Benefits of a Cell Definition

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

For some years now, Elim has adopted the definition of a cell that I have so often heard from Joel Comiskey: “A cell is a group of 3 to 15 people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelizing, building community and edification, committed to the functions of the local church and who make disciples who make other disciples with the goal of multiplication.” This definition is quite integral and has served to make decisions at different times in our work.

As I have explained at other times, we learned about the cell work from the first books of Pastor Cho that were translated into Spanish. One of them was called “Family Groups and Church Growth.” From that title, we adopted the name of “family groups” to refer to cells. That created a mental relationship between families and small meetings. It was installed in our brain the idea that a house was needed in order for a cell to exist. We resisted the idea of calling a group of students who did not meet in a house but at school or university a cell.

Over time, and by adopting the definition of cell, again and again the question was raised as to whether or not student meetings were cells because they did not take place in a house. At that point, it became useful to have a definition. The students were a group of 3 to 15 people who met weekly very far from the church building, in schools and universities. They did it with the purpose of evangelizing, building community, and edifying each other. They were engaged with the local church and made disciples who made other disciples. That is, they fulfilled all the conditions of a cell.

This is a simple example of how having a clear cell definition can help us at times when questions arise.

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Portuguese blog:

Benefícios de uma Definição de Célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Há alguns anos, a Igreja Elim adotou a definição de célula que sempre ouvi Joel Comiskey falar: “Uma célula é um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com a finalidade de evangelizar, construir comunidade e edificação, comprometidas com as funções da igreja local e que fazem discípulos que fazem outros discípulos com o objetivo de multiplicação”. Esta definição é bastante integral e serviu para tomar decisões em momentos diferentes em nosso trabalho.

Como expliquei em outras ocasiões, aprendemos sobre o trabalho celular com os primeiros livros do Pastor Cho que foram traduzidos para o espanhol. Um deles foi chamado de “Grupos Familiares e Crescimento da Igreja” (tradução livre). A partir desse título, adotamos o nome de “grupos familiares” para nos referirmos a células. Isso criou uma relação mental entre famílias e pequenas reuniões. Foi instalada em nossos cérebros a ideia de que uma casa era necessária para que uma célula existisse. Resistimos à ideia de chamar um grupo de alunos que não se reuniam em uma casa, mas na escola ou na universidade, de célula.

Ao longo do tempo, ao adotar a definição de célula, várias e várias vezes foi levantada a questão sobre se as reuniões de estudantes eram ou não células porque não aconteciam em uma casa. Nesse ponto, tornou-se útil ter uma definição. Os estudantes eram um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontravam semanalmente, muito longe do prédio da igreja, nas escolas e universidades. Eles faziam isso com o propósito de evangelizar, construir comunidade e se edificar mutuamente. Eles estavam envolvidos com a igreja local e faziam discípulos que faziam outros discípulos. Ou seja, eles preenchiam todas as condições de uma célula.

Este é um exemplo simples de como ter uma definição de célula clara pode nos ajudar em momentos em que os questionamentos surgem.

Spanish blog:

Beneficios de una definición de célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Desde hace años en Elim adoptamos la definición de célula que tantas veces le he escuchado a Joel Comiskey: “Una célula es un grupo de 3 a 15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse y que están comprometidos con las funciones de la iglesia local y que hacen discípulos que generan a otros discípulos con la meta de multiplicarse.” Esta definición es bastante integral y nos ha servido para tomar decisiones en diferentes momentos de nuestro trabajo.

Como otras veces lo he explicado, aprendimos el trabajo celular de los primeros libros del pastor Cho que fueron traducidos al español. Uno de ellos se llamaba “Los grupos familiares y el crecimiento de la iglesia”. De ese título adoptamos el nombre de “grupos familiares” para referirnos a las células. Eso creó una relación mental entre las familias y las pequeñas reuniones. Se instaló en nuestro cerebro la idea de que para que existiera una célula se necesitaba una casa. Nos resistíamos a la idea de llamar célula a un grupo de estudiantes que no se reunían en una casa sino que en la escuela o la universidad.

Con el paso del tiempo y, al adoptar la definición de célula, una y otra vez volvía la pregunta sobre si las reuniones de estudiantes eran o no células por no realizarse en una casa. En ese punto es que nos fue útil el poseer una definición. Los estudiantes eran un grupo de entre 3 a 15 personas que se reunían semanalmente muy lejos de edificio de la iglesia, en las escuelas y universidades. Lo hacían con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse. Estaban comprometidos con la iglesia local y hacían discípulos que generaban a otros discípulos. Es decir, cumplían todas las condiciones de una célula.

Este es un ejemplo sencillo de cómo el poseer una clara definición de célula puede ayudarnos en momentos cuando surgen dudas sobre el trabajo.

The Importance of a Definition

By Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

A biological cell can be looked up in any dictionary and have a clear and concise definition. However,when it comes to the church’s cell group the definition can vary depending on the structure, the culture, the denomination, or other factors.  As pastors and church leaders, cell churches need to have a solid definition of a cell group.

Joel Comiskey writes in Home Cell Group Explosion that, “cells are open, evangelism-focused small groups entwined in the life of the church.  They meet weekly to build up each other… to spread the gospel… ultimate goal of each cell is to multiply itself…”

What is your church’s cell group definition?

If a cell church does not have a definition of what a cell group is, then EVERYTHING will become a cell group.  The definition will give boundaries and understanding to the church body.

At Celebration Church, we had a new pastor come on staff and at his previous church almost anything could be considered a small group.  After a couple of months, he said he was launching a men’s shooting cell group and a children’s Bible Club during church services.  The other pastors and I quickly explained that at Celebration the definition of a cell group is not just people getting together for fellowship, but also reaching the lost and spreading the Gospel in a way that could multiply.  (I, personally, think we should stay away from guns at group, anyway 😊)

People love to push boundaries and tend to create cells that are exclusive rather than inclusive.  Whenever I am asked if doing a particular Bible study, learning a skill, or basing a group off of a hobby could be done in cell group these are my go-to questions:

  • Will it reach the lost?
  • Can someone multiply out and have a similar effectiveness?
  • Is it open for someone to join at any time?
  • Does it build up the body of Christ?
  • Where will it meet? (Always move groups out of the church walls, if possible, to reach those that won’t come to a church building!)

What are your questions?  How do you guard your cell ministry to maintain it as the lifeblood of the church?  Go back to the definition from Home Cell Explosion and measure your groups against that.

My favorite thing about cell groups is that they can take place anywhere, with anyone attending, and meet at anytime.  Cell groups can be as creative as they need to be, and having a definition to guide them along will prevent your church from having the first underwater basket weaving choir group that only accepts members who have memorized the New Testament.

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A Importância de uma Definição

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Uma célula biológica pode ser pesquisada em qualquer dicionário e ter uma definição clara e concisa. No entanto, quando se trata do grupo de células da igreja, a definição pode variar de acordo com a estrutura, a cultura, a denominação ou outros fatores. Como pastores e líderes da igreja, as igrejas celulares precisam ter uma definição sólida de um grupo celular.

Joel Comiskey escreve em Home Cell Group Explosion que, “as células estão abertas, pequenos grupos focados em evangelismo entrelaçados na vida da igreja. Eles se reúnem semanalmente para edificarem uns aos outros…Para espalhar o evangelho…o objetivo final de cada célula é se multiplicar…”

Qual é a definição do grupo celular da igreja?

Se uma igreja celular não tem uma definição do que é um grupo celular, então TUDO se tornará um grupo celular. A definição dará fronteiras e compreensão ao corpo da igreja.

Na Igreja da Celebração, tivemos um novo pastor na equipe e em sua igreja anterior quase tudo poderia ser considerado um pequeno grupo. Depois de alguns meses, ele disse que estava lançando um grupo de células de tiro masculino e um Clube da Bíblia para crianças durante os cultos. Os outros pastores e eu rapidamente explicamos que, na Celebração, a definição de um grupo celular não é apenas pessoas se juntando para a comunhão, mas também alcançando os perdidos e espalhando o Evangelho de uma forma que poderia se multiplicar. (Eu, pessoalmente, acho que devemos ficar longe das armas no grupo, de qualquer forma 😊)

As pessoas adoram empurrar limites e tendem a criar células que são exclusivas, e não inclusivas. Sempre que me perguntam se fazer um estudo particular da Bíblia, aprender uma habilidade ou basear um grupo através de um hobby pode ser feito no grupo celular, estas são minhas perguntas:

-Alcançará o perdido?

-Alguém pode multiplicar e ter uma eficácia semelhante?

-É aberto para alguém se juntar a qualquer momento?

-Edifica o Corpo de Cristo?

-Onde se encontrará? (Sempre mova os grupos fora das muralhas da igreja, se possível, para alcançar aqueles que não irão para um prédio da igreja!)

Quais são suas perguntas? Como você protege seu ministério celular para mantê-lo como o sangue vital da igreja? Volte para a definição de Home Cell Explosion e mire seus grupos contra isso.

Minha coisa favorita sobre os grupos de células é que eles podem acontecer em qualquer lugar, com qualquer pessoa frequentando e se encontrar em qualquer momento. Os grupos de células podem ser tão criativos quanto precisam ser, e ter uma definição para orientá-los, impedirá que sua igreja tenha o primeiro grupo absurdo que só aceita membros que memorizaram o Novo Testamento.

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La importancia de una definición

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Una célula biológica se puede buscar en cualquier diccionario y tener una definición clara y concisa. Sin embargo, cuando se trata del grupo de celular de la iglesia, la definición puede variar dependiendo de la estructura, la cultura, la denominación u otros factores. Como pastores y líderes de iglesias, las iglesias celulares necesitan tener una definición sólida de un grupo celular.

Joel Comiskey escribe en Home Cell Group Explosion que “las células están abiertas, pequeños grupos enfocados en el evangelismo se entrelazan en la vida de la iglesia. Se reúnen semanalmente para fortalecerse entre sí… para difundir el evangelio… el objetivo final de cada célula es multiplicarse… ”

¿Cuál es la definición de grupo celular de tu iglesia?

Si una iglesia celular no tiene una definición de lo que es una célula, entonces TODO se convertirá en una célula. La definición dará límites y entendimiento al cuerpo de la iglesia.

En la Iglesia Celebration, tuvimos un nuevo pastor en el personal y en su iglesia anterior, casi cualquier cosa podría ser considerada una célula. Después de un par de meses, dijo que lanzaría un célula de tiro de hombres y un Club Bíblico para niños durante los servicios de la iglesia. Los otros pastores y yo rápidamente le explicamos que en Celebration, la definición de una célula no es sólo la gente que se reúna para la convivir, sino también para llegar a los perdidos y difundir el Evangelio de una manera en la que pueda multiplicarse. (Yo, personalmente, creo que debemos permanecer lejos de las armas, de todos modos 😊)

A las personas les encanta llegar a los límites y tienden a crear células que son exclusivas en lugar de ser inclusivas. Cada vez que me preguntan si alguna de estas actividades ( hacer un estudio bíblico, aprender una nueva destreza, o basar un grupo en un pasatiempo) podrian realizarse en una celula. Yo les hago estas preguntas:

¿Alcanzará a los perdidos?

¿Puede alguien multiplicar y tener la misma eficacia?

¿Es factible para que alguien se una en cualquier momento?

¿Construye el cuerpo de Cristo?

¿Dónde se reunirá? (Siempre mueve a las células fuera de las paredes de la iglesia, si es posible, para llegar a aquellos que no vienen al edificio de la iglesia!)

¿Cuáles son tus preguntas? ¿Cómo cuidas a tu ministerio celular para mantenerlo como la sangre vital de la iglesia? Vuelve a la definición de Home Cell Group Explosion y mide tus células basándote en este.

Lo que más me gusta de las células es que pueden realizarse en cualquier lugar, cualquier persona puede asistir y pueden reunirse en cualquier momento. Los grupos celulares pueden ser tan creativos como necesiten serlo; pero tener una definición para guiarlos, evitará que su iglesia tenga el primer grupo de coristas acuáticos que solo acepten miembros que hayan memorizado el Nuevo Testamento.

Defining the Cell, pt 2

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By Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org 

A few years ago while talking with a pastor friend about cells, he told me about all the cells he had in his church. Later he invited me to speak in his church, and I asked him if I could visit one or more of his cell groups. The pastor then took me to various classrooms in his church building and showed me the groups of children and adults who were studying God’s Word. These were the “cell groups” that this pastor had talked about.

In spite of how some churches might define their “cell groups,” I think it’s important that cell groups meet outside the church building. Meeting outside the church building is the norm in the vast majority of cell churches around the world. These same worldwide cell churches do have small groups within the church, but they are not called cell groups. They might be groups meeting for equipping, worship, or ushering. But they are not called cells.

The beauty of a cell group is that it meets outside the church building to reach people where they live and work. In an increasingly complex world, where distance from the church building is growing, home group meetings can reach people where they actually live. After all, doesn’t most of life take place outside the church building?

It’s also important to define the purpose of the cell. The cells is not only a prayer circle, although prayer is an important part. It’s not only a Bible study, although sharing God’s Word is essential. It’s not just a “social gathering,” although community is very important. The cell includes all these functions but does not focus on only one of them.

Its purposes is to create a space where people can be built up, where true community takes place, and where non-believers can be introduce to the Savior. The cell is the church and must express the very life of Christ’s church. Through cell ministry, Christ fulfills his purpose.

Then there is also the multiplication aspect. The reason for multiplication is to allow more opportunities for ministry and get people involved in an ever-increasing way. Multiplication also helps the cell to remain small and intimate, while constantly adding new people who don’t know Jesus into the midst.

Clearly defining what a cell is will help us to better understand who we are, where we are going, and what we are trying to accomplish. Do not dilute the definition of a cell.

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Freddy

[this blog was originally posted on 4/16/2015; used again by permission of author]

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Definindo uma Célula, Parte 2

por Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Há alguns anos, enquanto eu conversava com um amigo pastor sobre células, ele me contou sobre todas as células que ele tinha em sua igreja. Mais tarde ele me convidou para falar na sua igreja, e eu perguntei-lhe se eu poderia visitar um ou mais dos seus grupos celulares. O pastor então me levou a várias salas de aula em sua igreja e me mostrou os grupos de crianças e adultos que estavam estudando a Palavra de Deus. Estes eram os “grupos celulares” que este pastor tinha falado.

Apesar de como algumas igrejas podem definir seus “grupos celulares”, eu acho que é importante que os grupos se reúnam fora do prédio da igreja. Se reunir fora do prédio da igreja é a norma na grande maioria das igrejas em células em todo o mundo. Essas mesmas igrejas em células em todo o mundo têm pequenos grupos dentro da igreja, mas eles não são chamados de células. Eles podem ser grupos de reuniões para equipar, adoração, ou de servos. Mas eles não são chamados de células.

A beleza de um grupo de células é que se ele reúne fora do prédio da igreja para alcançar as pessoas onde elas vivem e trabalham. Em um mundo cada vez mais complexo, onde a distância até o prédio da igreja está crescendo, reuniões de grupos nas casas podem alcançar as pessoas onde elas moram. Afinal de contas, a maior parte da vida não acontece fora do prédio da igreja?

Também é importante definir a finalidade da célula. A célula não é apenas um círculo de oração, embora a oração seja uma parte importante. Não é apenas um estudo bíblico, embora compartilhar a Palavra de Deus seja essencial. Não é apenas uma “reunião social”, apesar de a comunidade ser muito importante. A célula inclui todas essas funções, mas não se concentra em apenas uma delas.

O seu objetivo é criar um espaço onde as pessoas podem ser construídas, onde a verdadeira comunidade tem lugar, e onde não-crentes podem ser apresentados ao Salvador. A célula é a igreja e deve expressar a própria vida da Igreja de Cristo. Através do ministério de células, Cristo cumpre o seu propósito.

Além disso, existe o aspecto de multiplicação. A razão para a multiplicação é permitir mais oportunidades para o ministério e envolver as pessoas de uma forma cada vez maior. A multiplicação também ajuda a célula a permanecer pequena e íntima, e adicionando constantemente novas pessoas que não conhecem Jesus para esse meio.

Definir claramente o que uma célula é nos ajudará a entender melhor quem somos, para onde vamos, e o que estamos tentando realizar. Não dilua a definição de uma célula.

Comentários?

Freddy

[este blog foi publicado originalmente em 16/4/2015; usado novamente com permissão do autor]

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Definiendo lo que es una Célula, parte 2

por Freddy Noble

Hace unos cuantos años mientras conversaba con un amigo pastor sobre el tema de las células, me dijo que en su iglesia había también un ministerio de células y por lo que me contaba, bastante prospero. Como yo estaba invitado a predicar durante el fin de semana allí, quise pedirle que me llevara a ver alguna de las reuniones. Nos dirigimos al templo a la hora acordada. El pastor me llevo a cada uno de los salones del templo, donde adultos, jóvenes y niños, compartían con entusiasmo la Palabra de Dios. Para el, eso constituían las células.

A despecho de lo que opine mucha gente creo que la experiencia de la gran mayoría de las iglesias basadas en células en todos los continentes es que estas se reúnen fuera del templo. Los grupos que se reúnen dentro de este son, en efecto, grupos pequeños, pero no pueden ser denominados células.

Estas se reúnen fuera del límite de las cuatro paredes del templo, allí donde está la gente. En un mundo cada vez más complejo, donde las distancias son cada vez mayores y los horarios diversos, reunir los grupos en los hogares en las áreas donde vive la gente facilita el ministerio. Después de todo es fuera del ámbito del templo, donde se halla el escenario de nuestro trabajo.

Luego es importante, a la hora de definir lo que son las células, recordar sus propósitos .No se trata de “un circulo de oración”, aunque se ora; ni de un “estudio bíblico”, aunque se comparte la Palabra de Dios; no es una reunión de “compañerismo social” aunque hay comunión entre los hermanos. Las células incluyen todo eso y más.

Sus propósitos consisten en crear un espacio donde la gente sea edificada mutuamente, donde haya comunión entre los creyentes y a la vez, donde se alcance a las personas que no conocen a Cristo. Se trata pues, de células integrales. De pequeñas expresiones de la vida de la iglesia .A través de las células, la iglesia cumple sus propósitos.

Es importante tener en el foco de la visión celular, el propósito de multiplicarse. La razón para esto es que la multiplicación de células, crea oportunidades para involucrar a más personas en el ministerio, facilita el compañerismo, al mantener los grupos “pequeños” y sobre todo abre nuevos espacios para que la luz del evangelio llegue a nuevos sectores y hogares y nuevas familias sean ganadas para Cristo.

Definir con claridad lo que son las células, nos ayudara a entender mejor, quienes somos y hacia dónde vamos, y contribuirá a mantenernos enfocados. No diluya su concepción de lo que son las células.

[este blog fue publicado originalmente el 16 de abril 2015. Usado nuevamento por permiso del autor]

Defining a Cell, part 1

coach_freddynoble

By Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org 

When I started cell ministry in our church, I devoured all the available literature. I read various books on cell ministry, which helped me to make my transition. However, none of these books gave me a clear understanding of what a cell actually was. It wasn’t until I read some books by Joel Comiskey and then invited him to give a seminar in our church in 2005 that I understood the definition of a cell group.

It is now my deep conviction that the definition of a cell is very important. Many today talk about “small groups” but fail to define what they are talking about. Now I don’t have a problem of using the term “small group,” as long as it is clearly defined. Remember that a cell is a small group, but not all small groups are cell groups. By clearly defining what a cell is, a church can then set parameters for their work and evaluate the progress. A clear definition helps a church maintain a clear purpose, which it can diligent run after. A definition that has been useful for us was the one Dr. Comiskey gave us in one his early lectures. In a nutshell, Comiskey said that a cell is a “a group of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of multiplication.”

In other books, Dr. Comiskey has given a similar definition with slight variations (he now focuses more on the goal of making disciples who make disciples that results in multiplication). The bottom line is that clearly defining a cell has been very important for us in order to measure our progress and develop those within the group.

In the above definition there are several elements that I would like to highlight. The first has to do with the size of the group. A cell can start with three people and grow to about fifteen. The key principle here is to keep the group small!! The reason for this limitation is in the fact that one of the key purposes of the cell is community (fellowship). True community doesn’t happen when groups grow too large. They need to stay small in order for close bonds to develop among the members. A small group atmosphere will also help the members to fulfill the “one another” commands of the Bible (over 50 such commands).

The other important aspect of the definition is that cells must meet weekly. Weekly meetings help maintain the quality of relationships among group members and helps in the process of discipleship. When cells meet every other week or once per month, the continuity and quality is diminished. Just like the larger celebration gathering meets week, so also should the cells meet weekly. After all, the cell church is a two-winged church.

[this blog was originally posted on 4/15/2015; used again by permission of author]

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Portuguese blog:

Definindo uma Célula, parte 1

por Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Quando eu iniciei o ministério celular em nossa igreja, eu devorei toda a literatura disponível. Eu li vários livros sobre ministério celular que me ajudaram a fazer a transição. Contudo, nenhum desses grupos me deu um entendimento claro sobre o que uma célula realmente é. Foi somente após eu ler alguns livros do Joel Comiskey e convidá-lo para dar um seminário em nossa igreja em 2005 que eu entendi a definição de um grupo celular.

Agora eu tenho a profunda convicção de que a definição de uma célula é muito importante. Muitos hoje em dia falam sobre “pequenos grupos”, mas falham em definir o que eles estão falando. Agora, eu não vejo problema em usar o termo “pequeno grupo”, contanto que ele esteja claramente definido. Lembre-se que uma célula é um pequeno grupo, mas nem todo pequeno grupo é uma célula. Ao definir claramente o que é uma célula, uma igreja pode estabelecer parâmetros para seu trabalho e avaliar o progresso. Uma definição clara ajuda uma igreja a manter um propósito claro, que pode ser buscado diligentemente. Uma definição que tem sido útil para nós é a que o Dr. Comiskey nos deu em suas primeiras palestras. Em poucas palavras, Comiskey disse que a célula é “um grupo de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade, e crescimento espiritual, com o objetivo de multiplicação”.

Em outros livros, o Dr. Comiskey deu uma definição semelhante com variações leves (agora ele foca mais no objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, o que resulta em multiplicação). A questão de fundo é que a definição clara de uma célula tem sido muito importante para nós, a fim de medir o nosso progresso e desenvolver as pessoas que estão dentro do grupo.

Na definição acima existem vários elementos que eu gostaria de ressaltar. O primeiro está relacionado ao tamanho do grupo. Uma célula pode começar com três pessoas e crescer em torno de quinze. O princípio-chave aqui é manter o grupo pequeno!! A razão para essa limitação está no fato de que um dos propósitos-chave da célula é a comunidade (companheirismo). A comunidade verdadeira não acontece quando os grupos ficam muito grandes. Eles devem permanecer pequenos a fim de desenvolver laços estreitos entre os membros. A atmosfera de um pequeno grupo também vai ajudar os membros a cumprir os comandos de “uns aos outros” da Bíblia (que são mais de 50 comandos).

O outro aspecto importante da definição é que as células devem se reunir semanalmente. Encontros semanais ajudam a manter a qualidade dos relacionamentos entre os membros do grupo e ajuda no processo de discipulado. Quando as células se reúnem a cada duas semanas ou uma vez por mês, a continuidade e qualidade são diminuídas. Assim como o culto de celebração acontece semanalmente, as células também devem se reunir semanalmente. Afinal, a igreja em células é uma igreja com duas asas.

[este blog foi publicado originalmente em 15/4/2015; usado novamente com permissão do autor]

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Definiendo lo que es una Célula

por Dr. Freddy Noble

Cuando comencé el enfoque de células en nuestra iglesia me intereso examinar la literatura disponible al respecto. Leí algunos libros de líderes de iglesias celulares crecientes que sin dudas me ayudaron a ir desarrollando la idea de lo que involucraba este ministerio. Sin embargo en ninguno de ellos encontré una clara definición de lo que era una célula. No fue hasta que leí algunos de los libros de Joel Comiskey y le invite a dictar un seminario en nuestra iglesia que comprendí con claridad de que estamos hablando.

Personalmente creo en la importancia de definir con claridad lo que son las células. En el día de hoy se habla de los grupos pequeños y creo que no hay ningún problema en usar ese término siempre que definamos con precisión de que estamos hablando.

Una célula es un grupo pequeño, pero no todo grupo pequeño es una célula. Una clara definición permitirá a la iglesia establecer parámetros para su trabajo y evaluar el progreso. Además, una clara definición se alinea con un propósito claro, puesto que en esta está contenido aquel. Es decir una definición clara e células nos permitirán enfocarnos hacia los propósitos que perseguimos e ir en pos de ellos.
Una definición que para nosotros ha sido útil fue la que escuche del Dr. Comiskey en una de sus conferencias. Entonces, definió las células como “un grupo de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del templo, para adoración, comunión, edificación, y evangelización, con el fin de multiplicarse”.

En otros de los libros del Dr. Comiskey se emplea una definición semejante, con ligeras variantes. El empleo de este concepto ha sido determinante en e l progreso y desenvolvimiento de nuestro trabajo en esta zona.
En la definición anterior hay varios elementos que me gustaría destacar. El primero tiene que ver con el tamaño del grupo. Una célula puede comenzar con tres personas y crecer hasta un máximo de quince. Algunos pastores limitan el número a doce y otros a diez. Lo importante en esta definición es que se limite el grupo puesto que en efecto la célula es un grupo pequeño.

La razón de esta limitación esta en e l hecho de que uno de los propósitos de la célula es el compañerismo o comunión entre los participantes. En la medida en que el grupo es más numeroso en esa medida se dificulta más el poder desarrollar relaciones fuertes y duraderas. Cuando el grupo supera estos números las relaciones se hacen más distantes. Mantener el grupo pequeño nos da la oportunidad de estrechar nuestros lazos y nos posibilita el cumplimiento de los mandamientos recíprocos “de unos a otro“que contiene la Palabra de Dios.

El otro asunto a destacar en esta definición es que las células se reúnen “semanalmente”. De la misma manera que la congregación grande se reúne invariablemente cada semana la célula, que es la “otra ala” del ave que es la iglesia debe hacerlo. La reunión semanal le da continuidad a la célula. Las que se reúnen cada quince días o cada tres meses pierden mucho de lo que implica la experiencia de la reunión celular.

[este blog fue publicado originalmente el 15 de abril 2015. Usado nuevamento por permiso del autor]

Clearly Defined Cells Make More and Better Disciples

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By Joel Comiskey, check out  coaching 

Some people think I’m too fanatical about cells. I surprise them when I tell them I’m not passionate about cells in and of themselves. Rather, my focus is on making disciples who make disciples (helping people become more like Jesus). God’s purpose is to make disciples, and he chose to do this in a small group (Matthew 28:18-20).

The cell has all the elements necessary to raise up ministers. Effective cell leaders pastor, evangelize, train, counsel, encourage, listen, and challenge Christ followers. Those who lead cells do what pastors do.

Some churches broaden their cell definition to include Sunday school classes, the choir, elders, committees, women’s circles, and so forth. In the desire not to offend anyone, they call everything a cell group. The problem with this mentality is that discipleship suffers. A cell group, unlike many small groups, includes evangelism, leadership development, and multiplication.

Churches are tempted to label everything a small group because it’s a way to quickly adapt a church to small-group ministry, but in the end, few disciples are formed. It’s what I call faulty integration.

Discipleship also suffers when churches lower the bar and encourage their groups to meet every 15 days, break for three months in the summer, and two months in the winter. The motivation is to give busy people more time. The reality is that disciples are rarely formed in such infrequent meetings and people lose interest.

To make sure that disciples are formed, it’s important to start with a quality, holistic definition of a cell group. Here’s the one I advocate and noticed in the worldwide cell churches: Groups of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of making disciples who make disciples, which results in the multiplication of the cell.

Multiplication simply gives the context for a disciple to minister. Big Bear Christian Center defines their cell groups in a similar way but with a different emphasis: At the core of Big Bear Christian Center are life groups of three to fifteen people that meet weekly throughout Big Bear Bear Valley. Empowered by the Holy Spirit through prayer, their purpose is to make disciples through spiritual growth, community, and evangelism, resulting in group multiplication.

Cells have a lot of liberty with regard to where they will meet, the lesson they will follow, their homogeneity, level of participation, and what they call themselves. However, since the cell is the church and where disciples are formed, it is essential that cells maintain a high level of quality.

Cells must maintain a fine balance between quality (e.g., clear definition) and flexibility (e.g., location, name, homogeneity, lesson, participation, etc.). Like the early house churches, modern day cell churches believe the cell is the church and deserves a quality definition. Cell churches prioritize the definition of the cell because they believe it’s the best way to make disciples.

What about you? How do you define your cell groups?

Joel

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Células Claramente Definidas Fazem Mais e Melhores Discípulos

Por Joel Comiskey

Algumas pessoas pensam que eu sou muito fanático sobre células. Eu as surpreendo quando eu digo a elas que não sou apaixonado pelas células por si só. Em vez disso, meu foco é fazer discípulos que fazem discípulos (ajudando as pessoas a se tornarem mais como Jesus). O propósito de Deus é fazer discípulos, e Ele escolheu fazer isso em um pequeno grupo (Mateus 28: 18-20).

A célula possui todos os elementos necessários para criar ministros. Líderes de células eficazes pastoreiam, evangelizam, treinam, aconselham, encorajam, ouvem e desafiam os seguidores de Cristo. Aqueles que lideram as células fazem o que os pastores fazem.

Algumas igrejas ampliam sua definição celular para incluir as aulas da escola dominical, o coral, os anciãos, os comitês, os círculos femininos e assim por diante. Na intenção de não ofender ninguém, eles chamam tudo de um grupo de células. O problema com essa mentalidade é que o discipulado sofre. Um grupo de células, ao contrário de muitos pequenos grupos, inclui evangelismo, desenvolvimento de liderança e multiplicação.

As igrejas são tentadas a rotular tudo de um grupo pequeno porque é uma maneira de adaptar rapidamente uma igreja ao ministério de pequenos grupos, mas no final, poucos discípulos são formados. É o que eu chamo de integração defeituosa.

O discipulado também sofre quando as igrejas diminuem o compasso e encorajam seus grupos a se encontrarem a cada 15 dias, um intervalo de três meses no verão e dois meses no inverno. A motivação é dar às pessoas ocupadas mais tempo. A realidade é que os discípulos raramente são formados em encontros não frequentes e as pessoas perdem o interesse.

Para garantir que os discípulos se formem, é importante começar com uma definição holística de qualidade de um grupo de células. Aqui é o que eu defendo e reparei nas igrejas celulares em todo o mundo:

Grupos de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade e crescimento espiritual, com o objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, resultam na multiplicação da célula.

A multiplicação simplesmente dá o contexto para um discípulo para ministrar. Big Bear Christian Center define seus grupos de células de forma semelhante, mas com uma ênfase diferente:

No centro do Big Bear Christian Center estão grupos de vida de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente no Big Bear Bear Valley. Empoderados pelo Espírito Santo através da oração, seu propósito é fazer discípulos através do crescimento espiritual, da comunidade e do evangelismo, resultando em multiplicação de grupo.

As células têm muita liberdade em relação a onde elas se encontrarão, a palavra que elas seguirão, sua homogeneidade, nível de participação e como elas chamam a si mesmas. No entanto, uma vez que as células são a igreja e onde os discípulos são formados, é essencial que elas mantenham um alto nível de qualidade.

As células devem manter um equilíbrio adequado entre qualidade (por exemplo, definição clara) e flexibilidade (por exemplo, localização, nome, homogeneidade, palavra, participação, etc.). Como as primeiras igrejas domésticas, as igrejas celulares modernas acreditam que a célula é a igreja e merece uma definição de qualidade. As igrejas celulares priorizam a definição da célula porque acreditam que é a melhor maneira de fazer discípulos.

E você? Como você define seus grupos de células?

Joel

Spanish blog:

Las células claramente definidas hacen más y mejores discípulos

Por Joel Comiskey

Algunas personas piensan que soy demasiado fanático con las células. Les sorprendo cuando les digo que no soy un apasionado de las células en sí. Más bien, mi enfoque es hacer discípulos que hagan discípulos (ayudando a las personas a ser más parecidas a Jesús). El propósito de Dios es hacer discípulos, y él escogió hacer esto en una célula (Mateo 28: 18-20).

La célula tiene todos los elementos necesarios para levantar ministros. Líderes celulares eficaces pastorean, evangelizan, entrenan, aconsejan, alientan, escuchan y desafían a los seguidores de Cristo. Los que dirigen las células hacen lo que hacen los pastores.

Algunas iglesias amplían la definición de sus células para incluir las clases de la escuela dominical, el coro, los ancianos, los comités, los círculos de mujeres, etc. Con el deseo de no ofender a nadie, pero llaman a todo un grupo de células. El problema con esta mentalidad es que el discipulado sufre, un grupo de células, a diferencia de muchos grupos pequeños, incluye evangelismo, desarrollo de liderazgo y multiplicación.

Las iglesias son tentadas a etiquetar todo como un pequeño grupo, ya que esta es una manera de adaptar rápidamente una iglesia al ministerio célular, pero al final, pocos discípulos se forman. Es lo que yo llamo integración defectuosa.

El discipulado también sufre cuando las iglesias bajan las metas y animan a sus células a reunirse cada 15 días, descansar durante tres meses en el verano, y dos meses en el invierno. La motivación es dar a las personas ocupadas más tiempo, pero la realidad es que los discípulos rara vez se forman en reuniones tan poco frecuentes y la gente pierde el interés.

Para asegurarse de que se formen discípulos, es importante comenzar con una definición holística de calidad de un grupo de células. Este es con el que yo me identifico y el que he notado en las iglesias celulares mundiales:

Grupos de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, tener comunión y crecimiento espiritual con el objetivo de formar discípulos que formen más discípulos, lo que da como resultado la multiplicación de la célula.

La multiplicación simplemente da el contexto para que un discípulo pueda ministrar. Big Bear Christian Center define sus grupos celulares de una manera similar, pero con un énfasis diferente:

En el centro de Big Bear Christian Center son grupos celulares de tres a quince personas que se reúnen semanalmente a lo largo del Big Bear Bear Valley. Empoderados por el Espíritu Santo a través de la oración, su propósito es hacer discípulos a través del crecimiento espiritual, la comunión y el evangelismo, resultando en la multiplicación celular.

Las células tienen mucha libertad con respecto a dónde se reunirán, la lección que seguirán, su homogeneidad, nivel de participación e incluso en el nombre que quieran usar. Sin embargo, ya que la célula es la iglesia y es donde se forman los discípulos, es esencial que las células mantengan un alto nivel de calidad.

Las células deben mantener un equilibrio fino entre calidad (por ejemplo, definición clara) y flexibilidad (por ejemplo, ubicación, nombre, homogeneidad, lección, participación, etc.). Al igual que las primeras iglesias en casas, las iglesias celulares modernas creen que la célula es la iglesia y merece una definición de calidad. Las iglesias celulares priorizan la definición de la célula porque creen que es la mejor manera de hacer discípulos.

¿Que hay acerca de ti ? ¿Cómo defines los grupos celulares?

Joel

The Cell and the Fullness of the Christian Life

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

The reading of the New Testament should always take into account that the first Christians had no special places for worship. They met in the houses, in small groups. Passages such as the following should be re-read in that context: “Whenever you come together, each of you has a psalm, has a teaching, has a tongue, has a revelation, has an interpretation. Let all things be done for edification” (1 Cor. 14:26). This verse shows us how the various functions and gifts of the believers were exercised in the privacy of homes.

Singing, teaching and the exercise of the gifts of the Holy Spirit are mentioned. Acts 2:46-47 says, “So continuing daily with one accord in the temple, and breaking bread from house to house, they ate their food with gladness and simplicity of heart, praising God and having favor with all the people. And the Lord added to the church daily those who were being saved” (Acts 2: 46-47). Elements such as perseverance, the Lord’s Supper, fellowship, joy, praise and evangelism are mentioned here.

The life of the body of Christ was practiced inside of the cells. For them, the participation in the houses was the Christian life–it was the church. There was no such thing as being able to choose between house meetings and other ecclesiastical roles. Similarly, today the life of the church needs to return to house to house ministry to be fully biblical and practice the fullness of the Christian life.

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Portuguese blog:

A Célula e a Plenitude da Vida Cristã

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A leitura do Novo Testamento deve sempre levar em conta que os primeiros cristãos não tinham lugares especiais para a adoração. Eles se encontravam nas casas, em pequenos grupos. Passagens como as seguintes devem ser re-lidas nesse contexto: “Ora, quando vos reunis, cada um de vós tem um salmo, ou uma mensagem de ensino, uma revelação, ou ainda uma palavra em determinada língua e outro tem a interpretação dessa língua. Tudo seja feito para a edificação da Igreja” (1 Coríntios 14:26). Este versículo nos mostra como as variadas funções e dons dos crentes eram exercidos na privacidade dos lares. O louvor, o ensino e o exercício dos dons do Espírito Santo são mencionados. Atos 2:46-47 diz: “Diariamente, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus por tudo e sendo estimados por todo o povo. E, assim, a cada dia o Senhor juntava à comunidade as pessoas que iam sendo salvas”. Elementos como a perseverança, a Ceia do Senhor, comunhão, alegria, louvor e evangelismo são mencionados aqui.

A vida do Corpo de Cristo era praticada dentro das células. Para eles, a participação nas casas era a vida cristã – era a Igreja. Não havia como ser capaz de escolher entre as reuniões domésticas e outros papéis eclesiásticos. Da mesma forma, hoje a vida da igreja precisa retornar ao ministério “de casa em casa” para ser plenamente bíblica e praticar a plenitude da vida cristã.

Spanish blog:

La célula y la plenitud de la vida cristiana

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La lectura del Nuevo Testamento debe realizarse teniendo siempre en cuenta el hecho que los primeros cristianos no tuvieron locales especiales para el culto. Ellos se reunían en las casas, en grupos pequeños. En ese contexto se deben releer pasajes como el siguiente: “Cuando os reunís, cada uno de vosotros tiene salmo, tiene doctrina, tiene lengua, tiene revelación, tiene interpretación. Hágase todo para edificación” (1 Co. 14:26). Este versículo, nos muestra cómo las diversas funciones y dones de los creyentes se ejercitaban en la intimidad de los hogares. Se menciona el canto, la enseñanza y el ejercicio de los dones del Espíritu Santo. Veamos ahora este otro pasaje: “Y perseverando unánimes cada día en el templo, y partiendo el pan en las casas, comían juntos con alegría y sencillez de corazón, alabando a Dios, y teniendo favor con todo el pueblo. Y el Señor añadía cada día a la iglesia los que habían de ser salvos” (Hch. 2:46-47). Acá se mencionan elementos como la perseverancia, la cena del Señor, la comunión, la alegría, la alabanza y el evangelismo.

Es difícil pensar en roles dentro de la iglesia que no se mencionen en esos dos versículos que son ventanas en el tiempo por las que podemos ver el interior de las células primitivas. La participación en las reuniones en las casas era para ellos la vida cristiana, era la iglesia. No existía tal cosa como poder optar entre las reuniones en las casas y cualquier otro rol eclesiástico. De igual manera, hoy en día no existe tal cosa como la opción entre células y cualquier otra preferencia de servicio. Todo se realiza dentro de la célula, la otra opción sería solamente languidecer.

Ministering In A Disaster

By Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

In 2005, Hurricane Katrina tore through Southeast Louisiana and Mississippi in a catastrophic and unexpected way. Personally, my family and I had never left for a hurricane before and decided to leave New Orleans, like many others, twenty-four hours before Katrina hit.

After a few days, we found refuge and assistance in Houston, TX, at a local cell church, Servant of Nations, where my sister, Karen, serves on staff. In the days that followed, I asked God many times why this happened to me. I took Katrina personally; I looked through my life and tried to find the sin that had caused this event. It was eating me up inside that I could have done something differently, but instead my bad choices had destroyed New Orleans. On that Sunday, we went to church, and Pastor Izes Calheiros looked at me while preaching and said, “This storm is not about you; God is doing something!” I don’t really remember the rest of the message that day, but as she looked me right in the eyes and spoke into my spirit exactly what I had felt for days, but didn’t have the courage to say aloud. My heart was broken, but in that brokenness, the healing process began.

It took months to complete the relief work, years to rebuild the city and over a decade later, there are still scars of Hurricane Katrina and still work to be done. The city of New Orleans will never be the same again.

In the days after Katrina, Celebration Church’s cell groups met wherever they could, and some cell groups even evacuated together. It brought people through the conflict stage of cell growth in a way that had I never been seen. This growth was a beautiful thing, but I pray that we never have to go through such a catastrophic event like this again.

All over the world people face disasters that we, as cell church, can help with in many different ways. The first thing we can do is pray! Pray that those going through a disaster would have the courage to rise up and defeat the feelings of hopelessness and despair.

If you know someone in the area that has been impacted by a disaster, reach out to them. You can send messages on social media, or you can call or text them messages of hope. Let them know you are there and encourage them with your support. Try not to give “pat” answers like, “God has a plan,” “You’ll be ok,” or “Just trust the Lord.” While this may be true, it is best to listen and really hear what the person is saying. They may be angry with God or feel alone and abandoned. All of those feelings are ok, and God does have the answer to what they are facing. Just being there in whatever way you can will be of great encouragement to them. Let them know you are a safe person with whom they can share.

Find out how your home cell church is helping to minister to those who have been impacted by the disaster, and talk with your cell group to see what you can do to help. Perhaps you could collect basic relief supplies or take up an offering. Some people in your cell might have the available time and specific skills to actually be the “boots on the ground” to go with a relief team and serve in the affected community. You could have the children in your cell group draw cheerful pictures of love and hope and send them to the church with notes of encouragement. Last year in a disaster, we had a group of ladies come together and make over 500 pillowcases and fill them with pillows for all of those in need because one of the group members missed her pillow so much after her own home flooded.

Whatever you can do as a small group or a large congregation, come together as the body of Christ, and make a difference in the lives of those impacted by disaster.

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Portuguese blog:

Ministrando em uma catástrofe

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Em 2005, o furacão Katrina rasgou o sudeste da Louisiana e o Mississípi de forma catastrófica e inesperada. Pessoalmente, minha família e eu nunca mais partimos por um furacão e decidimos deixar Nova Orleans, como muitos outros, vinte e quatro horas antes do Katrina chegar.

Depois de alguns dias, encontramos refúgio e assistência em Houston, TX, em uma igreja celular local, Servant of Nations, onde minha irmã, Karen, atua na equipe. Nos dias que se seguiram, perguntei a Deus muitas vezes por que isso aconteceu comigo. Peguei Katrina pessoalmente; Olhei pela minha vida e tentei encontrar o pecado que causou esse evento. Estava me devorando dentro do que eu poderia ter feito algo diferente, mas, em vez disso, minhas más escolhas haviam destruído Nova Orleans. Naquele domingo, fomos à igreja, e a Pastora Izes Calheiros me olhou enquanto pregava e disse: “Esta tempestade não é sobre você; Deus está fazendo alguma coisa! “Eu realmente não me lembro do resto da mensagem naquele dia, mas quando ela me olhou diretamente nos olhos e falou no meu espírito exatamente o que senti por dias, mas não teve coragem de dizer em voz alta. Meu coração estava quebrado, mas naquele fracasso, o processo de cura começou.

Demorou meses para completar o trabalho de ajuda, anos para reconstruir a cidade e, mais de uma década depois, ainda há cicatrizes do furacão Katrina e ainda trabalho a ser feito. A cidade de Nova Orleans nunca mais será a mesma.

Nos dias que se seguiram a Katrina, os grupos celulares da Igreja da Celebração se encontraram onde quer que fosse possível, e alguns grupos celulares até evacuaram juntos. Isso trouxe as pessoas através do estágio de conflito do crescimento celular de uma maneira que nunca havia sido vista. Esse crescimento foi uma coisa linda, mas oro para que nunca mais venhamos passar por um evento tão catastrófico como esse novamente.

Em todo o mundo, as pessoas enfrentam desastres que nós, como igreja celular, podemos ajudar de muitas maneiras diferentes. A primeira coisa que podemos fazer é orar! Ore para que aqueles que atravessam um desastre tenham a coragem de se levantar e vencer os sentimentos de desesperança e desespero.

Se você conhece alguém na área que foi afetado por um desastre, alcance-os. Você pode enviar mensagens em mídias sociais, ou pode chamar ou enviar mensagens de esperança. Deixe-os saber que você está lá e incentivá-los com o seu apoio. Tente não dar respostas com palmadinhas nas costas como “Deus tem um plano”, “Você ficará bem” ou “Apenas confie no Senhor”. Embora isso seja verdade, é melhor ouvir e realmente escutar o que a pessoa está dizendo. Eles podem estar com raiva de Deus ou sentir-se sozinhos e abandonados. Todos esses sentimentos são ok, e Deus tem a resposta para o que eles estão enfrentando. Só estar lá de qualquer maneira que você possa será de grande incentivo para eles. Deixe-os saber que você é uma pessoa segura com quem eles podem compartilhar.

Descubra como sua igreja celular está ajudando a ministrar a quem foi afetado pelo desastre e converse com seu grupo celular para ver o que você pode fazer para ajudar. Talvez você possa coletar suprimentos de socorro básicos ou oferecer uma oferta. Algumas pessoas na sua célula podem ter o tempo disponível e as habilidades específicas para realmente serem as “botas no chão” para ir com uma equipe de alívio e servir na comunidade afetada. Você pode fazer as crianças em seu grupo de células desenhar fotos alegres de amor e esperança e enviá-las para a igreja com notas de encorajamento. No ano passado, em um desastre, tivemos um grupo de senhoras juntas que fez mais de 500 fronhas e preencheu-as com travesseiros para todos os necessitados porque um dos membros do grupo perdeu seu travesseiro logo depois que sua própria casa inundou.

Tudo o que você pode fazer como um pequeno grupo ou uma grande congregação, se junte como o corpo de Cristo, e faça a diferença na vida daqueles afetados pelo desastre.

Spanish blog:

Ministrando en un desastre

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

En  el 2005, el huracán Katrina atravesó el sureste de Luisiana y Mississippi de una manera catastrófica e inesperada. Personalmente, mi familia y yo nunca habíamos evacuado para un huracán y decidimos dejar Nueva Orleans, como muchos otros, veinticuatro horas antes de que Katrina tocara tierra.

Después de unos días, encontramos refugio y asistencia en Houston, TX, en una iglesia celular de la localidad, Siervo a las Naciones (Servant of Nations), en la cual mi hermana Karen sirve en el diaconado. En los días que siguieron, le pregunté a Dios muchas veces por qué me pasó esto, tomé al huracán Katrina de manera personal; busque a través de mi vida e intenté encontrar el pecado que había causado este acontecimiento. Me estaba comiendo en el interior que podría haber hecho algo diferente, pero en cambio, mis malas decisiones habían destruido Nueva Orleans. Ese domingo, fuimos a la iglesia, y la Pastora Izes Calheiros me miró mientras predicaba y dijo: “Esta tormenta no se trata acerca de ti; ¡Dios está haciendo algo! ” Sinceramente no recuerdo el resto del mensaje ese día, pero mientras me miraba a los ojos y le decía a mi espíritu exactamente lo que había sentido durante días, pero no había tenido el coraje de decirlo en voz alta. Mi corazón estaba roto, pero en ese quebranto, el proceso de sanación comenzó.

Tardaron meses en completar el trabajo de recuperación, años para reconstruir la ciudad y más de una década después, todavía hay cicatrices del huracán Katrina y aún hay trabajo por hacer. La ciudad de Nueva Orleans nunca volverá a ser la misma.

En los días posteriores a Katrina, los grupos celulares de la Iglesia de Celebration se reunieron en donde pudieron, y algunos grupos de celulares incluso evacuaron juntos. Esto trajo a las personas a través de la etapa de conflicto del crecimiento celular de una manera que nunca había visto. Este crecimiento fue algo hermoso, pero oro para que nunca tengamos que pasar por un evento tan catastrófico como este de nuevo.

En todo el mundo las personas se enfrentan a desastres  en los que nosotros, como iglesia celular, podemos ayudar de muchas maneras. ¡Lo primero que podemos hacer es orar! Oremos para que aquellos que pasan por un desastre tengan el valor de levantarse y derrotar los sentimientos de desesperanza y desesperación.

Si conoces a alguien en el área que ha sido afectado por un desastre, ponte en contacto. Tu puedes enviar mensajes en las redes sociales, llamarles o mandarles mensajes de texto llenos de esperanza. Hazles saber que estas allí para animarlos con tu ayuda. Trata de no dar respuestas como, “Dios tiene un plan”, “Todo estará bien”, o “Sólo confíe en el Señor”. Aunque esto puede ser cierto, lo mejor es escuchar y escuchar realmente lo que la persona está diciendo. Estas personas pueden estar enojadas con Dios o sentirse solos y abandonados. Todos esos sentimientos son aceptables, y solo Dios tiene la respuesta a lo que están enfrentando. El solo hecho de estar allí de cualquier manera que puedas, será de gran estímulo para ellos. Hazles saber que eres una persona confiable con la que pueden compartir.

Averigua cómo la iglesia local está ayudando a ministrar a aquellos que han sido afectados por un desastre, y habla con tus células, para ver qué pueden hacer para ayudar. Tal vez podrían recoger suministros básicos de ayuda o recoger una ofrenda. Algunas personas en su célula pueden tener el tiempo disponible y habilidades específicas para ser realmente los “los soldados en el terreno ” para ir con un equipo de ayuda y servir en la comunidad afectada.  Podrías hacer que los niños de tu célula dibujen cuadros alegres de amor y de esperanza y los envíen a la iglesia con las notas del estímulo. El año pasado, en un desastre, tuvimos un grupo de damas que se reunieron e hicieron más de 500 fundas para  500 almohadas, para todos los necesitados, ya que una de los miembros del grupo extrañaba tanto su almohada después de que su propia casa también se inundara.

Sea lo que sea que puedas hacer como célula o congregación, júntense como el cuerpo de Cristo, y hagan una diferencia en las vidas de aquellos impactados por el desastre.

Time to Grow

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Time is a precious commodity in 21st century United States (and in many other cultures, too). People are often feeling pressed for time as they run from work to household upkeep to children’s activities to recreation.

So, some will say they just don’t have time to be part of a cell group. What they mean, of course, is that they do not see group as valuable enough to fit into their schedule.
How can we respond?

Make people feel guilty for not participating in group does not work. Neither will complaining. What can work is to teach, to model and to structure.

Teach – that “shoulder to shoulder” on weekends is not enough to be a full-fledged disciple because the New Testament contains many “one-another” commands. The only way we can follow these is if we take time to connect with one another “face to face.” Admit that it takes time, but so does anything valuable. Show that the early church gathered both in the temple and house to house.

Model – that group is worth it by participating in a group yourself, and speaking about it frequently. Share about the meaningful moments that happened that could not have happened in a worship service.

Structure – to make it easier to participate in a group. For example, make sure to have an early morning group meeting for those who cannot make it at night. Scatter group times across all times of day.

Steve

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Portuguese: 

Tempo Para Crescer

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

O tempo é uma mercadoria preciosa nos Estados Unidos do século 21 (e em muitas outras culturas também). Muitas vezes, as pessoas se sentem pressionadas pelo tempo conforme vão do trabalho para a manutenção da casa e às atividades de recreação dos filhos.

Então, algumas pessoas dirão que simplesmente não têm tempo para fazer parte de uma célula. O que querem dizer, é claro, é que elas não vêem a célula como algo valioso o bastante para encaixar em seu cronograma.

Como nós podemos responder?

Fazer com que as pessoas se sintam culpadas por não participar do grupo não funciona. Assim como reclamar não funciona. O que pode funcionar é ensinar, modelar e estruturar.

Ensine – que o “ombro a ombro” nos fins de semana não basta para ser um discípulo pleno porque o Novo Testamento contém muitos comandos “uns aos outros”. A única maneira de seguir estes comandos é dedicando tempo para nos conectar “face a face”. Admito que leva tempo, mas é assim com qualquer coisa que valha à pena. Mostre que a Igreja Primitiva se reuniu no templo e nas casas.

Modele – participe de um pequeno grupo e mostre para as pessoas que esse grupo vale a pena de participar, e fale sobre isso com frequência. Compartilhe sobre os momentos significativos que aconteceram que não poderiam ter acontecido em um culto de adoração.

Estruture – para facilitar a participação em um grupo. Por exemplo, certifique-se de ter uma reunião celular no início da manhã para aqueles que não conseguem participar de noite. Espalhe os horários de reunião dos grupos durante o dia inteiro.

Steve

Spanish: 

Es Momento de Crecer

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

El tiempo es una comodidad preciada en los Estados Unidos, del siglo veintiuno (y también para muchas otras culturas).  Las personas se sienten presionadas con su tiempo, mientras corren del trabajo a las tareas del hogar, a las actividades de los hijos y a los momentos de recreación.

Así, que algunos dirán que simplemente no tienen tiempo para ser parte de una célula. Claro, lo que ellos quieren decir, es que no ven a la célula  ser lo suficientemente valiosa para darle un lugar en su agenda. ¿Cómo podemos responder a esto?

Hacer  que las personas se sientan culpables por no participar en la célula no funciona, tampoco funcionara el quejarse. Lo que puede funcionar es enseñar, moldear y estructurar.

Enseña – que el “hombro con hombro” los fines de semana no es suficiente para ser un discípulo pleno  porque el Nuevo Testamento contiene muchos mandamientos “uno al otro”. La única manera en que podemos seguir estos mandamientos, es si nos tomamos el tiempo para relacionarnos unos con otros “cara a cara”. Hay que admitir que lleva tiempo, pero así es cuando se trata de algo valioso. Demuestra que la iglesia primitiva se reunió tanto en el templo como de casa en casa.

Moldea – para que valga la pena participar en una célula, habla acerca de esta frecuentemente. Comparte acerca de los momentos significativos que ocurren en la célula, que no se dan en la el culto.

Estructura – para que sea más fácil participar en la célula. Por ejemplo, asegúrate de realizar una reunión celular temprano por la mañana, para aquellas personas que no pueden asistir en las noches. Distribuye las reuniones celulares a  todas horas del día.

Steve

Integration to Cell Life Versus Cell Gathering

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By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Integrating others into cell life does not mean simply attending a cell gathering each week. Integration means joining up with others in a set of relationships. One lady recently said, “My husband is out of his element during our actual cell gathering, but when our cell group ministers through sports camps in a poor neighborhood, he comes alive.”

In a recent survey, 67% of Americans resist change. I must confess I don’t get this reality. I’m in the minority. I embrace change. I like change. Mind you; I’m not for change just for change sake. I am, however, for change that keeps things fresh, exciting, life-giving, and battles the mundane.

Is it time for a wakeup call for your cell? Certainly, you’ve heard the phrase: “Familiarity breeds contempt.” Maybe a change for how you do cell life is at hand. This change may attract those that reduce cell life to merely showing up at a meeting. Your desire to integrate others just might expand as you think creatively. Let me give you one thought on how you might change the life of your cell group.

For illustrative purposes, let’s agree that a healthy cell gathers together weekly. Joel is a big advocate of such a thought, and I concur. Gathering together weekly does not mean that the cell has to do the same thing every week. Isn’t this correct? For example, what would it look like if your cell gathered together the first and third week of every month in a home for a “traditional” cell gathering? In other words, your cell connects with God and each other in a living room filled with worship, discussion, prayer, and more. I trust there is a lot of laughter, encouragement, and such in the house.

Let’s continue. Now, what would it look like if on the second week of each month your cell served the neighborhood? For example, your cell hosted a free cookout for your block, cleaned up the neighborhood park, or spruced up an elderly neighbor’s yard. Indeed, your worship would look different this week!

Further, what if your cell served the city on the fourth week of every month? Your cell could feed the homeless, rake up leaves at the city park, or replenish the local food bank. I’m convinced that a cell needs to permeate the neighborhood and city with the love of Christ. The suggested methodology described above will help one battle the mundane.

Break out of the four walls. Get visible. Meet needs. Be the hands and feet of Christ. I trust that you will find new life in your set of relationships as you serve others.

Comments?

Rob

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“Integração à Vida Celular Versus Reunião Celular”

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Integrar os outros na vida das células não significa simplesmente frequentar uma reunião celular toda semana. Integração significa juntar-se com outros em um conjunto de relacionamentos. Uma senhora disse recentemente: “Meu marido está fora do seu elemento durante a nossa reunião celular, mas quando a nossa célula ministra através de campos de esportes em um bairro pobre, ele ganha vida”.

Em uma pesquisa recente, descobriu-se que 67% dos americanos resistem à mudança. Devo confessar que não entendo essa realidade. Estou na minoria. Eu aceito a mudança. Eu gosto de mudar. Cuidado com você; Eu não mudo apenas por gostar de mudança. Eu gosto, no entanto, de mudanças que mantêm as coisas frescas, excitantes, vivificantes e batalham o mundano.

Será que é hora de um chamado de ativação para sua célula? Provavelmente você já ouviu a frase: “A familiaridade gera desdém”. Talvez seja necessária uma mudança para a vida celular. Essa mudança pode atrair aqueles que reduzem a vida celular a apenas comparecer em uma reunião. Seu desejo de integrar os outros só pode expandir-se à medida que você pensa criativamente. Deixe-me dar-lhe um pensamento sobre como você pode mudar a vida da sua célula.

Para fins ilustrativos, vamos concordar que uma célula saudável se reúne semanalmente. Joel é um grande defensor de tal pensamento, e eu concordo. Mas reunir semanalmente não significa que a célula tenha que fazer a mesma coisa todas as semanas. Certo? Por exemplo, como seria se a sua célula se reunisse na primeira e na terceira semana de cada mês em uma casa para uma reunião celular “tradicional”? Em outras palavras, sua célula se conecta com Deus e entre eles em uma sala cheia de adoração, discussão, oração e muito mais. Eu confio que há muita risada, encorajamento na casa.

Vamos continuar. Agora, como seria se na segunda semana de cada mês, sua célula servisse o bairro? Por exemplo, sua célula ofereceu um piquenique gratuito para o seu quarteirão, limpou o parque do bairro ou arrumou o quintal de um vizinho idoso. De fato, sua adoração ficaria diferente esta semana!

Além disso, e se sua célula servisse a cidade na quarta semana de cada mês? Sua célula poderia alimentar os sem-teto, recolher as folhas secas no parque da cidade ou reabastecer o banco local de alimentos. Estou convencido de que uma célula precisa permear o bairro e a cidade com o amor de Cristo. A metodologia sugerida descrita acima ajudará a lutar contra o mundano.

Saia das quatro paredes. Fique visível. Conheça as necessidades. Seja as mãos e os pés de Cristo. Eu confio que você encontrará uma nova vida em seu conjunto de relacionamentos à medida que você serve os outros.

Comentários?

Rob

Spanish blog:

“La integración a la vida celular frente a la reunión celular”

Por Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Integrar a otros en la vida celular no significa simplemente asistir a una reunión celular cada semana. Integración, significa unirse con otros en un conjunto de relaciones. Recientemente una señora me dijo: “Mi esposo está fuera de su elemento durante nuestra reunión celular, pero cuando nuestro grupo celular ministra a través de campamentos deportivos en un barrio pobre, Él se anima”.

En una encuesta reciente, el 67% de los estadounidenses se resisten al cambio. Debo confesar que no entiendo esto;  yo soy parte de la minoría, abrazo el cambio, me gusta el cambio. Eso sí; no me gusta el cambio sólo por el hecho de cambiar. No obstante, me gusta el cambio que mantiene las cosas frescas, emocionante, que da vida, y que batalla contra lo mundano.

¿Es hora de una llamada de atención para tu célula? Seguramente, has escuchado  la frase: “La familiaridad engendra desprecio.” Tal vez un cambio en la manera en que desarrollas tu vida celular está cerca. Este cambio puede atraer a aquellos, que reducen su vida celular a simplemente estar en una reunión. Su deseo de integrar a otros, podría expandirse a medida que piensa de manera creativa. Déjame darte una idea sobre cómo podrías cambiar la vida de tu grupo celular.

Para fines ilustrativos, hay que estar de acuerdo en que una célula sana se reúne semanalmente. Joel es un gran defensor de este pensamiento, y  yo estoy de acuerdo con él. Reunirse semanalmente no significa que la célula tiene que hacer lo mismo cada semana. ¿No es esto correcto? Por ejemplo, ¿qué aspecto tendría si su célula se reuniera la primera y tercera semana de cada mes en un hogar para una reunión de célula “tradicional”? En otras palabras, su célula se conecta con Dios y con los demás en una sala llena de adoración, discusión, oración y más. Se que hay mucha risa y animo en esta casa.

Continuemos. Ahora, ¿cómo sería su célula si en la segunda semana de cada mes, sirviera en el vecindario? Por ejemplo, su célula hace una barbacoa gratis para su cuadra, limpia el parque del vecindario, o arregla el patio de un vecino mayor. Claro que, su adoración se vería diferente esa semana!

Además, ¿qué pasaría si su célula sirve a la ciudad en la cuarta semana de cada mes? Su célula podría alimentar a los desamparados, recoger las hojas en el parque de la ciudad, o recolectar víveres para el banco de alimentos local. Estoy convencido de que una célula necesita permear el barrio y la ciudad con el amor de Cristo. La metodología sugerida,  anteriormente ayudará a la batalla en contra de lo mundano.

Sal de las cuatro paredes. Hazte visible. Satisface las necesidades. Se las manos y los pies de Cristo. Confío en que encuentres una nueva vida en tu conjunto de relaciones mientras sirves a los demás.

¿Comentarios?

Rob

Integration: Discover Your Giftedness in a Cell

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By Joel Comiskey, check out  coaching 

Some people have reacted to the idea that everyone should be in a cell group. “Wouldn’t this stifle creativity and a person’s giftedness?” they say. “Isn’t it better if some join a cell while others join a particular program in the church?”

Many pastors believe that if someone has an urge to do something, he or she should start a new program. Or perhaps there’s already a program operating in the church that will compliment that gifting. If not, the church should create a new ministry for the person. Is this how the early church operated?

The truth is that the cell group is the best place to discover spiritual gifts.

Earlier on in my cell ministry, a person tried to convince me to add additional programs, so that people could find and exercise their spiritual gifts. “But in the small groups they’ll have a chance to exercise their gifts,” I countered. “Those with the gift of mercy will have the opportunity to minister to those in need—both in and outside the group. The person with the gift of teaching can clarify a passage of scripture. Those with the gifts of service or helps will have plenty of chances to use their gifts in the cell.”

He didn’t really hear what I was saying and our conversation that night ended in a stalemate. We both had strong opinions. But the conversation was a blessing in disguise because it forced me to revisit the issue of spiritual gifts and cell groups. The conversation stirred me to go back to scripture for answers.

I realized afresh that when Paul wrote about the gift passages, he was writing to believers meeting in home groups (Ephesians 4; Romans 12 and 1 Corinthians 12-14). In all three passages about the gifts, he connects giftedness with the body of Christ. The only way to know where a person fits in the body of Christ is to discover his or her giftedness. The home atmosphere of the early church gave each person ample opportunity to test, prove and discover their own spiritual giftedness and place in the body of Christ.

I encourage cell leaders to study the gifts of the Spirit and to approach cell members about their gifts. One thing I discovered when writing the book, The Spirit-Filled Small Group: Leading Your Group to Experience the Spiritual Gifts, was that when a person knows and uses his or her spiritual gift, he or she will feel more responsible and needed. The person doesn’t want to miss the cell, knowing that he or she is needed in the body of Christ.

Gift Discovery that helps form disciples is a key reason for prioritizing cell involvement.  When a church or pastor asks a person to be in a cell group as a requirement for other programs and ministries, the reason is to help him or her discover God’s purpose and to become an active disciple of Jesus Christ.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Integração: Descubra o seu talento em uma célula

Por Joel Comiskey

Algumas pessoas reagiram à ideia de que todos deveriam estar em um grupo de células. “Isso não sufocaria a criatividade e o talento de uma pessoa?”, Dizem. “Não é melhor se alguns se juntarem a uma célula enquanto outros se juntam a um programa específico na igreja?”

Muitos pastores acreditam que, se alguém tiver vontade de fazer algo, ele ou ela deve começar um novo programa. Ou talvez já haja um programa que opere na igreja que complementará esse talento. Caso contrário, a igreja deve criar um novo ministério para a pessoa. É assim que a igreja primitiva operava?

A verdade é que o grupo celular é o melhor lugar para descobrir dons espirituais.

Mais cedo no meu ministério celular, uma pessoa tentou convencer-me de adicionar programas extras, para que as pessoas pudessem encontrar e exercer seus dons espirituais. “Mas nos grupos pequenos eles terão a chance de exercer seus dons”, eu respondi. “Aqueles com o dom da misericórdia terão a oportunidade de ministrar aos necessitados – tanto dentro como fora do grupo. A pessoa com o dom de ensinar pode esclarecer uma passagem das Escrituras. Aqueles com dons de serviço ou ajuda terão muitas chances de usar seus dons na célula “.

Ele realmente não ouviu o que estava falando e nossa conversa naquela noite terminou em um impasse. Nós dois tínhamos opiniões fortes. Mas a conversa foi uma benção disfarçada porque me forçou a revisitar a questão dos dons espirituais e dos grupos de células. A conversa me animou a voltar às Escrituras para obter respostas.

Eu percebi de novo que quando Paulo escreveu sobre as passagens de dons, ele estava escrevendo aos fiéis reunidos em grupos de origem (Efésios 4, Romanos 12 e 1 Coríntios 12-14). Em todas as três passagens sobre os dons, ele conecta o talento com o corpo de Cristo. A única maneira de saber onde uma pessoa se encaixa no corpo de Cristo é descobrir seu talento. A atmosfera doméstica da igreja primitiva deu a cada um ampla oportunidade para testar, provar e descobrir seu próprio talento espiritual e colocar no corpo de Cristo.

Encorajo os líderes celulares a estudar os dons do Espírito e a abordar os membros das células sobre seus presentes. Uma coisa que eu descobri quando escrevi o livro, O Grupo pequeno cheio de espírito: levando o seu grupo a experimentar os presentes espirituais, foi que quando uma pessoa conhece e usa seu dom espiritual, ele ou ela se sentirá mais responsável e necessário. A pessoa não quer perder a célula, sabendo que ele ou ela é necessária no corpo de Cristo.

A descoberta de que dons ajudam a formar discípulos é uma razão fundamental para priorizar o envolvimento celular. Quando uma igreja ou um pastor pede a uma pessoa que esteja em um grupo celular como requisito para outros programas e ministérios, a razão é ajudá-la a descobrir o propósito de Deus e se tornar um discípulo ativo de Jesus Cristo.

Spanish blog:

Integración: Descubre tu don en una célula

Por Joel Comiskey

Algunas personas han reaccionado a la idea de que todo el mundo debe estar involucrado en una célula. Algunos dicen “¿Esto no sofocará la creatividad y el talento de una persona?”,  “¿No es mejor que algunos se unan a una célula mientras otros se unan a un programa en específico en la iglesia?”

Muchos pastores creen que si alguien tiene el impulso de hacer algo; esta persona debe comenzar un nuevo programa, o si ya hay un programa que opera en la iglesia, la persona puede integrarse  para que complemente su don. Y si no hay un programa, la iglesia debe crear un nuevo ministerio para la persona. ¿Era así como la iglesia primitiva operaba?

La verdad es que la célula es el mejor lugar para descubrir los dones espirituales.

Al inicio, en mi ministerio celular, una persona trató de convencerme de agregar programas adicionales, para que las personas pudieran encontrar y ejercitar sus dones espirituales. “Pero en las células tendrán la oportunidad de ejercitar sus dones”, contesté. “Aquellos con el don de misericordia tendrán la oportunidad de ministrar a los necesitados, tanto dentro como fuera del grupo. La persona con el don de la enseñanza puede aclarar un pasaje de las Escrituras. Aquellos con los dones de servicio o ayuda tendrán muchas oportunidades de usarlos en la célula”.

En realidad, esta persona no escuchó lo que le estaba diciendo y nuestra conversación esa noche terminó en un punto muerto. Ambos teníamos opiniones fuertes. Pero la conversación fue una bendición disfrazada porque me obligó a revisar el tema de los dones espirituales y los grupos celulares. La conversación me animó a volver a las Escrituras para encontrar respuestas.

Nuevamente me di cuenta que cuando Pablo escribió acerca de los pasajes de los dones, Él estaba escribiendo a los creyentes que se reunían en casas (Efesios 4, Romanos 12 y 1 Corintios 12-14). En los tres pasajes acerca de los dones, El conecta el don con el cuerpo de Cristo. La única manera de saber dónde una persona encaja en el cuerpo de Cristo es descubriendo su don. El ambiente hogareño de la iglesia primitiva le dio a cada persona una amplia oportunidad para probar, demostrar y descubrir su propio don espiritual y su lugar en el cuerpo de Cristo.

Animo a los líderes celulares a estudiar los dones del Espíritu y a acercarse a los miembros de la célula para conocer acerca de sus dones. Algo que descubrí al escribir el libro The Spirit-Filled Small Group: Leading Your Group to Experience the Spiritual Gifts, fue que cuando una persona conoce y usa su don espiritual, se sentirá más responsable y necesitado. La persona no querrá perderse la célula, porque sabe que él o ella es necesaria en el cuerpo de Cristo.

El descubrimiento de dones, que ayuda a formar discípulos es una razón clave para priorizar la participación en las células. La razón por la que una iglesia o un pastor le piden a una persona que se involucre en una célula, como un requisito para participar en otros programas y ministerios, es para ayudarlo a descubrir el propósito de Dios y convertirse en un discípulo activo de Jesucristo.