Talk – talk – talk! Silent – silent – silent.   An opportunity for change!

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By Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

Option 1

Having encountered this problem many times, my initial response is to go into groups of 3 for part of the meeting, putting the talkers in one group and the shy or quiet ones in another.   This approach puts the talkers to “battle it out” and learn listening skills from each other. Three who like talking will bring chaos or order. It is worth a try.

Similarly putting the quiet ones in a small group together means they talk–or all stay silent (not really an option when feedback to the whole group will be required).  It also gives them safety without being interrupted and overshadowed by those more bold.

Always have a time of feedback to the main group to bring cohesion and to enable the rest to hear a summary of what was said.  In this context the value of what was said in both groups will be equally honored.

Option 2

Another approach would be to get the “talker” on your side by asking him or her to help draw out the quieter ones or help to allow silence so they feel safe. In this way they will not feel criticized but honored.

Of course there may be genuine reasons why someone does not speak up. Perhaps he or she has been mocked for input in previous situations and might feel inhibited by other group members. Or there might be other internal  reasons.  Taking time to invite this person for a personal meeting outside the group is a great option. In this meeting the leader can discover how he or she feels and can listen to concerns and then take action that will bring healing.

Option 3

Another way might be to address the issue of everyone’s participation in the group and ask how the group can ensure everyone has time and opportunity to express themselves.  Brainstorm ideas and bring group  awareness of this essential dynamic.

Non – option !

One thing NOT to do is ignore the problem, hoping it will just go away.  Of course every member may be quiet for a few meetings or over talk for others, but when there is a persistent challenge, it must be dealt with in a loving way.

… and by the way, the leader must make sure that he or she is not the talker!

Daphne

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Falar – falar – falar! Silêncio – silêncio – silêncio.   Uma oportunidade para mudança!

Por Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.com; Twitter: daphnekirk

Opção 1

Após encontrar esse problema muitas vezes, minha resposta inicial é dividir todos na célula em grupos de 3 para parte da reunião, colocando os falantes em um grupo e os tmidos ou silenciosos em outro. Essa abordagem coloca os falantes em “disputa” e eles aprendem habilidades de escuta uns com os outros. Três pessoas na célula que gostam de falar muito trarão caos ou ordem. Vale a pena tentar.

De modo semelhante, colocar os silenciosos juntos em um trio significa que eles precisam falar – ou todos ficam em silêncio (não é realmente uma opção quando todos no grupo deverão dar um feedback). Isso também lhes dá segurança, pois não serão interrompidos e ofuscados pelos mais ousados.

Sempre tenha um tempo de feedback para a célula, para trazer coesão e permitir que o restante das pessoas ouça um resumo do que foi dito. Neste contexto, o valor do que foi dito em ambos os grupos será igualmente honrado.

Opção 2

Outra abordagem seria manter o “falador” do seu lado, pedindo-lhe para ajudá-lo a envolver os mais silenciosos ou ajudar a permitir o silêncio para que eles se sintam seguros. Desta forma, eles não se sentirão criticados, mas honrados.

É claro que pode haver razões genunas para alguém não falar. Talvez ele ou ela tenha sido zombado em situações anteriores e se sinta inibido(a) por outros membros do grupo. Ou pode haver outros motivos pessoais. Convidar essa pessoa para uma reunião particular fora da célula é uma ótima opção. Nessa reunião, o lder pode descobrir como essa pessoa se sente, pode ouvir suas preocupações e depois tomar medidas que trarão cura.

Opção 3

Outra maneira pode ser abordar a questão da participação de todos na célula e perguntar como o grupo pode garantir que todos tenham tempo e oportunidade para se expressar. Faça um brainstorming de ideias e proporcione uma consciência grupal sobre essa dinâmica essencial.

Sem opção!

Uma coisa que NÃO se deve fazer é ignorar o problema, esperando que ele simplesmente vá embora. É claro que cada membro pode ficar quieto em algumas reuniões enquanto outros podem falar demais às vezes, mas quando há um desafio persistente, ele deve ser tratado de maneira amorosa.

… e, por sinal, o lder deve certificar-se de que ele mesmo não é o falador!

Daphne

Spanish blog:

¡Hablar! !hablar! !hablar! Silencio – silencio – silencio. ¡Una oportunidad para cambiar!

Por Daphne Kirk, www.Gnation2gnation.­com; Twitter: daphnekirk

  • Opción 1

Habiendo enfrentado este problema muchas veces, mi respuesta inicial es formar grupos de 3 por un momento en la reunión, poniendo a los que hablan demasiado en un grupo y a los tmidos o tranquilos en otro. Este enfoque pone a los hablan a “luchar en contra” y a aprender habilidades de escuchar a los demás. A los tres que le gusta hablar esto les traerá orden o caos. Vale la pena intentarlo.

De manera similar, al poner a los tmidos en un grupo pequeño, significa que hablarán – o que todos permanecerán en silencio (esto no es realmente una opción cuando se necesitarán reacciones de parte de todos los miembros de la célula). As se les da seguridad al no ser interrumpidos o eclipsados por los más extrovertidos.

Siempre ten un momento para retroalimentar a toda la célula, para aportar cohesión y permitir que el resto escuche un resumen de lo que se dijo. En este contexto, el valor de lo que se dijo en ambos grupos será igualmente apreciado.

  • Opción 2

Otro enfoque sera conseguir que el “habla demasiado” este de tu lado, pidiéndole que ayude en hacer hablar a los más tranquilos o ayudar en hacer silencio para que los demás se sientan seguros. De esta manera no se sentirán expuestos sino apreciados.

Por supuesto, puede haber razones genuinas por las que alguien no habla. Tal vez él o ella haya recibido burlas por comentarios hechos en situaciones anteriores y podra sentirse inhibido por otros miembros de la célula. O puede haber otras razones internas. Tomar el tiempo para invitar a esta persona a una reunión personal fuera de la célula es una gran opción. En esta reunión, el lder puede descubrir como él o ella se siente y puede escuchar las preocupaciones y luego tomar medidas que traigan sanidad.

  • Opción 3

Otra manera podra ser, abordar el tema de la participación de todos en la célula y preguntarse, cómo la célula puede asegurar que todos tengan el tiempo y oportunidad de expresarse. Aporta ideas y genera conciencia en la célula acerca de esta dinámica esencial.

  • ¡No es una opción!

Algo que NO se puede hacer es ignorar el problema, con la esperanza de que desaparecerá. Por supuesto, cada miembro puede estar callado por unas cuantas reuniones o hablar por encima de otros, pero cuando hay un desafo persistente, debe ser tratado de una manera amorosa.
… y por cierto, el lder debe asegurarse de que él o ella no sea el que habla demasiado!
Daphne

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