Why I Believe Mini-Group Discipleship is Better Than One-on-One

jimby Jim Egli, jimegli.com

I did one-on-one discipleship for years and loved it. I saw people’s lives changed in cool ways and was convinced that I would do this the rest of my life. But I’ve quit doing one-on-one in favor of mini-group discipleship, which I believe is more biblical, more effective, and more practical. What’s wrong with doing discipleship one-on-one?

1. It’s unbiblical. I don’t know why, but in the past when I heard the word “discipleship,” a one-on-one context is what came to my mind. But that is not the pattern of how Jesus discipled his closest followers. Of course we often see Jesus relating to people one-on-one, particularly in the stories in John’s gospel. But you don’t see him investing on individuals one-on-one in an ongoing way. However, you often see him with his core of Peter, James, and John. I’m not saying we should never relate to people on an individual level. What I am saying is that Jesus choose a mini-group (a smaller group within the twelve) to spend his most pivotal moments with. Maybe right now you’re objecting: “But what about Paul and Timothy?” But it wasn’t just Paul and Timothy. Silas was with Paul when Timothy joined his entourage and later people like Titus and Luke rounded out Paul’s core group. In the famous discipleship verse 2 Timothy 2:2, Paul says to Timothy, “And the things you have heard me say in the presence of many witnesses entrust to reliable people who will also be qualified to teach others.” (NIV, italics added). Notice that this all implies group, not one-on-one settings. Paul did not train Timothy in a one-on-one context. He equipped him in a team setting.

2. It’s ineffective. Right now my discipleship group is me and four other men who meet for an hour and a half over breakfast each Wednesday morning. Not only does this have better dynamics than a one-on-one group (based on my years of experience of doing it both ways), but I am impacting four times as many guys at once! Also, I only have so much wisdom and certain core spiritual gifts. But in a group of four or five, there is much more wisdom and a broader range of spiritual gifts at work.

3. It’s impractical. Doing discipleship in mini-groups is more practical in many ways. I’ll just share two. First, the group is not so leader dependent. Last week I was sick on Wednesday morning but my group didn’t need me, they met anyway. The purpose, format, curriculum, and atmosphere is set and not dependent on me. Two weeks from now I’ll be doing training in China. The group will still go on. Second, there is less discouragement in a mini-group. One of the biggest problems of one-on-one when you are working with new believers is that often they backslide. It is very discouraging for a mentor who has invested months in a new believer when their protege drops out and moves in with their boyfriend or goes back on drugs. But with a mini-group there is more success mixed with the disappointments and setbacks and the new believers in a mini-group also challenge and encourage one another at a peer level that is very helpful to them.

Again, it’s not that one-on-one is bad. It’s just that discipleship works much better in a mini-group setting that is more biblical, more effective, and more practical. What has your experience taught you? What questions or insights do you have about how to do high impact discipleship?

Jim

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Portuguese blog:

Porque Acredito que Discipulado em Mini-Grupo é Melhor do Que Um-A-Um

por Jim Egli, jimegli.com

Eu fiz discipulado um a um por anos e amei. Eu vi a vida das pessoas mudarem de formas legais e estava convencido de que eu queria fazer isso pelo resto da minha vida. Mas eu desisti de fazer discipulado um a um em função do discipulado de mini-grupo, que eu creio ser mais bblico, mais efetivo e mais prático. O que está errado com o discipulado um a um?

1. Não é bblico. Eu não sei porque, mas no passado quando ouvia a palavra “discipulado”, um contexto de um a um é o que vinha a minha mente. Mas este não é o padrão de como Jesus discipulou seus seguidores mais próximos. É claro que sempre vemos Jesus se relacionando às pessoas uma a uma, particularmente em histórias no Evangelho de João. Mas você não o vê investindo em indivduos um a um de forma contnua. Entretanto, você geralmente o vê com seu núcleo composto por Pedro, Tiago e João. Não estou dizendo que não devemos nos relacionar com as pessoas a um nvel individual. O que eu digo é que Jesus escolheu um mini-grupo (um grupo menor entre os doze) para passar seus momentos mais essenciais juntos. Talvez neste momento você esteja objetando: “Mas e quanto a Paulo e Timóteo?” Mas não eram apenas Paulo e Timóteo. Silas estava com Paulo quando Timóteo uniu sua comitiva e mais tarde pessoas como Tito e Lucas circundaram o grupo de Paulo. No famoso discipulado visto em 2 Timóteo 2:2, Paulo diz a Timóteo: “E as coisas que você tem me ouvido falar na presença de muitas testemunhas repasse a pessoas confiáveis que também serão qualificadas para ensinar outras pessoas (NVI). Note que tudo isto implica grupo, não cenário um a um. Paulo não treinou Timóteo no contexto um a um. Ele o equipou num cenário de equipe.

2. Não é eficiente. Agora os meus grupos de discipulado é composto por mim e outros quatro homens que se encontram por uma hora e meia durante o café da manhã toda quarta de manhã. Isto não apenas tem uma dinâmica melhor do que o modo um a um (baseado em meus anos de experiência fazendo das duas formas), mas eu estou impactando quatro vezes o número de homens de uma só vez! Sendo assim, eu também só tenho sabedoria no núcleo para um certo núcleo para os dons espirituais. Mas em um grupo de quatro ou cinco, há muito mais sabedoria e uma gama maior de dons espirituais em serviço.

3. Não é prático. Fazer discipulado em mini-grupos é mais prático de diversas maneiras. Eu apenas compartilharei dois. Primeiro, o grupo não é tão dependente do lder. Na última semana eu estava doente na quarta de manhã mas meu grupo não precisou de mim, eles se encontraram mesmo assim. O propósito, formato, currculo e atmosfera está pronto e não depende de mim. Em duas semanas estarei fazendo um treinamento na China. O grupo continuará acontecendo. Segundo, há menos desencorajamento em um mini-grupo. Um dos maiores problemas do um a um é quando você está trabalhando com os novos convertidos e de repente eles se desviam. É muito desencorajador para um mentor que investiu meses em um novo convertido quando seu protegido desiste e se muda com o seu namorada(o) ou volta para as drogas. Mas com um mini-grupo há mais sucesso misturado com os desapontamentos e contratempose os novos convertidos em um mini-grupo também desafiam e encorajam o outro no mesmo nvel, que os ajuda muito.

Novamente, não é que o um a um seja ruim. É que discipulado funciona muito melhor em um formato de mini-grupo que é mais bblico, mais efetivo e mais prático. O que a sua experiência te ensinou? Quais perguntas ou conhecimentos você tem sobre como ter um maior impacto no discipulado?

Jim

Spanish blog:

Por qué creo el mini-grupo de discipulado es mejor que el uno- a-uno

Por Jim Egli, jimegli.com

Hice el discipulado de uno-a-uno durante años y me encantó. Vi como cambiaron la vida de persona en forma interesante y estaba convencido de que iba hacer esto el resto de mi vida. Pero deje de hacer el uno a uno a favor del discipulado mini-grupo, y creo que es más bblico, más eficaz y más práctico. ¿Qué hay de malo en hacer discipulado de uno-a-uno?

1. No es bblico. No sé por qué, pero en el pasado, cuando o la palabra “discipulado”, el contexto de uno-a-uno es lo que vino a mi mente. Pero esa no fue la manera en cómo Jesús discpulo a sus seguidores más cercanos. Por supuesto, a menudo vemos a Jesús relacionándose con personas de uno-a-uno, sobre todo en las historias en el evangelio de Juan. Pero usted no lo ve invirtiendo en las personas de uno-a-uno en una forma continua. Sin embargo, a menudo se le vea con su núcleo Pedro, Jacobo y Juan. No estoy diciendo que no debemos relacionarnos con las personas a nivel individual. Lo que estoy diciendo es que Jesús eligió un mini-grupo (un grupo más pequeño dentro de los doce) para pasar sus momentos más importantes con ellos. Tal vez ahora usted está objetando: “Pero ¿Qué pasa con Pablo y Timoteo?” Pero no se trataba sólo Pablo y Timoteo. Silas estaba con Pablo cuando Timoteo se unió a su entorno y después personas como Tito y Lucas completaron el grupo central de Pablo. En el famoso verso del discipulado 2 Timoteo 2:2, Pablo dice a Timoteo: “ Lo que has odo de m ante muchos testigos, esto encarga a hombres fieles que sean idóneos para enseñar también a otros” (RVR60). Tenga en cuenta que todo esto implica en el grupo, no la configuración de uno-a-uno. Pablo no entrenó a Timoteo en un contexto de uno-a-uno. Él lo equipo en un ambiente de equipo.

2. Es ineficaz. Ahora mismo mi grupo de discipulado soy yo y otros cuatro hombres que se reúnen por hora y media durante el desayuno todos los miércoles en la mañana. Esto no sólo tiene mejor dinámica que un grupo de uno-a-uno (basado en mis años de experiencia de hacer las dos cosas), pero estoy impactando cuatro veces más gente a la vez. Además, sólo tengo tanta sabidura y ciertos dones espirituales fundamentales. Sin embargo, en un grupo de cuatro o cinco, hay mucha más sabidura y una gama más amplia de dones espirituales en el trabajo.

3. No es poco práctico. Haciendo discipulado en mini-grupos es más práctico en muchos aspectos. Voy a compartir dos. En primer lugar, el grupo no es tan dependiente de lder. La semana pasada estuve enfermo el miércoles por la mañana, pero mi grupo no me necesitaba, y se reunieron todos modos. El propósito, el formato, plan de estudios, y la atmósfera se fija y no depende de m. En dos semanas voy a estar dando entrenamiento en China. El grupo todava continuará. En segundo lugar, hay menos desaliento en un mini-grupo. Uno de los mayores problemas del entrenamiento de uno-a- uno cuando se está trabajando con los nuevos creyentes es que muchas veces se reinciden. Es muy desalentador para un mentor que ha invertido meses en un nuevo creyente cuando su protegido se retira y va a vivir con su novio o se remonta a las drogas. Pero también con un mini-grupo hay más éxito mezclado con las decepciones y reveses y los nuevos creyentes en un mini-grupo desafan y se animan los unos a otros en un nivel de pares que es muy útil para ellos.

Una vez más, no es que el discipulado de uno-a-uno es malo. Es sólo que el discipulado funciona mucho mejor en un ambiente de mini-grupo y es más bblico, más eficaz y más práctico. ¿Qué te ha enseñado tu experiencia? ¿Qué preguntas o ideas tienes acerca de cómo hacer el discipulado de alto impacto?

Jim

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