Is this working?

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by Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

As our church grew, I knew we needed to implement a coaching system. After some research, I settled on the G-12 model. It made sense to me for cell leaders to become the coach when their apprentices started their own groups. They already had a good relationship and discipling was already occurring, why break that up? It was philosophically consistent and organic in approach. I was sold.

But after some years I noticed that the theory wasn’t working out in real life as well as I’d hoped. We also had too many unmotivated coaches, and therefore we had too many “abandoned” leaders.

Some leaders had developed an apprentice, but they weren’t really interested in the extra work of coaching. Sometimes the apprentices were actually more motivated than their leaders, so that when they launched their own group, they now had a coach who was not in a position to develop them.

By assuming that a leader becomes a coach by birthing a new leader from their group, we neglected the reality that while leading a group is not a gift-based ministry, coaching a group leader is. Some multiplying group leaders had that gifting, others didn’t. Some leaders could love people really well, but couldn’t help other leaders when their groups struggled.

Today we have blended coaching models. We sometimes use G-12 and sometimes 5×5. We are doing what it takes to makes sure the essential coaching functions are happening. We want to see:

  • Cell leaders who are personally discipled and encouraged
  • Coaching contacts that are happening: regular visits, monthly huddles
  • Group problems that are being solved.

Choose your coaching model not on philosophy alone, but on what works. Your group leaders are depending on it!

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Steve

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Isso está funcionando?

por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Conforme nossa igreja crescia, eu sabia que precisávamos implementar um sistema de treinamento. Após algumas pesquisas, eu estabeleci o modelo G-12. Fez sentido para mim que os lderes de célula se tornassem treinadores quando seus aprendizes começassem seus próprios grupos. Eles já tinham um bom relacionamento e o discipulado já estava ocorrendo, então por que quebrar isso? Era algo filosoficamente consistente e com uma abordagem orgânica. Eu estava convencido.

Contudo, após alguns anos eu percebi que a teoria não estava funcionando na vida real tão bem quanto eu esperava. Nós também tnhamos muitos lderes desmotivados e, assim, tnhamos muitos lderes “abandonados”.

Alguns lderes tinham desenvolvido um aprendiz, mas eles não estavam realmente interessados no trabalho extra de treinamento. Algumas vezes os aprendizes eram na realidade mais motivados que seus lderes, de modo que quando eles começavam seu próprio grupo, tinham um treinador que não estava em condições para desenvolvê-los.

Ao assumir que um lder se torna um treinador ao gerar um novo lder de seu grupo, nós negligenciamos a realidade de que enquanto liderar um grupo não é um ministério baseado em ter o dom, treinar um lder de grupo é. Alguns lderes de grupo multiplicadores tinham esse dom, outros não. Alguns lderes podiam amar as pessoas muito bem, mas não podiam ajudar outros lderes quando seus grupos enfrentavam dificuldade.

Hoje nós temos misturado modelos de treinamento. Algumas vezes usamos o modelo G-12, algumas vezes usamos o 5×5. Estamos fazendo o que for preciso para garantir que as funções essenciais de treinamento aconteçam. Nós queremos ver:

  • Lderes de célula que sejam pessoalmente discipulados e encorajados;
  • Contatos de treinamento que estejam acontecendo: visitas regulares, encontros mensais;
  • Problemas de grupos que sejam resolvidos.

Escolha seu modelo de treinamento baseado não apenas na filosofia, mas naquilo que funciona. Seus lderes de grupo dependem disso!

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Steve

Spanish blog:

¿Está funcionando?

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A medida que nuestra iglesia creció, saba que necesitábamos poner en práctica un sistema de entrenamiento. Después de algunas investigaciones, nos establecimos con el modelo G- 12. Tiene mucho sentido para m, que los lderes celulares se conviertan en entrenadores cuando sus aprendices comienzan sus propios grupos. Ellos ya tenan una buena relación y el discipulado ya estaba ocurriendo, ¿Por qué romper eso? Fue filosóficamente coherente y orgánico en el enfoque. Me vendieron.

Pero después de algunos años me di cuenta de que la teora no estaba funcionando en la vida real, de la manera que yo esperaba. También hemos tenido muchos entrenadores sin motivación, y por lo tanto tuvimos demasiados lderes “abandonados”.

Algunos lderes haban desarrollado un aprendiz, pero no estaban realmente interesados ​​en el trabajo extra del entrenamiento. A veces, los aprendices estaban más motivado que sus lderes, y cuando empezaban su propio grupo, tenan un entrenador que no estaba en condiciones de desarrollarlos.

Asumiendo que un lder se convierte en un entrenador por dar a luz a un nuevo lder en su grupo, hemos descuidado la realidad de que mientras lideraba un grupo sin el don basado en el ministerio, entrenando un grupo de lderes si es. Algunos lderes de grupos multiplicadores tenan ese don, otros no. Algunos lderes podran amar a la gente muy bien, pero no poda ayudar a otros lderes cuando sus grupos luchaban.

Hoy hemos mezclado los modelos de entrenamiento. A veces usamos G- 12 y, a veces 5×5. Estamos haciendo lo que se necesita para asegurar que las funciones esenciales del entrenamiento están sucediendo. Queremos ver:

· Los lderes celulares que están personalmente discipulados y animados

· Entrenamiento de contactos que están sucediendo: visitas regulares, reuniones mensuales

· Problemas de grupo que están siendo resueltos.

Elija su modelo de entrenamiento no en la filosofa solamente, sino en lo que funciona. Sus lderes de grupo dependen de esto.

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Steve

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