The Best Leaders Empower Others

By Joel Comiskey, check out  coaching 

The best leaders prepare disciples in the group, just like Jesus.  They empower members to actively participate, be part of a leadership team, and eventually be part of a new small group. They understand that the small group is an excellent place to prepare disciples who make disciples. They are not afraid to ask Mary to lead the ice-breaker or to invite Jim to lead worship. Eventually, they liberate others to facilitate the lesson. They know that people learn best “on the job,” so they joyfully allow members to get involved.

Many still believe that small groups and Bible studies are the same thing. For many, group leaders are Bible teachers. The reality is that few small group leaders are qualified to teach. The best group leaders are facilitators who transparently share their lives with those in their groups, praying always that Christ will be formed in a new way within each person.

Perhaps we would be more willing to release leaders if we would remember that a small group leader’s task is to facilitate.  A facilitator’s job description focuses more on guiding the communication process, praying for members, calling, visiting, and reaching the lost for Christ.  Facilitators are trained to guide discussions, encourage others, and grow with the rest of the group.

The root definition of “facilitator” is to make easy. The role of the facilitator is to make it easy for others to participate. Communication in a classroom takes place between student and teacher (question-answer). The teacher imparts information while the students take notes. Communication in a small group flows among all members. Elizabeth, a member of the group, feels just as free to direct her comments to John, a group member, as she does to Jane, the group facilitator. Often the facilitator simply observes the communication that’s taking place.

The facilitator is not passive—but listens and lets others share. A facilitator interacts just like other group members, sharing personal reflections, experiences, and modeling transparency.

In our book, Groups that Thrive, we found that one statement correlated with unhealthy groups:  “I like to lead the entire small group meeting myself.” This is a death warrant for small groups. It turns members into passive hearers, expecting them to sit in yet another meeting. The leader grows as he or she ministers, but the hearers don’t have a chance to exercise their spiritual muscles. But when the group shifts to our group, everyone takes ownership and works to help the group thrive and grow. This takes time, prayer, and effort.

Empowering others to participate in the group requires forethought, prayer, assigning responsibility, and debriefing on progress. Empowering others requires effort. Doing it alone is far easier, at least in the short term. It is easier right now to do everything yourself. However, it’s far less work a month or two from now when others are carrying the load and owning the ministry of the small group. What’s more, it just makes the group more fun! And who doesn’t want that?

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Os Melhores Líderes Empoderam os Outros

Por Joel Comiskey

Os melhores líderes preparam discípulos no grupo, assim como Jesus. Eles capacitam os membros a participar ativamente, fazer parte de uma equipe de liderança e, eventualmente, fazer parte de um novo pequeno grupo. Eles entendem que o pequeno grupo é um excelente lugar para preparar os discípulos que fazem discípulos. Eles não têm medo de pedir a Maria para liderar o quebra-gelo ou convidar Pedro para liderar a adoração. Eventualmente, eles liberam os outros para facilitar a palavra. Eles sabem que as pessoas aprendem melhor “no trabalho”, de modo que permitem que os membros se envolvam com alegria.

Muitos ainda acreditam que pequenos grupos e estudos bíblicos são a mesma coisa. Para muitos, os líderes de grupo são professores de Bíblia. A realidade é que poucos líderes de pequenos grupos estão qualificados para ensinar. Os melhores líderes de grupo são facilitadores que compartilham de maneira transparente suas vidas com os membros em seu grupo, orando sempre para que Cristo seja formado de uma nova forma dentro de cada pessoa.

Talvez estivéssemos mais dispostos a liberar líderes se nos lembrássemos de que a tarefa de um líder de pequeno grupo é facilitar. A descrição do trabalho de um facilitador se concentra mais em orientar o processo de comunicação, orando pelos membros, ligando, visitando e alcançando os perdidos para Cristo. Os facilitadores são treinados para orientar discussões, encorajar outros e crescer com o restante do grupo.

A definição básica de “facilitador” é tornar fácil. O papel do facilitador é facilitar a participação de outras pessoas. A comunicação em sala de aula ocorre entre aluno e professor (pergunta-resposta). O professor comunica informações enquanto os alunos fazem anotações. A comunicação em um pequeno grupo flui entre todos os membros. Elizabeth, uma participante do grupo, sente-se igualmente livre para dirigir seus comentários a João, outro membro do grupo, como faz com Jane, a facilitadora do grupo. Muitas vezes o facilitador simplesmente observa a comunicação que está ocorrendo.

O facilitador não é passivo – mas ouve e deixa os outros compartilharem. Um facilitador interage como os outros membros do grupo, compartilhando reflexões pessoais, experiências e modelando a transparência.

Em nosso livro, Groups that Thrive (“Grupos que Prosperam”, em tradução livre), descobrimos que uma declaração se correlacionava com grupos não-saudáveis: “Eu mesmo gosto de liderar toda a reunião de pequenos grupos”. Esta é uma sentença de morte para pequenos grupos. Transforma membros em ouvintes passivos, esperando que eles se sentem a cada reunião. O líder cresce à medida que ministra, mas os ouvintes não têm a chance de exercitar seus músculos espirituais. Mas quando o grupo muda para “nosso grupo”, todos se apropriam dele e trabalham para ajudar o grupo a prosperar e crescer. Isso leva tempo, oração e esforço.

Capacitar outros a participarem do grupo requer pensar antecipadamente, oração, designação de responsabilidades e esclarecimento sobre o progresso. Capacitar os outros requer esforço. Liderar sozinho é muito mais fácil, pelo menos a curto prazo. No momento é mais fácil fazer tudo sozinho. No entanto, é muito menos trabalho daqui um ou dois meses quando os outros estão carregando a carga e se apropriando do ministério do pequeno grupo. Além disso, isso torna o grupo mais divertido! E quem não quer isso?

Spanish blog:

Los mejores líderes empoderan a los demás

Por Joel Comiskey

Los mejores líderes preparan discípulos en la célula, así como lo hizo Jesús. Permiten que los miembros participen activamente, sean parte de un equipo de liderazgo y que eventualmente formen parte de una nueva célula. Ellos entienden que la célula es un excelente lugar para preparar discípulos que hacen discípulos. No tienen miedo de pedirle a María que dirija la actividad rompehielos o invitar a Jim a dirigir la adoración. Eventualmente, los líderes liberan a otros para dar la meditación en la palabra. Saben que las personas aprenden mejor “en el trabajo”, por lo que permiten con alegría que los miembros se involucren.

Muchos todavía creen que las células y los estudios bíblicos son la misma cosa. Para muchos, los líderes celulares  son maestros de  la Biblia; la realidad es que pocos líderes celulares están calificados para enseñar. Los mejores líderes celulares son facilitadores que comparten de manera transparente sus vidas con aquellos en sus células, orando siempre para que Cristo forme una nueva vida dentro de cada persona.

Tal vez estaríamos más dispuestos a liberar a los líderes si recordáramos que la tarea del líder celular es facilitar. La descripción del trabajo de un facilitador se enfoca más en guiar el proceso de comunicación, orar por los miembros, llamar, visitar y alcanzar a los perdidos para Cristo. Los facilitadores están capacitados para guiar las enseñanzas, alentar a los demás y crecer con el resto de la célula.

La definición raíz de “facilitador” es facilitar. El papel del facilitador es facilitar que otros participen. La comunicación en el aula se lleva a cabo entre el alumno y el profesor (pregunta-respuesta), el maestro imparte información mientras los estudiantes toman notas. La comunicación en una célula fluye entre todos los miembros; Elizabeth, tiene la misma libertad de dirigir sus comentarios a Juan, uno de los miembros de la célula, como a Jane, la facilitadora de la reunión. A menudo, el facilitador simplemente observa la comunicación que está teniendo lugar.

El facilitador no es pasivo, pero escucha y permite que otros lo compartan. Un facilitador interactúa al igual que otros miembros de la célula, compartiendo reflexiones personales, experiencias y modelando transparencia.

En nuestro libro, “Groups that Thrive” (Grupos que prosperan), encontramos que una afirmación que se correlacionaba con células no saludables: “Me gusta dirigir todo en la célula para mí”. Esta es una sentencia de muerte para las células. Convierte a los miembros en oyentes pasivos, esperando simplemente otra reunión. El líder crece a medida que él o ella ministra, pero los oyentes no tienen la oportunidad de ejercitar sus músculos espirituales. Pero cuando la célula cambia y pasa a ser “nuestra célula”, todos se toman responsabilidad y trabajan para ayudar a crecer y prosperar. Esto requiere tiempo, oración y esfuerzo.

Empoderar a otros para que participen en la célula requiere previsión, oración, asignación de responsabilidades y tener reuniones acerca del progreso. Empoderar a otros requiere esfuerzo; hacerlo todo solo es mucho más fácil, al menos a corto plazo, es más fácil ahora mismo hacer todo por tu cuenta. Sin embargo, habrá mucho menos trabajo en un mes o dos a partir de ahora, cuando otros te ayuden a llevar la carga y a ser parte del ministerio celular. Además, ¡todo esto hace que la célula sea más divertida! ¿Y quién no quiere eso?

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