (Ephesians 2:20). The desire for popularity can lead us to reject unpopular contents of the Word of God in order to accommodate the whims and desires of popular opinion  (2 Timothy 4:3).

The problem with wanting  popularity is not only the danger of compromising God’s Word but also the danger of rebellion as we can see in the actions of Absalom against David to gain the favor of the people (2 Samuel 15: 1-6), in Herod’s arrest of Christians (Acts 12: 1-3), in Felix’s imprisonment of Paul (Acts 24:27), and the persecution by Festus (Acts 25: 9). The one who seeks popularity can even betray his own brethren (Matthew 10:21) and injure the Church of the Lord, as Diotrephes did in his longing for  popularity. If someone has a desire for popularity, it’s best to first heal the wounds of rejection and learn to first please God and to obey his Word.

Blessings from Above

Ptr. Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, D.D.

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do google. Publicaremos a tradução normal no site da JCG assim que chegar.

O problema da popularidade

Por Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

Jeremias 20: 9 diz: “E, se eu disser, não o farei menção, nem falarei mais em seu nome, então há em meu coração, como se fosse um fogo ardente, calado nos meus ossos, e estou cansado Com tolerância, e não posso conter “(NIV)

O profeta Jeremias depois de ser preso pelas autoridades na casa do Senhor, queria parar de falar em nome do Senhor. No entanto, uma incêndio ardente no interior o impediu de desertar e abandonar sua vocação. Jeremias queria servir o Senhor, mas sem sofrer as consequências desse serviço. Ele queria pregar a Palavra de Deus, mas também queria ser aceito pelo povo.

A escritura nos diz que a pregação fiel da Palavra de Deus dá origem à impopularidade. De onde vem o desejo de popularidade? O desejo de popularidade é o desejo de ser amado e aceito por outros. Muitas vezes, aqueles que foram rejeitados na infância querem ser populares e aceitos pelas massas. Jeremiah manifestou esse sentimento de rejeição quando disse: “Ah! Ah, Senhor Deus! Eis que não posso falar, porque eu sou criança” (Jeremias 1: 6). Jeremiah não era uma criança, mas sentia-se assim. Esta palavra “criança” refere-se a um servo, alguém que não possui a capacidade de liderar os outros. É provável que Jeremias sofresse algum tipo de rejeição que criou o desejo de popularidade.

No Novo Testamento vemos outro personagem, Diotrephes, que desejava popularidade e gostava de ter o primeiro lugar (3 João 9). Ele não queria receber os apóstolos e especialmente a palavra autoritária que veio deles (Efésios 2:20). O desejo de popularidade pode nos levar a rejeitar conteúdos impopulares da Palavra de Deus para acomodar os caprichos e desejos da opinião popular (2 Timóteo 4: 3).

O problema com a vontade de popularidade não é apenas o perigo de comprometer a Palavra de Deus, mas também o perigo de rebelião, como podemos ver nas ações de Absalão contra Davi para ganhar o favor do povo (2 Samuel 15: 1-6), em Herodes Prisão de cristãos (Atos 12: 1-3), no aprisionamento de Paulo por Felix (Atos 24:27), e a perseguição por Festo (Atos 25: 9). Aquele que procura popularidade pode até trair seus próprios irmãos (Mateus 10:21) e ferir a Igreja do Senhor, como Diotrephes fez em sua saudade de popularidade. Se alguém tem um desejo de popularidade, é melhor primeiro curar as feridas da rejeição e aprender primeiro a Deus e a obedecer sua Palavra.

Bênçãos de cima

Ptr. Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, D.D.

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La Busqueda De La Popularidad

por Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

“Jeremías 20:9 Y dije: No me acordaré más de él, ni hablaré más en su nombre; no obstante, había en mi corazón como un fuego ardiente metido en mis huesos; traté de sufrirlo, y no pude”.

El profeta Jeremías después de ser encarcelado por las autoridades de la casa del Señor, como el príncipe Pasur, por profetizar, desea desertar no quiere hablar más en el nombre del Señor. Sin embargo, un fuego ardiente en su interior impide su deserción. Jeremías quería servir al Señor pero sin padecer las consecuencias de ese servicio, quería predicar la palabra de Dios pero con popularidad, siendo aceptado por la gente.

La escritura muestra en todo su contexto que la fiel predicación de la palabra de Dios da lugar a la impopularidad. ¿De dónde viene el deseo de popularidad? El deseo de popularidad es el deseo de ser querido y aceptado por los demás, es una carencia que procede de algún tipo de rechazo generalmente sufrido en la infancia. Jeremías manifestó este sentimiento de rechazo cuando dijo aquello de “¡Ah! ¡ah, Señor Dios! He aquí, no sé hablar, porque soy niño (Jer 1:6). Jeremías no era un niño pero así se veía. Esta palabra niño se refiere a criado, mandado, a alguien que carece de capacidad para liderar a otros. Es probable que Jeremías haya sufrido algún tipo de rechazo por su forma de hablar a otros y eso creara el deseo de popularidad.

Solo encontramos en el nuevo testamento un personaje con el deseo de popularidad, Diótrefes, que le gustaba tener el primer lugar (3Jn. 9) y que no quería recibir a los apóstoles, es decir no quería recibir la palabra de Dios porque los apóstoles en aquel entonces representaban la palabra de Dios (Efes. 2:20). El deseo de popularidad nos puede llevar a rechazar determinados contenidos impopulares de la palabra de Dios y acomodar la palabra de Dios al oido de la gente, que es una de las cosas que vivimos en estos últimos tiempos con algunos siervos del Señor (2Tim. 4:3), especialmente los que buscan popularidad.

El problema de la búsqueda de popularidad no termina solo ahí, en acomodar la palabra de Dios, sino en acciones para ganar popularidad, como vemos en la rebelión de Absalón contra David para ganarse el favor del pueblo (2Sam 15:1-6), el arresto de los Cristianos por parte de Herodes para lo mismo (Hech 12:1-3), o el encarcelamiento de Pablo por parte de Felix (Hch 24:27), o la persecución por parte de Festo (Hech. 25:9). El que busca la popularidad será capaz de entregar a sus propios hermanos (Mat. 10:21) y de perjudicar a la Iglesia del Señor, como Diótrefes, por causa de su popularidad. Si alguien tiene deseos de popularidad, es mejor que sane sus heridas de rechazo, porque buscar el favor de los hombres o tratar de agradarles, la búsqueda de popularidad, lleva a dejar de ser siervo de Cristo como dijo el Apóstol Pablo en Gálatas 1:10.

Bendiciones de lo Alto

Ptr. Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, D.D.

The Exhausted Leader

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By Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

“Consider him who suffered such a contradiction of sinners against himself, so that your spirit does not tire until it faints” (Hebrews 12: 3).

It is terrible to fall into the Exhausted leader syndrome. It is that leader who begins with a great flare, like when you light a match, but is then slowly consumed, until little is done for the kingdom.

Hebrews 12:3 shows us that working with sinners depletes our psychological resources. It makes you reach a point that you cannot give more, that you have reached your limit, and are at the point of depression. And then you change your attitude in an attempt to protect yourself, and you begin to serve God as something foreign to you, as if the church or the work of God had nothing to do with you. You become distant and put rules and labels on everything and everyone. You only do the bare minimum, what protocol demands and nothing else. And service to God becomes a struggle, like Jacob’s fight with God (Gen 32), and that struggle causes more exhaustion and then you feel like a victim of those you help or serve. You begin to blame it on your situation and frustrations.

This is how Elijah felt when he fell down under the tree of death, the juniper, and said, “ … It is enough, O Lord …” (1 Kings 19: 4). Elijah arrived at the worst and most dangerous state that a leader of God can reach, the state of feeling that he is worthless to himself and God.

And often in this  emotional state of exhaustion, the leader can only  see two solutions: 1. Leave the ministry  2. Work harder,  thinking that failure is the result of lack of effort.

However neither of these solutions solve the problem because what has been lost is not the desire or effort, but the mission. Consider why and for whom we are doing what we do. That is why the text says, “Consider the one who suffered …” (Hebrews 12: 3). The solution is to consider Jesus in order to recover the mission, the purpose for our task. We have a task that is spiritual and can only be sustained by faith. When exercising faith, we do not grow weary because it holds us firm in the work (2 Thessalonians. 3:13).

When the leader recovers the objective, which is Christ, he or she will leave behind depression and depletion, and as it says in Hebrews 12: 3, the leader will not faint.

Blessings from Above

Ptr. Ángel Manuel Hernández, D.D.

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Portuguese blog

O Líder Exausto

Por Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

“Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem se desanimem” (Hebreus 12:3).

É terrível cair na síndrome do líder esgotado. É aquele líder que começa como uma grande labareda, como quando você acende um fósforo, mas permanece em uma pequena chama, que é lentamente consumida, até fazer pouco para o reino.

Hebreus 12:3 nos mostra que trabalhar com os pecadores esgota nossos recursos psicológicos. Isso faz você chegar a um ponto em que você não pode dar mais, que você atingiu seu limite e está no ponto da depressão. E então você muda sua atitude como uma tentativa de se proteger, e você começa a servir a Deus como algo estranho para você, como se a igreja ou a obra de Deus não tivessem nada a ver com você. Você se afasta e coloca regras e rótulos em tudo e em todos. Você faz apenas o mínimo, o que o protocolo exige e nada mais. E o serviço a Deus se torna uma luta, como a luta de Jacó com Deus (Gen. 32), e essa luta causa mais exaustão e então você se sente vítima daqueles que você ajuda ou serve. Você começa a culpar esse cenário por sua situação e frustrações.

Foi assim que Elias sentiu quando caiu sob a árvore da morte, o zimbro e disse: “… Já basta, ó Senhor…” (1 Reis 19:4). Elias chegou ao pior e mais perigoso estado que um líder de Deus pode alcançar, o estado de sentir que não tem valor para si mesmo e para Deus.

E muitas vezes neste estado emocional de exaustão, o líder só pode ver duas soluções: 1. Deixar o ministério, ou 2. Trabalhar mais e pensar que o fracasso é o resultado da falta de esforço. No entanto, nenhuma dessas soluções resolve o problema porque o que foi perdido não é o desejo ou o esforço, mas a missão. Considere por que e para quem estamos fazendo o que fazemos. É por isso que o texto diz: “Pensem bem naquele que suportou…” (Hebreus 12:3). A solução é considerar Jesus para recuperar a missão, o sentido de nossa tarefa. Temos uma tarefa espiritual e que só pode ser sustentada pela fé. Ao exercer a fé, não nos cansamos porque ela nos mantém firmes na obra (2 Tessalonicenses 3:13).

Quando o líder recupera o objetivo, que é Cristo, ele ou ela vai deixar a depressão e o esgotamento, e como diz em Hebreus 12:3, o líder não vai desanimar.

Bênçãos do alto

Pr. Ángel Manuel Hernández, D.D.

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El Líder Fósforo

por Ángel Manuel Hernández, D.D., www.facebook.com/pastorfuerteventura/

“Considerad a aquel que sufrió tal contradicción de pecadores contra sí mismo, para que vuestro ánimo no se canse hasta desmayar” (Hebreos 12:3).

Es terrible caer en el síndrome del líder fósforo. Es ese líder que comienza con una gran llamarada, como cuando enciendes un fósforo, pero luego se queda en una sencilla llamita, que poco a poco se va consumiendo, hasta quedarse en un palito quemado, que para poco sirve.

Hay líderes que están como un fósforo, quemados. ¿Por qué? Este texto nos muestra que trabajar con pecadores quema, agota nuestros recursos psicológicos. Te hace llegar a un punto en el que sientes que no puedes dar más, que has llegado a tu limite, se perecen a los síntomas de una depresión. Y entonces cambias de actitud como intento de protegerte, y comienzas a servir a Dios pero como a algo ajeno a ti, extraño, como si la iglesia o la obra de Dios no tuviera nada que ver contigo. Te muestras distantes, le pones normas o etiquetas a todo y a todos, sólo haces lo que el protocolo exige y nada más. Y el servicio a Dios se convierte en una lucha, como la lucha de Jacob con Dios (Gen 32), y esa lucha provoca más agotamiento y entonces te sientes una víctima de aquellos a los que ayudas o sirves, y comienzas a echarle la culpa de tu estado y de tus frustraciones. Así se sintió Elías, cuando se echó debajo del árbol de la muerte, el enebro, y dijo: “…Basta ya, oh Señor…” (1Rey 19:4). Elías llegó al peor y más peligroso estado al que puede llegar un líder de Dios, el estado de sentir que no vale para eso, que no vale para ser lider, para ese servicio a Dios.

Y tu estado sólo te deja ver dos soluciones, dejar el liderazgo o por el contrario, lanzarte a un mayor esfuerzo, pensando que el fracaso es fruto de la falta de esfuerzo. Sin embargo ninguna de estas dos soluciones valen, porque lo que se ha perdido no son las ganas, ni el ánimo, ni las fuerzas, sino la misión. El considerar porque y para quién estamos haciendo lo que hacemos. Por eso el texto dice “Considerad a aquel que sufrió…” (Heb 12:3). La solución está en considerarle a él, volver a recuperar la misión, el sentido de nuestra tarea. Nosotros tenemos una tarea que es espiritual y que sólo puede ser sostenida por la fe. Si la tarea que nosotros realizamos la realiza alguien sin fe, abandona desde el primer día. Pero nosotros no nos cansamos gracias a nuestra fe (2Tes 3:13), ella nos sostiene firmes en el trabajo. Esa fe esta activa en nosotros y en la tarea, porque no dejamos de mirar a Jesús, de considerarle a él, que es autor de la fe (Heb 12:2).

Recupera tu objetivo que es Cristo, considerable a él y saldrás del síndrome del líder fósforo, y como dice hebreos 12:3, tu ánimo nunca desmayará.

Bendiciones de lo Alto

Ptr. Ángel Manuel Hernández, D.D.

Enjoy Your Life!

By Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Yesterday, I stopped at a red light and there was a man at the corner with a cardboard sign that said, “Anything helps.”  I handed the gentleman crackers that I keep in my car for such occasions, and he said with a big smile, “Thank you! Do something fun today!”  This caught me off guard, so I said, “I’ll try!”  As I drove away, I thought to myself, “What do I have planned for fun today?”  This thought led to a trail of other thoughts that ended with, “Am I really enjoying my life?”

At the beginning of each year, I start fresh and create goals and hopes for what the new year will bring.  This always includes having one “Sabbath” day of each week.  I heard once that a “Sabbath” can be any 24-hour period that is set apart for rest.  In theory this is an easy concept to practice; in reality I struggle to regularly live this out each week.  So I have to make a plan, and I follow it as much as possible, although I am constantly having to go back to square one.

The first step is to mark off the day or time.  Our calendars fill up quickly.  If we don’t make a plan then we will quickly be overcome by having too much to do.  Put time in your schedule each week a time for refreshment. When people ask you to do something during this time, guard it carefully.  If you already have it marked off say, “I am not available during that time.”  If you have an assistant, then ask him or her to help you guard that time as well.

The next step is to find something to do that you enjoy.  Pick a hobby or go back to an old one.  You may read or write; you may enjoy walking or hiking; or you may garden or knit.  Find something that makes you smile when you think about it.  Plan to do this once a week or for a few minutes each day.

Lastly, look at your life and see who you enjoy spending time with regularly.  This looks differently for everyone!  Since I have no children to call my own, I have two cute members of my family, Kayley and Kara, (eight year-old twins) that I enjoy spend time with when I am feeling overwhelmed or tired.  Children have a way of making you laugh by bringing out the natural wonder of life, if you let them.  However this is probably not the way that a children’s pastor would feel refreshed, so find something that suits you.  Go on a date with your spouse, meet up with a friend for a planned activity, or just be alone and enjoy the quietness.

This week make plans to enjoy your life!  Do something fun!  Ride a roller coaster, plan a vacation, sleep without setting an alarm clock… Or dare I say it… turn off your phone.  Whatever you need to do, take time for refreshing your soul and breathe deeply in this life that God has given you!

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Portuguese blog:

Aproveite Sua Vida!

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Ontem, eu parei em um farol vermelho e havia um homem na esquina com um cartaz de papelão que dizia: “Qualquer coisa ajuda”. Eu entreguei ao cavalheiro bolachas que eu sempre tenho no meu carro para tais ocasiões, e ele disse com um grande sorriso: “Obrigado! Faça algo divertido hoje!”. Isso me surpreendeu, então eu disse: “Vou tentar!”. Enquanto eu dirigia, pensei comigo: “O que eu planejei para ter diversão hoje?”. Este pensamento me levou a uma trilha de outros pensamentos que acabaram com: “Eu estou realmente aproveitando a minha vida?”

No começo de cada ano, começo renovada e crio metas e esperanças para o que o ano novo trará. Isso sempre inclui ter um dia sabático a cada semana. Ouvi uma vez que um “Sabbath” pode ser qualquer período de 24 horas que seja separado para descansar. Em teoria, este é um conceito fácil de praticar; na prática, eu luto para realmente viver regularmente toda semana. Então eu tenho que fazer um plano e eu o sigo o máximo possível, embora eu constantemente tenha que voltar para a estaca zero.

O primeiro passo é marcar o dia ou a hora. Nossos calendários são preenchidos rapidamente. Se não fizermos um plano, seremos rapidamente dominados por termos muito a fazer. Separe semanalmente um tempo em sua agenda para se renovar. Quando as pessoas pedirem que você faça algo durante esse período, proteja-o com cuidado. Se você já o marcou, diga: “Não estou disponível durante esse período”. Se você tem um assistente, então lhe peça para ajudá-lo a guardar esse período também.

O próximo passo é encontrar algo para fazer que você goste. Escolha um hobby ou faça um antigo. Você pode ler ou escrever; você pode andar ou fazer caminhadas; ou você pode jardinar ou tricotar. Encontre algo que te faça sorrir ao pensar sobre isso. Planeje fazer isso uma vez por semana ou por alguns minutos por dia.

Por fim, olhe para a sua vida e veja com quem você gosta de passar o tempo regularmente. Isso parece diferente para cada pessoa! Já que não tenho filhos, tenho dois membros fofos da minha família, Kayley e Kara, (gêmeos de oito anos de idade) com quem eu gosto de passar algum tempo quando estou me sentindo sobrecarregada ou cansada. As crianças têm uma maneira de te fazer rir trazendo a maravilha natural da vida, se você deixá-las. No entanto, este provavelmente não é a forma com a qual um pastor de crianças se sentiria renovado, então encontre algo que se adapte a você. Vá a um encontro com o seu cônjuge, encontre-se com um amigo para uma atividade planejada, ou fique sozinho e aproveite a tranquilidade.

Nesta semana faça planos para aproveitar a sua vida! Faça algo divertido! Vá numa montanha-russa, planeje férias, durma sem colocar um despertador… Ou ouso dizer… Desligue seu telefone. Qualquer coisa que você precise fazer, tome tempo para renovar sua alma e respirar profundamente nesta vida que Deus lhe deu!

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¡Disfruta tu vida!

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Ayer, me detuve en el semáforo y había un hombre en la esquina con un cartel que decía: “Todo ayuda.” Le di algunas galletas que guardó en mi coche para ocasiones como esta, y él me dijo con una gran sonrisa , “¡Gracias! ¡Haz algo divertido hoy! “Esto me sorprendió, así que le dije:” ¡Lo intentaré! “Mientras me alejaba, pensé:” ¿Qué tengo planeado para divertirme hoy? “Este pensamiento condujo a un serie de más pensamientos que terminaron con esta pregunta “¿Estoy verdaderamente disfrutando mi vida?”

Al principio de cada año, empiezo fresco y me propongo metas y esperanzas para lo que el nuevo año traerá. Esto siempre incluye tener un día  “Sábado” en cada semana. Escuche en alguna ocasión que un “sábado” puede ser cualquier período de 24 horas que se establece aparte, para el descanso. En teoría, este es un concepto fácil de practicar; pero en realidad me esfuerzo para vivir de manera constante este principio cada semana. Así que tengo que hacer un plan, y lo sigo tanto como sea posible, aunque siempre tengo que volver al punto de partida.

El primer paso es marcar el día o el tiempo, nuestros calendarios se llenan muy rápido. Asi que, si no hacemos un plan, rápidamente estaremos abrumados por tener mucho que hacer. Haz tiempo en tu horario cada semana para poder refrescarte. Cuando las personas te pidan que hagas algo durante este tiempo, apartalo cuidadosamente. Si ya lo tienes reservado, dí: “No estoy disponible en ese momento”. Si tienes un asistente, pídele que también te ayude a cuidar de ese tiempo.

El siguiente paso es encontrar algo que hacer y que lo disfrutes. Escoge un pasatiempo o regresa a uno que solias tener.  Puedes leer o escribir; puedes disfrutar de ir a caminar o ir de excursión; O puedes cuidar de tu jardín o tejer. Encuentra algo que te haga sonreír cuando pienses en ello. Planea hacer esto una vez por semana o por algunos minutos todos los días.

Por último, busca a tu alrededor y mira con quién te gusta pasar tu tiempo. Esto puede ser diferente para todos! Ya que no tengo hijos propios, tengo dos lindos miembros de mi familia, Kayley y Kara, (gemelas de ocho años) con las que disfruto pasar el tiempo cuando me siento abrumado o cansado. Los niños tienen una manera de hacerte reír, con la que hacen resaltar la maravilla natural de la vida, si tu asi se los permites. Sin embargo, esta probablemente, no es la forma en la que un pastor de niños se sentirá renovado, así que este debe encontrar lo que más le convenga. Ir a una cita con su cónyuge, reunirse con un amigo para una actividad planificada, o simplemente estar solo y disfrutar de la tranquilidad.

Esta semana haz planes para disfrutar de tu vida! ¡Haz algo divertido! Súbete a una montaña rusa, planifica unas vacaciones, duerme sin poner configurar tu alarma… O me atrevería a decir que … apagues el celular. Haz todo lo que necesites hacer, toma tiempo para refrescar tu alma y respirar profundamente en esta vida que Dios te ha dado!

Take a Day Off

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By Joel Comiskey, check out  coaching 

I overworked one spring to the point of exhaustion. I didn’t faithfully keep my day off, didn’t take care of my body, and eventually caught bronchitis. I had a teaching commitment at the time that I couldn’t cancel. I remember the sleepless nights wheezing and coughing, knowing that I had to teach the next day. As I look back at those exhausting days, I now realize that I tried to cram way too much work into a limited time period and ended up imbalanced.

God made the human body to run effectively for only six days out of the week—not seven. Genesis 2:2–3 declares, “By the seventh day God had finished the work he had been doing; so on the seventh day he rested from all his work. And God blessed the seventh day and made it holy, because on it he rested from all the work of creating that he had done.”

I don’t believe that we need to rest on one specific day (e.g., Saturday or Sunday). Pastors, for example, are busiest on Sundays, and have a hard time resting on that day. Whatever day you choose, the goal is to truly rest on that day.

Your 24-hour day of rest should not have a lot of rules and regulations (e.g., can’t do this, can’t do that, etc.). You will need to do some work, for example, to survive—like washing the dishes and taking out the trash. But as much as possible try to avoid the regular, job-related work that you do the other six days of the week. Leviticus 23:7–8 says, “On the first day hold a sacred assembly and do no regular work. For seven days present an offering made to the Lord by fire. And on the seventh day hold a sacred assembly and do no regular work.” The emphasis is on “regular work.” On your day off you should cease to do those things that are part of your normal work load. Give yourself a break and do only those things that help you relax and feel refreshed.

On my day off, for example, I try to avoid anything and everything that sounds like normal work. I only read books that are non-work related. I don’t check my email on my day off, and as a family we don’t answer the phone. My wife and I have both agreed not to talk about stressful, work-related topics between ourselves on our day off. I want to rest my mind—not engage it with the problems and stresses of the other six days. I do sleep a lot, take walks, and enjoy family, food, and anything that is restful.

Remember that after six days, we just naturally run out of gas. If we go against God’s norms, we’ll eventually pay a costly price. I don’t believe any of us are so indispensable that we can neglect our own bodies and souls by not taking a day off.

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Tire um dia de folga

Por Joel Comiskey

Eu sobrecarregava uma primavera até o ponto de exaustão. Eu não mantive fielmente meu dia de folga, não cuidei do meu corpo e, eventualmente, peguei bronquite. Eu tinha um compromisso de ensino no momento em que não consegui cancelar. Lembro-me das noites sem dormir engasgando e tossindo, sabendo que eu tinha que ensinar no dia seguinte. Enquanto olho para esses dias cansativos, agora percebo que tentei trabalhar muito em um período de tempo limitado e acabei desequilibrado.

Deus fez o corpo humano correr efetivamente por apenas seis dias fora da semana – e não sete. Gênesis 2: 2-3 declara: “No sétimo dia, Deus havia concluído o trabalho que fazia; Assim, no sétimo dia, ele descansou de todo o seu trabalho. E Deus abençoou o sétimo dia e o fez santo, porque nisto descansou de todo o trabalho de criar o que tinha feito “.

Eu não acredito que precisamos descansar em um dia específico (por exemplo, sábado ou domingo). Os pastores, por exemplo, estão mais ocupados aos domingos, e têm dificuldade em descansar naquele dia. Seja qual for o dia que você escolher, o objetivo é realmente descansar nesse dia.

Seu dia de descanso de 24 horas não deve ter muitas regras e regulamentos (por exemplo, não pode fazer isso, não pode fazer isso, etc.). Você precisará fazer algum trabalho, por exemplo, para sobreviver – como lavar a louça e tirar o lixo. Mas, tanto quanto possível, tente evitar o trabalho regular, relacionado ao trabalho que você faz nos outros seis dias da semana. Levíticos 23: 7-8 diz: “No primeiro dia, mantenha uma assembleia sagrada e não faça nenhum trabalho regular. Por sete dias apresente uma oferta feita ao Senhor por fogo. E no sétimo dia mantenha uma assembleia sagrada e não faça nenhum trabalho regular. “A ênfase é no “trabalho regular “. No seu dia de folga, você deve deixar de fazer as coisas que fazem parte da sua carga de trabalho normal. Dê uma pausa e faça apenas as coisas que ajudam você a relaxar e se sentir atualizado.

No meu dia de folga, por exemplo, tento evitar tudo e qualquer coisa que pareça um trabalho normal. Eu só leio livros que não são relacionados ao trabalho. Não verifico meu e-mail no meu dia de folga e, como família, não atendemos o telefone. Minha esposa e eu concordamos em não falar de tópicos estressantes e relacionados ao trabalho entre nós no nosso dia de folga. Eu quero descansar a minha mente – não engajá-la com os problemas e tensões dos outros seis dias. Eu durmo muito, faço caminhadas e aprecio a família, a comida e tudo o que é de repouso.

Lembre-se de que, após seis dias, simplesmente ficamos sem gás. Se nos opormos às normas de Deus, acabaremos pagando um preço dispendioso. Eu não acredito que nenhum de nós é tão indispensável que podemos negligenciar nossos próprios corpos e almas ao não tirar um dia de folga

Spanish blog:

Tómate  un día libre

Por Joel Comiskey

En una primavera me sobrecargé  hasta llegar al punto del agotamiento. No guardé de manera fiel mi día libre, no cuidé mi cuerpo, y con el tiempo una bronquitis me atrapó. En ese momento tenia un compromiso para enseñanzar, el cual no podía cancelar. Recuerdo esas noches sin dormir mientras estaba temblando y tosiendo, sabiendo que tenía que enseñar al día siguiente. Ahora, al mirar hacia atrás y recordar esos días agotadores, me doy cuenta de que traté de hacer demasiado trabajo en un limitado período de tiempo y todo terminó en desequilibrio.

Dios hizo que el cuerpo humano funcionará de manera eficaz por sólo seis días de la semana, no siete. Génesis 2: 2-3 declara: “Al llegar el séptimo día, Dios descansó porque había terminado la obra que había emprendido. Dios bendijo el séptimo dia, y lo santificó, porque en ese día descansó de toda su obra creadora”.

No creo que necesitamos descansar en un día específico (por ejemplo, el sábado o el domingo). Los pastores, por ejemplo, están más ocupados los domingos y tienen dificultades para descansar ese día. Cualquiera que sea el día que elijas, el objetivo es que realmente descanses ese día.

Tu día de descanso de 24 horas no debería tener muchas reglas y regulaciones (por ejemplo, no puedes hacer esto, no puedes hacer eso, etc.). Tendrás que hacer algún trabajo, por ejemplo, para sobrevivir, como lavar los platos y sacar la basura. Pero, en la medida de lo posible, trata de evitar el trabajo, relacionado con el trabajo que realizas los otros seis días de la semana. Levítico 23: 7-8 dice: “El primer día celebraran una fiesta solemne en su honor; ese día no harán ningún trabajo. Durante siete días presentaran al Señor ofrendas por fuego, y el septimo día celebraran una fiesta solemne en su honor; ese día no harán ningún trabajo.” El énfasis está en “ningún trabajo.” En tu día libre debes dejar de hacer las cosas que son parte de tu carga de trabajo normal. Darse un respiro y hacer sólo aquellas cosas que te ayudan a relajarte y sentirte fresco.

En mi día libre, por ejemplo, trato de evitar cualquier cosa y todo lo que suene parecido a trabajo diario. Sólo leo libros que no están relacionados con el trabajo, no reviso mi correo electrónico, y como familia hemos acordado no contestar el teléfono. Mi esposa y yo también hemos acordado no hablar de temas estresantes, relacionados con el trabajo en nuestro día libre. Quiero descansar mi mente, no comprometerme con los problemas y las tensiones de los otros seis días. Duermo mucho, tomo paseos, y disfruto de la familia, la comida y todo lo que sea relajante.

Recuerda que después de seis días, naturalmente nos quedamos sin gasolina. Si vamos en contra de las normas de Dios, al final pagaremos un precio muy alto. No creo que ninguno de nosotros sea tan indispensable que podamos descuidar nuestros propios cuerpos y almas al no tomar un día libre.