A Tireless Hostess

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

At the beginning of my ministryin Elim Santa Ana, I trained an initial group of ten leaders. The training was prolonged and I took enough time to make all the concepts clear. At the same time, I was teaching the church on the topic of cell ministry. When everything was ready I asked the church for ten volunteers to host the first groups. But even though I asked several times, only nine hosts appeared. One of the leaders had to wait until a new host appeared.

Among those first nine leaders was Hortensia. She opened the doors of her home from the beginning and continued like this for years. The cell in her house multiplied many times, maybe 40 times and gave birth to an entire zone with its respective pastor. After about 10 years of serving as hostess, I thought that what she had done for the cause of the gospel was already enough and I thought she deserved a break. I talked to her zone pastor who also agreed with me that she deserved to rest. The cell in her house moved to another home, but, the next day, she came looking for me at the church. She was crying like a little girl and said to me,

“Please, tell me what has been my sin to have the cell taken away from me.”

I explained that there was no such sin but only consideration towards her for so many years as hostess and that she deserved a break. But she told me that the cell in her house was already part of her life and that she wanted to be a hostess, always.

She got her cell back on the following week. In September 2017, the Elim Church celebrated 30 years of continual cell ministry. Hortensia was on of the people we honored, for serving as a hostess for three decades. For her, having a cell in her house is a critical part of her lifestyle, her nature as a believer in Christ. Hortensia is an admirable example of love, passion and persistence.

Korean blog (click here)

 

Portuguese blog:

Um Hospedeiro Incansável

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

No início do meu ministério em Elim Santa Ana, treinei um grupo inicial de dez líderes. O treinamento foi prolongado e eu demorei bastante tempo para deixar claros todos os conceitos. Ao mesmo tempo, eu estava ensinando a igreja sobre o tema do ministério celular. Quando tudo estava pronto, pedi à igreja dez voluntários para hospedar os primeiros grupos. Mas mesmo que eu tenha perguntado várias vezes, apenas nove anfitriões apareceram. Um dos líderes teve que esperar até aparecer um novo anfitrião.

Entre os primeiros nove líderes estava Hortensia. Ela abriu as portas de sua casa desde o início e continuou assim por anos. A célula em sua casa se multiplicou muitas vezes, talvez 40 vezes e deu à luz uma zona inteira com seu respectivo pastor. Depois de cerca de 10 anos de atuação como anfitriã, pensei que o que ela tinha feito pela causa do evangelho já era suficiente e que ela merecia uma pausa. Falei com o pastor da zona que também concordou comigo que merecia descansar. A célula em sua casa mudou-se para outra casa, mas, no dia seguinte, ela veio me procurar na igreja. Ela estava chorando como uma menina e me disse:

“Por favor, me diga qual foi meu pecado para ter a célula tirada de mim”.

Eu expliquei que não havia nenhum pecado, mas apenas uma consideração para com ela por tantos anos como anfitriã e que ela merecia uma pausa. Mas ela me disse que a célula em sua casa já era parte de sua vida e que ela queria ser uma anfitriã, sempre.

Ela voltou a sua célula na semana seguinte. Em setembro de 2017, a Igreja Elim celebrou 30 anos de ministério celular contínuo. Hortensia estava entre as pessoas que honramos, por servir como anfitriã por três décadas. Para ela, ter uma célula em sua casa é uma parte crítica de seu estilo de vida, sua natureza como crente em Cristo. Hortensia é um admirável exemplo de amor, paixão e persistência.

Spanish blog:

Una anfitriona incansable

Mario Vega, www.elim.org.sv

Al comenzar el trabajo celular en Elim de Santa Ana, capacité a un grupo inicial de diez líderes. La capacitación fue prolongada y me tomé el tiempo suficiente para que todos los conceptos quedaran claros. Paralelamente, estaba enseñando a la iglesia sobre el tema. Cuando todo estuvo listo solicité a la iglesia diez voluntarios para ser los primeros anfitriones. Pero, por más esfuerzos que hice solamente aparecieron nueve anfitriones. Uno de los líderes tuvo que esperar hasta que surgiera un nuevo anfitrión.

Entre esos primeros nueve líderes se encontraba Hortensia. Ella abrió las puertas de su hogar desde el principio y continuó así por años. La célula en su casa se multiplicó muchas veces, quizá unas 40 veces y dio origen a toda una zona con su respectivo pastor. Después de unos 10 años de servir como anfitriona pensé que ya era bastante lo que ella había hecho por la causa del evangelio y consideré que merecía tener un descanso. Lo platiqué con su pastor de zona quien también estuvo de acuerdo conmigo en que ella merecía descansar. La célula en su casa se trasladó a otro hogar, pero, al día siguiente, llegó a buscarme a la iglesia. Ella lloraba como una niña y me decía:

– Por favor, dígame en qué he pecado para que me quite la célula-

Yo le expliqué que no había tal pecado sino solamente la consideración a sus muchos años como anfitriona y que merecía un descanso. Pero ella me dijo, que la célula en su casa ya era parte de su vida y que ella deseaba ser siempre una anfitriona.

La célula se le devolvió a la siguiente semana. En septiembre de 2017, se cumplieron 30 años de haber iniciado con el trabajo celular y Hortensia fue una de las homenajeadas por estas tres décadas sirviendo sin cesar como anfitriona. Para ella, el tener una célula en su casa es ya parte de su estilo de vida, de su naturaleza como cristiana. Un ejemplo admirable de amor, pasión y persistencia.

Houses and Hospitality, The Way of Jesus

coaches_robLAY-web

By Robert Lay, Cell Church Ministry Brazil, www.celulas.com.br

We all know Peter’s advice to practice hospitality (1 Peter 1:9), but this advice does not originate from him or the apostles.  They learned it from Jesus. The homes in the time of Jesus and the early church  became the new wineskin where the new wine was poured in. The house structure was flexible enough and could be stretched and expanded without bursting. Jesus new the power of the Gospel of the Kingdom needed flexible, low-cost structure that could spread easily and quickly.

The proximity of gatherings in homes provided double results. On the one side, it was the ideal environment for fellowship and edification of the Body of Christ, and on the other side, it was the ideal situation for unbelievers to have an encounter with Christ. The Church grew based on these two pillars.

Way too many activities in the traditional church happen in the Church Building. Our house and our table full of food are the best fellowship and evangelistic tools. Jesus liked to eat, even with sinners. Those who don’t know Jesus find an attractive environment and get in contact with the Christ that lives in us. When was the last time a sinner sat at the table with you in your house? So often we invite them to a Church Building. It’s far better to first invite them into our homes, then we can take them to a building for larger fellowship.

The homes were strategic and the ideal delivery system for Jesus’s salvation plan.

Let us consider this, change our habits, and adopt a Kingdom of God culture as our lifestyle!

Help us God!

Robert M. Lay, Cell Church Ministry Brazil

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Casas e Hospitalidade, O Caminho de Jesus

Robert Lay, www.celulas.com.br

Todos conhecemos o conselho de Pedro para praticar a hospitalidade (1 Pedro 1: 9). Isso não é originário dos apóstolos. Eles aprenderam de Jesus. As casas no tempo de Jesus e a Igreja Primitiva tornaram-se o odre novo onde o vinho novo foi derramado. A estrutura da casa era suficientemente flexível e podia ser esticada e expandida sem estourar. Jesus sabia que o poder do Evangelho do Reino precisava de uma estrutura que poderia correr e se espalhar com baixo custo de implementação e excelentes resultados em troca.

Jesus determinou que a casa seria essa estrutura.

A proximidade de encontros em casas proporcionou resultados duplos. Por um lado, era o ambiente ideal para a comunhão e edificação do Corpo de Cristo e, por outro lado, era a situação ideal para os incrédulos terem um encontro com Cristo. A Igreja cresceu com base nesses dois pilares.

A hospitalidade é necessária hoje na igreja. Todas as atividades acontecem nos Edifícios da igreja. Nossa casa e nossa mesa, é claro, com comida, são as melhores ferramentas de evangelização e companheirismo. Jesus gostava de comer, mesmo com os pecadores. Aqueles que não conhecem Jesus encontram um ambiente atraente e entram em contato com o Cristo que vive em nós. Quando foi a última vez que um pecador se sentou à mesa com você em sua casa? Nós os convidamos para um edifício da igreja. É muito melhor primeiro convidá-los para nossas casas, então podemos levá-los a um prédio para uma maior irmandade.

As casas eram estratégicas e o sistema de entrega ideal para o plano de salvação de Jesus.

Que nós possamos considerar isso, mudar nossos hábitos e adotar uma cultura do Reino de Deus como nosso estilo de vida!

Ajude-nos a Deus!

Robert M. Lay, Ministério da Igreja Celular do Brasil

Spanish blog:

Los hogares y la hospitalidad, el camino de Jesús

Robert Lay, www.celulas.com.br

Todos conocemos el consejo de Pedro para practicar la hospitalidad (1 Pedro 1: 9). Esto no viene de los Apóstoles, lo aprendieron de Jesús. Los hogares en la época de Jesús y de la iglesia primitiva se convirtieron en el nuevo odre donde se vierte el vino nuevo. La estructura de la casa era lo suficientemente flexible y podía estirarse y expandirse sin estallar. Jesús, sabía que el poder del Evangelio del Reino, necesitaba una estructura que pudiera funcionar y difundirse con un bajo costo de implementación y grandes resultados en retorno.

Jesús determinó que los hogares serían esta estructura.

La proximidad de las reuniones en los hogares dio resultados por doble. Por un lado, era el ambiente ideal para el compañerismo y la edificación del Cuerpo de Cristo, y por el otro, era la situación ideal para que los incrédulos pudieran tener un encuentro con Cristo. La iglesia creció con base en estos dos pilares.

La hospitalidad es necesaria en la iglesia de hoy, ya que todas las actividades ocurren en los edificios de la iglesia. Nuestra casa y nuestra mesa, por supuesto con comida, son las mejores herramientas de compañerismo y evangelización. A Jesús le gustaba comer, incluso con los pecadores. Aquellos que no conocen a Jesús encuentran un ambiente atractivo y se ponen en contacto con el Cristo que vive en nosotros. Los invitamos al edificio de la iglesia, pero ¿Cuándo fue la última vez que un pecador se sentó a la mesa contigo en tu hogar? Es mucho mejor invitarlos primero a nuestros hogares, y luego podemos llevarlos a un edificio para una compañerismo más grande.

Los hogares eran estratégicos y también un sistema de entrega ideal para el plan de salvación de Jesús.

¡Consideremos esto, cambiemos nuestros hábitos y adoptemos una cultura del Reino de Dios como nuestro estilo de vida!

Ayúdanos a Dios!

Robert M. Lay,

Cell Church Ministry Brasil

On the Move

By Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

Is your Life Group on the move or stuck in a rut?

When I meet with Cell Group Leaders who feel their groups are stagnant, one of the first things I suggest is moving the Group to a different home.  At Celebration Church, we have found that the best practice is moving homes monthly or every six-weeks.  Here are the top five reasons:

#5 – Where are your groups located?  When groups are spread out geographically, it can be taxing on the members to travel far distances each week.  Moving the meeting around, allows members to have times where they can get to the group more quickly.

#4 – Do you have any inconsistent members?  If someone is hosting the group at their home they must be there.  Ask people that don’t come regularly to host for a month, so that they can see the benefits of attending regularly and hopefully create a new habit of attending each week.

#3 – Does your regular host home ever get worn out?  As leaders, we often say, “Yes.”  To avoid burn-out, we can move homes to create a sense of rest and invigoration to those that are weary.

#2 – Are new members coming to your group?  Each home has a different friend and family base of people that can be invited.  Someone that doesn’t know me, may not want to come to my house when they are invited. However they may go to a group that is at a friend’s house.

#1 – Do you have enough leaders?  When you move the group regularly, leaders emerge.  Ask the host to facilitate one of the meetings.  See how they help others to feel welcomed and acclimated to the group.  Leaders will rise up and when the group is accustomed to moving homes, it makes multiplication a little less daunting.

Many people will often say, “No” to hosting the group.  Be a problem solver and overcome the obstacles.  One of the members of my group, had recently moved out of a bad situation and had only an apartment with a bed on the floor.  That was it.  She said that she couldn’t host because she didn’t have anywhere for people to sit.  The group said they would sit on the floor.  The first week we sat on the floor, but the second week, a group member brought her a couch.  Over the next month of meetings in her home, her apartment was filled.  She had everything she needed physically and received even more than spiritually and emotionally because she saw how  much she was loved by the group and Jesus.  If she had not agreed to host the group, that would not have happened.

Meeting in different homes each month let’s you know what people need physically, spiritually, and emotionally.  Hosting Cell Groups should be a regular part of shared ministry within the group.  This helps everyone to take part and have ownership of the meeting and to truly be the Cell Group they were meant to be.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Em Movimento

Por  Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

O seu grupo de vida está em movimento ou está preso em uma rotina?

Quando me encontro com os Líderes de Grupos Celulares que sentem que seu grupo está estagnado, uma das primeiras coisas que eu sugiro é mover o Grupo para uma casa diferente. Na Celebration Church, descobrimos que a melhor prática é mover casas mensalmente ou a cada seis semanas. Aqui estão os cinco principais motivos:

# 5 – Onde estão localizados os seus grupos? Quando os grupos estão espalhados geograficamente, pode ser tributado aos membros que viajem distâncias grandes a cada semana. Mover a reunião de lugar permite que os membros tenham momentos em que eles possam chegar ao grupo mais rápido.

# 4 – Você tem membros inconsistentes? Se alguém está hospedando o grupo em sua casa, eles devem estar lá. Peça às pessoas que não vêm regularmente para hospedar por um mês, para que possam ver os benefícios de frequentar regularmente e, com sorte, criar um novo hábito de participar de cada semana.

# 3 – A sua casa de acolhimento regular se desgastou? Como líderes, muitas vezes dizemos “Sim” muitas vezes, e ter reuniões grupais em nossa casa é uma delas. Para evitar a exaustão, podemos mudar as casas para criar uma sensação de descanso e revigor para aqueles que estão cansados.

# 2 – Novos membros estão chegando no seu grupo? Cada casa tem um amigo diferente e base familiar de pessoas que podem ser convidadas. Alguém que não me conhece pode não querer ir à minha casa quando eles são convidados. No entanto, eles podem ir a um grupo que está na casa de um amigo.

# 1 – Você tem líderes suficientes? Quando você move o grupo regularmente, os líderes emergem. Peça ao anfitrião para facilitar uma das reuniões. Veja como eles ajudam os outros a se sentirem bem-vindos e se acalmam ao grupo. Os líderes se levantarão e quando o grupo é usado para mudar de casas, e torna a multiplicação um pouco menos assustadora.

Muitas pessoas dirão: “Não” para hospedar o grupo. Seja um solucionador de problemas e supere os obstáculos. Uma dos membras do meu grupo tinha se mudado recentemente de uma situação ruim e tinha apenas um apartamento com uma cama no chão. Foi isso. Ela disse que não poderia hospedar porque não tinha lugar para que as pessoas se sentassem. O grupo disse que se sentaria no chão. Na primeira semana nos sentamos no chão, mas na segunda semana, um membro do grupo trouxe-lhe um sofá. Durante o próximo mês de reunião em sua casa, seu apartamento foi preenchido. Ela tinha tudo o que precisava fisicamente, e recebeu ainda mais do que isso espiritualmente e emocionalmente porque viu o quanto ela era amada pelo grupo e por Jesus. Se ela não concordasse em hospedar o grupo, isso não teria acontecido.

Reúna-se em diferentes casas a cada mês, permita que você saiba o que as pessoas precisam fisicamente, espiritualmente e emocionalmente. Ser anfitrião de um grupo de célula deve ser uma parte regular do ministério compartilhado dentro do grupo. Isso ajuda todos a participar e ter a posse da reunião e realmente ser o Grupo Celular que deveriam ser.

Spanish blog:

En movimiento

Por Michelle Geoffrey, www.celebrationchurch.org

¿Está tu célula en movimiento o estancada en una rutina?

Cuando me reúno con los líderes de los grupos celulares que sienten que su célula está estancada, una de las primeras cosas que sugiero es mover la célula a un hogar diferente. En Celebration Church, hemos encontrado que la mejor práctica es mover a la célula mensualmente o cada seis semanas. Estas son las cinco razones principales:

# 5 – ¿Dónde están ubicadas tus células? Cuando las células se distribuyen geográficamente, ya que puede ser agotador para los miembros viajar largas distancias cada semana. Mover la reunión permite que los miembros tengan momentos en los que puedan llegar a la célula más rápido.

# 4 – ¿Tienes miembros inconsistentes? Si alguien aloja a la célula en su casa, esta persona debe estar allí. Pregúnteles a las personas que no acuden regularmente, que sean anfitriones por un mes, para que puedan ver los beneficios de asistir regularmente y, con suerte, crear un nuevo hábito de asistir cada semana.

# 3 – ¿Alguna vez se ha cansado su casa anfitriona? Como líderes, a menudo decimos “Sí”, y tener un grupo en nuestra casa es uno de ellos. Para evitar el agotamiento, podemos mover las células para crear una sensación de descanso y fortalecimiento a aquellos que están cansados.

# 2 – ¿Vienen nuevos miembros a tu célula? Cada hogar tiene una base de amigos y familiares diferentes que pueden ser invitados. Alguien que no me conoce, puede que no quiera venir a mi casa cuando los invite. Sin embargo, pueden ir a una célula que está en la casa de uno de sus amigos.

# 1 – ¿Tienes suficientes líderes? Cuando mueves a la célula de manera regular, los líderes surgirán. Pídele al anfitrión que facilite una de las reuniones. Observa cómo ayudan a otros a sentirse bienvenidos y cómodos en la célula. Los líderes se levantarán y cuando la célula esté acostumbrada a cambiar casas, la multiplicación será un poco menos difícil.

Mucha personas dirán “No” para ser anfitriones de células, pero debes ser un solucionador de problemas y supera los obstáculos. Uno de los miembros de mi célula, recientemente había salido de una mala situación y solo tenía un departamento con una cama en el piso, eso era todo. Ella dijo que no podía ser anfitriona porque no tenía lugar para que la gente se sentara, pero la célula dijo que se sentarían en el piso. La primera semana nos sentamos en el piso, pero la segunda semana, un miembro de la célula le trajo un sofá. Durante el mes siguiente teniendo la reunión en su casa, su departamento estaba lleno. Ella tenía todo lo que necesitaba físicamente, pero recibió aún más que eso, espiritual y emocionalmente porque vio cuánto la amaba la célula y Jesús. Si ella no hubiera aceptado ser la anfitriona de la célula, todo eso no habría sucedido.

Reunirse en diferentes hogares cada mes les permite saber a las personas lo que  necesitan física, espiritual y emocionalmente. Ser anfitrión de una célula debe ser un área común del ministerio compartido dentro del grupo. Esto ayuda a todos a participar, a ser propietarios de la reunión y a convertirse realmente en  la célula que están destinados a ser.

What is Hospitality?

by Chuck Crismier. Chuck and his wife Kathie, are co-authors of The Power of Hospitality.  Chuck is Founder of Save America Ministries and Host of VIEWPOINT, a national issues-oriented radio broadcast heard on saveus.org, where their book is also available.

Hospitality is not a gift I have, but a gift I give.  Hospitality is not primarily a matter of art, but of heart.

Hospitality is easier caught than taught. Hospitality also creates lasting memories. One of our first such memories as a married couple takes us back more than thirty years to our second year of marriage. We had recently become involved in the young–married’s  class of a large congregation, but we really knew few people. One can feel rather lonely among so many – like a stranger.

Our crowded estrangement was broken one Sunday as a young seminary student and his wife invited us over for lunch. We did not hesitate to accept, but we wondered how they could afford to extend their hand and home to us. As a fledgling teacher at that time, I was struggling to make ends meet and figured their situation must be at least as tight as ours, or worse.

As the congregation dispersed to the privacy of their homes, our invitors led us across a parking lot and a small street to the rough exterior of a wooden staircase that ascended to their “penthouse” quarters above what appeared to be an ancient garage. Furnishings were simple and Spartan at best, but clean. After we men enjoyed a time of gentlemanly conversation, the ladies beckoned us to a small table covered by an inexpensive red–and–white–checkered tablecloth, where we dined sumptuously on hot dogs.

The details of memory were not cemented by finery but by fellowship which left an indelible impression spanning a lifetime. God forbid that seminary training or theological specialization ever supplanted the practical touching of strangers for this dear couple. No preaching could ever replace the practice of holy hospitality. Our paths have never again crossed since that year of brief fellowship borne of hospitality, but Kathie and I will be forever indebted to Don and Jeannie Schutt for opening a window of grace to a theologically–prepared but relationally–impaired couple. They opened to us a vision for hospitality.

God’s plan for you includes hospitality! No man, woman, or child of accountable age is exempted from this overarching plan and purpose of God for His people. It is so simple, so basic.  It is an essential part of being made in the image of God Himself. And its secrets are revealed as our hearts become tuned to the heart of God.

A Jewish rabbi noted, “Hospitality, in the fullest meaning of that word, is as close as we will ever get to the face of God.”  So…how close to the face of God are you?

The psychiatrist Paul Tournier once said that “Happiness is a door opening outward.”  The essence of hospitality is revealed in openness rooted in love.  It is expressed by an open heart, an open hand and an open home.  An Open Heart, Open Hand and Open Home will change your world.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O Que É A Hospitalidade?

por Chuck Crismier. Chuck e sua esposa Kathie, são co-autores do The Power of Hospitality. Chuck é fundador da Save America Ministries (Ministérios Salve a América, em tradução livre) e anfitrião da VIEWPOINT, uma transmissão de rádio nacional orientada para os problemas, ouvida em saveus.org, onde seu livro também está disponível.

A hospitalidade não é um presente que eu tenho, mas um presente que eu dou. A hospitalidade não é principalmente uma questão de arte, mas de coração.

A hospitalidade é mais fácil de capturar do que ensinar. A hospitalidade também cria memórias duradouras. Uma das nossas primeiras lembranças como um casal nos leva de volta mais de trinta anos para o nosso segundo ano de casamento. Recentemente nos envolvemos na classe dos jovens casados ??de uma grande congregação, mas nós realmente conhecemos poucas pessoas. É possível se sentir bastante solitário entre tantos – como um estranho.

Nosso estrondo cheio foi quebrado um domingo quando um jovem estudante de seminário e sua esposa nos convidou para o almoço. Nós não hesitamos em aceitar, mas nós nos perguntamos como eles poderiam dar ao luxo de estender a mão e a nossa casa. Como professora incipiente naquela época, eu estava lutando para chegar ao fim e percebi que sua situação deveria ser pelo menos tão apertada quanto a nossa, ou pior.

À medida que a congregação se dispersava para a privacidade de suas casas, nossos convidados nos levaram através de um estacionamento e uma pequena rua para o exterior áspero de uma escada de madeira que subia para seus aposentos na “cobertura” acima do que parecia ser uma antiga garagem. O mobiliário era simples e espartano, na melhor das hipóteses, mas limpo. Depois que nós homens desfrutamos de uma conversa de cavalheiros, as senhoras nos acenaram para uma pequena mesa coberta por uma toalha barata xadrez vermelha, onde jantamos sumptuosamente cachorros-quentes.

Os detalhes da memória não foram fortalecidos por elegância, mas por companheirismo, que deixou uma impressão que não pode ser apagada durante toda a vida. Deus proibiu que o treinamento de seminário ou a especialização teológica já suplantasse o toque prático de estranhos para esse querido casal. Nenhuma pregação poderia substituir a prática da hospitalidade sagrada. Nossos caminhos nunca mais se cruzaram desde aquele ano de uma breve irmandade de hospitalidade, mas Kathie e eu ficaremos em dívida para sempre com Don e Jeannie Schutt por terem aberto uma janela de Graça a um casal teologicamente preparado mas com deficiência relacional. Eles nos abriram uma visão de hospitalidade.

O plano de Deus para você inclui hospitalidade! Nenhum homem, mulher ou filho de idade responsável está isento desse plano abrangente e propósito de Deus para Seu povo. É tão simples, tão básico. É uma parte essencial de ser feita à imagem do próprio Deus. E seus segredos são revelados, pois nossos corações se tornam sintonizados com o coração de Deus.

Um rabino judeu observou: “A hospitalidade, no sentido mais completo dessa palavra é tão próxima quanto sempre chegaremos ao rosto de Deus”. Então … quão perto do rosto de Deus está você?

O psiquiatra Paul Tournier disse uma vez que “a felicidade é uma porta que se abre para fora”. A essência da hospitalidade é revelada na abertura enraizada no amor. É expressas por um coração aberto, uma mão aberta e uma casa aberta. Um coração aberto, uma mão aberta e um lar aberto mudarão seu mundo.

Spanish blog:

Qué es la hospitalidad?

Por Chuck Crismier. Chuck y su esposa Kathie, son coautores de The Power of Hospitality. Chuck es fundador de Save America Ministries y presentador de VIEWPOINT, una emisión radial orientada a temas nacionales, se puede escuchar en saveus.org, donde su libro también está disponible.

La hospitalidad no es un don que poseo, sino un don que regalo. La hospitalidad no es principalmente una cuestión de arte, sino de corazón.

La hospitalidad es más fácil de dar que de enseñar. La hospitalidad también crea recuerdos duraderos; uno de nuestros primeros recuerdos como pareja casada nos remonta más de treinta años a nuestro segundo año de matrimonio. Recientemente nos habíamos involucrado en una clase para jóvenes casados, de una gran congregación, pero conocíamos a pocas personas. Uno puede sentirse bastante solo entre muchos, casi como extraños.

Nuestra unión a la distancia se rompió un domingo cuando un joven estudiante del seminario y su esposa nos invitó a almorzar. No dudamos en aceptarlo, pero nos preguntamos cómo podían permitirse extender su mano y su hogar hacia nosotros. Siendo un novato profesor en ese momento, estaba luchando para llegar al fin de mes y pensé que su situación debía ser igual o peor a la nuestra.

Cuando la congregación se dispersó hacia la privacidad de sus hogares, nuestros anfitriones nos condujeron a través de un estacionamiento de una pequeña calle hasta el tosco exterior de una escalera de madera que ascendía a su “penthouse” por encima de lo que parecía ser un antiguo garaje. Los muebles eran simples y Espartanos en el mejor de los casos, pero limpios. Después de que los hombres disfrutamos de un momento de conversación, las damas nos hicieron señales para que nos acercáramos a una pequeña mesa cubierta por un económico mantel a cuadros rojos y blancos, donde cenamos ostentosamente con hot dogs.

Los detalles de esta memoria no fueron cementados por la elegancia, sino por el compañerismo que dejó una impresión indeleble que me acompaña para toda la vida. Dios no permita que el entrenamiento en el seminario o la especialización teológica suplantaran el toque práctico a extraños para esta querida pareja. Ninguna predicación podría reemplazar la práctica de la santa hospitalidad. Nuestros caminos no se han cruzado nunca más desde ese año de breve confraternidad hospitalaria, pero Kathie y yo estaremos eternamente en deuda con Don y Jeannie Schutt por abrir una ventana de gracia a una pareja teológicamente preparada pero con problemas de relación con los demás; nos abrieron una visión de la hospitalidad.

¡El plan de Dios para ti, incluye la hospitalidad! Ningún hombre, mujer o niño de edad razonable está exento de este plan y propósito general de Dios para su pueblo. Es tan simple, tan básico; es una parte esencial de ser hecho a la imagen de Dios mismo. Y sus secretos se revelan a medida que nuestros corazones se sintonizan con el corazón de Dios.

Un rabino judío señaló: “La hospitalidad, en el sentido más amplio de la palabra, es lo más cercano que podremos llegar al rostro de Dios”. Entonces … ¿qué tan cerca de la rostro de Dios estás tú?

El psiquiatra Paul Tournier dijo que “la felicidad es una puerta que se abre hacia afuera”. La esencia de la hospitalidad se revela en la apertura arraigada en el amor. Se expresa por un corazón abierto, una mano abierta y un hogar abierto. Un corazón abierto, una mano abierta y un hogar abierto cambiarán tu mundo.

Whatever Happened to Hospitality?

by Chuck Crismier. Chuck and his wife Kathie, are co-authors of The Power of Hospitality.  Chuck is Founder of Save America Ministries and Host of VIEWPOINT, a national issues-oriented radio broadcast heard on saveus.org, where their book is also available.

There was a time when hospitality was at the heart of the American home, when hearts and homes that practiced hospitality welded families into community with an invisible glue that let people know they belonged.  And there was a time when one of the hallmarks of the Church was “behold how they love one another.”  They broke bread together “from house to house with gladness and singleness of heart,” and the Church exploded.

Something dramatic has happened since those times— in just one generation. So widespread is this change of heart reflected in the closing of our homes that Christianity Today asked the question, “Whatever Happened to Hospitality?”  For Christians, a lack of hospitality toward strangers has crept into our churches.”  The writer laments visiting “dozens of evangelical churches and few have shown hospitality beyond a simple greeting of hello.”

There is a growing sense that hospitality is becoming discouragingly scarce as an art and as an expression of the heart. So …, Whatever happened to hospitality?

Faceless people now pass us by the hundreds without identity. We connect only of necessity for work or worship, then flee to the haven of home for personal peace, only to repeat the cycle of anonymity the next day.

Many folk are experiencing what one sociologist called “crowded loneliness” — surrounded by people but “lost in the crowd.”  There is an absence of heart connectedness.   The collective effect is the collapse of community, a conclusion now validated by both secular and spiritual observers.

Crowded loneliness is frightening—nearly inescapable in our modern world, unless you persistently give yourself to hospitality. People flee isolation and even strangerhood in their homes and workplaces for the malls.  In the mall we have a remote sense of togetherness. Even our church buildings are now being designed like malls, breeding grounds for artificial relationships – we belong to a club of strangers yearning desperately for fellowship.

Enter Facebook and the so-called social networks of digital seekers in pursuit of the “synthetic authenticity” of artificial connectedness without personal responsibility.  Facebook’s founder now calls it the new “church” for post-modern times.  Wow!

53,000 people per week are leaving through the “backdoor” of America’s churches.  Among the three basic reasons why Christians are fed up:  They do not believe the Church provides true Christian fellowship and community but is rather a “gospel country club” of Sunday back-slappers who couldn’t care less about one another after the noon hour on Sunday.  In short, American Christians increasingly feel like strangers within the Church that is supposed to be the body of Christ.

Christians, indeed all people, are crying out for genuine community.  We cannot live without it.  Is there hope for a revival of true “covenant community”?  We believe there is.  Not in crystallized religion but in Christian relationship; not in “Churchianity” but in a twenty-first century display of “the Word made flesh” dwelling among us.  It is called “hospitality.”  And hospitality means “to reach to strangers.”

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O Que Aconteceu Com A Hospitalidade?

por Chuck Crismier. Chuck e sua esposa Kathie são co-autores do The Power of Hospitality (O Poder da Hospitalidade, em tradução livre). Chuck é fundador da Save America Ministries (Ministérios Salve a América, em tradução livre) e anfitrião da VIEWPOINT, uma transmissão de rádio nacional orientada para os problemas, ouvida em saveus.org, onde seu livro também está disponível.

Houve um momento em que a hospitalidade esteve no coração da casa americana, quando os corações e as casas que praticavam a hospitalidade juntaram famílias à comunidade com uma cola invisível que permitiu que as pessoas soubessem que pertenciam. E houve um momento em que uma das características da Igreja era “ver como eles se amam”. Eles partiam o pão juntos “de casa em casa com alegria e sinceridade de coração”, e a Igreja explodiu.

Algo dramático aconteceu desde então – em apenas uma geração. Tão generalizada é essa mudança de coração refletida no fechamento de nossas casas que o Christianity Today (Cristianismo Hoje, em tradução livre) fez a pergunta: “O que aconteceu com a hospitalidade?”. Para os cristãos, a falta de hospitalidade em relação a estranhos penetrou em nossas igrejas. “O escritor lamenta visitar” dezenas de igrejas evangélicas e poucos mostraram hospitalidade além de um simples cumprimento de saudações “.

Há uma sensação crescente de que a hospitalidade está se tornando desencorajadora como uma arte e como uma expressão do coração. Então… O que aconteceu com a hospitalidade?

Pessoas sem rosto agora nos passam das centenas sem identidade. Nos ligamos apenas por necessidade de trabalho ou culto, depois fugimos para o refúgio do lar para a paz pessoal, apenas para repetir o ciclo de anonimato no dia seguinte.

Muitas pessoas estão experimentando o que um sociólogo chamou de “solidão lotada” – cercado de pessoas, mas “perdido na multidão”. Há uma ausência de conexão cardíaca. O efeito coletivo é o colapso da comunidade, uma conclusão agora válida pelos observadores seculares e espirituais.

A solidão lotada é assustadora – quase inescapável em nosso mundo moderno, a menos que você se entregue persistentemente à hospitalidade. As pessoas fogem do isolamento e até mesmo da estranheza em suas casas e locais de trabalho para os shoppings. No shopping, temos uma sensação remota de unidade. Até mesmo os nossos edifícios da igreja estão agora sendo projetados como shoppings, criadouros para relacionamentos artificiais – pertencemos a um clube de estranhos ansiando desesperadamente por companheirismo.

Entre no Facebook e nas chamadas redes sociais de buscadores digitais na busca da “sintética autenticidade” de conexão artificial sem responsabilidade pessoal. O fundador do Facebook agora o chama de “igreja nova” para os tempos pós-modernos. Uau!

53.000 pessoas por semana estão saindo através da porta dos fundos das igrejas dos Estados Unidos. Entre as três razões básicas pelas quais os cristãos estão fartos: eles não acreditam que a Igreja oferece uma verdadeira comunidade e irmandade cristã, mas sim um “clube country gospel” de pessoas que saem pelas portas dos fundos de domingo que não se importariam umas com as outras após a hora do meio-dia no domingo. Em suma, os cristãos americanos se sentem cada vez mais como estranhos dentro da Igreja, que é suposta ser o corpo de Cristo.

Os cristãos e de fato, todas as pessoas, estão gritando por uma comunidade genuína. Não podemos viver sem isso. Existe esperança de um avivamento da verdadeira “comunidade da aliança”? Nós acreditamos que existe. Não em uma religião cristalizada, mas no relacionamento cristão; não em na igreja dos crentes, mas em uma apresentação o século XXI “da palavra feita carne” que habita entre nós. É chamada de “hospitalidade”. E a hospitalidade significa “alcançar estranhos”.

Spanish blog:

¿Qué pasó con la hospitalidad?

Por Chuck Crismier. Chuck y su esposa Kathie, son coautores de The Power of Hospitality. Chuck es fundador de Save America Ministries y presentador de VIEWPOINT, una emisión radial orientada a temas nacionales, se puede  escuchar en saveus.org, donde su libro también está disponible.

Hubo un momento en que la hospitalidad estaba en el corazón del hogar estadounidense, cuando los corazones y las casas que practicaban la hospitalidad, unían a las familias a la comunidad con un pegamento invisible que permitía a las personas saber que pertenecían a un grupo. Y hubo un tiempo en que uno de los sellos distintivos de la Iglesia fue “vean cómo se aman los unos a los otros”, compartieron pan “de casa en casa con alegría y sencillez de corazón”, y la Iglesia creció.

Algo dramático ha sucedido desde aquellos tiempos, en solo una generación. Tan generalizado es este cambio de corazón, reflejado en el cierre de nuestros hogares, que Christianity Today se hizo la pregunta: “¿Qué pasó con la hospitalidad?” Para los cristianos, la falta de hospitalidad hacia los extraños se ha infiltrado en nuestras iglesias “. El escritor lamenta visitar “docenas de iglesias evangélicas ya que pocos han mostrado hospitalidad más allá de un simple saludo”.

Existe una creciente sensación de que la hospitalidad se está volviendo desalentadoramente escasa como arte y como expresión del corazón. Entonces … ¿Qué pasó con la hospitalidad?

Las personas sin rostro ahora nos pasan por cientos sin identidad. Nos relacionamos solo por necesidad para el trabajo o la adoración, luego huimos al refugio del hogar para tener paz personal, solo para repetir el ciclo de anonimato al día siguiente.

Mucha gente está experimentando lo que un sociólogo llamó “soledad abarrotada”, rodeados de gente pero “perdidos en la multitud”. Hay una ausencia de conexión con el corazón. El efecto colectivo es el colapso de la comunidad, una conclusión ahora validada tanto por observadores espirituales como seculares.

La soledad abarrotada es aterradora, casi ineludible en nuestro mundo moderno, a menos que nos entreguemos persistentemente a la hospitalidad. Las personas huyen del aislamiento e incluso de la extrañeza en sus hogares y lugares de trabajo para los centros comerciales. En el centro comercial tenemos un sentido remoto de unión. Incluso nuestros edificios de la iglesia ahora se están diseñando como centros comerciales, criaderos de relaciones artificiales. Pertenecemos a un club de extraños que anhelan desesperadamente ser parte del compañerismo.

Entra en Facebook y en las llamadas redes sociales de buscadores digitales en busca de “autenticidad sintética” de una conexión artificial sin responsabilidad personal. El fundador de Facebook ahora lo llama la nueva “iglesia” para los tiempos posmodernos. ¡Wow!

53,000 personas por semana se están yendo por la “puerta trasera” de las iglesias de los Estados Unidos. Entre las tres razones básicas por las que los cristianos están hartos, se encuentran: No creen que la Iglesia brinde una verdadero compañerismo y comunidad cristiana, sino que es un “club de campo evangélico” de personas desocupadas y que no se preocupan el uno del otro después del mediodía del domingo. En resumen, los cristianos estadounidenses se sienten cada vez más como extraños dentro de la Iglesia que se supone que es el cuerpo de Cristo.

Los cristianos, al igual que todas las personas, claman por una comunidad genuina, no podemos vivir sin eso. ¿Hay esperanza de un avivamiento de la verdadera “comunidad del pacto”? Creemos que si lo hay, no en la religión cristalizada sino en la relación cristiana; no en “iglesianismo” sino en una exhibición del siglo veintiuno de “la Verbo hecho carne” habitando entre nosotros. Se llama “hospitalidad”, y esta significa “llegar a los extraños”.

Hospitality Reflects the Nature of Jesus

By André Schalitt, author and researcher who lives and ministers in Brazil. Andre loves cell ministry and has traveled with Joel Comiskey in Brazil promoting the cell-based church.

Hospitality goes against our natural, selfish  nature and helps us serve and greet people, especially strangers, and to help them feel welcomed and accepted in the church and home.

Hospitality, however, is not limited to  preparing a place to receive someone. It is, in fact, a demonstration of the love of Christ in us. Christ has shown his perfect hospitality for us. Once we have received Christ’s call through faith and His marvelous grace, we come to be welcomed by Him and to prove His care and provision. He welcomed us in love (John 6: 36b), brought us out of darkness into his marvelous Light (2 Peter 2: 9), put us in a wonderful family called the Church, and promised us eternal dwellings (John 14: 1-3).

Christ welcomes the tired and overworked when he said, “Come unto me, ye that labor and are heavy laden, and I will give you rest” (Matthew 11:28). Christ does not remove burdens entirely but he makes the burdens lighter.  In this passage, Jesus teaches us that:

  • He invites us into a relationship
  • He is willing to accept us
  • He helps carry the heavy load

The relationship with Christ and the church is the goal of hospitality. The willingness to welcome and help people is the manifestation of Christ’s love in us. Commitment to the mission of alleviating the burdens of others is the basis of hospitality. The benefits are many:

  • We do with others what Christ has done for us
  • We become more like Christ
  • The love of Christ is revealed through us
  • We learn to serve those who need it more than us
  • We sow companionship and mutual care
  • We open the doors in the hearts of people to the seed of the Gospel
  • We work with the needy to overcome their burdens

Here are four steps that will help practice hospitality:

  • Open your home willingly so that other people may be blessed.
  • Make sure that people feel welcome, loved,  and part of the group.
  • Develop training in the area of hospitality among cell members. Make everyone understand the importance of hospitality.

Remember that hospitality helps us to be like Jesus.

Andre

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O Bom Hospitaleiro

Por André Schalitt ( é escritor e pesquisador na área de Liderança e Crescimento Igrejas. Atua com ênfase na educação cristã, mais especificamente no ensino teológico e na formação de líderes em diversas instituições cristãs no Brasil e no exterior.)

A hospitalidade deve ser uma das ações mais contundentes da vida cristã, pois se trata de uma forte característica daquele que verdadeiramente serve a Cristo

A hospitalidade constitui-se no ato especial do servo de Cristo para carinhosamente receber pessoas, especialmente estranhas, e ajudá-las a se sentirem bem-vindas e aceitas na da igreja e em suas casas. Dispor-se aos irmãos e provê-los de sua vida, casa e serviço de assistência. É atender ao outro em amor sincero como ao próprio Cristo.

Em um sentido mais amplo, a hospitalidade não se limita em simplesmente preparar lugar para receber alguém. Na verdade, consiste em demonstração do amor de Cristo em nós. Com isso, não teremos só uma simples acomodação de ordem física, mas uma indicação precisa ao aconchego eterno encontrado nos braços do Pai, tornando aquele que outrora era estranho em um amigo de Deus e por consequência nosso também.

Cristo, o bom hospitaleiro, demonstrou sua hospitalidade perfeita por nós. Uma vez que atendemos ao chamado de Cristo, por meio da fé e de Sua maravilhosa Graça, passamos a ser acolhidos por Ele e provar de todos os Seus cuidados e provisão. Ele nos acolheu em amor (João 6.36b); nos tirou das trevas para sua maravilhosa Luz (2 Pedro 2.9); nos colocou em uma maravilhosa família chamada Igreja; nos deu uma nova vida, e ainda nos prometeu moradas eternas (João 14.1-3).

Certa vez, Cristo disse: “Vinde a mim vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28). Ao fazer este convite, Jesus se dispõe a acolher os cansados e os sobrecarregados, comprometendo-se em aliviar suas cargas. Ele não as tira por completo, para que os necessitados não fiquem isentos das suas responsabilidades, mas se coloca ao lado deles tornando mais leves as cargas de suas vidas.

Entendam as lições que Jesus nos ensina nesta passagem:

  1. Ele convida o necessitado para um relacionamento;
  2. Dispõe-se a acolhê-las;
  3. Compromete-se a trabalhar ao lado delas, ajudando a carregar os fardos pesados;
  4. Não tira as responsabilidades totais deles.

Uma boa hospitalidade deve conter estes quatro fatores.

De uma forma mais especifica, posso afirmar que: O relacionamento com Cristo e com a igreja é o objetivo da hospitalidade. A disposição para acolher e ajudar pessoas é a manifestação do amor de Cristo em nós. O comprometimento com a missão de aliviar as cargas dos outros é base da hospitalidade. E a conscientização dos deveres e responsabilidades daqueles que recebem a hospitalidade, como o meio de crescimento para eles.

Deste modo, os benefícios são muitos:

  • Fazemos com as outras pessoas o que Cristo fez por nós;
  • Nos parecemos mais com Cristo;
  • O amor de Cristo é revelado por meio de nós;
  • Aprendemos a servir melhor aos que necessitam;
  • Semeamos o companheirismo e o cuidado mútuo;
  • Abrimos as portas nos corações das pessoas para a semente do Evangelho;
  • Colaboramos com os necessitados a superarem suas cargas.

Portanto, seja um bom hospitaleiro, assim como Jesus. Faça desta prática uma prioridade em sua vida.

Segue quatro atitudes que o ajudarão a ser um bom hospitaleiro:

  1. a) Se sinta privilegiado em receber pessoas em sua casa. Abra o seu lar de bom grado para que outras pessoas sejam abençoadas.
  2. b) Faça questão de fazer com que pessoas desconhecidas sintam-se bem acolhidas, amadas, especiais e parte do grupo.
  3. c) Procure oferecer toda a provisão com muito amor.
  4. d) Desenvolva um treinamento na área da hospitalidade entre os membros da célula. Faça com que todos compreendam a importância de serem bons hospitaleiros.

No amor de Cristo.

Spanish blog:

La hospitalidad refleja la naturaleza de Jesús

Por André Schalitt, autor e investigador que vive y ministra en Brasil. A Andre le encanta el ministerio celular y ha viajado con Joel Comiskey en Brasil promocionando la iglesia basada en células.

La hospitalidad va en contra de nuestra naturaleza común y egoísta. Nos ayuda a servir y saludar a las personas, especialmente a los extraños, para ayudarlos a sentirse bienvenidos y aceptados en la iglesia y el hogar.

La hospitalidad, sin embargo, no se limita a preparar un lugar para recibir a alguien. Es, de hecho, una demostración del amor de Cristo en nosotros. Cristo ha mostrado su perfecta hospitalidad para nosotros, una vez que hemos recibido el llamado de Cristo a través de la fe y su maravillosa gracia, somos bienvenidos por Él para probar su cuidado y provisión. Él nos recibió con amor (Juan 6: 36b); nos sacó de las tinieblas a su luz admirable (2 Pedro 2: 9); para ponernos en una maravillosa familia llamada la Iglesia; y nos prometió viviendas eternas (Juan 14: 1-3).

Cristo acoge a los fatigados ??y exhaustos cuando dijo: “Venid a mí, los que estáis trabajados y cargados, y yo os haré descansar” (Mateo 11:28). Cristo no quita las cargas por completo, pero hace las cargas más ligeras. En este pasaje, Jesús nos enseña que:

  • Él nos invita a una relación
  • Él está dispuesto a aceptarnos
  • Él ayuda a llevar la carga pesada

La relación con Cristo y la iglesia es el objetivo de la hospitalidad. La voluntad de acoger y ayudar a las personas es la manifestación del amor de Cristo en nosotros. El compromiso con la misión de aliviar las cargas de los demás es la base de la hospitalidad. Los beneficios son muchos:

  • Hacemos con otros lo que Cristo ha hecho por nosotros
  • Nos volvemos más como Cristo
  • El amor de Cristo se revela a través de nosotros
  • Aprendemos a servir a quienes más lo necesitan
  • Sembramos compañerismo y cuidado mutuo
  • Abrimos las puertas en los corazones de las personas a la semilla del Evangelio
  • Trabajamos con los necesitados para que superen sus cargas

Aquí hay cuatro pasos que te ayudarán a practicar la hospitalidad:

  • Abre tu casa de buena gana para que otras personas sean bendecidas.
  • Asegúrate de que las personas desconocidas se sientan bienvenidas, amadas, especiales y parte del grupo.
  • Desarrolla entrenamiento en el área de hospitalidad entre los miembros de la célula. Haz que todos entiendan la importancia de la hospitalidad.

Recuerda que la hospitalidad nos ayuda a ser como Jesús.

Andre

Leadership and Hospitality

By André Schalitt, author and researcher who lives and ministers in Brazil. Andre loves cell ministry and has traveled with Joel Comiskey in Brazil promoting the cell-based church.

“Rather he must be hospitable, one who loves what is good, who is self-controlled, upright, holy and disciplined  (Titus 1: 8 NIV). In this letter to Titus, the apostle Paul talks about necessary qualities of Christian leadership. Hospitality, according to the apostle, is a critical quality.  This means that the practice of hospitality is not a secondary factor, but an inherent part of the leader God uses. Therefore, it is necessary to understand three facts:

First, Christian leadership is first and foremost servant leadership. Larry Kreider, founder of Dove Fellowship, said it well,  “Leaders who are secure in the love of their heavenly Father are free to serve, expecting nothing in return. They do not need their egos caressed to function as leaders. They have a healthy confidence in themselves and do not seek approval or acceptance from others. They are happy to serve because they know they are deeply loved by God.”

The practice of hospitality makes us better servants. It challenges us to overcome pride and hardness of heart, and helps us to be like Jesus and to serve his church.

Second, hospitality is taught emphatically in Scripture: When Paul directed the Romans to “practice hospitality” (Romans 12:13), his desire  was to help Christians cooperate with one another in love. The apostle John taught that hospitality is the duty of those who serve Christ, being “cooperators for the truth” (John 1: 8). The Apostle Peter, however, was very strict in his writing: “Be hospitable to each other without complaint” (1 Pet. 4: 9). The author of Hebrews tells us, “Do not forget the hospitality; (Hebrews 13: 2), letting it be understood that some of those we welcome produce blessings for us. Further on the author directed: “Do not forget to do good and to share with others what you have, for God is pleased with such sacrifices” (Hebrews 13:16), making it clear that the practice of hospitality pleases the Lord . And Jesus Christ himself left a promise to those who practice hospitality: “For I was hungry, and you gave me food; I was thirsty and you gave me a drink; I was a stranger, and you took me in…… I say to you, that you have done it to me one of these my brethren. “(Matthew 25: 35-40).

And finally, hospitality is an effective means of multiplication. Hospitality turns strangers into acquaintances, enemies into friends, acquaintances into comrades, and members into disciples. The benefits are diverse:

  • It makes us more and more like Christ
  • It makes us a stronger, united church
  • We acquire a servant’s heart
  • It makes discipleship more engaging
  • It makes people who come into our homes feel valued and loved
  • Builds new relationships and promotes existing relationships
  • It produces multiplication in our leadership
  • It makes us referential

Always remember that a successful and multiplying cell is the result of hospitable leaders and hosts. The practice of hospitality as well as being biblical is also an efficient means of growth. It is a key that opens many doors.

Andre

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Liderança E Hospitalidade

Por André Schalitt, é escritor e pesquisador na área de Liderança e Crescimento Igrejas. Atua com ênfase na educação cristã, mais especificamente no ensino teológico e na formação de líderes em diversas instituições cristãs no Brasil e no exterior.

“Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante.” (Tito 1.8 NVI). Nesta carta a Tito, a apóstolo Paulo apresenta algumas credenciais necessárias para o exercício da liderança cristã. Em meio há elas, Paulo cita a hospitalidade como sendo parte dessas credenciais. Isso significa que a prática da hospitalidade não é um fator secundário no exercício da liderança, mas é parte inerente do líder que Deus usa. Por isso, se faz necessário a compreensão de três fatos:

Primeiro, a imagem do líder que tem vários subordinados e tem o poder de delegar muitas tarefas pode estar no imaginário de muita gente. A relação é justamente inversa, pois, o líder cristão é, em primeiro lugar, servo. Larry Kreider observou bem: Lideres que estão seguros no amor de seu Pai celestial são livres para servir, não esperando nada em troca. Eles não necessitam que seus egos sejam acariciados para funcionarem no papel de líderes. Eles têm uma confiança saudável em si mesmo e não procuram aprovação ou aceitação de outras pessoas. Eles estão felizes em servir porque sabem que são profundamente amados por Deus.[1]

A prática da hospitalidade faz com que nos tornemos servos melhores. Ela nos desafia a superarmos o orgulho e a dureza do coração, e exercita a nossa vida para a caminhada de servos de Cristo e da igreja a qual congregamos.

Em segundo lugar, a hospitalidade é ensinada com contundência nas Escrituras: Quando Paulo orientou aos Romanos a “praticar a hospitalidade” (Romanos 12:13), sua proposta era fazer com que os cristãos cooperassem uns com os outros em amor. O apóstolo João ensinou que a hospitalidade é dever daqueles que servem a Cristo, sendo “cooperadores em favor da verdade” (João 1.8). Já o apóstolo Pedro foi taxativo ao escrever: “Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação” (1 Pedro 4.9), esta afirmação revela uma tríplice verdade: 1. Ser hospitaleiro é uma benção, por isso não se deve reclamar ao praticar; 2. Ser hospitaleiro é parte de ser cristão; 3. Se trata de uma ordem divina para todo aquele que segue a Cristo. O autor de Hebreus de uma forma muito interessante escreveu: “Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber alguns acolheram anjos.” (Hebreus 13.2), deixando a entender que alguns dos que acolhemos produzem bênçãos para nós. Mais a frente o autor orientou: “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros o que vocês têm, pois de tais sacrifícios Deus se agrada.” (Hebreus 13.16), deixando claro que a pratica da hospitalidade agrada ao Senhor. E o próprio Jesus Cristo deixou uma promessa para aqueles que praticam a hospitalidade: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes (…) Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. ” (Mateus 25.35-40).

E por último, a hospitalidade é um meio eficaz de multiplicação. Anfitriões bem-sucedidos e líderes multiplicadores reconhecem e investem na hospitalidade, pois sabem que este ato quebra barreiras e constrói pontes para a comunhão e para o discipulado. A hospitalidade transforma estranhos em conhecidos, inimigos em amigos, conhecidos em pessoas íntimas, e membros em discípulos. Os benefícios são diversos:

  • Faz com que sejamos cada vez mais semelhantes a Cristo;
  • Nos torna uma igreja mais forte e unida;
  • Adquirimos um coração de servo;
  • Torna o discipulado mais envolvente;
  • Faz com que as pessoas que entram em nossas casas se sintam valorizadas e amadas;
  • Constrói novos relacionamentos e promove os já existentes;
  • Produz multiplicação em nossa liderança;
  • Nos torna referenciais.

Como ser um bom hospitaleiro?

James C. Hunter, famoso escritor na área de liderança, disse que “pensamentos viram ações, ações viram hábitos, hábitos viram o caráter, e o caráter vira o seu destino”. De fato, tudo começa quando compreendemos a importância de algo, e baseado nisso, começamos a agir, até que aquilo que compreendemos seja parte de nós mesmos. Nos que diz respeito a ser um bom hospitaleiro, é necessário:

  • Buscar um coração amoroso;
  • Decidir servir sem querer nada em troca;
  • Decidir fazer do seu lar um lugar de paz e benção para outras pessoas;
  • Pensar em ideias que proporcionem um alto nível de hospitalidade em sua célula.

Lembre-se sempre que uma célula bem-sucedida e multiplicadora é resultado de líderes e anfitriões hospitaleiros. A prática da hospitalidade além de ser bíblica, é também um meio eficiente de crescimento. É uma chave que abre muitas portas.

No amor de Cristo.

Spanish blog:

Liderazgo y hospitalidad

Por André Schalitt, autor e investigador que vive y ministra en Brasil. A Andre le encanta el ministerio celular y ha viajado con Joel Comiskey en Brasil promocionando la iglesia basada en células.

“Al contrario, debe ser hospitalario, amigo del bien, que es sensato, justo, santo y disciplinado” (Tito 1: 8 NVI). En esta carta a Tito, el apóstol Pablo habla sobre las cualidades necesarias del liderazgo cristiano. La hospitalidad, según el apóstol, es una cualidad crítica. Esto significa que la práctica de la hospitalidad no es un factor secundario, sino una parte inherente del líder que Dios usa. Por lo tanto, es necesario comprender tres hechos:

Primero, el liderazgo cristiano es, ante todo, liderazgo de servicio. Larry Kreider, fundador de Dove Fellowship, lo dijo muy claro: “Los líderes que están seguros en el amor de su Padre celestial son libres de servir, sin esperar nada a cambio. No necesitan que sus egos sean acariciados para funcionar como líderes. Tienen una confianza sana en sí mismos y no buscan la aprobación o la aceptación de los demás. Están felices de servir porque saben que son profundamente amados por Dios “.

La práctica de la hospitalidad nos hace mejores sirvientes. Nos desafía a superar el orgullo y la dureza del corazón, nos ayuda a ser más como Jesús y servir a su iglesia.

En segundo lugar, la hospitalidad se enseña enfáticamente en las Escrituras: cuando Pablo instruyó a los romanos a “practicar la hospitalidad” (Romanos 12:13), su deseo era ayudar a los cristianos a cooperar entre ellos en amor. El apóstol Juan enseñó que la hospitalidad es el deber de aquellos que sirven a Cristo, siendo “colaboradores de la verdad” (Juan 1: 8). El apóstol Pedro, sin embargo, fue muy estricto en sus escritos: “Sean hospitalarios sin quejarse” (1 Pedro 4: 9). El autor de Hebreos nos dice: “No olviden la hospitalidad; (Hebreos 13: 2), dejando que se entienda que algunos de los que recibimos producen bendiciones para nosotros. Más adelante, el autor escribe: “No te olvides de hacer el bien y compartir con los demás lo que tienes, porque Dios se complace con tales sacrificios” (Hebreos 13:16), dejando en claro que la práctica de la hospitalidad agrada al Señor. Y el mismo Jesucristo dejó una promesa a los que practican la hospitalidad: “Porque tuve hambre, y ustedes me dieron de comer, tuve sed y me dieron de beber; fui forastero, y me dieron alojamiento… . Les aseguro que todo lo que hicieron por uno de mis hermanos, aun por el más pequeño, lo hiceron por mí. “(Mateo 25: 35-40).

Y finalmente, la hospitalidad es un medio efectivo de multiplicación. La hospitalidad convierte a extraños en conocidos, enemigos en amigos, conocidos en camaradas y miembros en discípulos. Los beneficios son diversos:

  • Nos hace más y más como Cristo
  • Nos hace una iglesia más fuerte y unida
  • Adquirimos el corazón de un servidor
  • Hace que el discipulado sea más atractivo
  • Hace que las personas que entran a nuestros hogares se sientan valoradas y amadas
  • Crea nuevas relaciones y promueve las relaciones existentes
  • Produce multiplicación en nuestro liderazgo
  • Nos hace referenciales

Recuerda siempre que una célula exitosa y multiplicadora es el resultado de líderes y anfitriones hospitalarios. La práctica de la hospitalidad, además de ser bíblica, también es un medio eficiente de crecimiento. Es una llave que abre muchas puertas.

Andre

And So Does Jesus

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

By Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

Some are willing to be hospitable when it’s comfortable and not costly. I’m referring to:

  • Those whose homes are always tidy.
  • Those whose homes have expensive furniture.
  • Those who can afford great refreshments.
  • Those who have plenty of room without disturbing their own comfort.
  • Those who know they only have to open their homes once every two months.
  • Those who know there won’t be any children in the cell group to put finger marks on the windows.

But those who go to those homes know there is a standard to keep and hospitality comes with conditions.

However, there’s another group with a different attitude:

  • Those who open their doors, hearts, and homes.
  • Those who have little but delight to share it.
  • Those who don’t compare what they have to others.
  • Those who have received love and want to share that love with others.
  • Those who know their homes belong to the King of Kings.
  • Those who know that when they welcome others, they welcome Jesus.

And those who go to those homes know they are loved, welcomed and “made to feel comfortable.” And so does Jesus!

Korean blog (Click here)

Portuguese blog:

E Assim Faz Jesus

Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com/donate

Alguns estão dispostos a ser hospitaleiros quando é confortável ??e quando não custa caro. Estou me referindo a:

  • Aqueles cujas casas estão sempre arrumadas.
  • Aqueles cujas casas possuem móveis caros.
  • Aqueles que podem pagar ótimos aperitivos.
  • Aqueles que têm muito espaço sem perturbar o seu próprio conforto.
  • Aqueles que sabem que só têm que abrir suas casas uma vez a cada dois meses.
  • Aqueles que sabem que não haverá filhos no grupo de células para colocar marcas de dedo nas janelas.

Mas aqueles que vão para essas casas sabem que há um padrão para manter e a hospitalidade vem com condições.

No entanto, há outro grupo com uma atitude diferente:

  • Aqueles que abrem suas portas, corações e casas.
  • Aqueles que têm pouco mas muito prazer ao compartilhar.
  • Aqueles que não comparam o que têm com os outros.
  • Aqueles que receberam amor e querem compartilhar esse amor com os outros.
  • Aqueles que sabem que suas casas pertencem ao Rei dos Reis.
  • Aqueles que sabem que quando recebem os outros, eles recebem Jesus.

E aqueles que vão para essas casas sabem que são amados, bem-vindos e “feitos para se sentir confortáveis”. E assim faz Jesus!

Spanish blog:

Y Jesús también lo sabe

Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com/donate

Algunos están dispuestos a ser hospitalarios cuando es cómodo y no costoso. Me refiero a:

  • Aquellos cuyas casas están siempre ordenadas.
  • Aquellos cuyas casas tienen muebles caros.
  • Aquellos que pueden permitirse grandes refrigerios.
  • Aquellos que tienen suficiente espacio sin perturbar su propia comodidad.
  • Aquellos que saben que solo tienen que abrir sus casas una vez cada dos meses.

Los que saben que no habrá niños en el grupo celular que dejen marcas con sus dedos en las ventanas.

Pero aquellos que van a esos hogares saben que hay un estándar que mantener y la hospitalidad viene con condiciones.

Sin embargo, hay otro grupo con una actitud diferente:

  • Aquellos que abren sus puertas, corazones y hogares.
  • Aquellos que tienen poco pero se deleitan al compartirlo.
  • Aquellos que no comparan lo que tienen con los demás.
  • Aquellos que han recibido amor y desean compartir ese amor con los demás.
  • Aquellos que saben que sus hogares pertenecen al Rey de Reyes.
  • Aquellos que saben que cuando dan la bienvenida a otros, dan la bienvenida a Jesús.

Y aquellos que van a esos hogares saben que son amados, bienvenidos y “hechos sentir cómodos”. ¡Y Jesús también lo sabe!

Practicing Hospitality

By Gerardo Campos, district pastor in Elim Church, www.elim.org.sv

Years ago when I lived with my parents, I remember when the pastor shared the need for someone to host a group of young members of an orchestra who would come to our church. Even though my parents didn’t have many resources, they were thrilled with the idea and requested to receive at least one of them.

It was the first privilege that we received in the church, being hosts. We were encouraged by the fact that we could  take care of someone in the best possible way, to be able to give them love during their stay.

That disposition of my mother continued all the time until Elim started to work with cells in 1986. For 22 years, until the day she left to be with Christ, we always hosted a cell in our house.

Each one of the Elim cells take place in the homes of wonderful people, who understand that Christianity must be a counterculture influence in a depersonalized society, and that people need to find a place to be valued and respected.

Grateful for the salvation that God has given them, these wonderful families all over El Salvador, do not mind the inconvenience after the meeting is over, when they have to clean, fix and, sometimes, repair their living room or other spaces that could be negatively affected. They are happier for what is happening week after week in the guests than for what happens to their own home. God is in them and Christ’s  presence overflows through hospitality.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A hospitalidade

Por Gerardo Campos, www.elim.org.sv

Anos atrás, quando morava com meus pais, lembro-me quando o pastor compartilhou a necessidade de alguém hospedar um grupo de jovens membros de uma orquestra que viessem a nossa igreja. Mesmo que meus pais não tivessem muitos recursos, ficaram entusiasmados com a ideia e solicitaram receber pelo menos um deles.

Foi o primeiro privilégio que recebemos na igreja, sendo anfitriões. Fomos encorajados pelo fato de cuidar de alguém da melhor maneira possível, para poder dar-lhes amor durante a estadia.

Essa disposição de minha mãe permaneceu o tempo todo até que Elim começou a trabalhar com células em 1986. Durante 22 anos, até o dia em que ela foi estar com Cristo, sempre hospedamos uma célula em nossa casa.

Cada uma das células de Elim ocorre nas casas de pessoas maravilhosas, que entendem que o cristianismo deve ser uma influência de contracultura em uma sociedade despersonalizada e que as pessoas precisam encontrar um lugar para serem valorizados e respeitados.

Agradecidos pela salvação que Deus lhes deu, essas maravilhosas famílias em todo o El Salvador não se importam com o inconveniente após a conclusão do encontro, quando elas precisam limpar, consertar e, às vezes, reparar sua sala de estar ou outros espaços que poderiam ser afetados negativamente. Elas estão mais felizes pelo que está acontecendo semana a semana nos convidados do que pelo que acontece com sua própria casa. Deus está nelas e a presença de Cristo transborda através da hospitalidade.

Spanish blog:

La Hospitalidad

Por Gerardo Campos, www.elim.org.sv

Recuerdo el momento cuando, hace años, el pastor anunció la necesidad de hospedar en casa a un grupo de jóvenes integrantes de una orquesta que vendrían a nuestra iglesia. Aunque no teníamos muchos recursos, mi familia se emocionó con la idea y pedimos recibir por lo menos a uno de ellos.

Fue el primer privilegio que en la iglesia recibíamos, el de ser anfitriones. Nos animaba el hecho de atender a alguien de la mejor manera posible, de poder brindarle amor durante su estadía.

Esa disposición de mi mamá, continuó todo el tiempo hasta cuando Elim comenzó, en el año de 1986, a trabajar con células. Durante 22 años, hasta el día en que partió con Cristo, en nuestra casa siempre hubo una célula.

Cada una de las células de Elim son realizadas en hogares de maravillosas personas que aunque están muy ocupadas hacen que perdure el amor fraternal, entienden que el cristianismo debe hacer una contracultura en una sociedad despersonalizada, y que las personas encuentren un lugar en donde ser valoradas y respetadas,

Agradecidos por la salvación que Dios les ha dado, no les importa incomodarse luego de finalizada la reunión, cuando tienen que limpiar, arreglar y, a veces, reparar la sala de su casa u otros espacios que pudieran resultar afectados. Están más felices por lo que está sucediendo semana tras semana en los invitados que lo que ocurre en su propia casa. Dios está en ellos y su presencia se desborda en hospitalidad.

Permanent Versus Rotating Hosts

coach_JoelFamilyWeb

By Joel Comiskey, check out  coaching 

Should cells rotate or is it best to have one “permanent” place? There are solid arguments for both sides. I don’t believe there is one right answer. Some believe that the Scripture teaches that cells must rotate on a regular basis. Yes, Scripture does say, “Day after day, in the temple courts and from house to house, they never stopped teaching and proclaiming the good news that Jesus is the Christ” (Acts 5:42). But is this verse prescriptive or descriptive? In other words, is God commanding a pattern to follow (prescriptive) or simply describing the reality of the early church? It seems to me that this verse is more descriptive because Paul also referred to stationary house churches:

  • the church in the house of Mary (Acts 12:12
  • the church in the house of Aquila and Priscilla (1 Corinthians 16:19)
  • the church in the house of Nympha (Colossians 4:15)
  • the church in the home of Archippus (Philemon 2)

It seems that the early house churches both rotated from house to house and enjoyed a more or less permanent location.

Rotation works well because it helps other members to share the hosting load and creates new opportunities for evangelism. But having one place is also a good idea because it capitalizes on the giftedness of one host (i.e., if you have a gifted host, why move the group around?), helps everyone to remember where the cell meets, and more effectively reaches the people of one particular area.

My own Life group rotates between my house, Brent’s house, and Jose’s restaurant where we meet in an outside, secluded table. Sharing the load works well for us, but in other situations, it’s best to meet in one home, especially if the person or couple has God-given gifts that enhance their role as host.

For example, those with the gift of helps, service, pastor, giving, or mercy normally make great hosts. And I believe that God has placed an abundance of the gifts of helps and service in the body of Christ. Those hosts who possess “hospitality type” gifts make excellent “permanent” hosts. Yet, I also believe that all Christians should grow in hospitality and learn to become better hosts.

The Elim Church uses both permanent hosts and rotating cells. Mario writes,

Here at the Elim Church we have both types of meetings, and both have been a blessing. Rotating cells work well to reach new spheres of influence because they move from one house to another. The fact that the cell is a novelty in a home becomes an element of attraction for the neighbors.

On the other hand, permanent cells, even though they maintain their sphere of influence without any variation, they have the virtue of consistency. This type of cell has more extensive follow-up on the same people each week and provide more opportunities for neighborhood people to attend.

What has worked best for you? Feel free to share here.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Anfitriões Permanente Versus Anfitriões Rotativos

por Joel Comiskey

As células devem girar ou é melhor ter um lugar “permanente”? Existem argumentos sólidos para ambos os lados. Não acredito que haja uma resposta certa. Alguns acreditam que a Escritura ensina que as células devem girar regularmente. Sim, a Escritura diz: “Todos os dias, no templo e de casa em casa, não deixavam de ensinar e proclamar que Jesus é o Cristo.(Atos 5:42). Mas esse versículo é prescritivo ou descritivo? Em outras palavras, Deus está comandando um padrão a seguir (prescritivo) ou simplesmente descrevendo a realidade da Igreja Primitiva? Parece-me que este versículo é mais descritivo porque Paulo também se referiu às igrejas de casas estacionárias:

  • a igreja na casa de Maria (Atos 12:12)
  • a igreja na casa de Aquila e Priscilla (1 Coríntios 16:19)
  • a igreja na casa de Ninfa (Colossenses 4:15)
  • a igreja na casa de Arquipo (Filemom 2)

Parece que as primeiras igrejas domésticas giraram de casa em casa e desfrutavam de um local mais ou menos permanente.

A rotação funciona bem porque ajuda outros membros a compartilhar a carga de hospedagem e cria novas oportunidades para o evangelismo. Mas ter um lugar também é uma boa ideia, porque ele capitaliza o dom de um anfitrião (ou seja, se você tem um anfitrião com dons, por que mover o grupo?), Ajuda a todos a lembrar onde a célula se encontra, e mais efetivamente alcança as pessoas de uma determinada área.

Meu próprio grupo de células gira entre minha casa, a casa de Brent e o restaurante de José, onde nos encontramos em uma mesa externa e isolada. O compartilhamento da carga funciona bem para nós, mas em outras situações, é melhor se encontrar em uma casa, especialmente se a pessoa ou casal tem dons dados por Deus que aumentam seu papel de anfitrião.

Por exemplo, aqueles com o dom de ajuda, serviço, pastor, doação ou misericórdia geralmente fazem ótimos anfitriões. E eu acredito que Deus colocou uma abundância dos dons de ajuda e serviço no corpo de Cristo. Os anfitriões que possuem dons de tipo “hospitalidade” fazem excelentes anfitriões “permanentes”. No entanto, eu também acredito que todos os cristãos devem crescer na hospitalidade e aprender a se tornar melhores hospedeiros.

A Igreja Elim usa tanto anfitriões permanentes quanto células rotativas. Mario escreve:

Aqui, na Igreja de Elim, temos dois tipos de reuniões, e ambos tem sido uma benção. As células rotativas funcionam bem para alcançar novas esferas de influência porque se mudam de uma casa para outra. O fato de que a célula é uma novidade em uma casa se torna um elemento de atração para os vizinhos.

Por outro lado, as células permanentes, embora mantenham sua esfera de influência sem qualquer variação, têm a virtude da consistência. Este tipo de célula tem um acompanhamento mais extenso nas mesmas pessoas por semana e oferece mais oportunidades para as pessoas do bairro participarem.

O que funcionou melhor para você? Sinta-se livre para compartilhar aqui.

Spanish blog:

Anfitriones permanentes o rotativos

Por Joel Comiskey

¿Deben rotar las células o es mejor tener un lugar “permanente”? Hay argumentos sólidos para ambos lados. No creo que haya una respuesta correcta. Algunos creen que las Escrituras enseñan que las células deben rotar regularmente. Sí, las Escrituras dicen: “Y todos los días, en el templo y por las casas, no cesaban de enseñar y predicar a Jesucristo” (Hechos 5:42). Pero, ¿este versículo es prescriptivo o descriptivo? En otras palabras, ¿está Dios ordenando un patrón a seguir (prescriptivo) o simplemente describiendo la realidad de la iglesia primitiva? Me parece que este versículo es más descriptivo, porque Pablo también se refirió a iglesias de casas estacionarias:

  • la iglesia en la casa de María (Hechos 12:12
  • la iglesia en la casa de Aquila y Priscila (1 Corintios 16:19)
  • la iglesia en la casa de Ninfas (Colosenses 4:15)
  • la iglesia en el hogar de Arquipo (Filemón 2)

Parece que las primeras iglesias en casas rotaron de casa en casa y disfrutaron de una ubicación más o menos permanente.

La rotación funciona bien porque ayuda a otros miembros a compartir la carga de alojamiento y crea nuevas oportunidades de evangelismo. Pero tener un solo lugar también es una buena idea, porque saca provecho de los dones de un anfitrión (es decir, si tienes un anfitrión con dones, ¿por qué mover al grupo?), Ayuda a todos a recordar dónde se encuentra la célula y llega más efectivamente al personas de un área en particular.

Mi grupo celular rota entre mi casa, la casa de Brent y el restaurante de José, donde nos encontramos en una mesa aislada y al aire libre. Compartir la carga funciona bien para nosotros, pero en otras situaciones, lo mejor es reunirse en una casa, especialmente si la persona o la pareja tiene dones de Dios que mejoran su papel como anfitrión.

Por ejemplo, aquellos con el don de ayuda, servicio, pastorado, ofrenda o misericordia normalmente son grandes anfitriones. Y creo que Dios ha puesto una abundancia de los dones de ayuda y servicio en el cuerpo de Cristo. Aquellos anfitriones que poseen dones de “hospitalidad” son excelentes anfitriones “permanentes”. Sin embargo, también creo que todos los cristianos deben crecer en hospitalidad y aprender a ser mejores anfitriones.

La Iglesia Elim implementa anfitriones permanentes y rotativos en sus células. Mario escribe:

Aquí en la Iglesia Elim tenemos ambos tipos de reuniones, y ambas han sido una bendición. Las células rotativas funcionan bien para alcanzar nuevas esferas de influencia porque se mueven de una casa a otra. El hecho de que la célula sea una novedad en el hogar se convierte en un elemento de atracción para los vecinos.

Por otro lado, las células permanentes, a pesar de que mantienen su esfera de influencia sin ninguna variación, tienen la virtud de la consistencia. Este tipo de célula tiene un seguimiento más extenso de las mismas personas cada semana y brinda más oportunidades para que la gente del vecindario asista.

¿Qué funcionó mejor para ti? No dudes en compartir tu experiencia aquí.