Stopping the Rise of the Dones

scott

by M. Scott Boren, The Center for Community and Mission, www.mscottboren.com,
Twitter@mscottboren

Yesterday, I was sitting with our kids eating Danishes at a coffee shop. Two of the kids were have a discussion about something ridiculous, about which they were both correct. After going back and forth, I said, “What difference does this make?” And then my oldest, who is 12 said, “Yeah, it’s like arguing whether scissors is better than rock.” (For those who are reading this in translation, this reference might not be obvious as a common kids game is called Rock, Paper, Scissors.)

In my interaction with the dones, one of the things that I’ve found that people are done with is the pointless bandwagons we jump on in the church. We argue about new ideas regarding church strategy like the survival of God’s kingdom depends upon it. It’s as if the latest revelation about how the church should run is the new magical answer for church success. And of course, if we don’t implement that new program now, then the church will not survive.

It’s like we are arguing for scissors being more important than rock. I used to be one of those making this argument. I assumed that finding the magical elixir was going to turn the corner in our church. I thought if we just figured out the right group strategy that it would take us to the next level. And I’ve served under pastors who made the same assumption.

This is exhausting!

The dones I’ve talked with are done with all of the new ideas about how we make the church work better. They are done with doing the work of our new ideas.

One of the early statements commonly made by small group innovators was “The only thing that is constant around here is change.” I remember talking with an honest, experienced small group leader in an internationally renowned cell church where this statement had become a mantra back in the early 1990s. He told me that he had stepped down from leading a group and being a coach. When I probed as to why, he told me that all of those in charge were in love with their new ideas and strategies. He just wanted to live in community with his group. He intimated that he was feeling burned out and used by all the work he was having to do in order to pull of the cell church. He was done with leadership even though he was not done with the church.

I’m not saying that innovation is not needed. Of course we need new ideas. What I am saying is this: If we don’t want to have more “dones” on our hands, we had better pay attention to our people. We need to treat people as “persons” not worker bees who are there to pull off our ministry ideas.

To be honest, this is one of the reasons I wrote the book Leading Small Groups in the Way of Jesus. I was observing too many exhausted leaders and I was looking for a way of leading groups that embraced the grace to empower us to lead as we “make every effort to enter into his rest” (Heb 4:9-11).

If we want to put a stop to the rise of dones, we may very well need different ways of leading. Something to consider.

Scott

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Parando o Aumento dos Fartos

por M. Scott Boren, The Center for Community and Mission (“O Centro para Comunidade e Missão”, tradução livre), www.mscottboren.com, Twitter@mscottboren

Ontem, eu estava sentado com os nossos filhos comendo doces dinamarqueses em um café. Duas das crianças estavam discutindo sobre algo ridculo, sobre o qual ambos estavam corretos. Depois de idas e vindas, eu disse: “Que diferença isso faz?” E então meu filho mais velho, que tem 12 anos, disse: “Sim, é como discutir se tesoura é melhor do que pedra” (Para aqueles que estão lendo isso na tradução, esta é uma referência a um jogo comum de crianças chamado de Pedra, Papel, Tesoura).

Na minha interação com os fartos, uma das coisas que eu descobri da qual as pessoas estão fartas são os movimentos sem sentido que nós participamos na igreja. Nós argumentamos sobre novas ideias em relação à estratégia da igreja como se a sobrevivência do Reino de Deus dependesse disso. É como se a mais recente revelação sobre como a igreja deve ser executada é a nova resposta mágica para o sucesso da igreja. E, claro, se não implementarmos esse novo programa agora, então a igreja não vai sobreviver.

É como se nós estivéssemos discutindo sobre se a tesoura é mais importante do que a pedra. Eu costumava ser uma das pessoas que participava dessa discussão. Eu presumia que encontrar o elixir mágico ia alterar positivamente as coisas na nossa igreja. Eu pensava que se nós descobrssemos a estratégia de grupo certa, ela nos levaria para o próximo nvel. E eu servi sob pastores que fizeram a mesma suposição.

Isso é cansativo!

Os fartos com que eu falei estão fartos de todas as novas ideias sobre como nós fazemos a igreja funcionar melhor. Eles são fartos de fazer o trabalho das nossas novas ideias.

Uma das primeiras declarações comumente feitas por inovadores de pequenos grupos era “A única coisa que é constante por aqui é a mudança”. Eu lembro de ter falado com um lder de grupo pequeno honesto e experiente em uma igreja em células de renome internacional em que esta declaração se tornou um mantra no incio dos anos 90. Ele me disse que tinha deixado de liderar um grupo e ser um treinador. Quando eu sondei o motivo, ele me disse que todos os responsáveis estavam apaixonados por suas novas ideias e estratégias. Ele só queria viver em comunidade com o seu grupo. Ele insinuou que ele estava se sentindo esgotado e usado por todo o trabalho que ele estava tendo que fazer a fim de levar a igreja em células. Ele estava farto da liderança, embora ele não estivesse farto da igreja.

Eu não estou dizendo que a inovação não é necessária. É claro que nós precisamos de novas ideias. O que estou dizendo é o seguinte: Se não queremos ter mais “fartos” em nossas mãos, é melhor nós prestarmos atenção ao nosso povo. Precisamos tratar as pessoas como “pessoas” e não como abelhas trabalhadoras que estão lá para realizar nossas ideias do ministério.

Para ser honesto, esta é uma das razões pelas quais eu escrevi o livro Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, tradução livre). Eu estava observando muitos lderes exaustos e procurando uma maneira de liderar grupos que compreendesse a graça de nos capacitar para liderar conforme nós “fazemos todos os esforços para entrar no seu descanso” (Hb 4: 9-11).

Se queremos acabar com o aumento dos fartos, nós podemos muito bem precisar de diferentes formas de liderar. Algo a considerar.

Scott

Spanish blog:

Deteniendo  el aumento de los hastiados

Por M. Scott Boren, El Centro para la Comunidad y Misión, www.mscottboren.com, Twitter@mscottboren

Ayer estaba sentado con mis hijos comiendo unos panecillos en una cafetera. Dos de los niños estaban teniendo una discusión sobre algo ridculo, de la que ambos estaban correctos. Después de ir y venir, les dije: “¿Qué diferencia hace esto?” entonces el mayor, que tiene 12 dijo: “S, es como discutir si las tijeras es mejor que la piedra”. (Para los que están leyendo esto en una traducción, esta referencia podra no ser obvia como un juego de niños común que se llama Piedra, Papel o Tijera).

En mi interacción con los hastiados, una de las cosas que he encontrado que las personas están hastiadas son las carrozas sin sentido que saltamos en la iglesia. Argumentamos sobre nuevas ideas con respecto a la estrategia de la iglesia como si la supervivencia del reino de Dios depende de ello. Es como si la última revelación sobre cómo la iglesia debe funcionar es la nueva respuesta mágica para el éxito de la iglesia. Y por supuesto, nosotros no implementamos ese nuevo programa ahora, entonces la iglesia no sobrevivirá.

Es como que estamos discutiendo que las tijeras son más importante que la piedra. Yo sola ser uno de los que hacan este argumento. Supuse que al encontrar este elixir mágico iba a cambiar nuestra iglesia. Pensé que si conseguamos la estrategia de grupo correcta esta nos llevara al siguiente nivel. Y yo he servido bajo pastores que supusieron lo mismo.

¡Esto es agotador!

Los hastiados, he hablado con los hastiados con todas las nuevas ideas acerca de cómo hacer el trabajo de la iglesia mejor. Ellos están hastiados con la realización de hacer nuestras nuevas ideas.

Una de las primeras declaraciones comúnmente hechas por los innovadores de los grupo pequeños fue “La única cosa que es constante por aqu es el cambio”. Recuerdo haber hablado con un honesto, experimentado lder de grupos pequeños en una iglesia celular de renombre internacional donde esta declaración se haba convertido en un mantra al principios de los 90. Me dijo que haba renunciado a dirigir un grupo y ser su entrenador. Cuando pregunte por qué, me dijo que todos los responsables estaban enamorados con sus nuevas ideas y estrategias. Él sólo quera vivir en comunidad con su grupo. Él me dio a entender que se iba a cansar y usar todo el trabajo que tena que hacer con el fin de sacar adelante la iglesia celular. Él estaba hastiados con el liderazgo pero no con la iglesia.

No estoy diciendo que la innovación no es necesaria. Por supuesto que necesitamos nuevas ideas. Lo que estoy diciendo es esto: Si no quiere tener más “hastiados” en nuestras manos, es mejor prestar atención a nuestro pueblo. Tenemos que tratar a las personas como “personas” y como abejas obreras que están all para sacar adelante las ideas del ministerio.

Para ser honesto, esta es una de las razones por las que escrib el libro Dirigiendo Grupos Pequeños en el Camino de Jesús. Yo estaba observando muchos lderes agotados y yo estaba buscando una forma con los lderes de grupos en como abrazar la gracia para darnos  poder al dirigir “hacemos todo lo posible para entrar en su reposo” (Hebreos 4: 9-11).

Si queremos poner un fin al aumento de los hastiados, necesitaremos diferentes formas de liderazgo. Es algo a considerar.

Scott

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