Biblical Culture

joel

by Joel Comiskey

Being accountable to other believers, living out the Christian life, and then inviting non-Christians to join is simply biblical. When we win people to Jesus, we must win them into the biblical, one-another lifestyle. It’s not a question of whether this ministry "works" in a western context. Rather, the question should be, "Is it right?"Cell church cuts across the grain of individualism. It challenges the church to live a New Testament lifestyle of community. It shouts loudly that Sunday attendance is only half of the equation. Lifestyle change takes place in an accountability structure where people are growing in relationship with one another.

Writing the book, Relational Disciple, was very hard for me, but it changed my life (2009). At that time, I was biased against what I considered an over-emphasis on community in the small group movement in the western church in general and in North America more specifically. I had dedicated much of my earlier writing to cell evangelism and multiplication and became convinced that the "community emphasis" of many small group ministries was an excuse not to reach out.

Yet, as I struggled through the writing of that book, I realized that I didn’t have the option of accepting or rejecting community. Scripture simply didn’t give me that option. The Bible, in other words, is chalked full of references to community. Jesus repeatedly told his disciples to love one another and that the unbelieving world would come to faith in him through their unity (John 13).

The one-anothers are woven throughout scripture and there are more than fifty Bible references that teach believers to serve, wait, care, give, and in general, practice community. I had to submit to the Bible’s clear teaching, even if it went against my pre-conceived notions. God began to show me that all cultures have good and bad points. Some cultural traits are in accordance with scripture, while other aspects need to be corrected by scripture.

Scripture is clear when it talks about community, the one-anothers of scripture, walking in unity, hospitality, and many other New Testament norms. Joseph H. Hellerman, professor at Talbot Seminary, wrote a book called When the Church Was a Family. His conclusion is that the New Testament culture was group oriented, and that God instructs us to live like a family.
The biblical norm is not individualism but mutual ministry and a group oriented lifestyle. Becoming relationally oriented is painful to individualists. We want to do our own thing. Yet, scripture, not culture, must determine who we are and what we do.

Joel

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Cultura Bblica

por Joel Comiskey

Ser responsável perante os outros cristãos, viver a vida cristã e, então, convidar os não-cristãos para participar é algo simplesmente bblico. Quando ganhamos as pessoas para Jesus, nós temos que ganhá-los para o estilo de vida bblico e orientado para “uns aos outros”. Não é uma questão de se esse ministério "funciona" em um contexto ocidental. Em vez disso, a pergunta deveria ser: "Isso está correto?". A igreja em células vai na direção oposta ao individualismo. Ela desafia a Igreja a viver um estilo de vida de comunidade do Novo Testamento. Ela grita bem alto que comparecer na igreja aos domingos é apenas metade da equação. A mudança no estilo de vida ocorre numa estrutura de responsabilização onde as pessoas crescem em relacionamento uns com os outros.

Escrever o livro Discipulado Relacional foi muito difcil para mim, mas isso mudou minha vida (2009). Naquela época, eu estava inclinado contra o que eu considerava uma ênfase exagerada na comunidade no movimento de pequenos grupos na igreja ocidental em geral e, mais especificamente, na América do Norte. Eu tinha dedicado muito do que escrevi anteriormente para o evangelismo e multiplicação celulares e fiquei convencido de que a "ênfase na comunidade" de muitos ministérios de pequenos grupos era uma desculpa para não evangelizar. 

No entanto, enquanto eu lutava através da escrita desse livro, eu percebi que eu não tinha a opção de aceitar ou rejeitar a comunidade. As Escrituras simplesmente não me deram essa opção. A Bblia, em outras palavras, é cheia de referências à comunidade. Jesus disse repetidamente a seus discpulos para amarem uns aos outros e que o mundo incrédulo viria à fé nele através de sua unidade (João 13). 

Os “uns aos outros” são tecidos ao longo das Escrituras e há mais de cinquenta referências bblicas que ensinam os cristãos a servir, esperar, cuidar, dar e, em geral, a prática da comunidade. Eu tinha que me submeter ao ensino claro da Bblia, mesmo que isso fosse contra as minhas noções pré-concebidas. Deus começou a me mostrar que todas as culturas têm pontos bons e ruins. Alguns traços culturais estão em conformidade com as Escrituras, enquanto outros aspectos precisam ser corrigidos pela Bblia.

A Bblia é clara quando fala sobre comunidade, o “uns aos outros” das Escrituras, andar em unidade, hospitalidade, e muitas outras normas do Novo Testamento. Joseph H. Hellerman, professor no Seminário Talbot, escreveu um livro chamado When the Church Was a Family (“Quando a Igreja Era Uma Famlia”, tradução livre). Sua conclusão é que a cultura do Novo Testamento era orientada para grupos, e que Deus nos instrui a vivermos como uma famlia. A norma bblica não é o individualismo, mas o ministério mútuo e um estilo de vida orientado para grupos. Se tornar orientado para relacionamentos é doloroso para os individualistas. Queremos fazer nossa própria coisa. No entanto, a Bblia, e não a cultura, deve determinar quem somos e o que fazemos.

Joel

Spanish blog:

La Cultura Biblica

por Joel Comiskey

Rendirles cuenta a otros creyentes, vivir la vida cristiana, y luego invitar a los no cristianos a que se nos unan es simplemente bblico. Cuando ganamos a las personas para Cristo, debemos ganarlos para que vivan el estilo de vida bblico de “unos-a-otros”. La pregunta no es si este ministerio “funcionará” en el contexto occidental. Por el  contrario la pregunta debera ser, “¿Es el correcto?La iglesia celular corta con el individualismo. Desafa a la iglesia a vivir un estilo de vida de comunidad del Nuevo Testamento. Grita fuertemente que la asistencia del domingo es sólo la mitad de la ecuación. El cambio del estilo de vida tiene lugar en una estructura de rendición de cuentas dónde las personas están creciendo en relaciones mutuas con los demás.

Para m fue muy difcil escribir el libro Relational Disciple (El discpulo relacional, 2009). En aquel entonces, tena prejuicios contra lo que yo consideraba un énfasis excesivo en la comunidad por parte del movimiento de grupos pequeños en la iglesia occidental en general, y más especficamente en Norteamérica. Haba dedicado mucho de mis primeros escritos a la evangelización celular y a la multiplicación, y me haba convencido que el “énfasis” que ponan muchos ministerios de grupos pequeños en “la comunidad”, era una excusa para no alcanzar a otros. Sin embargo, en mi lucha al escribir el libro, me di cuenta que no tena la opción de aceptar o rechazar la comunidad. La Escritura simplemente no me daba esa opción, está llena de referencias sobre la comunidad. Jesús repetidamente les dijo a sus discpulos que se amaran unos a otros y que el mundo incrédulo vendra a conocerle por la unidad que vera en ellos (San Juan 13).

“Los unos a otros” están tejidos a través de toda la Escritura y hay más de cincuenta referencias bblicas que enseñan a los creyentes a servir, esperar, cuidar, dar, y en general, practicar la comunidad. Tuve que someterme a la clara enseñanza de  la Biblia, aunque fuera en contra de mis nociones preconcebidas.Dios comenzó a mostrarme que todas las culturas tienen puntos buenos y malos. Algunos rasgos culturales están en acuerdo con las Escrituras, mientras que otros aspectos deben ser corregidos por la Escritura.

La Escritura es clara cuando habla de la comunidad, el “unos a otros” de la Escritura, caminar en unidad, hospitalidad, y muchas otras normas del Nuevo Testamento. Joseph H. Hellerman, catedrático del Seminario Talbot, escribió un libro llamado When the Church Was a Family (Cuando la Iglesia era una Familia). Su conclusión es que la cultura del Nuevo Testamento estaba orientada al grupo, y que Dios nos ordena a vivir como una familia. La norma bblica no es el individualismo sino el ministerio mutuo, y un estilo de vida orientado al grupo. Es doloroso para los individualistas convertirse en personas orientadas a relacionarse. Todos queremos hacer lo propio. No obstante, la Escritura, no la cultura es la que debe determinar quiénes somos y lo que hacemos.

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