Cells and Neighborhoods

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by Mario Vega, http://www.elim.org.sv/

A while ago, I went to visit a friend of many years in a crowded neighborhood of El Salvador. As we talked, I heard Christian songs from a nearby meeting. I looked out the window to see what was happening and my friend explained to me that the singing was coming from a cell group that gathered almost directly in front of his house. Then I realized that it was Saturday, the night that Elim cells gather.

My friend then told me that another cell would soon start down the street from his house. I inquired about the “other cell,” and he said that a new cell had multiplied down the street and this group was going to meet at a slightly different time, so that it wouldn’t interfere with the one already taking place. Then I asked why the new cell didn’t meet in another neighborhood, and my friend explained that there were already cell groups meeting in those neighborhoods around his house. After talking to him, I realized that all the neighborhoods around his house were completely filled with Elim cell groups. People see cell meetings as something completely normal that every week meetings are conducted in the homes of neighbors. People are invited, children attend, and people know where they can find prayer and guidance.

After 27 years of cell work, new generations are being born in those communities where the cells are an integral part of the neighborhood. The cells are part of the neighborhood’s culture and framework. That is, a new culture, the culture of Christ, is being forged in the city. As neighbors reach out and win people, they are then added to the cell groups and see cell life as normal and natural. In fact, even before their conversion, the neighbors hear and witness cell activity. After their conversion, they become connected to a living body of Jesus Christ.

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Mario

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Células e Vizinhanças

por Mario Vega

Um tempo atrás, fui visitar um amigo de longa data em uma vizinhança populosa de El Salvador. Enquanto conversávamos, ouvi o som de músicas cristãs de uma reunião próxima da onde estávamos. Eu olhei pela janela para ver o que estava acontecendo e meu amigo me explicou que os cânticos vinham de uma célula que se reunia quase na frente de sua casa. Então me toquei que era Sábado, a noite que as células de Elim acontecem.

Meu amigo então falou que outra célula iria começar logo, descendo a rua de sua casa. Eu perguntei a respeito desta “outra célula”, e ele me disse que esta nova célula tinha multiplicado-se para a rua debaixo e que este grupo iria se reunir em um horário um pouquinho diferente, para que não interferisse na célula que já estava acontecendo. Então perguntei por quê a nova célula não se reunia em outra vizinhança, e meu amigo me explicou que já tinham outras células se reunindo nas vizinhanças aos redores. Depois de conversar com ele, entendi que todas as vizinhanças ao redor de sua casa estavam completamente cheias de células da Elim.  As pessoas vêem as reuniões de células como algo completamente normal, toda semana reuniões são conduzidas nos lares da vizinhança. Pessoas são convidadas, crianças frequentam, e todos sabem onde podem encontrar oração, refúgio e ajuda.

Depois de 27 anos de trabalho com células novas gerações estão nascendo nessas comunidades onde as células são uma parte integrada à vizinhança. As células são parte do quadro e da cultura da vizinhança. Ou seja, uma nova cultura, a cultura de Cristo está sendo forjada na cidade. Enquanto vizinhos alcançam e ganham pessoas, elas são integradas nas células e elas vêem a vida celular como normal e natural. Na verdade, mesmo antes de se converterem, os vizinhos já escutam e testemunham as atividades da célula. Depois de suas conversões passam a estar conectados com o Corpo Vivo de Jesus Cristo.

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Mario

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Las células y los vecindarios

por Mario Vega
Un da por la tarde fui a visitar a un amigo de hace muchos años en un barrio populoso de El Salvador. Mientras platicábamos comencé a escuchar cantos cristianos de una reunión cercana. Me asomé por la ventana para ver y mi amigo me explicó que se trataba de una célula que realizan casi frente a su casa. Hasta ese momento ca en la cuenta que era sábado, el da en que nuestras células se reúnen.

Mi amigo me explicó que más tarde comenzara la otra célula un poco más abajo. -¿Cuál otra célula?- Le pregunté. Entonces me explicó que para no interferirse, los hermanos haban acordado horarios diferentes para realizar sus reuniones. Entonces le pregunté por qué no hacan la otra reunión en otra calle. Él me explicó que en las otras calles también haba células. Después de detallarme las cosas comprend que el barrio estaba totalmente tomado por las células y que ellas son parte de la vida de la comunidad. Las personas ven completamente normal que cada semana se realicen las reuniones en las casas de sus vecinos. Las personas son invitadas, los niños asisten a sus células, las personas saben adonde pueden encontrar oración y orientación.

Después de 27 años de trabajo celular, hay nuevas generación que están naciendo en esas comunidades donde las células son parte integrada de la vecindad. Las células son parte de las caractersticas del barrio. Una cultura nueva de qué es la iglesia se está fraguando en la ciudad. Cuando los vecinos vayan siendo alcanzados por la gracia del Señor, irán añadiéndose a una iglesia que ve como completamente normal el reunirse en las casas. Estas nuevas personas lo saben aun antes de su conversión y consideran las reuniones en las casas como parte del “ser” cristiano.

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Mario

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