Evangelism and Community Work Together

coach_JoelFamilyWebBy Joel Comiskey, coaching available here (free first session available for those interested in receiving coaching)

Because cell evangelism strengthens community, rather than hinders it, I encourage groups to pray for non-Christians each week and to plan ways to reach out.

But not everyone shares my view.

Some group members abhor the idea of evangelism in the group. They only want fellowship. I’ll never forget the resistance I faced from a group member who said, “I came to this group for fellowship, not evangelism. I want to get to know people—not invite new ones to the group.”

When she said this in front of the entire group, I knew I had to deal with it. If she had her way, the group would grow inward and stagnate. I talked to both the woman and her husband after the meeting, explaining to them that our group had the dual focus of community and outreach and that cell outreach was essential in the disciple-making process. Thankfully she (they) accepted my exhortation, stayed in the group, and even reached out in their own neighborhood.

As the group facilitator, your role is to help members to understand that community and evangelism go together. As we’ve learned, group outreach doesn’t hinder deeper community. In fact, it enhances it. The research is clear. Outreaching groups share more transparently than those who only focus on fellowship. The process of evangelizing, in fact, strengthens the bonds of community. When a new person comes to the group, members develop close bonds as they minister to the newcomer.

When the group only focuses on fellowship, it is missing an important aspect of spiritual growth and failing to take the group members to the next level of discipleship. When a small group has a common evangelistic objective, it starts working together to accomplish the outreach goal. This mutual vision creates a unity and camaraderie. Everyone gets involved—from the person who invites the guests to the one who provides refreshments to the one who leads the discussion. The team plans, strategizes, and finds new contacts together.

The cry of the lost drives holistic groups to share their rich community rather than hoarding it among themselves. When multiplication takes place, new groups are available for lost people to receive Jesus and grow as disciples of Christ. Today’s broken society desperately needs a loving family. How will people find Jesus unless small groups are willing to spread God’s love?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Evangelismo e Comunidade Trabalham Juntos

Por Joel Comiskey

Como o evangelismo de células fortalece a comunidade, em vez de dificultá-la, encorajo os grupos a orar por não-cristãos a cada semana e planejar maneiras de alcançá-los.
Mas nem todo mundo compartilha minha opinião

Alguns membros do grupo abominam a ideia de evangelismo no grupo. Eles só querem comunhão. Nunca esquecerei a resistência que enfrentei de um membro do grupo que disse: “Eu vim a este grupo para a comunhão, não evangelismo. Eu quero conhecer pessoas – não convidar novas para o grupo. ”

Quando ela disse isso na frente de todo o grupo, eu sabia que tinha que lidar com isso. Por quê? Porque se ela tivesse esse ponto de vista, o grupo iria crescer para dentro e estagnar. Falei com a mulher e seu marido depois da reunião, explicando-lhes que nosso grupo tinha o duplo foco de comunidade e alcance e que o alcance celular era essencial no processo de fazer discpulos. Felizmente eles aceitaram a minha exortação, ficaram no grupo, e até mesmo alcançaram em seu próprio bairro.

Como facilitador do grupo, seu papel é ajudar os membros a entender que a comunidade e o evangelismo caminham juntos. Como aprendemos, o trabalho de grupo não prejudica uma comunidade mais profunda. Na verdade, ele melhora. A pesquisa é clara. Os grupos de divulgação compartilham de forma mais transparente do que aqueles que se concentram apenas na comunhão. O processo de evangelização, de fato, fortalece os vnculos da comunidade. Quando uma nova pessoa chega ao grupo, os membros desenvolvem laços estreitos enquanto ministram ao recém-chegado.

Quando o grupo só se concentra na comunhão, está faltando um aspecto importante do crescimento espiritual e falhando em não levar os membros do grupo para o próximo nvel de discipulado. Quando um pequeno grupo tem um objetivo evangelstico comum, ele começa a trabalhar em conjunto para alcançar a meta de alcance. Esta visão mútua cria uma unidade e camaradagem. Todo mundo se envolve – desde a pessoa que convida os visitantes até aquele que fornece refrescos até quem lidera a discussão. A equipe planeja, cria estratégias e encontra novos contatos junta.

O grito dos perdidos leva grupos holsticos a compartilhar sua rica comunidade ao invés de amontoá-lo entre si. Quando a multiplicação ocorre, novos grupos estão disponveis para pessoas perdidas para receber comunidade como Cristo. A amizade e o amor se desenvolvem no processo. A sociedade quebrada de hoje precisa desesperadamente de uma famlia amorosa. Como as pessoas vão encontrá-la a menos que pequenos grupos vivam em comunidade e dispostos a espalhá-lo?

Spanish blog:

El Evangelismo y el trabajo comunitario juntos

Por Joel Comiskey

Debido a que la evangelización celular fortalece a la comunidad, en lugar de obstaculizarla, animo a los grupos, a orar por los inconversos cada semana y planear maneras para alcanzar a los perdidos.

Pero no todo el mundo comparte mi punto de vista.

Algunos miembros del grupo aborrecen la idea de evangelismo en el grupo. Sólo quieren compañerismo. Nunca olvidaré la resistencia que enfrenté de un miembro del grupo que dijo, “Vine a este grupo para la comunión, no el evangelismo. Quiero conocer gente, no invitar a otros al grupo”.

Cuando dijo esto delante de todo el grupo, supe que tena que lidiar con eso. ¿Por qué? Porque si ella se sala con la suya, el grupo crecera hacia adentro y se estancara. Hablé con ella y su esposo después de la reunión, explicándoles que nuestro grupo tena el doble enfoque de comunidad y alcance y que el alcance celular era esencial en el proceso de toma de discpulos. Afortunadamente aceptaron mi exhortación, se quedaron en el grupo, e incluso alcanzaron a su propio vecindario.

Como facilitador del grupo, su función es ayudar a los miembros a entender que la comunidad y el evangelismo van juntos. Como hemos aprendido, el acercamiento grupal no obstaculiza una comunidad más profunda. De hecho, la mejora. La investigación es clara. Los grupos de extensión comparten más transparentemente que aquellos que sólo se enfocan en la comunión. El proceso de evangelización, de hecho, fortalece los vnculos de la comunidad. Cuando una nueva persona llega al grupo, los miembros desarrollan vnculos estrechos mientras ministran al recién llegado.

Cuando el grupo sólo se enfoca en la comunión, falta un aspecto importante del crecimiento espiritual y falla en no llevar a los miembros del grupo al siguiente nivel de discipulado. Cuando un grupo pequeño tiene un objetivo evangelstico común, comienza a trabajar juntos para lograr la meta de alcance. Esta visión mutua crea una unidad y camaradera. Todo el mundo se involucra, desde la persona que invita a los invitados a la persona que proporciona refrigerios y quien dirige la discusión. El equipo planea, establece estrategias y encuentra nuevos contactos.

El grito de los perdidos conduce a los grupos holsticos a compartir su rica comunidad en lugar de acapararla entre ellos mismos. Cuando se produce la multiplicación, hay nuevos grupos disponibles para que las personas perdidas reciban la comunidad de Cristo. La amistad y el amor se desarrollan en el proceso. La sociedad rota de hoy necesita desesperadamente una familia cariñosa. ¿Cómo encontrará la gente a menos que los pequeños grupos vivan en comunidad y estén dispuestos a difundirla palabra?

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