Cell Renewal

coach_mario2016speaking

Mario Vega, www.elim.org.sv

Although the human body is more or less permanent, it is also  constantly changing. Old cells s are discarded and new ones are formed. The cells lining the stomach only last for three days. Red blood cells, battered after the nearly 995 miles journey through the labyrinth of the circulatory system, live only about 120 days before being sent to their graveyard in the spleen.

Our skin is renewed approximately every two weeks. Even the bones change constantly. It is believed that the whole skeleton is renewed every ten years. If this cell renewal did not happen, humans would not live for more than a few days. Cell multiplication is the basis for the body to have life.

Similarly, home cells live as long as they can continue to multiply. For home cells to multiply, they need to have new members, which means they need to received invited guests and make room for them. Evangelism renews the cells and gives life to the entire church.

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Portuguese blog:

Renovação Celular

Por Mario Vega

Embora o corpo humano seja mais ou menos permanente, ele está sempre mudando. Células velhas são descartadas e novas células são formadas. As células que revestem o estômago duram apenas três dias. Os glóbulos vermelhos, desgastados após a viagem de quase 1600 quilômetros através do labirinto do sistema circulatório, vivem apenas cerca de 120 dias antes de serem enviados para o seu cemitério no baço.

A nossa pele é renovada aproximadamente a cada duas semanas. Até os ossos mudam constantemente. Acredita-se que o esqueleto inteiro é renovado a cada dez anos. Se essa renovação das células não acontecesse, os seres humanos não viveriam mais do que alguns dias. A multiplicação celular é a base para o corpo ter vida.

Da mesma forma, as células domésticas vivem enquanto conseguem continuar a se multiplicar. Para que elas se multipliquem, precisam ter novos membros, o que significa que elas precisam receber convidados e dar espaço para eles. O evangelismo renova a célula e dá vida a toda a igreja.

Spanish blog:

La renovación celular

por Mario Vega

Aunque uno vea su cuerpo como una estructura bastante permanente, gran parte de él se encuentra en constante cambio, ya que se descartan las células viejas y se forman otras nuevas. Las células que recubren el estómago solo duran tres días. Los glóbulos rojos, maltratados después del viaje de casi 1600 kilómetros a través del laberinto del sistema circulatorio, solo viven unos 120 días antes de ser enviados a su cementerio en el bazo.

Nuestra piel se renueva aproximadamente cada dos semanas. Incluso los huesos cambian constantemente, se cree que todo el esqueleto se renueva cada diez años. De no producirse esa renovación celular los seres humanos no viviríamos más que unos pocos días. La multiplicación de las células es la base para que el cuerpo tenga vida.

De igual manera, las células de hogar viven mientras puedan continuar multiplicándose. Si la multiplicación cesara ocurriría lo mismo que con las células biológicas: morirían muy pronto. Para que las células de hogar se multipliquen necesitan tener nuevos miembros y para que tengan nuevos miembros deben abrirse para recibir amigos invitados. La evangelización es la clave para la vitalidad de las células de hogar y, consecuentemente, para la iglesia misma.

Evangelism Prayers

coach_JoelFamilyWebBy Joel Comiskey, coaching available here (free first session available for those interested in receiving coaching)

My own Life group meets on Wednesday night. Some of our best times of community and growth happens when we go into the outlying area and talk to people about Jesus and their prayer needs.

But before we do, we pray.

Prayer  not only opens the door for effective outreach but also prepares our hearts to evangelize more effectively. As we pray,  a spiritual bond takes place between the members of the group. Our hearts are filled with compassion and love for lost people.

We also practice praying for the “empty chair,” asking God to give us new people to fill the chair. We gather around an empty chair and pray for God to fill it with someone who needs Jesus.

Some groups practice prayer walking in the community. That is, they break up into pairs of two and go out into the neighborhood, praying for salvation to come to each home or apartment they walk past.

Many groups create a “Blessing List” or “Most Wanted” Poster—that is, writing the names of every relational contact on a large poster, so the whole group can intercede in unison. The group might post it on the wall and pray for these people each week, making plans to connect them to the members between meetings. During the cell meeting, it’s good to mention those unbeliever friends and then for the cell members to pray for these

God has chosen to work through our prayers. Since He made the universe, He’s able to create supernatural opportunities that go far beyond human capabilities.

Satan and his demons have blinded people’s minds, and they’re unable to see the glorious gospel of Christ. Paul also says in Ephesians 6:12: “For our struggle is not against flesh and blood, but against the rulers, against the authorities, against the powers of this dark world and against the spiritual forces of evil in the heavenly realms.” The Scripture tells us in 2 Corinthians 4:4 that: “The god of this age has blinded the minds of unbelievers, so that they cannot see the light of the gospel of the glory of Christ, who is the image of God.” Only prayer can break the hold of the enemy.

The good news is that God uses our prayer to tear down the walls of demonic obstruction, spiritual blindness, and worldly diversion to supernaturally work in the lives of those who we pray for. I encourage you to redouble your effort to pray for those who don’t know Jesus. God answers prayer.

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Portuguese blog:

Orações de Evangelismo

Por Joel Comiskey

Meu próprio grupo de vida se encontra quarta-feira à noite. Alguns de nossos melhores momentos de comunhão e crescimento é quando nós planejamos tempo para alcançar e ir para a área afora e conversar com as pessoas sobre Jesus e suas necessidades de oração.

Antes de agirmos, nós oramos.

A oração não só abre a porta do alcance eficaz, mas também prepara nossos corações para evangelizar mais efetivamente. Conforme nós oramos, um laço espiritual toma conta entre os membros do grupo. Nossos corações são cheios de compaixão e amor pelas pessoas perdidas.

Nós também praticamos orar pela “cadeira vazia”, pedindo para Deus nos dar novas pessoas para ocupá-la.  Nós nos juntamos em volta da cadeira vazia e oramos para Deus preenche-la com alguém que precisa de Jesus.

Alguns grupos praticam a oração andando em sua comunidade. Isto é, eles se separam em pares de dois e vão pela vizinhança, orando para a salvação chegar em cada casa ou apartamento em que eles passam.

Muitos grupos criam uma “Lista de Bênçãos” ou um pôster de “Mais Procurados”- isto é, escrevem os nomes de todos os contatos relacionais em um pôster largo, para que todo o grupo possa interceder em um uníssono. O grupo pode postá-lo na parede e orar por essas pessoas a cada semana, fazendo planos para conectá-las aos membros entre os encontros. Durante a reunião de célula é bom mencionar aqueles amigos descrentes para que então os membros da célula orem por eles.

Deus escolheu trabalhar através das nossas orações. Já que Ele fez o universo, Ele é capaz de criar oportunidades sobrenaturais que vão longe das capacidades humanas. Satanás e seus demônios cegaram as mentes das pessoas, e elas estão incapazes de ver o glorioso evangelho de Cristo. Paulo também fala em Efésios 6:12: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” A Escritura nos conta em 2 Coríntios 4:4 que: “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” Apenas a oração pode quebrar o laço do inimigo.

A boa notícia é que Deus usa nossa oração para derrubar as paredes de obstrução demoníaca, cegueira espiritual, e desvio mundial para o trabalho sobrenaturalmente nas vidas daqueles pelos quais oramos. Eu te encorajo a redobrar seu esforço para orar por aqueles que não conhecem a Jesus. Deus responde a oração.

Spanish blog:

Oraciones para el Evangelismo

Por Joel Comiskey

Mi grupo celular se reúne el miércoles por la noche. Algunos de nuestros mejores momentos de comunidad y crecimiento son cuando planificamos tiempos de evangelización e ingresamos al área periférica y hablamos con la gente acerca de Jesús y sus necesidades de oración.

Pero antes de hacerlo, oramos.

La oración no sólo abre la puerta para un alcance efectivo, también prepara nuestros corazones para evangelizar más eficazmente. Mientras oramos, un lazo espiritual tiene lugar entre los miembros del grupo. Nuestros corazones están llenos de compasión y amor por la gente perdida.

También practicamos la oración con la “silla vacía”, pidiendo a Dios que nos dé nuevas personas para llenar la silla. Nos reunimos alrededor de una silla vacía y oramos para que Dios la llene con alguien que necesita a Jesús.

Algunos grupos practican la oración caminando en la comunidad. Es decir, se dividen en pares de dos y salen al vecindario, orando para que la salvación llegue a cada hogar o apartamento por donde pasan.

Muchos grupos crean un “Lista de Bendición” o “Más Deseados”, es decir, escribiendo los nombres de cada contacto relacional en un cartel grande para que el grupo entero pueda interceder unánimemente. El grupo podría publicarlo en la pared y orar por estas personas cada semana, haciendo planes para conectar a los miembros entre reuniones. Durante la reunión del grupo celular, es bueno mencionar a esos amigos incrédulos, para que los miembros del grupo celular oren por ellos.

Dios ha escogido trabajar a través de nuestras oraciones. Desde que Él hizo el universo, Él es capaz de crear oportunidades sobrenaturales que van mucho más allá de las capacidades humanas.

Satanás y sus demonios han segado la mente de la gente, y no pueden ver el glorioso evangelio de Cristo. Pablo también dice en Efesios 6:12: “Porque nuestra lucha no es contra la carne y la sangre, sino contra los gobernantes, contra las autoridades, contra los poderes de este mundo oscuro y contra las fuerzas espirituales del mal en los reinos celestiales”. La Escritura nos dice en 2 Corintios 4: 4 que: “El dios de este siglo ha cegado la mente de los incrédulos, para que no puedan ver la luz del evangelio de la gloria de Cristo, que es la imagen de Dios”. Puede romper el asimiento del enemigo.

La buena noticia es que Dios usa nuestra oración para derribar los muros de la obstrucción demoníaca, la ceguera espiritual y la distracción mundana para trabajar sobrenaturalmente en las vidas de aquellos por quienes oramos. Les animo a redoblar su esfuerzo para orar por aquellos que no conocen a Jesús. Dios responde a la oración.

Joel

Evangelism and Community Work Together

coach_JoelFamilyWebBy Joel Comiskey, coaching available here (free first session available for those interested in receiving coaching)

Because cell evangelism strengthens community, rather than hinders it, I encourage groups to pray for non-Christians each week and to plan ways to reach out.

But not everyone shares my view.

Some group members abhor the idea of evangelism in the group. They only want fellowship. I’ll never forget the resistance I faced from a group member who said, “I came to this group for fellowship, not evangelism. I want to get to know people—not invite new ones to the group.”

When she said this in front of the entire group, I knew I had to deal with it. If she had her way, the group would grow inward and stagnate. I talked to both the woman and her husband after the meeting, explaining to them that our group had the dual focus of community and outreach and that cell outreach was essential in the disciple-making process. Thankfully she (they) accepted my exhortation, stayed in the group, and even reached out in their own neighborhood.

As the group facilitator, your role is to help members to understand that community and evangelism go together. As we’ve learned, group outreach doesn’t hinder deeper community. In fact, it enhances it. The research is clear. Outreaching groups share more transparently than those who only focus on fellowship. The process of evangelizing, in fact, strengthens the bonds of community. When a new person comes to the group, members develop close bonds as they minister to the newcomer.

When the group only focuses on fellowship, it is missing an important aspect of spiritual growth and failing to take the group members to the next level of discipleship. When a small group has a common evangelistic objective, it starts working together to accomplish the outreach goal. This mutual vision creates a unity and camaraderie. Everyone gets involved—from the person who invites the guests to the one who provides refreshments to the one who leads the discussion. The team plans, strategizes, and finds new contacts together.

The cry of the lost drives holistic groups to share their rich community rather than hoarding it among themselves. When multiplication takes place, new groups are available for lost people to receive Jesus and grow as disciples of Christ. Today’s broken society desperately needs a loving family. How will people find Jesus unless small groups are willing to spread God’s love?

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Portuguese blog:

Evangelismo e Comunidade Trabalham Juntos

Por Joel Comiskey

Como o evangelismo de células fortalece a comunidade, em vez de dificultá-la, encorajo os grupos a orar por não-cristãos a cada semana e planejar maneiras de alcançá-los.
Mas nem todo mundo compartilha minha opinião

Alguns membros do grupo abominam a ideia de evangelismo no grupo. Eles só querem comunhão. Nunca esquecerei a resistência que enfrentei de um membro do grupo que disse: “Eu vim a este grupo para a comunhão, não evangelismo. Eu quero conhecer pessoas – não convidar novas para o grupo. ”

Quando ela disse isso na frente de todo o grupo, eu sabia que tinha que lidar com isso. Por quê? Porque se ela tivesse esse ponto de vista, o grupo iria crescer para dentro e estagnar. Falei com a mulher e seu marido depois da reunião, explicando-lhes que nosso grupo tinha o duplo foco de comunidade e alcance e que o alcance celular era essencial no processo de fazer discípulos. Felizmente eles aceitaram a minha exortação, ficaram no grupo, e até mesmo alcançaram em seu próprio bairro.

Como facilitador do grupo, seu papel é ajudar os membros a entender que a comunidade e o evangelismo caminham juntos. Como aprendemos, o trabalho de grupo não prejudica uma comunidade mais profunda. Na verdade, ele melhora. A pesquisa é clara. Os grupos de divulgação compartilham de forma mais transparente do que aqueles que se concentram apenas na comunhão. O processo de evangelização, de fato, fortalece os vínculos da comunidade. Quando uma nova pessoa chega ao grupo, os membros desenvolvem laços estreitos enquanto ministram ao recém-chegado.

Quando o grupo só se concentra na comunhão, está faltando um aspecto importante do crescimento espiritual e falhando em não levar os membros do grupo para o próximo nível de discipulado. Quando um pequeno grupo tem um objetivo evangelístico comum, ele começa a trabalhar em conjunto para alcançar a meta de alcance. Esta visão mútua cria uma unidade e camaradagem. Todo mundo se envolve – desde a pessoa que convida os visitantes até aquele que fornece refrescos até quem lidera a discussão. A equipe planeja, cria estratégias e encontra novos contatos junta.

O grito dos perdidos leva grupos holísticos a compartilhar sua rica comunidade ao invés de amontoá-lo entre si. Quando a multiplicação ocorre, novos grupos estão disponíveis para pessoas perdidas para receber comunidade como Cristo. A amizade e o amor se desenvolvem no processo. A sociedade quebrada de hoje precisa desesperadamente de uma família amorosa. Como as pessoas vão encontrá-la a menos que pequenos grupos vivam em comunidade e dispostos a espalhá-lo?

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El Evangelismo y el trabajo comunitario juntos

Por Joel Comiskey

Debido a que la evangelización celular fortalece a la comunidad, en lugar de obstaculizarla, animo a los grupos, a orar por los inconversos cada semana y planear maneras para alcanzar a los perdidos.

Pero no todo el mundo comparte mi punto de vista.

Algunos miembros del grupo aborrecen la idea de evangelismo en el grupo. Sólo quieren compañerismo. Nunca olvidaré la resistencia que enfrenté de un miembro del grupo que dijo, “Vine a este grupo para la comunión, no el evangelismo. Quiero conocer gente, no invitar a otros al grupo”.

Cuando dijo esto delante de todo el grupo, supe que tenía que lidiar con eso. ¿Por qué? Porque si ella se salía con la suya, el grupo crecería hacia adentro y se estancaría. Hablé con ella y su esposo después de la reunión, explicándoles que nuestro grupo tenía el doble enfoque de comunidad y alcance y que el alcance celular era esencial en el proceso de toma de discípulos. Afortunadamente aceptaron mi exhortación, se quedaron en el grupo, e incluso alcanzaron a su propio vecindario.

Como facilitador del grupo, su función es ayudar a los miembros a entender que la comunidad y el evangelismo van juntos. Como hemos aprendido, el acercamiento grupal no obstaculiza una comunidad más profunda. De hecho, la mejora. La investigación es clara. Los grupos de extensión comparten más transparentemente que aquellos que sólo se enfocan en la comunión. El proceso de evangelización, de hecho, fortalece los vínculos de la comunidad. Cuando una nueva persona llega al grupo, los miembros desarrollan vínculos estrechos mientras ministran al recién llegado.

Cuando el grupo sólo se enfoca en la comunión, falta un aspecto importante del crecimiento espiritual y falla en no llevar a los miembros del grupo al siguiente nivel de discipulado. Cuando un grupo pequeño tiene un objetivo evangelístico común, comienza a trabajar juntos para lograr la meta de alcance. Esta visión mutua crea una unidad y camaradería. Todo el mundo se involucra, desde la persona que invita a los invitados a la persona que proporciona refrigerios y quien dirige la discusión. El equipo planea, establece estrategias y encuentra nuevos contactos.

El grito de los perdidos conduce a los grupos holísticos a compartir su rica comunidad en lugar de acapararla entre ellos mismos. Cuando se produce la multiplicación, hay nuevos grupos disponibles para que las personas perdidas reciban la comunidad de Cristo. La amistad y el amor se desarrollan en el proceso. La sociedad rota de hoy necesita desesperadamente una familia cariñosa. ¿Cómo encontrará la gente a menos que los pequeños grupos vivan en comunidad y estén dispuestos a difundirla palabra?

Reach Out to Grow Closer

coach_JoelFamilyWebBy Joel Comiskey, pastoral coaching available here (free first session available for those interested in receiving coaching)

There’s been a debate raging in the small group world for 50 years. Some people contend that small groups should be open and outward focused. Others argue for closed groups so that members can build intimacy. What is the best option? Which produces more group health?

Jim Egli and I have recently polled 1800 small group leaders for our upcoming book Groups that Thrive: Seven Surprises About Life-Giving Small Groups (November 2017). We asked questions about community building and group outreach.  The last question in our “Care segment” was: “Do members of my group feel free to share very personal problems and struggles with one another?”

If closed groups do in fact foster more intimacy, there would be a negative correlation between the outward focus of a group and this particular question. But the opposite is the case. In fact, people in open groups feel significantly closer to one another than people in closed groups.  People in groups strong in outreach feel more freedom to share personal problems and struggles! Almost twice as many group leaders in outreaching groups reported a strong level of intimacy (79%) as opposed to closed groups that didn’t reach out (41%).

This discovery is a surprise. It goes against our natural thinking that says, “close the doors, so we can get more community.” “Our members won’t open up if we’re inviting new people and reaching out.” The conclusions of this study are clear: small group outreach strengthens groups and helps them grow in community. Evangelism and outreach is one aspect of personal and group growth.

The Bible paints a similar picture of intimacy and outreach. The home groups in the primitive church were both relationally oriented and  effective in outreach. Acts 2:42-47 tells us that the early believers radically shared their lives with one another, even to the point of selling their belongings to help those in need (verse 45). At the same time, amazing evangelism was taking place through the lives and groups of these early believers (verse 47). When God’s Spirit is at work both of these things happen!

As Jesus transformed people, they behaved different and friends and neighbors were drawn to this new transformed community. Their changed lifestyles spilled over into the community around them, but at the same time, their deepness and intimate fellowship increased. People could see the changes up close as community life was lived out in the open.

In the month of April, we will look more closely at how outreach and intimacy are essential in thriving small groups. Experienced pastors and leaders will write twenty-five blogs on aspects of this topic. We’ll cover:

  • (April 02-08). Biblical base for reaching out while growing in community. The early church house members loved one another, and this love caused the neighbors to want Jesus. Group outreach is  also a key difference between holistic groups (cell groups) and many small groups.
  • (April 09-15).  Resistance to group outreach. The thinking is, “Let’s just have fellowship.”  Yet, groups actually become stronger through outreach.
  •  (April 16-2).  The power of prayer in group outreach. Prayer is the most important tool in reaching lost people and strengthening the group. Scripture teaches that those without Christ are spiritually blinded and only the power of God can open their eyes.
  • (April 23-29). Group planning. The Elim Church is known for their weekly meeting of the core team to prepare for outreach. The core team also grows in koinonia in the process of planning.
  • (April 30-May 06).  Outreach activities. What are some of the group outreach activities that work. In the process of reaching out, the group also grows in intimacy and community.

Share here your experiences about growing in intimacy in your group while reaching out to others.

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Portuguese blog:

Alcançar para Aproximar

Por Joel Comiskey

Tem havido um debate enfurecido no mundo dos pequenos grupos há 50 anos. Algumas pessoas afirmam que os pequenos grupos devem ser abertos e focados no exterior. Outros defendem grupos fechados para que os membros possam construir intimidade. Qual é a melhor opção? O que produz mais saúde para o grupo?

Jim Egli e eu recentemente sondamos 1800 líderes de pequenos grupos para o nosso próximo livro Groups that Thrive: Seven Surprises About Life-Giving Small Groups [“Grupos que Prosperam: Sete Surpresas Sobre Pequenos Grupos Estimulantes”, em tradução livre] (novembro de 2017). Nós fizemos perguntas sobre a construção da comunidade e o evangelismo do grupo. A última pergunta no nosso “Segmento de Cuidados” foi: “Os membros do meu grupo se sentem livres para compartilhar problemas pessoais e lutam uns com os outros”.

Se os grupos fechados de fato promovessem mais intimidade, haveria uma correlação negativa entre o foco externo de um grupo e essa questão em particular. Mas o caso é o oposto. Na verdade, as pessoas em grupos abertos se sentem significativamente mais próximas umas das outras do que as pessoas em grupos fechados. Pessoas em grupos fortes em evangelismo sentem mais liberdade para compartilhar problemas pessoais e lutas! Quase duas vezes mais líderes de grupos fortes em evangelismo relataram um forte nível de intimidade (79%) em oposição a grupos fechados que não tinham o foco externo (41%).

Esta descoberta é uma surpresa. Ela vai contra o nosso pensamento natural que diz: “fechem as portas para que possamos desenvolver mais comunidade”. “Nossos membros não se abrirão se ficarmos convidando novas pessoas e estendendo a mão”. As conclusões deste estudo são claras: o evangelismo dos pequenos grupos os fortalece e os ajuda a crescer em comunidade. Isso nunca deve ser uma desculpa para não gastar tempo juntos, além do evangelismo. Pelo contrário, o evangelismo e o alcance são um aspecto do crescimento pessoal e grupal.

A Bíblia pinta um quadro semelhante de intimidade e alcance. Os grupos domésticos na igreja primitiva eram orientados para os relacionamentos, mas também muito eficazes no evangelismo. Atos 2:42-47 nos diz que os primeiros convertidos dividiram radicalmente suas vidas uns com os outros, até o ponto de venderem seus pertences para ajudar aqueles que precisavam (versículo 45). Ao mesmo tempo, o evangelismo surpreendente estava ocorrendo através das vidas e grupos destes primeiros crentes (versículo 47). Quando o Espírito de Deus está agindo, essas duas coisas acontecem!

Conforme Jesus transformava as pessoas, elas se comportavam de forma diferente e seus amigos e vizinhos eram atraídos para esta nova comunidade transformada. Seus estilos de vida transformados extravasavam para a comunidade ao seu redor, mas ao mesmo tempo, sua comunhão profunda e íntima aumentava. As pessoas podiam ver as mudanças de perto à medida que a vida em comunidade era vivida abertamente.

No mês de abril vamos olhar mais de perto para como o evangelismo e a intimidade são essenciais para pequenos grupos que prosperam. Pastores e líderes experientes escreverão vinte e cinco blogs sobre os aspectos dessa temática.

  • (02 a 08 de abril) Base bíblica para o evangelismo enquanto o grupo cresce em comunidade. Os membros da igreja primitiva amaram uns aos outros, e este amor fez com que os vizinhos desejassem Jesus. O evangelismo de grupo é também uma diferença chave entre grupos holísticos (células) e muitos outros pequenos grupos. * (09 a 15 de abril) Resistência sobre o evangelismo no grupo. O pensamento é: “Vamos só tercomunhão”. No entanto, os grupos realmente se tornam mais fortes por meio do alcance.
  • (16 a 22 de abril) O poder da oração no evangelismo de grupo. A oração é a ferramenta mais importante para alcançar as pessoas perdidas e fortalecer o grupo. As Escrituras ensinam que aqueles sem Cristo estão espiritualmente cegos e somente o poder de Deus pode abrir seus olhos.
  • (23 a 29 de abril) Planejamento de grupo. A igreja Elim é conhecida por sua reunião semanal da equipe principal para se preparar para o evangelismo. A equipe principal também cresce em koinonia no processo de planejamento.
  • (30 de abril a 06 de maio) Atividades de evangelismo/alcance. Quais são algumas das atividades de alcance do grupo que funcionam. No processo de alcançar, o grupo também cresce em intimidade e comunidade.

Compartilhe aqui suas experiências sobre crescer na intimidade em seu grupo enquanto alcançam os outros.

Spanish bog:

Alcanzar a Otros para Crecer en Comunidad

por Joel Comiskey

Ha habido un fuerte debate en el mundo del grupo pequeño desde hace 50 años. Algunas personas sostienen que los grupos pequeños deben ser abiertos y enfocados hacia el exterior (evangelismo). Otros abogan por grupos cerrados para que los miembros puedan construir intimidad (comunidad). ¿Cuál es la mejor opción? ¿Qué produce más salud en el grupo?

Jim Egli y yo recientemente hemos entrevistado a 1800 líderes de grupos pequeños para nuestro próximo libro Groups that Thrive: Seven Surprises About Life-Giving Small Groups (November 2017) (Grupos que prosperan: Siete sorpresas sobre los grupos pequeños que dan vida (noviembre de 2017). Hicimos preguntas acerca de la edificación de la comunidad y el alcance hacia los grupos. La última pregunta en nuestro “segmento de cuidado” fue: “¿Los miembros de mi grupo se sienten libres para compartir problemas muy personales y luchas que tienen entre sí?”.

Si los grupos cerrados fomentan una mayor intimidad, existiría una correlación negativa entre el enfoque externo de un grupo y esta pregunta en particular. Pero el punto es lo opuesto. De hecho, las personas en grupos abiertos se sienten significativamente más cercanas entre sí que las personas en grupos cerrados. ¡Las personas en grupos que son fuertes en el tema del alcance sienten más libertad para compartir problemas personales y luchas! Casi el doble de los líderes de grupos que tienen un gran alcance reportó un fuerte nivel de intimidad (79%) en comparación con grupos cerrados que no se abrieron para alcanzar a otros (41%).

Este descubrimiento es una sorpresa. Va en contra de nuestro pensamiento natural que dice: “Cierra las puertas, para que podamos tener más comunidad”. “Nuestros miembros no se abrirán si estamos invitando a nuevas personas y tratando de alcanzar a otros”. Las conclusiones de este estudio son claras: el alcance que hacen los grupos pequeños fortalece a los grupos y los ayuda a crecer en comunidad. Esto nunca debe ser una excusa para no pasar tiempo juntos alejados del evangelismo. Más bien, el evangelismo y el alcance son un aspecto del crecimiento personal y grupal.

La Biblia pinta un cuadro similar de intimidad y alcance. Los grupos en las casas en la iglesia primitiva estaban orientados relacionalmente, pero también eran muy efectivos en el alcance. Hechos 2: 42-47 nos dice que los primeros creyentes compartieron radicalmente sus vidas los unos con los otros, hasta el punto de vender sus pertenencias para ayudar a los necesitados (versículo 45). Al mismo tiempo, el asombroso evangelismo estaba haciéndose presente a través de las vidas y grupos de estos primeros creyentes (versículo 47). ¡Cuando el Espíritu de Dios está moviéndose, ambas cosas suceden!

Mientras Jesús transformaba a las personas, estas se comportaban de manera diferente y los amigos y vecinos eran atraídos hacia esta nueva comunidad transformada. Sus estilos de vida transformados se derramaban sobre la comunidad alrededor de ellos, pero al mismo tiempo, su profundidad y compañerismo íntimo aumentó. Las personas podían ver los cambios de cerca mientras la vida de la comunidad se vivía abiertamente.

En el mes de abril, examinaremos más de cerca cómo el alcance y la intimidad son esenciales en los grupos pequeños que prosperan. Pastores y líderes experimentados escribirán veinticinco blogs sobre aspectos de este tema. Cubriremos lo siguiente:

  • (02-08 de abril). Base bíblica para alcanzar a otros mientras se crece en comunidad. Los miembros de la iglesia primitiva se amaban los unos a los otros, y este amor hizo que los vecinos quisieran a Jesús. El alcance que hacen los grupos es también una diferencia clave entre los grupos holísticos (grupos celulares) y muchos grupos pequeños.
  • (09-15 de abril). Resistencia al alcance que deben hacer los grupos. El pensamiento es: “Sólo tengamos comunión”. Sin embargo, los grupos se vuelven más fuertes a través del alcance.
  • (16-22 de abril). El poder de la oración en el alcance del grupo. La oración es la herramienta más importante para alcanzar a las personas perdidas y fortalecer al grupo. La Escritura enseña que aquellos sin Cristo están espiritualmente ciegos y sólo el poder de Dios puede abrir sus ojos.
  • (Del 23 al 29 de abril). Planificación de grupo. Elim es conocido por su reunión semanal del equipo central o núcleo, para prepararse para alcanzar a otros. El núcleo del equipo también crece en koinonia en el proceso de planificación.
  • (30 de abril a 06 de mayo). Actividades de alcance. ¿Cuáles son algunas de las actividades de alcance grupal que funcionan? En el proceso de alcanzar a otros, el grupo también crece en intimidad y comunidad.

Comparte aquí­ tus experiencias sobre el crecimiento en la intimidad en tu grupo mientras alcanzas a otros.

Joel

Don’t Overlook Anyone

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By Joel Comiskey, pastoral coaching available: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html  (free first session available for those interested in receiving coaching)

In our upcoming 2017 book Groups that Thrive, Jim Egli and I point out that anyone who loves God and loves others is a super candidate for small group leadership. It doesn’t matter if group leaders are married or single, younger or older, highly educated or illiterate. It also does not matter if they are male or female, rich or poor.

We also discovered that the personality type and the spiritual gifts of the leaders don’t matter. Introverts are just as successful in leading their groups to growth as extroverts. Leaders lacking the gift of evangelism are just as likely to have a growing group as those who do have the gift. The gift of teaching, a highly valued gift in many churches,  also makes no difference in a group’s long-term growth.

One very encouraging implication is that all of the factors outside of a leader’s control don’t matter to the success of a group. You can’t control how old you are, what type of personality you have or what your spiritual gifts are—but none of these things make a significant difference. The differences between successful leaders and unsuccessful ones all relate to controllable behaviors, not to predetermined traits. The research reveals that anyone can be a successful leader, no matter what his or her personality or place in life, if the leader looks to God and reaches out to others in caring ways.

Small group leaders should be encouraged by our research.  Whether you’re male or female, educated or uneducated, married or single, shy or outgoing, a teacher or an evangelist, you can grow your group. The anointing for multiplication doesn’t reside with just a few. These statistics reveal that gender, age, marital status, personality, and gifting have little to do with effectiveness as a small group leader. As we’ll see in the following chapters, thriving groups depend on simple basics that anyone can put into practice.

I encourage small group leaders to view all members as “potential leaders” (disciple-makers) and sponsor all of them to eventually become part of a leadership team. I’ve noticed that there are far too many “assistant small group leaders” who do nothing but occupy a title. Such a title draped over one or two people often hinders other members from assuming the role of leader.

Granted, not everyone will lead a group for a variety of reasons. But as soon as a small-group system is infected with the thinking that only certain people can lead a group, many believers will become frustrated, forever classified as incapable. The body of Christ belongs to the Body of Christ. As leaders, it’s important to commit to train each believer to minister. We must commit ourselves 100% to the priesthood of all believers. I believe that we will reap a mighty harvest, as we commit ourselves to prepare and use young Christians, women, the less likely, and everyone else in the congregation.

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Portuguese blog:

Não Esqueça Ninguém

Por Joel Comiskey, treinador pastoral Disponível: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primeira sessão gratuita para os interessados em receber treinamento)

Em nosso próximo livro de 2017 Groups that Thrive (Grupos Que Prosperam, em tradução livre), Jim Egli e eu apontamos que qualquer um que ama a Deus e ama os outros é um super candidato para a liderança de pequenos grupos. Não importa se os líderes de grupo são casados ou solteiros, mais jovens ou mais velhos, altamente educados ou analfabetos. Também não importa se eles são homens ou mulheres, ricos ou pobres.

Descobrimos também que o tipo de personalidade e os dons espirituais dos líderes não importam. Os introvertidos são tão bem-sucedidos em liderar seus grupos para o crescimento quanto os extrovertidos. Líderes que não têm o dom do evangelismo são tão propensos a ter um grupo em crescimento quanto aqueles que têm o dom. O dom do ensino, um presente altamente valorizado em muitas igrejas, também não faz nenhuma diferença no crescimento de um grupo a longo prazo.

Uma implicação muito encorajadora é que todos os fatores fora do controle de um líder não importam para o sucesso de um grupo. Você não pode controlar quantos anos você tem, que tipo de personalidade você tem ou quais são seus dons espirituais – mas nenhuma dessas coisas faz uma diferença significativa. As diferenças entre os líderes bem-sucedidos e os malsucedidos se relacionam com comportamentos controláveis, e não com traços predeterminados. A pesquisa revela que qualquer pessoa pode ser um líder bem-sucedido, não importa qual a sua personalidade ou momento na vida se o líder olha para Deus e alcança os outros de maneiras cuidadosas.

Os líderes de pequenos grupos devem ser incentivados por nossa pesquisa. Se você é homem ou mulher, educado ou não educado, casado ou solteiro, tímido ou extrovertido, um mestre ou um evangelista, você pode crescer o seu grupo. A unção para a multiplicação não reside em apenas algumas pessoas. Essas estatísticas revelam que gênero, idade, estado civil, personalidade e dons têm pouco a ver com a eficácia para um líder de pequeno grupo. Como veremos nos capítulos seguintes, grupos prósperos dependem de princípios básicos simples que qualquer pessoa pode colocar em prática.

Eu encorajo os líderes de pequenos grupos a verem todos os membros como “líderes potenciais” (discipuladores) e a patrocinarem todos eles para que, eventualmente, se tornem parte de uma equipe de liderança. Tenho notado que existem muitos “líderes assistentes de pequenos grupos” que não fazem nada, mas possuem um título. Um título como este sobre uma ou duas pessoas muitas vezes impede outros membros de assumirem o papel de líder.

É verdade que nem todo mundo vai liderar um grupo por uma variedade de razões. Mas assim que um sistema de pequenos grupos é infectado com o pensamento de que apenas certas pessoas podem liderar um grupo, muitos crentes se tornarão frustrados, sempre classificados como incapazes. O corpo de Cristo pertence ao Corpo de Cristo. Como líderes, é importante nos comprometermos a treinar cada convertido para ministrar. Devemos nos comprometer 100% com o sacerdócio de todos os santos. Eu acredito que nós colheremos uma colheita poderosa porque nós nos empenhamos para preparar e usar cristãos jovens, mulheres, os menos prováveis, e todos os outros na congregação.

Spanish blog:

No pase por alto a nadie

Por Joel Comiskey, entrenamiento pastoral disponible: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primera sesión gratis disponible para aquellos interesados en recibir entrenamiento)

En nuestro próximo libro para el 2017 Los Grupos que prosperan, Jim Egli y yo señalamos que cualquiera que ama a Dios y ama a los demás es un súper candidato para el liderazgo en grupos pequeños. No importa si los líderes de grupo son casados o solteros, jóvenes o mayores, con altos niveles de educación o analfabetos. Tampoco importa si son hombres o mujeres, ricos o pobres.

También descubrimos que el tipo de personalidad y los dones espirituales de los líderes no importan. Los introvertidos son igual de exitosos en dirigir los grupos al crecimiento como extrovertidos. Los líderes que carecen del don de la evangelización son igual de probables de tener un grupo creciente como aquellos que sí tienen el don. El don de la enseñanza, un don altamente valorado en muchas iglesias, tampoco hace ninguna diferencia en el crecimiento a largo plazo de un grupo.

Una implicación muy alentadora es que todos los factores fuera del control de un líder no importan para el éxito de un grupo. No puedes controlar cuántos años tienes, qué tipo de personalidad tienes o cuáles son tus dones espirituales, pero ninguna de estas cosas marca una diferencia significativa. Las diferencias entre los líderes exitosos y los infructuosos se refieren a comportamientos controlables, no a rasgos predeterminados. La investigación revela que cualquiera puede ser un líder exitoso, sin importar cuál sea su personalidad o lugar en la vida, si el líder mira a Dios y se extiende a otros de maneras cuidadosas.

La investigación debe alentar a los líderes de grupos pequeños. Si usted es hombre o mujer, educado o sin educación, casado o soltero, tímido o saliente, profesor o evangelista, usted puede crecer su grupo. La unción para la multiplicación no reside sólo con unos pocos. Estas estadísticas revelan que el género, la edad, el estado civil, la personalidad y los dones tienen poco que ver con la efectividad como líder de un pequeño grupo. Como veremos en los siguientes capítulos, los grupos prósperos dependen de conceptos básicos simples que cualquiera pueda poner en práctica.

Animo a los líderes de grupos pequeños a que vean a todos los miembros como “líderes potenciales” (discipuladores) y patrocinen a todos ellos para que finalmente se conviertan en parte de un equipo de liderazgo. He notado que hay demasiados “líderes asistentes de grupos pequeños” que no hacen otra cosa que ocupar un título. Tal título cubierto por una o dos personas a menudo impide que otros miembros asuman el papel de líder.

Por supuesto, no todos liderarán un grupo por una variedad de razones. Pero tan pronto como un sistema de grupos pequeños está infectado con el pensamiento de que sólo ciertas personas pueden dirigir un grupo, muchos creyentes se frustrarán, clasificados para siempre como incapaces. El cuerpo de Cristo pertenece al Cuerpo de Cristo. Como líderes, es importante comprometerse a entrenar a cada creyente a ministrar. Debemos comprometernos 100% al sacerdocio de todos los creyentes. Creo que cosecharemos una cosecha poderosa, ya que nos comprometemos a preparar y utilizar a los jóvenes cristianos, las mujeres, las menos probables, y todos los demás en la congregación.

Joel

The Perfect Leader Doesn’t Exist

coach_JoelFamilyWeb

By Joel Comiskey, pastoral coaching available: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html  (free first session available for those interested in receiving coaching)

When you look out at your current cell group and wonder, “Which of these people could lead the next group,?”   the correct answer is, “All of them!” Sure, some people are more ready now. Some people need to get equipped or trained. But there is no key characteristic you should look for. Quiet people can lead just as effectively as exuberant outgoing people. People with the gift of service can lead a growing group just like people with the gift of teaching or evangelism.

Jim Egli and I have been studying this question for many years. We have both discovered in separate statistical studies that particular characteristics don’t matter. In fact, every time we create a new research questionnaire we ask the small group leaders to answer basic questions about themselves. How old are they? How long have they been following Jesus? Are they married or single? Do they have a quiet or an outgoing personality? What is their primary spiritual gift? We compared leaders of different ages, varying educational levels, men and women, marrieds and singles.

We found that none of those things make a significant difference. We discovered that effective small group leaders don’t have a certain personality type, a specific gift, or a specific position in life. Anyone has the potential to become a great small group leader. To be honest,  we should probably quit asking these questions because every time we look at people’s answers and compare them to the growth of their groups, we get the same results from our statistical studies.

There is no perfect leader. The perfect leader is the person who depends on Jesus and others to do the work. What matters are several key behaviors that relate to loving God and loving others. Which people in your current group can obey the two greatest commandments, to love God with all they are and to love others like they love themselves (Mark 12:28-31)? All of them can! And this means that all of them have the potential to lead a thriving small group.

Participation is the key to growth. As members participate they become ministers of Jesus Christ.  They learn how to love one another,  use their gifts, and evangelize. They realize that it’s okay to fail—as long as they learn from their mistakes and keep trying.  Jesus molds them as they minister, and they become disciple-makers in the process.

Thoughts?

Joel

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Portuguese blog:

O Líder Perfeito Não Existe

Por Joel Comiskey, www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (Primeira sessão gratuita disponível para aqueles interessados em receber treinamento)

Quando você olha para a sua célula atual e se pergunta: “Qual dessas pessoas poderia liderar o próximo grupo?”, a resposta correta é: “Todas!”. Claro, algumas pessoas estão mais prontas agora. Algumas pessoas precisam ser equipadas ou treinadas. Mas não há uma característica principal que você deve procurar. As pessoas quietas podem liderar de modo tão eficaz como as extrovertidas. Quem tem o dom do serviço pode liderar um grupo em crescimento assim como quem tem o dom do ensino ou de evangelismo.

Jim Egli e eu estamos estudando esta questão há muitos anos. Ambos descobrimos em estudos estatísticos separados que características particulares não importam. De fato, cada vez que criamos um novo questionário de pesquisa, pedimos aos líderes de pequenos grupos que respondam a perguntas básicas sobre si mesmos. Quantos anos eles tem? Há quanto tempo eles estão seguindo Jesus? Eles são casados ou solteiros? Eles têm uma personalidade silenciosa ou extrovertida? Qual é o seu dom espiritual primário? Comparamos líderes de diferentes idades, variando níveis educacionais, homens e mulheres, casados e solteiros.

Nós descobrimos que nenhuma dessas coisas faz uma diferença significativa. Descobrimos que os líderes de grupos pequenos eficazes não têm um certo tipo de personalidade, um dom específico ou uma posição específica na vida. Qualquer pessoa tem o potencial de se tornar um grande líder de pequeno grupo. Para sermos honestos, provavelmente devemos deixar de fazer essas perguntas porque toda vez que olhamos para as respostas das pessoas e as comparamos com o crescimento de seus grupos, obtemos os mesmos resultados de nossos estudos estatísticos.

Não existe um tipo de líder perfeito. O líder perfeito é a pessoa que depende de Jesus e dos outros para fazer a obra. O que importa são vários comportamentos-chave que se relacionam com amar a Deus e amar os outros. Quais pessoas do seu grupo atual podem obedecer aos dois maiores mandamentos, amar a Deus com tudo o que são e amar os outros como amam a si mesmas (Marcos 12:28-31)? Todos podem! E isso significa que todos eles têm o potencial de liderar um pequeno grupo próspero.

A participação é a chave para o crescimento. À medida que os membros participam, eles se tornam ministros de Jesus Cristo. Eles aprendem como amar uns aos outros, usar seus dons e evangelizar. Eles compreendem que não tem problema falhar, contanto que aprendam com seus erros e continuem tentando. Jesus os molda enquanto ministram, e eles se tornam discípulos no processo.

Pensamentos?

Spanish blog:

El líder perfecto no existe

Por Joel Comiskey, www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index_es.html (primera sesión gratis disponible para aquellos interesados en recibir entrenamiento)

Cuando miras a tu grupo celular actual y te preguntas, “¿Cuál de estas personas podría dirigir el siguiente grupo?”, La respuesta correcta es “¡Todos pueden!” Claro, algunas personas están más listas ahora. Algunas personas necesitan equiparse o entrenarse. Pero no hay ninguna característica clave que usted deba buscar. La gente tranquila puede dirigir con la misma eficacia que las personas exuberantes y salientes. Las personas con el don del servicio pueden dirigir a un grupo creciente al igual que las personas con el don de la enseñanza o el evangelismo.

Jim Egli y yo hemos estado estudiando esta pregunta por muchos años. Ambos hemos descubierto en los estudios estadísticos separados que las características particulares no importan. De hecho, cada vez que creamos un nuevo cuestionario de investigación pedimos a los líderes de grupos pequeños que respondan preguntas básicas sobre sí mismos. ¿Qué edad tienen? ¿Cuánto tiempo han estado siguiendo a Jesús? ¿Están casados o solteros? ¿Tienen una personalidad tranquila o saliente? ¿Cuál es su don espiritual primario? Comparamos líderes de diferentes edades, niveles educativos variables, hombres y mujeres, casados y solteros.

Encontramos que ninguna de esas cosas hace una diferencia significativa. Descubrimos que los líderes efectivos de grupos pequeños no tienen un cierto tipo de personalidad, un don específico o una posición específica en la vida. Cualquiera tiene el potencial de convertirse en un gran líder de grupo pequeño. Para ser honesto, probablemente deberíamos dejar de hacer estas preguntas porque cada vez que observamos las respuestas de las personas y las comparamos con el crecimiento de sus grupos, obtenemos los mismos resultados de nuestros estudios estadísticos.

No hay un líder perfecto. El líder perfecto es la persona que depende de Jesús y de otros para hacer el trabajo. Lo que importa son varias conductas clave que se relacionan con amar a Dios y amar a los demás. ¿Qué personas de su grupo actual pueden obedecer los dos mandamientos más grandes, amar a Dios con todo tu corazón y ama a tu prójimo como a tí mismos (Marcos 12: 28-31)? ¡Todos pueden! Y esto significa que todos ellos tienen el potencial de dirigir un próspero pequeño grupo.

La participación es la clave del crecimiento. A medida que los miembros participan se convierten en ministros de Jesucristo. Aprenden a amarse unos a otros, a usar sus dones y a evangelizar. Se dan cuenta de que está bien fallar, siempre y cuando aprendan de sus errores y sigan intentándolo. Jesús los moldea a medida que ministran, y se convierten en discípulos en el proceso.

¿Pensamientos?

Joel

Seeing Leadership Potential in Everyone

coach_JoelFamilyWeb

By Joel Comiskey

There’s a good chance that the next leaders that emerge from your group are very different than you. It’s so easy to want to find one kind of person to lead the group or be part of the team, but the reality is that there is no one best person.

Some of the best people don’t appear to be the best. They are the weakest, fumble the most, and seem the most unprepared. Sometimes we fail to see emerging leadership because we are looking for the wrong things. We often look for those who mesh with our personality but pass over those who follow a different drummer.

Samuel misjudged the Lord’s choice for the second king of Israel because he focused on height and stature:   “Samuel saw Eliab and thought, ‘Surely the LORD’s anointed stands here before the LORD.’ But the LORD said to Samuel, ‘Do not consider his appearance or his height, for I have rejected him. The LORD does not look at the things man looks at. Man looks at the outward appearance, but the LORD looks at the heart'” (1 Samuel 16:6-7).

Jesse was just as surprised that his older children were not elected. He had not even considered inviting shepherd boy David to the ceremony. But even though David was a “ruddy” young boy, “. . . the LORD said, ‘Rise and anoint him; he is the one!'” (1 Samuel 16:11-12).

God tends to use the “ruddy, young boys” that are fully committed to him. Our tendency is to hang educational nooses around budding leaders. Yet, the harvest is so plentiful and the laborers are so few that God would have us look at all leadership possibilities around us.

When you look out at your current small group and wonder, “Which of these people could lead a great small group?” the correct answer is, “All of them!” Sure, some people are more ready now. Some people need to get equipped or trained. But there is no key characteristic you should look for. Quiet people are as good at leading groups as outgoing people. People with the gift of service can lead a growing group just like people with the gift of teaching or evangelism.

Jim Egli and I have been studying this question for many years. We have both discovered in separate statistical studies that particular characteristics don’t matter. Our recent research embodied in our upcoming 2017 book Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups once again confirm that the things that matter are not people’s characteristics or age or season in life. What matters are several key behaviors that relate to loving God and loving others. Which people in your current group can obey the two greatest commandments, to love God with all they are and to love others like they love themselves (Mark 12:28-31)? All of them can! And this means that all of them have the potential to lead a thriving small group.

Take a moment to consider Jesus’ own recruits. His twelve closest followers appear to be incredibly unexceptional. They were a motley crew of ordinary people. But Jesus invested in them and through them ignited a movement that would reach millions, even billions of people. God wants to use your small group in a similar way if you’ll see God’s potential in each person to change the world.

In the month of March, we’ll talk about seeing everyone as a potential member of a leadership team. Here are the themes we’ll cover in March:

  • (March 05-11) Taking the next step. For many the first step is joining a cell, then participating, but why not see each one as participating on a leadership team. Some will become point people but not all.
  • (March 12-18).  Obstacles to taking the next step: I can’t do it, not enough knowledge, don’t have the gift of leadership, and so forth. These myths should be debunked. Rather, people grow best when they are involved.
  • (March 19-25; due date March 17).  The place of equipping in preparing new leaders, coaching in sustaining them, and vision casting during the celebration service.
  •  (March 26-April 01; due date March 24).  God uses weak vessels. Often the best cell leaders are the weakest. Pride is the main hindrance to effective cell leadership.

Share here your experiences about seeing the potential in every person in the cell.

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Portuguese blog:

Vendo o Potencial para Liderança em Todos

Por Joel Comiskey

Há uma boa chance de que os próximos líderes que emergirem de seu grupo sejam muito diferentes de você. É muito fácil querer encontrar um tipo de pessoa para liderar o grupo ou para fazer parte da equipe, mas a realidade é que não há uma pessoa melhor que as outras.

Algumas das melhores pessoas não parecem ser as melhores. Elas são as mais fracas, se atrapalham mais e parecem ser as mais despreparadas. Às vezes não conseguimos ver a liderança emergindo porque estamos procurando pelas coisas erradas. Nós frequentemente procuramos aqueles que combinam com nossa personalidade, mas passamos batido por aqueles que seguem um ritmo diferente.

Samuel julgou mal a escolha do Senhor para o segundo rei de Israel porque ele se concentrou na altura e estatura: “Quando chegaram, Samuel viu Eliabe e pensou: ‘Com certeza este aqui é o que o Senhor quer ungir’. O Senhor, contudo, disse a Samuel: ‘Não considere a sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração'” (1 Samuel 16:6-7).

Jessé ficou tão surpreso que seus filhos mais velhos não foram eleitos. Ele não tinha sequer pensado em convidar o pastor de ovelhas Davi para a cerimônia. Mas mesmo que Davi fosse um jovem garoto “corado”, “…o Senhor disse a Samuel: ‘É este! Levante-se e unja-o'” (1 Samuel 16:11-12).

Deus tende a usar os “jovens garotos corados” que estão totalmente comprometidos com Ele. Nossa tendência é pendurar cordões educativos ao redor de líderes em ascensão. No entanto, a colheita é tão abundante e os trabalhadores são tão poucos que Deus quer que olhemos para todas as possibilidades de liderança ao nosso redor.

Quando você olha para o seu pequeno grupo atual e se pergunta: “Qual dessas pessoas poderia liderar um ótimo pequeno grupo?”, a resposta correta é: “todas elas!”. Claro, algumas pessoas estão mais prontas agora. Algumas pessoas precisam ser equipadas ou treinadas. Mas não há nenhuma característica principal que você deve procurar. As pessoas tranquilas são tão boas em liderar grupos como as pessoas extrovertidas. Pessoas com o dom do serviço podem liderar um grupo crescente, assim como as pessoas com o dom de ensinar ou de evangelismo.

Jim Egli e eu temos estudado essa questão há muitos anos. Ambos descobrimos em estudos estatísticos separados que características específicas não importam. Nossa pesquisa recente incorporada em nosso próximo livro de 2017 Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (“Grupos que Prosperam: Sete Descobertas Surpreendentes sobre Pequenos Grupos Cheios de Vida”, em tradução livre) mais uma vez confirma que as coisas que importam não são as características das pessoas, sua idade ou época da vida. O que importa são vários comportamentos-chave que se relacionam com amar a Deus e amar os outros. Quais pessoas do seu grupo atual podem obedecer aos dois maiores mandamentos, amar a Deus com tudo o que são e amar os outros como amam a si mesmas (Marcos 12:28-31)? Todas elas podem! E isso significa que todas têm o potencial de liderar um pequeno grupo próspero.

Tire um momento para considerar os próprios recrutas de Jesus. Seus doze seguidores mais próximos parecem ser incrivelmente nada excepcionais. Eles eram um grupo heterogêneo de pessoas comuns. Mas Jesus investiu neles e, por meio deles, inflamou um movimento que atingiria milhões, até bilhões de pessoas. Deus quer usar seu pequeno grupo de uma maneira similar se você ver o potencial de Deus em cada pessoa para mudar o mundo.

No mês de março, nós vamos falar sobre ver todas as pessoas como um potencial membro da equipe de liderança. Se você gostaria de receber os blogs de março por e-mail, clique aqui. Aqui estão os temas que serão abordados nesse mês:

  • (05 a 11 de março) Tomando o próximo passo. Para muitos, o primeiro passo é se juntar a uma célula e depois participar, mas por que não ver cada um como um participante de uma equipe de liderança? Alguns vão se tornar líderes, mas não todos.
  • (12 a 18 de março) Obstáculos para dar o próximo passo: não posso fazer isso, não tenho conhecimento suficiente, não tenho o dom da liderança, e assim por diante. Esses mitos devem ser descartados. Pelo contrário, as pessoas crescem melhor quando estão envolvidas.
  • (19 a 25 de março) O momento de equipar na preparação de novos líderes, treinar para sustentá-los, e o lançamento da visão durante o culto de celebração.
  • (26 de março a 01 de abril) Deus usa vasos fracos. Muitas vezes, os líderes das melhores células são os mais fracos. O orgulho é o principal obstáculo à liderança celular eficaz.

Compartilhe aqui suas experiências sobre ver o potencial em todas as pessoas da célula.

Joel Comiskey

Spanish blog:

Viendo el potencial de liderazgo en todos

Por Joel Comiskey, http://www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index_es.html

Hay una buena probabilidad de que los próximos líderes que surjan de tu grupo sean muy diferentes a ti. Es tan fácil querer encontrar un tipo de persona específico para dirigir el grupo o para que sea parte del equipo, pero la realidad es que no existe tal cosa como “la mejor persona”.

Algunas de las mejores personas no parecen ser las mejores. Son las más débiles, las más torpes, y parecieran ser las menos preparadas. A veces fallamos en ver un liderazgo emergente porque estamos buscando las cosas equivocadas. A menudo buscamos a aquellos que se ajustan a nuestra personalidad, pero pasamos por alto a aquellos que son diferentes.

Samuel juzgó erróneamente la elección del Señor para el segundo rey de Israel, porque se enfocó en la estatura y en el porte: … “él vio a Eliab, y dijo: De cierto delante de Jehová está su ungido. Y Jehová respondió a Samuel: No mires a su parecer, ni a lo grande de su estatura, porque yo lo desecho; porque Jehová no mira lo que mira el hombre; pues el hombre mira lo que está delante de sus ojos, pero Jehová mira el corazón”. Samuel 16:6-7).

Isaí estaba igualmente sorprendido de que sus hijos mayores no fueran elegidos. Ni siquiera había considerado invitar al pastor David a la ceremonia. Pero, aunque David era un jovencito rubio de mejillas rosadas, …  el SEÑOR dijo: “Levántate y úngelo, porque éste es”. (1 Samuel 16: 11-12)

Dios tiende a usar a “jovencitos de mejillas rosadas” que estén plenamente comprometidos con él. Nuestra tendencia es bloquear por motivos de falta de preparación a los líderes en ciernes. Sin embargo, la cosecha es tan abundante y los obreros son “tan” pocos que Dios quiere que veamos todas las posibilidades de liderazgo que nos rodean.

Cuando veas a tu grupo pequeño y te preguntes, “¿Cuál de estas personas podría dirigir un grandioso grupo pequeño?” La respuesta correcta deberá ser: “¡Todos ellos!” Claro, algunas personas ya están más preparadas. Algunas personas necesitan ser equipadas o entrenadas. Pero no hay ninguna característica clave que debas buscar. Las personas calladas o introvertidas son tan buenas dirigiendo grupos, como las personas extrovertidas. Las personas con el don de servicio pueden dirigir un grupo que está en crecimiento, como las personas con el don de enseñanza o evangelismo.

Jim Egli y yo hemos estado estudiando esta pregunta por muchos años. Ambos hemos descubierto a través de estudios estadísticos separados que las características particulares no importan. Nuestra investigación reciente la cual encontrarás en nuestro próximo libro del 2017 Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (Grupos que prosperan): Siete Sorprendentes Descubrimientos sobre Grupos Pequeños que Dan Vida), una vez más confirma que las cosas que importan no son las características de las personas, ni la edad, ni la época en la que se encuentra en su vida. Lo que importa son varias conductas clave que se relacionan con amar a Dios y amar a los demás. ¿Qué personas de tu grupo actual pueden obedecer los dos mandamientos más grandes, amar a Dios con todo su ser y amar a los demás como se aman a sí mismos (Marcos 12: 28-31)? ¡Todos ellos pueden hacerlo! Y esto significa que todos ellos tienen el potencial de dirigir un grupo pequeño que prospere.

Tómate un momento para considerar a los propios reclutas de Jesús. Sus doce seguidores más cercanos parecen increíblemente excepcionales. Eran un grupo heterogéneo de gente común. Pero Jesús invirtió en ellos y, a través de ellos, encendió un movimiento que alcanzaría millones, incluso billones de personas. Dios quiere usar a tu grupo pequeño de una manera similar si ves el potencial de Dios en cada persona para cambiar el mundo.

En el mes de marzo, hablaremos acerca de ver a todos como un miembro potencial de un equipo de liderazgo. Si deseas recibir los blogs de marzo en tu correo electrónico, haz clic aquí. Estos son los temas que abordaremos en marzo:

  • (Marzo 05-11) Tomando el siguiente paso. Para muchos, el primer paso es unirse a una célula, luego participar, pero ¿por qué no ver a cada uno de ellos como participantes de un equipo de liderazgo? Algunos se convertirán en personas determinantes, pero no todos.
  • (Marzo 12 al 18) Obstáculos para dar el siguiente paso: No puedo hacerlo, no tengo suficiente conocimiento, no tengo el don del liderazgo, y así sucesivamente. Estos mitos deben ser derribados. Por el contrario, las personas crecen mejor cuando se involucran.
  • (Marzo 19-25, fecha de vencimiento 17 de marzo). El lugar de equipamiento para la preparación de nuevos líderes, la supervisión en el sostenimiento de ellos, y el lanzamiento de la visión durante el servicio de la celebración.
  • (26 de marzo – 01 de abril, fecha de vencimiento 24 de marzo). Dios usa vasijas débiles. A menudo, los mejores líderes de célula son los más débiles. El orgullo es el principal obstáculo para el liderazgo celular eficaz.

Comparte aquí tus experiencias sobre ver el potencial en cada persona en la célula.

Joel Comiskey

Empowerment through the Gifts of the Spirit

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By Joel Comiskey

In 1995, I was the special guest speaker at a church in Big Bear, California. I had just finished preaching and was standing in the reception area listening to the pastor close the service. I felt a freezing draft of air coming from a window behind me. This particular window was one of those old drop-down windows that had a latch at the top and a thin metal edge surrounding the glass. I used my left hand to unlatch the lever at the top and wham, the window fell downward like a guillotine. It fell so fast that I didn’t have time to remove my right pointer finger. The metal edge sliced right through my finger and I could literally see one end dangling by the bone.

I winced in pain and ran to get some help. Thankfully, a nearby emergency center stitched my finger back together. What a day.

In the following months, I realized afresh how much I needed that right finger to perform even the smallest tasks around the house. My other body parts had to

work overtime to perform even menial tasks. I was painfully reminded that each part of my body is essential.

The Bible tells us that we are part of Christ’s body. Paul the apostle says, “God has combined the members of the body and has given greater honor to the parts that lacked it, so that there should be no division in the body, but that its parts should have equal concern for each other. If one part suffers, every part suffers with it; if one part is honored, every part rejoices with it (1 Corinthians 12: 24–26).

How do you know what part of the body you are? You know by the gift God has given you (1 Corinthians 12). All gifts are necessary for the body to work properly. And no member is inferior to another. Why? Because the way the body works is that those who at first seem inferior are given greater honor, so as to remove the possibility of dissension. We need each other. Your contribution is just as important as the finger to the hand or the leg to the foot. When each of us is using our gift, the body functions normally. The opposite is also true. If a part of the body is not functioning, the rest feel it. We are called to empower each other and build each other up through the gifts of the Spirit.

Today, more than ever, we need to get back to the small group as the primary place to exercise spiritual gifts. It is the most natural atmosphere for everyone to participate and grow as disciples. It is also the most spontaneous and biblical place for the discovery of our spiritual gifts, which enhances ministry and the priesthood of all believers. In the loving atmosphere of a home group, especially where the gifts are working and where the Holy Spirit is operating, people grow in ministry and learn how to serve others.

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Portuguese blog:

Empoderamento Através dos Dons do Espírito Santo

Por Joel Comiskey

Em 1995, eu era o pregador convidado especial em uma igreja em Big Bear, Califórnia. Eu tinha acabado de pregar e estava de pé na área da recepção ouvindo o pastor encerrar o culto. Senti uma corrente de ar congelante vindo de uma janela atrás de mim. Esta janela particular era uma daquelas janelas suspensas antigas que tinham uma trava na parte superior e uma borda fina de metal ao redor do vidro. Eu usei minha mão esquerda para destravar a alavanca no topo e bang, a janela despencou como uma guilhotina. Ela caiu tão rápido que eu não tive tempo para remover o dedo indicador direito. A borda de metal passou direito pelo meu dedo e eu podia literalmente ver uma ponta pendurada pelo osso.

Eu estremeci de dor e corri para conseguir ajuda. Felizmente, havia um pronto-atendimento próximo onde costuraram a ponta do meu dedo novamente. Que dia!

Nos meses seguintes, eu percebi novamente o quanto eu precisava desse dedo para realizar até mesmo as menores tarefas em casa. As outras partes do meu corpo tiveram que trabalhar horas extras para executar as menores tarefas domésticas. Fui lembrado dolorosamente de que cada parte do meu corpo é essencial.

A Bíblia nos diz que nós fazemos parte do Corpo de Cristo.  O apóstolo Paulo diz: “Mas Deus estruturou o corpo dando maior honra aos membros que dela tinham falta, a fim de que não haja divisão no corpo, mas, sim, que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros. Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele” (1 Coríntios 12:24-26).

Como você sabe qual parte do corpo você é? Você sabe pelo dom que Deus lhe deu (1 Coríntios 12). Todos os dons são necessários para que o corpo funcione corretamente. E nenhum membro é inferior ao outro. Por quê? Porque a maneira como o corpo funciona é que aqueles que a princípio parecem inferiores recebem maior honra, de modo a remover a possibilidade de dissensão. Nós precisamos um do outro. Sua contribuição é tão importante quanto o dedo para a mão ou a perna para o pé. Quando cada um de nós está usando nosso dom, o corpo funciona normalmente. O oposto também é verdade. Se uma parte do corpo não está funcionando, o resto sente. Somos chamados a fortalecer uns aos outros e a construir uns aos outros através dos dons do Espírito.

Hoje, mais do que nunca, precisamos voltar ao pequeno grupo como o principal lugar para exercitar os dons espirituais. É a atmosfera mais natural para que todos participem e cresçam como discípulos. É também o lugar mais espontâneo e bíblico para a descoberta de nossos dons espirituais, o que aumenta o ministério e o sacerdócio de todos os crentes. Na atmosfera amorosa de um grupo doméstico, especialmente onde os dons estão funcionando e onde o Espírito Santo está operando, as pessoas crescem no ministério e aprendem a servir aos outros.

Spanish blog:

Ministrando a través de los Dones del Espíritu

por Joel Comiskey

En 1995, yo era el invitado especial en una iglesia ubicada en Big Bear (Gran Oso), California.  Acababa de predicar y estaba parado en el área de recepción escuchando al pastor finalizar el servicio. Sentí una corriente fría que venía de la ventana atrás de mí. Esta ventana en particular, era de esas viejas ventanas que se suben y bajan, que tienen encima un seguro y un borde de metal delgado que rodea el vidrio. Usé mi mano izquierda para quitar el seguro y de golpe la ventana cayó como una guillotina. Cayó con tanta rapidez que no tuve tiempo de quitar mi dedo índice derecho. El filo de metal rebanó la punta de mi dedo y podía ver literalmente la punta del dedo colgando del hueso.

Me estremecí de dolor y corrí por ayuda. Gracias a Dios, muy cerca había un Centro de Emergencias donde me cocieron el dedo en su puesto. Qué día fue ese.

En los próximos meses, pude darme cuenta nuevamente cuánto necesitaba mi dedo derecho para realizar aún las tareas más pequeñas en la casa. Mis otras partes del cuerpo tuvieron que trabajar el doble para  realizar aún ínfimas tareas. El dolor me recordaba que cada parte de mi cuerpo es importante.

La Biblia nos dice que somos parte del cuerpo de Cristo. Todos dependemos el uno del otro bajo Cristo. Pablo el Apóstol dice: “Así Dios ha dispuesto los miembros de nuestro cuerpo, dando mayor honra a los que menos tenían, a fin de que no haya división en el cuerpo, sino que sus miembros se preocupen por igual unos por otros. Si uno de los miembros sufre, los demás comparten su sufrimiento; y si uno de ellos recibe honor, los demás se alegran con él”. (1 Corintios 12: 24–26).

¿Cómo sabes qué parte del cuerpo eres tú? Lo puedes saber a través del don que Dios te ha dado (1 Corintios 12). Todos los dones son necesarios para que el cuerpo funcione apropiadamente. Y ninguno de los miembros es inferior a los otros. ¿Por qué? Porque la manera en que funciona el cuerpo es que a aquellos que en principio parecen inferiores les es dado mayor honra, a fin de eliminar la posibilidad de discordia entre ellos. Efesios 4 lo dice de esta manera: “Más bien, al vivir la verdad con amor, creceremos hasta ser en todo como aquel que es la cabeza, es decir, Cristo.  Por su acción todo el cuerpo crece y se edifica en amor, sostenido y ajustado por todos los ligamentos, según la actividad propia de cada miembro”. (Efesios 4:15–16).

Nos necesitamos los unos a los otros. Tu contribución es tan importante como lo es el dedo para la mano, o la pierna para el pie. El cuerpo funciona normalmente cuando cada uno de nosotros utilizamos nuestro don. También es cierto que no funciona bien cuando sucede lo contrario. Si una parte del cuerpo no está funcionando, el resto del cuerpo se percata de ello. Reunirnos tanto en la célula (grupo pequeño) como en la celebración (grupo grande) es necesario para poder utilizar los dones y ministrarnos los unos a los otros. Hebreos 10:25 dice: “No dejemos de congregarnos, como acostumbran hacerlo algunos, sino animémonos unos a otros, y con mayor razón ahora que vemos que aquel día se acerca”.

Conducting the Choir

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By Joel Comiskey

I was once part of a choir in Long Beach, California at a church called Shekinah Fellowship.  I sang in the tenor section. The choir attendance varied, but for special occasions there might have been 100 people singing.  Our special song was the hallelujah chorus. As part of the tenor section, I had to know exactly when to come in, the words to sing, and what notes to hit. I would have failed miserably without  a conductor to guide the process.  The Shekinah conductor,  Kelly Green,  did a superb job of guiding us. However, Kelly did not sing. Rather, his job was to make sure that each part of the choir–soprano, alto, tenor, and base—hit the right notes and came in at the right time.

The cell facilitator is a lot like the conductor of a choir. His or her job is not to sing. He is called to conduct those who are singing. Kelly Green was an excellent singer, but as a conductor, he knew his role was to empower others to sing.

Like members of a choir, each cell member has a role.  The cell leader’s job is to empower each member to use his or her talents for God’s glory and to allow the Holy Spirit to mature each person in the process.

I currently lead a cell group, but my goal is to get others to participate. In fact, I ask the members to rotate each month with the icebreaker, lesson time, worship, and witness. I fill in the blanks. Yes, some do a better job than others, but my goal isn’t perfection among the members—it’s growth and maturity. My job is to empower each one to become a minister of Jesus Christ. When the group multiplies, each person will be fully able to lead each part of the cell.

The root definition of facilitator is to make easy. The synonym empower helps clarify what an effective leader does best. The facilitator is the group’s servant, empowering the members to enjoy God and each other. Rather than lording over the group, the facilitator washes their feet, ministering to them at every opportunity.

Robert Wuthnow, who along with George Gallup conducted a national research project on small groups, writes,  “Leaders . . . function best when they are sensitive to the dynamics of the group, steer the discussion, encourage members to participate, and help to keep things running smoothly rather than dominating the discussion themselves” (Sharing the Journey, p. 267)

Perhaps you are called to teach or preach.  Look for opportunities to use your gifts. Just remember that the cell meeting is not one of those occasions. Your job is to kindle participation among the group members and to empower each person to become a disciple of Jesus Christ.

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Portuguese blog:

Conduzindo o Coral

Por Joel Comiskey

Eu fui uma vez parte de um coral em Long Beach, Califórnia, em uma igreja chamada Shekinah Fellowship. Eu cantei na seção de tenor. A frequência do coral variava, mas para ocasiões especiais podia haver 100 pessoas cantando. Nossa canção especial era o coro de aleluia. Como parte da seção de tenor, eu tinha que saber exatamente quando entrar, as palavras para cantar, e que notas a atingir. Eu teria falhado miseravelmente sem um condutor para orientar o processo. O maestro de Shekinah, Kelly Green, fez um excelente trabalho de nos guiar. No entanto, Kelly não cantava. Em vez disso, seu trabalho era garantir que cada parte do coral – soprano, alto, tenor e base – atingisse as notas certas e entrassem no momento certo.

O facilitador de célula é muito parecido com o condutor de um coral. O trabalho dele ou dela não é cantar. Ele é chamado para conduzir aqueles que estão cantando. Kelly Green era um excelente cantor, mas como um maestro, ele sabia que seu papel era capacitar os outros a cantar.

Como membros de um coral, cada membro da célula tem um papel. O trabalho do líder da célula é capacitar cada membro a usar seus talentos para a glória de Deus e permitir que o Espírito Santo amadureça cada pessoa no processo.

Eu atualmente lidero um grupo de célula, mas meu objetivo é conseguir que outros participem. Na verdade, peço aos membros para alternarem cada mês com o quebra-gelo, momento da palavra, adoração e testemunho. Preencho os espaços em branco. Sim, alguns fazem um trabalho melhor do que outros, mas meu objetivo não é perfeito entre cada membro – é crescimento e maturidade. Meu trabalho é capacitar cada pessoa para se tornar um ministro de Jesus Cristo. Quando o grupo se multiplica, cada pessoa será totalmente capaz de liderar cada parte da célula.

Na raiz, a definição de facilitador é tornar mais fácil. O sinônimo capacitar ajuda a esclarecer o que um líder eficaz faz melhor. O facilitador é o servo do grupo, capacitando os membros a desfrutar de Deus e uns aos outros. Ao invés de dominar o grupo, o facilitador lava seus pés, ministrando a eles em todas as oportunidades.

Robert Wuthnow, que juntamente com George Gallup conduziu um projeto de pesquisa nacional sobre pequenos grupos, escreve: “Líderes. . . Funcionam melhor quando são sensíveis às dinâmicas do grupo, orientam a discussão, encorajam os membros a participarem e ajudam a manter as coisas funcionando sem problemas, em vez de dominar a discussão “(Sharing the Journey, p.267)

Talvez você seja chamado para ensinar ou pregar. Procure oportunidades para usar seus dons. Apenas lembre-se que a reunião celular não é uma dessas ocasiões. Seu trabalho é estimular a participação entre os membros do grupo e capacitar cada pessoa para se tornar um discípulo de Jesus Cristo.

Spanish blog:

Conduciendo el Coro

Por Joel Comiskey

Yo formé parte de un coro en Long Beach, California, en una iglesia llamada Shekinah Fellowship. Yo cantaba en la sección de tenor. La asistencia del coro varió, pero para ocasiones especiales había 100 personas cantando. Nuestra canción especial fue el estribillo de aleluya. Como parte de la sección de tenor, tenía que saber exactamente cuándo entrar, las palabras a cantar, y qué notas tocar. Habría fallado miserablemente sin un conductor que me guiara en el proceso. El director de Shekinah, Kelly Green, hizo un excelente trabajo en guiarnos. Sin embargo, Kelly no cantaba. Más bien, su trabajo consistía en asegurarse de que cada parte del coro – soprano, alto, tenor y base – golpeara las notas correctas y entraba en el momento adecuado.

El facilitador celular es muy parecido al director de un coro. Su trabajo no es cantar. El es llamado a conducir a los que están cantando. Kelly Green era un excelente cantante, pero como director de orquesta, sabía que su papel era capacitar a otros a cantar.

Al igual que los miembros de un coro, cada miembro de la célula tiene un papel. El trabajo del líder de la célula es capacitar a cada miembro para usar sus talentos para la gloria de Dios y para permitir que el Espíritu Santo madure a cada persona en el proceso.

Actualmente dirijo un grupo celular, pero mi meta es conseguir que otros participen. De hecho, les pido a los miembros que giren cada mes con el rompehielos, el tiempo de lección, la adoración y el testimonio. Yo lleno los espacios en blanco. Sí, algunos hacen un trabajo mejor que otros, pero mi meta no es perfecta entre cada miembro: es crecimiento y madurez. Mi trabajo es capacitar a cada persona para que se convierta en un ministro de Jesucristo. Cuando el grupo se multiplica, cada persona será plenamente capaz de dirigir cada parte de la célula.

La definición de raíz de facilitador es facilitar. El sinónimo de poder ayudar a clarificar lo que un líder eficaz hace mejor. El facilitador es el siervo del grupo, capacitando a los miembros para disfrutar de Dios y de los demás. En vez de dominar al grupo, el facilitador se lava los pies, ministrándolos a cada momento.

Robert Wuthnow, quien junto con George Gallup dirigió un proyecto nacional de investigación sobre pequeños grupos, escribe: “Líderes. . . Funcionan mejor cuando son sensibles a la dinámica del grupo, dirigen la discusión, animan a los miembros a participar y ayudan a que las cosas funcionen sin problemas en lugar de dominar la discusión ellos mismos “(Sharing the Journey, página 267)

Tal vez usted está llamado a enseñar o predicar. Busque oportunidades para usar sus dones. Sólo recuerde que la reunión celular no es una de esas ocasiones. Su trabajo es encender la participación entre los miembros del grupo y capacitar a cada persona para que sea un discípulo de Jesucristo.

Joel

Our Group or Your Group?

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By Joel Comiskey

People want to go to our group–not your group. The groups that thrive practice shared ownership. If the leader does everything, the group will flounder.

This is one of the “surprising discoveries” from the research of 1800 small group leaders that Jim Egli and I conducted in 2016 and that will be published in our 2017 book called Groups that Thrive: 7 Surprising Discoveries about Life-giving Small Groups. The new research adds to Egli’s previous investigation of over 3,000 cell leaders and dives deeper into the small group itself–what does or does not make a healthy, thriving small group. The one ingredient that stood above the other key factors was empowerment. The six other discoveries were important but empowering each member was the crucial factor. If the members are actively participating, the group moves from being owned by the leader to the members–and the result is a thriving cell group.

Kim and Kim Cole love cell ministry and have been part of one since York Alliance Church began their transition in the late 1980s. They’ve also multiplied their cell many times. I visited their group several years ago and was surprised that they did not lead the lesson, nor any part of the group. I found out later that it wasn’t their turn. Others led the ice-breaker, worship, and lesson. During the refreshment time I asked them why they weren’t leading, and they told me that the members rotate each month in leading the different parts of the group. The people owned the group. They didn’t see it as Cole’s group; it was their group.

One of the key reasons why Kim and Kim Cole have multiplied their group so many times is because members feel empowered. The fact is that people want to be involved. It’s not the group of one person; it’s everyone’s group. The leader does a great disservice by doing too much and trying to control the group.

Small groups, in fact, are the perfect setting for everyone to participate and grow. Jesus chose this atmosphere and the early church thrived in the house church setting for several centuries. Converting members into ministers is a biblical theme. Scripture says that each believer is a priest of the living God (Revelation 1:6), has at least one spiritual gift (1 Peter 4:9), and is a minister (Ephesians 1:4-5).
Empowering your members will create group ownership and turn your group into a healthy, dynamic one.

In the month of February, we’ll talk about what it means to help your group take ownership.

  • February 05-11: Biblical base for empowering each member. Since biblical small groups make disciples, the best way for this to happen is to give people responsibilities and then monitor how they do. Jesus Christ modeled this by allowing his disciples to interact, ask questions, and giving them responsibility.
  • February 12-18: Steps to help people to get involved. Effective cell leaders proactively ask people to get involved in each part of the cell group. They offer lots of encouragement and some private correction. The best cell leaders function more as coaches because they are committed to empowering each member.
  • February 19-25: The gifts of the Spirit and people’s involvement. The context for all the gift passages is the small group or house church. Effective cell leaders empower each member by helping each one identify his or her spiritual gift and then use it inside and outside of the group.
  • February 26-March 04: The fruit of empowering people is multiplication. Giving birth to new groups is the result of turning members into ministers through active involvement. Members are ready to form new teams when they are confident in leading each part of the group, operating in their gifts, and have completed the church-wide equipping.

What are doing to empower the members of your group. In what areas do you need to improve? Share your experiences here.

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Portuguese blog:

Nosso Grupo ou Seu Grupo?

Por Joel Comiskey

As pessoas querem ir ao nosso grupo – não ao seu grupo. Os grupos que prosperam praticam a propriedade compartilhada. Se o líder faz tudo, o grupo vai tropeçar.

Esta é uma das “descobertas surpreendentes” da pesquisa de 1800 líderes de pequenos grupos que Jim Egli e eu realizamos em 2016 e que será publicada no nosso livro de 2017 intitulado Groups that Thrive: 7 Surprising Discoveries about Life Giving Small Groups (7 Descobertas Surpreendentes sobre Pequenos Grupos Prósperos). A pesquisa nova acrescenta à investigação anterior de Egli sobre mais de 3.000 líderes de célula e mergulha mais profundamente na questão do pequeno grupo – o que faz ou não um pequeno grupo ser saudável e próspero. O ingrediente principal que estava acima dos outros fatores-chave foi o empoderamento/capacitação. As outras seis descobertas também se mostraram importantes, mas o empoderamento de cada membro era o fator crucial. Se os membros estão participando ativamente, o grupo deixa de ser possuído pelo líder e passa a ser dos membros – e o resultado é uma célula próspera.

Kim e Kim Cole adoram o ministério celular e fazem parte dele desde que a York Alliance Church começou sua transição no final da década de 1980. Eles também multiplicaram sua célula muitas vezes. Eu visitei a célula há muitos anos e fiquei surpreso ao ver que eles não lideravam a palavra, nem qualquer parte do grupo. Descobri mais tarde que não era a vez deles. Outros lideravam o quebra-gelo, a adoração e a palavra. Durante o tempo de comunhão, perguntei-lhes por que eles não estavam liderando, e eles me disseram que os membros rodiziam a cada mês na liderança das diferentes partes do grupo. As pessoas eram donas do grupo. Elas não o viam como o grupo do Cole; Era o grupo delas.

Uma das principais razões pelas quais Kim e Kim Cole multiplicaram sua célula tantas vezes é porque os membros se sentem fortalecidos. O fato é que as pessoas querem se envolver. Não é o grupo de uma pessoa; é o grupo de todos. O líder faz um grande desserviço fazendo tudo e tentando controlar o grupo.

Os pequenos grupos, na verdade, são o cenário perfeito para todos participarem e crescerem. Jesus escolheu essa atmosfera e a Igreja Primitiva floresceu no contexto da igreja doméstica durante vários séculos. Converter os membros em ministros é um tema bíblico. As Escrituras dizem que cada crente é um sacerdote do Deus vivo (Apocalipse 1:6), tem pelo menos um dom espiritual (1 Pedro 4:9) e é um ministro (Efésios 1:4-5).

Capacitar seus membros vai criar uma propriedade de grupo e fazer com que sua célula fique saudável e dinâmica.

No mês de fevereiro, falaremos sobre o que significa ajudar seu grupo a tomar posse. Se você gostaria de receber os blogs de fevereiro por e-mail, clique aqui. Aqui estão os temas que abordaremos em fevereiro:

  • 05 a 11 de fevereiro: Base bíblica para capacitar cada membro. Desde que os pequenos grupos bíblicos fazem discípulos, a melhor maneira de isso acontecer é dar às pessoas responsabilidade e, em seguida, monitorar como elas fazem. Jesus Cristo modelou isso permitindo que seus discípulos interagissem, fizessem perguntas e dando responsabilidade a eles.
  • 12 a 18 de fevereiro: Passos para ajudar as pessoas a se envolverem. Líderes de célula efetivos são proativos e pedem que as pessoas se envolvam em cada parte da célula. Eles oferecem muito encorajamento e algumas correções em particular. Os melhores líderes funcionam mais como treinadores, porque eles estão empenhados em capacitar cada membro.
  • 19 a 25 de fevereiro: Os dons do Espírito e o envolvimento das pessoas. O contexto em todas as passagens bíblicas de dons é o pequeno grupo ou a igreja doméstica. Líderes de células eficazes capacitam cada membro ajudando cada um a identificar seu dom espiritual e depois a usá-lo dentro e fora do grupo.
  • 26 de fevereiro a 04 março: O fruto de capacitar as pessoas é a multiplicação. Dar à luz novos grupos é o resultado de transformar os membros em ministros através de um envolvimento ativo. Os membros estão prontos para formar novas equipes quando estiverem confiantes em liderar cada parte do grupo, operando em seus dons e completando o equipamento de toda a igreja.

O que você está fazendo para capacitar os membros de sua célula? Em quais áreas você precisa melhorar? Compartilhe suas experiências aqui.

Spanish blog:

¿Nuestro Grupo o Tu Grupo?

por Joel Comiskey

La gente quiere ir a “nuestro” grupo – no a “tu” grupo. Los grupos que prosperan practican la propiedad compartida. Si el líder lo hace todo, el grupo va a trastabillar.

Este es uno de los “descubrimientos sorprendentes” de la investigación de 1800 líderes de grupos pequeños que Jim Egli y yo llevamos a cabo en el 2016 y que será publicada en nuestro libro del 2017 titulado: Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (Grupos que Prosperen: 7 Descubrimientos Sorprendentes sobre Grupos Pequeños que Dan Vida) La nueva investigación se suma a la investigación previa de Egli de más de 3,000 líderes celulares y profundiza más en el grupo pequeño- lo que hace o no hace a un grupo pequeño, sano y próspero. El ingrediente que resaltó por encima de los otros factores claves fue el empoderamiento. Los otros seis descubrimientos sorpresa fueron importantes, pero el empoderamiento de cada miembro fue el factor crucial. Si los miembros están participando activamente, el grupo pasa de ser propiedad del lí­der, a ser de todos los miembros – y el resultado es un grupo celular próspero.

Kim y Kim Cole aman el ministerio celular y han sido parte del mismo desde que la Iglesia de la Alianza York comenzó su transición a finales de los años 80. También han multiplicado su célula muchas veces. Visité su grupo hace varios años y me sorprendió que no impartieran la lección, ni participaran en ninguna parte de la reunión. Descubrí más tarde que no era su turno. Otros dirigieron el rompehielos, la adoración y la lección. Durante el tiempo del refrigerio les pregunté por qué no estaban dirigiendo, y me dijeron que los miembros se rotan cada mes para dirigir las diferentes partes de la reunión. El grupo les pertenece a las personas. No lo veían como el grupo de Cole; era su grupo.

Una de las razones clave por las que Kim y Kim Cole han multiplicado su grupo tantas veces es porque los miembros se sienten empoderados. El hecho es que la gente quiere involucrarse. No es el grupo de una persona; es el grupo de todos. El líder hace un gran “des servicio” haciendo demasiado y tratando de controlar al grupo.

Los grupos pequeños, de hecho, son el escenario perfecto para que todos participen y crezcan. Jesús escogió esta atmósfera y la iglesia primitiva prosperó en la iglesia de las casas durante varios siglos. Convertir a los miembros en ministros es un tema bíblico. La Escritura dice que cada creyente es un sacerdote del Dios viviente (Apocalipsis 1: 6), tiene al menos un don espiritual (1 Pedro 4: 9), y es ministro (Efesios 1: 4-5).

El empoderamiento de tus miembros creará en ellos el sentido de que el grupo les pertenece y convertirá a tu grupo en uno sano y dinámico.

En el mes de febrero, hablaremos de lo que significa ayudar a tu grupo a apropiarse del grupo.

  • Febrero 05-11: Base bíblica para empoderar a cada miembro. Dado que los grupos pequeños bíblicos hacen discípulos, la mejor manera para hacer que esto suceda es darles responsabilidades a las personas y luego monitorearlas para ver cómo lo hacen. Jesucristo nos modeló esto permitiendo a sus discípulos interactuar, hacer preguntas y dándoles responsabilidades.
  • Febrero 12 -18: Pasos para ayudar a las personas a involucrarse. Los líderes celulares eficaces piden proactivamente a las personas que se involucren en cada parte del grupo celular. Ofrecen mucho ánimo y alguna corrección en privado. Los mejores líderes celulares funcionan más como entrenadores porque están comprometidos con el empoderamiento de cada miembro.
  • Febrero 19-25: Los dones del Espíritu y el involucramiento de las personas. El contexto para todos los pasajes de los dones es el grupo pequeño o la iglesia en las casaa. Los líderes celulares eficaces capacitan a cada miembro ayudando a cada uno a identificar su don espiritual y luego a utilizarlo dentro y fuera del grupo.
  • 26 de febrero – 04 de marzo: El fruto de empoderar a las personas es la multiplicación. Dar a luz a nuevos grupos es el resultado de convertir a los miembros en ministros a través de la participación activa. Los miembros están listos para formar nuevos equipos cuando se sienten seguros de dirigir cada parte del grupo, de operar sus dones, y cuando han completado todo el equipamiento de la iglesia.

¿Qué están haciendo para empoderar a los miembros de su grupo? ¿En qué áreas necesitas mejorar? Comparte tus experiencias aquí­.

Joel