Remove YOUR filter!

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By Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

“God uses weak vessels”?  Really? Yes – really! I know that because He uses me. You know that because He uses you. We are Gods deliberate “choice.”

1 Corinthians 1: 27 says,  “But God has chosen the foolish things of the world to shame the wise, and God has chosen the weak things of the world to shame the things which are strong,”

Who do you consider “weak”? Remember that the weak are  God’s own choice!

Children are considered “weak.”  The elderly are considered “weak.”  Teenagers are often considered “foolish.” So let’s make them our choice for they are God’s choice. It is not our strength that counts—it is His! How much greater will His power be shown through those who are considered powerless.

Sure they need equipping, training (the experiential type is best for childrens and the elderly), encouraging, and so forth. However they are so often passed by because of our own filters and perception. It is our problem, not theirs, and especially not God’s.

May I encourage you today to make a list of those you consider “weak and foolish”?  Name some children, teens ,and elderly. Then ask God to give you His vision for them. Having done this, ask God to give you His strategies and wisdom to ministry to these people. It may well start with building relationships, like taking a child, teenager, or elderly person out for the day and go from there. it is called FUN, and you will be surprised as you see what God sees.

Daphne

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Portuguese blog:

Remova SEU filtro!

Por Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

“Deus usa vasos fracos”? Sério? Sim, sério! Eu sei disso porque Ele me usa. Você sabe disso porque Ele te usa. Nós somos a “escolha” deliberada de Deus.

1 Coríntios 1:27 diz: “Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes”.

Quem você considera “fraco”? Lembre-se de que os fracos são a escolha de Deus!

As crianças são consideradas “fracas”. Os idosos são considerados “fracos”. Os adolescentes são muitas vezes considerados “tolos”. Então, vamos fazer deles a nossa escolha, pois eles são a escolha de Deus. Não é a nossa força que conta, é a dEle! Quão maior será Seu poder demonstrado por aqueles que são considerados impotentes.

É claro que eles precisam de equipamento, treinamento (o tipo experiencial é o melhor para crianças, adolescentes e idosos), encorajamento, e assim por diante. No entanto, eles são muitas vezes deixados de lado por causa de nossos próprios filtros e percepção. Isso é problema nosso, não é deles e especialmente não de Deus.

Posso te encorajar hoje a fazer uma lista dos que você considera “fracos e tolos”? Nomeie algumas crianças, adolescentes e idosos. Então peça a Deus que lhe dê Sua visão para eles. Tendo feito isso, peça a Deus que lhe dê Suas estratégias e sabedoria para ministrar a essas pessoas. Pode muito bem começar com a construção de relacionamentos, como pegar uma criança, adolescente ou idoso para passar o dia e começar daí. Isso é chamado DIVERSÃO, e você ficará surpreso ao ver o que Deus vê.

Daphne

Spanish blog:

¡Remueve tu filtro!

Por Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

“Dios usa vasijas débiles”? ¿De Verdad? ¡Sí, en serio! Lo sé porque Él me usa. Lo sabes porque Él te usa. Somos la “elección” deliberada de Dios.

1 Corintios 1: 27 dice: “sino que lo necio del mundo escogió Dios, para avergonzar a los sabios; y lo débil del mundo escogió Dios, para avergonzar a lo fuerte”

¿A quién consideras “débil”? ¡Recuerda que los débiles son la elección de Dios!

Los niños se consideran “débiles”. Los ancianos son considerados “débiles”. A menudo los adolescentes son considerados “insensatos”. Así que hagamos de ellos nuestra elección porque son la elección de Dios. No es nuestra fuerza lo que cuenta, ¡es la Suya! Cuánto mayor será Su poder demostrado a través de aquellos que se consideran impotentes.

Claro que necesitan equipamiento, entrenamiento (el tipo de experiencia es mejor para los niños, los adolescentes y los ancianos), alentador, y así sucesivamente. Sin embargo, a menudo pasan por nuestros propios filtros y percepción. Es nuestro problema, no el suyo, y especialmente el de Dios.

¿Puedo invitarles hoy a hacer una lista de aquellos a quienes se consideran “débiles y absurdos”? Nombre algunos niños, adolescentes y ancianos. Luego pídale a Dios que le dé su visión para ellos. Habiendo hecho esto, pídale a Dios que le dé Sus estrategias y sabiduría para ministrar a estas personas. Puede comenzar a construir relaciones, como tomar a un niño, a un adolescente o a una persona de edad avanzada por un día e ir desde allí. Se le llama DIVERSIÓN, y se sorprenderá al ver lo que Dios ve.

Daphne

Don’t Overlook Anyone

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By Joel Comiskey, pastoral coaching available: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html  (free first session available for those interested in receiving coaching)

In our upcoming 2017 book Groups that Thrive, Jim Egli and I point out that anyone who loves God and loves others is a super candidate for small group leadership. It doesn’t matter if group leaders are married or single, younger or older, highly educated or illiterate. It also does not matter if they are male or female, rich or poor.

We also discovered that the personality type and the spiritual gifts of the leaders don’t matter. Introverts are just as successful in leading their groups to growth as extroverts. Leaders lacking the gift of evangelism are just as likely to have a growing group as those who do have the gift. The gift of teaching, a highly valued gift in many churches,  also makes no difference in a group’s long-term growth.

One very encouraging implication is that all of the factors outside of a leader’s control don’t matter to the success of a group. You can’t control how old you are, what type of personality you have or what your spiritual gifts are—but none of these things make a significant difference. The differences between successful leaders and unsuccessful ones all relate to controllable behaviors, not to predetermined traits. The research reveals that anyone can be a successful leader, no matter what his or her personality or place in life, if the leader looks to God and reaches out to others in caring ways.

Small group leaders should be encouraged by our research.  Whether you’re male or female, educated or uneducated, married or single, shy or outgoing, a teacher or an evangelist, you can grow your group. The anointing for multiplication doesn’t reside with just a few. These statistics reveal that gender, age, marital status, personality, and gifting have little to do with effectiveness as a small group leader. As we’ll see in the following chapters, thriving groups depend on simple basics that anyone can put into practice.

I encourage small group leaders to view all members as “potential leaders” (disciple-makers) and sponsor all of them to eventually become part of a leadership team. I’ve noticed that there are far too many “assistant small group leaders” who do nothing but occupy a title. Such a title draped over one or two people often hinders other members from assuming the role of leader.

Granted, not everyone will lead a group for a variety of reasons. But as soon as a small-group system is infected with the thinking that only certain people can lead a group, many believers will become frustrated, forever classified as incapable. The body of Christ belongs to the Body of Christ. As leaders, it’s important to commit to train each believer to minister. We must commit ourselves 100% to the priesthood of all believers. I believe that we will reap a mighty harvest, as we commit ourselves to prepare and use young Christians, women, the less likely, and everyone else in the congregation.

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Portuguese blog:

Não Esqueça Ninguém

Por Joel Comiskey, treinador pastoral Disponível: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primeira sessão gratuita para os interessados em receber treinamento)

Em nosso próximo livro de 2017 Groups that Thrive (Grupos Que Prosperam, em tradução livre), Jim Egli e eu apontamos que qualquer um que ama a Deus e ama os outros é um super candidato para a liderança de pequenos grupos. Não importa se os líderes de grupo são casados ou solteiros, mais jovens ou mais velhos, altamente educados ou analfabetos. Também não importa se eles são homens ou mulheres, ricos ou pobres.

Descobrimos também que o tipo de personalidade e os dons espirituais dos líderes não importam. Os introvertidos são tão bem-sucedidos em liderar seus grupos para o crescimento quanto os extrovertidos. Líderes que não têm o dom do evangelismo são tão propensos a ter um grupo em crescimento quanto aqueles que têm o dom. O dom do ensino, um presente altamente valorizado em muitas igrejas, também não faz nenhuma diferença no crescimento de um grupo a longo prazo.

Uma implicação muito encorajadora é que todos os fatores fora do controle de um líder não importam para o sucesso de um grupo. Você não pode controlar quantos anos você tem, que tipo de personalidade você tem ou quais são seus dons espirituais – mas nenhuma dessas coisas faz uma diferença significativa. As diferenças entre os líderes bem-sucedidos e os malsucedidos se relacionam com comportamentos controláveis, e não com traços predeterminados. A pesquisa revela que qualquer pessoa pode ser um líder bem-sucedido, não importa qual a sua personalidade ou momento na vida se o líder olha para Deus e alcança os outros de maneiras cuidadosas.

Os líderes de pequenos grupos devem ser incentivados por nossa pesquisa. Se você é homem ou mulher, educado ou não educado, casado ou solteiro, tímido ou extrovertido, um mestre ou um evangelista, você pode crescer o seu grupo. A unção para a multiplicação não reside em apenas algumas pessoas. Essas estatísticas revelam que gênero, idade, estado civil, personalidade e dons têm pouco a ver com a eficácia para um líder de pequeno grupo. Como veremos nos capítulos seguintes, grupos prósperos dependem de princípios básicos simples que qualquer pessoa pode colocar em prática.

Eu encorajo os líderes de pequenos grupos a verem todos os membros como “líderes potenciais” (discipuladores) e a patrocinarem todos eles para que, eventualmente, se tornem parte de uma equipe de liderança. Tenho notado que existem muitos “líderes assistentes de pequenos grupos” que não fazem nada, mas possuem um título. Um título como este sobre uma ou duas pessoas muitas vezes impede outros membros de assumirem o papel de líder.

É verdade que nem todo mundo vai liderar um grupo por uma variedade de razões. Mas assim que um sistema de pequenos grupos é infectado com o pensamento de que apenas certas pessoas podem liderar um grupo, muitos crentes se tornarão frustrados, sempre classificados como incapazes. O corpo de Cristo pertence ao Corpo de Cristo. Como líderes, é importante nos comprometermos a treinar cada convertido para ministrar. Devemos nos comprometer 100% com o sacerdócio de todos os santos. Eu acredito que nós colheremos uma colheita poderosa porque nós nos empenhamos para preparar e usar cristãos jovens, mulheres, os menos prováveis, e todos os outros na congregação.

Spanish blog:

No pase por alto a nadie

Por Joel Comiskey, entrenamiento pastoral disponible: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (primera sesión gratis disponible para aquellos interesados en recibir entrenamiento)

En nuestro próximo libro para el 2017 Los Grupos que prosperan, Jim Egli y yo señalamos que cualquiera que ama a Dios y ama a los demás es un súper candidato para el liderazgo en grupos pequeños. No importa si los líderes de grupo son casados o solteros, jóvenes o mayores, con altos niveles de educación o analfabetos. Tampoco importa si son hombres o mujeres, ricos o pobres.

También descubrimos que el tipo de personalidad y los dones espirituales de los líderes no importan. Los introvertidos son igual de exitosos en dirigir los grupos al crecimiento como extrovertidos. Los líderes que carecen del don de la evangelización son igual de probables de tener un grupo creciente como aquellos que sí tienen el don. El don de la enseñanza, un don altamente valorado en muchas iglesias, tampoco hace ninguna diferencia en el crecimiento a largo plazo de un grupo.

Una implicación muy alentadora es que todos los factores fuera del control de un líder no importan para el éxito de un grupo. No puedes controlar cuántos años tienes, qué tipo de personalidad tienes o cuáles son tus dones espirituales, pero ninguna de estas cosas marca una diferencia significativa. Las diferencias entre los líderes exitosos y los infructuosos se refieren a comportamientos controlables, no a rasgos predeterminados. La investigación revela que cualquiera puede ser un líder exitoso, sin importar cuál sea su personalidad o lugar en la vida, si el líder mira a Dios y se extiende a otros de maneras cuidadosas.

La investigación debe alentar a los líderes de grupos pequeños. Si usted es hombre o mujer, educado o sin educación, casado o soltero, tímido o saliente, profesor o evangelista, usted puede crecer su grupo. La unción para la multiplicación no reside sólo con unos pocos. Estas estadísticas revelan que el género, la edad, el estado civil, la personalidad y los dones tienen poco que ver con la efectividad como líder de un pequeño grupo. Como veremos en los siguientes capítulos, los grupos prósperos dependen de conceptos básicos simples que cualquiera pueda poner en práctica.

Animo a los líderes de grupos pequeños a que vean a todos los miembros como “líderes potenciales” (discipuladores) y patrocinen a todos ellos para que finalmente se conviertan en parte de un equipo de liderazgo. He notado que hay demasiados “líderes asistentes de grupos pequeños” que no hacen otra cosa que ocupar un título. Tal título cubierto por una o dos personas a menudo impide que otros miembros asuman el papel de líder.

Por supuesto, no todos liderarán un grupo por una variedad de razones. Pero tan pronto como un sistema de grupos pequeños está infectado con el pensamiento de que sólo ciertas personas pueden dirigir un grupo, muchos creyentes se frustrarán, clasificados para siempre como incapaces. El cuerpo de Cristo pertenece al Cuerpo de Cristo. Como líderes, es importante comprometerse a entrenar a cada creyente a ministrar. Debemos comprometernos 100% al sacerdocio de todos los creyentes. Creo que cosecharemos una cosecha poderosa, ya que nos comprometemos a preparar y utilizar a los jóvenes cristianos, las mujeres, las menos probables, y todos los demás en la congregación.

Joel

The Perfect Leader Doesn’t Exist

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By Joel Comiskey, pastoral coaching available: www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html  (free first session available for those interested in receiving coaching)

When you look out at your current cell group and wonder, “Which of these people could lead the next group,?”   the correct answer is, “All of them!” Sure, some people are more ready now. Some people need to get equipped or trained. But there is no key characteristic you should look for. Quiet people can lead just as effectively as exuberant outgoing people. People with the gift of service can lead a growing group just like people with the gift of teaching or evangelism.

Jim Egli and I have been studying this question for many years. We have both discovered in separate statistical studies that particular characteristics don’t matter. In fact, every time we create a new research questionnaire we ask the small group leaders to answer basic questions about themselves. How old are they? How long have they been following Jesus? Are they married or single? Do they have a quiet or an outgoing personality? What is their primary spiritual gift? We compared leaders of different ages, varying educational levels, men and women, marrieds and singles.

We found that none of those things make a significant difference. We discovered that effective small group leaders don’t have a certain personality type, a specific gift, or a specific position in life. Anyone has the potential to become a great small group leader. To be honest,  we should probably quit asking these questions because every time we look at people’s answers and compare them to the growth of their groups, we get the same results from our statistical studies.

There is no perfect leader. The perfect leader is the person who depends on Jesus and others to do the work. What matters are several key behaviors that relate to loving God and loving others. Which people in your current group can obey the two greatest commandments, to love God with all they are and to love others like they love themselves (Mark 12:28-31)? All of them can! And this means that all of them have the potential to lead a thriving small group.

Participation is the key to growth. As members participate they become ministers of Jesus Christ.  They learn how to love one another,  use their gifts, and evangelize. They realize that it’s okay to fail—as long as they learn from their mistakes and keep trying.  Jesus molds them as they minister, and they become disciple-makers in the process.

Thoughts?

Joel

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O Líder Perfeito Não Existe

Por Joel Comiskey, www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index.html (Primeira sessão gratuita disponível para aqueles interessados em receber treinamento)

Quando você olha para a sua célula atual e se pergunta: “Qual dessas pessoas poderia liderar o próximo grupo?”, a resposta correta é: “Todas!”. Claro, algumas pessoas estão mais prontas agora. Algumas pessoas precisam ser equipadas ou treinadas. Mas não há uma característica principal que você deve procurar. As pessoas quietas podem liderar de modo tão eficaz como as extrovertidas. Quem tem o dom do serviço pode liderar um grupo em crescimento assim como quem tem o dom do ensino ou de evangelismo.

Jim Egli e eu estamos estudando esta questão há muitos anos. Ambos descobrimos em estudos estatísticos separados que características particulares não importam. De fato, cada vez que criamos um novo questionário de pesquisa, pedimos aos líderes de pequenos grupos que respondam a perguntas básicas sobre si mesmos. Quantos anos eles tem? Há quanto tempo eles estão seguindo Jesus? Eles são casados ou solteiros? Eles têm uma personalidade silenciosa ou extrovertida? Qual é o seu dom espiritual primário? Comparamos líderes de diferentes idades, variando níveis educacionais, homens e mulheres, casados e solteiros.

Nós descobrimos que nenhuma dessas coisas faz uma diferença significativa. Descobrimos que os líderes de grupos pequenos eficazes não têm um certo tipo de personalidade, um dom específico ou uma posição específica na vida. Qualquer pessoa tem o potencial de se tornar um grande líder de pequeno grupo. Para sermos honestos, provavelmente devemos deixar de fazer essas perguntas porque toda vez que olhamos para as respostas das pessoas e as comparamos com o crescimento de seus grupos, obtemos os mesmos resultados de nossos estudos estatísticos.

Não existe um tipo de líder perfeito. O líder perfeito é a pessoa que depende de Jesus e dos outros para fazer a obra. O que importa são vários comportamentos-chave que se relacionam com amar a Deus e amar os outros. Quais pessoas do seu grupo atual podem obedecer aos dois maiores mandamentos, amar a Deus com tudo o que são e amar os outros como amam a si mesmas (Marcos 12:28-31)? Todos podem! E isso significa que todos eles têm o potencial de liderar um pequeno grupo próspero.

A participação é a chave para o crescimento. À medida que os membros participam, eles se tornam ministros de Jesus Cristo. Eles aprendem como amar uns aos outros, usar seus dons e evangelizar. Eles compreendem que não tem problema falhar, contanto que aprendam com seus erros e continuem tentando. Jesus os molda enquanto ministram, e eles se tornam discípulos no processo.

Pensamentos?

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El líder perfecto no existe

Por Joel Comiskey, www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index_es.html (primera sesión gratis disponible para aquellos interesados en recibir entrenamiento)

Cuando miras a tu grupo celular actual y te preguntas, “¿Cuál de estas personas podría dirigir el siguiente grupo?”, La respuesta correcta es “¡Todos pueden!” Claro, algunas personas están más listas ahora. Algunas personas necesitan equiparse o entrenarse. Pero no hay ninguna característica clave que usted deba buscar. La gente tranquila puede dirigir con la misma eficacia que las personas exuberantes y salientes. Las personas con el don del servicio pueden dirigir a un grupo creciente al igual que las personas con el don de la enseñanza o el evangelismo.

Jim Egli y yo hemos estado estudiando esta pregunta por muchos años. Ambos hemos descubierto en los estudios estadísticos separados que las características particulares no importan. De hecho, cada vez que creamos un nuevo cuestionario de investigación pedimos a los líderes de grupos pequeños que respondan preguntas básicas sobre sí mismos. ¿Qué edad tienen? ¿Cuánto tiempo han estado siguiendo a Jesús? ¿Están casados o solteros? ¿Tienen una personalidad tranquila o saliente? ¿Cuál es su don espiritual primario? Comparamos líderes de diferentes edades, niveles educativos variables, hombres y mujeres, casados y solteros.

Encontramos que ninguna de esas cosas hace una diferencia significativa. Descubrimos que los líderes efectivos de grupos pequeños no tienen un cierto tipo de personalidad, un don específico o una posición específica en la vida. Cualquiera tiene el potencial de convertirse en un gran líder de grupo pequeño. Para ser honesto, probablemente deberíamos dejar de hacer estas preguntas porque cada vez que observamos las respuestas de las personas y las comparamos con el crecimiento de sus grupos, obtenemos los mismos resultados de nuestros estudios estadísticos.

No hay un líder perfecto. El líder perfecto es la persona que depende de Jesús y de otros para hacer el trabajo. Lo que importa son varias conductas clave que se relacionan con amar a Dios y amar a los demás. ¿Qué personas de su grupo actual pueden obedecer los dos mandamientos más grandes, amar a Dios con todo tu corazón y ama a tu prójimo como a tí mismos (Marcos 12: 28-31)? ¡Todos pueden! Y esto significa que todos ellos tienen el potencial de dirigir un próspero pequeño grupo.

La participación es la clave del crecimiento. A medida que los miembros participan se convierten en ministros de Jesucristo. Aprenden a amarse unos a otros, a usar sus dones y a evangelizar. Se dan cuenta de que está bien fallar, siempre y cuando aprendan de sus errores y sigan intentándolo. Jesús los moldea a medida que ministran, y se convierten en discípulos en el proceso.

¿Pensamientos?

Joel

Seeing Leadership Potential in Everyone

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By Joel Comiskey

There’s a good chance that the next leaders that emerge from your group are very different than you. It’s so easy to want to find one kind of person to lead the group or be part of the team, but the reality is that there is no one best person.

Some of the best people don’t appear to be the best. They are the weakest, fumble the most, and seem the most unprepared. Sometimes we fail to see emerging leadership because we are looking for the wrong things. We often look for those who mesh with our personality but pass over those who follow a different drummer.

Samuel misjudged the Lord’s choice for the second king of Israel because he focused on height and stature:   “Samuel saw Eliab and thought, ‘Surely the LORD’s anointed stands here before the LORD.’ But the LORD said to Samuel, ‘Do not consider his appearance or his height, for I have rejected him. The LORD does not look at the things man looks at. Man looks at the outward appearance, but the LORD looks at the heart'” (1 Samuel 16:6-7).

Jesse was just as surprised that his older children were not elected. He had not even considered inviting shepherd boy David to the ceremony. But even though David was a “ruddy” young boy, “. . . the LORD said, ‘Rise and anoint him; he is the one!'” (1 Samuel 16:11-12).

God tends to use the “ruddy, young boys” that are fully committed to him. Our tendency is to hang educational nooses around budding leaders. Yet, the harvest is so plentiful and the laborers are so few that God would have us look at all leadership possibilities around us.

When you look out at your current small group and wonder, “Which of these people could lead a great small group?” the correct answer is, “All of them!” Sure, some people are more ready now. Some people need to get equipped or trained. But there is no key characteristic you should look for. Quiet people are as good at leading groups as outgoing people. People with the gift of service can lead a growing group just like people with the gift of teaching or evangelism.

Jim Egli and I have been studying this question for many years. We have both discovered in separate statistical studies that particular characteristics don’t matter. Our recent research embodied in our upcoming 2017 book Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups once again confirm that the things that matter are not people’s characteristics or age or season in life. What matters are several key behaviors that relate to loving God and loving others. Which people in your current group can obey the two greatest commandments, to love God with all they are and to love others like they love themselves (Mark 12:28-31)? All of them can! And this means that all of them have the potential to lead a thriving small group.

Take a moment to consider Jesus’ own recruits. His twelve closest followers appear to be incredibly unexceptional. They were a motley crew of ordinary people. But Jesus invested in them and through them ignited a movement that would reach millions, even billions of people. God wants to use your small group in a similar way if you’ll see God’s potential in each person to change the world.

In the month of March, we’ll talk about seeing everyone as a potential member of a leadership team. Here are the themes we’ll cover in March:

  • (March 05-11) Taking the next step. For many the first step is joining a cell, then participating, but why not see each one as participating on a leadership team. Some will become point people but not all.
  • (March 12-18).  Obstacles to taking the next step: I can’t do it, not enough knowledge, don’t have the gift of leadership, and so forth. These myths should be debunked. Rather, people grow best when they are involved.
  • (March 19-25; due date March 17).  The place of equipping in preparing new leaders, coaching in sustaining them, and vision casting during the celebration service.
  •  (March 26-April 01; due date March 24).  God uses weak vessels. Often the best cell leaders are the weakest. Pride is the main hindrance to effective cell leadership.

Share here your experiences about seeing the potential in every person in the cell.

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Vendo o Potencial para Liderança em Todos

Por Joel Comiskey

Há uma boa chance de que os próximos líderes que emergirem de seu grupo sejam muito diferentes de você. É muito fácil querer encontrar um tipo de pessoa para liderar o grupo ou para fazer parte da equipe, mas a realidade é que não há uma pessoa melhor que as outras.

Algumas das melhores pessoas não parecem ser as melhores. Elas são as mais fracas, se atrapalham mais e parecem ser as mais despreparadas. Às vezes não conseguimos ver a liderança emergindo porque estamos procurando pelas coisas erradas. Nós frequentemente procuramos aqueles que combinam com nossa personalidade, mas passamos batido por aqueles que seguem um ritmo diferente.

Samuel julgou mal a escolha do Senhor para o segundo rei de Israel porque ele se concentrou na altura e estatura: “Quando chegaram, Samuel viu Eliabe e pensou: ‘Com certeza este aqui é o que o Senhor quer ungir’. O Senhor, contudo, disse a Samuel: ‘Não considere a sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração'” (1 Samuel 16:6-7).

Jessé ficou tão surpreso que seus filhos mais velhos não foram eleitos. Ele não tinha sequer pensado em convidar o pastor de ovelhas Davi para a cerimônia. Mas mesmo que Davi fosse um jovem garoto “corado”, “…o Senhor disse a Samuel: ‘É este! Levante-se e unja-o'” (1 Samuel 16:11-12).

Deus tende a usar os “jovens garotos corados” que estão totalmente comprometidos com Ele. Nossa tendência é pendurar cordões educativos ao redor de líderes em ascensão. No entanto, a colheita é tão abundante e os trabalhadores são tão poucos que Deus quer que olhemos para todas as possibilidades de liderança ao nosso redor.

Quando você olha para o seu pequeno grupo atual e se pergunta: “Qual dessas pessoas poderia liderar um ótimo pequeno grupo?”, a resposta correta é: “todas elas!”. Claro, algumas pessoas estão mais prontas agora. Algumas pessoas precisam ser equipadas ou treinadas. Mas não há nenhuma característica principal que você deve procurar. As pessoas tranquilas são tão boas em liderar grupos como as pessoas extrovertidas. Pessoas com o dom do serviço podem liderar um grupo crescente, assim como as pessoas com o dom de ensinar ou de evangelismo.

Jim Egli e eu temos estudado essa questão há muitos anos. Ambos descobrimos em estudos estatísticos separados que características específicas não importam. Nossa pesquisa recente incorporada em nosso próximo livro de 2017 Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (“Grupos que Prosperam: Sete Descobertas Surpreendentes sobre Pequenos Grupos Cheios de Vida”, em tradução livre) mais uma vez confirma que as coisas que importam não são as características das pessoas, sua idade ou época da vida. O que importa são vários comportamentos-chave que se relacionam com amar a Deus e amar os outros. Quais pessoas do seu grupo atual podem obedecer aos dois maiores mandamentos, amar a Deus com tudo o que são e amar os outros como amam a si mesmas (Marcos 12:28-31)? Todas elas podem! E isso significa que todas têm o potencial de liderar um pequeno grupo próspero.

Tire um momento para considerar os próprios recrutas de Jesus. Seus doze seguidores mais próximos parecem ser incrivelmente nada excepcionais. Eles eram um grupo heterogêneo de pessoas comuns. Mas Jesus investiu neles e, por meio deles, inflamou um movimento que atingiria milhões, até bilhões de pessoas. Deus quer usar seu pequeno grupo de uma maneira similar se você ver o potencial de Deus em cada pessoa para mudar o mundo.

No mês de março, nós vamos falar sobre ver todas as pessoas como um potencial membro da equipe de liderança. Se você gostaria de receber os blogs de março por e-mail, clique aqui. Aqui estão os temas que serão abordados nesse mês:

  • (05 a 11 de março) Tomando o próximo passo. Para muitos, o primeiro passo é se juntar a uma célula e depois participar, mas por que não ver cada um como um participante de uma equipe de liderança? Alguns vão se tornar líderes, mas não todos.
  • (12 a 18 de março) Obstáculos para dar o próximo passo: não posso fazer isso, não tenho conhecimento suficiente, não tenho o dom da liderança, e assim por diante. Esses mitos devem ser descartados. Pelo contrário, as pessoas crescem melhor quando estão envolvidas.
  • (19 a 25 de março) O momento de equipar na preparação de novos líderes, treinar para sustentá-los, e o lançamento da visão durante o culto de celebração.
  • (26 de março a 01 de abril) Deus usa vasos fracos. Muitas vezes, os líderes das melhores células são os mais fracos. O orgulho é o principal obstáculo à liderança celular eficaz.

Compartilhe aqui suas experiências sobre ver o potencial em todas as pessoas da célula.

Joel Comiskey

Spanish blog:

Viendo el potencial de liderazgo en todos

Por Joel Comiskey, http://www.joelcomiskeygroup.com/coaching/index_es.html

Hay una buena probabilidad de que los próximos líderes que surjan de tu grupo sean muy diferentes a ti. Es tan fácil querer encontrar un tipo de persona específico para dirigir el grupo o para que sea parte del equipo, pero la realidad es que no existe tal cosa como “la mejor persona”.

Algunas de las mejores personas no parecen ser las mejores. Son las más débiles, las más torpes, y parecieran ser las menos preparadas. A veces fallamos en ver un liderazgo emergente porque estamos buscando las cosas equivocadas. A menudo buscamos a aquellos que se ajustan a nuestra personalidad, pero pasamos por alto a aquellos que son diferentes.

Samuel juzgó erróneamente la elección del Señor para el segundo rey de Israel, porque se enfocó en la estatura y en el porte: … “él vio a Eliab, y dijo: De cierto delante de Jehová está su ungido. Y Jehová respondió a Samuel: No mires a su parecer, ni a lo grande de su estatura, porque yo lo desecho; porque Jehová no mira lo que mira el hombre; pues el hombre mira lo que está delante de sus ojos, pero Jehová mira el corazón”. Samuel 16:6-7).

Isaí estaba igualmente sorprendido de que sus hijos mayores no fueran elegidos. Ni siquiera había considerado invitar al pastor David a la ceremonia. Pero, aunque David era un jovencito rubio de mejillas rosadas, …  el SEÑOR dijo: “Levántate y úngelo, porque éste es”. (1 Samuel 16: 11-12)

Dios tiende a usar a “jovencitos de mejillas rosadas” que estén plenamente comprometidos con él. Nuestra tendencia es bloquear por motivos de falta de preparación a los líderes en ciernes. Sin embargo, la cosecha es tan abundante y los obreros son “tan” pocos que Dios quiere que veamos todas las posibilidades de liderazgo que nos rodean.

Cuando veas a tu grupo pequeño y te preguntes, “¿Cuál de estas personas podría dirigir un grandioso grupo pequeño?” La respuesta correcta deberá ser: “¡Todos ellos!” Claro, algunas personas ya están más preparadas. Algunas personas necesitan ser equipadas o entrenadas. Pero no hay ninguna característica clave que debas buscar. Las personas calladas o introvertidas son tan buenas dirigiendo grupos, como las personas extrovertidas. Las personas con el don de servicio pueden dirigir un grupo que está en crecimiento, como las personas con el don de enseñanza o evangelismo.

Jim Egli y yo hemos estado estudiando esta pregunta por muchos años. Ambos hemos descubierto a través de estudios estadísticos separados que las características particulares no importan. Nuestra investigación reciente la cual encontrarás en nuestro próximo libro del 2017 Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (Grupos que prosperan): Siete Sorprendentes Descubrimientos sobre Grupos Pequeños que Dan Vida), una vez más confirma que las cosas que importan no son las características de las personas, ni la edad, ni la época en la que se encuentra en su vida. Lo que importa son varias conductas clave que se relacionan con amar a Dios y amar a los demás. ¿Qué personas de tu grupo actual pueden obedecer los dos mandamientos más grandes, amar a Dios con todo su ser y amar a los demás como se aman a sí mismos (Marcos 12: 28-31)? ¡Todos ellos pueden hacerlo! Y esto significa que todos ellos tienen el potencial de dirigir un grupo pequeño que prospere.

Tómate un momento para considerar a los propios reclutas de Jesús. Sus doce seguidores más cercanos parecen increíblemente excepcionales. Eran un grupo heterogéneo de gente común. Pero Jesús invirtió en ellos y, a través de ellos, encendió un movimiento que alcanzaría millones, incluso billones de personas. Dios quiere usar a tu grupo pequeño de una manera similar si ves el potencial de Dios en cada persona para cambiar el mundo.

En el mes de marzo, hablaremos acerca de ver a todos como un miembro potencial de un equipo de liderazgo. Si deseas recibir los blogs de marzo en tu correo electrónico, haz clic aquí. Estos son los temas que abordaremos en marzo:

  • (Marzo 05-11) Tomando el siguiente paso. Para muchos, el primer paso es unirse a una célula, luego participar, pero ¿por qué no ver a cada uno de ellos como participantes de un equipo de liderazgo? Algunos se convertirán en personas determinantes, pero no todos.
  • (Marzo 12 al 18) Obstáculos para dar el siguiente paso: No puedo hacerlo, no tengo suficiente conocimiento, no tengo el don del liderazgo, y así sucesivamente. Estos mitos deben ser derribados. Por el contrario, las personas crecen mejor cuando se involucran.
  • (Marzo 19-25, fecha de vencimiento 17 de marzo). El lugar de equipamiento para la preparación de nuevos líderes, la supervisión en el sostenimiento de ellos, y el lanzamiento de la visión durante el servicio de la celebración.
  • (26 de marzo – 01 de abril, fecha de vencimiento 24 de marzo). Dios usa vasijas débiles. A menudo, los mejores líderes de célula son los más débiles. El orgullo es el principal obstáculo para el liderazgo celular eficaz.

Comparte aquí tus experiencias sobre ver el potencial en cada persona en la célula.

Joel Comiskey

Empowerment through the Gifts of the Spirit

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By Joel Comiskey

In 1995, I was the special guest speaker at a church in Big Bear, California. I had just finished preaching and was standing in the reception area listening to the pastor close the service. I felt a freezing draft of air coming from a window behind me. This particular window was one of those old drop-down windows that had a latch at the top and a thin metal edge surrounding the glass. I used my left hand to unlatch the lever at the top and wham, the window fell downward like a guillotine. It fell so fast that I didn’t have time to remove my right pointer finger. The metal edge sliced right through my finger and I could literally see one end dangling by the bone.

I winced in pain and ran to get some help. Thankfully, a nearby emergency center stitched my finger back together. What a day.

In the following months, I realized afresh how much I needed that right finger to perform even the smallest tasks around the house. My other body parts had to

work overtime to perform even menial tasks. I was painfully reminded that each part of my body is essential.

The Bible tells us that we are part of Christ’s body. Paul the apostle says, “God has combined the members of the body and has given greater honor to the parts that lacked it, so that there should be no division in the body, but that its parts should have equal concern for each other. If one part suffers, every part suffers with it; if one part is honored, every part rejoices with it (1 Corinthians 12: 24–26).

How do you know what part of the body you are? You know by the gift God has given you (1 Corinthians 12). All gifts are necessary for the body to work properly. And no member is inferior to another. Why? Because the way the body works is that those who at first seem inferior are given greater honor, so as to remove the possibility of dissension. We need each other. Your contribution is just as important as the finger to the hand or the leg to the foot. When each of us is using our gift, the body functions normally. The opposite is also true. If a part of the body is not functioning, the rest feel it. We are called to empower each other and build each other up through the gifts of the Spirit.

Today, more than ever, we need to get back to the small group as the primary place to exercise spiritual gifts. It is the most natural atmosphere for everyone to participate and grow as disciples. It is also the most spontaneous and biblical place for the discovery of our spiritual gifts, which enhances ministry and the priesthood of all believers. In the loving atmosphere of a home group, especially where the gifts are working and where the Holy Spirit is operating, people grow in ministry and learn how to serve others.

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Portuguese blog:

Empoderamento Através dos Dons do Espírito Santo

Por Joel Comiskey

Em 1995, eu era o pregador convidado especial em uma igreja em Big Bear, Califórnia. Eu tinha acabado de pregar e estava de pé na área da recepção ouvindo o pastor encerrar o culto. Senti uma corrente de ar congelante vindo de uma janela atrás de mim. Esta janela particular era uma daquelas janelas suspensas antigas que tinham uma trava na parte superior e uma borda fina de metal ao redor do vidro. Eu usei minha mão esquerda para destravar a alavanca no topo e bang, a janela despencou como uma guilhotina. Ela caiu tão rápido que eu não tive tempo para remover o dedo indicador direito. A borda de metal passou direito pelo meu dedo e eu podia literalmente ver uma ponta pendurada pelo osso.

Eu estremeci de dor e corri para conseguir ajuda. Felizmente, havia um pronto-atendimento próximo onde costuraram a ponta do meu dedo novamente. Que dia!

Nos meses seguintes, eu percebi novamente o quanto eu precisava desse dedo para realizar até mesmo as menores tarefas em casa. As outras partes do meu corpo tiveram que trabalhar horas extras para executar as menores tarefas domésticas. Fui lembrado dolorosamente de que cada parte do meu corpo é essencial.

A Bíblia nos diz que nós fazemos parte do Corpo de Cristo.  O apóstolo Paulo diz: “Mas Deus estruturou o corpo dando maior honra aos membros que dela tinham falta, a fim de que não haja divisão no corpo, mas, sim, que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros. Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele” (1 Coríntios 12:24-26).

Como você sabe qual parte do corpo você é? Você sabe pelo dom que Deus lhe deu (1 Coríntios 12). Todos os dons são necessários para que o corpo funcione corretamente. E nenhum membro é inferior ao outro. Por quê? Porque a maneira como o corpo funciona é que aqueles que a princípio parecem inferiores recebem maior honra, de modo a remover a possibilidade de dissensão. Nós precisamos um do outro. Sua contribuição é tão importante quanto o dedo para a mão ou a perna para o pé. Quando cada um de nós está usando nosso dom, o corpo funciona normalmente. O oposto também é verdade. Se uma parte do corpo não está funcionando, o resto sente. Somos chamados a fortalecer uns aos outros e a construir uns aos outros através dos dons do Espírito.

Hoje, mais do que nunca, precisamos voltar ao pequeno grupo como o principal lugar para exercitar os dons espirituais. É a atmosfera mais natural para que todos participem e cresçam como discípulos. É também o lugar mais espontâneo e bíblico para a descoberta de nossos dons espirituais, o que aumenta o ministério e o sacerdócio de todos os crentes. Na atmosfera amorosa de um grupo doméstico, especialmente onde os dons estão funcionando e onde o Espírito Santo está operando, as pessoas crescem no ministério e aprendem a servir aos outros.

Spanish blog:

Ministrando a través de los Dones del Espíritu

por Joel Comiskey

En 1995, yo era el invitado especial en una iglesia ubicada en Big Bear (Gran Oso), California.  Acababa de predicar y estaba parado en el área de recepción escuchando al pastor finalizar el servicio. Sentí una corriente fría que venía de la ventana atrás de mí. Esta ventana en particular, era de esas viejas ventanas que se suben y bajan, que tienen encima un seguro y un borde de metal delgado que rodea el vidrio. Usé mi mano izquierda para quitar el seguro y de golpe la ventana cayó como una guillotina. Cayó con tanta rapidez que no tuve tiempo de quitar mi dedo índice derecho. El filo de metal rebanó la punta de mi dedo y podía ver literalmente la punta del dedo colgando del hueso.

Me estremecí de dolor y corrí por ayuda. Gracias a Dios, muy cerca había un Centro de Emergencias donde me cocieron el dedo en su puesto. Qué día fue ese.

En los próximos meses, pude darme cuenta nuevamente cuánto necesitaba mi dedo derecho para realizar aún las tareas más pequeñas en la casa. Mis otras partes del cuerpo tuvieron que trabajar el doble para  realizar aún ínfimas tareas. El dolor me recordaba que cada parte de mi cuerpo es importante.

La Biblia nos dice que somos parte del cuerpo de Cristo. Todos dependemos el uno del otro bajo Cristo. Pablo el Apóstol dice: “Así Dios ha dispuesto los miembros de nuestro cuerpo, dando mayor honra a los que menos tenían, a fin de que no haya división en el cuerpo, sino que sus miembros se preocupen por igual unos por otros. Si uno de los miembros sufre, los demás comparten su sufrimiento; y si uno de ellos recibe honor, los demás se alegran con él”. (1 Corintios 12: 24–26).

¿Cómo sabes qué parte del cuerpo eres tú? Lo puedes saber a través del don que Dios te ha dado (1 Corintios 12). Todos los dones son necesarios para que el cuerpo funcione apropiadamente. Y ninguno de los miembros es inferior a los otros. ¿Por qué? Porque la manera en que funciona el cuerpo es que a aquellos que en principio parecen inferiores les es dado mayor honra, a fin de eliminar la posibilidad de discordia entre ellos. Efesios 4 lo dice de esta manera: “Más bien, al vivir la verdad con amor, creceremos hasta ser en todo como aquel que es la cabeza, es decir, Cristo.  Por su acción todo el cuerpo crece y se edifica en amor, sostenido y ajustado por todos los ligamentos, según la actividad propia de cada miembro”. (Efesios 4:15–16).

Nos necesitamos los unos a los otros. Tu contribución es tan importante como lo es el dedo para la mano, o la pierna para el pie. El cuerpo funciona normalmente cuando cada uno de nosotros utilizamos nuestro don. También es cierto que no funciona bien cuando sucede lo contrario. Si una parte del cuerpo no está funcionando, el resto del cuerpo se percata de ello. Reunirnos tanto en la célula (grupo pequeño) como en la celebración (grupo grande) es necesario para poder utilizar los dones y ministrarnos los unos a los otros. Hebreos 10:25 dice: “No dejemos de congregarnos, como acostumbran hacerlo algunos, sino animémonos unos a otros, y con mayor razón ahora que vemos que aquel día se acerca”.

Conducting the Choir

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By Joel Comiskey

I was once part of a choir in Long Beach, California at a church called Shekinah Fellowship.  I sang in the tenor section. The choir attendance varied, but for special occasions there might have been 100 people singing.  Our special song was the hallelujah chorus. As part of the tenor section, I had to know exactly when to come in, the words to sing, and what notes to hit. I would have failed miserably without  a conductor to guide the process.  The Shekinah conductor,  Kelly Green,  did a superb job of guiding us. However, Kelly did not sing. Rather, his job was to make sure that each part of the choir–soprano, alto, tenor, and base—hit the right notes and came in at the right time.

The cell facilitator is a lot like the conductor of a choir. His or her job is not to sing. He is called to conduct those who are singing. Kelly Green was an excellent singer, but as a conductor, he knew his role was to empower others to sing.

Like members of a choir, each cell member has a role.  The cell leader’s job is to empower each member to use his or her talents for God’s glory and to allow the Holy Spirit to mature each person in the process.

I currently lead a cell group, but my goal is to get others to participate. In fact, I ask the members to rotate each month with the icebreaker, lesson time, worship, and witness. I fill in the blanks. Yes, some do a better job than others, but my goal isn’t perfection among the members—it’s growth and maturity. My job is to empower each one to become a minister of Jesus Christ. When the group multiplies, each person will be fully able to lead each part of the cell.

The root definition of facilitator is to make easy. The synonym empower helps clarify what an effective leader does best. The facilitator is the group’s servant, empowering the members to enjoy God and each other. Rather than lording over the group, the facilitator washes their feet, ministering to them at every opportunity.

Robert Wuthnow, who along with George Gallup conducted a national research project on small groups, writes,  “Leaders . . . function best when they are sensitive to the dynamics of the group, steer the discussion, encourage members to participate, and help to keep things running smoothly rather than dominating the discussion themselves” (Sharing the Journey, p. 267)

Perhaps you are called to teach or preach.  Look for opportunities to use your gifts. Just remember that the cell meeting is not one of those occasions. Your job is to kindle participation among the group members and to empower each person to become a disciple of Jesus Christ.

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Portuguese blog:

Conduzindo o Coral

Por Joel Comiskey

Eu fui uma vez parte de um coral em Long Beach, Califórnia, em uma igreja chamada Shekinah Fellowship. Eu cantei na seção de tenor. A frequência do coral variava, mas para ocasiões especiais podia haver 100 pessoas cantando. Nossa canção especial era o coro de aleluia. Como parte da seção de tenor, eu tinha que saber exatamente quando entrar, as palavras para cantar, e que notas a atingir. Eu teria falhado miseravelmente sem um condutor para orientar o processo. O maestro de Shekinah, Kelly Green, fez um excelente trabalho de nos guiar. No entanto, Kelly não cantava. Em vez disso, seu trabalho era garantir que cada parte do coral – soprano, alto, tenor e base – atingisse as notas certas e entrassem no momento certo.

O facilitador de célula é muito parecido com o condutor de um coral. O trabalho dele ou dela não é cantar. Ele é chamado para conduzir aqueles que estão cantando. Kelly Green era um excelente cantor, mas como um maestro, ele sabia que seu papel era capacitar os outros a cantar.

Como membros de um coral, cada membro da célula tem um papel. O trabalho do líder da célula é capacitar cada membro a usar seus talentos para a glória de Deus e permitir que o Espírito Santo amadureça cada pessoa no processo.

Eu atualmente lidero um grupo de célula, mas meu objetivo é conseguir que outros participem. Na verdade, peço aos membros para alternarem cada mês com o quebra-gelo, momento da palavra, adoração e testemunho. Preencho os espaços em branco. Sim, alguns fazem um trabalho melhor do que outros, mas meu objetivo não é perfeito entre cada membro – é crescimento e maturidade. Meu trabalho é capacitar cada pessoa para se tornar um ministro de Jesus Cristo. Quando o grupo se multiplica, cada pessoa será totalmente capaz de liderar cada parte da célula.

Na raiz, a definição de facilitador é tornar mais fácil. O sinônimo capacitar ajuda a esclarecer o que um líder eficaz faz melhor. O facilitador é o servo do grupo, capacitando os membros a desfrutar de Deus e uns aos outros. Ao invés de dominar o grupo, o facilitador lava seus pés, ministrando a eles em todas as oportunidades.

Robert Wuthnow, que juntamente com George Gallup conduziu um projeto de pesquisa nacional sobre pequenos grupos, escreve: “Líderes. . . Funcionam melhor quando são sensíveis às dinâmicas do grupo, orientam a discussão, encorajam os membros a participarem e ajudam a manter as coisas funcionando sem problemas, em vez de dominar a discussão “(Sharing the Journey, p.267)

Talvez você seja chamado para ensinar ou pregar. Procure oportunidades para usar seus dons. Apenas lembre-se que a reunião celular não é uma dessas ocasiões. Seu trabalho é estimular a participação entre os membros do grupo e capacitar cada pessoa para se tornar um discípulo de Jesus Cristo.

Spanish blog:

Conduciendo el Coro

Por Joel Comiskey

Yo formé parte de un coro en Long Beach, California, en una iglesia llamada Shekinah Fellowship. Yo cantaba en la sección de tenor. La asistencia del coro varió, pero para ocasiones especiales había 100 personas cantando. Nuestra canción especial fue el estribillo de aleluya. Como parte de la sección de tenor, tenía que saber exactamente cuándo entrar, las palabras a cantar, y qué notas tocar. Habría fallado miserablemente sin un conductor que me guiara en el proceso. El director de Shekinah, Kelly Green, hizo un excelente trabajo en guiarnos. Sin embargo, Kelly no cantaba. Más bien, su trabajo consistía en asegurarse de que cada parte del coro – soprano, alto, tenor y base – golpeara las notas correctas y entraba en el momento adecuado.

El facilitador celular es muy parecido al director de un coro. Su trabajo no es cantar. El es llamado a conducir a los que están cantando. Kelly Green era un excelente cantante, pero como director de orquesta, sabía que su papel era capacitar a otros a cantar.

Al igual que los miembros de un coro, cada miembro de la célula tiene un papel. El trabajo del líder de la célula es capacitar a cada miembro para usar sus talentos para la gloria de Dios y para permitir que el Espíritu Santo madure a cada persona en el proceso.

Actualmente dirijo un grupo celular, pero mi meta es conseguir que otros participen. De hecho, les pido a los miembros que giren cada mes con el rompehielos, el tiempo de lección, la adoración y el testimonio. Yo lleno los espacios en blanco. Sí, algunos hacen un trabajo mejor que otros, pero mi meta no es perfecta entre cada miembro: es crecimiento y madurez. Mi trabajo es capacitar a cada persona para que se convierta en un ministro de Jesucristo. Cuando el grupo se multiplica, cada persona será plenamente capaz de dirigir cada parte de la célula.

La definición de raíz de facilitador es facilitar. El sinónimo de poder ayudar a clarificar lo que un líder eficaz hace mejor. El facilitador es el siervo del grupo, capacitando a los miembros para disfrutar de Dios y de los demás. En vez de dominar al grupo, el facilitador se lava los pies, ministrándolos a cada momento.

Robert Wuthnow, quien junto con George Gallup dirigió un proyecto nacional de investigación sobre pequeños grupos, escribe: “Líderes. . . Funcionan mejor cuando son sensibles a la dinámica del grupo, dirigen la discusión, animan a los miembros a participar y ayudan a que las cosas funcionen sin problemas en lugar de dominar la discusión ellos mismos “(Sharing the Journey, página 267)

Tal vez usted está llamado a enseñar o predicar. Busque oportunidades para usar sus dones. Sólo recuerde que la reunión celular no es una de esas ocasiones. Su trabajo es encender la participación entre los miembros del grupo y capacitar a cada persona para que sea un discípulo de Jesucristo.

Joel

Our Group or Your Group?

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By Joel Comiskey

People want to go to our group–not your group. The groups that thrive practice shared ownership. If the leader does everything, the group will flounder.

This is one of the “surprising discoveries” from the research of 1800 small group leaders that Jim Egli and I conducted in 2016 and that will be published in our 2017 book called Groups that Thrive: 7 Surprising Discoveries about Life-giving Small Groups. The new research adds to Egli’s previous investigation of over 3,000 cell leaders and dives deeper into the small group itself–what does or does not make a healthy, thriving small group. The one ingredient that stood above the other key factors was empowerment. The six other discoveries were important but empowering each member was the crucial factor. If the members are actively participating, the group moves from being owned by the leader to the members–and the result is a thriving cell group.

Kim and Kim Cole love cell ministry and have been part of one since York Alliance Church began their transition in the late 1980s. They’ve also multiplied their cell many times. I visited their group several years ago and was surprised that they did not lead the lesson, nor any part of the group. I found out later that it wasn’t their turn. Others led the ice-breaker, worship, and lesson. During the refreshment time I asked them why they weren’t leading, and they told me that the members rotate each month in leading the different parts of the group. The people owned the group. They didn’t see it as Cole’s group; it was their group.

One of the key reasons why Kim and Kim Cole have multiplied their group so many times is because members feel empowered. The fact is that people want to be involved. It’s not the group of one person; it’s everyone’s group. The leader does a great disservice by doing too much and trying to control the group.

Small groups, in fact, are the perfect setting for everyone to participate and grow. Jesus chose this atmosphere and the early church thrived in the house church setting for several centuries. Converting members into ministers is a biblical theme. Scripture says that each believer is a priest of the living God (Revelation 1:6), has at least one spiritual gift (1 Peter 4:9), and is a minister (Ephesians 1:4-5).
Empowering your members will create group ownership and turn your group into a healthy, dynamic one.

In the month of February, we’ll talk about what it means to help your group take ownership.

  • February 05-11: Biblical base for empowering each member. Since biblical small groups make disciples, the best way for this to happen is to give people responsibilities and then monitor how they do. Jesus Christ modeled this by allowing his disciples to interact, ask questions, and giving them responsibility.
  • February 12-18: Steps to help people to get involved. Effective cell leaders proactively ask people to get involved in each part of the cell group. They offer lots of encouragement and some private correction. The best cell leaders function more as coaches because they are committed to empowering each member.
  • February 19-25: The gifts of the Spirit and people’s involvement. The context for all the gift passages is the small group or house church. Effective cell leaders empower each member by helping each one identify his or her spiritual gift and then use it inside and outside of the group.
  • February 26-March 04: The fruit of empowering people is multiplication. Giving birth to new groups is the result of turning members into ministers through active involvement. Members are ready to form new teams when they are confident in leading each part of the group, operating in their gifts, and have completed the church-wide equipping.

What are doing to empower the members of your group. In what areas do you need to improve? Share your experiences here.

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Portuguese blog:

Nosso Grupo ou Seu Grupo?

Por Joel Comiskey

As pessoas querem ir ao nosso grupo – não ao seu grupo. Os grupos que prosperam praticam a propriedade compartilhada. Se o líder faz tudo, o grupo vai tropeçar.

Esta é uma das “descobertas surpreendentes” da pesquisa de 1800 líderes de pequenos grupos que Jim Egli e eu realizamos em 2016 e que será publicada no nosso livro de 2017 intitulado Groups that Thrive: 7 Surprising Discoveries about Life Giving Small Groups (7 Descobertas Surpreendentes sobre Pequenos Grupos Prósperos). A pesquisa nova acrescenta à investigação anterior de Egli sobre mais de 3.000 líderes de célula e mergulha mais profundamente na questão do pequeno grupo – o que faz ou não um pequeno grupo ser saudável e próspero. O ingrediente principal que estava acima dos outros fatores-chave foi o empoderamento/capacitação. As outras seis descobertas também se mostraram importantes, mas o empoderamento de cada membro era o fator crucial. Se os membros estão participando ativamente, o grupo deixa de ser possuído pelo líder e passa a ser dos membros – e o resultado é uma célula próspera.

Kim e Kim Cole adoram o ministério celular e fazem parte dele desde que a York Alliance Church começou sua transição no final da década de 1980. Eles também multiplicaram sua célula muitas vezes. Eu visitei a célula há muitos anos e fiquei surpreso ao ver que eles não lideravam a palavra, nem qualquer parte do grupo. Descobri mais tarde que não era a vez deles. Outros lideravam o quebra-gelo, a adoração e a palavra. Durante o tempo de comunhão, perguntei-lhes por que eles não estavam liderando, e eles me disseram que os membros rodiziam a cada mês na liderança das diferentes partes do grupo. As pessoas eram donas do grupo. Elas não o viam como o grupo do Cole; Era o grupo delas.

Uma das principais razões pelas quais Kim e Kim Cole multiplicaram sua célula tantas vezes é porque os membros se sentem fortalecidos. O fato é que as pessoas querem se envolver. Não é o grupo de uma pessoa; é o grupo de todos. O líder faz um grande desserviço fazendo tudo e tentando controlar o grupo.

Os pequenos grupos, na verdade, são o cenário perfeito para todos participarem e crescerem. Jesus escolheu essa atmosfera e a Igreja Primitiva floresceu no contexto da igreja doméstica durante vários séculos. Converter os membros em ministros é um tema bíblico. As Escrituras dizem que cada crente é um sacerdote do Deus vivo (Apocalipse 1:6), tem pelo menos um dom espiritual (1 Pedro 4:9) e é um ministro (Efésios 1:4-5).

Capacitar seus membros vai criar uma propriedade de grupo e fazer com que sua célula fique saudável e dinâmica.

No mês de fevereiro, falaremos sobre o que significa ajudar seu grupo a tomar posse. Se você gostaria de receber os blogs de fevereiro por e-mail, clique aqui. Aqui estão os temas que abordaremos em fevereiro:

  • 05 a 11 de fevereiro: Base bíblica para capacitar cada membro. Desde que os pequenos grupos bíblicos fazem discípulos, a melhor maneira de isso acontecer é dar às pessoas responsabilidade e, em seguida, monitorar como elas fazem. Jesus Cristo modelou isso permitindo que seus discípulos interagissem, fizessem perguntas e dando responsabilidade a eles.
  • 12 a 18 de fevereiro: Passos para ajudar as pessoas a se envolverem. Líderes de célula efetivos são proativos e pedem que as pessoas se envolvam em cada parte da célula. Eles oferecem muito encorajamento e algumas correções em particular. Os melhores líderes funcionam mais como treinadores, porque eles estão empenhados em capacitar cada membro.
  • 19 a 25 de fevereiro: Os dons do Espírito e o envolvimento das pessoas. O contexto em todas as passagens bíblicas de dons é o pequeno grupo ou a igreja doméstica. Líderes de células eficazes capacitam cada membro ajudando cada um a identificar seu dom espiritual e depois a usá-lo dentro e fora do grupo.
  • 26 de fevereiro a 04 março: O fruto de capacitar as pessoas é a multiplicação. Dar à luz novos grupos é o resultado de transformar os membros em ministros através de um envolvimento ativo. Os membros estão prontos para formar novas equipes quando estiverem confiantes em liderar cada parte do grupo, operando em seus dons e completando o equipamento de toda a igreja.

O que você está fazendo para capacitar os membros de sua célula? Em quais áreas você precisa melhorar? Compartilhe suas experiências aqui.

Spanish blog:

¿Nuestro Grupo o Tu Grupo?

por Joel Comiskey

La gente quiere ir a “nuestro” grupo – no a “tu” grupo. Los grupos que prosperan practican la propiedad compartida. Si el líder lo hace todo, el grupo va a trastabillar.

Este es uno de los “descubrimientos sorprendentes” de la investigación de 1800 líderes de grupos pequeños que Jim Egli y yo llevamos a cabo en el 2016 y que será publicada en nuestro libro del 2017 titulado: Groups that Thrive: Seven Surprising Discoveries about Life-Giving Small Groups (Grupos que Prosperen: 7 Descubrimientos Sorprendentes sobre Grupos Pequeños que Dan Vida) La nueva investigación se suma a la investigación previa de Egli de más de 3,000 líderes celulares y profundiza más en el grupo pequeño- lo que hace o no hace a un grupo pequeño, sano y próspero. El ingrediente que resaltó por encima de los otros factores claves fue el empoderamiento. Los otros seis descubrimientos sorpresa fueron importantes, pero el empoderamiento de cada miembro fue el factor crucial. Si los miembros están participando activamente, el grupo pasa de ser propiedad del lí­der, a ser de todos los miembros – y el resultado es un grupo celular próspero.

Kim y Kim Cole aman el ministerio celular y han sido parte del mismo desde que la Iglesia de la Alianza York comenzó su transición a finales de los años 80. También han multiplicado su célula muchas veces. Visité su grupo hace varios años y me sorprendió que no impartieran la lección, ni participaran en ninguna parte de la reunión. Descubrí más tarde que no era su turno. Otros dirigieron el rompehielos, la adoración y la lección. Durante el tiempo del refrigerio les pregunté por qué no estaban dirigiendo, y me dijeron que los miembros se rotan cada mes para dirigir las diferentes partes de la reunión. El grupo les pertenece a las personas. No lo veían como el grupo de Cole; era su grupo.

Una de las razones clave por las que Kim y Kim Cole han multiplicado su grupo tantas veces es porque los miembros se sienten empoderados. El hecho es que la gente quiere involucrarse. No es el grupo de una persona; es el grupo de todos. El líder hace un gran “des servicio” haciendo demasiado y tratando de controlar al grupo.

Los grupos pequeños, de hecho, son el escenario perfecto para que todos participen y crezcan. Jesús escogió esta atmósfera y la iglesia primitiva prosperó en la iglesia de las casas durante varios siglos. Convertir a los miembros en ministros es un tema bíblico. La Escritura dice que cada creyente es un sacerdote del Dios viviente (Apocalipsis 1: 6), tiene al menos un don espiritual (1 Pedro 4: 9), y es ministro (Efesios 1: 4-5).

El empoderamiento de tus miembros creará en ellos el sentido de que el grupo les pertenece y convertirá a tu grupo en uno sano y dinámico.

En el mes de febrero, hablaremos de lo que significa ayudar a tu grupo a apropiarse del grupo.

  • Febrero 05-11: Base bíblica para empoderar a cada miembro. Dado que los grupos pequeños bíblicos hacen discípulos, la mejor manera para hacer que esto suceda es darles responsabilidades a las personas y luego monitorearlas para ver cómo lo hacen. Jesucristo nos modeló esto permitiendo a sus discípulos interactuar, hacer preguntas y dándoles responsabilidades.
  • Febrero 12 -18: Pasos para ayudar a las personas a involucrarse. Los líderes celulares eficaces piden proactivamente a las personas que se involucren en cada parte del grupo celular. Ofrecen mucho ánimo y alguna corrección en privado. Los mejores líderes celulares funcionan más como entrenadores porque están comprometidos con el empoderamiento de cada miembro.
  • Febrero 19-25: Los dones del Espíritu y el involucramiento de las personas. El contexto para todos los pasajes de los dones es el grupo pequeño o la iglesia en las casaa. Los líderes celulares eficaces capacitan a cada miembro ayudando a cada uno a identificar su don espiritual y luego a utilizarlo dentro y fuera del grupo.
  • 26 de febrero – 04 de marzo: El fruto de empoderar a las personas es la multiplicación. Dar a luz a nuevos grupos es el resultado de convertir a los miembros en ministros a través de la participación activa. Los miembros están listos para formar nuevos equipos cuando se sienten seguros de dirigir cada parte del grupo, de operar sus dones, y cuando han completado todo el equipamiento de la iglesia.

¿Qué están haciendo para empoderar a los miembros de su grupo? ¿En qué áreas necesitas mejorar? Comparte tus experiencias aquí­.

Joel

Mistakes in Youth Cell Ministry

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

We think of Peter as the great apostle and leader in the early church, but we forget how he arrived at that place. One key reason is that he was willing to step out of the boat and try. Yes, he failed. He sank. But at least he tried. There were eleven bigger failures sitting in the boat. The worst failure is not to sink but to fail to get out of the boat. We all make mistakes (James 3:2). The key to success is to learn from mistakes and not to allow discouragement of mistakes to take control.

Conflict with the Lead Pastor

Although team ministry is the norm of the New Testament, one person has to be responsible to make the final call. In the local church, this person is the lead pastor. Yes, there’s always the possibility that the youth pastor plants a new church and assumes the lead pastor role, but until that happens, the youth pastor must be fully supportive and encouraging of the lead pastor’s vision.

Youth workers can falter when they expect too much attention, more money, or begin to gossip about the “problems in the church.” By demanding attention and complaining for the lack of it, the youth leader is opening up the door to a quick departure.

Being Overly Concerned about Size

Jesus attracted crowds but he was seeking long-term personal commitments (Mt 23:37), not temporary relief because of the miracles he performed.  Unless the crowd embraces core biblical truths, true discipleship rarely happens. The reality is that there is no direct correlation between crowd size and whether those in the crowd are becoming disciples of Jesus.

Often youth ministries are bent on maximizing Disney-like experiences. Everything needs to be perfectly synced to ensure that people come back. The planning shouts loudly that there is one goal in mind: attract and keep young people in the youth service.

If the size of the crowd is the goal, the youth leader can easily revert to programs rather than to developing disciples. Large events do have their place, but they should never be a substitute for intentional discipleship. The youth worker needs to always remember that the primary motivation is fulfilling the Great Commission to make disciples who make disciples.

Not Working with Parents

If those in youth ministry plan to effectively minister to students over the long-haul, they need to humbly ask parents to be involved in the process. After all, the primary youth ministers are not church workers; they are parents.

Parents have a head-start in teaching their children from an early age through devotions, Bible memorization, and especially exemplifying the Christian life in a meaningful way.

Lack of Consistency

Youth pastors tend to come and go. They’re ready to change the world, but then they may  leave just as quickly because a new, better opportunity opens up somewhere else. Those who are effective with youth stay long enough to get to know the youth, gain their trust, and have significant ministry time with the same youth. It takes a while for the youth to develop a meaningful relationship with the youth minister.

Not Praying

The reality is that youth ministry is spiritual warfare. Satan and his demonic following would prefer that the church not prioritize youth. The enemy of our souls does not want to see youth formed by the Spirit of God. If the church is not praying, the battle will be too fierce, the devil will deceive too readily. We must not forget the importance of prayer. It is all important.

Only through prayer can the church break down cultural resistance and live New Testament lifestyles in community with one another. Only through prayer and an emphasis on spirituality will members be willing to dedicate volunteer time to prepare the future generation now.

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Erros no Ministério Celular de Jovens

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Nós pensamos em Pedro como o grande apóstolo e líder na Igreja Primitiva, mas esquecemos como ele chegou a esse lugar. Uma das principais razões é que ele estava disposto a sair do barco e tentar. Sim, ele falhou. Ele afundou. Mas pelo menos ele tentou. Havia onze grandes fracassos sentados no barco. O pior fracasso não é afundar, mas não conseguir sair do barco. Todos nós cometemos erros (Tiago 3: 2). A chave para o sucesso é aprender com os erros e não permitir que o desencorajamento por conta dos erros tome conta.

Conflito com o Pastor Presidente

Embora o ministério em equipe seja a norma do Novo Testamento, uma pessoa tem que ser responsável por tomar a decisão final. Na igreja local, esta pessoa é o pastor presidente. Sim, existe sempre a possibilidade de o pastor de jovens plantar uma nova igreja e assumir o papel de pastor presidente, mas até que isso aconteça, o pastor de jovens deve ser totalmente solidário e encorajador da visão do pastor principal.

Os obreiros de jovens podem vacilar quando esperam muita atenção, mais dinheiro, ou começam a fofocar sobre os “problemas na igreja”. Ao exigir atenção e queixar-se da falta dela, o líder de jovens está abrindo a porta para um afastamento rápido.

Se Preocupar Excessivamente com o Tamanho

Jesus atraía multidões, mas ele estava buscando compromissos pessoais de longo prazo (Mt 23:37), não um alívio temporário por causa dos milagres que ele realizava. A menos que a multidão abrace as verdades bíblicas básicas, o verdadeiro discipulado raramente acontece. A realidade é que não há correlação direta entre o tamanho da multidão e se aqueles na multidão estão se tornando discípulos de Jesus.

Muitas vezes, os ministérios de jovens estão empenhados em maximizar as experiências do tipo Disney. Tudo precisa ser perfeitamente sincronizado para garantir que as pessoas voltem. O planejamento grita em voz alta que há um objetivo em mente: atrair e manter os jovens no culto de jovens.

Se o tamanho da multidão é a meta, o líder da juventude pode facilmente se voltar para os programas, em vez de se preocupar em desenvolver discípulos. Os grandes eventos têm seu lugar, mas nunca devem ser um substituto para o discipulado intencional. A pessoa que trabalha com jovens precisa sempre lembrar que a principal motivação é cumprir a Grande Comissão para fazer discípulos que fazem discípulos.

Não Trabalhar com os Pais

Se as pessoas envolvidas no ministério de jovens planejam ministrar efetivamente aos estudantes a longo prazo, elas necessitam pedir humildemente que os pais estejam envolvidos no processo. Afinal, os primeiros ministros de jovens não são obreiros da igreja; eles são pais.

Os pais têm uma vantagem em ensinar seus filhos desde cedo através de devocionais, memorização da Bíblia e especialmente exemplificando a vida cristã de uma maneira significativa.

Falta de Consistência

Pastores de jovens tendem a ir e vir. Eles estão prontos para mudar o mundo, mas podem sair muito rapidamente porque uma nova e melhor oportunidade se abre em outro lugar. Aqueles que são eficazes com os jovens ficam o tempo suficiente para conhecer os jovens, ganhar sua confiança e ter um tempo significativo de ministração com eles. Demora um pouco para que a juventude desenvolva um relacionamento significativo com o ministro de jovens.

Falta de Oração

A realidade é que o ministério de jovens é uma guerra espiritual. Satanás e seus seguidores demoníacos prefeririam que a igreja não priorizasse os jovens. O inimigo de nossas almas não quer ver a juventude formada pelo Espírito de Deus. Se a igreja não está orando, a batalha será muito feroz, o diabo vai enganar rapidamente. Não devemos esquecer a importância da oração. Ela é totalmente importante.

Somente através da oração a igreja pode quebrar a resistência cultural e viver os estilos de vida do Novo Testamento em comunidade uns com os outros. Somente através da oração e da ênfase na espiritualidade os membros estarão dispostos a dedicar tempo voluntário para preparar agora a geração futura.

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Errores en el Ministerio Celular Juvenil

Por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.”

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Pensamos en Pedro como el gran apóstol y líder de la iglesia primitiva, pero nos olvidamos de cómo llegó a ese lugar. Una razón clave es que estaba dispuesto a salir del barco y probar. Sí, fracasó. Se hundió. Pero al menos lo intentó. Había once fracasos mayores sentados en el bote. El peor fracaso no es hundirse, sino fracasar en salir del barco. Todos cometemos errores (Santiago 3: 2). La clave del éxito es aprender de los errores y no permitir que el desaliento de los errores tome el control.

Conflictos con el Pastor Principal

Aunque el ministerio de equipo es la norma del Nuevo Testamento, una persona tiene que ser responsable de tomar la decisión final. En la iglesia local, esta persona es el pastor principal. Sí, siempre existe la posibilidad de que el pastor de jóvenes plante una nueva iglesia y asuma el papel de pastor principal, pero hasta que eso suceda, el pastor de jóvenes debe ser totalmente de apoyo y aliento a la visión del pastor principal.

El pastor principal tiene muchas preocupaciones y cargas. No es el deber del que trabaja con los jóvenes sumar a esas preocupaciones. El pastor principal ha adoptado al que trabaja con los jóvenes como parte de su equipo y esa inversión no debe ser gravosa.

Estar Demasiado Preocupado Respecto al Tamaño

Jesús atrajo multitudes, pero él estaba buscando compromisos personales a largo plazo (Mateo 23:37), no un alivio temporal debido a los milagros que realizaba. A menos que la multitud abrace las verdades bíblicas básicas, el verdadero discipulado rara vez sucede. La realidad es que no hay correlación directa entre el tamaño de la multitud y si los que están en la multitud se están convirtiendo en discípulos de Jesús.

Jesús ministró a la multitud, pero se concentró en su pequeño grupo de discípulos. A menudo, los ministerios de jóvenes se empeñan en maximizar las experiencias al estilo Disney. Todo necesita estar perfectamente sincronizado para asegurar que la gente regrese. La planificación grita en voz alta que hay un objetivo en mente: atraer y mantener a los jóvenes en el servicio juvenil.

Si el tamaño de la multitud es el objetivo, el líder de jóvenes puede fácilmente volverse a los programas en lugar de preparar discípulos. Los grandes eventos tienen su lugar, pero nunca deben ser un sustituto del discipulado intencional. El que trabaja con jóvenes debe recordar siempre que la principal motivación es cumplir con la Gran Comisión de hacer discípulos que hagan discípulos.

No Trabajar con los Padres

Si los que están en el ministerio juvenil planean ministrar efectivamente a los estudiantes a largo plazo, ellos necesitan pedir humildemente a los padres que se involucren en el proceso. Después de todo, los principales ministros de jóvenes no son los trabajadores de la iglesia; son los padres.

Los padres tienen una ventaja en la enseñanza de sus hijos desde temprana edad a través de devocionales, la memorización de la Biblia, y especialmente de ejemplificar la vida cristiana de una manera significativa.

Y los padres son de gran ayuda en el ministerio juvenil, si están dispuestos a desarrollar relaciones con los jóvenes, respetar a los jóvenes en su proceso de desarrollo, y entrar en su mundo.

Falta de Consistencia

Los pastores juveniles tienden a ir y venir. Están listos para cambiar al mundo, pero entonces pueden irse rápidamente porque una oportunidad nueva y mejor se abre en otro lugar. Aquellos que son eficaces con los jóvenes permanecen el tiempo suficiente para conocer a los jóvenes, ganar su confianza y tener un tiempo significativo de ministerio con los mismos jóvenes. Toma tiempo para que los jóvenes desarrollen una relación significativa con el ministro de jóvenes.

La consistencia es más importante que la personalidad. En lugar de tratar de ser alguien más, los ministros de jóvenes fructíferos y consistentes eligen ser ellos mismos. Aquellos que ministran a los jóvenes necesitan estar dispuestos a ser transparentes y a expresar sus propias emociones.

No Orar

Los ministerios de jóvenes que priorizan la oración comprenden que sólo Dios puede hacer discípulos de la próxima generación. Es un mito confiar sólo en libros, técnicas, o incluso en la experiencia en el desarrollo de la juventud. Sólo Dios puede proporcionar crecimiento y protección sostenidos. El compromiso con la oración nos permite confiar en Dios mismo para sabiduría y dirección. Nos enseña a depender de él para descubrir la mejor manera de preparar a la juventud o para conseguir que los padres participen.

Sólo mediante la oración puede la iglesia romper la resistencia cultural y vivir los estilos de vida del Nuevo Testamento en comunidad unos con otros. Sólo a través de la oración y un énfasis en la espiritualidad estarán los miembros dispuestos a dedicar tiempo voluntario para preparar a la futura generación hoy.

Aquellos que dirigen a los jóvenes y preparan a la siguiente generación necesitan poseer la característica esencial de la dependencia de Dios, junto con el conocimiento y la práctica diligente de la oración. Otras características de liderazgo pueden ayudar, pero la espiritualidad es el requisito principal.

Nuts and Bolts of Student-Led Cells

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Youth-led cell groups meet for approximately 1.5 hours. Some might stay longer, but it’s important to have a start and stop time. The meeting normally includes:

  • Ice-breaker. This is an open ended, interesting question that gets students talking and getting to know each other.
  • Lesson. Most youth-led cell groups follow an adaptation of the pastor’s message. Ted Stump, on the other hand, has developed some one hundred youth topics, which include open ended questions, discussions, testimonies, and application to the needs of youth today.
  • Ministry time. Students apply what they have learned during the ministry time. God’s Word speaks to each person and transformation is the goal.

The best youth cells are dynamic and fun. Ice-breakers, the application of God’s Word based on questions, worshipping Jesus and allowing him to speak through each person characterize great youth cells.

Over the years, Ted Stump has become increasingly convinced of the need to prioritize the Spirit’s working in student-led cells. He longs to see healing take place among the students as they pray for one another. He said, “If I could do it all over again, I would spend more time equipping people in the gifts of the Spirit. At this time in my life, I am re-thinking everything and want to emphasize worship and the gifts of the Spirit in an ever-increasing way.

Ted Stump, like many others, has become convinced that young people need to hear and respond to the Holy Spirit in cell ministry.

Group evangelism is most effective when people feel comfortable. This is part of the reason why the majority of youth cells meet in homes. Meeting in homes has the advantage of:

  • Homes are more comfortable, whereas building space is more academic.
  • Homes get families involved. When the student group is in the home, it gives opportunity for the adults to host the group and sometimes coach the youth leaders.
  • Home groups allow more pastoral responsibility for the volunteers.
  • Home groups lessen the driving distance, are more accessible to students, and allow for different meeting nights. Doug Fields, former youth minister at Saddleback Community Church, says, “The strategic positioning of our meeting places throughout the community allows us to reach more students who can’t get a ride to the church property. Meeting in the homes also gives us the freedom to have alternate meeting nights and times.”

Apart from home meetings, some youth will meet in coffee houses, parks, office buildings, and campuses. Some of the most life-changing cell groups in the church I helped plant in Ecuador met at universities. At one time the Republic Church had over thirty cells meeting on university campuses in Quito, Ecuador.

Some youth groups have taken the first step of transition to small groups by breaking up in smaller groups within the church after the larger youth meeting, but this should only be a transitioning step, rather than the norm or ultimate goal. The goal is to meet in groups outside the church building to penetrate a lost world. Like the early Church, youth cells take the gospel where youth live, study, and play.

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O Bê-á-bá das Células Lideradas por Jovens

Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Células lideradas por jovens se reúnem por aproximadamente 1h30min. Algumas podem levar mais tempo, mas é importante ter um horário de início e de fim. A reunião normalmente inclui:

  • Quebra-gelo. Consiste em uma pergunta aberta, interessante que faz com que os alunos falem e conheçam uns aos outros;
  • Lição. A maioria das células lideradas por jovens seguem uma adaptação da mensagem do pastor. Ted Stump, por outro lado, desenvolveu uma centena de tópicos para jovens, que incluem perguntas abertas, discussões, testemunhos e aplicação às necessidades da juventude atualmente;
  • Tempo de ministração. Os alunos aplicam o que aprenderam durante o tempo de ministração. A Palavra de Deus fala a cada pessoa e a meta é a transformação.

As melhores células de jovens são dinâmicas e divertidas. O quebra-gelo, a aplicação da Palavra de Deus baseada em perguntas, a adoração a Jesus e permitir que Ele fale através de cada pessoa caracterizam ótimas células de jovens.

Ao longo dos anos, Ted Stump tornou-se cada vez mais convencido da necessidade de priorizar o agir do Espírito nas células lideradas pelos estudantes. Ele anseia por ver a cura acontecer entre eles, conforme oram uns pelos outros. Ele disse: “Se eu pudesse fazer tudo de novo, eu passaria mais tempo equipando as pessoas nos dons do Espírito. Neste momento em minha vida, eu estou repensando tudo e quero enfatizar a adoração e os dons do Espírito Santo cada vez mais”.

Ted Stump, como muitos outros, tornou-se convencido de que os jovens precisam ouvir e responder ao Espírito Santo no ministério celular.

O evangelismo em grupo é mais eficaz quando as pessoas se sentem confortáveis. Isso é parte da razão pela qual a maioria das células de jovens se reúnem em casas. A reunião nas residências tem a vantagem de:

  •        ·As casas são mais confortáveis, enquanto uma construção qualquer é mais acadêmica;
  • ·As casas envolvem as famílias. Quando a célula de estudantes está em casa, isso dá oportunidade para os adultos acolherem o grupo e às vezes treinarem os líderes de jovens;
  • ·Os grupos domésticos permitem uma maior responsabilidade pastoral para os voluntários;
  • ·Os grupos domésticos reduzem a distância, são mais acessíveis aos estudantes e permitem diferentes noites de reuniões. Doug Fields, ex-ministro de Jovens da Saddleback Community Church, diz: “O posicionamento estratégico dos nossos locais de encontro por toda a comunidade nos permite alcançar mais estudantes que não podem ir até a propriedade da igreja. Nos reunir nas casas também nos dá liberdade de ter noites e horários de reuniões alternativos”.

Além das reuniões nas casas, alguns jovens se encontrarão em cafés, parques, prédios de escritórios e nos campi universitários. Algumas das células que mais transformavam vidas na igreja que eu ajudei a plantar no Equador se reuniam em universidades. A Republic Church tinha mais de trinta células reunidas ao mesmo tempo em campi universitários em Quito, Equador.

Algumas células de jovens deram o primeiro passo para a transição para pequenos grupos ao dividirem-se em grupos menores dentro da igreja após o culto de jovens, mas isso deve ser apenas uma etapa da transição, não a norma ou o objetivo final. O objetivo é que os jovens se reúnam em grupos fora do prédio da igreja para penetrar em um mundo perdido. Como a Igreja Primitiva, as células de jovens levam o Evangelho onde os jovens vivem, estudam e se divertem.

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Tuercas Y Tornillos de Células Dirigidas por Jóvenes

Por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.”

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Los grupos celulares dirigidos por jóvenes se reúnen durante aproximadamente una hora y media. Algunos pueden permanecer más tiempo, pero es importante tener un comienzo y un fin. La reunión normalmente incluye:

  • Esta es una pregunta abierta e interesante que hace que los estudiantes hablen y se conozcan.
  • Lección. La mayoría de los grupos celulares dirigidos por jóvenes siguen una adaptación del mensaje del pastor. Por otra parte, Ted Stump ha desarrollado un centenar de temas sobre la juventud, que incluyen preguntas abiertas, discusiones, testimonios y aplicación a las necesidades de los jóvenes de hoy.
  • Tiempo de ministración. Los estudiantes aplican lo que han aprendido durante el tiempo de ministración. La Palabra de Dios habla a cada persona y la transformación es la meta.

Las mejores células juveniles son dinámicas y divertidas. Los rompehielos, la aplicación de preguntas basadas en la Palabra de Dios, la adoración a Jesús y el permitir que Él hable a través de cada persona, caracterizan a las grandes células juveniles.

Con los años, Ted Stump se ha convencido cada vez más de la necesidad de priorizar el trabajo del Espíritu en las células dirigidas por los estudiantes. Él anhela ver que la sanidad se lleve a cabo entre los estudiantes mientras ellos oran los unos por los otros. Él dijo: “Si pudiera hacerlo todo de nuevo, pasaría más tiempo equipando a la gente en los dones del Espíritu. En este momento en mi vida, estoy pensando de nuevo en todo y quiero enfatizar la adoración y los dones del Espíritu de una manera cada vez más creciente.”

Ted Stump, como muchos otros, se han convencido de que los jóvenes necesitan escuchar y responder al Espíritu Santo en el ministerio celular.

El evangelismo en grupo es más efectivo cuando la gente se siente cómoda. Esto es parte de la razón por la cual la mayoría de las células juveniles se reúnen en los hogares. Brian Sauder y Sarah Mohler escriben: “El método principal que se utiliza en los grupos de jóvenes es que las células juveniles se reúnan en los hogares durante la semana y tengan una reunión corporativa de jóvenes en las instalaciones de la iglesia de manera regular.” Reunirse en los hogares tiene las siguientes ventajas:

  • Los hogares son más cómodos mientras que los edificios son más académicos.
  • Los hogares involucran a las familias. Cuando el grupo de estudiantes está en el hogar, da la oportunidad para que los adultos alojen al grupo y a veces entrenen a los líderes juveniles.
  • Los grupos en los hogares permiten una mayor responsabilidad pastoral para los voluntarios.
  • Los grupos en los hogares disminuyen la distancia en auto, son más accesibles para los estudiantes y permiten diferentes noches de reunión. Doug Fields, ex ministro de jóvenes en la Saddleback Community Church (Iglesia de la Comunidad de Saddleback), dice: “El posicionamiento estratégico de nuestros lugares de reunión en toda la comunidad nos permite llegar a más estudiantes que no pueden ir al edificio de la iglesia. El reunirnos en las casas también nos da la libertad de tener noches y horarios de reunión alternos.”

Aparte de las reuniones en casa, algunos jóvenes se reúnen en cafés, parques, edificios de oficinas y campus universitarios. Algunos de los grupos celulares que más cambian la vida en la iglesia que ayudé a plantar en Ecuador se reunían en las universidades. En un tiempo la Republic Church (Iglesia de la República) tenía más de treinta células reuniéndose en campus universitarios en Quito, Ecuador

Algunos grupos de jóvenes han dado el primer paso de transición a grupos pequeños dividiéndose en grupos más pequeños dentro de la iglesia después de la reunión de jóvenes más grande, pero esto debe ser solamente un paso de transición, no la norma o la meta final. El objetivo es reunirse en grupos fuera del edificio de la iglesia para penetrar en un mundo perdido. Al igual que la iglesia primitiva, las células juveniles toman el evangelio donde los jóvenes viven, estudian y juegan.

 

Youth-Led Cell Groups

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By Joel Comiskey

Excerpts from Youth in Cell Ministry

Ted Stump has dedicated his life to prepare students to become world-changers. Stump was considered a successful youth worker in the mid-1980s because thousands of kids were coming to Christ through his ministry. Yet, he was also increasingly frustrated by the lack of discipleship. If thousands of kids came to Christ during a three-day crusade, only a small percentage followed through with their commitment. But this was the only method Stump knew at the time. It was the typical way to reach youth back then—heavy on the flashy entertainment and low-key gospel messages and light on follow-up and nurturing. Stump saw kids having fun, but he also saw little depth fostered in them.

Then Stump heard Ralph Neighbour of Touch Outreach Ministries talking about cell groups. Neighbour said the cells never grew larger than fifteen members, they met in homes, were focused on evangelism, and were discipleship oriented. Something inside of Stump exploded. “That’s the answer to the follow-up question!” Soon he was studying the cell movement and ended up traveling to thirty countries where there were large, exemplary cell churches.

Stump applied what he learned to youth ministries. He trained committed student leaders to facilitate, follow-up, and nurture the groups, just like the adults in the cell church model. Stump and his ministry, Student-Led Cell Groups, have now trained thousands of youth and youth ministries in how to develop youth to lead youth cells. He has worked with some 2,000 youth ministries to help transition them to cell-group oriented youth ministry.

In youth-led cell groups, the youth are developed to actually lead the cell groups. The host of the group is often an adult, but those leading and attending are youth. According to Stump, it’s best to have a leadership team that consists of:

  • student leader
  • student co-leader
  • adult mentor

The adults pour their lives into the student leaders by encouraging, equipping, and building them up. The adult does not lead the group but focuses on mentoring and discipling the student leaders and addressing any difficult questions and situations that may arise. Stump says, “The adult is only there to mentor, disciple and equip; they are not leading the group in any way, shape or form.”

Only if students step up and lead their peers will the cells reach their full potential for evangelism and discipleship. Youth have a special ability to reach other youth. While adults have to think and act like youth to reach them, youth are already there. As youth are developed and trained through cell groups, they become prepared to move into adult-led cell groups. If a student can lead a cell with peers, he or she is much better prepared for those adult years.

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Células Lideradas por Jovens
Por Joel Comiskey

Excertos de Youth in Cell Ministry (Jovens no Ministério Celular, em tradução livre)

Ted Stump dedicou sua vida a preparar os alunos para se tornarem transformadores de mundo. Stump foi considerado um obreiro de jovens bem-sucedido em meados da década de 1980 porque milhares de crianças estavam se convertendo a Cristo através de seu ministério. No entanto, ele também estava cada vez mais frustrado com a falta de discipulado. Se milhares de crianças se convertiam a Cristo durante uma cruzada de três dias, apenas uma pequena porcentagem delas seguia com seu compromisso. Mas este era o único método que Stump conhecia na época. Era a maneira típica de alcançar a juventude da época – investindo pesado em entretenimento chamativo e com mensagens evangélicas discretas e pouca luz sobre o acompanhamento e nutrição. Stump viu as crianças se divertindo, mas ele também viu pouca profundidade fomentada nelas.

Então Stump ouviu Ralph Neighbour do Touch Outreach Ministries falando sobre células. Neighbour falou que as células nunca crescem para mais do que quinze membros, que se reúnem nas casas, são focadas em evangelismo e que são orientadas para o discipulado. Algo no interior de Stump explodiu: “Essa é a resposta para a questão da continuidade!”. Logo ele estava estudando o movimento celular e acabou viajando para trinta países onde havia igrejas em células grandes e exemplares.

Stump aplicou o que aprendeu aos ministérios de jovens. Ele treinou líderes estudantis comprometidos para facilitar, acompanhar e nutrir os grupos, assim como os adultos fazem no modelo da igreja em células. Stump e seu ministério, Student-Led Cell Groups (Células Lideraras por Estudantes, em tradução livre), já treinaram milhares de ministérios de jovens e jovens sobre como desenvolver a juventude para liderar suas próprias células. Ele trabalhou com cerca de 2.000 ministérios de jovens para ajudá-los na transição para o ministério de jovens orientado para as células.

Nas células lideradas por jovens, os jovens são desenvolvidos para realmente liderá-las. O anfitrião do grupo é muitas vezes um adulto, mas os líderes e os que o frequentam são jovens. De acordo com Stump, é melhor ter uma equipe de liderança que consiste em:

• Líder estudante
• Líder auxiliar estudante
• Mentor adulto

Os adultos derramam suas vidas nos líderes estudantis encorajando, equipando e desenvolvendo-os. O adulto não lidera o grupo, mas concentra-se em orientar e discipular os líderes estudantis e abordar quaisquer questões e situações difíceis que possam surgir. Stump diz: “O adulto só está lá para orientar, discipular e equipar; ele não está liderando o grupo de forma alguma”.

Somente se os alunos se levantarem e liderarem seus pares, as células alcançarão seu pleno potencial de evangelismo e discipulado. Os jovens têm uma habilidade especial para alcançar outros jovens. Enquanto os adultos têm de pensar e agir como jovens para alcançá-los, os jovens já estão lá. À medida que os jovens são desenvolvidos e treinados através de células, eles se tornam preparados para se moverem para células lideradas por adultos. Se um aluno pode liderar uma célula com colegas, ele ou ela está muito melhor preparado para os anos de adultos.

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Grupos Celulares Dirigidos por Jóvenes

Por Joel Comiskey

Los extractos de este blog son del libro de Joel Comiskey, “Jóvenes en el Ministerio Celular.

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Ted Stump ha dedicado su vida a preparar a los estudiantes para que cambien al mundo. Stump tuvo mucho éxito con los jóvenes a mediados de la década de 1980 porque miles de jovencitos vinieron a Cristo a través de su ministerio. Sin embargo, también estaba cada vez más frustrado por la falta de discipulado. Si miles de jovencitos venían a Cristo durante una cruzada de tres días, sólo un pequeño porcentaje seguía con su compromiso. Pero éste era el único método que Stump conocía en aquel momento. Era la manera típica de llegar a la juventud de entonces, enfocada en el entretenimiento llamativo y los mensajes evangelísticos discretos y dejando a un lado el seguimiento y el crecimiento. Stump vio a los jovencitos divertirse, pero también vio poca profundidad en el mensaje fomentado en ellos.

Luego Stump escuchó a Ralph Neighbor de Touch Outreach Ministries (Ministerios de Alcance Toque) hablando de grupos celulares. Neighbor dijo que las células nunca crecieron a más de quince miembros, que se reunían en los hogares, se centraban en el evangelismo, y estaban orientadas hacia el discipulado. Algo dentro de Stump explotó. “¡Esa es la respuesta a la pregunta sobre el seguimiento!” Pronto estudió el movimiento celular y terminó viajando a treinta países donde había iglesias celulares grandes y ejemplares.

Stump aplicó lo que aprendió a los ministerios juveniles. Él capacitó a líderes estudiantiles comprometidos para facilitar, seguir y nutrir a los grupos, al igual que los adultos en el modelo de la iglesia celular. Stump y su ministerio, Grupos Celulares Dirigidos por Estudiantes, ahora han entrenado a miles de jóvenes y ministerios juveniles en cómo desarrollar a los jóvenes para dirigir células juveniles. Ha trabajado con unos 2,000 ministerios de jóvenes para ayudarlos a hacer la transición hacia el ministerio juvenil orientado a grupos celulares.

En los grupos celulares dirigidos por jóvenes, los jóvenes son instruidos para realmente dirigir a los grupos celulares. El anfitrión del grupo suele ser un adulto, pero los líderes y asistentes son jóvenes. Según Stump, lo mejor es tener un equipo de liderazgo que consiste en:

  • Estudiante líder
  • Estudiante co-líder
  • adulto mentor

Los adultos dedican sus vidas a los líderes estudiantiles alentándolos, equipándolos y edificándolos. El adulto no dirige al grupo, sino que se concentra en la tutoría y el discipulado de los líderes estudiantiles y en abordar cualquier pregunta difícil y en las situaciones que puedan surgir. Stump dice: “El adulto sólo está allí para instruir, discipular y equipar, no están dirigiendo al grupo de ninguna manera, o forma”.

Sólo si los estudiantes toman la iniciativa y dirigen a sus compañeros, las células alcanzarán todo su potencial para el evangelismo y el discipulado. Los jóvenes tienen una habilidad especial para llegar a otros jóvenes. Mientras que los adultos tienen que pensar y actuar como jóvenes para alcanzarlos, los jóvenes ya están allí. A medida que los jóvenes se desarrollan y se forman a través de los grupos celulares, ellos también se preparan para pasar a grupos celulares dirigidos por adultos. Si un estudiante puede dirigir una célula con sus compañeros, él o ella estará mucho mejor preparado para esos años de adulto.

Los estudiantes tienen una gran habilidad para llegar a sus compañeros y continuar el proceso de multiplicación. Los grupos celulares estudiantiles se convierten en las familias que los estudiantes nunca tuvieron. Sin embargo, la célula juvenil no es sólo para los creyentes. Los grupos celulares dirigidos por jóvenes dan a los estudiantes la oportunidad de ejercer su fe y evangelizar a aquellos que no conocen a Jesús. Los estudiantes perdidos, heridos y los que son salvos se reúnen en la célula.