Birth or Die

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

“Our group is like a family! How can you split up our family?”

Have you ever heard this reaction to the idea of multiplying a group?

It is a common, even natural, reaction for many. It does say some positive things about the group, of course. The members have grown to love each other and the dynamics of the group and they don’t want it to change.

Leaders can help to minimize this reaction by stating at the very beginning of the group that its goal is to multiply. That way the original members can set their expectations realistically right from the start. They still may prefer that the group never multiply, but they will not feel surprised about it.

To help overcome the objections that remain, I offer a philosophical answer and a practical response.

Philosophically I remind the members that the purpose of our group is to multiply because more people need Jesus. After all, if some group hadn’t multiplied at some point, they wouldn’t have had the chance to be in the group they are in.

Finally, I point out that if they like the life and warmth of the group they need to multiply. If they do not, the group will slowly lose its vitality and become stale. Without reaching out to others, we will lose an important element of Jesus’ mission that will mean we do not experience all of the dynamics of life together in Him.

In other words, when it comes to a group’s future, it is birth or die.

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Portuguese blog:

Nascer ou Morrer

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

“Nosso grupo é como uma família! Como você pode dividir nossa família?”. Você já ouviu essa reação à idéia de multiplicar um grupo?
É uma reação comum, até mesmo natural, para muitos. Ela diz algumas coisas positivas sobre o grupo, é claro. Os membros cresceram em amor uns aos outros e à dinâmica do grupo e eles não querem que o grupo mude.

Os líderes podem ajudar a minimizar essa reação afirmando no início do grupo que seu objetivo é multiplicar. Dessa forma, os membros originais podem definir as suas expectativas de forma realista desde o início. Eles ainda podem preferir que o grupo nunca se multiplique, mas eles não vão se sentir surpresos com isso.

Para ajudar a superar as objeções que permanecem, eu ofereço uma resposta filosófica e uma resposta prática. Filosoficamente, lembro aos membros que o propósito de nosso grupo é multiplicar porque mais pessoas precisam de Jesus. Afinal, se algum grupo não tivesse se multiplicado em algum ponto, eles não teriam tido a chance de estar no grupo em que estão.

Finalmente, eu ressalto que se eles gostam da vida e do calor do grupo, eles precisam se multiplicar. Se isso não acontecer, o grupo perderá lentamente sua vitalidade e ficará obsoleto. Se não alcançarmos os outros, perderemos um elemento importante da missão de Jesus e isso significará que não experimentamos toda a dinâmica da vida juntos nEle.

Em outras palavras, quando se trata do futuro de um grupo, é nascer ou morrer.

Spanish blog

Nacer o Morir

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

“Nuestro grupo es como una familia” ¿Cómo puedes dividir a nuestra familia?

¿Alguna vez has escuchado esta reacción a la idea de multiplicar un grupo?

Es una reacción común, incluso natural, para muchos. Por supuesto, dice algunas cosas positivas sobre el grupo. Los miembros han crecido para amarse unos a otros y la dinámica del grupo y no quieren que cambie.

Los líderes pueden ayudar a minimizar esta reacción al afirmar al principio del grupo que su objetivo es multiplicarse. De esta manera los miembros originales pueden establecer sus expectativas de manera realista desde el principio. Todavía pueden preferir que el grupo nunca se multiplique, pero no se sentirán sorprendidos por ello.

Para ayudar a superar las objeciones que quedan, ofrezco una respuesta filosófica y una respuesta práctica.

Filosóficamente recuerdo a los miembros que el propósito de nuestro grupo es multiplicar porque más gente necesita a Jesús. Después de todo, si algún grupo no se hubiera multiplicado en algún momento, no habría tenido la oportunidad de estar en el grupo en el que se encuentran.

Finalmente, señalo que si les gusta la vida y la calidez del grupo necesitan multiplicarse. Si no lo hacen, el grupo perderá lentamente su vitalidad y quedará obsoleto. Sin llegar a otros, perderemos un elemento importante de la misión de Jesús que significará que no experimentamos todas las dinámicas de la vida juntos en Él.

En otras palabras, cuando se trata del futuro de un grupo, es el nacimiento o la muerte.

A False Choice

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

The early church in the book of Acts was a close community. Very close:

– They saw each other daily (Acts 2:46)

– They ate together in each others’ homes (Acts 2:46-47)

– They shared and supported each other financially (Acts 2:44-45)

– They worshiped together (Acts 2:42)

And yet, they reached others: And the Lord added to their number daily those who were being saved. (Acts 2:47)

This tells us that there is a relationship between close community and reaching out to others. They are not mutually exclusive. New people coming to Christ did not destroy the relationships the people had with one another. Rather, it enhanced them.

A healthy cell group will both build up relationships between the members and welcome new people to be part of the group. Reaching out to others will not weaken our sense of community, it will strengthen it.

And if our goal is to help members become like Jesus, then we will reach out to unbelievers and invite non-members in. That is because Jesus’ mission is to seek and save the lost. An open group can make that a part of their life together in an on-going way.

Sometimes ministry presents us with tough choices, but this is not one of them. An open group allows the best of both worlds: close sense of community and an outward-focused group mission.

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Portuguese blog:

Uma Escolha Falsa

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A Igreja Primitiva no livro de Atos era uma comunidade onde os cristãos eram próximos. Muito próximos:

– Eles se viam diariamente (Atos 2:46);
– Eles comiam juntos nas casas uns dos outros (Atos 2:46-47);
– Eles compartilhavam e ajudavam uns aos outros financeiramente (Atos 2:44-45);
– Eles adoravam juntos (Atos 2:42).

E ainda assim, eles alcançavam outras pessoas: “E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos” (Atos 2:47).

Isso nos diz que há uma relação entre a comunidade próxima e alcançar os outros. Eles não são mutuamente exclusivos. As pessoas novas que vinham a Cristo não destruíram os relacionamentos que as pessoas tinham umas com as outras. Em vez disso, elas melhoravam esses relacionamentos.

Uma célula saudável ​​irá construir relacionamentos entre os membros e receber novas pessoas para fazerem parte do grupo. Alcançar os outros não enfraquecerá nosso senso de comunidade, mas o fortalecerá.

E se nosso objetivo é ajudar os membros a se tornarem semelhantes a Jesus, então nós alcançaremos os incrédulos e convidaremos as pessoas que estão fora da célula. Isso porque a missão de Jesus é buscar e salvar os perdidos. Um grupo aberto pode fazer com que isso seja uma parte de sua vida juntos de forma contínua.

Às vezes o ministério nos apresenta escolhas difíceis, mas esta não é uma delas. Um grupo aberto permite o melhor dos dois mundos: um senso de comunidade próxima e unida, e uma missão do grupo focada no exterior.

Spanish blog:

Una Elección Falsa

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

La iglesia primitiva en el libro de los Hechos era una comunidad cercana. Muy cercana:

– Se veían todos los días. (Hechos 2:46)

– Comían juntos en las casas de los demás (Hechos 2: 46-47)

– Se compartían y se apoyaban financieramente (Hechos 2: 44-45)

– Ellos adoraban juntos (Hechos 2:42)

Y sin embargo, llegaron a otros: Y el Señor añadía a su número diariamente a aquellos que estaban siendo salvos. (Hechos 2:47)

Esto nos dice que hay una relación entre la comunidad cercana y llegar a otros. No son mutuamente exclusivos. Las nuevas personas que vinieron a Cristo no destruyeron las relaciones que la gente tenía entre sí. Más bien, los mejoró.

Un grupo de células sanas creará relaciones entre los miembros y dará la bienvenida a nuevas personas para formar parte del grupo. Alcanzar a otros no debilitará nuestro sentido de comunidad, lo fortalecerá.

Y si nuestro objetivo es ayudar a los miembros a ser como Jesús, entonces llegaremos a los incrédulos e invitaremos a los inconversos. Eso es porque la misión de Jesús es buscar y salvar a los perdidos. Un grupo abierto puede hacer que una parte de su vida juntos en un camino en curso.

A veces el ministerio nos presenta opciones difíciles, pero esta no es una de ellas. Un grupo abierto permite lo mejor de ambos mundos: estrecho sentido de comunidad y una misión de grupo centrada en el exterior.

Made, not born

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Sometimes you either have it or you don’t.

For example, some people are just born with exceptional musical ability. They can hear a tune once and then play it back. They take very little time to master an instrument or to create a song.

Other people don’t have that musical ability. They make animals howl when they try to sing. They might think, “I’ll never be able to play like my gifted friends,” and they will be right. If they put in a huge amount of work and effort they might be able to improve a bit, but they will never be the musicians that those who are born gifted are. You either have the talent or you don’t.

Fortunately, group leaders are made, not born.

Thanks to Joel’s research, we know that there is no such thing as the spiritual gift of group leadership, and that there is no one spiritual gift mix that is best for leading a group. Prayer, love, and other common traits of disciples are what is needed to succeed in group ministry.

So if you lead a group ministry, let me ask you a few important questions that will determine the future of your disciple-making:

  • do you see everyone in your group as a potential, future leader?
  • do you have a clearly-defined, step-by-step process of what it takes to become a leader? If I were in your ministry and asked, “How do I become a leader?”, what would you tell me?
  • does everyone know what that process is?

The most important part of developing leaders is a mindset. We don’t find leaders, we develop them. Their level of Bible knowledge and gifting is not nearly as important as their willingness to grow spiritually and move through your process.

Steve

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Feitos, Não Nascidos

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Às vezes você tem ou não.

Por exemplo, algumas pessoas simplesmente nascem com uma habilidade musical excepcional. Elas conseguem ouvir uma melodia uma vez e depois reproduzí-la. Elas levam pouquíssimo tempo para dominar um instrumento ou para criar uma música.

Outras pessoas não têm essa habilidade musical. Elas fazem animais uivar quando tentam cantar. Elas podem pensar: “Eu nunca vou ser capaz de tocar como meus amigos talentosos”, e estão certas. Se investirem uma quantidade enorme de trabalho e esforço elas podem ser capazes de melhorar um pouco, mas nunca serão os músicos que aqueles que nascem talentosos são. Você tem o talento ou não.

Felizmente, líderes de célula são feitos, não nascidos.

Graças à pesquisa de Joel, sabemos que não há algo como um dom espiritual da liderança de grupo, e que não há uma mistura de dons espirituais que seja melhor para liderar um grupo. Oração, amor e outros traços comuns de discípulos são o que é necessário para ter sucesso no ministério celular.

Então se você lidera um ministério de grupos, deixe-me fazer algumas perguntas importantes que determinarão o futuro da sua capacidade de fazer discípulos:

• Você vê todos no seu grupo como um potencial futuro líder?
• Você tem um processo passo a passo bem definido para alguém se tornar líder? Se eu estivesse em seu ministério e perguntasse: “Como me torno líder?”, o que você me diria?
• Todos sabem qual é esse processo?

A parte mais importante do desenvolvimento de líderes é uma mentalidade. Nós não encontramos líderes, nós os desenvolvemos. O nível de conhecimento da Bíblia e os dons deles não chegam a ser tão importantes quanto a vontade de crescer espiritualmente e de avançar através de seu processo.

Steve

Spanish blog:

Hecho, no nacido

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A veces lo tienes o no lo tienes.

Por ejemplo, algunas personas simplemente nacen con una habilidad musical excepcional. Pueden escuchar una melodía una vez y luego reproducirla. Les toma muy poco tiempo para dominar un instrumento o para crear una canción.

Otras personas no tienen esa habilidad musical. Hacen que los animales aúllen cuando tratan de cantar. Podrían pensar: “Nunca seré capaz de tocar como mis amigos con esos dones”, y tendrán razón. Si ponen en una gran cantidad de trabajo y esfuerzo que podría ser capaz de mejorar un poco, pero nunca serán los músicos como los que nacen con ese don. Usted tiene el talento o no.

Afortunadamente, los líderes de grupo se hacen, no nacen.

Gracias a la investigación de Joel, sabemos que no hay tal cosa como el don espiritual del liderazgo grupal, y que no hay una mezcla espiritual de dones que sea mejor para dirigir un grupo. La oración, el amor y otros rasgos comunes de los discípulos son lo que se necesitan para tener éxito en el ministerio grupal.

Así que si ustedes dirigen un ministerio en grupo, déjenme hacerles algunas preguntas importantes que determinarán el futuro de su discípulo:

  • ¿Ve a todos en su grupo como un líder potencial, futuro?
  • ¿Tiene un proceso claramente definido, paso a paso, de lo que se necesita para convertirse en un líder? Si yo estuviera en su ministerio y preguntara, “¿Cómo me hago líder?”, ¿Qué me dirías?
  • ¿Todos saben lo que es ese proceso?

La parte más importante de desarrollar líderes es una mentalidad. No encontramos líderes, los desarrollamos. Su nivel de conocimiento bíblico y de dones no es tan importante como su disposición a crecer espiritualmente y a moverse a través de su proceso.

Steve

The Importance of Movement

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Just like a body of water, a healthy cell group requires movement, or else it will stagnate.

In a healthy cell, there needs to be movement in three directions:

  1. Movement into the group: new people becoming part of the group (evangelism)
  2. Movement within the group: members of the group moving toward ministry and leadership (discipleship and equipping)
  3. Movement out of the group: some members leave with a new leader to start a new group. (multiplication)

The healthiest groups will experiences flow in all of these areas. A lack of movement in any one of these will stunt the spiritual and numerical growth of the ministry.

The second area of discipleship and equipping makes the other two possible. In a healthy group, each of the members will be taking steps toward spiritual maturity and toward group leadership.

Joel Comiskey’s research has shown that group leadership is not a gift-based ministry, but rather a maturity-based ministry. That means anyone can grow to the point they can help someone else grow. Our job as ministry leaders is to create the systems and environment for that to happen.

Do you have a set of steps that guide members in their faith development? Do you have a step-by-step process for becoming a group leader? Does everyone in your group know what that is?

Steve

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Portuguese blog:

A Importância do Movimento

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Assim como um rio, uma célula saudável requer movimento, ou então vai ficar estagnada.

Em uma célula saudável, é necessário que haja movimento em três direções:

  1. Movimento de fora para dentro do grupo: novas pessoas se tornando membros do grupo (evangelismo);
  2. Movimento dentro do grupo: membros do grupo avançando no ministério e na liderança (discipulado e equipamento);
  3. Movimento de dentro para fora do grupo: alguns membros saem com um novo líder para começar um novo grupo (multiplicação).

Os grupos mais saudáveis terão fluxos de experiências em todas essas áreas. A falta de movimento em qualquer uma dessas direções vai impedir o crescimento espiritual e numérico do ministério.

A segunda área do discipulado e do equipamento torna possíveis as outras duas. Em um grupo saudável, cada um dos membros estará avançando para a maturidade espiritual e para a liderança do grupo.

A pesquisa de Joel Comiskey mostrou que a liderança da célula não é um ministério baseado em dons, mas sim em maturidade. Isso significa que qualquer um pode crescer até o ponto de poder ajudar outra pessoa a crescer. Nosso trabalho como líderes de ministério é criar os sistemas e o ambiente para que isso aconteça.

Você tem um conjunto de etapas que orientam os membros no desenvolvimento de sua fé? Você tem um processo passo-a-passo para se tornar um líder de célula? Todos em seu grupo sabem o que é isso?

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La Importancia del Movimiento

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Al igual que un cuerpo de agua, un grupo de células sanas requiere movimiento, o de lo contrario se estancará.

En una célula sana, es necesario que haya movimiento en tres direcciones:

1. Movimiento en el grupo: nuevas personas que pasan a formar parte del grupo (evangelismo)
2. Movimiento dentro del grupo: miembros del grupo que se mueven hacia el ministerio y el liderazgo (discipulado y equipamiento)
3. Movimiento fuera del grupo: algunos miembros se van con un nuevo líder para iniciar un nuevo grupo. (multiplicación)

Los grupos más saludables experimentarán flujos en todas estas áreas. Una falta de movimiento en cualquiera de estas cosas impedirá el crecimiento espiritual y numérico del ministerio.

La segunda área de discipulado y equipamiento hace posibles las otras dos. En un grupo sano, cada uno de los miembros estará tomando pasos hacia la madurez espiritual y hacia el liderazgo grupal.

La investigación de Joel Comiskey ha demostrado que el liderazgo de grupo no es un ministerio basado en los dones sino un ministerio basado en la madurez. Esto significa que cualquier persona puede crecer hasta el punto que puede ayudar a otra persona a crecer. Nuestro trabajo como líderes del ministerio es crear los sistemas y el ambiente para que esto suceda.

¿Tiene un conjunto de pasos que guían a los miembros en su desarrollo de la fe? ¿Tiene un proceso paso a paso para convertirse en un líder de grupo? ¿Todos en su grupo saben lo que es?

Steve

All Play

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

My undergraduate degree was in music, so I played in many ensembles and bands. Each band director led rehearsals in which he prepared the musicians to play their parts at the right time. By the time the concert arrived, the director had little to do but to wave and point to the musicians when it was time for them to play. The result was enjoyable and exciting music.

There are many parallels between a band director and a group leader. The group leader’s main work happens behind the scenes prior to the meeting. That’s when the leader works with the members in order to prepare them to play their part in the meeting. The leader can ask one member to lead the Ice Breaker, another to lead the worship time, still others to lead the lesson. Then there are outreach projects and dinners to plan, follow-up between meetings, and more. It takes some work to prepare each part, but when group night arrive, it is enjoyable and exciting to experience all the members playing their part, creating a harmony of love and service to the Lord.

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Todos Tocam

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Minha graduação foi em música, então eu toquei em muitos conjuntos e bandas. Cada diretor de banda conduzia ensaios nos quais ele preparava os músicos para tocarem suas partes no momento certo. No momento em que o show chegava, o diretor tinha pouco a fazer além de acenar e apontar para os músicos quando era hora de tocarem. O resultado era uma música agradável e emocionante.

Existem muitos paralelos entre um diretor de banda e um líder de célula. O principal trabalho do líder de célula acontece nos bastidores antes da reunião. Isto é, quando o líder trabalha com os membros a fim de prepará-los para desempenhar o seu papel na reunião. O líder pode pedir a um membro para liderar o quebra-gelo, outro para liderar o tempo de adoração, a outro ainda para facilitar a lição. Depois, há projetos de evangelismo e jantares para planejar, acompanhamento entre as reuniões e muito mais. É preciso algum trabalho para preparar cada parte, mas quando a noite do grupo chega, é agradável e emocionante experimentar todos os membros desempenhando o seu papel, criando uma harmonia de amor e de serviço ao Senhor.

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Todos participan

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Mi pregrado fue en música, así que toqué en muchos conjuntos y bandas. Cada director de la banda dirigió los ensayos en los que preparó a los músicos para tocar sus piezas en el momento adecuado. Al momento en que el concierto empezó, el director tuvo poco que hacer, saludar y señalar a los músicos cuando era hora de tocar. El resultado fue una música agradable y excitante.

Hay muchos paralelos entre un director de banda y un líder de grupo. El trabajo principal del líder de grupo ocurre en las escenas ocultas antes de la reunión. Ahí es cuando el líder trabaja con los miembros para prepararlos a desempeñar su papel en la reunión. El líder puede pedirle a un miembro que conduzca el rompehielos, otro para dirigir el tiempo de adoración y otro para dirigir la lección. Luego hay proyectos de extensión y cenas para planificar, el seguimiento entre reuniones, y más. Se necesita algo de trabajo para preparar cada parte, pero cuando llega la noche del grupo, es agradable y emocionante experimentar que todos los miembros desempeñan su papel, creando una armonía de amor y servicio al Señor.

Body life in the group

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Now you are the body of Christ, and each one of you is a part of it. – (1 Corinthians 12:27)

The church is described as the Body of Christ, and the cell group is the basic expression of the church. So that means the cell group is to function as the body of Christ. That is why it is so important for each member of the group to be actively engaged in some form of ministry.

What does a group living out this biblical truth looks like?

  • Many voices are heard leading because the group leader has asked different members to lead different sections of the meeting.
  • Group members volunteer ideas for “our” group (not the leader’s group.)
  • Individual group members connect with each other outside the meeting to ask for guidance, prayer and help from one another.
  • Even without instruction the group begins to turn toward certain individuals for certain functions; for example, they will turn to one person when it is time to organize the group dinner, another person when they have a tough biblical question, another person when discernment is needed, and so on. The gifts are being used and recognized.

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A Vida em Corpo no Grupo

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. (1 Coríntios 12:27)

A igreja é descrita como o Corpo de Cristo, e a célula é a expressão básica da igreja. Isso significa que a célula deve funcionar como o corpo de Cristo. É por isso que é tão importante que cada membro do grupo esteja ativamente envolvido em algum tipo de ministério.

Como é uma célula que vive essa verdade bíblica?

  • Ouve-se várias vozes liderando, porque o líder pediu que diferentes membros liderassem diferentes momentos da reunião.
  • Os membros oferecem idéias voluntárias para o “nosso” grupo (e não o grupo do líder).
  • Os membros do grupo se conectam fora da reunião para pedir orientação, oração e ajuda uns aos outros.
  • Mesmo sem instruções, o grupo começa a se voltar para certos indivíduos para determinadas funções. Por exemplo, eles se voltarão para uma pessoa quando for hora de organizar o jantar do grupo, outra pessoa quando tiverem uma dura questão bíblica, para outra quando o discernimento for necessário, e assim por diante. Os dons estão sendo usados ​​e reconhecidos.

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Vida corporal en el grupo

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

“Ahora ustedes son el cuerpo de Cristo, y cada uno de ustedes es parte de él” (1 Corintios 12:27).

La iglesia se describe como el Cuerpo de Cristo, y el grupo celular es la expresión básica de la iglesia. Esto significa que el grupo de células debe funcionar como el cuerpo de Cristo. Por eso es tan importante que cada miembro del grupo participe activamente en algún tipo de ministerio.

¿Cómo se ve un grupo que vive esta verdad bíblica?

  • Se escuchan muchas voces, porque el líder del grupo ha pedido a diferentes miembros que dirijan diferentes secciones de la reunión.
  • Los miembros del grupo ofrecen ideas voluntarias para “nuestro” grupo (no el grupo del líder).
  • Los miembros individuales del grupo se conectan entre sí fuera de la reunión para pedir orientación, oración y ayuda mutua.
  • Incluso sin instrucción el grupo comienza a dirigirse hacia ciertos individuos para ciertas funciones; Por ejemplo, recurrirán a una persona cuando sea el momento de organizar la cena grupal, otra persona cuando tengan una difícil pregunta bíblica, otra persona cuando se necesite discernimiento, etc. Los dones están siendo utilizados y reconocidos

Steve

Coaching is a key

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

No matter how good it was last year, we all would like our cell ministry to be more effective this year. So what can we do to improve it? Consider strengthening your coaching ministry.

Strategies, materials and systems all play an important role, and they should be evaluated. But without healthy leaders and disciples in those systems, we will not see spiritual or numerical growth. We cannot focus on many targets at once, so if you are going to pick one, I suggest strengthening your coaching.

A good coach will be able to answer, “What is the most important change this leader can make in order to multiply their group this year?” How can you help your coaches answer that question accurately?

If you are the pastor and do not have coaches, you are the coach! Consider how you could apprentice a leader to help coach other leaders this year.

If you have coaches, ask how you can build into them spiritually and in their ministry.

A few questions to ask:

  • How am I helping my coaches grow closer to Jesus?
  • What personal need is most pressing my coaches’ lives and how can I help them in that?
  • How do my coaches analyze and assist the ministry of each of their leaders?
  • How are my coaches reproducing other coaches?

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O treinamento é a chave

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Não importa quão bom foi no ano passado, todos nós gostaríamos que nosso ministério celular fosse mais eficaz esse ano. Então o que podemos fazer para melhorá-lo? Considere fortalecer seu ministério de treinaento.

Estratégias, materiais e sistemas desempenham um papel importante e devem ser avaliados. Mas sem líderes e discípulos saudáveis nesses sistemas, não veremos crescimento espiritual ou numérico. Não podemos nos concentrar em muitos alvos de uma vez, então se você está indo para escolher um, eu sugiro reforçar o seu treinamento.

Um bom treinador será capaz de responder: “Qual é a mudança mais importante que este líder pode fazer para multiplicar seu grupo este ano?” Como você pode ajudar seus treinadores a responder a essa pergunta com precisão?

Se você é o pastor e não tem treinadores, você é o treinador! Considere como você poderia ensinar um líder para ajudar a treinar outros líderes este ano.

Se você tem treinadores, pergunte como você pode construir neles espiritualmente e em seu ministério.

Algumas questões a perguntar:

  • Como estou ajudando meus treinadores a se aproximarem de Jesus?
  • Que necessidade pessoal está pressionando mais a vida de meus treinadores e como posso ajudá-los nisso?
  • Como meus treinadores analisam e ajudam o ministério de cada um de seus líderes?
  • Como meus treinadores estão reproduzindo outros treinadores?

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El entrenamiento es la clave

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

No importa que tan bueno fue el año pasado, a todos nos gustaría que nuestro ministerio celular fuera más efectivo este año. Entonces, ¿Qué podemos hacer para mejorarlo? Considere la posibilidad de fortalecer su ministerio en el entrenamiento.

Las estrategias, los materiales y los sistemas desempeñan un papel importante y deben ser evaluados. Pero sin líderes saludables y discípulos en esos sistemas, no veremos crecimiento espiritual o numérico. No podemos enfocarnos en muchos objetivos a la vez, así que, si usted va a elegir uno, le sugiero fortalecer su entrenamiento.

Un buen entrenador será capaz de responder, “¿Cuál es el cambio más importante que este líder puede hacer para multiplicar su grupo este año?” ¿Cómo puede ayudar a sus entrenadores a responder esa pregunta con precisión?

Si usted es el pastor y no tiene entrenadores, ¡usted es el entrenador! Considere la posibilidad de que usted enseñe a un líder para ayudar a entrenar a otros líderes este año.

Si tienes entrenadores, pregúntale cómo puedes construir en ellos espiritualmente y en su ministerio.

Algunas preguntas a hacer:

  • ¿Cómo estoy ayudando a mis entrenadores a acercarse más a Jesús?
  • ¿Qué necesidad personal es la más apremiante de las vidas de mis entrenadores y cómo puedo ayudarles en eso?
  • ¿Cómo analizan mis entrenadores y asisten al ministerio de cada uno de sus líderes?
  • ¿Cómo reproducen mis entrenadores otros entrenadores?

Change

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Over a year ago I met a guy who was going through a hard time. I invited him to worship at our church; we even had a popular athlete speaking. He declined.

Just over a month ago I met him again, and he had fallen back into a hard time again. Instead of inviting him to church, I simply shared how I came to Christ and then shared the Gospel with him. He chose to receive Christ, and we have been meeting weekly for follow up since. But he still hasn’t come to church, not even for Christmas Eve! Now another old friend has joined us, and he hasn’t come to a service, either.

It used to be that unreached people would be very open to an invitation from a friend to attend a relevant worship service. In fact, our church’s outreach strategy: invite the to church with you. But times have changed. People are not as open to an invitation to church. Strategies and forms that produced fruit in past years may not work today.

Amidst all the change, however, there are some fundamental realities of Kingdom-based ministry. Personal, one-on-one ministry is still effective. Unbelievers still need to hear the Gospel of Jesus, and it is still best when they hear it from someone they know and trust. New believers still need someone to guide them how to follow and to serve Jesus, and it is still best when that person in relationally connected to them.

Personal ministry is the essence of cell-based ministry, which is why it is more relevant than ever. Large group dynamics may be different today, but the power of the personal is as strong as ever.

What new thing does God want to do through your group this year?

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Mudança

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Mais de um ano atrás eu conheci um cara que estava passando por um momento difícil. Convidei-o a adorar em nossa igreja; nós até teríamos um atleta popular falando. Ele recusou.

Pouco mais de um mês atrás eu o reencontrei, e ele tinha caído novamente em um momento difícil. Em vez de convidá-lo para a igreja, eu simplesmente compartilhei como eu vim a Cristo e depois compartilhei o Evangelho com ele. Ele escolheu receber a Cristo, e nós estamos nos reunindo semanalmente para fazer um acompanhamento desde então. Mas ele ainda não foi à igreja, nem mesmo para a Véspera de Natal! Agora outro velho amigo se juntou a nós, e ele também ainda não foi a nenhum culto.

Antigamente as pessoas não alcançadas eram muito abertas a um convite de um amigo para participar de um culto de adoração relevante. Na verdade, a estratégia de evangelização da nossa igreja é: convide-os à igreja com você. Mas os tempos mudaram. As pessoas não estão mais tão abertas a um convite à igreja. Estratégias e formatos que produziram frutos nos últimos anos podem não funcionar hoje.

Em meio a toda a mudança, no entanto, existem algumas realidades fundamentais do ministério baseado no Reino. O ministério pessoal e um a um ainda é eficaz. Os incrédulos ainda precisam ouvir o Evangelho de Jesus, e é ainda melhor quando o ouvem de alguém que eles conhecem e confiam. Os novos convertidos ainda precisam de alguém para orientá-los a seguir e servir a Jesus, e é melhor ainda quando essa pessoa está relacionalmente ligada a eles.

O ministério pessoal é a essência do ministério baseado em células, e é por isso que ele é mais relevante do que nunca. A dinâmica do grande grupo pode ser diferente hoje, mas o poder do pessoal permanece forte como sempre.

Que coisa nova Deus quer fazer através de seu grupo este ano?

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Cambio

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Hace más de un año conocí a un hombre que estaba pasando por un momento difícil. Lo invité a adorar en nuestra iglesia; Incluso teníamos un atleta popular hablando. Él declinó.

Hace poco más de un mes me lo encontré de nuevo, y él había caído de nuevo en un momento difícil otra vez. En lugar de invitarlo a la iglesia, simplemente compartí cómo llegué a Cristo y luego compartí el Evangelio con él. Él eligió recibir a Cristo, y nos hemos estado reuniendo semanalmente para el seguimiento desde entonces. ¡Pero aún no ha venido a la iglesia, ni siquiera para la Nochebuena! Ahora otro viejo amigo se nos ha unido, y él no ha venido a un servicio, tampoco.

Solía ​​ser que la gente inconversa estaría muy abierta a la invitación de un amigo para asistir a un servicio de adoración relevante. De hecho, la estrategia de evangelización de nuestra iglesia: invita a la iglesia contigo. Pero los tiempos han cambiado. La gente no está tan abierta a una invitación a la iglesia. Las estrategias y las formas que produjeron la fruta en los años pasados ​​ no funcionan hoy.

En medio de todo el cambio, sin embargo, hay algunas realidades fundamentales del ministerio basado en el Reino. Personal, el ministerio uno a uno sigue siendo eficaz. Los incrédulos todavía necesitan escuchar el Evangelio de Jesús, y todavía es mejor cuando lo escuchan de alguien que conocen y confían. Los nuevos creyentes todavía necesitan a alguien para guiarles a seguir y servir a Jesús, y todavía es mejor cuando esa persona se relaciona relacionalmente con ellos.

El ministerio personal es la esencia del ministerio basado en células, por lo que es más relevante que nunca. La dinámica de grupos grandes puede ser diferente hoy en día, pero el poder de lo personal es tan fuerte como siempre.

¿Qué cosa nueva quiere Dios hacer a través de su grupo este año?

Special Delivery Appreciation

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Although every leaders needs encouragement, people differ in the ways they best receive that encouragement.

For example, if you asked all cell leaders to appear up front at a weekend service so they could receive an award for their service while the congregation showed its appreciation with applause, the public recognition would cause some leaders to beam and others to cringe with embarrassment.

So, when planning leader appreciation, consider a variety of options: public and private; concrete and verbal; and so on.

Some appreciate a hand-written note or card. Others like the pastor to spend some time visiting with them. Some like gifts. (Though I prefer not to give gift cards or cash, because it fixes a numeric value to what they do, and it will never reflect the true value of what a leader does.)

Last year our church held a leader appreciation lunch after service at which we showed a video of various group members sharing ways their leader helped them grow spiritually and the impact they had. Each leader leaned in to hear what kind words would be said about them, and the cumulative effect of one member after another describing the impact of their leaders created a sense of the importance of cell group.

It is also helpful to avoid mixing training with appreciation; although they are both vital, mixing them dilutes both.

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Portuguese blog:

Entrega Especial de Apreciação

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Embora todos os líderes necessitem de encorajamento, as pessoas diferem na forma como recebem melhor esse encorajamento.

Por exemplo, se você pedisse a todos os líderes de célula para irem à frente em um culto para que eles pudessem receber um prêmio por seu serviço enquanto a congregação demonstrasse seu apreço com aplausos, o reconhecimento público faria alguns líderes ficarem radiantes, enquanto outros se encolheriam com constrangimento.

Assim, ao planejar a valorização do líder, considere uma variedade de opções: público e privado; concreto e verbal; e assim por diante.

Alguns apreciam uma nota ou um cartão escrito à mão. Outros gostam que o pastor passe algum tempo visitando as pessoas com eles. Alguns gostam de presentes (embora eu prefira não dar cartões de presente ou dinheiro, porque isso fixa um valor numérico para o que eles fazem e nunca vai refletir o verdadeiro valor do que um líder faz).

No ano passado, a nossa igreja realizou um almoço de apreciação dos líderes após o culto, no qual mostramos um vídeo em que vários membros das células compartilhavam as maneiras que seu líder os ajudou a crescer espiritualmente e o impacto que eles tiveram. Cada líder se inclinou para ouvir quais palavras gentis seriam ditas sobre eles, e o efeito cumulativo de um membro após outro descrevendo o impacto de seus líderes criou um senso de importância da célula.

Também é útil evitar misturar treinamento com apreciação; embora ambos sejam vitais, misturá-los dilui cada um deles.

Spanish blog: 

Entrega especial de apreciación

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Aunque todos los líderes necesitan estímulo, la gente difiere en la forma en que mejor reciben ese estímulo.

Por ejemplo, si usted pide a todos los líderes celulares que asistan a un servicio de fin de semana para que pudieran recibir un premio por su servicio mientras la congregación muestra su agradecimiento con aplausos, el reconocimiento público haría que algunos líderes se desplomaran y otros se encogieran de vergüenza.

Por lo tanto, al planificar la apreciación del líder, considere una variedad de opciones: públicas y privadas; Concretas y verbales; y así sucesivamente.

Algunos aprecian una nota escrita a mano o una tarjeta. Otros como el pastor pasar algún tiempo visitando con ellos. Algunos les gustan los regalos. (Aunque prefiero no dar tarjetas de regalo o efectivo, porque fija un valor numérico a lo que hacen, y nunca reflejará el verdadero valor de lo que hace un líder).

El año pasado nuestra iglesia llevó a cabo un almuerzo para el aprecio del líder después del servicio en el cual mostró un vídeo de varios miembros del grupo que compartían maneras que su líder les ayudó a crecer espiritualmente y el impacto que tenían. Cada líder se inclinó para escuchar qué amables palabras se dirían acerca de ellos, y el efecto acumulativo de un miembro tras otro describiendo el impacto de sus líderes que creó un sentido de importancia al grupo celular.

También es útil evitar mezclar el entrenamiento con el aprecio; Aunque ambos son vitales, mezclándolos diluyen ambos.

Steve

Help our Leaders Breathe

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By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Leading a group can be draining. It may not be physically tiring, but a group leader who cares will be wrestling with their peoples’ struggles, praying for their spiritual advancement, and reaching out to unreached people. They are involved in spiritual warfare. It gets tiring.

There is a reason the Apostle Paul wrote, Let us not become weary in doing good, for at the proper time we will reap a harvest if we do not give up (Gal 6:9)

We can help our leaders not give up by showing appreciation for them.

It is said that appreciation is oxygen for the soul. We can’t go on without it.   Are your leaders breathing well?

Whether they realize it or not, leaders need someone to tell them they are making a difference. Nobody keeps exerting themselves when they are convinced it will make no difference if they stop. (That’s why Paul says “we will reap a harvest.”) Appreciation communicates loudly and clearly: “What you are doing is making an impact.”

Leaders need appreciation from two sources: their group members and their pastor(s).

If you are a pastor, consider how you might show appreciation directly to your leaders. But beyond that, what could you do to prompt group members to express gratitude to their leader?

Any effort you spend in appreciation will pay off in the health and resilience of your leaders.

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Portuguese blog:

Ajude Nossos Líderes a Respirar

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Liderar uma célula pode ser desgastante. Pode não ser fisicamente cansativo, mas os líderes de um grupo que se importam estarão lutando as lutas do seu povo, orando por seu avanço espiritual, alcançando as pessoas não alcançadas. Eles estão envolvidos numa guerra espiritual. Fica cansativo.

Há uma razão para que o apóstolo Paulo tenha escrito: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque no tempo certo colheremos, se não desistirmos” (Gálatas 6:9 NVI).

Podemos ajudar nossos líderes a não desistirem, mostrando apreço por eles.

Diz-se que a valorização é o oxigênio para a alma. Não podemos continuar sem ela. Seus líderes estão respirando bem?

Quer os líderes consigam reconhecer ou não, eles precisam de alguém para dizer-lhes que estão fazendo a diferença. Ninguém se empenha quando está convencido de que não fará diferença se parar (é por isso que Paulo diz “nós colheremos”). A valorização comunica em alto e bom tom: “O que você está fazendo causa um impacto”.

Os líderes precisam de valorização de duas fontes: seus membros de célula e de seu (s) pastor (es).

Se você é um pastor, considere uma forma possível de mostrar valorização aos seus líderes. Mas além disso, o que você poderia fazer para levar os membros da célula a expressarem gratidão ao seu líder?

Qualquer esforço que você faz em valorização vai render a saúde e a resiliência de seus líderes.

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Ayudar a nuestros líderes a respirar

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Dirigir un grupo puede ser agotador. Puede que no sea físicamente agotador, pero los líderes de grupo que se preocupan luchan con las luchas de sus miembros, orando por su progreso espiritual, llegando a las personas no alcanzadas. Están involucrados en la guerra espiritual. Puede ser agotador.

Hay una razón que el apóstol Pablo escribió: No nos cansemos, pues, de hacer bien; porque a su tiempo segaremos, si no desmayamos.  (Gálatas 6: 9)

Podemos ayudar a nuestros líderes a no darse por vencido mostrando su aprecio por ellos.

Se dice que la apreciación es oxígeno para el alma. No podemos seguir sin ella. ¿Están tus líderes respirando bien?

Sea que se den cuenta de ello o no, los líderes necesitan que alguien les diga que están haciendo la diferencia. Nadie se mantiene ejerciendo cuando está convencido de que no hará ninguna diferencia si se detienen. (Es por eso que Pablo dice “cosecharemos una cosecha”) El aprecio se comunica en voz alta y clara: “Lo que estás haciendo está haciendo un impacto”.

Los líderes necesitan aprecio de dos fuentes: sus miembros y su pastor (s).

Si usted es un pastor, considere cómo puede mostrar agradecimiento directamente a sus líderes. Pero más allá de eso, ¿qué podría hacer para que los miembros del grupo expresen su gratitud a su líder?

Cualquier esfuerzo que usted gaste en la apreciación pagará con la salud y la resistencia de sus líderes.

Steve