The Cell Guide: What we Do

angel

by Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

I don’t like to call the cell guide a “lesson” because it gives the idea that the leader is teaching a class, and we all know that the best cell leaders are not teachers. In fact, the best cell leaders only talk 20% of the time! Remember that people need to express themselves, ask questions, and apply God’s Word to their own lives.

What I personally do in my church is give the cell guide to each group via email each week. I normally do this on Monday, after everyone has heard the sermon on Sunday. During my sermon, I try to use as many visuals as possible, such as handing out a fill-in-the blank outline, PowerPoints of my sermon, and so forth. In this way, those listening are able to remember the main points of the message.

The guide that I send out to the groups is divided into three parts:

  • Presence of Christ
  • Power of Christ
  • Purpose of Christ

In the “Presence of Christ” section, we direct the group to have a small snack, an icebreaker question, and the vision of the cell is presented: we are the body of Christ; we are called to build each other up, evangelize, and make disciples who will eventually multiply. We then welcome Christ’s presence in our our midst through praise, prayer, and intercession.

The second part has to do with the “power of Christ,” which is sub-divided into triads–groups of three. We ask the males and females to meet separately, so that they can share their particular needs more freely (e.g., trials, prayer requests, temptations, witnessing experiences, what God is saying in the quiet time, and so forth). Then the entire group comes back together, and we apply the Sunday sermon via specific questions. We make sure the leader doesn’t mention the Sunday sermon because there might be people in the group who were not there on Sunday. Rather, we focus on God’s Word and the passage that was covered on Sunday.

The third and final part of the program is what we call the “Purpose of Christ.” This is where the leader has the opportunity to inspire members of the group to do personal evangelism. We ask each member to write down the names of those people who are in their circle of influence. We pray for them on a regular basis. Group members report on the progress they had during the week in evangelism. In this section, we also plan social outreach to people who are in need. We also have a time of announcements, planning new outreach, and announcing future meetings.

Generally the third part of the program is one of the most neglected, so we make it a point not to overlook it because it’s part of the seven functions of the cell group: community life, evangelism, leadership training, mutual accountability, discipleship, Christ in our midst, and death to self.

Comments?

Ernesto

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O Guia da Célula: O Que Nós Fazemos

por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Eu não gosto de chamar o guia da célula como uma “lição” porque isso dá a ideia de que o lder está ensinando a uma classe, e todos nós sabemos que os melhores lderes de célula não são professores. Na verdade, os melhores lderes de célula só falam 20% do tempo! Lembre-se que as pessoas precisam se expressar, faça perguntas, e aplique a Palavra de Deus a suas próprias vidas.

O que eu faço, pessoalmente, na minha igreja é dar o guia de célula para cada grupo via e-mail toda semana. Eu normalmente faço isso na segunda-feira, depois que todos ouviram o sermão no domingo. Durante o meu sermão, eu tento usar o máximo possvel de recursos visuais, como distribuir um “preencha no espaço em branco”, PowerPoints da minha pregação, e assim por diante. Dessa forma, aqueles que estão ouvindo são capazes de lembrar dos pontos principais da mensagem.

O guia que eu mando para os grupos é dividido em três partes:

  • Presença de Cristo
  • Poder de Cristo
  • Propósito de Cristo

Na seção “Presença de Cristo”, nós direcionamos o grupo a ter um pequeno lanche, uma questão de quebra-gelo, e a visão da célula é apresentada: nós somos o corpo de Cristo; nós somos chamados a edificar uns aos outros, evangelizar, e fazer discpulos que vão se multiplicar eventualmente. Então, nós damos as boas-vindas à presença de Cristo em nosso meio através de adoração, louvor e intercessão.

A segunda parte tem a ver com o “poder de Cristo”, na qual o grupo é sub-dividido em trades- grupos de três. Nós pedimos aos homens e mulheres que se reúnam separadamente, para que assim possam compartilhar suas necessidades particulares mais livremente (por exemplo, provações, pedidos de oração, tentações, experiências de testemunhos, o que Deus está dizendo no momento de silêncio, e assim por diante). Então todo o grupo volta a se juntar, e nós aplicamos o sermão de domingo através de perguntas especficas. Nós garantimos que o lder não mencione o sermão de domingo porque pode ter pessoas no grupo que não estavam presentes no domingo. Em vez disso, nos concentramos na Palavra de Deus e na passagem que foi citada no domingo.

A terceira e última parte do programa é o que nós chamamos de “Propósito de Cristo”. É aqui que o lder tem a oportunidade de inspirar membros do grupo a fazer evangelismo pessoal. Nós pedimos que cada membro escreva os nomes daquelas pessoas que estão em seu crculo de influência. Nós oramos por eles regularmente. Membros do grupo relatam o progresso que tiveram durante a semana em evangelismo. Nesta seção, nós também planejamos uma forma de alcance social a pessoas que estão necessitadas. Nós também temos um perodo de avisos, planejamento de novos momentos de alcançar as pessoas, e anunciamos futuras reuniões.

Geralmente a terceira parte do programa é uma das mais negligenciadas, por isso reforçamos que eles não devem esquecê-la porque ela faz parte das sete funções do grupo de célula: vida em comunidade, evangelismo, treinamento de liderança, prestação mútua de contas, discipulado, Cristo em nosso meio e morte para nós mesmos.

Comentários?

Ernesto

Spanish blog:

por Ernesto Humeniuk

Particularmente, no me gusta llamar a esto «lección» ya que da la idea de que el lder está para dar una clase, y todos sabemos bien que el mejor lder de célula es, precisamente, alguien que no es maestro. El mejor lder de célula es aquél que en la reunión de grupo habla solo el 20% de lo que se charla. La gente necesita expresarse, preguntar, opinar, evaluar y aplicar a su propia vida las verdades bblicas al poderlas descubrir por si mismos, con la gua y dirección del Espritu Santo y el instrumento que para ello es el lder de célula.

Hecha esta aclaración, lo que yo personalmente hago en mi iglesia es enviarle por e-mail el programa de la reunión del grupo para la semana. Lo hago normalmente el da lunes, luego que todos hubieran escuchado el sermón del domingo. En el mismo trato de usar todas las posibilidades de uso de los sentidos para que las personas recuerden lo más posible: bosquejo con blancos para que llenen, PowerPoint para que vean, etc.

El programa enviado se divide en «Presencia de Cristo» donde se le indica al lder tener un pequeño refrigerio, una pregunta de rompehielos y donde se repite la visión que como grupos celulares tenemos” «Somos un cuerpo básico de Cristo; edificamos, evangelizamos y equipamos con el objetivo de multiplicarnos». En una brece oración le damos la bienvenida a Cristo en nuestro medio, alabamos, oramos e intercedemos.

La segunda parte tiene que ver con el «Poder de Cristo» donde sub-dividimos a los grupos en tradas de hombres y mujeres separados para una mayor intimidad y cada uno, en esos pequeños grupos, ora por necesidades personales, comparte tentaciones y problemas, comparte testimonios personales, menciona a quién le estuvo hablando de Cristo en la semana, qué le dijo Dios en su vida devocional, etc. Al volverse a integrar el grupo todo, se pasa a contestar las preguntas de aplicación personal del sermón, aclarándosele al lder que no se menciona el sermón del pastor por si acaso hubiese alguna persona que no estuvo el domingo en la celebración o si hubiere alguna persona invitada. Se habla del pasaje bblico, no del sermón.

La tercera y última parte del programa es la que tiene en cuenta el «Propósito de Cristo». Aqu es donde el lder tiene la oportunidad de inspirar a los miembros del grupo para la evangelización personal. En un cartel se anotan los nombres de aquellas personas abiertas al Evangelio que están en nuestro crculo de influencia, personas a las que denominamos de «Tipo A» ( las de «Tipo B» son las reacias a escuchar acerca del Evangelio) y se ora por esas personas en forma semanal. Los miembros del grupo informan acerca de los progresos que tuvieron durante la semana al tratar de evangelizar a esas personas. En esta sección también se planifican encuentros sociales con personas no creyentes para hacer contacto. Si hay quien haya asistido al Encuentro «Juan 3:16» se le pide que practique delante del grupo lo que aprendió para as fijar el modelo. Este es el momento de anuncios, de planeamiento de actividades de alcance y de anunciar los Encuentros futuros que están planeados en la senda de equipamiento.

Generalmente la tercera parte del programa es una de las más descuidadas y a las que los lideres no prestan debida atención, por lo que tenemos que siempre enfatizar la necesidad de no pasarla por alto, ya que responde a una de las siete funciones del grupo celular: vida en comunidad, evangelismo, capacitación de liderazgo, responsabilidad mutua, discipulado, Cristo en medio nuestro y la muerte a nuestro yo.

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