Three Keys to Building Multiplication into Your Disciple-Making

jim

by Jim Egli, jimegli.com

The goal of discipleship is to make disciples who make disciples who make disciples. You see this multigenerational emphasis in what Paul wrote to his protégé Timothy:

And the things you have heard me say in the presence of many witnesses entrust to reliable people who will also be qualified to teach others. (2 Timothy 2:2, NIV)

Paul told Timothy to take the things he had taught him and pour them into others who would pour them into still others. How do we build this kind of multiplication built into our discipleship making?

I’ve found that there are three simple, practical principles that are pivotal to building a culture of multiplication into discipleship groups.

1.            Clearly communicate a multiplication expectation. As you begin and launch a group, communicate a vision and expectation that those in the group will start their own groups. What I ask people is, “If you find this group life-giving will you seriously consider starting your own group with three or four other spiritually hungry people?” To clarify this expectation I have people sign a simple covenant or agreement that we periodically revisit. The covenant I use is a modification of the one found on page 14 of Greg Ogden’s book Discipleship Essentials.

2.            Quickly involve the others in your group in leading the meetings. When I launch a discipleship group, I lead the first few meetings and then we take turns. By leading the first several meetings and explaining what I am doing and why I am doing it that way, I establish a simple pattern for others to follow. From that point we all take turns. In this way people get practice and confidence in leading this type of group. Another plus to taking turns is that the group operates fine when I can’t be there. For example, later this month I’ll be on a missions trip and miss meeting with the my men’s discipleship group that meets early in the morning on Wednesdays. The group will keep meeting the two weeks that I am away.

3.            Use a curriculum that is easy to use and that people get excited about. There are two ways to do discipleship groups. They can be question-based or curriculum-based. The most famous example of question based groups is John Wesley’s bands that used the same five questions each week. A more recent example is Neil Cole’s Life Transformation Groups model. Having led done both types of groups, I find that curriculum-based groups work best for me. They have a clear beginning and end, and the curriculum gives us a firm but flexible structure that gives direction. But the curriculum you use is pivotal. It needs to be substantive but not overwhelming. If it’s something that people love and get excited about, they are far more likely to launch their own groups. My favorite curriculum right now is The Good and Beautiful God by James Bryan Smith. I’ve gone through it five times with groups and each time people have loved it and found it life-changing.

If you follow these three principles, discipleship will naturally multiply. What principles have you found to be critical to making disciples that make disciples? What curriculum have you found that works well? What questions do you have on building reproduction into your disciple-making?

Jim

[Jim Egli is the Leadership & Missions Pastor of the Vineyard Church of Central Illinois. He is the author of a dozen books, including most recently Small Groups, Big Impact which he co-authored with Dwight Marable. His personal blog, which includes free small group and multisite church resources, can be found at jimegli.com]

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Três Fatores para a Construção da Multiplicação ao Fazer Discpulos

por Jim Egli, jimegli.com

O objetivo do discipulado é fazer discpulos fazedores de discpulos. Você vê esta ênfase multigeracional no que Paulo escreveu ao seu protegido Timóteo:

E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros. 2 Timóteo 2:2

Paulo disse a Timóteo que pegasse as coisas que ele lhe ensinara e derramasse sobre outros que, por conseguinte, derramariam em outras pessoas. Como construimos esse tipo de multiplicação dentro do nosso processo de fazer discpulos?

Tenho visto que existem três princpios fáceis e práticos que são essenciais para construir uma cultura de multiplicação dentro dos grupos de discipulado.

1. Comunique claramente a data de multiplicação. Ao iniciar a lançar um grupo, comunique a visão e as expectativas daqueles dentre o grupo que iniciarão seus próprios grupos. Se você perguntar as pessoas: “Se você acha vivificante você consideraria seriamente iniciar seu próprio grupo com três ou quatro pessoas espiritualmente famintas?” Para clarificar esta expectativa faço as pessoas assinarem um simples pacto ou acorto que periodicamente revisaremos. O pacto que uso é uma adaptação do que eu encontrei na página 14 do livro Fundamentos do Discipulado de Greg Ogden.

2. Envolva rapidamente os outros do seu grupo a liderar os encontros. Quando inicio um grupo de discipulado, eu lidero as primeiras reuniões e depois delego atividades. Ao liderar as primeiras reuniões e explicar o que estou fazendo e porque faço desta forma, eu estabeleço um simples padrão para os outros seguirem. Da em diante todos assumem o papel. Desta forma as pessoas praticam e ganham confiança em liderar esse tipo de grupo. Outro ponto forte em fazer isso é que o grupo funciona bem quando não posso estar lá. Por exemplo, no final deste mês estarei numa viagem missionária e perderei reuniões com o meu grupo de homens que se encontram nas manhãs de quarta-feira. O grupo continuará se encontrando durante as duas semanas que estarei viajando.

3. Use um currculo que seja fácil de seguir e que as pessoas se empolguem com ele. Tem duas formas de fazer grupos de discipulado. Eles podem ser baseados em perguntas ou currculos. O exemplo mais famoso de perguntas baseadas em grupos é o modelo de Transformação de Grupos de Neil Cole. Como já liderei das duas maneiras demonstradas, creio que os grupos baseados em currculo funcionam melhor para mim. Eles têm um incio e fim claros, e o currculo nos da uma firme mas flexvel estrutura para nos direcionar. Mas o currculo que você usa é essencial. Precisa ser substancial, mas não opressivo. Se é algo que as pessoas amam e se empolgam, será muito mais fácil que iniciem seus próprios grupos. Meu currculo favorito agora é O Bom e Lindo Deus de James Bryan Smith. Já o li cinco vezes com os grupos e a cada vez as pessas amam e o acham transformador.

Se você seguir esses três princpios, discipulado naturalmente multiplicará. Quais princpios você tem achado crticos para fazer discpulos fazedores de discpulos? Qual currculo você tem percebido que funciona melhor? Quais perguntas você tem em fazer com que a reprodução ocorra no seu discipulado?

Jim

[Jim Egli é o Pastor de Liderança e Missões na Igreja Vineyard Central em Illinois. Ele é o autor de dezenas de livros, incluindo o mais recente Pequenos Grupos, Grande Impacto que ele é co-autor com Dwight Marable. Seu blog pessoal, que inclui pequenos grupos gratuitos e recursos multisite da igreja, pode ser encontrato em jimegli.com].

Spanish blog:

Tres claves para construir la multiplicación en tu hacedor de Discpulos

Por Jim Egli, jimegli.com

El objetivo del discipulado es hacer discpulos que hacen discpulos que hagan discpulos. Usted ve este énfasis multigeneracional en lo que Pablo escribió a su discpulo Timoteo:

Y las cosas que me has odo decir en presencia de muchos testigos, esto encarga a hombres fieles que también estén capacitados para enseñar a otros. (2 Timoteo 2:2, NVI)

Pablo le dijo a Timoteo que tomara las cosas que él le haba enseñado y se les vertiera en otros que la vertieran en otros. ¿Cómo podemos construir este tipo de multiplicación en nuestros hacedores de discpulos?

He encontrado que hay tres principios sencillos y prácticos que son fundamentales para la construcción de una cultura en la multiplicación en grupos de discipulado.

1. Comunica claramente la expectativa de la multiplicación. Al comenzar y poner en marcha un grupo, comunica la visión y expectativa de aquellos en el grupo que comenzarán sus propios grupos. Lo que yo pido a la gente es: “Si usted encuentra este grupo dador de vida considera seriamente la posibilidad de iniciar tu propio grupo con otras tres o cuatro personas con hambre espiritual” Para aclarar esta expectativa tengo personas que firman un simple pacto o acuerdo que revisamos periódicamente. El pacto que yo uso es una modificación del que se encuentra en la página 14 del libro de Discipulado Esencial de Greg Ogden.

2. Implica rápidamente a otros en tu grupo en la dirección de las reuniones. Cuando inicio un grupo de discipulado, dirijo las primeras reuniones y luego nos turnamos. Estando al frente de las primeras reuniones y explicar lo que estoy haciendo y por qué lo hago de esa manera, establec un patrón simple para que otros lo sigan. A partir de ese momento todos nos turnamos. De esta manera la gente práctica y confa en la dirección de este tipo de grupo. Otra ventaja de tomar turnos es que el grupo funciona bien cuando no puedo estar all. Por ejemplo, a finales de este mes voy a ir en un viaje misionero y perderé la reunión de grupo de discipulado de hombres la cual se reúne por la mañana temprano los miércoles. El grupo se mantendrá reuniendo en estas dos semanas que estaré fuera.

3. Use un plan de estudios que es fácil de usar y que la gente se anime. Hay dos maneras de hacer grupos de discipulado. Pueden ser basados en un plan de estudio o en preguntas. El ejemplo más famoso de los grupos de preguntas es el de John Wesley el cual utilizaron las mismas cinco preguntas cada semana. Un ejemplo más reciente es el modelo de Grupos de Transformación de Vida de Neil Cole. Después de haber dirigido ambos grupos, me parece que los grupos basado ​un plan de estudio funcionan mejor para m. Ellos tienen un principio y un final claro, y el plan de estudios nos dan una estructura firme pero flexible, que da la dirección. Pero el plan de estudios que se utiliza es fundamental. Tiene que ser de fondo, pero no abrumador. Si es algo que la gente ama y se animan, son mucho más propensos a poner en marcha sus propios grupos. Mi plan de estudio favorito ahora mismo es “Bueno y bello Dios por James Bryan Smith”. He pasado cinco veces con grupos y cada vez la gente me ha encantado y ha cambiado la vida de muchos.

Si usted sigue estos tres principios, el discipulado, se multiplicara naturalmente. ¿Qué principios has encontrado que sea crtico para hacer discpulos que hacen discpulos? ¿Qué plan de estudios has encontrado que funciona bien? ¿Qué preguntas tiene usted en la reproducción de hacer discpulos?

Jim

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