It Starts with the Culture, part 2

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by Dr. Jim Wall, Executive Director, Acts 2 Network, www.acts2network.org

Yesterday we discussed a cultural norm that said, “Cell membership is church membership. Church membership is cell membership.” We described a culture in which weekend celebrations are not gatherings of the church as much as they are public gatherings that the church attends, hosts and staffs. Members come to those weekend celebrations with a mind-set that they are going to the mission field every Sunday. During the week, we worked to create an environment that unchurched people would want to check out. On Sunday we’d do our best to show them Christ and introduce them to His family.

Here are some practical ways we lived that culture out during the 24 years I led Western Branch Community Church:

1. No Holy Huddles Allowed. Members were taught they should not be congregating among congregants before and after celebration services. They should be working the atrium and hallways like a politician at election time! We broke up holy huddles; i.e. clusters of church members focused on one another instead of looking around for someone who is hoping to be welcomed. We knew that very few people would return to a church—no matter how good the music and preaching was—if no one in the congregation made the effort to help them feel accepted.

2. Cell Leaders as Sponsors. Following the first two visits by a newcomer, the pastors and staff of our church would follow up after the Sunday service. They wrote personal notes, sent emails and even made phone calls offering to pray for family needs. Following the third visit, the newcomer was assigned a sponsoring cell leader. The cell leader started making contact right away to offer prayer, service the family in some practical way, and invite to the cell gathering. The cell group was told about their new “sponsoree” and encouraged to look for them on Sunday, making it a point to invite them to the cell gathering.

3. Serving Teams Organized by Cells. While there were some areas of service open to anyone, most areas of service during celebration services were staffed by cell members. Each cell group was assigned a Sunday to serve on a rotating basis. We called them “Serving Hearts” and we were able to document that 80% of our members served in some capacity at least once each month.

4. Service Evangelism Through Cells. Each cell group was asked (and even funded) to do at least one act of service evangelism per quarter. They not only went out into the community to meet needs, they invited their sponsorees to participate. We found that people unfamiliar with cell groups were sometimes reluctant to join a group, but when they went out and served with them, bonds formed and invitations to the next cell gathering took on new meaning.

These are just a few of ways we worked to create a culture of celebration/cell. The result was a church family of thousands, with a 60% conversion growth rate and all of the members in a cell. To God be the glory!

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Começa com a Cultura, parte 2

por Dr. Jim Wall, Diretor Executivo, Acts 2 Network, www.acts2network.org

Ontem, discutimos uma norma cultural que diz: "Ser membro da célula é ser membro da igreja. Ser membro da igreja é ser membro da célula”. Nós descrevemos uma cultura na qual as celebrações de fim de semana não são encontros da igreja, mas sim reuniões públicas que a igreja frequenta, é anfitriã e provê uma equipe. Os membros vêm a essas celebrações de fim de semana com uma mentalidade de que eles estão indo para o campo missionário todos os domingos. Durante a semana, nós trabalhamos para criar um ambiente que pessoas sem igreja gostariam de conhecer. No domingo nós faramos o nosso melhor para mostrar-lhes Cristo e apresentá-los à Sua famlia.

Aqui estão algumas maneiras práticas em que nós vivemos essa cultura durante os 24 anos em que eu liderei a Western Branch Community Church (“Filial Ocidental da Igreja da Comunidade” – tradução livre):

1. Nenhuma Aglomeração Santa é Permitida. Os membros foram ensinados que eles não deviam congregar entre os fiéis antes e depois dos cultos de celebração. Eles deviam trabalhar no átrio e nos corredores como um poltico em época de eleição! Nós terminamos as aglomerações santas; ou seja, grupos de membros da igreja focados uns nos outros em vez de procurar ao redor por alguém que esteja esperando para ser recepcionado. Nós sabamos que pouqussimas pessoas gostariam de voltar a uma igreja—não importa se a música e a pregação foram boas—se ninguém na congregação fez o esforço para ajudá-las a se sentirem aceitas.

2. Lderes de Célula como Responsáveis. Após as duas primeiras visitas de um recém-chegado, os pastores e equipe de nossa igreja dariam seguimento após o culto de domingo. Eles escreviam bilhetes pessoais, enviavam e-mails e faziam até mesmo ligações telefônicas se oferecendo para orar por necessidades da famlia. Após a terceira visita, o recém-chegado era atribudo a um lder de célula responsável. O lder da célula começava a fazer contato imediatamente para oferecer oração, servir a famlia de alguma maneira prática e convidar para a reunião da célula. A célula ficava sabendo sobre a nova pessoa sob seus cuidados e os membros eram incentivados a procurar por eles no domingo, criando uma oportunidade de convidá-los para a reunião da célula.

3. Equipes de Servir Organizadas por Células. Embora houvesse algumas áreas de serviço abertas para qualquer pessoa, a maioria das áreas de serviço durante os cultos de celebração eram realizadas por membros das células. Cada célula era responsável por servir em um domingo de uma forma rotativa. Nós os chamamos de "Corações Servos" e nós conseguimos documentar que 80% de nossos membros serviam em alguma função pelo menos uma vez por mês.

4. Serviço de Evangelismo através das Células. Pedimos para cada célula (e até mesmo financiamos) fazer pelo menos um ato de evangelismo por trimestre. Eles não só saam para a comunidade para atender às necessidades, mas também convidavam aquelas pessoas sob seus cuidados para participarem. Nós descobrimos que as pessoas não familiarizadas com as células às vezes ficavam relutantes em participar de um grupo, mas quando elas saam e serviam com eles, vnculos eram formados e convites para o próximo encontro da célula assumiram um novo significado.

Estas são apenas algumas das maneiras que nós trabalhamos para criar uma cultura de culto de celebração/célula. O resultado foi uma famlia da igreja de milhares de pessoas, com uma taxa de crescimento de 60% de conversões e todos os membros em uma célula. A Deus seja a glória!

Spanish blog:

Se empieza con la cultura, parte 2
Por el Dr. Jim Wall, Director Ejecutivo de la Red hechos 2, www.acts2network.org

Ayer hablamos de una norma cultural que dice, “La membresa celular es la membresa de la iglesia. La membresa de la Iglesia es la membresa celular". Hemos descrito una cultura en la que las celebraciones del fin de semana no son reuniones de la iglesia sino más como reuniones públicas que la iglesia asiste, anfitriones y personal. Los miembros llegan a esas celebraciones de fin de semana con una mentalidad de que van al campo misionero cada domingo. Durante la semana, trabajamos para crear un ambiente en que las personas que no tienen iglesia quieran revisar. El domingo hacemos lo mejor para mostrarles a Cristo y darles a conocer su familia.

Aqu hay algunas maneras prácticas donde vivimos esa cultura por durante los 24 años que llevó dirigiendo en la Iglesia de la Comunidad Western Branch:

1. No permitimos santos. Les enseñamos a los miembros que no deben de estar congregando entre los feligreses antes y después de los servicios de celebración. Ellos deberan estar trabajando en el atrio y los pasillos como un poltico en época de elecciones. Rompimos las rutinas santas; es decir, los grupos de miembros de la iglesia se concentran en uno al otro, en lugar de mirar a alguien a su alrededor que está esperando ser recibido. Sabamos que muy pocas personas volveran a la iglesia, no importa que tan buena fue la alabanza o la predicación – si nadie en la congregación hizo el esfuerzo para ayudarles a sentirse aceptados.

2. Los lderes celulares como patrocinadores. Después de las dos primeras visitas de un recién llegado, los pastores y el personal de nuestra iglesia seguiran en el siguiente servicio dominical. Ellos escribieron notas personales, envan correos electrónicos e incluso hacer llamadas telefónicas ofreciendo orar por las necesidades familiares. Después de la tercera visita, el recién llegado se le asigna un lder celular. El lder celular comienza a hacer contacto de inmediato y ofrece oración, servicio a la familia de alguna manera práctica, e los invita a la reunión celular. El grupo celular es informado de los nuevos "patrocinados" y se les anima en buscarlos el domingo, por lo que es un punto para invitarlos a la reunión celular.

3. Sirviendo equipos organizado por células. Mientras hubieron algunas áreas del servicio abierto a cualquier persona, la mayora de las áreas de servicio durante los servicios de celebración fueron atendidos por miembros de la célula. Cada grupo celular es asignado un domingo para servir en forma rotativa. Nosotros les llamamos " Sirviendo Corazones" y hemos sido capaces de documentar que el 80% de nuestros miembros sirve en cierta capacidad al menos una vez al mes.

4. Servicio de Evangelización a través de las células. Se le pidió a cada grupo celular, que se hiciera al menos un servicio de evangelización por trimestre. Ellos no sólo salieron a la comunidad para satisfacer las necesidades, ellos invitaron a las personas que están siendo patrocinadas a participar. Encontramos que las personas no familiarizadas con los grupos celulares veces son reacios a unirse a un grupo, pero cuando salieron y sirvieron con ellos, formaron enlaces y las invitaciones a la siguiente reunión celular tuvo un nuevo significado.

Estos son sólo algunas de las maneras que funcionaron al crear una cultura en la celebración/célula. El resultado fue una familia de la iglesia de miles, con una tasa de crecimiento de conversión del 60% y todos los miembros de la célula. ¡A Dios sea la gloria

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