Patience And Grace In Transitioning To Cells

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By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil, www.celulas.com.br

Transitioning a Church is like changing the route on a Transatlantic ship. The captain knows the limit of the ship in making a turn without capsizing. The turn must be slow, so it will not throw people and furniture down, upsetting everything and everyone. Some Pastors think they are on a Jet ski, all alone, and so they can make radical turns ignoring the fact, he is part of a greater group that is riding with him in a ship.

The turn must be longer and slower according to the degree of change of direction. Opposite direction demands a long, slow turn, making sure the people flow don’t get jerked around in the process.

In the Church, the more distant the transitioning Church is from an ideal holistic cell definition and life, the longer the transition will be.

First we have to ADD what does not exist in the church’s system to make it possible to live community. I’m referring here to the prototype cell. When Pastor and main leaders achieve the ideal status of the desired approach in the first cell (prototype), then multiplication can occur.

Then comes the second stage: ADAPT all ministries and programs that are adaptable to the cell structure. Every program and ministry should serve as a support system and NOT compete with the cells. This takes time and much wisdom.

And finally, the church has to CUT all structures, programs and ministries that are not adaptable.

CAUTION! Do not start your transition by CUTTING things like many Pastors do. This spells D-I-S-A-S-T-E-R. The right order is: ADD – ADAPT – CUT.

Help us GOD!

Robert M. Lay
Cell Church Ministry Brazil

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Paciência e Graça ao Transicionar para Células

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

Transicionar uma igreja é como mudar a rota de um navio transatlântico. O capitão conhece o limite do navio para fazer uma voltar sem virar a embarcação. A volta deve ser lenta, de modo que não vá jogar as pessoas e o mobiliário para baixo, perturbando tudo e todos. Alguns pastores pensam que estão em um jet ski, sozinhos, e que assim podem fazer voltas radicais, ignorando o fato de que eles fazem parte de um grupo maior que está com eles em um navio.

A volta deve ser maior e mais lenta de acordo com o grau de mudança de direção. A direção oposta exige uma curva longa e lenta, certificando-se de que o fluxo de pessoas não seja lançado para fora no processo.

Na Igreja, quanto mais distante a Igreja em transição está de uma definição holística ideal de células e vidas, mais longa será a transição.

Primeiro, devemos ADICIONAR o que não existe no sistema da igreja para tornar possível viver em comunidade. Estou me referindo aqui à célula protótipo. Quando o pastor e os líderes principais alcançam a condição ideal da abordagem desejada na primeira célula (protótipo), então a multiplicação pode ocorrer.

Então, vem o segundo estágio: ADAPTAR todos os ministérios e programas adaptáveis à estrutura celular. Todo programa e ministério devem servir como um sistema de suporte e NÃO competir com as células. Isso leva tempo e muita sabedoria.

E finalmente, a igreja deve CORTAR todas as estruturas, programas e ministérios que não são adaptáveis.

CUIDADO! Ṇo comece a sua transi̤̣o CORTANDO coisas como muitos pastores fazem. Isso se soletra D-I-S-A-S-T-R-E. A ordem correta ̩: ADICIONAR РADAPTAR РCORTAR.

Ajude-nos, DEUS!

Robert M. Lay
Ministério Igreja em Células Brasil

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Paciencia y gracia en la transición a las células

Por Robert Lay, www.celulas.com.br

La transición de una Iglesia es como cambiar la ruta en un barco transatlántico; el capitán conoce el límite de la nave al dar un giro sin volcar. El viraje debe ser lento, sino pondrá a la gente y los muebles hacia abajo, haciendo que todo el mundo se moleste. Algunos Pastores piensan que están en un jet ski, solos, y por lo tanto pueden hacer giros radicales ignorando el hecho, de que él es parte de un grupo mayor que está con él en el barco.

El giro debe ser más largo y más lento de acuerdo con el grado de cambio de dirección. La dirección opuesta requiere un giro largo y lento, asegurándose de que el flujo de personas no se sacuda en el proceso.

En la Iglesia, cuanto más distante es la Iglesia de transición de una definición holística ideal de la célula y de la vida, más larga será la transición.

Primero tenemos que AGREGAR lo que no existe en el sistema de la iglesia para hacer posible vivir en comunidad. Me refiero a la célula prototipo. Cuando el Pastor y los principales líderes logran el estatus ideal del enfoque deseado en la primera célula (prototipo), entonces la multiplicación puede ocurrir.

Luego viene la segunda etapa: ADAPTAR todos los ministerios y programas, que son adaptables a la estructura celular. Cada programa y ministerio debe servir como un sistema de apoyo y NO debe competir con las células. Esto requiere tiempo y mucha sabiduría.

Y finalmente, la iglesia tiene que CORTAR todas las estructuras, programas y ministerios que no son adaptables al sistema celular.

¡PRECAUCIÓN! No comience su transición CORTANDO las cosas, como hacen muchos pastores. Eso se deletrea D-E-S-A-S-T-R-E El orden correcto es: AGREGAR  – ADAPTAR – CORTAR.

¡Ayúdanos DIOS!

Robert M. Lay

Cell Church Ministry Brazil

How Long Does It Take To Transition? I Will Let You Know When We Finish

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Pastor Bill Mellinger, Crestline First Baptist;  www.crestlinefbc.com

Ten years ago I sat down with a leader in our church that had a desire for our church to become a cell church. I was the new pastor who had just arrived from planting a church in Arizona. He had actually tried to transition the church into cell ministry while there was an interim pastor. Unfortunately, the church wasn’t ready for his leadership and the cell ministry became a point of contention.

That leader introduced me to Joel Comiskey and we began a consulting relationship with Joel. I remember Joel discussing the pace for transition. I still remember telling him that I wanted to move fast. We started studying and evaluating the ministry and Joel said he would see what pace we could do as we progressed. He must have known that we would have to go a lot slower than I wanted so we began our journey.

Some things went rather quickly. The leadership voted to hire Joel as our consultant. We talked about being a relational church. The leaders read Scott Boren’s book, “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections.” We even decided that our vision was “to be a relational church that is sold out for Jesus.” With these baby steps behind us, I thought it was time to start a prototype group. The group was made up of ten people who would all be potential leaders. I planned to launch at least five new cells within three months of forming the prototype.

As we began the prototype, I began preaching on being a relational church and we proceeded to restructure the entire ministry. The same leader I mentioned above and the interim pastor had worked together to setup an entirely different organizational structure that actually paved the way for the transition to cell ministry. However, things did not move as fast as I expected. In spite of my church planting mentality, I had enough experience to see that we could not force the change. Slowly, we developed new groups. I mean very slowly. In helped that I am very relational in ministry and I was able to start shaping a new emphasis in what God wanted to do through us.

Nearly, ten years after that first meeting, I continue to work to transition the church. Some exciting ministry has occurred over the years. One life group (cell) began a ministry with the poor in our community that has expanded into a full-blown outreach called Mountain Help. Our youth have a couple of cells that are connecting with troubled youth in our community. We are on the verge of purchasing a coffee house to provide a place where community happens so people can come to know Christ in a relational setting. Slowly, we are transitioning. I thank God and Joel that we did not move as fast as I wanted to move ten years ago. What about you?

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Quanto Tempo Leva Para a Transição? Eu Deixarei Você saber Quando Terminar

Bill Mellinger,  www.crestlinefbc.com

Dez anos atrás, sentei-me com um líder em nossa igreja que desejava que ela se tornasse uma igreja celular. Eu era o novo pastor que acabava de chegar depois de plantar uma igreja no Arizona. Ele realmente tentou transitar a igreja para o ministério celular, enquanto havia um pastor interino. Infelizmente, a igreja não estava preparada para sua liderança e o ministério celular tornou-se um ponto de disputa.

Esse líder me apresentou a Joel Comiskey e começamos uma relação de consultoria com Joel. Lembro-me de Joel discutindo o ritmo da transição. Ainda me lembro de lhe dizer que queria avançar rapidamente. Começamos a estudar e a avaliar o ministério e Joel disse que veria o ritmo que poderíamos levar conforme progredíamos. Ele deve ter sabido que teríamos que ir muito mais lentamente do que eu queria, então começamos nossa jornada.

Algumas coisas foram bastante rápidas. A liderança votou para contratar Joel como nosso consultor. Falamos sobre ser uma igreja relacional. Os líderes leram o livro de Scott Boren, “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections” (em tradução livre, O Camilnho Relacional: De Estruturas Pequenas a  Conexões de Vida Holísticas). Nós até decidimos que nossa visão era “ser uma igreja relacional que está entregue para Jesus”. Com esses passos de bebê atrás de nós, eu pensei que era hora de começar um grupo protótipo. O grupo era composto por dez pessoas que seriam líderes potenciais. Eu planejei lançar pelo menos cinco células novas dentro de três meses de formação do protótipo.

Quando começamos o protótipo, comecei a pregar sobre ser uma igreja relacional e procedemos a reestruturar todo o ministério. O mesmo líder que mencionei acima e o pastor interino trabalharam juntos para configurar uma estrutura organizacional inteiramente diferente que realmente abriu o caminho para a transição para o ministério celular. No entanto, as coisas não se moveram tão rápido quanto eu esperava. Apesar da mentalidade de plantação de minha igreja, tive experiência suficiente para ver que não poderíamos forçar a mudança. Lentamente, desenvolvemos novos grupos. Quero dizer, muito devagar. O que ajudou foi que eu sou muito relacional no ministério e pude começar a dar forma a uma nova ênfase no que Deus quis fazer através de nós.

Quase dez anos depois da primeira reunião, continuo trabalhando para a transição da igreja. Algum ministério emocionante ocorreu ao longo dos anos. Um grupo de vida (célula) iniciou um ministério com os pobres em nossa comunidade, que se expandiu para um alcance abrangente chamado Mountain Help. Nossa juventude tem algumas células que estão se conectando com jovens problemáticos em nossa comunidade. Estamos à beira de comprar uma casa de café para fornecer um lugar onde a comunhão aconteça para que as pessoas possam conhecer Cristo em um ambiente relacional. Lentamente, estamos em transição. Agradeço a Deus e ao Joel por não nos movemos tão rápido quanto queria mudar há dez anos. E você?

Spanish blog:

¿Cuánto tiempo se necesita para completar la transición? Te haré saber cuándo terminemos

Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Hace diez años me senté con un líder en nuestra iglesia, que tenía el deseo de que nuestra iglesia se convirtiera en una iglesia celular. Yo era un pastor nuevo que acababa de llegar de plantar una iglesia en Arizona. En realidad él ya había intentado hacer la transición de la iglesia al ministerio celular, mientras había un pastor interino. Desafortunadamente, la iglesia no estaba lista para su liderazgo y el ministerio celular se convirtió en un punto de discordia.

Ese líder me presentó a Joel Comiskey e iniciamos una relación de consultoría con Joel. Recuerdo a Joel hablando del ritmo de la transición, todavía recuerdo haberle dicho que quería que la transición fuera rápida. Comenzamos a estudiar y evaluar el ministerio y Joel dijo que vería qué ritmo podríamos tomar a medida que avanzábamos. Joel debió saber que tendríamos que ir mucho más despacio de lo que yo quería. Así iniciamos nuestro viaje.

Algunas cosas se dieron bastante rápido. La directiva votó para contratar a Joel como nuestro consultor. Hablamos de ser una iglesia relacional; los tambien líderes leyeron el libro de Scott Boren,  “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections.” Incluso decidimos que nuestra visión era “ser una iglesia relacional que se  por Jesús”. Con estos pequeños pasos, pensé que era hora de comenzar una célula de prototipo. La célula estaba formada por diez personas, en la que todos serian líderes potenciales. Planeé lanzar por lo menos cinco nuevas células en el plazo de tres meses, después de formar el prototipo de célula.

Cuando comenzamos el prototipo, comencé a predicar sobre ser una iglesia relacional y procedimos a reestructurar todo el ministerio. El mismo líder que mencioné antes y el pastor interino ya habían trabajado juntos para establecer una estructura organizacional completamente diferente, que en realidad allanó el camino para la transición al ministerio celular. Sin embargo, las cosas no se movieron tan rápido como esperaba. A pesar de mi mentalidad de plantar iglesias, tuve suficiente experiencia para ver que no podíamos forzar el cambio. Lentamente desarrollamos nuevos grupos y quiero decir, muy lentamente. Me fue de mucha ayuda, que soy muy relacional en el ministerio y pude empezar a dar forma a un nuevo énfasis en lo que Dios quería hacer a través de nosotros.

Casi diez años después de ese primer encuentro, continúo trabajando para la transición de la iglesia. Un emocionante ministerio se ha dado durante estos años. Un grupo celular inicio un ministerio con los más vulnerables en nuestra comunidad y este se ha expandido en un alcance completo, llamado Mountain Help. Nuestra juventud tiene un par de células que se relacionan con jóvenes con problemas en nuestra comunidad. Estamos a punto de comprar un café para proporcionar un lugar donde se puedan relacionar y que para que la gente pueda llegar a conocer a Cristo en un entorno relacional. Lentamente, estamos en transición. Doy gracias a Dios y a  Joel por no movernos tan rápido como yo quería hacerlo, diez años atrás. ¿Qué hay acerca de ti?

How Extensive Can The Transition Be?

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

The Christian church was born with a very intense practice of serving one another. There are more than fifty passages in the New Testament that speak of believers ministering to one another. That happened because the priesthood model of the law was broken to make a priest out of every believer. The “priesthood of all believers” is lived out to a greater or lesser extent by churches depending on their traditions, practices ,and theological concepts. Those traditions and practices are what determine the ease or difficulty with which each of them will make their transition to the cell model.

The difficulty of a church to complete its transition is proportional to the level of historical involvement of its members in the ministry; the lesser the involvement, the more difficult the transition. Conversely, the greater the involvement, the less difficulty in making the transition. Some churches must begin very slowly through extensive teaching on New Testament principles because the members have been limited to being passive listeners and consumers of religious services. Depending on the charisma and leadership of the Pastor that time could be prolonged or reduced. Transitioning in these churches can take three to ten years.

In the case of Elim, the transition took place in a couple of months. That was due to two major elements: First, the high participation that the members had in evangelism. People burned with passion to have an active part in God’s service. Second, the strong leadership of its founding Pastor, who was very inspiring, influential, and very oriented towards the mobilization of all believers. Those factors allowed for a rapid and effective transition. But there aren’t two churches alike. Each one must make a very honest examination of its history and culture in order to make a proper transition according to its unique particularities.

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Portuguese blog:

Quão Extensa Pode Ser a Transição?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A Igreja cristã nasceu com uma prática muito intensa de servir uns aos outros. Há mais de cinquenta passagens no Novo Testamento que falam dos convertidos ministrando uns aos outros. Isso aconteceu porque o modelo do sacerdócio da Lei foi quebrado para tornar cada crente um sacerdote. O “sacerdócio de todos os crentes” é vivido em maior ou menor grau pelas igrejas, dependendo de suas tradições, práticas e conceitos teológicos. Essas tradições e práticas são as que determinam a facilidade ou a dificuldade com que cada uma delas irá fazer a transição para o modelo celular.

A dificuldade de uma igreja para completar sua transição é proporcional ao nível de envolvimento histórico de seus membros no ministério; quanto menor o envolvimento, mais difícil é a transição. Por outro lado, quanto maior o envolvimento, menos dificuldade terão em fazer a transição. Algumas igrejas devem começar muito lentamente através de extensos ensinamentos sobre os princípios do Novo Testamento, porque os membros foram limitados a serem ouvintes passivos e consumidores de serviços religiosos. Dependendo do carisma e liderança do Pastor, esse tempo pode ser prolongado ou reduzido. A transição nessas igrejas pode levar de três a dez anos.

No caso da Igreja Elim, a transição ocorreu em alguns meses. Isso foi devido a dois elementos principais: primeiro, a alta participação que os membros tiveram no evangelismo. As pessoas queimaram com paixão por terem uma parte ativa no serviço a Deus. Em segundo lugar, a forte liderança de seu pastor fundador, que foi muito inspirador, influente e muito orientado para a mobilização de todos os crentes. Esses fatores permitiram uma transição rápida e efetiva. Mas não há duas igrejas iguais. Cada uma deve fazer um exame muito honesto de sua história e cultura, a fim de fazer uma transição adequada de acordo com suas particularidades únicas.

Spanish blog:

¿Qué tan extensa puede ser la transición?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia cristiana nació con una práctica muy intensa de servirse los unos a los otros. Existen más de cincuenta pasajes en el Nuevo Testamento que hablan de que los creyentes se ministraban los unos a los otros. Eso ocurrió porque el modelo de sacerdocio de la ley fue roto para hacer de todo creyente un sacerdote. Esa vivencia la experimentan en mayor o menor medida las iglesias actuales dependiendo de sus tradiciones, prácticas y conceptos teológicos. Esas características son las que determinan la facilidad o la dificultad con la que cada una de ellas harán su transición al modelo celular.

La dificultad de una iglesia para completar su transición es proporcional al nivel de involucramiento histórico de sus miembros en el ministerio. A menor involucramiento mayor dificultad para la transición. A la inversa, a mayor involucramiento menor dificultad para hacer la transición. Una iglesia donde históricamente los miembros se han limitado a ser oyentes pasivos, consumidores de servicios religiosos, debe comenzar por desarrollar una enseñanza prolongada del modelo de iglesia del Nuevo Testamento. Dependiendo del carisma y el liderazgo del pastor ese tiempo podría prolongarse o reducirse. Esto puede suponer entre tres a diez años.

En el caso de Elim la transición se produjo en un par de meses. Eso se debió a dos grandes elementos. Primero, la alta participación que los miembros tenían en el evangelismo. Las personas ardían de pasión por tener una parte activa en el servicio a Dios. Segundo, el fuerte liderazgo de su pastor fundador. Que era muy inspirador, influyente y muy orientado hacia la movilización de todos los creyentes. Esos factores permitieron una transición rápida y efectiva. Pero, no hay dos iglesias iguales. Cada una debe hacer un examen muy honesto de sus características para poder realizar una transición adecuada a sus particularidades únicas.

Patience and Grace in Transition

By Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Professor, Author).

[Stuart is the pastor of Lewistown Alliance church and lives in Lewistown MT with his wife Rosalie and three daughters. Look for his book coming soon— Towards Developing Authentic Small Group Leaders: A Sociorhetorical Analysis of the Book of Exodus 18]

God provided humanity with choice (Gen 3). Salvation begins with a choice (Rom. 10:9-10; 13). Discipleship connects with personal choice. In fact, choice, honesty, and vulnerability remain the most important elements concerning trust, a major element linking with discipleship. This is proven through Jesus’ ministry.

John 6 reveals a time when the public ministry of Jesus was at its highest—numerically. Jesus made Himself vulnerable through revealing a truth (integrating Jesus into the very core of their being; that they mistakenly thought was cannibalism), which His followers found hard to take (John 6:60), and after which point many refused to follow Him. The true disciples continued to follow Jesus. If Jesus did not force His followers, neither ought we.

As previously mentioned, Mathēteúō, the Greek word for disciple—the very heart of the word reveals the relational aspect of discipleship. There remains a distinct difference between those who are saved, and those who are disciples (Pentecost, 1996; Sanders, 2007). Too many church leaders focus more on discipleship programs than building relationships with believers toward producing disciples that will make other disciples (Ogden, 2003).

Lewistown Alliance Church remains transitioning toward a cell church model, with 2 cell groups involving nearly 1/3 of the congregation. The 40-year-old plus church doubtless used many different programs, but now focuses on biblical discipleship—face to face—in small group settings. Below you will find our brief outline concerning the pre-transition and transition phases of becoming a cell church.

Pre-transition

1. The unity, commitment of the senior pastor and governing board of the cell church transformation.
2. Analyze the church including existing leaders and potential leaders.
3. Analyze other cell church models such as Hope Community Church; Douglasville, GA.
4. Cast the vision to the church. Includes teaching regarding biblical cell ministry.
5. Begin prototype cell group (includes the pastor and current leaders). The outline includes:

i. Welcome- intimate greetings
ii. Worship- Scripture, songs, and prayer.
iii. Word- this should be using the 70-30 model (the groups speaking 70% of the time and the leader speaking 30%).
iv. Works- this should incorporate the mission and evangelism aspect of the cell group.

Transition
1. All current functioning programs should begin to move towards the cell group model.
2. Emphasize multiplication among leaders.

(a) Prayer.
(b) Group(s) goals are made clear.
(c) Diligence.
(d) Care within group- this is the pastoral aspect of the group.
(e) Visitation and follow up with new members.
(f) Developing and equipping potential leaders.

3. Coaching. The continual care and development of existing leaders includes,

(a) Listening
(b) Caring
(c) Encouraging
(d) Exhorting
(e) Praying for them
(f) Instructing

4. Celebration and Cell

(a) Maintaining the balance concerning the two major portions of church life—2 wings—including the celebration service and cell group.
(b) The cell should be the driving aspect of the church, everything within the church functions for the furtherance of the cell groups.

Perhaps this outline will assist in the gentle leading toward a cell church.
Stuart

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Portuguese blog:

Paciência e Graça na Transição Paciência e Graça na Transição

Por Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Professor, Autor).

[Stuart é o pastor da Lewistown Alliance Church e mora em Lewistown-Montana com sua esposa Rosalie e três filhas. Seu livro será lançado em breve: “Towards Developing Authentic Small Group Leaders:  A Sociorhetorical Analysis of the Book of Exodus 18” (“Sobre o Desenvolvimento de Líderes Autênticos de Pequenos Grupos: Uma Análise Socioretórica do livro de Êxodo 18”, em tradução livre).]

Deus forneceu a escolha à humanidade (Gênesis 3). A salvação começa com uma escolha (Romanos 10:9-10, 13). O discipulado se conecta com a escolha pessoal. Na verdade a escolha, a honestidade e a vulnerabilidade são os elementos mais importantes no tocante à confiança, que é um grande elemento que se liga com o discipulado. Isso é provado através do ministério de Jesus.

João 6 revela um período em que o ministério público de Jesus estava em seu ponto mais alto (numericamente). Jesus se fez vulnerável ao revelar uma verdade (integrando Jesus ao centro do ser deles; e eles erroneamente pensaram que se tratava de canibalismo), que seus discípulos acharam dura de receber (João 6:60); depois desse ponto, muitos se recusaram a continuar seguindo-o. Os verdadeiros discípulos continuaram seguindo Jesus. Se Jesus não forçou seus seguidores, nós também não devemos.

Como mencionado anteriormente, Mathēteúō é a palavra grega para discípulo. O núcleo da palavra revela o aspecto relacional do discipulado. Há uma diferença entre os que são salvos, e os que são discípulos (Pentecost, 1996; Sanders, 2007). Muitos líderes de igreja se concentram mais em programas de discipulado do que em construir relacionamentos com os convertidos a fim de produzir discípulos que vão fazer outros discípulos (Ogden, 2003).

A Lewistown Alliance Church permanece transicionando para um modelo de células, com duas Células que envolvem aproximadamente 1/3 da congregação. A igreja de mais de 40 anos sem dúvida já usou muitos modelos diferentes, mas agora se concentra do discipulado bíblico (face a face) no contexto de pequenos grupos. Abaixo você vai encontrar nosso breve esboço sobre as fases de pré-transição e transição para se tornar uma igreja em células.

Pré-transição 

A unidade, comprometimento do pastor principal e a equipe de liderança da transformação da igreja. 2. Analise a igreja, incluindo líderes já existentes e líderes em potencial. 3. Analise outros modelos de igreja em células como da Hope Community Church de Douglasville, GA. 4. Lance a visão para a igreja. Inclua ensinamento sobre o ministério em células bíblico.  5. Comece uma célula protótipo (que inclua o pastor e os líderes atuais). O esboço dessa célula inclui:

  • Recepção- cumprimentos calorosos.
  • Adoração- Escrituras, canções e oração.
  • Palavra- Isso deve seguir o modelo 70-30 (os membros falando 70% do tempo e o líder falando 30%).
  • Obras- Isso deve incorporar o aspecto missionário e evangelístico do grupo.

Transição 

Todos os programas já em funcionamento devem começar a se mover em direção ao modelo celular. 2. Enfatize a multiplicação entre os líderes.

  • Oração
  • Os objetivos do grupo são esclarecidos.
  • Diligência.
  • Cuidado dentro do grupo- este é o aspecto pastoral do grupo.
  • Visitação e acompanhamento dos novos membros.
  • Desenvolver e equipar os líderes potenciais.

Treinamento. O cuidado e o desenvolvimento contínuos dos líderes já existentes incluem:

  • Ouvir
  • Cuidar
  • Encorajar
  • Exortar
  • Orar por eles
  • Instruir

Culto de celebração e Célula

  • Manter o equilíbrio entre as duas maiores porções da vida da igreja (2 asas) incluindo o culto de celebração e a célula.
  • A célula deve ser o aspecto guiador da igreja, tudo dentro da igreja funciona para auxiliar as células.

Talvez esse esboço possa te ajudar a se direcionar gentilmente para uma igreja em células.

Stuart

Spanish blog:

Una transición con paciencia y gracia

Por Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Profesor, Autor)

[Stuart es el pastor de la iglesia Lewistown Alliance y vive en Lewistown MT con su esposa Rosalie y sus tres hijas. Busque su libro próximamente. Towards Developing Authentic Small Group Leaders: A Sociorhetorical Analysis of the Book of Exodus 18]

Dios proveyó a la humanidad de elección (Génesis 3). La salvación comienza con una elección (Romanos 10: 9-10, 13). El discipulado se conecta con la elección personal. De hecho, la elección, la honestidad y la vulnerabilidad siguen siendo los elementos más importantes en relación con la confianza, un elemento importante que se vincula con el discipulado. Esto se demuestra a través del ministerio de Jesús.

Juan 6 revela una época en que el ministerio público de Jesús estaba en su nivel más alto, numéricamente. Jesús se hizo vulnerable a través de la revelación de una verdad (integrar a Jesús en el núcleo mismo de su ser, que erróneamente ellos entendieron como canibalismo), que sus seguidores encontraron difícil de aceptar (Juan 6:60), y después de esto muchos se negaron a seguirlo, los verdaderos discípulos siguieron a Jesús. Si Jesús no forzó a sus seguidores, tampoco nosotros debiéramos hacerlo.

Como se mencionó anteriormente, Mathetes, la palabra griega para discípulo, el corazón mismo de la palabra revela el aspecto relacional del discipulado. Sigue habiendo una clara diferencia entre los que son salvos y los que son discípulos (Pentecostés, 1996; Sanders, 2007). Demasiados líderes de la iglesia se centran más en los programas de discipulado que en la construcción de relaciones con los creyentes hacia la producción de discípulos que harán a otros discípulos (Ogden, 2003).

Lewistown Alliance Church sigue en transición hacia un modelo de iglesia celular, con 2 grupos de células que involucran a casi 1/3 de la congregación. La iglesia de más de 40 años, sin dudarlo, utilizó muchos programas diferentes, pero ahora se enfoca en el discipulado bíblico, cara a cara, en entornos de grupos pequeños. A continuación encontrará nuestro breve resumen acerca de las fases de pre-transición y transición de convertirse en una iglesia celular.

Pre-transición

  1. La unidad, el compromiso del pastor principal y la junta directiva de la transformación a la iglesia celular.
  2. Analizar a la iglesia incluyendo líderes existentes y líderes potenciales.
  3. Analizar otros modelos de iglesias celulares como Hope Community Church; Douglasville, GA.
  4. Lanza la visión a la iglesia. Incluye enseñanza sobre el ministerio celular bíblico.
  5. Iniciar el prototipo de un grupo celular (incluye al pastor y los líderes actuales). El esquema incluye:
  6. Bienvenida- saludos íntimos
  7. Adoración- Escritura, canciones y oración.

iii. Palabra- esto debería usar el modelo 70-30 (los grupos hablan 70% del tiempo y el líder habla 30%).

  1. Obras – esto debe incorporar la misión y el aspecto de evangelismo del grupo celular.

Transición

  1. Todos los programas actuales de funcionamiento deben comenzar a moverse hacia el modelo celular.
  2. Enfatizar la multiplicación entre los líderes.

(a) oración.

(b) Los objetivos del grupo(s) se aclaran.

(c) Diligencia.

(d) Atención dentro del grupo – este es el aspecto pastoral del grupo.

(e) Visitas y seguimiento con nuevos miembros.

(f) Desarrollar y equipar a los líderes potenciales.

  1. Entrenamiento. El cuidado y desarrollo continuo de los líderes existentes incluye,

(a) Escuchar

(b) Cuidadar

(c) Animar

(d) Exhortar

(e) Orar por ellos

(f) Instrucción

  1. Culto de celebración y Célula

(a) Mantener el equilibrio de las dos partes principales de la vida de la iglesia -2 alas- incluyendo el culto de celebración y el grupo de células.

(b) La célula debe ser el aspecto impulsor de la iglesia, todo dentro de la iglesia funciona para la promoción de los grupos celulares.
Tal vez este esquema ayudará en el sutil conducir hacia una iglesia celular.

Stuart

Why Should Holistic Small Groups Become the Base of the Church?

by Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Professor, Author).

[Stuart is the pastor of Lewistown Alliance church and lives in Lewistown MT with his wife Rosalie and three daughters. Look for his book coming soon— Towards Developing Authentic Small Group Leaders: A Sociorhetorical Analysis of the Book of Exodus 18]

Jesus stated life is about growing in an intimate relationship with Him. This happens as the believer integrates Jesus into the very core of their being (John 6). In fact being a Christian concerns being Christ-like, or being a follower of Christ (Acts 11:26). Just as the cream is homogenized into the milk, so much that the cream is inseparable from the milk itself, so it ought be with the life of Christ. The life of Jesus ought remain conjoined with the believer—this is discipleship.

From a Biblical perspective, the term disciple encompasses leadership development. The Great Commission requires all believers in Jesus Christ to make disciples (Matt. 28:19-20). Mathēteúō, the Greek word for disciple, reveals the relational learner.

Mathēteúō means not only to learn, but to become attached to one’s teacher and to become his follower in doctrine and conduct of life. It is really not sufficient to translate this verb as “learn” but as “making a disciple,” in the NT sense of mathētḗs. (Zodhiates, 2000, p. 933).

Given this, the leadership role remains integrated toward providing a mentoring relationship, which reveals principles communicated and proven through behavioral patterns. The heart of discipleship remains focused on investing and assisting toward the maturity of others in Christ (Ogden, 2003). This process happens best within small group settings.

Jesus remains the goal, focus, model, guide, and the one whom all disciples are to conform toward (Eph. 4:15; Heb. 12:2). One of the main focuses of Jesus concerns making a small group of disciples (Eims, 1978). Jesus selected from a larger group, those who became the inner group, the apostles (Ogden, 2003), who became leaders that developed other leaders, even to changing the world (Coleman, 2006). Discipleship happens best in the context of communities (Comiskey, 2007, p.37), that is to say, the Gospel maintains “maximum effectiveness” within a small group setting (Mayer, 1976, p. 295). Due to the fact that Jesus implemented small groups as the base of His church, the local church today does well to follow Him even in this. Yet there remains an Old Testament example for small groups.

A deep dive into Exodus 18, (through sociorhetorical analysis), was examined toward understanding leadership principles (discipleship) as advanced through the text. The God prompted advice of Jethro forms a new era within the civil, judicial, and discipleship factors throughout Israel’s history. Moses implemented small groups so that every person was provided a leader connection. That is to say, every person belonged to a group small enough to provide face-to-face discipleship.

The textural interpretation generated 22 themes, which remain significant toward leadership (discipleship). The 22 themes can be organized into five leadership principles drawn from Exodus 18. The five principles are (a) leader personal development, (b) selection—development—and trusting relationships with developing leaders, (c) effective small group leaders develop and maintain growing intimacy with God, (d) effective small group leaders provide toward growing authentic family, and (e) family atmosphere reduces conflict and supports peace. Given this, the positive effects of small groups integration within the church cannot be emphasized enough.

Knowing these factors, each and every local church ought be committed toward cell church transformation.

Thoughts?

Stuart

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Por que os grupos pequenos holísticos devem se tornar a base da igreja?

por Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Professor, Autor).

[Stuart é o pastor da igreja Lewistown Alliance e mora em Lewistown MT com sua esposa Rosalie e três filhas. Procure o seu livro que chegará em breve – Towards Developing Authentic Small Group Leaders:  A Sociorhetorical Analysis of the Book of Exodus 18 (Rumo ao desenvolvimento de líderes de grupos pequenos autênticos: uma análise sócio-retórica do livro de Êxodo 18, em tradução livre).]

Jesus afirmou que a vida é sobre crescer em um relacionamento íntimo com Ele. Isso ocorre quando o crente integra Jesus no cerne do seu ser (João 6). Na verdade, ser um cristão diz respeito a ser semelhante a Cristo, ou ser um seguidor de Cristo (Atos 11:26). Assim como o creme é homogeneizado no leite, tanto que o creme é inseparável do próprio leite, assim deve ser com a vida de Cristo. A vida de Jesus deve permanecer unida com o crente: isto é discipulado.

Do ponto de vista bíblico, o termo “discípulo” engloba o desenvolvimento da liderança. A Grande Comissão exige que todos os crentes em Jesus Cristo façam discípulos (Mateus 28: 19-20). MathÄ“teúō, a palavra grega para “discípulo”, revela o aprendiz relacional.

MathÄ“teúō significa não só aprender, mas se apegar ao professor e se tornar seu seguidor na doutrina e na conduta da vida. Na verdade, não é suficiente traduzir este verbo como “aprender”, mas como “fazer um discípulo”, no sentido do NT de mathÄ“tḗs. (Zodhiates, 2000, p. 933).

Diante disso, o papel de liderança permanece integrado para proporcionar uma relação de orientação, que revela princípios comunicados e comprovados através de padrões comportamentais. O coração do discipulado continua focado em investir e auxiliar na maturidade dos outros em Cristo (Ogden, 2003). Esse processo ocorre melhor dentro de configurações de grupos pequenos.

Jesus continua a ser o objetivo, o foco, o modelo, o guia e aquele a quem todos os discípulos devem se conformar (Efésios 4:15; Heb 12: 2). Um dos principais focos de Jesus diz respeito a um pequeno grupo de discípulos (Eims, 1978). Jesus selecionou de um grupo maior, aqueles que se tornaram o grupo interno, os apóstolos (Ogden, 2003), que se tornaram líderes que desenvolveram outros líderes, até a mudança do mundo (Coleman, 2006). O discipulado acontece melhor no contexto das comunidades (Comiskey, 2007, p.37), isto é, o Evangelho mantém a “eficácia máxima” dentro de um pequeno grupo (Mayer, 1976, pág. 295). Devido ao fato de que Jesus implementou pequenos grupos como a base de Sua igreja, a igreja local hoje faz bem em segui-Lo mesmo nisso. Ainda existe um exemplo do Antigo Testamento para pequenos grupos.

Um mergulho profundo em Êxodo 18, (através da análise sócio-retórica), foi examinado para entender os princípios de liderança (discipulado) como avançados através do texto. O Deus, que impulsionou o conselho de Jethro, forma uma nova era dentro dos fatores civis, judiciais e de discipulado em toda a história de Israel. Moisés implementou pequenos grupos para que cada pessoa fosse provida de uma conexão com o líder. Ou seja, cada pessoa pertencia a um grupo pequeno o suficiente para proporcionar discipulado face a face.

A interpretação textural gerou 22 temas, que permanecem significativos para a liderança (discipulado). Os 22 temas podem ser organizados em cinco princípios de liderança derivados do Êxodo 18. Os cinco princípios são- (a) desenvolvimento pessoal do líder, (b) selecionando, desenvolvendo e relações de confiança com líderes em desenvolvimento, (c) líderes eficazes de pequenos grupos desenvolvem e mantêm intimidade crescente com Deus, (d) líderes eficazes de pequenos grupos proporcionam uma família autêntica em crescimento, e (e) atmosfera familiar reduz conflitos e apoia a paz. Diante disso, os efeitos positivos da integração de pequenos grupos dentro da igreja não podem ser enfatizados o suficiente.

Conhecendo esses fatores, cada igreja local deve estar comprometida com a transformação da igreja celular.

Pensamentos?

Stuart

Spanish blog:

¿Por qué deberían las células convertirse en la base de la iglesia?

por Stuart W. Boyer Ph.D. (Pastor, Profesor, Autor). [Stuart es el pastor de la iglesia Lewistown Alliance y vive en Lewistown MT con su esposa Rosalie y sus tres hijas. Busca su libro próximamente. Hacia el desarrollo de auténticos líderes de grupos pequeños: un análisis socioretórico del libro del éxodo 18]

Jesús afirmó que la vida consiste en crecer en una relación íntima con Él. Esto ocurre cuando el creyente integra a Jesús en el núcleo de su ser (Juan 6). De hecho ser un cristiano significa  ser como-Cristo, o ser un seguidor de Cristo (Hechos 11:26). Así como la crema se homogeneiza en la leche, de tal manera que la crema es inseparable de la leche misma, así debe ser con la vida en Cristo. La vida de Jesús debe permanecer unida con el creyente- esto es discipulado.

Desde una perspectiva bíblica, el término discípulo abarca el desarrollo del liderazgo. La Gran Comisión requiere que todos los creyentes en Jesucristo, hagan discípulos (Mateo 28: 19-20). Mathetes, la palabra griega para discípulo, revela al aprendiz relacional.

Mathetes significa no sólo aprender, sino apegarse al maestro y convertirse en su seguidor en doctrina y conducta de vida. Realmente no es suficiente traducir este verbo como “aprender” sino como “hacer un discípulo”, en el sentido NT de matemáticas. (Zodhiates, 2000, página 933).

Teniendo en cuenta esto, el papel de liderazgo sigue siendo integrado para proporcionar una relación de tutoría, que revela los principios comunicados y probados a través de patrones de comportamiento. El corazón del discipulado sigue centrado en invertir y ayudar a la madurez de otros en Cristo (Ogden, 2003). Este proceso ocurre mejor dentro de las células.

Jesús sigue siendo la meta, el enfoque, el modelo, la guía y el ejemplo en el que todos los discípulos deben formarse (Efesios 4:15, Hebreos 12: 2). Uno de los principales puntos de Jesús consiste en hacer un pequeño grupo de discípulos (Eims, 1978). Jesús eligió de un grupo más grande, los cuales se convirtieron en el grupo interno, sus apóstoles (Ogden, 2003), que se convirtieron en líderes, que desarrollaron otros líderes, incluso para cambiar el mundo (Coleman, 2006). El discipulado ocurre de mejor manera en el contexto de las comunidades (Comiskey, 2007, p.37), es decir, el Evangelio mantiene la “máxima eficacia” dentro de un grupo pequeño (Mayer, 1976, p. Debido al hecho de que Jesús implementó pequeños grupos como la base de Su iglesia. La iglesia local de ahora en día, hace bien en seguir así, incluso en esto. Sin embargo, todavía queda un ejemplo del Antiguo Testamento para pequeños grupos.

Una profunda inmersión en Éxodo 18, (a través del análisis socioretórico), fue examinada para entender los principios de liderazgo (discipulado) como avanzado a través del texto.  Dios inspiró el consejo de Jetro a forma una nueva era dentro de los factores civiles, judiciales, y del discipulado a través de la historia de Israel. Moisés implementó pequeños grupos para que cada persona recibiera una conexión de liderazgo. Es decir, cada persona pertenecía a un grupo lo suficientemente pequeño como para proporcionar discipulado cara a cara.

La interpretación texturizada generó 22 temas, que siguen siendo significativos para el liderazgo (discipulado). Los principios pueden ser organizados en cinco principios de liderazgo, extraídos de Éxodo 18. Los cinco principios son (a) desarrollo personal de líderes, (b) selección-desarrollo y relaciones de confianza con líderes en desarrollo, (c) los líderes de grupos pequeños eficaces desarrollan y mantienen un crecimiento en la intimidad con Dios, (d) los líderes de grupos pequeños eficaces proporcionan crecimiento hacia una familia auténtica, y (e) la atmósfera familiar reduce los conflictos y apoya la paz. Con esto, los efectos positivos de la integración de pequeños grupos dentro de la iglesia no pueden enfatizarse lo suficiente.

Conociendo estos factores, cada iglesia local debe estar comprometida hacia la transformación de la iglesia celular.

¿Comentarios?
Stuart

Benefits of a Cell Definition

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

For some years now, Elim has adopted the definition of a cell that I have so often heard from Joel Comiskey: “A cell is a group of 3 to 15 people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelizing, building community and edification, committed to the functions of the local church and who make disciples who make other disciples with the goal of multiplication.” This definition is quite integral and has served to make decisions at different times in our work.

As I have explained at other times, we learned about the cell work from the first books of Pastor Cho that were translated into Spanish. One of them was called “Family Groups and Church Growth.” From that title, we adopted the name of “family groups” to refer to cells. That created a mental relationship between families and small meetings. It was installed in our brain the idea that a house was needed in order for a cell to exist. We resisted the idea of calling a group of students who did not meet in a house but at school or university a cell.

Over time, and by adopting the definition of cell, again and again the question was raised as to whether or not student meetings were cells because they did not take place in a house. At that point, it became useful to have a definition. The students were a group of 3 to 15 people who met weekly very far from the church building, in schools and universities. They did it with the purpose of evangelizing, building community, and edifying each other. They were engaged with the local church and made disciples who made other disciples. That is, they fulfilled all the conditions of a cell.

This is a simple example of how having a clear cell definition can help us at times when questions arise.

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Portuguese blog:

Benefícios de uma Definição de Célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Há alguns anos, a Igreja Elim adotou a definição de célula que sempre ouvi Joel Comiskey falar: “Uma célula é um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com a finalidade de evangelizar, construir comunidade e edificação, comprometidas com as funções da igreja local e que fazem discípulos que fazem outros discípulos com o objetivo de multiplicação”. Esta definição é bastante integral e serviu para tomar decisões em momentos diferentes em nosso trabalho.

Como expliquei em outras ocasiões, aprendemos sobre o trabalho celular com os primeiros livros do Pastor Cho que foram traduzidos para o espanhol. Um deles foi chamado de “Grupos Familiares e Crescimento da Igreja” (tradução livre). A partir desse título, adotamos o nome de “grupos familiares” para nos referirmos a células. Isso criou uma relação mental entre famílias e pequenas reuniões. Foi instalada em nossos cérebros a ideia de que uma casa era necessária para que uma célula existisse. Resistimos à ideia de chamar um grupo de alunos que não se reuniam em uma casa, mas na escola ou na universidade, de célula.

Ao longo do tempo, ao adotar a definição de célula, várias e várias vezes foi levantada a questão sobre se as reuniões de estudantes eram ou não células porque não aconteciam em uma casa. Nesse ponto, tornou-se útil ter uma definição. Os estudantes eram um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontravam semanalmente, muito longe do prédio da igreja, nas escolas e universidades. Eles faziam isso com o propósito de evangelizar, construir comunidade e se edificar mutuamente. Eles estavam envolvidos com a igreja local e faziam discípulos que faziam outros discípulos. Ou seja, eles preenchiam todas as condições de uma célula.

Este é um exemplo simples de como ter uma definição de célula clara pode nos ajudar em momentos em que os questionamentos surgem.

Spanish blog:

Beneficios de una definición de célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Desde hace años en Elim adoptamos la definición de célula que tantas veces le he escuchado a Joel Comiskey: “Una célula es un grupo de 3 a 15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse y que están comprometidos con las funciones de la iglesia local y que hacen discípulos que generan a otros discípulos con la meta de multiplicarse.” Esta definición es bastante integral y nos ha servido para tomar decisiones en diferentes momentos de nuestro trabajo.

Como otras veces lo he explicado, aprendimos el trabajo celular de los primeros libros del pastor Cho que fueron traducidos al español. Uno de ellos se llamaba “Los grupos familiares y el crecimiento de la iglesia”. De ese título adoptamos el nombre de “grupos familiares” para referirnos a las células. Eso creó una relación mental entre las familias y las pequeñas reuniones. Se instaló en nuestro cerebro la idea de que para que existiera una célula se necesitaba una casa. Nos resistíamos a la idea de llamar célula a un grupo de estudiantes que no se reunían en una casa sino que en la escuela o la universidad.

Con el paso del tiempo y, al adoptar la definición de célula, una y otra vez volvía la pregunta sobre si las reuniones de estudiantes eran o no células por no realizarse en una casa. En ese punto es que nos fue útil el poseer una definición. Los estudiantes eran un grupo de entre 3 a 15 personas que se reunían semanalmente muy lejos de edificio de la iglesia, en las escuelas y universidades. Lo hacían con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse. Estaban comprometidos con la iglesia local y hacían discípulos que generaban a otros discípulos. Es decir, cumplían todas las condiciones de una célula.

Este es un ejemplo sencillo de cómo el poseer una clara definición de célula puede ayudarnos en momentos cuando surgen dudas sobre el trabajo.

The Importance of a Definition

By Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

A biological cell can be looked up in any dictionary and have a clear and concise definition. However,when it comes to the church’s cell group the definition can vary depending on the structure, the culture, the denomination, or other factors.  As pastors and church leaders, cell churches need to have a solid definition of a cell group.

Joel Comiskey writes in Home Cell Group Explosion that, “cells are open, evangelism-focused small groups entwined in the life of the church.  They meet weekly to build up each other… to spread the gospel… ultimate goal of each cell is to multiply itself…”

What is your church’s cell group definition?

If a cell church does not have a definition of what a cell group is, then EVERYTHING will become a cell group.  The definition will give boundaries and understanding to the church body.

At Celebration Church, we had a new pastor come on staff and at his previous church almost anything could be considered a small group.  After a couple of months, he said he was launching a men’s shooting cell group and a children’s Bible Club during church services.  The other pastors and I quickly explained that at Celebration the definition of a cell group is not just people getting together for fellowship, but also reaching the lost and spreading the Gospel in a way that could multiply.  (I, personally, think we should stay away from guns at group, anyway 😊)

People love to push boundaries and tend to create cells that are exclusive rather than inclusive.  Whenever I am asked if doing a particular Bible study, learning a skill, or basing a group off of a hobby could be done in cell group these are my go-to questions:

  • Will it reach the lost?
  • Can someone multiply out and have a similar effectiveness?
  • Is it open for someone to join at any time?
  • Does it build up the body of Christ?
  • Where will it meet? (Always move groups out of the church walls, if possible, to reach those that won’t come to a church building!)

What are your questions?  How do you guard your cell ministry to maintain it as the lifeblood of the church?  Go back to the definition from Home Cell Explosion and measure your groups against that.

My favorite thing about cell groups is that they can take place anywhere, with anyone attending, and meet at anytime.  Cell groups can be as creative as they need to be, and having a definition to guide them along will prevent your church from having the first underwater basket weaving choir group that only accepts members who have memorized the New Testament.

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Portuguese blog:

A Importância de uma Definição

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Uma célula biológica pode ser pesquisada em qualquer dicionário e ter uma definição clara e concisa. No entanto, quando se trata do grupo de células da igreja, a definição pode variar de acordo com a estrutura, a cultura, a denominação ou outros fatores. Como pastores e líderes da igreja, as igrejas celulares precisam ter uma definição sólida de um grupo celular.

Joel Comiskey escreve em Home Cell Group Explosion que, “as células estão abertas, pequenos grupos focados em evangelismo entrelaçados na vida da igreja. Eles se reúnem semanalmente para edificarem uns aos outros…Para espalhar o evangelho…o objetivo final de cada célula é se multiplicar…”

Qual é a definição do grupo celular da igreja?

Se uma igreja celular não tem uma definição do que é um grupo celular, então TUDO se tornará um grupo celular. A definição dará fronteiras e compreensão ao corpo da igreja.

Na Igreja da Celebração, tivemos um novo pastor na equipe e em sua igreja anterior quase tudo poderia ser considerado um pequeno grupo. Depois de alguns meses, ele disse que estava lançando um grupo de células de tiro masculino e um Clube da Bíblia para crianças durante os cultos. Os outros pastores e eu rapidamente explicamos que, na Celebração, a definição de um grupo celular não é apenas pessoas se juntando para a comunhão, mas também alcançando os perdidos e espalhando o Evangelho de uma forma que poderia se multiplicar. (Eu, pessoalmente, acho que devemos ficar longe das armas no grupo, de qualquer forma 😊)

As pessoas adoram empurrar limites e tendem a criar células que são exclusivas, e não inclusivas. Sempre que me perguntam se fazer um estudo particular da Bíblia, aprender uma habilidade ou basear um grupo através de um hobby pode ser feito no grupo celular, estas são minhas perguntas:

-Alcançará o perdido?

-Alguém pode multiplicar e ter uma eficácia semelhante?

-É aberto para alguém se juntar a qualquer momento?

-Edifica o Corpo de Cristo?

-Onde se encontrará? (Sempre mova os grupos fora das muralhas da igreja, se possível, para alcançar aqueles que não irão para um prédio da igreja!)

Quais são suas perguntas? Como você protege seu ministério celular para mantê-lo como o sangue vital da igreja? Volte para a definição de Home Cell Explosion e mire seus grupos contra isso.

Minha coisa favorita sobre os grupos de células é que eles podem acontecer em qualquer lugar, com qualquer pessoa frequentando e se encontrar em qualquer momento. Os grupos de células podem ser tão criativos quanto precisam ser, e ter uma definição para orientá-los, impedirá que sua igreja tenha o primeiro grupo absurdo que só aceita membros que memorizaram o Novo Testamento.

Spanish blog:

La importancia de una definición

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Una célula biológica se puede buscar en cualquier diccionario y tener una definición clara y concisa. Sin embargo, cuando se trata del grupo de celular de la iglesia, la definición puede variar dependiendo de la estructura, la cultura, la denominación u otros factores. Como pastores y líderes de iglesias, las iglesias celulares necesitan tener una definición sólida de un grupo celular.

Joel Comiskey escribe en Home Cell Group Explosion que “las células están abiertas, pequeños grupos enfocados en el evangelismo se entrelazan en la vida de la iglesia. Se reúnen semanalmente para fortalecerse entre sí… para difundir el evangelio… el objetivo final de cada célula es multiplicarse… ”

¿Cuál es la definición de grupo celular de tu iglesia?

Si una iglesia celular no tiene una definición de lo que es una célula, entonces TODO se convertirá en una célula. La definición dará límites y entendimiento al cuerpo de la iglesia.

En la Iglesia Celebration, tuvimos un nuevo pastor en el personal y en su iglesia anterior, casi cualquier cosa podría ser considerada una célula. Después de un par de meses, dijo que lanzaría un célula de tiro de hombres y un Club Bíblico para niños durante los servicios de la iglesia. Los otros pastores y yo rápidamente le explicamos que en Celebration, la definición de una célula no es sólo la gente que se reúna para la convivir, sino también para llegar a los perdidos y difundir el Evangelio de una manera en la que pueda multiplicarse. (Yo, personalmente, creo que debemos permanecer lejos de las armas, de todos modos 😊)

A las personas les encanta llegar a los límites y tienden a crear células que son exclusivas en lugar de ser inclusivas. Cada vez que me preguntan si alguna de estas actividades ( hacer un estudio bíblico, aprender una nueva destreza, o basar un grupo en un pasatiempo) podrian realizarse en una celula. Yo les hago estas preguntas:

¿Alcanzará a los perdidos?

¿Puede alguien multiplicar y tener la misma eficacia?

¿Es factible para que alguien se una en cualquier momento?

¿Construye el cuerpo de Cristo?

¿Dónde se reunirá? (Siempre mueve a las células fuera de las paredes de la iglesia, si es posible, para llegar a aquellos que no vienen al edificio de la iglesia!)

¿Cuáles son tus preguntas? ¿Cómo cuidas a tu ministerio celular para mantenerlo como la sangre vital de la iglesia? Vuelve a la definición de Home Cell Group Explosion y mide tus células basándote en este.

Lo que más me gusta de las células es que pueden realizarse en cualquier lugar, cualquier persona puede asistir y pueden reunirse en cualquier momento. Los grupos celulares pueden ser tan creativos como necesiten serlo; pero tener una definición para guiarlos, evitará que su iglesia tenga el primer grupo de coristas acuáticos que solo acepten miembros que hayan memorizado el Nuevo Testamento.

Defining the Cell, pt 2

coach_freddynoble

By Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org 

A few years ago while talking with a pastor friend about cells, he told me about all the cells he had in his church. Later he invited me to speak in his church, and I asked him if I could visit one or more of his cell groups. The pastor then took me to various classrooms in his church building and showed me the groups of children and adults who were studying God’s Word. These were the “cell groups” that this pastor had talked about.

In spite of how some churches might define their “cell groups,” I think it’s important that cell groups meet outside the church building. Meeting outside the church building is the norm in the vast majority of cell churches around the world. These same worldwide cell churches do have small groups within the church, but they are not called cell groups. They might be groups meeting for equipping, worship, or ushering. But they are not called cells.

The beauty of a cell group is that it meets outside the church building to reach people where they live and work. In an increasingly complex world, where distance from the church building is growing, home group meetings can reach people where they actually live. After all, doesn’t most of life take place outside the church building?

It’s also important to define the purpose of the cell. The cells is not only a prayer circle, although prayer is an important part. It’s not only a Bible study, although sharing God’s Word is essential. It’s not just a “social gathering,” although community is very important. The cell includes all these functions but does not focus on only one of them.

Its purposes is to create a space where people can be built up, where true community takes place, and where non-believers can be introduce to the Savior. The cell is the church and must express the very life of Christ’s church. Through cell ministry, Christ fulfills his purpose.

Then there is also the multiplication aspect. The reason for multiplication is to allow more opportunities for ministry and get people involved in an ever-increasing way. Multiplication also helps the cell to remain small and intimate, while constantly adding new people who don’t know Jesus into the midst.

Clearly defining what a cell is will help us to better understand who we are, where we are going, and what we are trying to accomplish. Do not dilute the definition of a cell.

Comments?

Freddy

[this blog was originally posted on 4/16/2015; used again by permission of author]

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Portuguese blog:

Definindo uma Célula, Parte 2

por Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Há alguns anos, enquanto eu conversava com um amigo pastor sobre células, ele me contou sobre todas as células que ele tinha em sua igreja. Mais tarde ele me convidou para falar na sua igreja, e eu perguntei-lhe se eu poderia visitar um ou mais dos seus grupos celulares. O pastor então me levou a várias salas de aula em sua igreja e me mostrou os grupos de crianças e adultos que estavam estudando a Palavra de Deus. Estes eram os “grupos celulares” que este pastor tinha falado.

Apesar de como algumas igrejas podem definir seus “grupos celulares”, eu acho que é importante que os grupos se reúnam fora do prédio da igreja. Se reunir fora do prédio da igreja é a norma na grande maioria das igrejas em células em todo o mundo. Essas mesmas igrejas em células em todo o mundo têm pequenos grupos dentro da igreja, mas eles não são chamados de células. Eles podem ser grupos de reuniões para equipar, adoração, ou de servos. Mas eles não são chamados de células.

A beleza de um grupo de células é que se ele reúne fora do prédio da igreja para alcançar as pessoas onde elas vivem e trabalham. Em um mundo cada vez mais complexo, onde a distância até o prédio da igreja está crescendo, reuniões de grupos nas casas podem alcançar as pessoas onde elas moram. Afinal de contas, a maior parte da vida não acontece fora do prédio da igreja?

Também é importante definir a finalidade da célula. A célula não é apenas um círculo de oração, embora a oração seja uma parte importante. Não é apenas um estudo bíblico, embora compartilhar a Palavra de Deus seja essencial. Não é apenas uma “reunião social”, apesar de a comunidade ser muito importante. A célula inclui todas essas funções, mas não se concentra em apenas uma delas.

O seu objetivo é criar um espaço onde as pessoas podem ser construídas, onde a verdadeira comunidade tem lugar, e onde não-crentes podem ser apresentados ao Salvador. A célula é a igreja e deve expressar a própria vida da Igreja de Cristo. Através do ministério de células, Cristo cumpre o seu propósito.

Além disso, existe o aspecto de multiplicação. A razão para a multiplicação é permitir mais oportunidades para o ministério e envolver as pessoas de uma forma cada vez maior. A multiplicação também ajuda a célula a permanecer pequena e íntima, e adicionando constantemente novas pessoas que não conhecem Jesus para esse meio.

Definir claramente o que uma célula é nos ajudará a entender melhor quem somos, para onde vamos, e o que estamos tentando realizar. Não dilua a definição de uma célula.

Comentários?

Freddy

[este blog foi publicado originalmente em 16/4/2015; usado novamente com permissão do autor]

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Definiendo lo que es una Célula, parte 2

por Freddy Noble

Hace unos cuantos años mientras conversaba con un amigo pastor sobre el tema de las células, me dijo que en su iglesia había también un ministerio de células y por lo que me contaba, bastante prospero. Como yo estaba invitado a predicar durante el fin de semana allí, quise pedirle que me llevara a ver alguna de las reuniones. Nos dirigimos al templo a la hora acordada. El pastor me llevo a cada uno de los salones del templo, donde adultos, jóvenes y niños, compartían con entusiasmo la Palabra de Dios. Para el, eso constituían las células.

A despecho de lo que opine mucha gente creo que la experiencia de la gran mayoría de las iglesias basadas en células en todos los continentes es que estas se reúnen fuera del templo. Los grupos que se reúnen dentro de este son, en efecto, grupos pequeños, pero no pueden ser denominados células.

Estas se reúnen fuera del límite de las cuatro paredes del templo, allí donde está la gente. En un mundo cada vez más complejo, donde las distancias son cada vez mayores y los horarios diversos, reunir los grupos en los hogares en las áreas donde vive la gente facilita el ministerio. Después de todo es fuera del ámbito del templo, donde se halla el escenario de nuestro trabajo.

Luego es importante, a la hora de definir lo que son las células, recordar sus propósitos .No se trata de “un circulo de oración”, aunque se ora; ni de un “estudio bíblico”, aunque se comparte la Palabra de Dios; no es una reunión de “compañerismo social” aunque hay comunión entre los hermanos. Las células incluyen todo eso y más.

Sus propósitos consisten en crear un espacio donde la gente sea edificada mutuamente, donde haya comunión entre los creyentes y a la vez, donde se alcance a las personas que no conocen a Cristo. Se trata pues, de células integrales. De pequeñas expresiones de la vida de la iglesia .A través de las células, la iglesia cumple sus propósitos.

Es importante tener en el foco de la visión celular, el propósito de multiplicarse. La razón para esto es que la multiplicación de células, crea oportunidades para involucrar a más personas en el ministerio, facilita el compañerismo, al mantener los grupos “pequeños” y sobre todo abre nuevos espacios para que la luz del evangelio llegue a nuevos sectores y hogares y nuevas familias sean ganadas para Cristo.

Definir con claridad lo que son las células, nos ayudara a entender mejor, quienes somos y hacia dónde vamos, y contribuirá a mantenernos enfocados. No diluya su concepción de lo que son las células.

[este blog fue publicado originalmente el 16 de abril 2015. Usado nuevamento por permiso del autor]

Defining a Cell, part 1

coach_freddynoble

By Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org 

When I started cell ministry in our church, I devoured all the available literature. I read various books on cell ministry, which helped me to make my transition. However, none of these books gave me a clear understanding of what a cell actually was. It wasn’t until I read some books by Joel Comiskey and then invited him to give a seminar in our church in 2005 that I understood the definition of a cell group.

It is now my deep conviction that the definition of a cell is very important. Many today talk about “small groups” but fail to define what they are talking about. Now I don’t have a problem of using the term “small group,” as long as it is clearly defined. Remember that a cell is a small group, but not all small groups are cell groups. By clearly defining what a cell is, a church can then set parameters for their work and evaluate the progress. A clear definition helps a church maintain a clear purpose, which it can diligent run after. A definition that has been useful for us was the one Dr. Comiskey gave us in one his early lectures. In a nutshell, Comiskey said that a cell is a “a group of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of multiplication.”

In other books, Dr. Comiskey has given a similar definition with slight variations (he now focuses more on the goal of making disciples who make disciples that results in multiplication). The bottom line is that clearly defining a cell has been very important for us in order to measure our progress and develop those within the group.

In the above definition there are several elements that I would like to highlight. The first has to do with the size of the group. A cell can start with three people and grow to about fifteen. The key principle here is to keep the group small!! The reason for this limitation is in the fact that one of the key purposes of the cell is community (fellowship). True community doesn’t happen when groups grow too large. They need to stay small in order for close bonds to develop among the members. A small group atmosphere will also help the members to fulfill the “one another” commands of the Bible (over 50 such commands).

The other important aspect of the definition is that cells must meet weekly. Weekly meetings help maintain the quality of relationships among group members and helps in the process of discipleship. When cells meet every other week or once per month, the continuity and quality is diminished. Just like the larger celebration gathering meets week, so also should the cells meet weekly. After all, the cell church is a two-winged church.

[this blog was originally posted on 4/15/2015; used again by permission of author]

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Portuguese blog:

Definindo uma Célula, parte 1

por Dr. Freddy Noble, www.iglesiabautistanyc.org

Quando eu iniciei o ministério celular em nossa igreja, eu devorei toda a literatura disponível. Eu li vários livros sobre ministério celular que me ajudaram a fazer a transição. Contudo, nenhum desses grupos me deu um entendimento claro sobre o que uma célula realmente é. Foi somente após eu ler alguns livros do Joel Comiskey e convidá-lo para dar um seminário em nossa igreja em 2005 que eu entendi a definição de um grupo celular.

Agora eu tenho a profunda convicção de que a definição de uma célula é muito importante. Muitos hoje em dia falam sobre “pequenos grupos”, mas falham em definir o que eles estão falando. Agora, eu não vejo problema em usar o termo “pequeno grupo”, contanto que ele esteja claramente definido. Lembre-se que uma célula é um pequeno grupo, mas nem todo pequeno grupo é uma célula. Ao definir claramente o que é uma célula, uma igreja pode estabelecer parâmetros para seu trabalho e avaliar o progresso. Uma definição clara ajuda uma igreja a manter um propósito claro, que pode ser buscado diligentemente. Uma definição que tem sido útil para nós é a que o Dr. Comiskey nos deu em suas primeiras palestras. Em poucas palavras, Comiskey disse que a célula é “um grupo de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade, e crescimento espiritual, com o objetivo de multiplicação”.

Em outros livros, o Dr. Comiskey deu uma definição semelhante com variações leves (agora ele foca mais no objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, o que resulta em multiplicação). A questão de fundo é que a definição clara de uma célula tem sido muito importante para nós, a fim de medir o nosso progresso e desenvolver as pessoas que estão dentro do grupo.

Na definição acima existem vários elementos que eu gostaria de ressaltar. O primeiro está relacionado ao tamanho do grupo. Uma célula pode começar com três pessoas e crescer em torno de quinze. O princípio-chave aqui é manter o grupo pequeno!! A razão para essa limitação está no fato de que um dos propósitos-chave da célula é a comunidade (companheirismo). A comunidade verdadeira não acontece quando os grupos ficam muito grandes. Eles devem permanecer pequenos a fim de desenvolver laços estreitos entre os membros. A atmosfera de um pequeno grupo também vai ajudar os membros a cumprir os comandos de “uns aos outros” da Bíblia (que são mais de 50 comandos).

O outro aspecto importante da definição é que as células devem se reunir semanalmente. Encontros semanais ajudam a manter a qualidade dos relacionamentos entre os membros do grupo e ajuda no processo de discipulado. Quando as células se reúnem a cada duas semanas ou uma vez por mês, a continuidade e qualidade são diminuídas. Assim como o culto de celebração acontece semanalmente, as células também devem se reunir semanalmente. Afinal, a igreja em células é uma igreja com duas asas.

[este blog foi publicado originalmente em 15/4/2015; usado novamente com permissão do autor]

Spanish blog:

Definiendo lo que es una Célula

por Dr. Freddy Noble

Cuando comencé el enfoque de células en nuestra iglesia me intereso examinar la literatura disponible al respecto. Leí algunos libros de líderes de iglesias celulares crecientes que sin dudas me ayudaron a ir desarrollando la idea de lo que involucraba este ministerio. Sin embargo en ninguno de ellos encontré una clara definición de lo que era una célula. No fue hasta que leí algunos de los libros de Joel Comiskey y le invite a dictar un seminario en nuestra iglesia que comprendí con claridad de que estamos hablando.

Personalmente creo en la importancia de definir con claridad lo que son las células. En el día de hoy se habla de los grupos pequeños y creo que no hay ningún problema en usar ese término siempre que definamos con precisión de que estamos hablando.

Una célula es un grupo pequeño, pero no todo grupo pequeño es una célula. Una clara definición permitirá a la iglesia establecer parámetros para su trabajo y evaluar el progreso. Además, una clara definición se alinea con un propósito claro, puesto que en esta está contenido aquel. Es decir una definición clara e células nos permitirán enfocarnos hacia los propósitos que perseguimos e ir en pos de ellos.
Una definición que para nosotros ha sido útil fue la que escuche del Dr. Comiskey en una de sus conferencias. Entonces, definió las células como “un grupo de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del templo, para adoración, comunión, edificación, y evangelización, con el fin de multiplicarse”.

En otros de los libros del Dr. Comiskey se emplea una definición semejante, con ligeras variantes. El empleo de este concepto ha sido determinante en e l progreso y desenvolvimiento de nuestro trabajo en esta zona.
En la definición anterior hay varios elementos que me gustaría destacar. El primero tiene que ver con el tamaño del grupo. Una célula puede comenzar con tres personas y crecer hasta un máximo de quince. Algunos pastores limitan el número a doce y otros a diez. Lo importante en esta definición es que se limite el grupo puesto que en efecto la célula es un grupo pequeño.

La razón de esta limitación esta en e l hecho de que uno de los propósitos de la célula es el compañerismo o comunión entre los participantes. En la medida en que el grupo es más numeroso en esa medida se dificulta más el poder desarrollar relaciones fuertes y duraderas. Cuando el grupo supera estos números las relaciones se hacen más distantes. Mantener el grupo pequeño nos da la oportunidad de estrechar nuestros lazos y nos posibilita el cumplimiento de los mandamientos recíprocos “de unos a otro“que contiene la Palabra de Dios.

El otro asunto a destacar en esta definición es que las células se reúnen “semanalmente”. De la misma manera que la congregación grande se reúne invariablemente cada semana la célula, que es la “otra ala” del ave que es la iglesia debe hacerlo. La reunión semanal le da continuidad a la célula. Las que se reúnen cada quince días o cada tres meses pierden mucho de lo que implica la experiencia de la reunión celular.

[este blog fue publicado originalmente el 15 de abril 2015. Usado nuevamento por permiso del autor]

Clearly Defined Cells Make More and Better Disciples

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By Joel Comiskey, check out  coaching 

Some people think I’m too fanatical about cells. I surprise them when I tell them I’m not passionate about cells in and of themselves. Rather, my focus is on making disciples who make disciples (helping people become more like Jesus). God’s purpose is to make disciples, and he chose to do this in a small group (Matthew 28:18-20).

The cell has all the elements necessary to raise up ministers. Effective cell leaders pastor, evangelize, train, counsel, encourage, listen, and challenge Christ followers. Those who lead cells do what pastors do.

Some churches broaden their cell definition to include Sunday school classes, the choir, elders, committees, women’s circles, and so forth. In the desire not to offend anyone, they call everything a cell group. The problem with this mentality is that discipleship suffers. A cell group, unlike many small groups, includes evangelism, leadership development, and multiplication.

Churches are tempted to label everything a small group because it’s a way to quickly adapt a church to small-group ministry, but in the end, few disciples are formed. It’s what I call faulty integration.

Discipleship also suffers when churches lower the bar and encourage their groups to meet every 15 days, break for three months in the summer, and two months in the winter. The motivation is to give busy people more time. The reality is that disciples are rarely formed in such infrequent meetings and people lose interest.

To make sure that disciples are formed, it’s important to start with a quality, holistic definition of a cell group. Here’s the one I advocate and noticed in the worldwide cell churches: Groups of three to fifteen people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of making disciples who make disciples, which results in the multiplication of the cell.

Multiplication simply gives the context for a disciple to minister. Big Bear Christian Center defines their cell groups in a similar way but with a different emphasis:  At the core of Big Bear Christian Center are life groups of three to fifteen people that meet weekly throughout Big Bear Bear Valley. Empowered by the Holy Spirit through prayer, their purpose is to make disciples through spiritual growth, community, and evangelism, resulting in group multiplication.

Cells have a lot of liberty with regard to where they will meet, the lesson they will follow, their homogeneity, level of participation, and what they call themselves. However, since the cell is the church and where disciples are formed, it is essential that cells maintain a high level of quality.

Cells must maintain a fine balance between quality (e.g., clear definition) and flexibility (e.g., location, name, homogeneity, lesson, participation, etc.). Like the early house churches, modern day cell churches believe the cell is the church and deserves a quality definition. Cell churches prioritize the definition of the cell because they believe it’s the best way to make disciples.

What about you? How do you define your cell groups?

Joel

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Células Claramente Definidas Fazem Mais e Melhores Discípulos

Por Joel Comiskey

Algumas pessoas pensam que eu sou muito fanático sobre células. Eu as surpreendo quando eu digo a elas que não sou apaixonado pelas células por si só. Em vez disso, meu foco é fazer discípulos que fazem discípulos (ajudando as pessoas a se tornarem mais como Jesus). O propósito de Deus é fazer discípulos, e Ele escolheu fazer isso em um pequeno grupo (Mateus 28: 18-20).

A célula possui todos os elementos necessários para criar ministros. Líderes de células eficazes pastoreiam, evangelizam, treinam, aconselham, encorajam, ouvem e desafiam os seguidores de Cristo. Aqueles que lideram as células fazem o que os pastores fazem.

Algumas igrejas ampliam sua definição celular para incluir as aulas da escola dominical, o coral, os anciãos, os comitês, os círculos femininos e assim por diante. Na intenção de não ofender ninguém, eles chamam tudo de um grupo de células. O problema com essa mentalidade é que o discipulado sofre. Um grupo de células, ao contrário de muitos pequenos grupos, inclui evangelismo, desenvolvimento de liderança e multiplicação.

As igrejas são tentadas a rotular tudo de um grupo pequeno porque é uma maneira de adaptar rapidamente uma igreja ao ministério de pequenos grupos, mas no final, poucos discípulos são formados. É o que eu chamo de integração defeituosa.

O discipulado também sofre quando as igrejas diminuem o compasso e encorajam seus grupos a se encontrarem a cada 15 dias, um intervalo de três meses no verão e dois meses no inverno. A motivação é dar às pessoas ocupadas mais tempo. A realidade é que os discípulos raramente são formados em encontros não frequentes e as pessoas perdem o interesse.

Para garantir que os discípulos se formem, é importante começar com uma definição holística de qualidade de um grupo de células. Aqui é o que eu defendo e reparei nas igrejas celulares em todo o mundo:

Grupos de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunidade e crescimento espiritual, com o objetivo de fazer discípulos que fazem discípulos, resultam na multiplicação da célula.

A multiplicação simplesmente dá o contexto para um discípulo para ministrar. Big Bear Christian Center define seus grupos de células de forma semelhante, mas com uma ênfase diferente:

No centro do Big Bear Christian Center estão grupos de vida de três a quinze pessoas que se encontram semanalmente no Big Bear Bear Valley. Empoderados pelo Espírito Santo através da oração, seu propósito é fazer discípulos através do crescimento espiritual, da comunidade e do evangelismo, resultando em multiplicação de grupo.

As células têm muita liberdade em relação a onde elas se encontrarão, a palavra que elas seguirão, sua homogeneidade, nível de participação e como elas chamam a si mesmas. No entanto, uma vez que as células são a igreja e onde os discípulos são formados, é essencial que elas mantenham um alto nível de qualidade.

As células devem manter um equilíbrio adequado entre qualidade (por exemplo, definição clara) e flexibilidade (por exemplo, localização, nome, homogeneidade, palavra, participação, etc.). Como as primeiras igrejas domésticas, as igrejas celulares modernas acreditam que a célula é a igreja e merece uma definição de qualidade. As igrejas celulares priorizam a definição da célula porque acreditam que é a melhor maneira de fazer discípulos.

E você? Como você define seus grupos de células?

Joel

Spanish blog:

Las células claramente definidas hacen más y mejores discípulos

Por Joel Comiskey

Algunas personas piensan que soy demasiado fanático con las células. Les sorprendo cuando les digo que no soy un apasionado de las células en sí. Más bien, mi enfoque es hacer discípulos que hagan discípulos (ayudando a las personas a ser más parecidas a Jesús). El propósito de Dios es hacer discípulos, y él escogió hacer esto en una célula (Mateo 28: 18-20).

La célula tiene todos los elementos necesarios para levantar ministros. Líderes celulares eficaces pastorean, evangelizan, entrenan, aconsejan, alientan, escuchan y desafían a los seguidores de Cristo. Los que dirigen las células hacen lo que hacen los pastores.

Algunas iglesias amplían la definición de sus células para incluir las clases de la escuela dominical, el coro, los ancianos, los comités, los círculos de mujeres, etc. Con el deseo de no ofender a nadie, pero llaman a todo un grupo de células. El problema con esta mentalidad es que el discipulado sufre, un grupo de células, a diferencia de muchos grupos pequeños, incluye evangelismo, desarrollo de liderazgo y multiplicación.

Las iglesias son tentadas a etiquetar todo como un pequeño grupo, ya que esta es una manera de adaptar rápidamente una iglesia al ministerio célular, pero al final, pocos discípulos se forman. Es lo que yo llamo integración defectuosa.

El discipulado también sufre cuando las iglesias bajan las metas y animan a sus células a reunirse cada 15 días, descansar durante tres meses en el verano, y dos meses en el invierno. La motivación es dar a las personas ocupadas más tiempo, pero la realidad es que los discípulos rara vez se forman en reuniones tan poco frecuentes y la gente pierde el interés.

Para asegurarse de que se formen discípulos, es importante comenzar con una definición holística de calidad de un grupo de células. Este es con el que yo me identifico y el que he notado en las iglesias celulares mundiales:

Grupos de tres a quince personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, tener comunión y crecimiento espiritual con el objetivo de formar discípulos que formen más discípulos, lo que da como resultado la multiplicación de la célula.

La multiplicación simplemente da el contexto para que un discípulo pueda ministrar. Big Bear Christian Center define sus grupos celulares de una manera similar, pero con un énfasis diferente:

En el centro de Big Bear Christian Center son grupos celulares de tres a quince personas que se reúnen semanalmente a lo largo del Big Bear Bear Valley. Empoderados por el Espíritu Santo a través de la oración, su propósito es hacer discípulos a través del crecimiento espiritual, la comunión y el evangelismo, resultando en la multiplicación celular.

Las células tienen mucha libertad con respecto a dónde se reunirán, la lección que seguirán, su homogeneidad, nivel de participación e incluso en el nombre que quieran usar. Sin embargo, ya que la célula es la iglesia y es donde se forman los discípulos, es esencial que las células mantengan un alto nivel de calidad.

Las células deben mantener un equilibrio fino entre calidad (por ejemplo, definición clara) y flexibilidad (por ejemplo, ubicación, nombre, homogeneidad, lección, participación, etc.). Al igual que las primeras iglesias en casas, las iglesias celulares modernas creen que la célula es la iglesia y merece una definición de calidad. Las iglesias celulares priorizan la definición de la célula porque creen que es la mejor manera de hacer discípulos.

¿Que hay acerca de ti ? ¿Cómo defines los grupos celulares?

Joel