Pious Stealing

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Mario Vega, www.elim.org.sv

Although I have the privilege of personally knowing Pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbor, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz and so many other masters of the cell work with whom I can speak frankly about any subject, the truth is that I can only see them a few times. Joel Comiskey is the one I see most often and that means about twice a year. I visit David Cho once every two years and with the others, we only have circumstantial encounters.

However, I don’t have to wait to see them personally to learn from them. I have the great advantage of having access to their books and blogs. In them I find much information and inspiration. I have heard Joel Comiskey say the following phrase repeatedly, “steal piously.” He is referring to taking the best ideas, principles, and teachings of other masters. True to his recommendation, I have stolen much from Joel. I would say that 90% of what I teach about cells are pious robberies that I have made from these brethren in Christ. Sometimes it can be a complete topic, sometimes an idea, other times a simple phrase. The remaining 10%, I would say they are thoughts of my own, but they are born from what I hear from these brothers in their conferences.

Of course, in these conferences there are sometimes hundreds or thousands of other people. That is, it is not an exclusive privilege of mine. Thus, it depends on the interest and attention that one invests. I have also known iconic cell churches such as the Full Gospel Church in Seoul, Little Falls Center in Johannesburg, Bethany World Prayer Center in Baton Rouge, and other large cell churches in South Korea, Indonesia, Malaysia, Canary Islands and South America, mainly in Brazil. In all of them, I have learned invaluable lessons that I have accumulated over the years. I have no doubt that Joel is so right in advising us to be pious thieves. That is a great advice and it is quite pious as well.

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Portuguese blog:

Roubar Piedosamente

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Embora eu tenha o privilégio de conhecer pessoalmente o Pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbour, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz e tantos outros mestres da obra celular com quem eu posso falar francamente sobre qualquer assunto, a verdade é que eu só posso vê-los algumas vezes. Joel Comiskey é quem eu vejo com mais frequência e isso significa cerca de duas vezes por ano. Eu visito David Cho uma vez a cada dois anos e com os outros só tenho encontros circunstanciais.

No entanto, não tenho que esperar vê-los pessoalmente para aprender com eles. Tenho a grande vantagem de ter acesso a seus livros e blogs. Neles eu encontro muita informação e inspiração. Ouvi Joel Comiskey dizer repetidamente a seguinte frase: “roube piedosamente”. Ele está se referindo a tomar as melhores ideias, princípios e ensinamentos de outros mestres. Fiel a sua recomendação, roubei muito de Joel. Eu diria que 90% do que ensino sobre células são os roubos piedosos que fiz destes irmãos em Cristo. Às vezes, pode ser um tópico completo, às vezes uma ideia, outras vezes uma frase simples. Os 10% restantes eu diria que são pensamentos meus, mas eles nascem do que eu ouço desses irmãos em suas conferências.

É claro que, nessas conferências, existem algumas centenas ou milhares de outras pessoas. Ou seja, não é um privilégio exclusivo meu. Assim, depende do interesse e da atenção que você investe. Também conheci igrejas em células icônicas como a Full Gospel Church em Seul, Little Falls Center em Joanesburgo, Bethany World Prayer Center em Baton Rouge e outras grandes igrejas em células na Coréia do Sul, Indonésia, Malásia, Ilhas Canárias e América do Sul, principalmente no Brasil. Em todos elas, aprendi lições inestimáveis que acumulei ao longo dos anos. Não tenho dúvidas de que Joel tem razão em nos avisar para sermos ladrões piedosos. Esse é um ótimo conselho e também é bastante piedoso.

Spanish blog: 

Robando piadosamente

por Mario Vega, www.elim.org.sv

A pesar de que tengo el privilegio de conocer personalmente al pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbour, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz y otros tantos maestros del trabajo celular con quienes puedo hablar francamente sobre cualquier tema, la verdad, es que solamente puedo verles unas pocas veces. Joel Comiskey es a quien veo con mayor frecuencia y eso significa unas dos veces en el año. A David Cho le visito una vez cada dos años y con los demás, son encuentros circunstanciales.

No obstante, no debo esperar para verles personalmente para aprender de ellos. Tengo la gran ventaja de tener acceso a sus libros y sus blogs. En ellos encuentro mucha información e inspiración. Fue a Joel Comiskey a quien le he escuchado aconsejar repetidas veces que debemos “robar piadosamente”. Él se refiere a tomar las mejores ideas, principios y enseñanzas de otros maestros. Fiel a su recomendación le he robado mucho a Joel mismo. Yo diría que el 90% de lo que enseño sobre células son robos piadosos que he hecho a estos hermanos en Cristo. A veces puede ser un tema completo, otras veces una idea, otras veces una simple frase. El restante 10% diría que son pensamientos propios pero que nacen a partir de lo que escucho a estos hermanos en sus conferencias.

Claro, en esas conferencias a veces hay cientos o miles de otras personas. Es decir, no es un privilegio exclusivo mío. De manera que depende del interés y la atención que uno invierta. También he conocido iglesias celulares emblemáticas como la Full Gospel Church en Seúl, Little Falls Center en Johannesburgo, Bethany World Prayer Center en Baton Rouge y otras grandes iglesias celulares en Corea del Sur, Indonesia, Malasia, Islas Canarias y en Sur América, principalmente en Brasil. En todas ellas, he aprendido lecciones invaluables que he ido acumulando con el paso de los años. No tengo duda que Joel tiene mucha razón al aconsejar que seamos ladrones piadosos. Ese es un gran consejo y es bastante piadoso también.

The Cell Movement: A Return to the Priesthood of All Believers

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The church was born with a strong sense of community. Even in those initial house churches, the role of the minister was to train the saints for the work of the ministry. The churches grew and were strengthened as each member exercised his or her particular role and contributed to the edification of the body. All this changed as the church turned to the Old Testament priesthood and restored the separation between the clergy and the laity. Christian ministers became the new anointed ones who dealt with the sacred matters while the common people became passive consumers of religious services.

The scenario changed at different times in history with the Waldenses, the Reformation, the Anabaptists, the Puritans, the Moravians and the Methodists. The history of the church was a pendulous movement between the passivity of the believers and their putting into action the work of the ministry. The pendulum swung between the monopoly of a few professionals in charge of the work of the ministry or of the massive participation of believers sharing the good news.

Many consider the modern cell movement beginning with Pastor David Cho as the return of the Christian masses to the exercise of the ministry through meetings in the houses. Since then, the movement has spread all over the planet and has reached its greatest biblical and theological development. This time it is not about a local and temporary phenomenon, but a world movement, which has been around more than half a century now. Instead of showing signs of decay, it appears stronger each day, both in its foundations and expansion. The cell work is the return of the church to the New Testament model, that is, to the way Jesus created it. Again, it’s now time for all believers to take an active part in the proclamation of the gospel and in the mutual edification. That’s what cells are all about.

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Portuguese blog:

O Movimento Celular: Um Retorno ao Sacerdócio de Todos os Crentes

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A igreja nasceu com um forte senso de comunidade. Mesmo naquelas primeiras igrejas domésticas, o papel do ministro era treinar os santos para a obra do ministério. As igrejas cresceram e se fortaleceram à medida que cada membro exercia seu papel particular e contribuía para a edificação do Corpo. Tudo isso mudou quando a Igreja voltou para o sacerdócio do Antigo Testamento e restaurou a separação entre o clero e os leigos. Os ministros cristãos se tornaram os novos ungidos que lidavam com os assuntos sagrados, enquanto as pessoas comuns se tornavam consumidores passivos de serviços religiosos.

O cenário mudou em tempos diferentes da história com os Valdenses, a Reforma, os Anabatistas, os Puritanos, os Moravianos e os Metodistas. A história da Igreja era um movimento que pendia entre a passividade dos crentes e sua colocação em ação no trabalho do ministério. O pêndulo balançou entre o monopólio de alguns profissionais encarregados da obra do ministério ou da participação maciça de crentes compartilhando as boas novas.

Muitos consideram que o movimento celular moderno começou com o pastor David Cho: o retorno das massas cristãs ao exercício do ministério através de reuniões nas casas. Desde então, o movimento se espalhou por todo o planeta e atingiu seu maior desenvolvimento bíblico e teológico. Desta vez, não se trata de um fenômeno local e temporário, mas de um movimento mundial, que já passou por mais de meio século. Em vez de mostrar sinais de decadência, parece mais forte a cada dia, tanto em seus fundamentos quanto em sua expansão. O trabalho celular é o retorno da Igreja ao modelo do Novo Testamento, isto é, a forma como Jesus a criou. Mais uma vez, agora é hora de todos os crentes participarem ativamente da proclamação do evangelho e da edificação mútua. É disso que se tratam as células.

Spanish blog:

Entre el ministerio del clero y el sacerdocio universal de los creyentes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia nació con un fuerte sentido de comunidad. El papel de los ministros del evangelio era el de entrenar a los santos para que la obra del ministerio. Las iglesias crecían y se fortalecían en la medida que cada miembro ejercía su papel particular y contribuía a la edificación del cuerpo. Todo esto cambió cuando la iglesia se volvió hacia el sacerdocio del Antiguo Testamento y restableció la separación entre el clero y los laicos. Los ministros cristianos se convirtieron en los nuevos ungidos que se ocuparon de los asuntos sagrados en tanto que el pueblo común se volvió consumidor pasivo de servicios religiosos.

El panorama cambió en diferentes momentos de la historia con los Valdenses, la Reforma, los Anabautistas, los Puritanos, los Moravos y los Metodistas. La historia de la iglesia fue un movimiento pendular entre la pasividad de los creyentes y su puesta en acción de la obra del ministerio. Siempre se trató del monopolio de unos pocos profesionales encargados de la obra del ministerio o de la participación masiva de los creyentes compartiendo las buenas nuevas.

A partir del pastor David Cho, se considera que dio inicio el movimiento celular moderno: el regreso de las masas cristianas al ejercicio del ministerio a través de las reuniones en las casas. Desde entonces, el movimiento se ha extendido por todo el planeta y ha alcanzado su mayor desarrollo bíblico y teológico. Esta vez no se trata de un fenómeno local y temporal sino de un movimiento mundial y que lleva, al presente, más de medio siglo. En lugar de mostrar signos de decaimiento, se muestra cada vez más fuerte en sus fundamentos y en su expansión. El trabajo celular es el regreso de la iglesia al modelo del Nuevo Testamento, es decir, a la manera cómo Jesús la creó. De nuevo, es la hora en que todos los creyentes toman parte activa en el anuncio del evangelio y en la edificación mutua. De eso se tratan las células.

Enrichment from the Worldwide Cell Network

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The idea of ​​working with small groups came to Elim through Pastor Cho’s books. In 1982, books such as “The Fourth Dimension”, “Family Groups and Church Growth” and “Much more than Numbers” began to be translated into Spanish. We learned about Pastor Cho’s church and cell ministry through these books.  Although Cho’s books are very inspiring, they do not provide much information about how to implement cell ministry. So the founding pastor of Elim traveled to Korea to visit Cho’s church. But, he only spoke a few words in English and no Korean. So once again, he received more inspiration than practical tips on how to implement cell ministry.

We started the work with little knowledge, but a lot of enthusiasm. I think it was the people’s passion that made Elim a mega-church in a short time. In 1997 I returned to the mother church in San Salvador to take over as the new Senior Pastor. Around that time, I heard about Joel Comiskey. I do not remember from whom. I hardly knew anything about him, only that he was someone who wrote about cells and had been in El Salvador to do some interviews. Then I received an invitation to share our cell experience at a conference from the Iglesia La República of Quito, in Ecuador, where Joel was a missionary. I went to Quito and there I met Joel Comiskey who also taught some subjects of what he called his “basic course”. His teaching surprised me as much as his Power Point presentations, which at that time were a novelty.

That was where, for the first time, I heard a definition of a cell. And so began the friendship with Joel to the present. It was through him that I learned about the principles, the biblical foundations, and the history of the cell movement. Later he connected me with Ralph Neighbor and Bill Beckham. With Joel’s publication of the history of Elim, I became connected with Robert Lay, who translated the Elim book in Portuguese. And through Robert Lay, I got to know  Ben Wong of China. Later on, I met Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson and the list continued to spread through North, Central and South America, Africa and Asia. Cell church networking continued to spread from modern Seoul to remote Solo, Indonesia; from the Canary Islands to the remote Tula, in Russia. It has been a beautiful journey of learning from each other. That has allowed me to accumulate very clear concepts about the values, principles and cell models. It has been a very valuable relationship that continues to be enriched day by day.

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Portuguese blog:

Enriquecimento a Partir da Rede Celular Mundial

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A ideia de trabalhar com pequenos grupos veio a Elim através dos livros do Pastor Cho. Em 1982, livros como “A Quarta Dimensão”, “Grupos Familiares e Crescimento da Igreja” e “Muito mais do que Números” começaram a ser traduzidos para o espanhol. Aprendemos sobre a igreja e o ministério celular do Pastor Cho através desses livros. Embora os livros de Cho sejam muito inspiradores, eles não fornecem muita informação sobre como implementar o ministério celular. Então, o pastor fundador de Elim viajou para a Coreia para visitar a igreja de Cho. Mas ele falava apenas algumas palavras em inglês e nenhum coreano. Então, mais uma vez, ele recebeu mais inspiração do que dicas práticas sobre como implementar o ministério celular.

Começamos o trabalho com pouco conhecimento, mas muito entusiasmo. Eu acho que foi a paixão do povo que fez de Elim uma mega igreja em pouco tempo. Em 1997 voltei à igreja-mãe de San Salvador para assumir o cargo de novo Pastor Sênior. Naquele tempo, eu ouvi sobre Joel Comiskey. Não me lembro através de quem. Eu quase não sabia nada sobre ele, só que ele era alguém que escreveu sobre células e que estava em El Salvador para fazer algumas entrevistas. Então recebi um convite para compartilhar nossa experiência celular em uma conferência da Iglesia La República de Quito, no Equador, onde Joel era missionário. Fui a Quito e lá conheci Joel Comiskey, que também ensinou alguns assuntos sobre o que ele chamou de “curso básico”. Seu ensino me surpreendeu tanto quanto as apresentações do Power Point, que na época eram uma novidade.

Foi aí que, pela primeira vez, ouvi uma definição de uma célula. E assim começou a amizade com Joel até o presente. Foi por meio dele que eu aprendi sobre os princípios, os fundamentos bíblicos e a história do movimento celular. Mais tarde ele me conectou com Ralph Neighbor e Bill Beckham. Com a publicação de Joel da história de Elim, fiquei conectado com Robert Lay, que traduziu o livro Elim para o português. E através de Robert Lay, conheci Ben Wong da China. Mais tarde, conheci Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson e a lista continuou a espalhar-se através da América do Norte, Central e do Sul, África e Ásia. As redes da igreja celular continuaram a se espalhar do Seul moderno para o remoto Solo, na Indonésia; Das Ilhas Canárias ao remoto Tula, na Rússia. Foi uma bela jornada de aprendizagem uns dos outros. Isso me permitiu acumular conceitos muito claros sobre os valores, princípios e modelos de células. Foi um relacionamento muito valioso que continua a ser enriquecido dia a dia.

Spanish blog:

La gran red de maestros celulares

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La idea del trabajo con grupos pequeños llegó a Elim por medio de los libros del pastor Cho. En el año de 1982 comenzaron a ser traducidos al español libros como “La Cuarta Dimensión”, “Los Grupos Familiares y el Crecimiento de la Iglesia” y “Mucho más que Números”. A través de esos grupos nos enteramos de la iglesia del pastor Cho y del trabajo celular. Pero, como se sabe, los libros de Cho producen mucha inspiración, pero no proporcionan mayor información sobre principios o métodos de trabajo. Posteriormente el pastor fundador de Elim viajó a Corea para visitar la iglesia de Cho. Pero, él solo hablaba unas pocas palabras en inglés y nada de coreano. De manera que, más que información, lo que fue a recoger fue más inspiración.

El trabajo lo iniciamos con poco conocimiento, pero mucho entusiasmo. Creo que fue la pasión de las personas lo que hizo que Elim pudiera convertirse en una mega iglesia en corto tiempo. En 1997 volví a la iglesia madre de San Salvador para asumir como nuevo pastor general. Por ese tiempo, oí hablar de Joel Comiskey. No recuerdo de parte de quién. Casi no sabía nada de él, solamente que era alguien que escribía sobre células y que había estado en El Salvador realizando algunas entrevistas. Luego, recibí una invitación de la Iglesia La República de Quito, Ecuador, donde Joel era misionero para compartir nuestra experiencia celular en una conferencia. Fui hasta Quito y allí conocí a Joel Comiskey quien también enseñó algunos temas de lo que él llamaba su “curso básico”. Su enseñanza me dejó sorprendido tanto como sus presentaciones de Power Point, que en ese tiempo eran toda una novedad.

Allí fue donde, por primera vez, escuché una definición de célula. Y así comenzó la amistad con Joel hasta el presente. Fue a través de él que conocí los principios, las bases bíblicas y la historia del movimiento celular. Posteriormente él me conectó con Ralph Neighbour y él con Bill Beckham. Con la publicación de Joel de la historia de Elim se conectó Roberto Lay de Brasil y, luego, Ben Wong de China. Posteriormente conocí a Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson y la lista continuó extendiéndose por Norte, Centro y Sur América, África y Asia. Desde la moderna Seúl hasta la remota Solo, en Indonesia. Desde las Islas Canarias hasta la lejana Tula, en Rusia. Ha sido un camino hermoso de aprender los unos de los otros. Eso me ha permitido acumular conceptos muy claros sobre los valores, principios y modelos del trabajo celular. Una relación muy valiosa que sigue enriqueciéndose día a día.

Learning from Each Other

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The Word of God repeatedly teaches that the work of the gospel is a collective work. The Lord Jesus himself presented it in this way when he said: “I sent you to reap that for which you have not labored; others have labored, and you have entered into their labors” (John 4:38). Paul, also speaking of the same subject, affirmed: “According to the grace of God which was given to me, as a wise master builder I have laid the foundation, and another builds on it. But let each one take heed how he builds on it” (1 Corinthians 3:10). For Paul, the development of the body of doctrine that we now know as Christianity was the result of the efforts of various people who received God’s grace: “Who then is Paul, and who is Apollos, but ministers through whom you believed, as the Lord gave to each one?  I planted, Apollos watered, but God gave the increase”  (1 Corinthians 3: 5-6).

Even talking about the gifts of the Holy Spirit, Paul explains that the gifts must complement each other if they are going to build up the body of Christ: “If anyone speaks in a tongue, let there be two or at the most three, each in turn, and let one interpret. But if there is no interpreter, let him keep silent in church, and let him speak to himself and to God” (1 Corinthians 14: 27-28). If there is no interpreter, there is no point in speaking in tongues, and if there are no tongues there is nothing to interpret. These two gifts are dependent on each other. This is how God designed the body, which is the church.

Cell ministry is a fundamental part of the church’s nature and demands the participation of the entire body to make it work. No one has the whole truth but only a part. It is the sum of the parts that forms the whole. Therefore, let us never cease to listen and learn from each other.

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Portuguese blog:

Aprendendo Uns Com Os Outros

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A palavra de Deus nos ensina diversas vezes que o trabalho no Reino é um trabalho coletivo. O próprio senhor Jesus se apresenta dessa maneira quando fala: “Eu os enviei para colherem o que vocês não cultivaram. Outros realizaram o trabalho árduo, e vocês vieram a usufruir do trabalho deles” (Jo 4:38). Paulo também fala sobre o mesmo assunto afirmando: “Conforme a graça de Deus que me foi concedida, eu, como sábio construtor, lancei o alicerce, e outro está construindo sobre ele. Contudo, veja cada um como constrói” (1 Co 3:10). Para Paulo, o desenvolvimento do corpo doutrinário que conhecemos como Cristianismo, é o resultado do esforço de várias pessoas que receberam a Graça de Deus: “Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer” (1 Co 3:5-6).

Mesmo falando sobre os dons do Espírito Santo, Paulo explica que os dons precisam se completar uns com os outros para que eles possam edificar a igreja: “Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar. Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus” (1 Co 14:27-28). Se não há dom de interpretação, não há razão para falar em línguas, e se não há dons de línguas, não há o que interpretar. Esses dois dons dependem um do outro. É assim que Deus desenhou o corpo, que é a Igreja. O ministério em Células é uma parte fundamental da natureza da Igreja e precisa da participação de todo o Corpo para que o mesmo venha a funcionar. Ninguém possui toda a verdade, mas apenas uma parte. É a soma das partes que fazem o todo. Portanto, nunca deixe de ouvir e aprender uns com os outros.

Spanish blog:

Aprendiendo los unos de los otros

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La palabra de Dios enseña repetidas veces que la obra del evangelio es un trabajo colectivo. El mismo Señor Jesús lo presentó de esa manera cuando dijo: “Yo os he enviado a segar lo que vosotros no labrasteis; otros labraron, y vosotros habéis entrado en sus labores” (Juan 4:38). También Pablo, hablando del mismo tema afirmó: “Conforme a la gracia de Dios que me ha sido dada, yo como perito arquitecto puse el fundamento, y otro edifica encima; pero cada uno mire cómo sobreedifica” (1 Corintios 3:10). Para Pablo el desarrollo del cuerpo de doctrina que hoy conocemos como cristianismo, fue el resultado del esfuerzo de varias personas que recibieron una gracia de Dios: ¿Qué, pues, es Pablo, y qué es Apolos? Servidores por medio de los cuales habéis creído; y eso según lo que a cada uno concedió el Señor. Yo planté, Apolos regó; pero el crecimiento lo ha dado Dios” (1 Corintios 3:5-6).

Incluso hablando del tema de los dones del Espíritu Santo, Pablo explica que para que éstos sean de edificación para la iglesia deben complementarse el uno con el otro: “Si habla alguno en lengua extraña, sea esto por dos, o a lo más tres, y por turno; y uno interprete. Y si no hay intérprete, calle en la iglesia, y hable para sí mismo y para Dios” (1 Corintios 14:27-28). Si no hay quien interprete no tiene sentido el hablar en lenguas y si no hay lenguas no hay nada que interpretar. Estos dos dones son dependientes el uno del otro. Así es como Dios diseñó el cuerpo, que es la iglesia. El trabajo celular, como elemento fundamental de la naturaleza de la iglesia, es el producto de varios hombres que, según la gracia que recibieron, contribuyeron con una parte de la verdad. Nadie tiene la verdad entera, pero si una parte. Es la suma de las partes lo que forma la totalidad. Por tanto, nunca dejemos de escucharnos y de aprender los unos de los otros.

Avoiding the mini-service syndrome

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The main obstacle leaders face when leading cell groups is the so-called “mini-service syndrome.” Some leaders have the tendency to reproduce in the house what is observed in the church building. For example, instead of natural worshiping together as brothers and sisters in a small group, the leader develops a praise and worship exactly like the Sunday service. Instead of a participatory gospel teaching, the leader preaches as if he were preaching on Sunday morning.

Of course, it’s understandable why this happens. One can understand the strong influence exerted by the service model on the cell, as well as the leader’s longing to become a preacher. Yet, converting the cell into a mini-service ruins the essential purposes of fellowship, edification and evangelization. It ruins the the fellowship that should be achieved by the fraternal exchange in a small meeting, the edification that comes from the communal study of the word of God, and the evangelization that is produced more by relational outreach rather than speeches.

The leader must understand the nature of the cell and understand that there are other spaces where he can develop his interest to become a preacher. But, the space of the cell must be reserved to make new disciples who make other disciples. That will not be achieved if the leader monopolizes all functions and becomes the center of the cell. The leader must be a facilitator and a motivator of collective participation. At that point lies the success of the cell and all the cell work.

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Evitando a Síndrome do Mini-Serviço

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Os principal obstáculo que os líderes enfrentam na liderança de células é a chamada “síndrome do mini-serviço”. Alguns líderes têm a tendência de reproduzir na célula o que ele ou ela vê no prédio da igreja. Por exemplo, em vez de adorar naturalmente juntos como irmãos e irmãs em um pequeno grupo, o líder desenvolve louvores e adoração exatamente como no culto de domingo. Em vez de um ensinamento do evangelho participativo, o líder prega como se ele estivesse pregando no culto.

Claro, é compreensível por que isso acontece. Pode-se compreender a forte influência exercida pelo modelo do culto na célula, bem como o desejo do líder de se tornar um pregador. No entanto, transformar a célula em um mini-culto arruina os propósitos essenciais da comunhão, edificação e evangelização. Isso arruina a comunhão que deve ser alcançada pela comunhão fraterna em uma pequena reunião, a edificação que vem do estudo comunal da Palavra de Deus e a evangelização que é mais produzida pelo evangelismo relacional do que em discursos.

O líder deve entender a natureza da célula e entender que existem outros espaços onde ele pode desenvolver seu interesse em ser um aprendiz de pregador. Contudo, o espaço da célula deve ser reservado para fazer novos discípulos que façam outros discípulos. Isso não será alcançado se o líder monopolizar todas as funções e se tornar o centro da célula. O líder deve ser um facilitador e um motivador da participação coletiva. É nesse ponto que está o sucesso da célula e todo a obra celular.

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Evitando el síndrome del mini-culto

por Mario Vega, www.elim.org.sv

El principal obstáculo que enfrentan los líderes para mantenerse dentro del programa de la célula es el llamado “síndrome del mini-culto”. Con él no solamente se deforma el programa de la célula sino su espíritu mismo, pues el líder tiende a reproducir en la casa lo que ve en el edificio de la iglesia. En lugar de una alabanza en que se haga participar a los invitados, desarrolla una alabanza semejante a la del culto. En lugar de una enseñanza participativa del evangelio, se dedica a predicar como si fuera un pastor.

Se puede entender la fuerte influencia que ejerce el modelo del culto sobre la célula, como también el anhelo del líder de convertirse en un predicador. Pero, al alejarse del programa de la célula echa a perder los propósitos esenciales que son el de la comunión, la edificación y la evangelización. La comunión que debería lograrse por el intercambio fraterno en una reunión pequeña, la edificación que viene por el estudio comunitario de la palabra de Dios y la evangelización que se produce más por la forma de vida que por los discursos.

El líder debe comprender muy bien la naturaleza de la célula y comprende que existen otros espacios en donde puede desarrollar su interés de ser un aprendiz de predicador. Pero, el espacio de la célula debe ser reservado para formar nuevos discípulos que hagan a otros discípulos. Eso no se logrará si el líder acapara todas las funciones y se convierte en el centro de la célula. El líder debe ser un facilitador y un motivador de la participación colectiva. En ese punto reside el éxito de la célula y de todo el trabajo celular.

Liberating Gang Members through Cell Ministry

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The main problem in El Salvador is violent gangs. Elim church is confident that the gang members can be saved by the gospel of Jesus. That has produced the conversion of many of them in cells. But in addition to conversion, the former gang members need a job to rebuild their lives. Many of them have a criminal record or have been arrested and cannot find a job. The cells they attend help them by supporting them in various ways. But, as the number of conversions increases, it is becoming more difficult for cells to be able to help everyone.

In view of this, we must recognize that the church is not an entity that can generate jobs indefinitely. Those who generate jobs are businessmen. For the same reason, the church makes alliances with socially conscious businessmen who open the doors of opportunity so that these young people, once born again, can have a job. Only by building alliances can the church complete the social insertion of these marginalized young people. This principle can be used in different contexts and problems. The church must not withdraw in its four walls; rather, it must participate with others to do a more effective job of evangelizing and helping those in need.

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Libertando Membros de Gangues Através do Ministério Celular

By Mario Vega

O principal problema em El Salvador são as gangues violentas. A Igreja Elim confia em que os membros das gangues podem ser salvos pelo evangelho de Jesus. Isso produziu a conversão de muitos deles nas células. Mas, além da conversão, os ex-membros das gangues precisam de um trabalho para reconstruir suas vidas. Muitos deles têm antecedentes criminais ou foram presos e não conseguem encontrar emprego. As células que eles frequentam ajudam, apoiando-os de várias maneiras. Mas, à medida que o número de conversões aumenta, torna-se cada vez mais difícil para as células poderem ajudar todos.

Em vista disso, devemos reconhecer que a igreja não é uma entidade que pode gerar empregos indefinidamente. Quem que gera emprego são os empresários. Pelo mesmo motivo, a igreja faz alianças com homens de negócios socialmente conscientes que abrem as portas da oportunidade para que esses jovens, uma vez nascidos de novo, possam ter um emprego. Somente ao construir alianças a igreja pode completar a inserção social desses jovens marginalizados. Este princípio pode ser usado em diferentes contextos e problemas. A igreja não deve se fechar nas quatro paredes; em vez disso, deve participar com os outros para fazer um trabalho mais eficaz de evangelizar e ajudar os necessitados.

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La iglesia celular y su trabajo ciudadano

por Mario Vega

El principal problema en El Salvador es el de las pandillas violentas. La iglesia Elim tiene seguridad de que los miembros de pandillas pueden ser salvados por el evangelio de Jesús. Eso ha producido la conversión de muchos de ellos en las células. Pero, además de la conversión, los ex miembros de pandillas necesitan un trabajo para rehacer sus vidas. Muchos de ellos tienen antecedentes penales o han estado presos y no pueden encontrar un trabajo. Las células a las que asisten les ayudan apoyándoles de diversas maneras. Pero, en la medida que aumenta la cantidad de conversiones, cada vez es más difícil para las células el poder ayudar a todos.

Ante ello, hay que reconocer que la iglesia no es una entidad que pueda generar empleos de manera indefinida. Quienes generan empleos son los empresarios. Por la misma razón, la iglesia hace alianzas con empresarios con conciencia social que abren las puertas de oportunidad para que estos jóvenes, ya nacidos de nuevo, puedan tener un empleo. Solamente por la construcción de alianzas es que la iglesia puede completar la inserción social de estos jóvenes marginados. Este principio, puede ser utilizado en contextos y ante problemas diferentes. La iglesia no debe retraerse en sus cuatro paredes, debe tener una participación ciudadana que la haga ser más efectiva en su trabajo evangelizador e iluminar a la sociedad en todas las áreas.

The Gifts of the Spirit and Cell Ministry

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Mario Vega, www.elim.org.sv

When we began to work with cells in Elim, we decided not to allow the exercise of the gifts of the Spirit within them. The reason was the fear of false manifestations that might cause havoc. It was safer to exercise the gifts in the celebration services, where the pastors could regulate them. And since there were no pastors present in the cell groups, we thought that it was best not to allow the exercise of gifts.

We continued this way for several decades, but as I ministered with Joel Comiskey at various conferences in different countries, I heard that he repeatedly mentioned the theme of the gifts of the Spirit within the cell. That caught my attention and I decided to read Joel’s book “The Spirit-Filled Small Group“. With that reading, I came to understand the important role that gifts have within the cell. I understood that we at Elim had made a mistake: Corinth had also misused the gifts, but Paul did not prohibit the exercise of the gifts. What he did was to instruct the church to use them correctly. Similarly, we should not prohibit the exercise of gifts in cells, but instruct leaders to learn how to administer them properly and in order.

From that moment, the door to the gifts was opened and the leaders were instructed on how to regulate them. In that way, the exercise of the gifts of the Spirit as speaking in other tongues, prophesying and the exercise of the gifts of healing have given new life to the cell. Guests know that the cell is more than the lesson, there is a dynamic intervention of the Holy Spirit and that keeps the cell full of life.

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Portuguese blog:

Os dons do Espírito e o Ministério Celular

Por Mario Vega.

Quando nós começamos a trabalhar com células em Elim, decidimos não permitir o exercício dos dons do Espírito dentro delas. A razão era o medo de falsas manifestações que poderiam causar confusões. Era mais seguro exercitar os dons nos cultos de celebração, onde os pastores poderiam regulá-los. E já que não havia pastores presentes nos grupos de célula, nós pensamos que era melhor não permitir o exercício dos dons.

Nós continuamos dessa maneira por várias décadas, mas conforme eu ministrava com Joel Comiskey em várias conferências em diferentes países, eu ouvi que ele mencionou repetidamente o tema dos dons do Espírito dentro da célula. Isso fisgou a minha atenção e eu decidi ler o livro de Joel “The Spirit-Filled Small Group” (em tradução livre, O Pequeno Grupo Cheio do Espírito). Com essa leitura, eu passei a entender o papel importante que os dons têm dentro da célula. Eu compreendi que nós em Elim cometemos um erro: Corinto também errou no uso dos dons, mas Paulo não proibiu seu exercício. O que ele fez foi instruir a igreja a usá-los corretamente. Do mesmo modo, nós não devemos proibir o exercício dos dons nas células, mas instruir os líderes a aprender como administrá-los adequadamente e em ordem. 

A partir daquele momento, a porta aos dons foi aberta e os líderes foram instruídos em como regulá-los. Dessa forma, o exercício dos dons do Espírito como falar em outras línguas, profetizar e o exercício dos dons de cura deram nova vida à célula. Os convidados sabem que a célula é mais do que a lição; há uma intervenção dinâmica do Espírito Santo e isso mantém a célula cheia de vida.

Spanish blog:

Los dones del Espíritu y la vida de la célula

por Mario Vega

Cuando en Elim comenzamos a trabajar con células, se tomó la decisión de no permitir el ejercicio de los dones del Espíritu dentro de ellas. La razón era el temor a que se produjera alguna deformación o la interferencia de manifestaciones falsas. En la celebración los dones eran regulados por los pastores, pero dado que en la célula no se contaba con la presencia de un pastor se pensó que lo mejor era no permitir el ejercicio de los dones.

Así, se continuó durante varias décadas. Después, compartiendo con Joel Comiskey en diversas conferencias en distintos países, escuchaba que él mencionaba repetidamente el tema de los dones del Espíritu dentro de la célula. Eso me fue llamando la atención y decidí leer el libro de Joel “The Spirit-Filled Small Group.” Con esa lectura, terminé de comprender el importante papel que los dones tienen dentro de la célula. Entendí que habíamos cometido un error: en Corinto también se había hecho mal uso de los dones, pero Pablo no prohibió que se ejercitaran los dones. Lo que hizo fue instruir a la iglesia para que los usaran correctamente. De igual manera, nosotros no debíamos prohibir el ejercicio de los dones en las células sino que instruir a los líderes para que supieran administrarlos.

A partir de ese momento, se abrió la puerta a los dones y se instruyó a los líderes sobre cómo regularlos. De esa manera, el ejercicio de los dones del Espíritu como el hablar en otras lenguas, el profetizar y el ejercicio de los dones de sanidades han dado nueva vida a la célula. Los invitados saben que la célula es más que la lección, hay una intervención dinámica del Espíritu Santo y eso mantiene la célula viva.

The Saga of Cell Lessons

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Mario Vega, www.elim.org.sv

Because there are six services at Elim on Sunday, it is very difficult to base the cell lesson on a Sunday sermon. For that reason, cell lessons are written in advance and published in a quarterly booklet. The cell leaders know in advance what lessons are covered and this gives them added incentive. We have always based the cell lessons on a book of the Bible. For example, we studied the gospel of John from beginning to end. This motivated those in the cell to continue attending because they were interested in learning about the life of Jesus.

Because there is a sequence in the cell lesson teachings, people are motivated to continue attending for the purpose of knowing what will happen next. This is not only true of the Gospels, but also of the book of Acts and the New Testament letters. A little more than a year ago, the lessons were focused on other topics. For example, we spent three months on the Sermon on the Mount, an additional three months on women of the Bible, and another three months on the seven letters of Revelation. Although a specific book is not followed in these topical studies, there is a theme that links the quarterly series. These themes spike the interest of the people to continue attending each week.

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Portuguese blog:

A Saga das Lições de Célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Porque há seis cultos na Elim no domingo, é muito difícil basear a lição de célula no sermão. Por esta razão, as lições de células são escritas com antecedência e publicadas em um folheto trimestral. Os líderes da célula sabem antecipadamente quais lições são cobertas e isso lhes dá incentivos adicionais. Sempre baseamos as lições de células em um livro da Bíblia. Por exemplo, estudamos o evangelho de João do começo ao fim. Isso motivou os que estavam na célula a continuarem participando porque estavam interessados em aprender sobre a vida de Jesus.

Porque há uma sequência nos ensinos da lição da célula, as pessoas são motivadas a continuar a frequentar com o propósito de saber o que acontecerá em seguida. Isto não é apenas verdade dos Evangelhos, mas também do livro de Atos e das cartas do Novo Testamento. Há pouco mais de um ano, as lições foram focadas em outros tópicos. Por exemplo, passamos três meses no Sermão da Montanha; um adicional de três meses sobre as mulheres da Bíblia e mais três meses sobre as sete cartas do Apocalipse. Embora um livro específico não seja seguido nestes tópicos de estudos, há um tema que liga a série trimestral. Estes temas fisgam o interesse das pessoas para continuar a frequentar cada semana.

Spanish blog:

La saga de las lecciones de células

por Mario Vega

Debido a que en Elim se realizan seis servicios el día domingo, resulta muy difícil basar la lección de las células en un sermón dominical. Por ese motivo, las lecciones de las células se escriben con anticipación y se publican para ser usadas durante un trimestre. Esa anticipación permite darle a la célula un incentivo adicional. Desde nuestro inicio del trabajo celular las lecciones seguían el estudio de un libro de la Biblia. Por ejemplo, el evangelio de Juan, que era estudiado de principio a fin. Eso motivaba a las personas a continuar asistiendo a la célula pues se interesaban por continuar aprendiendo de la vida de Jesús según es narrada por Juan.

Al existir una secuencia entre las enseñanzas, las personas pueden ser motivadas a continuar asistiendo con el propósito de saber lo que ocurrió después. Eso no solo es cierto en relación a los evangelios sino también al libro de Los Hechos y las cartas del Nuevo Testamento. Hace un poco más de un año, las lecciones se han enfocado en otros temas. Por ejemplo, ya tuvimos un trimestre sobre el Sermón del Monte. Otro más sobre las mujeres de la Biblia. Otro sobre las siete cartas del Apocalipsis. A pesar que en esas lecciones no se sigue un libro específico, sí hay un tema que une a la serie del trimestre. Eso también logra despertar el interés de las personas para continuar asistiendo cada semana.

Cell lessons in Elim

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Mario Vega, www.elim.org.sv

In Elim church, we provide the leaders with the cell lesson and ask the leaders to follow it. But we do not follow the pattern of using the Sunday sermon as a lesson. The reason we don’t do this is because we have six Sunday services and each one has a different sermon preached. That makes it almost impossible to take the lesson for the cell from there. However, we recognize that the idea of ​​using the Sunday sermon is very good because it unifies the instruction of the congregation and strengthens the nexus between the cell and the celebration.

Although we do not use the Sunday sermon, we do strive to preserve the unity of teaching according to the vision of the senior pastor. That is achieved, as in Korea, by drafting lessons that are written by the senior pastor. Lessons are published in quarterly pamphlets. That gives the pastor the possibility of giving a thematic order to the teachings.

When we started working with children’s cells and then with youth cells, we wrote specific lessons for each of those groups, but we continued the tradition of writing the lessons quarterly and distributing them in advance. In this way, doctrinal deviations have been avoided, evangelism is prioritized, and the unity of vision of the senior pastor is preserved.

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Portuguese blog:

Lições das Células da Igreja Elim

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Na Igreja de Elim, nós fornecemos aos líderes a lição (estrutura) da célula e pedimos aos líderes que a sigam. Mas não seguimos o padrão de usar o sermão do domingo como uma lição. A razão pela qual não fazemos isso é porque temos seis cultos dominicais e em cada um é pregado um sermão diferente. Isso torna quase impossível tirar a lição da célula do culto de domingo. No entanto, reconhecemos que a ideia de usar o sermão dominical é muito boa porque unifica a instrução da congregação e fortalece o nexo entre a célula e o culto de celebração.

Embora não usemos o sermão dominical, nós nos esforçamos para preservar a unidade do ensino de acordo com a visão do pastor sênior. Nós conseguimos isso, como na Coréia, pela elaboração de lições que são escritas pelo pastor sênior. As lições são publicadas em panfletos trimestrais. Isso dá ao pastor a possibilidade de dar uma ordem temática aos ensinamentos.

Quando começamos a trabalhar com células infantis e depois com células juvenis, escrevemos lições específicas para cada um desses grupos, mas continuamos a tradição de escrever as lições trimestralmente e distribuí-las antecipadamente. Desta forma, os desvios doutrinários foram evitados, o evangelismo é priorizado e a unidade de visão do pastor sênior é preservada.

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Las lecciones de las células en Elim

por Mario Vega

En el caso de iglesia Elim, siempre se sigue el principio de proveer a los líderes con las lecciones que se imparten en las células. Pero, no seguimos el patrón de usar el sermón dominical como lección. Eso, solamente por una razón práctica y es que en Elim tenemos seis servicios dominicales y en cada uno se predica un sermón diferente. Eso hace casi imposible que se pueda tomar de allí la lección para la célula. No obstante, reconocemos que la idea de usar el sermón dominical es muy buena porque unifica la formación de la congregación y fortalece el nexo entre la célula y la celebración.

A pesar de que no usamos el sermón dominical, sí nos esforzamos por conservar la unidad de enseñanza de acuerdo a la visión del pastor principal. Eso se logra, al igual que en Corea, por medio de la redacción de lecciones que son escritas por el pastor principal. Las lecciones se publican en folletos trimestrales. Eso le da al pastor la posibilidad de darle un orden temático a las enseñanzas.

Cuando se comenzó a trabajar con células infantiles y, luego, juveniles, se redactaron también las lecciones adecuadas para cada una de ellas. Se continuó con la tradición de redactar las lecciones de manera trimestral y anticipada. De esa forma, se ha evitado la enseñanza de desviaciones doctrinales, se focaliza la evangelización y se conserva la unidad de visión del pastor principal.

Evangelism Activities

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Mario Vega, www.elim.org.sv

Evangelism in Elim cells mainly focuses on each member inviting friends and acquaintance. This is the main way we evangelize at Elim. However, at times, the cell will plan special activities to reap a greater harvest. Particular cell zones or areas might organize their groups for special activities to preach the gospel and attract a greater audience. Sometimes we do these activities in the streets, parks, schools, or larger houses.

At other times, evangelistic activities are organized at a district level. This involves thousands of people coming together for an event that impacts the surrounding population. And, of course, there are even greater events that the whole churches organizes. When this happens, hundreds of thousands of people are mobilized to bring tens of thousands of guests so they can hear the proclamation of the gospel. Elim is known for its larger events in stadiums and in open fields that have impacted the entire country.

In addition to preaching the gospel to large numbers of people, these activities also strengthen the morale of the leaders who are encouraged to  continue to sow the seeds of the gospel every week in their cell.

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Atividades de Evangelismo

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

O evangelismo nas células da igreja Elim se concentra principalmente em cada membro convidar seus amigos e conhecidos. Esta é a principal maneira que evangelizamos na Elim. No entanto, às vezes, a célula planeja atividades especiais para fazer uma colheita maior. Regiões ou áreas celulares específicas podem organizar seus grupos para atividades especiais para pregar o evangelho e atrair uma audiência maior. Às vezes, fazemos essas atividades nas ruas, parques, escolas ou em casas maiores.

Em outras ocasiões, as atividades evangelísticas são organizadas a nível distrital. Isso envolve milhares de pessoas se juntando para um evento que impacta a população que vive ao redor. E, é claro, há eventos ainda maiores que as igrejas inteiras organizam. Quando isso acontece, centenas de milhares de pessoas são mobilizadas para trazerem dezenas de milhares de convidados para ouvir a proclamação do evangelho. A Elim é conhecida por seus eventos maiores em estádios e em campos abertos que impactaram todo o país.

Além de pregar o evangelho a um grande número de pessoas, essas atividades também fortalecem a moral dos líderes que são incentivados a continuar semeando as sementes do evangelho a cada semana em suas células.

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Actividades evangelizadoras

por Mario Vega, www.elim.org.sv

El trabajo de evangelización en las células de Elim se enfoca principalmente en que cada miembro lleve a sus conocidos como invitados. Ese es el trabajo de todo el tiempo y el más sistemático. Pero, algunas veces las células también realizan algunas actividades que persiguen recoger una mayor cosecha. Las células pueden organizarse por sectores o por zonas para realizar actividades públicas que tienen como finalidad invitar a más personas para que escuchen las buenas nuevas del evangelio. En el caso de El Salvador, esas actividades pueden hacerse en las calles, en parques, en escuelas, en casas comunales.

En otras ocasiones, las actividades pueden ser organizadas por distritos completos. Eso implica a miles de personas que se reúnen para un evento que impacta a la población alrededor. Y, claro, existen los grandes eventos que hace toda la iglesia. En ese caso, se habla ya de cientos de miles de personas que son capaces de movilizar a docenas de miles de invitados para que puedan escuchar el anuncio del evangelio. Elim es conocida por sus grandes eventos en estadios y campos abiertos que han impactado al país.

Además de alcanzar a muchas otras personas con el evangelio, esas actividades también fortalecen la moral de los líderes quienes cobran ánimos para seguir con su paciente trabajo de sembrar la semilla del evangelio cada semana en su célula.