Reaching People through Small Groups

coach_markspeeter

By Mark Speeter, lead pastor at Antioch Fullerton, www.antiochfullerton.com

There is no experience like seeing Jesus transform lives.  You get that sense of excitement from the early church as you read Acts 2:42-47: they were sold out to Jesus, each other, and bringing outsiders into what God was doing.

In the Antioch movement of churches, we knew from the beginning that if we wanted Acts 2 community as our model, we were committed not only to Jesus and one another, but also to bringing in the lost.  From the early days of Lifegroups, when a new Lifegroup started, we set clear expectations: working together as a team to go both deep and wide, and eventually multiplying.  Lifegroup members committed to pray for, reach out to, and pull in 1-3 people each.  Whether at the end of each group or in other creative ways, Lifegroups pray for those people consistently.  Then, new Lifegroups would be started with new members, reaching their spheres of relationships.

This vision is re-enforced by the Lifegroups being connected to the larger church.  Vision is cast and testimonies are shared from the front on Sunday, and sometimes those 1-3 people feel comfortable coming to the Sunday service before joining the cell.  Lifegroups are also encouraged to take mission trips together, through the larger the church.  These trips are not only transformative for the personal growth of group members, but catalytic for the commitment to local mission.

This missional, reproducing culture has sprung into 30 churches across the US and 60 works around the world, all reproducing the same pattern.  In fact, when we came to plant this church in Fullerton,  my wife and I took numerous people with us who I attended Lifegroup with in college (we dreamed of church planting as a Lifegroup).

As an example of this process: a Lifegroup a few years ago started as a team of people who wanted to reach people who may not set foot in a church.  After identifying people to invite and a short season of prayer, they prepared the most fun, clean, grill and game night they could dream up.  The Lifegroup immediately doubled in number, with people newly out of divorce, coming off drugs, or trying to find their way in life.  The needs of new members didn’t sink the group, but rather catalyzed it.  God brought salvation, hearts were mended, and a marriage restored.  Because this was happening, more unchurched people kept coming, and this group became many groups.  Lifegroup members got involved in mission trips, and some are even church planting today.

Some Lifegroups have seen more growth than others, but we have found if the vision and commitment is not clear, Lifegroups rarely see the lost saved and eventually stagnate.  On the contrary, those groups that commit to an outward vision and “team” mentality not only see more people saved and more Lifegroups started, but the members themselves grow and become raving fans of Lifegroup.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Alcançando Pessoas Através dos Pequenos Grupos

Por Mark Speeter, pastor principal na Igreja Antioch Fullerton, www.antiochfullerton.com

Não há experiência que se compare a ver Jesus transformar vidas. Você tem essa sensação de entusiasmo da Igreja Primitiva ao ler Atos 2:42-47: eles viviam para Jesus, uns para os outros, e para trazer pessoas de fora para o que Deus estava fazendo.

No movimento das nossas igrejas Antioquia (Antioch Church), sabamos que se quiséssemos que a comunidade de Atos 2 fosse nosso modelo, precisaramos nos comprometer não só com Jesus e com os outros, mas também com alcançar os perdidos. Desde os primeiros dias das nossas células, quando uma nova célula começava, estabelecamos expectativas claras: trabalhar juntos como uma equipe para crescer em profundidade e largura e, eventualmente, multiplicar. Cada membro da célula se comprometeu a orar, evangelizar e a trazer de 1 a 3 pessoas. No final de cada célula ou de outras formas criativas, os grupos oravam por essas pessoas consistentemente. Então, novas células começaram com novos membros, atingindo suas esferas de relacionamento.

Esta visão é reafirmada pelas células sendo conectadas à igreja maior. A visão é lançada e os testemunhos são compartilhados do púlpito no domingo, e às vezes aquelas 1 ou 3 pessoas sentem-se confortáveis em ir ao culto de domingo antes de participar da célula. Nossos pequenos grupos também são encorajados a fazer viagens missionárias juntos, através da igreja maior. Essas viagens não são apenas transformadoras para o crescimento pessoal dos membros do grupo, mas catalisadoras para o compromisso com a missão local.

Essa cultura missionária e reprodutiva surgiu em 30 igrejas nos EUA e em 60 obras em todo o mundo, todas reproduzindo o mesmo padrão. De fato, quando nós viemos plantar esta igreja em Fullerton, minha esposa e eu levamos muitas pessoas conosco com quem eu participava de células na faculdade (nós sonhávamos juntos como célula em plantar uma igreja).

Como um exemplo deste processo: uma célula começou há alguns anos como uma equipe de pessoas que queriam alcançar outras pessoas que não colocariam os pés em uma igreja. Depois de identificar as pessoas para convidá-las e de uma curta temporada de oração, eles prepararam a noite mais divertida, tranquila, de jogos e churrasco que poderiam sonhar. A célula imediatamente dobrou de tamanho, com pessoas recém-divorciadas, saindo das drogas, ou tentando encontrar o seu caminho na vida. As necessidades dos novos membros não afundaram o grupo, mas funcionaram como um catalisador. Deus trouxe salvação, os corações foram reparados e um casamento restaurado. Porque isso estava acontecendo, mais pessoas descrentes continuavam a chegar, e esse grupo se multiplicou em muitos grupos. Os membros da célula se envolveram em viagens missionárias, e alguns estão até plantando igrejas hoje.

Algumas células têm visto mais crescimento do que outras, mas descobrimos que se a visão e o compromisso não são claros, as células raramente veem os perdidos sendo salvos e eventualmente ficam estagnadas. Pelo contrário, aqueles grupos que se comprometem com uma visão voltada para o exterior e uma mentalidade de “equipe” não só veem mais pessoas salvas e mais células começarem, mas os próprios membros crescem e tornam-se fãs fervorosos da célula.

Spanish blog:

Alcanzando personas a través de los grupos celulares

Por Mark Speeter, Pastor principal en Antioch Fullerton, www.antiochfullerton.com

No hay experiencia como ver a Jesús transformar vidas. Obtienes esa sensación de emoción de la iglesia primitiva al leer Hechos 2: 42-47: fueron vendidos a Jesús, unos a otros, y trayendo extraños a lo que Dios estaba haciendo.

En el movimiento de Antioqua de las iglesias, sabamos que, si queramos que la comunidad de Hechos 2 fuera nuestro modelo, estábamos comprometidos no sólo con Jesús y con los demás, sino también con traer a los perdidos. Desde los primeros das de los grupos de vida, cuando empezó un nuevo grupo de vida, establecimos claras expectativas: trabajar juntos como un equipo para ir a lo profundo y lo ancho, y eventualmente multiplicar. Los miembros del grupo de vida se comprometieron a orar por, alcanzar y atraer de 1 a 3 personas cada uno. Ya sea al final de cada grupo o de otras maneras creativas, los grupos de vida oran por esas personas consistentemente. Entonces, los nuevos grupos de vida empezaran con nuevos miembros, llegando a sus esferas de relaciones.

Esta visión es reforzada por los grupos de vida que están conectados a la iglesia más grande. La visión es puesta y los testimonios son compartidos al frente el domingo, ya veces esas 1-3 personas se sienten cómodos a venir al servicio del domingo antes de ensamblar la célula. También se anima a los grupos de vida a tomar viajes misioneros juntos, a través de la iglesia más grande. Estos viajes no sólo son transformadores para el crecimiento personal de los miembros del grupo, sino también catalticos para el compromiso con la misión local.

Esta cultura misionera, que se reproduce ha surgido en 30 iglesias a través de los EE.UU. y 60 obras alrededor del mundo, todos reproduciendo el mismo patrón. De hecho, cuando llegamos a plantar esta iglesia en Fullerton, mi esposa y yo llevamos a muchas personas con nosotros a las que asist al grupo de vida en la universidad (soñábamos con la plantación de iglesias como un grupo de vida).

Como ejemplo de este proceso: un grupo de vida hace unos años comenzó como un equipo de personas que quera llegar a personas que no pueden poner los pies en una iglesia. Después de identificar a las personas para invitar y una corta temporada de oración, prepararon la noche más divertida, limpia, de la parrilla y del juego que pudieron soñar para arriba. El grupo de vida inmediatamente se duplicó en número, con gente que recientemente se haban divorciado, saliendo de drogas, o tratando de encontrar su camino en la vida. Las necesidades de los nuevos miembros no hundieron al grupo, sino que lo catalizaron. Dios trajo la salvación, los corazones fueron reparados, y un matrimonio restaurado. Porque esto estaba ocurriendo, más gente inconversa segua viniendo, y este grupo porque lo que estaba sucediendo. Los miembros del grupo de vida se involucraron en viajes misioneros, y algunos incluso están plantando iglesias hoy.

Algunos grupos de vida han visto más crecimiento que otros, pero hemos encontrado que, si la visión y el compromiso no están claros, los grupos de vida rara vez ven a los perdidos y eventualmente se estancan. Por el contrario, aquellos grupos que se comprometen con una visión externa y mentalidad de “equipo” no sólo ven a más personas salvadas y más grupos de vida, pero los propios miembros crecen y se vuelven fanáticos del grupo de vida.

Leave a Reply

Your email address will not be published.