Beyond Cell Church Techniques

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by M. Scott Boren, The Center for Community and Mission, www.scottboren.blogspot.com ; Twitter@mscottboren

One of the keys to an effective transition—and you see this in all of the cell churches that have transitioned from a traditional church—is what is called adaptive leadership. This is the kind of leadership that addresses adaptive challenges. Such challenges stand in contrast to technical challenges that call for leadership techniques.

While cell church techniques are important and you should spend a considerable amount of energy on them, often too much of our leadership focuses there. We learn how to train leaders, how to coach leaders, how to organize groups, how to write good cell lessons, etc. Techniques provide known solutions to known challenges.

But techniques alone will not lead your church through a transition. In almost every church where I’m coaching a pastor through a transition, the primary challenges that hinder their journey are not technical. They are adaptive. These are the issues where there is no technique that will fix the known problem. In fact, the solution is not clear because we don’t fully understand the problem.

For instance, if a church board wants to transition to cells but is not willing to invest their lives in that transition, the issue is much more complex than simply addressing their lack of commitment. The challenge could be that cell church makes sense logically, but it does not fit their experience of what church leadership is about. Or they may not trust the leadership and vision of the senior pastor because the previous pastor was manipulative. Or they don’t trust each other because of a divisive issue that occurred five years ago. Or they have tried small groups in the past, but they did not work.

From a technical point of view, they have been told that leadership must be fully committed to the vision. Some say they must be a part of a prototype. Other propose that they must lead a group. I’m not saying that these proposals are wrong headed. From my perspective, I’m just saying that the issues that stymie a transition—like that of a board not being fully vested—are complex.

This calls for adaptive leadership, the kind of leadership that requires us to discover solutions as we move forward. These are not predetermined fixes or techniques that we can import from another situation. This requires us to listen, to pray, to ask God to reveal, and to listen some more.

One of the things that helps us lead adaptively is the practice called “getting on the balcony.” This is the kind of work leaders do as they step out of the fray of doing the work of ministry and they survey what’s going on from a different perspective. The season of summer is often a great time to do just this. It can be a time to see what God has been doing from an angle that one does not have when every week is filled with the tasks of directly leading the transition.

Here are some questions to consider from the balcony:

  • Where have there been surprises
  • What new relationships have come your way?
  • What brought you joy?
  • What was something that brought energy to your groups?
  • Where have there been challenges?
  • Where is there frustration?
  • What are some areas that you don’t know how to address?

By looking from the balcony, you can ask questions like these and see where God is at work in unexpected ways. And then you will surprised by the unexpected solutions that will advance your transition.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Além das Técnicas da Igreja em Células

Por M. Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (The Center for Community and Mission), www.scottboren.blogspot.com ; Twitter@mscottboren

Uma das chaves para realizar uma transição eficaz (e você vê isso em todas as igrejas em célula que fizeram a transição do modelo tradicional) é o que chamamos de liderança adaptativa. Este é o tipo de liderança que aborda os desafios adaptativos. Tais desafios contrastam com os desafios técnicos que exigem técnicas de liderança.

Embora as técnicas da igreja em células sejam importantes e você deva gastar uma quantidade considerável de energia nelas, muitas vezes, concentramos muito de nossa liderança nisso. Nós aprendemos como treinar lderes, como acompanhar lderes, como organizar grupos, como escrever boas lições para as células, etc. As técnicas fornecem soluções conhecidas para os desafios conhecidos.

Mas as técnicas por si só não vão levar sua igreja a uma transição. Em quase todas as igrejas em que eu estou treinando um pastor em transição, os principais desafios que impedem a sua jornada não são técnicos. Eles são adaptativos. Essas são as questões em que não há técnica que irá corrigir o problema conhecido. Na verdade, a solução não está clara porque nós não entendemos completamente o problema.

Por exemplo, se o conselho de uma igreja quer fazer a transição para as células, mas não está disposto a investir suas vidas nessa transição, a questão é muito mais complexa do que simplesmente tratar sua falta de compromisso. O desafio pode ser que a igreja em células faz sentido logicamente, mas não se encaixa na experiência deles do que seria a liderança da igreja. Ou eles podem não confiar na liderança e na visão do pastor presidente porque o pastor anterior era manipulador. Ou eles não confiam uns nos outros por causa de um assunto conflituoso que ocorreu há cinco anos. Ou eles tentaram ter pequenos grupos no passado, mas eles não funcionaram.

De um ponto de vista técnico, eles foram informados de que a liderança deve estar totalmente comprometida com a visão. Alguns dizem que eles devem ser uma parte de um protótipo. Outros propõem que eles devem liderar um grupo. Eu não estou dizendo que essas propostas são mal direcionadas. Da minha perspectiva, eu só estou dizendo que as questões que dificultam uma transição (como um conselho não estar totalmente envolvido) são complexas.

Isto exige uma liderança adaptativa, o tipo de liderança que nos obriga a descobrir soluções à medida que avançamos. Estas não são soluções ou técnicas pré-determinadas que podem ser importadas a partir de outra situação. Isso exige que a gente ouça, ore, peça revelação a Deus, e ouça um pouco mais.

Uma das coisas que nos ajuda a conduzir de forma adaptativa é a prática chamada de “ficar na varanda”. Este é o tipo de trabalho que os lderes fazem conforme eles saem da briga de fazer a obra do ministério e examinam o que está acontecendo a partir de uma perspectiva diferente. A temporada de verão é muitas vezes um ótimo momento para fazer exatamente isso. Pode ser um tempo para ver o que Deus tem feito de um ângulo que não se tem quando todas as semanas são preenchidas com as tarefas de conduzir diretamente a transição.

Aqui estão algumas questões para refletir da varanda:

  • Onde você teve surpresas?
  • Quais novos relacionamentos surgiram no seu caminho?
  • O que te trouxe alegria?
  • O que trouxe energia para as suas células?
  • Onde você teve desafios?
  • Onde há frustração?
  • Quais são as áreas com as quais você não sabe lidar?

Ao olhar a partir da varanda, você pode fazer perguntas como estas e ver onde Deus está trabalhando de maneiras inesperadas. E então você vai ser surpreendido pelas soluções inesperadas que vão avançar em sua transição.

Spanish blog:

Más allá de las técnicas de la Iglesia celular

Por M. Scott Boren, Centro para la Comunidad y Misión, www.scottboren.blogspot.com; Twitter@mscottboren

Una de las claves para una transición efectiva y veras esto en todas las iglesias celulares que han hecho la transición a una iglesia, es lo que se llama el liderazgo adaptativo tradicional. Este es el tipo de liderazgo que aborda retos de adaptación. Estos desafos están en contraste con los desafos técnicos que requieren de técnicas de liderazgo.

Mientras que las técnicas de la iglesia celular son importantes y usted debe gastar una cantidad considerable de energa en ellas, a menudo demasiado de nuestro liderazgo se concentra all. Aprendemos a cómo entrenar nuevos lderes, cómo organizar grupos, cómo escribir buenas lecciones celulares, etc. Técnicas que proporcionan soluciones a los problemas conocidos.

Pero las técnicas por s solas no dirigirán tu iglesia a través de una transición. En casi todas las iglesias donde estoy entrenando a un pastor a la transición, los principales desafos que dificultan su viaje no son técnicos. Son adaptativo. Estos son los temas en los que no existe una técnica que va a arreglar el problema conocido. De hecho, la solución no es clara debido a que no entendemos completamente el problema.

Por ejemplo, si la junta directiva de la iglesia quiere hacer la transición a la iglesia celular, pero no está dispuesta a invertir sus vidas en esa transición, el problema es mucho más complejo que simplemente hacer frente a su falta de compromiso. El desafo podra ser que la iglesia celular tenga sentido lógicamente, pero no se ajusta a su experiencia de lo que se trata el liderazgo de la iglesia. O puede que no confen en el liderazgo y la visión del pastor porque el pastor anterior era manipulador. O no confan entre s debido a un problema de división que se produjo hace cinco años. O ya han intentado los grupos pequeños en el pasado, pero no funcionaron.

Desde un punto de vista técnico, se les ha dicho que el liderazgo debe estar plenamente comprometido con la visión. Algunos dicen que deben ser parte de un prototipo. Otros proponen que se debe dirigir un grupo. No estoy diciendo que estas propuestas se dirigen mal. Desde mi punto de vista, sólo estoy diciendo que las cuestiones que bloquean una transición tal cual como la de una junta que no está totalmente establecida – son complejos.

Esto exige un liderazgo adaptativo, el tipo de liderazgo que nos obliga a descubrir soluciones a medida que avanzamos. Estas no son soluciones o técnicas que podemos importar desde otra situación predeterminadas. Esto nos obliga a escuchar, orar, pedir a Dios revelación, y escuchar un poco más.

Una de las cosas que nos ayuda a liderar de forma adaptativa es la práctica llamada “Subiendo al balcón”. Este es el tipo de lderes trabajadores qué ponen un pie fuera de la contienda de hacer el trabajo del ministerio y encuestan lo que está pasando desde una diferente perspectiva. La temporada del verano es a menudo un buen momento para hacer precisamente esto. Puede ser un tiempo para ver lo que Dios ha estado haciendo desde un ángulo que uno no tiene, cuando cada semana se llena con las tareas conducidas a la transición.

Aqu hay algunas preguntas que deben considerar desde el balcón:

  • ¿Dónde ha habido sorpresas?
  • ¿Qué nuevas relaciones han llegado en tu camino?
  • ¿Qué te trajo alegra?
  • ¿Que fue algo que trajo energa a los grupos?
  • ¿Dónde ha habido retos?
  • ¿Dónde hay frustración?
  • ¿Cuáles son algunas áreas que usted no sabe cómo hacer frente?

Al mirar desde el balcón, puede hacer preguntas como estas y ver donde Dios está trabajando de forma inesperada. Y entonces serás sorprendido por las soluciones inesperadas que avanzaran tu transición.

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