How Long Does It Take To Transition? I Will Let You Know When We Finish

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Pastor Bill Mellinger, Crestline First Baptist;  www.crestlinefbc.com

Ten years ago I sat down with a leader in our church that had a desire for our church to become a cell church. I was the new pastor who had just arrived from planting a church in Arizona. He had actually tried to transition the church into cell ministry while there was an interim pastor. Unfortunately, the church wasn’t ready for his leadership and the cell ministry became a point of contention.

That leader introduced me to Joel Comiskey and we began a consulting relationship with Joel. I remember Joel discussing the pace for transition. I still remember telling him that I wanted to move fast. We started studying and evaluating the ministry and Joel said he would see what pace we could do as we progressed. He must have known that we would have to go a lot slower than I wanted so we began our journey.

Some things went rather quickly. The leadership voted to hire Joel as our consultant. We talked about being a relational church. The leaders read Scott Boren’s book, “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections.” We even decided that our vision was “to be a relational church that is sold out for Jesus.” With these baby steps behind us, I thought it was time to start a prototype group. The group was made up of ten people who would all be potential leaders. I planned to launch at least five new cells within three months of forming the prototype.

As we began the prototype, I began preaching on being a relational church and we proceeded to restructure the entire ministry. The same leader I mentioned above and the interim pastor had worked together to setup an entirely different organizational structure that actually paved the way for the transition to cell ministry. However, things did not move as fast as I expected. In spite of my church planting mentality, I had enough experience to see that we could not force the change. Slowly, we developed new groups. I mean very slowly. In helped that I am very relational in ministry and I was able to start shaping a new emphasis in what God wanted to do through us.

Nearly, ten years after that first meeting, I continue to work to transition the church. Some exciting ministry has occurred over the years. One life group (cell) began a ministry with the poor in our community that has expanded into a full-blown outreach called Mountain Help. Our youth have a couple of cells that are connecting with troubled youth in our community. We are on the verge of purchasing a coffee house to provide a place where community happens so people can come to know Christ in a relational setting. Slowly, we are transitioning. I thank God and Joel that we did not move as fast as I wanted to move ten years ago. What about you?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Quanto Tempo Leva Para a Transição? Eu Deixarei Você saber Quando Terminar

Bill Mellinger,  www.crestlinefbc.com

Dez anos atrás, sentei-me com um lder em nossa igreja que desejava que ela se tornasse uma igreja celular. Eu era o novo pastor que acabava de chegar depois de plantar uma igreja no Arizona. Ele realmente tentou transitar a igreja para o ministério celular, enquanto havia um pastor interino. Infelizmente, a igreja não estava preparada para sua liderança e o ministério celular tornou-se um ponto de disputa.

Esse lder me apresentou a Joel Comiskey e começamos uma relação de consultoria com Joel. Lembro-me de Joel discutindo o ritmo da transição. Ainda me lembro de lhe dizer que queria avançar rapidamente. Começamos a estudar e a avaliar o ministério e Joel disse que veria o ritmo que poderamos levar conforme progredamos. Ele deve ter sabido que teramos que ir muito mais lentamente do que eu queria, então começamos nossa jornada.

Algumas coisas foram bastante rápidas. A liderança votou para contratar Joel como nosso consultor. Falamos sobre ser uma igreja relacional. Os lderes leram o livro de Scott Boren, “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections” (em tradução livre, O Camilnho Relacional: De Estruturas Pequenas a  Conexões de Vida Holsticas). Nós até decidimos que nossa visão era “ser uma igreja relacional que está entregue para Jesus”. Com esses passos de bebê atrás de nós, eu pensei que era hora de começar um grupo protótipo. O grupo era composto por dez pessoas que seriam lderes potenciais. Eu planejei lançar pelo menos cinco células novas dentro de três meses de formação do protótipo.

Quando começamos o protótipo, comecei a pregar sobre ser uma igreja relacional e procedemos a reestruturar todo o ministério. O mesmo lder que mencionei acima e o pastor interino trabalharam juntos para configurar uma estrutura organizacional inteiramente diferente que realmente abriu o caminho para a transição para o ministério celular. No entanto, as coisas não se moveram tão rápido quanto eu esperava. Apesar da mentalidade de plantação de minha igreja, tive experiência suficiente para ver que não poderamos forçar a mudança. Lentamente, desenvolvemos novos grupos. Quero dizer, muito devagar. O que ajudou foi que eu sou muito relacional no ministério e pude começar a dar forma a uma nova ênfase no que Deus quis fazer através de nós.

Quase dez anos depois da primeira reunião, continuo trabalhando para a transição da igreja. Algum ministério emocionante ocorreu ao longo dos anos. Um grupo de vida (célula) iniciou um ministério com os pobres em nossa comunidade, que se expandiu para um alcance abrangente chamado Mountain Help. Nossa juventude tem algumas células que estão se conectando com jovens problemáticos em nossa comunidade. Estamos à beira de comprar uma casa de café para fornecer um lugar onde a comunhão aconteça para que as pessoas possam conhecer Cristo em um ambiente relacional. Lentamente, estamos em transição. Agradeço a Deus e ao Joel por não nos movemos tão rápido quanto queria mudar há dez anos. E você?

Spanish blog:

¿Cuánto tiempo se necesita para completar la transición? Te haré saber cuándo terminemos

Bill Mellinger, www.crestlinefbc.com

Hace diez años me senté con un lder en nuestra iglesia, que tena el deseo de que nuestra iglesia se convirtiera en una iglesia celular. Yo era un pastor nuevo que acababa de llegar de plantar una iglesia en Arizona. En realidad él ya haba intentado hacer la transición de la iglesia al ministerio celular, mientras haba un pastor interino. Desafortunadamente, la iglesia no estaba lista para su liderazgo y el ministerio celular se convirtió en un punto de discordia.

Ese lder me presentó a Joel Comiskey e iniciamos una relación de consultora con Joel. Recuerdo a Joel hablando del ritmo de la transición, todava recuerdo haberle dicho que quera que la transición fuera rápida. Comenzamos a estudiar y evaluar el ministerio y Joel dijo que vera qué ritmo podramos tomar a medida que avanzábamos. Joel debió saber que tendramos que ir mucho más despacio de lo que yo quera. As iniciamos nuestro viaje.

Algunas cosas se dieron bastante rápido. La directiva votó para contratar a Joel como nuestro consultor. Hablamos de ser una iglesia relacional; los tambien lderes leyeron el libro de Scott Boren,  “The Relational Way: From Small Structures to Holistic Life Connections.” Incluso decidimos que nuestra visión era “ser una iglesia relacional que se  por Jesús”. Con estos pequeños pasos, pensé que era hora de comenzar una célula de prototipo. La célula estaba formada por diez personas, en la que todos serian lderes potenciales. Planeé lanzar por lo menos cinco nuevas células en el plazo de tres meses, después de formar el prototipo de célula.

Cuando comenzamos el prototipo, comencé a predicar sobre ser una iglesia relacional y procedimos a reestructurar todo el ministerio. El mismo lder que mencioné antes y el pastor interino ya haban trabajado juntos para establecer una estructura organizacional completamente diferente, que en realidad allanó el camino para la transición al ministerio celular. Sin embargo, las cosas no se movieron tan rápido como esperaba. A pesar de mi mentalidad de plantar iglesias, tuve suficiente experiencia para ver que no podamos forzar el cambio. Lentamente desarrollamos nuevos grupos y quiero decir, muy lentamente. Me fue de mucha ayuda, que soy muy relacional en el ministerio y pude empezar a dar forma a un nuevo énfasis en lo que Dios quera hacer a través de nosotros.

Casi diez años después de ese primer encuentro, continúo trabajando para la transición de la iglesia. Un emocionante ministerio se ha dado durante estos años. Un grupo celular inicio un ministerio con los más vulnerables en nuestra comunidad y este se ha expandido en un alcance completo, llamado Mountain Help. Nuestra juventud tiene un par de células que se relacionan con jóvenes con problemas en nuestra comunidad. Estamos a punto de comprar un café para proporcionar un lugar donde se puedan relacionar y que para que la gente pueda llegar a conocer a Cristo en un entorno relacional. Lentamente, estamos en transición. Doy gracias a Dios y a  Joel por no movernos tan rápido como yo quera hacerlo, diez años atrás. ¿Qué hay acerca de ti?

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