Roadblocks to Success with Relational Evangelism (part 2)

By Randall Neighbour, www.randallneighbour.com

[In my last blog I discussed the first roadblock, which is humility. You should read part 1 if you’ve not read it yet!]

The second roadblock to relational evangelism for most cell group members is a lack of personal transparency to help build a spiritual contrast for the unbeliever. Many Christians are reluctant to share their spiritual struggles and revelations with friends who are not yet Christ-followers because they feel the unbeliever won’t understand what is being shared. This is actually quite true. The unbeliever will probably not understand. They do not have the intimacy with their Creator that you possess and are working daily to deepen. And that’s what makes sharing your struggles and what God is teaching you so powerful!

When a Christian only shares deep spiritual things with other believers whom he feels will truly understand what he’s saying, he is keeping the focus on himself. This not-so-obvious selfish mindset does not bring others to Christ. What changes the heart and mind of an unbeliever? Hearing a Christian talking about victories in Christ and their struggles to “work out” the free gift of salvation! Sharing the ebbs and flows of your Christian walk shows them that you are walking in humility, you don’t have a now-perfect and spotless life, and you are someone with whom the unbeliever can identify.

During the first months of a new friendship with an unbeliever, I avoid asking my unchurched friends about what they currently believe about God. It too often sets us up for a game of spiritual ping-pong. You tell me what you believe; I tell you what I believe. Then we decided to agree to disagree for the sake of our friendship. After experiencing this little game a couple of times, I decided to take a different approach until it was evident the unbeliever was aware that my relationship with Christ is significantly different than his or her current perception of God and how he relates to us.

For example, on Monday mornings I go into my office at my tent-making job where I interact with a number of unbelievers. At the coffee station, someone will usually ask me how my weekend went and if I did anything fun. I’m quick to tell them about my ongoing home renovation projects (they’ll never be completed) and I add, “I also had a huge ‘aha!’ moment about God on Sunday morning. Is that something that interests you?”

If they tell me they’re not interested, I know they are not ready to hear what I’m learning about God and we should talk about other things first. If they tell me they are interested, I very briefly share what I’ve learned and what it means to me. It’s a two-sentence response  for a couple of reasons: First, we’re at work and time is valuable. And second, the objective is to take a casual conversation and open an opportunity for a totally different conversation at another time that is more appropriate and usually requested by the unbeliever. They will say something like, “You know what you shared with me last week (or last month or last year) at the coffee maker? I’d like to talk to you more about that when you have time.”

Relational evangelism is not walking up to people you hardly know and sharing the Four Spiritual Laws or the Roman’s Road with them. It’s sharing your faith walk (the ups and the downs) over the course of time so the unbeliever can see that you possess Christ within you and they do not have this within them yet. This is being the witness our world needs!

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Bloqueios Para Ter Sucesso no Evangelismo Relacional (parte 2)

Por Randall Neighbour, www.randallneighbour.com

[Em meu último blog, eu falei sobre o primeiro bloqueio, que é a humildade. Você deve ler a parte 1 se ainda não leu!]

O segundo obstáculo ao evangelismo relacional para a maioria dos membros da célula é a falta de transparência pessoal para ajudar a construir um contraste espiritual para o descrente. Muitos cristãos estão relutantes em compartilhar suas lutas e revelações espirituais com amigos que ainda não são seguidores de Cristo porque sentem que o incrédulo não entenderá o que está sendo compartilhado. Isso realmente é verdadeiro. O não-convertido provavelmente não entenderá. Eles não têm a intimidade com seu Criador que você possui e estão trabalhando diariamente para se aprofundar. E isso é o que torna a partilha de suas lutas e do que Deus está lhe ensinando tão poderoso!

Quando um cristão só compartilha coisas espirituais profundas com outros crentes que ele sente que realmente entenderão o que ele está dizendo, ele está mantendo o foco em si mesmo. Essa mentalidade egosta e não tão óbvia não traz outras pessoas para Cristo. O que muda o coração e a mente de um descrente? Ouvir um cristão falar sobre suas vitórias em Cristo e suas lutas para “exercitar” o dom gratuito da salvação! Compartilhar os altos e baixos de sua caminhada cristã mostra-lhes que você está andando em humildade, que você não tem uma vida perfeita e impecável, e que você é alguém com quem o descrente pode se identificar.

Durante os primeiros meses de uma nova amizade com um não-convertido, eu evito perguntar sobre o que ele acredita atualmente sobre Deus. Isso muitas vezes nos prepara para um jogo de ping-pong espiritual. Você me diz o que você acredita e eu lhe digo o que eu acredito. Então decidimos concordar em discordar por causa da nossa amizade. Depois de experimentar este pequeno jogo algumas vezes, eu decidi tomar uma abordagem diferente até que se tornasse evidente que o incrédulo estava ciente de que o meu relacionamento com Cristo é significativamente diferente da sua percepção atual de Deus e de como Ele se relaciona conosco.

Por exemplo, nas manhãs de segunda-feira eu vou para o meu escritório no meu trabalho onde eu interajo com alguns descrentes. No momento do café, alguém geralmente me pergunta como foi meu fim de semana e se eu fiz algo divertido. Eu sou rápido para dizer-lhes sobre meus projetos em curso de renovação de casa (eles nunca serão concludos) e eu acrescento: “Eu também tive um enorme momento ‘Aha!’ sobre Deus na manhã de domingo. Isso é algo que lhe interessa?”

Se eles me disserem que não estão interessados, eu sei que eles não estão prontos para ouvir o que eu estou aprendendo sobre Deus e nós devemos falar sobre outras coisas primeiro. Se me disserem que estão interessados, compartilho muito brevemente o que aprendi e o que isso significa para mim. É uma resposta de duas sentenças por algumas razões: primeiro, estamos no trabalho e o tempo é valioso. E em segundo lugar, o objetivo é ter uma conversa casual e abrir uma oportunidade para uma conversa totalmente diferente em outro momento que seja mais apropriado e geralmente é solicitado pelo descrente. Eles vão dizer algo como: “sabe o que você compartilhou comigo na semana passada (ou no mês passado ou no ano passado) na cafeteira? Gostaria de conversar com você sobre isso quando tiver tempo”.

O evangelismo relacional não é caminhar até pessoas que você quase não conhece e compartilhar as Quatro Leis Espirituais ou a Estrada Romana com elas. É compartilhar sua caminhada da fé (os altos e baixos) ao longo do tempo para que os não-convertidos possam ver que você possui Cristo dentro de você e que eles ainda não têm isso dentro deles. Isso é ser a testemunha que nosso mundo precisa!

Spanish blog:

Los obstáculos al éxito con el evangelismo relacional (parte 2)

Por Randall Neighbour, www.randallneighbour.com

[En mi último blog discut el primer bloqueo, que es la humildad. ¡Deberas leer la parte 1 si aún no la ha ledo!]

El segundo obstáculo para el evangelismo relacional para la mayora de los miembros del grupo celular es la falta de transparencia personal para ayudar a construir un contraste espiritual para el incrédulo. Muchos cristianos son reacios a compartir sus luchas y revelaciones espirituales con amigos que aún no son seguidores de Cristo porque sienten que el inconverso no entenderá lo que se comparte. Esto es realmente muy cierto. El inconverso probablemente no entenderá. Ellos no tienen la intimidad con su Creador que tu posees y están trabajando diariamente para profundizar. Y eso es lo que hace que comparta tus luchas y lo que Dios te está enseñando tan poderoso.

Cuando un cristiano sólo comparte profundas cosas espirituales con otros creyentes que él siente que realmente entenderán lo que está diciendo, él está manteniendo el enfoque en s mismo. Esta mentalidad egosta no tan obvia no trae a otros a Cristo. ¿Qué cambia el corazón y la mente de un inconverso? ¡Escuchar a un cristiano hablando de victorias en Cristo y de sus luchas para “resolver” el regalo gratuito de la salvación! El compartir los reflujos y flujos de su caminar cristiano les muestra que están caminando con humildad, no tienen una vida ahora perfecta y sin mancha, y son alguien con quien el inconverso se puede identificar.

Durante los primeros meses de una nueva amistad con un inconverso, yo evito preguntar a mis amigos sin iglesia de lo que actualmente creen acerca de Dios. Con demasiada frecuencia nos preparamos para un juego de ping-pong espiritual. Usted me dice lo que usted cree; Te digo lo que creo. Entonces decidimos estar de acuerdo en no estar de acuerdo en aras de nuestra amistad. Después de experimentar este pequeño juego un par de veces, decid tomar un enfoque diferente hasta que era evidente que el inconverso era consciente de que mi relación con Cristo es significativamente diferente de su percepción actual de Dios y cómo se relaciona con nosotros.

Por ejemplo, los lunes por la mañana voy a mi oficina en mi tienda de hacer trabajo donde me relaciono con un número de inconversos. En la estación de café, alguien me preguntará cómo me fue el fin de semana y si hice algo divertido. Soy rápido en decirles mis proyectos en curso de renovación de viviendas (que nunca se completará) y agrego, “También tuve un momento enorme ‘aha’ con Dios en la mañana del domingo. ¿Es eso algo que le interesa?

Si me dicen que no están interesados, sé que no están listos para escuchar lo que estoy aprendiendo acerca de Dios y debemos hablar sobre otras cosas primero. Si me dicen que están interesados, comparto brevemente lo que he aprendido y lo que significa para m. Es una respuesta de dos oraciones por un par de razones: Primero, estamos en el trabajo y el tiempo es valioso. Y, en segundo lugar, el objetivo es tomar una conversación informal y abrir una oportunidad para una conversación totalmente diferente en otro momento que es más apropiado y por lo general solicitado por el inconverso. Ellos dirán algo como, “¿Sabes lo que compartas conmigo la semana pasada (o el mes pasado o el año pasado) en la cafetera? Me gustara hablar más sobre eso cuando tengas tiempo.

El evangelismo relacional no es caminar hacia las personas que apenas conocen y comparten las Cuatro Leyes Espirituales o el Camino Romano con ellos. Es compartir tu camino de fe (los altibajos y las bajadas) en el transcurso del tiempo para que el inconverso pueda ver que posees a Cristo dentro de ti y ellos no tienen esto dentro de ellos todava. ¡Este es el testimonio que nuestro mundo necesita!

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