What is the Proper Motivation for Persistence?

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

Many of the people who start working with the cell system do so because they expect their churches to grow in numbers. When that does not happen, they think that the system does not work and look for other alternatives or new models. But, the main reason for doing cell ministry is not growth. The essential purpose is the mobilization of believers to exercise their universal priesthood, to edify one another, to evangelize, and to develop their particular gifts.

Perseverance is motivated by expectations. When the pastor has the correct motivation, he will continue to persevere as long as he perceives that believers are growing in the quality of their spiritual lives, even when numerical growth does not happen. It is much better to have the same number of people who mature and deepen in their faith than to have lots of believers with a superficial spirituality.

Of course, it is not about choosing one thing or another. I am convinced that every church that conscientiously develops the cell system will have a significant spiritual development of their members and will also inevitably grow in number. It is almost impossible for a healthy cell church not to grow. But, God must bring the growth and he is sovereign. Not all church will become mega churches. When pastor begins to see the people enjoying community through cell life, an over-concern with numbers will disappear. Spiritual maturity will take its place. Although persistence is necessary to achieve results, the important question is what results are expect? Numbers or discipleship? That is the fundamental question that will define your perseverance.

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Portuguese blog:

Qual é a Motivação Correta para a Persistência?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Muitas das pessoas que começam a trabalhar com o sistema celular fazem isso porque esperam que suas igrejas cresçam em números. Quando isso não acontece, elas pensam que o sistema não funciona e buscam outras alternativas ou novos modelos. Contudo, o principal motivo para o ministério celular não é o crescimento. O propósito essencial é a mobilização dos crentes para exercer seu sacerdócio universal, edificar uns aos outros, evangelizar e desenvolver seus dons particulares.

A perseverança é motivada pelas expectativas. Quando o pastor tem a motivação correta, ele continuará a perseverar enquanto perceber que os crentes estão crescendo na qualidade de suas vidas espirituais, mesmo quando o crescimento numérico não acontece. É muito melhor ter o mesmo número de pessoas que amadurecem e aprofundam a fé do que ter muitos crentes com uma espiritualidade superficial.

Claro, não se trata de escolher uma coisa ou outra. Estou convencido de que toda igreja que desenvolve conscientemente o sistema celular terá um desenvolvimento espiritual significativo de seus membros e também inevitavelmente crescerá em número. É quase impossível que uma igreja celular saudável não cresça. Mas Deus deve trazer o crescimento e ele é soberano. Nem toda igreja se tornará uma mega igreja. Quando o pastor começa a ver as pessoas que desfrutam de comunidade através da vida celular, a preocupação com números desaparecerá. A maturidade espiritual ocupará seu lugar. Embora a persistência seja necessária para obter resultados, a questão importante é quais são os resultados esperados? Números ou discipulado? Essa é a questão fundamental que vai definir a sua perseverança.

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La persistencia para alcanzar resultados

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Buena parte de las personas que comienzan a trabajar con el sistema celular lo hacen porque esperan que sus iglesias crezcan en número. Cuando eso no se produce piensan que el sistema no funciona y buscan otras alternativas o nuevos modelos. Pero, el sentido principal del trabajo celular no es el crecimiento en sí mismo. El propósito esencial es la movilización de los creyentes para que ejerciten su sacerdocio universal, se edifiquen unos a otros, evangelicen y desarrollen sus dones particulares.

La perseverancia entonces, es determinada de acuerdo a las expectativas que se posean. Las personas continuarán perseverando en la medida que perciban que los creyentes crecen en calidad de vida espiritual aun cuando el crecimiento en número no se produzca. Es mucho mejor tener la misma cantidad de personas pero que maduran y profundizan su fe que tener muchos creyentes con una espiritualidad superficial.

Por supuesto que no se trata de escoger entre una y otra cosa. Estoy convencido que toda iglesia que trabaja a conciencia el sistema celular tendrá un desarrollo espiritual de sus miembros significativo y, además, crecerá numéricamente de manera inevitable. Es casi imposible que una iglesia celular sana no crezca. Pero, a cada uno, como Dios desea. No todos se convertirán en mega iglesias. Cuando se disfruta la vida celular en comunidad el número dejará de ser ambicionado. La madurez espiritual tomará su lugar. La persistencia es necesaria para alcanzar resultados. Pero ¿qué resultados son los que esperas? ¿Los numéricos o los de discipulado? Esa es la pregunta fundamental que definirá tu perseverancia.

How Extensive Can The Transition Be?

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

The Christian church was born with a very intense practice of serving one another. There are more than fifty passages in the New Testament that speak of believers ministering to one another. That happened because the priesthood model of the law was broken to make a priest out of every believer. The “priesthood of all believers” is lived out to a greater or lesser extent by churches depending on their traditions, practices ,and theological concepts. Those traditions and practices are what determine the ease or difficulty with which each of them will make their transition to the cell model.

The difficulty of a church to complete its transition is proportional to the level of historical involvement of its members in the ministry; the lesser the involvement, the more difficult the transition. Conversely, the greater the involvement, the less difficulty in making the transition. Some churches must begin very slowly through extensive teaching on New Testament principles because the members have been limited to being passive listeners and consumers of religious services. Depending on the charisma and leadership of the Pastor that time could be prolonged or reduced. Transitioning in these churches can take three to ten years.

In the case of Elim, the transition took place in a couple of months. That was due to two major elements: First, the high participation that the members had in evangelism. People burned with passion to have an active part in God’s service. Second, the strong leadership of its founding Pastor, who was very inspiring, influential, and very oriented towards the mobilization of all believers. Those factors allowed for a rapid and effective transition. But there aren’t two churches alike. Each one must make a very honest examination of its history and culture in order to make a proper transition according to its unique particularities.

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Portuguese blog:

Quão Extensa Pode Ser a Transição?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A Igreja cristã nasceu com uma prática muito intensa de servir uns aos outros. Há mais de cinquenta passagens no Novo Testamento que falam dos convertidos ministrando uns aos outros. Isso aconteceu porque o modelo do sacerdócio da Lei foi quebrado para tornar cada crente um sacerdote. O “sacerdócio de todos os crentes” é vivido em maior ou menor grau pelas igrejas, dependendo de suas tradições, práticas e conceitos teológicos. Essas tradições e práticas são as que determinam a facilidade ou a dificuldade com que cada uma delas irá fazer a transição para o modelo celular.

A dificuldade de uma igreja para completar sua transição é proporcional ao nível de envolvimento histórico de seus membros no ministério; quanto menor o envolvimento, mais difícil é a transição. Por outro lado, quanto maior o envolvimento, menos dificuldade terão em fazer a transição. Algumas igrejas devem começar muito lentamente através de extensos ensinamentos sobre os princípios do Novo Testamento, porque os membros foram limitados a serem ouvintes passivos e consumidores de serviços religiosos. Dependendo do carisma e liderança do Pastor, esse tempo pode ser prolongado ou reduzido. A transição nessas igrejas pode levar de três a dez anos.

No caso da Igreja Elim, a transição ocorreu em alguns meses. Isso foi devido a dois elementos principais: primeiro, a alta participação que os membros tiveram no evangelismo. As pessoas queimaram com paixão por terem uma parte ativa no serviço a Deus. Em segundo lugar, a forte liderança de seu pastor fundador, que foi muito inspirador, influente e muito orientado para a mobilização de todos os crentes. Esses fatores permitiram uma transição rápida e efetiva. Mas não há duas igrejas iguais. Cada uma deve fazer um exame muito honesto de sua história e cultura, a fim de fazer uma transição adequada de acordo com suas particularidades únicas.

Spanish blog:

¿Qué tan extensa puede ser la transición?

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia cristiana nació con una práctica muy intensa de servirse los unos a los otros. Existen más de cincuenta pasajes en el Nuevo Testamento que hablan de que los creyentes se ministraban los unos a los otros. Eso ocurrió porque el modelo de sacerdocio de la ley fue roto para hacer de todo creyente un sacerdote. Esa vivencia la experimentan en mayor o menor medida las iglesias actuales dependiendo de sus tradiciones, prácticas y conceptos teológicos. Esas características son las que determinan la facilidad o la dificultad con la que cada una de ellas harán su transición al modelo celular.

La dificultad de una iglesia para completar su transición es proporcional al nivel de involucramiento histórico de sus miembros en el ministerio. A menor involucramiento mayor dificultad para la transición. A la inversa, a mayor involucramiento menor dificultad para hacer la transición. Una iglesia donde históricamente los miembros se han limitado a ser oyentes pasivos, consumidores de servicios religiosos, debe comenzar por desarrollar una enseñanza prolongada del modelo de iglesia del Nuevo Testamento. Dependiendo del carisma y el liderazgo del pastor ese tiempo podría prolongarse o reducirse. Esto puede suponer entre tres a diez años.

En el caso de Elim la transición se produjo en un par de meses. Eso se debió a dos grandes elementos. Primero, la alta participación que los miembros tenían en el evangelismo. Las personas ardían de pasión por tener una parte activa en el servicio a Dios. Segundo, el fuerte liderazgo de su pastor fundador. Que era muy inspirador, influyente y muy orientado hacia la movilización de todos los creyentes. Esos factores permitieron una transición rápida y efectiva. Pero, no hay dos iglesias iguales. Cada una debe hacer un examen muy honesto de sus características para poder realizar una transición adecuada a sus particularidades únicas.

Benefits of a Cell Definition

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

For some years now, Elim has adopted the definition of a cell that I have so often heard from Joel Comiskey: “A cell is a group of 3 to 15 people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelizing, building community and edification, committed to the functions of the local church and who make disciples who make other disciples with the goal of multiplication.” This definition is quite integral and has served to make decisions at different times in our work.

As I have explained at other times, we learned about the cell work from the first books of Pastor Cho that were translated into Spanish. One of them was called “Family Groups and Church Growth.” From that title, we adopted the name of “family groups” to refer to cells. That created a mental relationship between families and small meetings. It was installed in our brain the idea that a house was needed in order for a cell to exist. We resisted the idea of calling a group of students who did not meet in a house but at school or university a cell.

Over time, and by adopting the definition of cell, again and again the question was raised as to whether or not student meetings were cells because they did not take place in a house. At that point, it became useful to have a definition. The students were a group of 3 to 15 people who met weekly very far from the church building, in schools and universities. They did it with the purpose of evangelizing, building community, and edifying each other. They were engaged with the local church and made disciples who made other disciples. That is, they fulfilled all the conditions of a cell.

This is a simple example of how having a clear cell definition can help us at times when questions arise.

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Benefícios de uma Definição de Célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Há alguns anos, a Igreja Elim adotou a definição de célula que sempre ouvi Joel Comiskey falar: “Uma célula é um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontram semanalmente fora do prédio da igreja com a finalidade de evangelizar, construir comunidade e edificação, comprometidas com as funções da igreja local e que fazem discípulos que fazem outros discípulos com o objetivo de multiplicação”. Esta definição é bastante integral e serviu para tomar decisões em momentos diferentes em nosso trabalho.

Como expliquei em outras ocasiões, aprendemos sobre o trabalho celular com os primeiros livros do Pastor Cho que foram traduzidos para o espanhol. Um deles foi chamado de “Grupos Familiares e Crescimento da Igreja” (tradução livre). A partir desse título, adotamos o nome de “grupos familiares” para nos referirmos a células. Isso criou uma relação mental entre famílias e pequenas reuniões. Foi instalada em nossos cérebros a ideia de que uma casa era necessária para que uma célula existisse. Resistimos à ideia de chamar um grupo de alunos que não se reuniam em uma casa, mas na escola ou na universidade, de célula.

Ao longo do tempo, ao adotar a definição de célula, várias e várias vezes foi levantada a questão sobre se as reuniões de estudantes eram ou não células porque não aconteciam em uma casa. Nesse ponto, tornou-se útil ter uma definição. Os estudantes eram um grupo de 3 a 15 pessoas que se encontravam semanalmente, muito longe do prédio da igreja, nas escolas e universidades. Eles faziam isso com o propósito de evangelizar, construir comunidade e se edificar mutuamente. Eles estavam envolvidos com a igreja local e faziam discípulos que faziam outros discípulos. Ou seja, eles preenchiam todas as condições de uma célula.

Este é um exemplo simples de como ter uma definição de célula clara pode nos ajudar em momentos em que os questionamentos surgem.

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Beneficios de una definición de célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Desde hace años en Elim adoptamos la definición de célula que tantas veces le he escuchado a Joel Comiskey: “Una célula es un grupo de 3 a 15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse y que están comprometidos con las funciones de la iglesia local y que hacen discípulos que generan a otros discípulos con la meta de multiplicarse.” Esta definición es bastante integral y nos ha servido para tomar decisiones en diferentes momentos de nuestro trabajo.

Como otras veces lo he explicado, aprendimos el trabajo celular de los primeros libros del pastor Cho que fueron traducidos al español. Uno de ellos se llamaba “Los grupos familiares y el crecimiento de la iglesia”. De ese título adoptamos el nombre de “grupos familiares” para referirnos a las células. Eso creó una relación mental entre las familias y las pequeñas reuniones. Se instaló en nuestro cerebro la idea de que para que existiera una célula se necesitaba una casa. Nos resistíamos a la idea de llamar célula a un grupo de estudiantes que no se reunían en una casa sino que en la escuela o la universidad.

Con el paso del tiempo y, al adoptar la definición de célula, una y otra vez volvía la pregunta sobre si las reuniones de estudiantes eran o no células por no realizarse en una casa. En ese punto es que nos fue útil el poseer una definición. Los estudiantes eran un grupo de entre 3 a 15 personas que se reunían semanalmente muy lejos de edificio de la iglesia, en las escuelas y universidades. Lo hacían con el propósito de evangelizar, confraternizar y edificarse. Estaban comprometidos con la iglesia local y hacían discípulos que generaban a otros discípulos. Es decir, cumplían todas las condiciones de una célula.

Este es un ejemplo sencillo de cómo el poseer una clara definición de célula puede ayudarnos en momentos cuando surgen dudas sobre el trabajo.

The Cell and the Fullness of the Christian Life

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

The reading of the New Testament should always take into account that the first Christians had no special places for worship. They met in the houses, in small groups. Passages such as the following should be re-read in that context: “Whenever you come together, each of you has a psalm, has a teaching, has a tongue, has a revelation, has an interpretation. Let all things be done for edification” (1 Cor. 14:26). This verse shows us how the various functions and gifts of the believers were exercised in the privacy of homes.

Singing, teaching and the exercise of the gifts of the Holy Spirit are mentioned. Acts 2:46-47 says, “So continuing daily with one accord in the temple, and breaking bread from house to house, they ate their food with gladness and simplicity of heart, praising God and having favor with all the people. And the Lord added to the church daily those who were being saved” (Acts 2: 46-47). Elements such as perseverance, the Lord’s Supper, fellowship, joy, praise and evangelism are mentioned here.

The life of the body of Christ was practiced inside of the cells. For them, the participation in the houses was the Christian life–it was the church. There was no such thing as being able to choose between house meetings and other ecclesiastical roles. Similarly, today the life of the church needs to return to house to house ministry to be fully biblical and practice the fullness of the Christian life.

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A Célula e a Plenitude da Vida Cristã

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A leitura do Novo Testamento deve sempre levar em conta que os primeiros cristãos não tinham lugares especiais para a adoração. Eles se encontravam nas casas, em pequenos grupos. Passagens como as seguintes devem ser re-lidas nesse contexto: “Ora, quando vos reunis, cada um de vós tem um salmo, ou uma mensagem de ensino, uma revelação, ou ainda uma palavra em determinada língua e outro tem a interpretação dessa língua. Tudo seja feito para a edificação da Igreja” (1 Coríntios 14:26). Este versículo nos mostra como as variadas funções e dons dos crentes eram exercidos na privacidade dos lares. O louvor, o ensino e o exercício dos dons do Espírito Santo são mencionados. Atos 2:46-47 diz: “Diariamente, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus por tudo e sendo estimados por todo o povo. E, assim, a cada dia o Senhor juntava à comunidade as pessoas que iam sendo salvas”. Elementos como a perseverança, a Ceia do Senhor, comunhão, alegria, louvor e evangelismo são mencionados aqui.

A vida do Corpo de Cristo era praticada dentro das células. Para eles, a participação nas casas era a vida cristã – era a Igreja. Não havia como ser capaz de escolher entre as reuniões domésticas e outros papéis eclesiásticos. Da mesma forma, hoje a vida da igreja precisa retornar ao ministério “de casa em casa” para ser plenamente bíblica e praticar a plenitude da vida cristã.

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La célula y la plenitud de la vida cristiana

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La lectura del Nuevo Testamento debe realizarse teniendo siempre en cuenta el hecho que los primeros cristianos no tuvieron locales especiales para el culto. Ellos se reunían en las casas, en grupos pequeños. En ese contexto se deben releer pasajes como el siguiente: “Cuando os reunís, cada uno de vosotros tiene salmo, tiene doctrina, tiene lengua, tiene revelación, tiene interpretación. Hágase todo para edificación” (1 Co. 14:26). Este versículo, nos muestra cómo las diversas funciones y dones de los creyentes se ejercitaban en la intimidad de los hogares. Se menciona el canto, la enseñanza y el ejercicio de los dones del Espíritu Santo. Veamos ahora este otro pasaje: “Y perseverando unánimes cada día en el templo, y partiendo el pan en las casas, comían juntos con alegría y sencillez de corazón, alabando a Dios, y teniendo favor con todo el pueblo. Y el Señor añadía cada día a la iglesia los que habían de ser salvos” (Hch. 2:46-47). Acá se mencionan elementos como la perseverancia, la cena del Señor, la comunión, la alegría, la alabanza y el evangelismo.

Es difícil pensar en roles dentro de la iglesia que no se mencionen en esos dos versículos que son ventanas en el tiempo por las que podemos ver el interior de las células primitivas. La participación en las reuniones en las casas era para ellos la vida cristiana, era la iglesia. No existía tal cosa como poder optar entre las reuniones en las casas y cualquier otro rol eclesiástico. De igual manera, hoy en día no existe tal cosa como la opción entre células y cualquier otra preferencia de servicio. Todo se realiza dentro de la célula, la otra opción sería solamente languidecer.

The Leader’s Family

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

Ministry is a life-time work. People who, at some point in their lives, decide to stop sharing the gospel are rare. In the same way, cell leadership is a long-term, lifelong task. It is a marathon that started on the day of conversion and will not cease until the end of this physical life. Leading a cell should not be considered an extraordinary task. It is a question of gaining ground step by step, affirming what has been gained and then taking the next step.

Prioritizing the family is also a life-long calling. The leader must not think that building his or her family is only for a season or for certain calmer times. Those “calmer” moments will never come, which is why discipline must be developed to combine both elements–doing the work of the ministry and cultivating communication with the family.

How does this happen? It means distributing time wisely so that there is time for the family and the ministry. Family and ministry should complement each other.  The work of God advances as the family advances. The two stimulate each other. But when the family is negatively affected by ministry, it’s  time to stop and reconsider priorities. Wise cell leaders prioritize time with their spouses and families and gain strength to minister to others.

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A Família do Líder

Por Mario Vega,  www.elim.org.sv

O Ministério é um trabalho vitalício. As pessoas que, em algum momento de suas vidas, decidem parar de compartilhar o Evangelho, são raras. Do mesmo jeito, a liderança celular é uma tarefa de longo prazo, ao longo da vida. É uma maratona que começou no dia da conversão e não cessará até o final desta vida física. Liderar uma célula não deve ser considerada uma tarefa extraordinária. É uma questão de ganhar terreno passo a passo, afirmando o que foi adquirido e depois dar o próximo passo.

Priorizar a família também é um chamado para toda a vida. O líder não deve pensar que construir sua família é apenas por uma temporada ou deve esperar por momentos mais calmos. Estes momentos nunca virão, razão pela qual a disciplina deve ser desenvolvida para combinar os dois elementos – fazer o trabalho do ministério e cultivar a comunicação com a família.

Como isso acontece? Isso significa distribuir o tempo sabiamente para que haja tempo para a família e o ministério. A família e o ministério devem se complementar. O trabalho de Deus avança conforme a família avança. Os dois se estimulam. Mas quando a família é afetada negativamente pelo ministério, é hora de parar e reconsiderar as prioridades. Líderes de células sábias priorizam o tempo com seus cônjuges e famílias e ganham força para ministrar a outros.

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La familia del líder

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La obra del ministerio es una tarea que se asume para toda la vida. Son muy escazas las personas que, en algún punto de sus vidas, deciden cesar de compartir el evangelio. Consecuentemente, la tarea de ser líder de célula es una labor a largo plazo, de toda la vida. Es una maratón que comenzó el día de la conversión y que no cesará hasta el final de la vida física. Consecuentemente, no puede considerarse como un esfuerzo extraordinario en el que se invierte toda la fuerza en un solo golpe para luego quedar exhausto y sin fuerzas.

Se trata de ir ganando terreno paso a paso, afirmar lo ganado para luego dar un nuevo paso. Para ello, se deben reunir las condiciones de fuerza que hagan posible la conquista paulatina. Toda acumulación de fuerzas resulta indispensable. No puede el líder pensar que solo se trata de una temporada en que puede relegar el cultivar una relación significativa con su familia a la espera de tiempos más tranquilos. Esos momentos nunca llegarán, razón por la que se debe desarrollar la disciplina para combinar ambos elementos. Después de todo, también el cristiano está haciendo la obra del ministerio cuando cultiva una comunicación de fondo con su familia.

Esto implica distribuir el tiempo sabiamente de manera que haya espacio para la familia tanto como para la obra de Dios. Estos no son aspectos excluyentes sino que complementarios. La obra de Dios avanza cuando la familia avanza. Son crecimientos que se estimulan el uno al otro. Pero, cuando la familia resulta afectada por el ministerio, se ha perdido el sabio equilibrio que se debe cuidar. Es la hora de hacer un alto y reconsiderar las prioridades. De otra manera, no se llegará muy lejos en ningún sentido.

Social media with a Purpose

coach_mario2016speakingMario Vega, www.elim.org.sv

Social media can be beneficial because it allows interaction, can expand ministry, creates an environment for learning, and keeps people connected. Psychologists suggest that social media fills the human need to feel part of something larger than oneself. But at the same time, social media represents a number of challenges. Several studies show that our body releases endorphins when we receive a new message, the same substance we enjoy after doing intense exercise. Responding to them or narrating our daily activities can become a compulsive behavior, accentuated by the fact that throughout the whole day we carry in our pockets the opportunity to do it. Without awareness of this, people are at the mercy of their screens pursuing an instant gratification instead of finding it in real life and in their immediate surroundings.

In order to live a balanced, abundant life, it is important to establish limits on how and when to use social media. Some never set boundaries and can go for years in constant connection, even waiting up at night for each new notification. But if Jesus is the Lord of our lives, we must ask ourselves very sincerely what time he wants us to stay connected and for what purpose. Is it necessary to share that post? Does it have any use? Should I share this experience later to fully live it now with my family? Am I looking for approval? Are there any better ways to validate me? Do I care about a stranger’s opinion? Is it part of my service to God to remain compulsively aware of the online gossip? They are all valid questions that demand a responsible stewardship of our time.

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Mídia social com um propósito

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A mídia social pode ser benéfica porque permite a interação, pode expandir o ministério, criar um ambiente para aprender e manter as pessoas conectadas. Os psicólogos sugerem que a mídia social preenche a necessidade humana de se sentir parte de algo maior do que a si mesmo. Mas, ao mesmo tempo, as mídias sociais representam uma série de desafios. Vários estudos mostram que nosso corpo libera endorfinas quando recebemos uma nova mensagem, a mesma substância que desfrutamos depois de fazer um exercício intenso. Responder a eles ou narrar nossas atividades diárias torna-se um comportamento compulsivo, acentuado pelo fato de que durante todo o dia carregamos nos nossos bolsos a oportunidade de fazê-lo. Sem consciência disso, as pessoas estão à mercê de suas telas buscando uma gratificação instantânea em vez de encontrá-la na vida real e em seus arredores imediatos.

Para viver uma vida equilibrada e abundante, é importante estabelecer limites sobre como e quando usar as mídias sociais. Alguns nunca estabelecem limites e podem passar anos em conexão constante, até mesmo aguardando a noite toda por cada nova notificação. Mas se Jesus é o Senhor de nossas vidas, devemos nos perguntar muito sinceramente qual o momento que Ele quer que fiquemos conectados e para que propósito. É necessário compartilhar mensagens? Tem algum uso? Devo compartilhar essa experiência mais tarde para viver plenamente agora com minha família? Estou à procura de aprovação? Existem maneiras melhores de me validar? Eu me preocupo com a opinião de um estranho? Faz parte do meu serviço a Deus manter-se compulsivamente ciente da fofoca online? São todas questões válidas que exigem uma administração responsável do nosso tempo.

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Conectándose a las redes sociales con propósito

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Las redes sociales permiten hacer nuevos contactos, expandir el ministerio, compartir lo que se ha aprendido, aprender de otros, estar informados, entretenidos y conectados. Los psicólogos sugieren que las redes sociales llenan la necesidad humana de sentirse parte de algo más grande que uno mismo. Pero al mismo tiempo, las redes representan un buen número de desafíos. Diversos estudios demuestran que nuestro organismo libera endorfinas, la misma sustancia que disfrutamos después de hacer ejercicio intenso, cuando recibimos un nuevo mensaje. El responder a ellos o el narrar nuestras actividades diarias se vuelve una conducta compulsiva, acentuada por el hecho de que la oportunidad de hacerlo la portamos todo el día en nuestros bolsillos. Sin conciencia de ello las personas se ven a merced de sus pantallas persiguiendo una gratificación instantánea en lugar de encontrarla en la vida real y en su entorno inmediato.

A fin de vivir plenamente es importante establecer límites de cómo y cuándo se usan las redes. La costumbre nos ha hecho olvidar que podemos desconectarnos de una red. Y, así, permanecemos años sin salir de ellas. Algunos continúan conectados incluso por las noches pendientes de cada nueva notificación. Pero si Jesús es el Señor de nuestras vidas, debemos preguntarnos muy sinceramente qué tiempo desea él que permanezcamos conectados y con qué fin. ¿Es necesario compartir esto? ¿Tiene utilidad? ¿Debo compartir esta experiencia después para vivirla plenamente ahora con mi familia? ¿Busco validación? ¿No hay mejores maneras de validarme? ¿Me preocupa la opinión de un desconocido? ¿Es parte de mi servicio a Dios el permanecer compulsivamente pendiente del chismorreo en línea? Todas son preguntas válidas que nos demandan una mayordomía responsable de nuestro tiempo.

Pious Stealing

coach_mario2016speaking

Mario Vega, www.elim.org.sv

Although I have the privilege of personally knowing Pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbor, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz and so many other masters of the cell work with whom I can speak frankly about any subject, the truth is that I can only see them a few times. Joel Comiskey is the one I see most often and that means about twice a year. I visit David Cho once every two years and with the others, we only have circumstantial encounters.

However, I don’t have to wait to see them personally to learn from them. I have the great advantage of having access to their books and blogs. In them I find much information and inspiration. I have heard Joel Comiskey say the following phrase repeatedly, “steal piously.” He is referring to taking the best ideas, principles, and teachings of other masters. True to his recommendation, I have stolen much from Joel. I would say that 90% of what I teach about cells are pious robberies that I have made from these brethren in Christ. Sometimes it can be a complete topic, sometimes an idea, other times a simple phrase. The remaining 10%, I would say they are thoughts of my own, but they are born from what I hear from these brothers in their conferences.

Of course, in these conferences there are sometimes hundreds or thousands of other people. That is, it is not an exclusive privilege of mine. Thus, it depends on the interest and attention that one invests. I have also known iconic cell churches such as the Full Gospel Church in Seoul, Little Falls Center in Johannesburg, Bethany World Prayer Center in Baton Rouge, and other large cell churches in South Korea, Indonesia, Malaysia, Canary Islands and South America, mainly in Brazil. In all of them, I have learned invaluable lessons that I have accumulated over the years. I have no doubt that Joel is so right in advising us to be pious thieves. That is a great advice and it is quite pious as well.

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Portuguese blog:

Roubar Piedosamente

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Embora eu tenha o privilégio de conhecer pessoalmente o Pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbour, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz e tantos outros mestres da obra celular com quem eu posso falar francamente sobre qualquer assunto, a verdade é que eu só posso vê-los algumas vezes. Joel Comiskey é quem eu vejo com mais frequência e isso significa cerca de duas vezes por ano. Eu visito David Cho uma vez a cada dois anos e com os outros só tenho encontros circunstanciais.

No entanto, não tenho que esperar vê-los pessoalmente para aprender com eles. Tenho a grande vantagem de ter acesso a seus livros e blogs. Neles eu encontro muita informação e inspiração. Ouvi Joel Comiskey dizer repetidamente a seguinte frase: “roube piedosamente”. Ele está se referindo a tomar as melhores ideias, princípios e ensinamentos de outros mestres. Fiel a sua recomendação, roubei muito de Joel. Eu diria que 90% do que ensino sobre células são os roubos piedosos que fiz destes irmãos em Cristo. Às vezes, pode ser um tópico completo, às vezes uma ideia, outras vezes uma frase simples. Os 10% restantes eu diria que são pensamentos meus, mas eles nascem do que eu ouço desses irmãos em suas conferências.

É claro que, nessas conferências, existem algumas centenas ou milhares de outras pessoas. Ou seja, não é um privilégio exclusivo meu. Assim, depende do interesse e da atenção que você investe. Também conheci igrejas em células icônicas como a Full Gospel Church em Seul, Little Falls Center em Joanesburgo, Bethany World Prayer Center em Baton Rouge e outras grandes igrejas em células na Coréia do Sul, Indonésia, Malásia, Ilhas Canárias e América do Sul, principalmente no Brasil. Em todos elas, aprendi lições inestimáveis que acumulei ao longo dos anos. Não tenho dúvidas de que Joel tem razão em nos avisar para sermos ladrões piedosos. Esse é um ótimo conselho e também é bastante piedoso.

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Robando piadosamente

por Mario Vega, www.elim.org.sv

A pesar de que tengo el privilegio de conocer personalmente al pastor David Cho, Joel Comiskey, Robert Lay, Ralph Neighbour, Bill Beckham, Jim Egli, Larry Stockstill, Ben Wong, Dennis Watson, Jeff Tunnell, Steve Cordle, Rob Campbell, Harold Weitsz y otros tantos maestros del trabajo celular con quienes puedo hablar francamente sobre cualquier tema, la verdad, es que solamente puedo verles unas pocas veces. Joel Comiskey es a quien veo con mayor frecuencia y eso significa unas dos veces en el año. A David Cho le visito una vez cada dos años y con los demás, son encuentros circunstanciales.

No obstante, no debo esperar para verles personalmente para aprender de ellos. Tengo la gran ventaja de tener acceso a sus libros y sus blogs. En ellos encuentro mucha información e inspiración. Fue a Joel Comiskey a quien le he escuchado aconsejar repetidas veces que debemos “robar piadosamente”. Él se refiere a tomar las mejores ideas, principios y enseñanzas de otros maestros. Fiel a su recomendación le he robado mucho a Joel mismo. Yo diría que el 90% de lo que enseño sobre células son robos piadosos que he hecho a estos hermanos en Cristo. A veces puede ser un tema completo, otras veces una idea, otras veces una simple frase. El restante 10% diría que son pensamientos propios pero que nacen a partir de lo que escucho a estos hermanos en sus conferencias.

Claro, en esas conferencias a veces hay cientos o miles de otras personas. Es decir, no es un privilegio exclusivo mío. De manera que depende del interés y la atención que uno invierta. También he conocido iglesias celulares emblemáticas como la Full Gospel Church en Seúl, Little Falls Center en Johannesburgo, Bethany World Prayer Center en Baton Rouge y otras grandes iglesias celulares en Corea del Sur, Indonesia, Malasia, Islas Canarias y en Sur América, principalmente en Brasil. En todas ellas, he aprendido lecciones invaluables que he ido acumulando con el paso de los años. No tengo duda que Joel tiene mucha razón al aconsejar que seamos ladrones piadosos. Ese es un gran consejo y es bastante piadoso también.

The Cell Movement: A Return to the Priesthood of All Believers

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The church was born with a strong sense of community. Even in those initial house churches, the role of the minister was to train the saints for the work of the ministry. The churches grew and were strengthened as each member exercised his or her particular role and contributed to the edification of the body. All this changed as the church turned to the Old Testament priesthood and restored the separation between the clergy and the laity. Christian ministers became the new anointed ones who dealt with the sacred matters while the common people became passive consumers of religious services.

The scenario changed at different times in history with the Waldenses, the Reformation, the Anabaptists, the Puritans, the Moravians and the Methodists. The history of the church was a pendulous movement between the passivity of the believers and their putting into action the work of the ministry. The pendulum swung between the monopoly of a few professionals in charge of the work of the ministry or of the massive participation of believers sharing the good news.

Many consider the modern cell movement beginning with Pastor David Cho as the return of the Christian masses to the exercise of the ministry through meetings in the houses. Since then, the movement has spread all over the planet and has reached its greatest biblical and theological development. This time it is not about a local and temporary phenomenon, but a world movement, which has been around more than half a century now. Instead of showing signs of decay, it appears stronger each day, both in its foundations and expansion. The cell work is the return of the church to the New Testament model, that is, to the way Jesus created it. Again, it’s now time for all believers to take an active part in the proclamation of the gospel and in the mutual edification. That’s what cells are all about.

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Portuguese blog:

O Movimento Celular: Um Retorno ao Sacerdócio de Todos os Crentes

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A igreja nasceu com um forte senso de comunidade. Mesmo naquelas primeiras igrejas domésticas, o papel do ministro era treinar os santos para a obra do ministério. As igrejas cresceram e se fortaleceram à medida que cada membro exercia seu papel particular e contribuía para a edificação do Corpo. Tudo isso mudou quando a Igreja voltou para o sacerdócio do Antigo Testamento e restaurou a separação entre o clero e os leigos. Os ministros cristãos se tornaram os novos ungidos que lidavam com os assuntos sagrados, enquanto as pessoas comuns se tornavam consumidores passivos de serviços religiosos.

O cenário mudou em tempos diferentes da história com os Valdenses, a Reforma, os Anabatistas, os Puritanos, os Moravianos e os Metodistas. A história da Igreja era um movimento que pendia entre a passividade dos crentes e sua colocação em ação no trabalho do ministério. O pêndulo balançou entre o monopólio de alguns profissionais encarregados da obra do ministério ou da participação maciça de crentes compartilhando as boas novas.

Muitos consideram que o movimento celular moderno começou com o pastor David Cho: o retorno das massas cristãs ao exercício do ministério através de reuniões nas casas. Desde então, o movimento se espalhou por todo o planeta e atingiu seu maior desenvolvimento bíblico e teológico. Desta vez, não se trata de um fenômeno local e temporário, mas de um movimento mundial, que já passou por mais de meio século. Em vez de mostrar sinais de decadência, parece mais forte a cada dia, tanto em seus fundamentos quanto em sua expansão. O trabalho celular é o retorno da Igreja ao modelo do Novo Testamento, isto é, a forma como Jesus a criou. Mais uma vez, agora é hora de todos os crentes participarem ativamente da proclamação do evangelho e da edificação mútua. É disso que se tratam as células.

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Entre el ministerio del clero y el sacerdocio universal de los creyentes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia nació con un fuerte sentido de comunidad. El papel de los ministros del evangelio era el de entrenar a los santos para que la obra del ministerio. Las iglesias crecían y se fortalecían en la medida que cada miembro ejercía su papel particular y contribuía a la edificación del cuerpo. Todo esto cambió cuando la iglesia se volvió hacia el sacerdocio del Antiguo Testamento y restableció la separación entre el clero y los laicos. Los ministros cristianos se convirtieron en los nuevos ungidos que se ocuparon de los asuntos sagrados en tanto que el pueblo común se volvió consumidor pasivo de servicios religiosos.

El panorama cambió en diferentes momentos de la historia con los Valdenses, la Reforma, los Anabautistas, los Puritanos, los Moravos y los Metodistas. La historia de la iglesia fue un movimiento pendular entre la pasividad de los creyentes y su puesta en acción de la obra del ministerio. Siempre se trató del monopolio de unos pocos profesionales encargados de la obra del ministerio o de la participación masiva de los creyentes compartiendo las buenas nuevas.

A partir del pastor David Cho, se considera que dio inicio el movimiento celular moderno: el regreso de las masas cristianas al ejercicio del ministerio a través de las reuniones en las casas. Desde entonces, el movimiento se ha extendido por todo el planeta y ha alcanzado su mayor desarrollo bíblico y teológico. Esta vez no se trata de un fenómeno local y temporal sino de un movimiento mundial y que lleva, al presente, más de medio siglo. En lugar de mostrar signos de decaimiento, se muestra cada vez más fuerte en sus fundamentos y en su expansión. El trabajo celular es el regreso de la iglesia al modelo del Nuevo Testamento, es decir, a la manera cómo Jesús la creó. De nuevo, es la hora en que todos los creyentes toman parte activa en el anuncio del evangelio y en la edificación mutua. De eso se tratan las células.

Enrichment from the Worldwide Cell Network

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The idea of ​​working with small groups came to Elim through Pastor Cho’s books. In 1982, books such as “The Fourth Dimension”, “Family Groups and Church Growth” and “Much more than Numbers” began to be translated into Spanish. We learned about Pastor Cho’s church and cell ministry through these books.  Although Cho’s books are very inspiring, they do not provide much information about how to implement cell ministry. So the founding pastor of Elim traveled to Korea to visit Cho’s church. But, he only spoke a few words in English and no Korean. So once again, he received more inspiration than practical tips on how to implement cell ministry.

We started the work with little knowledge, but a lot of enthusiasm. I think it was the people’s passion that made Elim a mega-church in a short time. In 1997 I returned to the mother church in San Salvador to take over as the new Senior Pastor. Around that time, I heard about Joel Comiskey. I do not remember from whom. I hardly knew anything about him, only that he was someone who wrote about cells and had been in El Salvador to do some interviews. Then I received an invitation to share our cell experience at a conference from the Iglesia La República of Quito, in Ecuador, where Joel was a missionary. I went to Quito and there I met Joel Comiskey who also taught some subjects of what he called his “basic course”. His teaching surprised me as much as his Power Point presentations, which at that time were a novelty.

That was where, for the first time, I heard a definition of a cell. And so began the friendship with Joel to the present. It was through him that I learned about the principles, the biblical foundations, and the history of the cell movement. Later he connected me with Ralph Neighbor and Bill Beckham. With Joel’s publication of the history of Elim, I became connected with Robert Lay, who translated the Elim book in Portuguese. And through Robert Lay, I got to know  Ben Wong of China. Later on, I met Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson and the list continued to spread through North, Central and South America, Africa and Asia. Cell church networking continued to spread from modern Seoul to remote Solo, Indonesia; from the Canary Islands to the remote Tula, in Russia. It has been a beautiful journey of learning from each other. That has allowed me to accumulate very clear concepts about the values, principles and cell models. It has been a very valuable relationship that continues to be enriched day by day.

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Portuguese blog:

Enriquecimento a Partir da Rede Celular Mundial

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A ideia de trabalhar com pequenos grupos veio a Elim através dos livros do Pastor Cho. Em 1982, livros como “A Quarta Dimensão”, “Grupos Familiares e Crescimento da Igreja” e “Muito mais do que Números” começaram a ser traduzidos para o espanhol. Aprendemos sobre a igreja e o ministério celular do Pastor Cho através desses livros. Embora os livros de Cho sejam muito inspiradores, eles não fornecem muita informação sobre como implementar o ministério celular. Então, o pastor fundador de Elim viajou para a Coreia para visitar a igreja de Cho. Mas ele falava apenas algumas palavras em inglês e nenhum coreano. Então, mais uma vez, ele recebeu mais inspiração do que dicas práticas sobre como implementar o ministério celular.

Começamos o trabalho com pouco conhecimento, mas muito entusiasmo. Eu acho que foi a paixão do povo que fez de Elim uma mega igreja em pouco tempo. Em 1997 voltei à igreja-mãe de San Salvador para assumir o cargo de novo Pastor Sênior. Naquele tempo, eu ouvi sobre Joel Comiskey. Não me lembro através de quem. Eu quase não sabia nada sobre ele, só que ele era alguém que escreveu sobre células e que estava em El Salvador para fazer algumas entrevistas. Então recebi um convite para compartilhar nossa experiência celular em uma conferência da Iglesia La República de Quito, no Equador, onde Joel era missionário. Fui a Quito e lá conheci Joel Comiskey, que também ensinou alguns assuntos sobre o que ele chamou de “curso básico”. Seu ensino me surpreendeu tanto quanto as apresentações do Power Point, que na época eram uma novidade.

Foi aí que, pela primeira vez, ouvi uma definição de uma célula. E assim começou a amizade com Joel até o presente. Foi por meio dele que eu aprendi sobre os princípios, os fundamentos bíblicos e a história do movimento celular. Mais tarde ele me conectou com Ralph Neighbor e Bill Beckham. Com a publicação de Joel da história de Elim, fiquei conectado com Robert Lay, que traduziu o livro Elim para o português. E através de Robert Lay, conheci Ben Wong da China. Mais tarde, conheci Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson e a lista continuou a espalhar-se através da América do Norte, Central e do Sul, África e Ásia. As redes da igreja celular continuaram a se espalhar do Seul moderno para o remoto Solo, na Indonésia; Das Ilhas Canárias ao remoto Tula, na Rússia. Foi uma bela jornada de aprendizagem uns dos outros. Isso me permitiu acumular conceitos muito claros sobre os valores, princípios e modelos de células. Foi um relacionamento muito valioso que continua a ser enriquecido dia a dia.

Spanish blog:

La gran red de maestros celulares

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La idea del trabajo con grupos pequeños llegó a Elim por medio de los libros del pastor Cho. En el año de 1982 comenzaron a ser traducidos al español libros como “La Cuarta Dimensión”, “Los Grupos Familiares y el Crecimiento de la Iglesia” y “Mucho más que Números”. A través de esos grupos nos enteramos de la iglesia del pastor Cho y del trabajo celular. Pero, como se sabe, los libros de Cho producen mucha inspiración, pero no proporcionan mayor información sobre principios o métodos de trabajo. Posteriormente el pastor fundador de Elim viajó a Corea para visitar la iglesia de Cho. Pero, él solo hablaba unas pocas palabras en inglés y nada de coreano. De manera que, más que información, lo que fue a recoger fue más inspiración.

El trabajo lo iniciamos con poco conocimiento, pero mucho entusiasmo. Creo que fue la pasión de las personas lo que hizo que Elim pudiera convertirse en una mega iglesia en corto tiempo. En 1997 volví a la iglesia madre de San Salvador para asumir como nuevo pastor general. Por ese tiempo, oí hablar de Joel Comiskey. No recuerdo de parte de quién. Casi no sabía nada de él, solamente que era alguien que escribía sobre células y que había estado en El Salvador realizando algunas entrevistas. Luego, recibí una invitación de la Iglesia La República de Quito, Ecuador, donde Joel era misionero para compartir nuestra experiencia celular en una conferencia. Fui hasta Quito y allí conocí a Joel Comiskey quien también enseñó algunos temas de lo que él llamaba su “curso básico”. Su enseñanza me dejó sorprendido tanto como sus presentaciones de Power Point, que en ese tiempo eran toda una novedad.

Allí fue donde, por primera vez, escuché una definición de célula. Y así comenzó la amistad con Joel hasta el presente. Fue a través de él que conocí los principios, las bases bíblicas y la historia del movimiento celular. Posteriormente él me conectó con Ralph Neighbour y él con Bill Beckham. Con la publicación de Joel de la historia de Elim se conectó Roberto Lay de Brasil y, luego, Ben Wong de China. Posteriormente conocí a Steve Cordle, Rob Campbell, Jeff Tunnel, Jim Egli, Dennis Watson y la lista continuó extendiéndose por Norte, Centro y Sur América, África y Asia. Desde la moderna Seúl hasta la remota Solo, en Indonesia. Desde las Islas Canarias hasta la lejana Tula, en Rusia. Ha sido un camino hermoso de aprender los unos de los otros. Eso me ha permitido acumular conceptos muy claros sobre los valores, principios y modelos del trabajo celular. Una relación muy valiosa que sigue enriqueciéndose día a día.

Learning from Each Other

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Mario Vega, www.elim.org.sv

The Word of God repeatedly teaches that the work of the gospel is a collective work. The Lord Jesus himself presented it in this way when he said: “I sent you to reap that for which you have not labored; others have labored, and you have entered into their labors” (John 4:38). Paul, also speaking of the same subject, affirmed: “According to the grace of God which was given to me, as a wise master builder I have laid the foundation, and another builds on it. But let each one take heed how he builds on it” (1 Corinthians 3:10). For Paul, the development of the body of doctrine that we now know as Christianity was the result of the efforts of various people who received God’s grace: “Who then is Paul, and who is Apollos, but ministers through whom you believed, as the Lord gave to each one?  I planted, Apollos watered, but God gave the increase”  (1 Corinthians 3: 5-6).

Even talking about the gifts of the Holy Spirit, Paul explains that the gifts must complement each other if they are going to build up the body of Christ: “If anyone speaks in a tongue, let there be two or at the most three, each in turn, and let one interpret. But if there is no interpreter, let him keep silent in church, and let him speak to himself and to God” (1 Corinthians 14: 27-28). If there is no interpreter, there is no point in speaking in tongues, and if there are no tongues there is nothing to interpret. These two gifts are dependent on each other. This is how God designed the body, which is the church.

Cell ministry is a fundamental part of the church’s nature and demands the participation of the entire body to make it work. No one has the whole truth but only a part. It is the sum of the parts that forms the whole. Therefore, let us never cease to listen and learn from each other.

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Aprendendo Uns Com Os Outros

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A palavra de Deus nos ensina diversas vezes que o trabalho no Reino é um trabalho coletivo. O próprio senhor Jesus se apresenta dessa maneira quando fala: “Eu os enviei para colherem o que vocês não cultivaram. Outros realizaram o trabalho árduo, e vocês vieram a usufruir do trabalho deles” (Jo 4:38). Paulo também fala sobre o mesmo assunto afirmando: “Conforme a graça de Deus que me foi concedida, eu, como sábio construtor, lancei o alicerce, e outro está construindo sobre ele. Contudo, veja cada um como constrói” (1 Co 3:10). Para Paulo, o desenvolvimento do corpo doutrinário que conhecemos como Cristianismo, é o resultado do esforço de várias pessoas que receberam a Graça de Deus: “Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer” (1 Co 3:5-6).

Mesmo falando sobre os dons do Espírito Santo, Paulo explica que os dons precisam se completar uns com os outros para que eles possam edificar a igreja: “Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar. Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus” (1 Co 14:27-28). Se não há dom de interpretação, não há razão para falar em línguas, e se não há dons de línguas, não há o que interpretar. Esses dois dons dependem um do outro. É assim que Deus desenhou o corpo, que é a Igreja. O ministério em Células é uma parte fundamental da natureza da Igreja e precisa da participação de todo o Corpo para que o mesmo venha a funcionar. Ninguém possui toda a verdade, mas apenas uma parte. É a soma das partes que fazem o todo. Portanto, nunca deixe de ouvir e aprender uns com os outros.

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Aprendiendo los unos de los otros

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La palabra de Dios enseña repetidas veces que la obra del evangelio es un trabajo colectivo. El mismo Señor Jesús lo presentó de esa manera cuando dijo: “Yo os he enviado a segar lo que vosotros no labrasteis; otros labraron, y vosotros habéis entrado en sus labores” (Juan 4:38). También Pablo, hablando del mismo tema afirmó: “Conforme a la gracia de Dios que me ha sido dada, yo como perito arquitecto puse el fundamento, y otro edifica encima; pero cada uno mire cómo sobreedifica” (1 Corintios 3:10). Para Pablo el desarrollo del cuerpo de doctrina que hoy conocemos como cristianismo, fue el resultado del esfuerzo de varias personas que recibieron una gracia de Dios: “¿Qué, pues, es Pablo, y qué es Apolos? Servidores por medio de los cuales habéis creído; y eso según lo que a cada uno concedió el Señor. Yo planté, Apolos regó; pero el crecimiento lo ha dado Dios” (1 Corintios 3:5-6).

Incluso hablando del tema de los dones del Espíritu Santo, Pablo explica que para que éstos sean de edificación para la iglesia deben complementarse el uno con el otro: “Si habla alguno en lengua extraña, sea esto por dos, o a lo más tres, y por turno; y uno interprete. Y si no hay intérprete, calle en la iglesia, y hable para sí mismo y para Dios” (1 Corintios 14:27-28). Si no hay quien interprete no tiene sentido el hablar en lenguas y si no hay lenguas no hay nada que interpretar. Estos dos dones son dependientes el uno del otro. Así es como Dios diseñó el cuerpo, que es la iglesia. El trabajo celular, como elemento fundamental de la naturaleza de la iglesia, es el producto de varios hombres que, según la gracia que recibieron, contribuyeron con una parte de la verdad. Nadie tiene la verdad entera, pero si una parte. Es la suma de las partes lo que forma la totalidad. Por tanto, nunca dejemos de escucharnos y de aprender los unos de los otros.