Mistakes and Corrections in working with Children

mario

by Mario Vega, www.elim.org.sv

During the early years of our work with cells, we did not have a specially designed plan for children. In fact, children were secondary. While the adult cell were meeting, the children were simply taken to another room (or the backyard) and the “person in charge” would try to minister to the children. We didn’t have a program to develop childrens’ workers, so each group followed their own plan. So when I speak of the “person in charge,” I’m not talking about a trained leader. It was just a person who voluntarily offered to take care of children, and in many cases it was an adolescent or older child who was simply a bit older than the other children present. In other words, we were not intentional about our work with children.

Because of the difficulties we had with building new educational rooms in our church building, I decided to move our educational ministry into the homes. This is how our children cells were born. I thought this was something original, but then I learned that this is very common in Brazil. Pastor Roberto Lay has developed excellent children’s material that is designed to be used in the home cell groups. I began to realize that ministry to the children in the homes is not new. It has now been more than a decade that we have been working with children’s cell groups. We systematically train those who lead our children’s cells and we develop our own material. We prepare those who will be teaching through discipleship equipping (leader’s route) which actually takes longer than our normal discipleship equipping (leader’s route). Currently, an average of 27,000 children who are being ministered each week in our children cells and many of them are in the transition stage between childhood and youth. A new generation of Christians are being developed in a cell culture. We learned from our mistakes to become much more proactive in our ministry to children.

Mario

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Portuguese blog

Erros e Correções no trabalho com Crianças

por Mario Veja, www.elim.org.sv

Durante os primeiros anos do nosso trabalho com células, nós não tnhamos um plano especialmente projetado para crianças. Na verdade, as crianças eram secundárias. Enquanto a célula adulta estava se reunindo, as crianças eram simplesmente levadas para outro quarto (ou para o quintal) e a “pessoa encarregada” tentaria ministrá-las. Nós não tnhamos um programa para desenvolver ministrantes de crianças, então cada grupo seguia seu próprio plano. Portanto, quando eu falo sobre a “pessoa encarregada”, não me refiro a um lder treinado. Era apenas alguém que voluntariamente se ofereceu para cuidar das crianças, e em muitos casos, era um adolescente ou uma criança mais velha que era simplesmente um pouco maior do que as outras presentes. Em outras palavras, nós não éramos intencionais sobre nosso trabalho com crianças.

Por causa das dificuldades que tivemos em construir as novas salas de ensino em nosso prédio da igreja, eu decidi mover nosso ministério educacional para as casas. Foi assim que as nossas células de crianças nasceram. Eu pensei que isso fosse algo original, mas então eu aprendi que isso é muito comum no Brasil. O Pastor Roberto Lay desenvolveu um excelente material de crianças que é projetado para ser usado nos grupos de células caseiros. Eu comecei a perceber que o ministério para as crianças nos lares não é novo. Hoje já faz mais de uma década que estivemos trabalhando com grupos de células de crianças. Nós treinamos sistematicamente aqueles que lideram nossas células de crianças e desenvolvemos nosso próprio material. Nós preparamos aqueles que estarão ensinando através do treinamento de discipulado (rota do lder), o que na verdade leva mais tempo do que o nosso treinamento de discipulado normal (rota do lder). Atualmente, uma média de 27.000 crianças que estão sendo ministradas a cada semana em nossas células de crianças e muitas delas estão em fase de transição entre infância e juventude. Uma nova geração de cristãos está sendo desenvolvida numa cultura de células. Nós aprendemos a partir dos nossos erros a nos tornar muito mais pró-ativos em nosso ministério para crianças.

Mario

Spanish blog:

De los grupos a las células infantiles

Durante los primeros años de nuestro trabajo con células no tenamos un plan especialmente diseñado para los niños. En realidad, los niños tenan un lugar secundario. Mientras se realizaba la célula de adultos, los niños eran llevados a otra habitación o al patio de la casa. En ese lugar, no haba un programa que desarrollar y cada persona encargada cuidaba de los niños de acuerdo a su criterio particular.

Pero, al hablar de “persona encargada”, no estoy hablando de un lder entrenado. Solamente era una persona que se ofreca voluntariamente para cuidar de los niños y, muchas veces, era al niño que tena un poco de mayor edad a quien se le asignaba la responsabilidad. En pocas palabras, no tenamos un trabajo intencional con los niños.

Debido a dificultades que tenamos para construir los edificios suficientes para la Escuela Dominical, se me ocurrió la idea de trasladar la enseñanza de los niños a las casas. As nacieron nuestras células infantiles. Pensé que eso era algo original, pero al conocer en Brasil el trabajo que el pastor Roberto Lay desarrolla en ese pas, puede darme cuenta que el concepto de célula infantil no era nuevo. As fue como hace más de una década comenzamos a trabajar con células infantiles. Con lderes entrenados para ese trabajo y con un programa de contenidos sistematizado. Tenemos una Ruta del Lder para células infantiles que es más extensa que la Ruta del Lder para células de adultos. En la actualidad, se atiende un promedio de 27,000 niños en las células infantiles y bastantes de ellos se encuentran en la etapa de transición entre la niñez y la juventud. Una nueva generación de cristianos se está levantando dentro de una cultura totalmente celular. La atención a los niños fue otro aspecto que tuvimos que corregir en nuestro trabajo celular.

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