Small Group Planning at the Elim Church, pt 2

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Mario Vega, www.elim.org.sv

What the Meeting Looks Like

We allow for flexibility in our planning meetings and each one is a little different. We have found, however, most of the planning meetings follow a similar order, like the following sample order (although the time frames vary widely). By including time frames, I’m simply giving my observation of what normally takes place in a planning meeting:

• Initial prayer (5 minutes). The leader will open in prayer, ask for prayer requests, and have each person pray for one another.

• Scripture reading and encouragement. We start with God’s Word, and the leader might share something that God is laying on his or her heart in his personal devotion time (10 minutes).

• Sharing the vision. The leader reminds the group of the overall vision of making disciples through small group ministry (5 minutes)

• Results from the last planning meeting (10 minutes). Accountability is critical. The leader will ask whether people were visited, evangelized, and whether the particular tasks were completed.

• Planning for the following Saturday cell (25 minutes). This is the main part of the planning meeting and takes the most time. The leader plans for the next meeting by:

o Delegating visitation tasks. The leader will ask willing team members to visit those who have not been attending the cell.
o Team members are asked to care for new converts and start the equipping process. It’s essential that each person is cared for and taking the next step in the equipping. During the planning meeting the group talks about where each person is on his or her spiritual journey. We often have new people coming into the Saturday night cell, so we will assign someone at the planning meeting to minister to the new person.
o Decide how each core member will participate in the next cell meeting in areas such as worship, taking the offering, and leading the lesson. Each group has a number of people involved. In fact, we believe the Saturday night cell will be more productive if more people are involved, so each part of the group is delegated during the planning meeting.
o Prepare details about making sure each person has a ride to the Sunday celebration service. We want people in the small group to also attend the Sunday celebration and transportation is a problem in San Salvador.

• Personal prayer requests of those present at the planning meeting (10 minutes)

• Announcement about what’s going on in the church in general (5 minutes)

We try not to go beyond the one-hour time limit because we know people are busy. In fact, our main challenge is busyness and not prioritizing the planning meeting among the members. We have to constantly remind each core group about the importance of the planning meeting and why we are taking the time to meet together each week to plan for the Saturday night cell group.

Keeping the Vision Alive

The reason we’re convinced of the planning meeting is because we’ve noticed how it helps maintain the excitement level of the cell group and reminds people that anything worthwhile, like a cell group requires planning and prayer. We believe that the planning meeting is a key reason why our groups continue to reach out and multiply throughout the city. Our goal at Elim is to penetrate our city of San Salvador with multiplying small groups. To make that happen, we want our people to be pro-actively involved in the process.

In our mother church in San Salvador, we now have 110,000 people in our 9,000 weekly Saturday cell groups. We view our small groups as an army that is penetrating the city for Jesus. Just like a normal army, diligent planning and strategizing is a major part of the battle. We view our planning meeting in a similar way. Our people grow in their passion as they meet on Wednesday to pray, plan, and prepare to evangelize those who don’t Jesus. We want to fulfill Christ’s marching orders to make disciples of all nations until he comes again (Matthew 28:18-20).

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Portuguese blog:

Planejamento do Pequeno Grupo na Igreja Elim, parte 2

Por Mario Vega

Com o que a Reunião se Parece

Permitimos flexibilidade em nossas reuniões de planejamento e cada uma é um pouco diferente. No entanto, descobrimos que a maioria das reuniões de planejamento seguem uma ordem similar, como a seguinte ordem de amostra (embora os intervalos de tempo variem amplamente). Incluindo intervalos de tempo, estou simplesmente dando a minha observação do que normalmente ocorre em uma reunião de planejamento:

• Oração inicial (5 minutos). O líder abrirá em oração, pedirá pedidos de oração e cada um orará pelo outro.

• Leitura das Escrituras e encorajamento. Começamos com a Palavra de Deus, e o líder pode compartilhar algo que Deus está colocando em seu coração em seu tempo de devocional (10 minutos).

• Compartilhando a visão. O líder lembra ao grupo a visão geral de fazer discípulos através do ministério de pequenos grupos (5 minutos)

• Resultados da última reunião de planejamento (10 minutos). A responsabilidade é crucial. O líder perguntará se as pessoas foram visitadas, evangelizadas e se as tarefas particulares foram concluídas.

• Planejamento para a seguinte célula de sábado (25 minutos). Esta é a parte principal da reunião de planejamento e leva mais tempo. O líder planeja para a próxima reunião por:

-Delegar tarefas de visitação. O líder pedirá aos membros da equipe que desejam visitar os que não estiverem frequentando a célula.
-Os membros da equipe são solicitados a cuidar de novos convertidos e iniciar o processo de equipar. É essencial que cada pessoa seja cuidada e dê o próximo passo no equipamento. Durante a reunião de planejamento, o grupo fala sobre onde cada pessoa está em sua jornada espiritual. Muitas vezes temos pessoas novas entrando na célula de sábado à noite, por isso vamos atribuir alguém na reunião de planejamento para ministrar a nova pessoa.
-Decidir como cada membro central irá participar na próxima reunião de célula em áreas como adoração, recolhendo a oferta e liderando o culto. Cada grupo tem um número de pessoas envolvidas. Na verdade, acreditamos que a célula de sábado à noite será mais produtiva se mais pessoas estiverem envolvidas, então cada parte do grupo é delegada durante a reunião de planejamento.
Prepare detalhes sobre se certificar de que cada pessoa tem uma carona para o culto de celebração de domingo. Queremos que as pessoas do pequeno grupo também participem da celebração de domingo e o transporte é um problema em San Salvador.

• Pedidos de oração pessoal dos presentes na reunião de planejamento (10 minutos)

• Anunciar sobre o que está acontecendo na igreja em geral (5 minutos)

Tentamos não ultrapassar o limite de uma hora porque sabemos que as pessoas são ocupadas. Na verdade, nosso principal desafio é essa ocupação e não priorizar a reunião de planejamento entre os membros. Temos de lembrar constantemente a cada grupo principal sobre a importância da reunião de planejamento e por que estamos tomando o tempo para se reunir a cada semana para planejar os grupos de células de sábado à noite.

Mantendo a Visão Viva

A razão pela qual estamos convencidos da reunião de planejamento é porque percebemos como ela ajuda a manter o nível de excitação do grupo de células e lembra às pessoas que qualquer coisa que valha a pena, como um grupo de células, requer planejamento e oração. Acreditamos que a reunião de planejamento é uma das principais razões pelas quais nossos grupos continuam se estendendo e se multiplicando por toda a cidade. Nosso objetivo na Elim é penetrar em nossa cidade de San Salvador com a multiplicação de pequenos grupos. Para que isso aconteça, queremos que nosso pessoal seja pro-ativamente envolvido no processo.

Em nossa igreja-mãe em San Salvador, temos agora 110.000 pessoas em nossos 9.000 grupos semanais de células no sábado. Nós vemos nossos pequenos grupos como um exército que está penetrando a cidade para Jesus. Assim como um exército normal, planejamento diligente e estratégias são uma parte importante da batalha. Nós vemos nossa reunião de planejamento de uma maneira similar. Nosso povo cresce em sua paixão ao se reunir na quarta-feira para orar, planejar e se preparar para evangelizar aqueles que não têm Jesus. Queremos cumprir as ordens de Cristo para fazer discípulos de todas as nações até que Ele volte (Mateus 28: 18-20).

Spanish blog:

La planificación de los grupos pequeños en la iglesia Elim, parte 2

Por Mario Vega

Cómo se ve la reunión

Nosotros permitimos flexibilidad en nuestras reuniones de planificación y cada una es un poco diferente. Hemos encontrado, sin embargo, que la mayoría de las reuniones de planificación siguen una orden similar, como el siguiente orden demuestra (aunque los marcos de tiempo varían ampliamente). Mediante la inclusión de marcos de tiempo, simplemente estoy dando mi observación de lo que normalmente tiene lugar en una reunión de planificación:

  • Oración inicial (5 minutos). El líder empezara en oración, pedirá peticiones de oración, y hará que cada persona ore por los demás.
  • Lectura y aliento de las Escrituras. Comenzamos con la Palabra de Dios, y el líder puede compartir algo que Dios está poniendo en su corazón en su tiempo de devoción personal (10 minutos).
  • Compartiendo la visión. El líder recuerda al grupo la visión general de hacer discípulos a través del ministerio en grupos pequeños (5 minutos).
  • Resultados de la última reunión de planificación (10 minutos). La rendición de cuentas es crítica. El líder preguntará si la gente fue visitada, evangelizada y si las tareas particulares fueron completadas.
  • Planificación de la siguiente célula del sábado (25 minutos). Esta es la parte principal de la reunión de planificación y toma más tiempo. El líder planea la próxima reunión:

-Delegando tareas de visitación. El líder pedirá a los miembros del equipo que deseen visitar a aquellos que no han asistido a la célula. Luego pide a los miembros del equipo que cuiden a los nuevos creyentes e inicien el proceso de equipamiento. Es esencial que cada persona esté cuidada y dando el siguiente paso en el equipamiento. Durante la reunión de planificación el grupo habla de dónde está cada persona en su viaje espiritual. A menudo tenemos gente nueva entrando en la célula en la noche del sábado, así que asignaremos a alguien en la reunión de planificación para ministrar a la nueva persona.

-Decidimos cómo cada miembro principal participará en la siguiente reunión de la célula en áreas tales como adoración, toma de la ofrenda y guía de la lección. Cada grupo tiene un número de personas involucradas. De hecho, creemos que la célula del sábado por la noche será más productiva si participan más personas, por lo que cada parte del grupo se delega durante la reunión de planificación.

-Prepare los detalles y asegúrese de que cada persona tiene un paseo al servicio de la celebración del domingo. Queremos que la gente del grupo pequeño también asista a la celebración del domingo y el transporte es un problema en San Salvador.

  • La oración personal con los presentes en la reunión de planificación (10 minutos)
  • Anuncio sobre lo que está pasando en la iglesia en general (5 minutos)

Tratamos de no ir más allá del límite de una hora porque sabemos que la gente está ocupada. De hecho, nuestro principal reto es la actividad y no priorizar la reunión de planificación entre los miembros. Tenemos que recordar constantemente a cada grupo central la importancia de la reunión de planificación y por qué estamos tomando el tiempo para reunirse cada semana para planificar el grupo celular del sábado por la noche.

Manteniendo la visión viva

La razón por la que estamos convencidos de que la reunión de planificación es importante, es, porque hemos notado cómo ayuda a mantener el nivel de emoción del grupo celular y recuerda a la gente que cualquier cosa vale la pena, como el grupo celular, requiere planificación y oración. Creemos que la reunión de planificación es una razón clave por la cual nuestros grupos continúan extendiéndose y multiplicándose por toda la ciudad. Nuestra meta en Elim es penetrar nuestra ciudad de San Salvador con la multiplicación de grupos pequeños. Para lograrlo, queremos que nuestra gente participe activamente en el proceso.

En nuestra iglesia madre en San Salvador, ahora tenemos 110,000 personas en nuestros 9,000 grupos semanales de células del sábado. Vemos a nuestros pequeños grupos como un ejército que está penetrando la ciudad para Jesús. Al igual que un ejército normal, la planificación diligente y la elaboración de estrategias son una parte importante para la batalla. Vemos nuestra reunión de planificación de una manera similar. Nuestro pueblo crece en su pasión al reunirse el miércoles para orar, planear y prepararse para evangelizar a los que no tienen a Jesús. Queremos cumplir las órdenes de Cristo de hacer discípulos en todas las naciones hasta que Él vuelva (Mateo 28: 18-20).

Small Group Planning at the Elim Church, Pt 1

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Mario Vega, www.elim.org.sv

Unlike many churches who transition gradually to small group ministry, we changed rather abruptly. We became completely convinced of cell based ministry after visiting David Cho’s church in Seoul, South Korea in 1986. We asked everyone to join a small group and even discontinued our small, nearby church plants in San Salvador, El Salvador, asking the pastors to become zone and district pastors in one large cell-based church. By God’s grace, the change to small group ministry worked, although in those early days we learned more from our failures than successes.

In spite of our many mistakes in those early days, we made some key decisions that continue to guide us into the present. One of those creative decisions was asking all groups to hold an extra planning meeting each week. We asked the leaders to develop a leadership team which would meet together on a different night (normally Wednesday night) to plan for the Saturday night cell group, since all of our cell meetings take place on Saturday night. When I say “leadership team,” I’m referring to anyone who was willing to make a consistent commitment to attend the Wednesday night planning meeting.

We originally did this because we noticed that our groups were not prepared for the new people who were streaming into them. We also realized that we were far too dependent on one or two leaders and not tapping into the strength of other people in the group. And then there were the many “Extra Grace Required” people in the groups and we were unprepared to deal with them.

Getting People Involved

Although we allowed anyone to attend the Wednesday night planning meeting, the reality was that the committed and faithful members actually attended. Some would call these people the core group or the nucleus of the cell.

We’ve discovered that the planning meeting allows those with a hunger to serve Jesus Christ to get involved more deeply in small group life, being able to plan, pray, and act. People feel wanted and esteemed when they are involved. The mid-week planning meeting provides the setting for that involvement to take place. The planning meeting is also the time to strategize to reach those who don’t know Jesus as Savior and Lord. It also provides the impetus to decide how to hold people accountable to make sure that evangelism took place .

We’ve learned from experience not to exalt one person. Long-term fruitfulness in the small group vision requires developing an army of leaders who are planning and praying together. The planning meeting has now become part of the culture of Elim. After almost thirty years, the small group members know that the goal of the small groups is to make disciples who make disciples and each small group plans to make this happen .

Not Another Cell Group

The Wednesday night meeting is not another “edification” meeting. We don’t want to replicate the Saturday night cell. Rather, it’s primarily a planning meeting. The purpose of the meeting is crystal clear: get ready for the Saturday night cell and make sure tasks are delegated, people are invited, and everything is well prepared.

The planning meeting also focuses on how to multiply the Saturday cell by asking and answering such questions as: Who will lead the next cell? Has the future cell leader completed the equipping and has the supervisor and zone pastor been informed? Are they involved in the process? Who will go with the new cell leaders and form part of the new team? Where will the next cell meet? In once sense, the Wednesday night meeting takes the mystery out of cell ministry.

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Portuguese blog:

Planejamento dos Pequenos Grupos na Igreja Elim, parte 1

Por Mario Vega

Ao contrário de muitas igrejas que transicionam gradualmente para o ministério em pequenos grupos, nós mudamos de forma abrupta. Nós fomos totalmente convencidos depois de visitar a igreja de David Cho em Seul, na Coréia do Sul, em 1986. Nós pedimos a todos que se juntassem a um pequeno grupo e até descontinuamos nossas pequenas igrejas próximas em San Salvador, El Salvador, pedindo aos pastores que se tornassem pastores de região e de distrito em uma única grande igreja em células. Pela graça de Deus, a mudança para o ministério de pequenos grupos funcionou, embora naqueles primeiros dias tenhamos aprendido mais com nossos fracassos do que com os sucessos.

Apesar de nossos muitos erros naqueles primeiros dias, nós fizemos algumas decisões-chave que continuam a nos conduzir no presente. Uma dessas decisões criativas foi pedir a todos os grupos para realizarem uma reunião de planejamento extra semanalmente. Pedimos aos líderes que desenvolvessem uma equipe de liderança que se reunisse em uma noite diferente (normalmente na noite de quarta-feira) para planejar a célula de sábado à noite, já que todas as nossas reuniões de célula acontecem no sábado à noite. Quando digo “equipe de liderança”, estou me referindo a qualquer pessoa que estivesse disposta a assumir um compromisso consistente de participar da reunião de planejamento nas quartas-feiras à noite.

Nós fizemos isso originalmente porque percebemos que os nossos grupos não estavam preparados para as novas pessoas que estavam chegando até eles. Percebemos também que dependíamos muito de um ou dois líderes e não aproveitávamos a força de outras pessoas do grupo. Também existiam muitas pessoas no grupo que precisavam de uma “graça a mais” e estávamos despreparados para lidar com elas.

Envolvendo as Pessoas

Embora nós permitíssemos que qualquer pessoa participasse da reunião de planejamento de quarta-feira à noite, a intenção era que os membros comprometidos e fiéis realmente comparecessem. Alguns chamavam essas pessoas de grupo central ou de núcleo da célula.

Nós descobrimos que a reunião de planejamento permite que aqueles que têm fome para servir a Jesus Cristo se envolvam mais profundamente na vida em pequenos grupos, sendo capazes de planejar, orar e agir. As pessoas se sentem queridas e estimadas quando estão envolvidas. A reunião de planejamento no meio da semana fornece o cenário para que esse envolvimento ocorra. A reunião de planejamento é também o momento de elaborar estratégias para alcançar aqueles que não conhecem Jesus como Salvador e Senhor. Ela também fornece o ímpeto para decidir como responsabilizar as pessoas para garantir que o evangelismo ocorreu.

Aprendemos com a experiência a não exaltar uma pessoa. A prosperidade a longo prazo na visão dos pequenos grupos requer o desenvolvimento de um exército de líderes que estejam planejando e orando juntos. A reunião de planejamento passou a fazer parte da cultura de Elim. Depois de quase trinta anos, os membros dos pequenos grupos sabem que o objetivo dos grupos é fazer discípulos que façam discípulos e cada grupo pequeno planeja fazer isso acontecer.

Não É Outra Célula

A reunião de quarta-feira à noite não é outra reunião de “edificação”. Nós não queremos replicar a célula de sábado à noite. Em vez disso, é principalmente uma reunião de planejamento. A finalidade da reunião é cristalina: preparar-se para a célula de sábado à noite e certificar-se de que as tarefas sejam delegadas, as pessoas sejam convidadas e tudo esteja bem preparado.

A reunião de planejamento também se concentra em como multiplicar a célula de sábado, fazendo e respondendo perguntas como: Quem vai liderar a próxima célula? O futuro líder de célula completou o trilho de treinamento e o supervisor e o pastor de região foram informados? Eles estão envolvidos no processo? Quem irá com os novos líderes de célula e fará parte da nova equipe? Onde a próxima célula acontecerá? De uma vez só, a reunião de quarta-feira à noite retira o mistério do ministério celular.

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La planificación de los pequeños grupos en la Iglesia Elim, parte 1

Por Mario Vega

A diferencia de muchas iglesias que han transicionado de forma gradual al ministerio en grupos pequeños, nosotros cambiamos de manera abrupta. Después de visitar la iglesia del Pastor David Cho en Seúl, Corea del Sur, en 1986, nos convencimos completamente del ministerio basado en células. Pedimos a todos que se unieran a un pequeño grupo e incluso descontinuaran nuestras pequeñas iglesias cercanas en San Salvador, El Salvador, pidiendo a los pastores que se convirtieran en Pastores de Zona y distritos en una gran iglesia basada en pequeños grupos. Por la gracia de Dios, el cambio al ministerio de grupos pequeños funcionó, aunque en esos primeros días aprendimos más de nuestros fracasos que de nuestros éxitos.

A pesar de nuestros muchos errores en esos primeros días, tomamos algunas decisiones clave que siguen guiándonos hacia el presente. Una de esas decisiones creativas fue pedir a todos los grupos que celebraran una reunión de planificación extra cada semana. Pedimos a los líderes que desarrollaran un equipo de liderazgo que se reuniría en una noche diferente (normalmente el miércoles por la noche) para planear el grupo celular del sábado por la noche, ya que todas nuestras reuniones celulares tienen lugar el sábado por la noche. Cuando digo “equipo de liderazgo”, me refiero a cualquiera que estuviera dispuesto a asumir un compromiso consistente de asistir a la reunión de planificación del miércoles por la noche.

Originalmente lo hicimos porque nos dimos cuenta de que nuestros grupos no estaban preparados para las nuevas personas que estaban fluyendo en ellos. También nos dimos cuenta de que éramos demasiado dependientes de uno o dos líderes y no aprovechando la fuerza de otras personas del grupo. Y luego había muchas personas con “Extra Gracia Requerida” en los grupos y no estábamos preparados para tratar con ellos.

Cómo involucrar a las personas

Aunque permitimos que alguien asistiera a la reunión de planificación del miércoles por la noche, la realidad era que los miembros comprometidos y fieles realmente asistieron. Algunos llamarían a estas personas el núcleo del grupo o el núcleo de la célula.

Hemos descubierto que la reunión de planificación permite a los que tienen hambre de servir a Jesucristo involucrarse más profundamente en la vida en grupos pequeños, pudiendo planear, orar y actuar. La gente se siente querida y estimada cuando está involucrada. La reunión de planificación a mitad de semana sirve de base para que esa participación tenga lugar. La reunión de planificación es también el momento de elaborar estrategias para llegar a aquellos que no conocen a Jesús como Señor y Salvador. También proporciona el ímpetu para decidir cómo hacer que las personas rindan cuentas para asegurarse de que el evangelismo tuvo lugar.

Hemos aprendido de la experiencia de no exaltar a una persona. La fecundidad a largo plazo en la visión del grupo pequeño requiere desarrollar un ejército de líderes que estén planeando y orando juntos. La reunión de planificación se ha convertido en la parte de la cultura de Elim. Después de casi treinta años, los miembros del grupo pequeño saben que el objetivo de los pequeños grupos es hacer discípulos que hagan discípulos y cada grupo pequeño planea hacer que sea posible.

No es otro grupo celular

La reunión del miércoles por la noche no es otra reunión de “edificación”. No queremos replicar la célula del sábado por la noche. Más bien, es principalmente una reunión de planificación. El propósito de la reunión es muy claro: prepárate para la célula del sábado por la noche y asegúrate de que las tareas sean delegadas, invite a la gente y todo esté bien preparado.

La reunión de planificación también se concentra en cómo multiplicar la célula del sábado pidiendo y respondiendo preguntas como: ¿Quién dirigirá la siguiente célula? ¿El futuro líder de la célula ha completado el equipamiento y ha informado al supervisor y al pastor de la zona? ¿Están involucrados en el proceso? ¿Quién irá con los nuevos líderes celulares y formará parte del nuevo equipo? ¿Dónde se reunirá la siguiente célula? En una ocasión, la reunión del miércoles por la noche saca el misterio del ministerio celular.

Reach Out

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Mario Vega, www.elim.org.sv

Jesus left his church on earth to share the good news of the gospel. The church’s responsibility is to be light and salt in a world without hope. The church should not live for herself but for the mission entrusted to her. It is not here to be served but to serve.

In all the activities that the church performs, it must ask itself if it is fulfilling the mission that God has entrusted to her, or if it has become encumbered with other things.

Is our worship designed to be more relevant to the Christian marketplace or are we  touching unbelievers? Are our sermons designed to make us look scholarly and wise or are they designed to reach the lost? Are our home meetings more about social engagement to make us feel comfortable or are they welcoming the lost with open arms? How do we focus our efforts and energy? May God help us to achieve his redemptive purpose!

Mario

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Alcançar

Mario Vega, www.elim.org.sv

Jesus deixou sua igreja na terra para trazer as boas novas do Evangelho. A responsabilidade da igreja é ser luz e sal num mundo sem esperança. A igreja não deve viver para si, mas para a missão confiada a ela. Ela não está aqui para ser servida, mas para servir.

Em todas as atividades que a igreja realiza, ela deve perguntar-se se está cumprindo a missão que Deus lhe confiou ou se está usando sua força para coisas diferentes. Nossa adoração é projetada para ser mais relevante para o mercado gospel ou estamos de fato tocando os incrédulos? Os nossos sermões são projetados para fazer com que nós pareçamos mais acadêmicos e sábios ou são projetados para alcançar os perdidos? As nossas reuniões nas casas são mais sobre um engajamento social para nos deixar confortáveis ou elas estão recebendo os perdidos com os braços abertos? Como focamos nossos esforços e energia? Que Deus nos ajude a alcançar Seu propósito redentor!

Mario

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Reuniones de alcance, www.elim.org.sv

por Mario Vega,

Existe un propósito por el que Jesús ha dejado a su iglesia en la tierra. Ese propósito se resume en la misión que se le encomendó a su pueblo. La misión es la de llevar las buenas nuevas del evangelio. Su responsabilidad es ser luz y sal en un mundo sin esperanza. La iglesia no debe vivir para sí misma sino para la misión que se le encomendó. No está para ser servida sino para servir.

En todas las actividades que la iglesia realiza debe preguntarse si, a final de cuentas, está atendiendo a la misión que Dios le ha encomendado o si está utilizando sus fuerzas para cosas diferentes. ¿Nuestras alabanzas tienen como objeto promocionar un mercado religioso o tocar a los incrédulos? ¿las predicaciones son expresiones de erudición personal o son mensajes urgentes para los perdidos? ¿nuestras reuniones en casas tienen como objeto relajarnos y hacernos sentir confortables o son brazos abiertos para acoger a los perdidos? ¿Hacia qué enfocamos nuestros esfuerzos y nuestros intereses? ¡Qué Dios nos ayude a alcanzar su propósito redentor!

Evangelism Now and Then

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

The well-known passage from Acts 2:44-47 ends by stating that each day the Lord added new people to the church. The increase of new believers was not the result of some aggressive effort made by the early believers to reach out to others. The passage shows that the conversions were produced as a result of the believers’ new lifestyle. That lifestyle had these characteristics:

  • The believers were together.
  • They had everything  in common.
  • They were compassionate toward the needy.
  • They went to the temple every day.
  • They celebrated the Lord’s Supper in the houses.
  • They ate together.
  • They praised God together.

Conversions were a natural result of seeing and experiencing the changed lives of Christians. The modern dichotomy between fellowship and evangelism is an inadequate understanding of the nature of the church. There are not two meeting options—one for evangelism and the other for fellowship. Rather, in the book of ACTS the fellowship and the evangelism were intimately related to each other. Remember that this is the model found in the New Testament.

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Evangelismo Antes e Atualmente

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A bem conhecida passagem de Atos 2:44-47 termina afirmando que cada dia o Senhor acrescentava novas pessoas à igreja. O aumento de novos convertidos não foi o resultado de algum esforço agressivo feito pelos primeiros crentes para alcançar os outros. A passagem mostra que as conversões foram produzidas como resultado do novo estilo de vida dos crentes. Esse estilo de vida tinha essas características:

  • Os convertidos estavam juntos;
  • Eles tinham tudo em comum;
  • Eles tinham compaixão pelos necessitados;
  • Eles iam ao templo todos os dias;
  • Eles celebravam a ceia do Senhor nas casas;
  • Eles comiam juntos;
  • Eles adoravam a Deus juntos.

Como resultado, as pessoas desenvolveram um relacionamento com eles e foram adicionadas à igreja. As conversões eram um resultado natural de ver e experimentar as vidas mudadas dos cristãos. A dicotomia moderna entre comunhão e evangelismo é uma compreensão inadequada da natureza da igreja. Não há duas opções de reunião – uma para o evangelismo e outra para o companheirismo. Em vez disso, no livro de Atos a comunhão e o evangelismo estavam intimamente relacionados um com o outro. Lembre-se que este é o modelo encontrado no Novo Testamento.

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El evangelismo en la reunión cristiana

por Mario Vega, www.elim.org.sv

El muy conocido pasaje de Hechos 2:44-47 termina afirmando que cada día el Señor añadía nuevas personas a la iglesia. El incremento de nuevos creyentes no era el resultado de algún esfuerzo agresivo de los primeros creyentes por alcanzar a otros. El pasaje deja ver que las conversiones se producían como resultado del nuevo estilo de vida de los creyentes. Ese estilo de vida poseía estas características:

  • Los creyentes estaban juntos.
  • Tenían las cosas en común.
  • Eran solidarios con los necesitados.
  • Iban al templo cada día.
  • Celebraban la cena del Señor en las casas.
  • Comían juntos.
  • Alababan a Dios.

Como resultado de ello, las personas desarrollaban simpatía hacia ellos y, luego, se añadían a la iglesia. Las conversiones eran un resultado natural de la vivencia de la fe de los cristianos. La moderna dicotomía entre reuniones de comunión y reuniones de evangelismo es una mala comprensión de la naturaleza de la iglesia. No son dos opciones de reuniones, en Los Hechos la comunión y el evangelismo se condicionan el uno al otro y se implican mutuamente. Es el único modelo que se encuentra en el Nuevo Testamento.

The Leaders and the Grace of God

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

In the kingdom of God things are upside down. The strong are called weak and the weak are strong. As Paul explains: “But God has chosen the foolish things of the world to put to shame the wise, and God has chosen the weak things of the world to put to shame the things which are mighty; and the base things of the world and the things which are despised God has chosen, and the things which are not, to bring to nothing the things that are, that no flesh should glory in His presence.” (1 Cor. 1: 27-29). God’s way is to use human weakness to fulfill his redemptive purposes, and as a consequence, the glory belongs to him and to no one else. There is nothing special about a strong, capable person doing something great. But God is glorified when he uses the weak and helpless to fulfill his purposes.

The leader’s ability does not depend on his personal resources but on God, who has mercy. Like Paul, the leader must learn the lesson that when we are weak then we are strong. We must boast of our weaknesses and not of our strengths. Therefore, recognizing that we have limitations should not discourage us from serving Him. God knows how to use the foolish and weak to give him glory. Cell ministry continues through weak and limited people and not through highly capable leaders. It was always like this. Abraham was old, Isaac lied, Jacob was a cheater, Elijah was depressed, Jonah was disobedient, Zacchaeus was a thief, the Samaritan woman was divorced, Peter denied Jesus, Timothy was sick, Lazarus was dead, but none of these things were obstacles to God who used these people in their weaknesses and struggles. To God be the glory!

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Os Líderes e a Graça de Deus

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

No Reino de Deus, as coisas são de cabeça para baixo. Os fortes são chamados fracos e os fracos são fortes. Como Paulo explica: “Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus” (1 Coríntios 1:27-29). O caminho de Deus é usar a fraqueza humana para cumprir Seus propósitos redentores, e como consequência, a glória pertence a Ele e a ninguém mais. Não há nada especial sobre uma pessoa forte e capaz fazendo algo grande. Mas Deus é glorificado quando usa os fracos e impotentes para cumprir Seus propósitos.

A habilidade do líder não depende de seus recursos pessoais, mas de Deus, que tem misericórdia. Como Paulo, o líder deve aprender a lição de que quando nós somos fracos então nós somos fortes. Devemos nos gabar de nossas fraquezas e não de nossas forças. Portanto, reconhecer que temos limitações não deve desencorajar-nos de servi-Lo. Deus sabe como usar os tolos e os fracos para Lhe dar glória. O ministério de células continua através de pessoas fracas e limitadas e não através de líderes altamente capazes. Sempre foi assim. Abraão era velho, Isaque mentiu, Jacó era trapaceiro, Elias estava deprimido, Jonas era desobediente, Zaqueu era um ladrão, a Samaritana divorciada, Pedro negou a Jesus, Timóteo estava doente, Lázaro estava morto, mas nenhuma dessas coisas foi um obstáculo para Deus, que usou essas pessoas em suas fraquezas e lutas. A Deus seja a glória!

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Los líderes y la gracia de Dios

por Mario Vega

En el reino de Dios las cosas están al revés. A lo fuerte se le llama débil y a lo débil fuerte. Como Pablo explica: “Lo necio del mundo escogió Dios, para avergonzar a los sabios; y lo débil del mundo escogió Dios, para avergonzar a lo fuerte; y lo vil del mundo y lo menospreciado escogió Dios, y lo que no es, para deshacer lo que es, a fin de que nadie se jacte en su presencia” (1 Co. 1:27-29). La manera de Dios es usar la debilidad humana para cumplir sus propósitos redentores; como consecuencia, la gloria le pertenece a él y a nadie más. No existe nada especial en que una persona muy capaz resulte ser eficiente, lo que exalta a Dios es que sin que seamos capaces sus propósitos se cumplen. No gracias a nosotros sino a pesar de nosotros.

La capacidad del líder no depende de sus recursos personales sino de Dios, quien tiene misericordia. Igual que Pablo, el líder debe aprender la lección de que cuando somos débiles entonces somos fuertes. Debemos jactarnos de nuestra debilidad y no de nuestra fortaleza. Por tanto, el reconocer que tenemos limitaciones y que no somos todo lo que deberíamos no debe desanimarnos de servirle a él. Dios sabe usar lo menospreciado para deshacer lo fuerte. La obra celular continúa a través de personas débiles y con limitaciones y no a través de líderes sumamente capaces.

Siempre fue así. A Noé se le pasaban las copas, Abraham era viejo, Isaac mintió, Jacob era tramposo, Elías se deprimió, Jonás fue desobediente, Zaqueo era ladrón, la samaritana era divorciada, Pedro negó a Jesús, Timoteo estaba enfermo, Lázaro estaba muerto pero todo ello no fue obstáculo para que Dios les usara. Bendita gracia de Dios.

Fear of Being a Leader

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

Eugenia was one of the first cell leaders I personally trained. Eugenia did not miss any of the training meetings. At the end of the course, I announced to the new group of leaders that soon I would tell them what cell they would start leading.

A few days later Eugenia came looking for me in my small office and burst into tears. Between tears she asked me to please not give her a cell. She did not feel capable of being a leader. She cried  inconsolably, so I told her not to worry. I told her that if she thought she did not have the qualities to be a leader that I would not force her to be one. She calmed down and went away satisfied. But on the next day Eugenia came back again, crying inconsolably. She told me that she had not been able to sleep the night before. She said she felt like she had said no to God and so she was now willing to be a leader.

She received her cell and started to exercise her leadership role. The big surprise happened one Sunday. I was at the entrance of the church when I saw a bus full of guests arriving. As it stopped in front of the church, Eugenia was the first one to step down. She was full of joy and explained to me that that bus full of people were the guests of her cell. Eugenia became the first woman leader who alone took a bus full of guests to the celebration. She turned out to be an excellent leader after overcoming her personal fears. The only thing that limited her was her own fear.

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Portuguese blog:

Medo de Ser um Líder

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Eugenia foi uma dos primeiros líderes de célula que eu treinei pessoalmente. Eugenia não perdeu nenhuma das reuniões de treinamento. No final do curso, eu anunciei ao novo grupo de líderes que logo eu lhes diria qual célula eles iriam começar a liderar.

Poucos dias depois, Eugenia veio me procurar no meu pequeno escritório e explodiu em lágrimas. Entre lágrimas, ela me pediu para não lhe dar uma célula. Ela não se sentia capaz de ser uma líder. Ela chorou inconsolavelmente, então eu disse a ela para não se preocupar. Eu disse a ela que se ela pensou que não tinha as qualidades para ser uma líder, eu não iria forçá-la a ser uma. Ela se acalmou e saiu satisfeita. Mas no dia seguinte, Eugenia voltou, chorando inconsolavelmente mais uma vez. Ela me disse que não tinha conseguido dormir na noite anterior. Ela disse que sentiu como se tivesse dito não a Deus e por isso agora estava disposta a ser uma líder.

Ela recebeu sua célula e começou a exercer seu papel de liderança. A grande surpresa aconteceu num domingo. Eu estava na entrada da igreja quando vi um ônibus cheio de convidados chegando. Quando parou na frente da igreja, Eugenia foi a primeira a descer. Ela estava cheia de alegria e explicou-me que aquele ônibus cheio de pessoas eram os convidados de sua célula. Eugenia se tornou a primeira mulher líder que sozinha levou um ônibus cheio de convidados para o culto de celebração. Ela acabou sendo uma excelente líder depois de superar seus medos pessoais. A única coisa que a limitava era seu próprio medo.

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El temor a ser líder

por Mario Vega

Eugenia fue parte de los primeros líderes de célula que capacité personalmente. Eugenia no faltó a ninguna de las reuniones de entrenamiento. Al final del curso les anuncié al nuevo grupo de líderes que próximamente les indicaría la célula que comenzarían a atender.

Unos días después Eugenia me buscó en mi pequeña oficina y se echó a llorar. Entre lágrimas me pidió que por favor no le diera una célula. Ella no se sentía capaz de ser una líder. Ella lloraba de una manera inconsolable, de manera que le dije que no se preocupara. Que si ella pensaba no tener las cualidades para ser una líder que no la obligaría a que lo fuera. Ella se tranquilizó y se retiró satisfecha. Pero, al día siguiente, Eugenia volvió a llegar otra vez llorando desconsoladamente. Ella me dijo que no había podido dormir la noche anterior. Que al decirme que no podía ser líder sintió como que era a Dios a quien le decía que no. Así que ahora sí estaba dispuesta a ser líder.

Ella recibió su célula y comenzó a ejercer su rol de lideresa. La gran sorpresa ocurrió un día domingo. Yo estaba en la entrada de la iglesia cuando vi llegar un autobús lleno de invitados. Al detenerse frente a la iglesia Eugenia fue la primera en bajar. Ella iba llena de alegría y me explicó que ese bus lleno de personas eran los invitados de su célula. Eugenia se convirtió en la primera mujer líder que llevó ella sola un autobús lleno de invitados a la celebración.

Ella resultó ser una excelente líder después de superar sus temores personales. Lo único que la limitaba era su propio temor.

The Training of New Leaders

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

When a person is born again, he experiences deep gratitude for God’s work of salvation.  That gratitude is expressed in a fervent desire to serve God. In those early days, the person is ready to serve in any role out of pure gratitude. The desire to serve God is a symptom of spiritual health. When a person is ungrateful and doesn’t want to serve, often the reason is because of unconfessed sin, unsound doctrine, or not being in fellowship in the body of Christ. Whatever the cause, it is not normal for a Christian to lack desire to serve God.

Cell churches have in their favor that natural desire of believers to serve their savior. Cell leadership is a place to serve. The pastor does not need to force things. Becoming a cell leader should be presented as the natural step for every believer and not as an exceptional challenge for certain privileged people. That is why the equipping track must go from conversion to leadership. The training to become a leader should be the continuation of the training that every new believer receives.

In the church we make a distinction between member and leader,  but in the heart of the new believer there is no such difference. If becoming a leader is presented to the believer as a natural step, just like  water baptism, the person will proceed forward very naturally.  Yes, it has a lot to do with how leadership training is presented, so the more naturally it is presented, the more naturally people will proceed to become leaders. And in this way, the church will always have people willing to join the ranks of leadership.

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Portuguese blog:

O Treinamento de Novos Líderes

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Quando uma pessoa nasce de novo, experimenta uma profunda gratidão pela obra de salvação de Deus. Essa gratidão é expressa em um fervoroso desejo de servir a Deus. Nesses primeiros dias, a pessoa está pronta para servir em qualquer papel por pura gratidão. O desejo de servir a Deus é um sintoma de saúde espiritual. Quando uma pessoa é ingrata e não quer servir, muitas vezes a razão é o pecado não confessado, doutrina errada, ou não haver companheirismo no corpo de Cristo. Qualquer que seja a causa, não é normal para um cristão a falta desejo de servir a Deus.

As igrejas em células têm em seu favor o desejo natural dos convertidos de servir ao seu salvador. A liderança celular é um lugar para servir. O pastor não precisa forçar as coisas. Tornar-se um líder de célula deve ser apresentado como o passo natural para cada crente e não como um desafio excepcional para alguns privilegiados. É por isso que o caminho para a liderança (trilho de treinamento) deve ir da conversão à liderança. O treinamento para se tornar um líder deve ser a continuação do treinamento que cada novo convertido recebe.

Na igreja fazemos uma distinção entre membro e líder, mas no coração do novo convertido não há tal diferença. Se se tornar um líder é apresentado a ele como um passo natural, assim como o batismo nas águas, a pessoa vai caminhar para alcançá-lo. Sim, tem muito a ver com a forma como o treinamento de liderança é apresentado, portanto, quanto mais naturalmente for apresentado, mais naturalmente as pessoas se tornarão líderes. E desta forma, a igreja sempre terá pessoas dispostas a juntarem-se às posições da liderança.

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El entrenamiento de nuevos líderes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Cuando una persona nace de nuevo experimenta profundo agradecimiento por la obra de salvación recibida. Esa gratitud se expresa en un deseo ferviente de servir a Dios. No importa cuál sea el rol en el que se le sirva, lo importante es hacerlo. Es un síntoma de salud espiritual el deseo de servir a Dios. Aquellas personas que no lo experimentan es porque algo está mal en sus vidas. Pudiera ser un pecado no confesado, el no poseer una sana doctrina o no gozar de la comunión con los hermanos. Cualquiera sea la causa, no es normal que un cristiano no posea el deseo de servir a Dios.

Las iglesias celulares tienen a su favor ese deseo natural de los creyentes por servir a su salvador. El liderazgo celular es un espacio de servicio, consecuentemente, el pastor no necesita forzar las cosas. El llegar a ser líder de célula debe ser presentado como el paso natural de todo creyente y no como un desafío excepcional para algunos privilegiados. Es por eso que la ruta del líder debe ir desde la conversión hasta el liderazgo. El entrenamiento para ser líder debe ser la continuación de la formación que todo nuevo creyente recibe.

Es dentro de la iglesia donde se hace diferencia entre miembro y líder. Pero, en el corazón del nuevo creyente no existe esa diferencia. Si el ser líder se le presenta como un paso natural, al igual que el bautismo en agua, la persona procederá a darlo. Tiene mucho que ver la manera cómo se presenta el entrenamiento para líderes. Mientras más naturalmente se presente más naturalmente las personas procederán a convertirse en líderes. De esa manera, la iglesia siempre tendrá personas dispuestas a alistarse en las filas del liderazgo.

The Cell Church Philosophy

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

In contrast to traditional churches where believers have a passive and consumer role, cell churches are committed to helping each member become actively involved  both the cell and the celebration. The believer is seen as one who should take care of his brothers and dedicates himself to encourage them by his example so that they take on leading roles. The nature of the cell church is that everyone participates. Each one develops his or her own gift for the edification of the body. So being a cell church implies an essential change in the philosophy of how one understands being a church and the role that corresponds to each believer. In essence, it is the transition from a priestly system to an evangelical one. That is, to move from a theological model where the pastor is a mediator between God and the congregation to a model in which each person goes directly to God without the need of a mediator and sees himself responsible for caring for his brothers.

The issue is not only about adopting a working methodology with cells but to make a change of mentality regarding how the church is understood and the role of each one of the members. The change should not only take place in the pastor but also in the congregation.  The pastor needs to formulate the  values, open spaces of participation, delegate to others, and then encourage those who are already ministering.  As the pastor succeeds in transferring the new philosophy to his members, he will succeed in multiplying disciples who assume leadership responsibilities.

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Portuguese blog:

A Filosofia da Igreja em Células

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Em contraste com as igrejas tradicionais onde os crentes têm um papel passivo e consumidor, as igrejas em células estão empenhadas em ajudar cada membro a se envolver ativamente tanto na célula como no culto de celebração. O crente é visto como alguém que deve cuidar de seus irmãos e se dedica a incentivá-los pelo seu exemplo para que assumam papéis de liderança. A natureza da igreja em células é que todos participam. Cada um desenvolve seu próprio dom para a edificação do Corpo. Portanto, ser uma igreja celular implica uma mudança essencial na filosofia de como se entende ser uma igreja e o papel que corresponde a cada crente. Em essência, é a transição de um sistema sacerdotal para um evangélico. Ou seja, passar de um modelo teológico onde o pastor é um mediador entre Deus e a congregação para um modelo em que cada pessoa vai diretamente a Deus sem a necessidade de um mediador e é ele próprio responsável por cuidar de seus irmãos.

A questão não é apenas adotar uma metodologia de trabalho com células, mas fazer uma mudança de mentalidade sobre como a igreja é compreendida e o papel de cada um dos membros. A mudança não deve acontecer apenas com o pastor, mas ele deve transferí-la para a congregação através da pregação e do ensino. O pastor precisa formular os valores, abrir espaços de participação, delegar a outros e, então, incentivar aqueles que já estão ministrando. Conforme o pastor consegue transferir a nova filosofia para seus membros, ele terá sucesso na multiplicação de discípulos que assumem responsabilidades de liderança. Trata-se de mudar a maneira como o Cristianismo é compreendido.

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La filosofía de la iglesia celular

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Contrario a las iglesias tradicionales donde los creyentes poseen un rol pasivo y de consumidores, las iglesias celulares se empeñan en que cada miembro se involucre activamente en responsabilidades tanto en la celebración como en las casas. El creyente es visto como alguien que debe tomar cuidado de sus hermanos y se decida a animarlos con su ejemplo para que asuman roles protagónicos.

La naturaleza de la iglesia celular es la de una amplia participación de sus miembros. Cada uno desarrolla su propio don para edificación del cuerpo. De manera que ser una iglesia celular implica un cambio esencial en la filosofía de cómo se entiende el ser iglesia y el papel que le corresponde a cada creyente. En el fondo, se trata del paso de un sistema sacerdotalista a uno evangélico. Es decir, pasar de un modelo teológico en donde el pastor es un mediador entre Dios y la congregación a un modelo en el cual cada persona va directamente a Dios sin necesidad de mediador y se ve responsable por cuidar de sus hermanos.

Como puede verse, el asunto no es solamente de adoptar una metodología de trabajo con células sino de realizar un cambio de mentalidad con respecto a cómo se entiende la iglesia y el papel de cada uno de los miembros. El cambio no solamente debe darse en el pastor sino que éste debe trasladarlo a la congregación con sus enseñanzas, la formulación de valores, el abrir espacios de participación, la delegación y el ánimo a los que ya trabajan. En la medida que el pastor tenga éxito en trasladar la nueva filosofía a sus miembros, tendrá éxito en multiplicar discípulos que asuman responsabilidades de liderazgo. Es cambiar la manera cómo se entiende el cristianismo.

Learning from History

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By Mario Vega, www.elim.org.sv

The passage from 1 Corinthians 14: 26-33 is a true window through time that allows us to see how the first Christians held their meetings. We read, “How is it then, brethren? Whenever you come together, each of you has a psalm, has a teaching, has a tongue, has a revelation, has an interpretation. Let all things be done for edification.  If anyone speaks in a tongue, let there be two or at the most three, each in turn, and let one interpret. But if there is no interpreter, let him keep silent in church, and let him speak to himself and to God. Let two or three prophets speak, and let the others judge.  But if anything is revealed to another who sits by, let the first keep silent. For you can all prophesy one by one, that all may learn and all may be encouraged. And the spirits of the prophets are subject to the prophets. For God is not the author of confusion but of peace. ”

The mention of the “church” in this passage is often interpreted as a service in a building. But we must remember that the early church did not have such buildings and that what was called “church” were the meetings in the houses. We have in this passage a description of the primitive cells. It is clear that all the attendees could participate. Notice the expressions “each one of you” and “one by one”.  We also need to remember that each person in the house church had different gifts: revelation, interpretation and prophecy. Each member participated in the meetings with his or her own gift (s).

Even though each had a different gift, there was no conflict within the cell. Everything was done without confusion and in peace. Each member with his gift submitted to the others to achieve the greater purpose of edifying each other. These lessons from history teach us that in the cell we must encourage the participation of each member with his or her own gift. This is how people will be edified and grow spiritually.

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Aprendendo com a História

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A passagem de 1 Coríntios 14:26-33 é uma verdadeira janela através do tempo que nos permite ver como os primeiros cristãos realizavam suas reuniões. Nós lemos: “Portanto, que diremos, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma revelação, uma palavra em língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja. Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar. Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus. Tratando-se de profetas, falem dois ou três, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito. Se vier uma revelação a alguém que está sentado, cale-se o primeiro. Pois vocês todos podem profetizar, cada um por sua vez, de forma que todos sejam instruídos e encorajados. Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz”.

A menção da “igreja” nesta passagem é muitas vezes interpretada como um culto em um prédio. Mas devemos lembrar que a Igreja Primitiva não tinha tais edifícios e que o que se chamava “igreja” eram as reuniões nas casas. Nós temos nessa passagem uma descrição das células primitivas. Está claro que todos os participantes podiam participar. Observe as expressões “cada um de vocês” e “um por um”. Também precisamos lembrar que cada pessoa na igreja doméstica tinha dons diferentes: revelação, interpretação e profecia. Cada membro participava das reuniões com o seu próprio dom.

Mesmo que cada um tivesse um dom diferente, não havia conflito dentro da célula. Tudo era feito sem confusão e em paz. Cada membro com seu dom se submetia aos outros para alcançarem o propósito maior de edificar uns aos outros. Essas lições da História nos ensinam que na célula devemos incentivar a participação de cada membro com seu próprio dom. É assim que as pessoas serão edificadas e crescerão espiritualmente.

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Ventana en el tiempo

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

El pasaje de 1 Corintios 14:26-33 es una auténtica ventana en el tiempo que nos permite observar cómo los primeros cristianos realizaban sus reuniones en las casas: “¿Qué hay, pues, hermanos? Cuando os reunís, cada uno de vosotros tiene salmo, tiene doctrina, tiene lengua, tiene revelación, tiene interpretación. Hágase todo para edificación. Si habla alguno en lengua extraña, sea esto por dos, o a lo más tres, y por turno; y uno interprete. Y si no hay intérprete, calle en la iglesia, y hable para sí mismo y para Dios. Asimismo, los profetas hablen dos o tres, y los demás juzguen. Y si algo le fuere revelado a otro que estuviere sentado, calle el primero. Porque podéis profetizar todos uno por uno, para que todos aprendan, y todos sean exhortados. Y los espíritus de los profetas están sujetos a los profetas; pues Dios no es Dios de confusión, sino de paz.”

La mención que en ese pasaje se hace de la “iglesia” nos hace pensar en nuestros cultos en los edificios de nuestras congregaciones. Pero, debemos recordar que la iglesia primitiva no tenía tales edificios y que lo que se llamaba “iglesia” eran las reuniones en las casas. Tenemos en ese pasaje una descripción de las células primitivas. Es muy notorio que todos los asistentes tenían una participación, note las expresiones “cada uno de vosotros” y “todos uno por uno”. Otro elemento que hay que notar es que cada uno tenía dones diferentes: revelación, interpretación y profecía. Cada miembro participaba de la reunión con su don propio.

Además, hay que notar que a pesar de que cada uno tenía un don diferente, no había conflicto dentro de la célula. Todo se hacía sin confusión y en paz. Cada miembro con su don encajaba con los demás para lograr el gran fin de edificarse mutuamente. Esta visión a través de la ventana temporal de este pasaje nos enseña que en la célula se debe propiciar la participación de cada miembro con su don. Es la manera cómo las personas serán edificadas y tendrán salud espiritual.

The Control Trap

coach_mario2016speakingBy Mario Vega, www.elim.org.sv

One of our pastors in an Elim branch church from abroad took control of all the activities that were carried on in his congregation. He was in charge of the worship, then continued with the preaching, then collected the offering, then dismissed the brethren, and even provided counseling to those in need. When I asked him why he did this, he answered that he had to, because there was no one else in the church that could do these things as well as he could. He felt that in order to ensure that things were flowing properly, it was better for him to assume the responsibilities. This continued for many years and finally his healthy collapsed. He ended up in the hospital suffering from various diseases.

He had been the victim of his own trap. It was true that there were few people in his church who could do things as well as he could, but this was primarily because he had not created the environment for people to learn and grow. In his desire for control and perfection, he didn’t provide the opportunities for people to effectively develop the work of the ministry. The people settled in and became passive participants until the pastor had to pay with a high price on his health.

The same thing can happen in a cell when the leader does not allow the members to develop and grow as disciples through active participation. Things will not be done perfectly in the beginning, but we should only remember that this is the path we have all traveled at some point. If people who helped us had not given us the opportunity to try, fail, and try again, we would never have learned. It is essential to provide opportunities for people so that we can generate new disciples that, in turn, will generate new cells.

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A Armadilha do Controle

Por Mario Vega,  www.elim.org.sv

Um de nossos pastores em uma igreja braço da Elim no exterior tomou o controle de todas as atividades que eram realizadas em sua congregação. Ele era encarregado da adoração, então continuou com a pregação, depois coletava as ofertas, dispensava os irmãos e até mesmo fornecia aconselhamento aos necessitados. Quando eu perguntei por que ele fez isso, ele respondeu que tinha que fazê-lo, porque não havia ninguém na igreja que pudesse fazer essas coisas tão bem quanto ele. Ele achava que, para garantir que as coisas fluíssem corretamente, era melhor que ele assumisse as responsabilidades. Isso continuou por muitos anos e, finalmente, sua saúde desmoronou. Ele acabou no hospital sofrendo de várias doenças.

Ele foi vítima de sua própria armadilha. É verdade que havia poucas pessoas em sua igreja que pudessem fazer as coisas tão bem quanto ele, mas isso aconteceu principalmente porque ele não criou o ambiente para que as pessoas aprendessem e crescessem. Em seu desejo de controle e perfeição, ele não forneceu as oportunidades para que as pessoas efetivamente desenvolvessem o trabalho do ministério. As pessoas se acomodaram e se tornaram participantes passivos até que o pastor teve que pagar com um alto preço em sua saúde.

A mesma coisa pode acontecer em uma célula quando o líder não permite que os membros se desenvolvam e cresçam como discípulos através da participação ativa. As coisas não serão feitas perfeitamente no começo, mas nós devemos somente recordar que este é o caminho pelo qual todos nós passamos em algum momento. Se as pessoas que nos ajudaram não nos dessem a oportunidade de tentar, fracassar e tentar novamente, nunca teríamos aprendido. É essencial proporcionar oportunidades às pessoas para que possamos gerar novos discípulos que, por sua vez, irão gerar novas células.

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La Trampa del Control

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Uno de nuestros pastores en una iglesia filial de Elim del extranjero tomó control de todas las actividades que se realizaban en su naciente congregación. Él se encargaba de la adoración, luego seguía con la predicación, luego colectaba la ofrenda, luego despedía a los hermanos y brindaba consejería a quienes lo necesitaban. Cuando le pregunté por qué lo hacía de esa manera me respondió que porque no había en la iglesia alguien que hiciera esas cosas bien. Que para asegurar que las cosas marcharan correctamente era mejor que él asumiera las responsabilidades. Así continuó durante algunos años hasta que su salud colapsó. Terminó en el hospital aquejado de diversas enfermedades.

Él había sido víctima de su propia trampa. Era cierto que no había en su iglesia personas que hicieran las cosas correctamente, pero porque él mismo no había creado el espacio para que las personas aprendieran. En su deseo de control y perfección cerró las oportunidades a las personas para que pudieran desarrollar con eficacia la obra del ministerio. Las personas se acomodaron y se volvieron participantes pasivos hasta que el pastor tuvo que pagar con un alto precio en su salud.

Lo mismo puede ocurrir en una célula cuando el líder no permite a sus miembros desarrollar funciones importantes del programa. Las cosas no serán hechas de manera perfecta al principio, pero solo debemos recordar que es el camino que todos hemos transitado en algún momento. Si no nos hubieran dado la oportunidad de comenzar, nunca hubiéramos aprendido. Es esencial abrir el espacio para la participación de los miembros de la célula si esperamos generar nuevos discípulos que, a su vez, generarán nuevas células.