3 Keys to Great Listening

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.mscottboren.org), Twitter@mscottboren

  1. Show Interest in People’s Interests

Years ago, I read the book How to Win Friends and Influence People. One thing stood out to me. Dale Carnegie writes about how he can make almost anyone feel connected by simply asking them questions about their interests. He lists six ways to connect with people in order to create an environment that fosters listening:

  • Become genuinely interested in other people.
  • Smile.
  • Remember that a person’s name is to that person the sweetest and most important sound in any language.
  • Be a good listener. Encourage others to talk about themselves.
  • Talk in terms of the other person’s interests.
  • Make the other person feel important—and do it sincerely.

Everyone likes to talk about themselves, and if you take the initiative and ask questions about the other person’s interests, people will be more willing to share. This may seem insignificant or a small act of kindness, but think about it: When was the last time someone showed genuine interest in you and what you like to talk about? How did it make you feel? What did you think about the person after the conversation?

Whether it’s sports, a favorite television show, a new restaurant that opened, or just what happened at work, sharing personal interests is an important part of good listening.

This is the reason icebreakers are so important to a small group meeting. Few people are ready to share what they think, much less how they feel, about spiritual issues unless they first feel that someone has listened to them about something less intense. And besides that, whoever said that laughter, telling stories, and sharing interests is not spiritual? In our world, where many people don’t have time to interact about such things, conversations like this can be quite spiritual.

  1. Seek to Understand

A second-century Roman philosopher once said, “Nature gave us two ears and one tongue so we could listen twice as much as we speak.” While this is true, unfortunately most of us are thinking more about what we are planning to say next instead of focusing on what the other person is actually saying. We are letting the other person talk, while waiting for an opportunity to insert our perspective.

In his book Seven Habits of Highly Effective People, Steven Covey puts it this way: “Seek first to understand and then to be understood.” If this principle is core to relationships in the business world, it is even more crucial to our communication with one another in community. But too often every group member comes to any gathering full of his or her need to be heard, not to listen. In greeting one another, we need to slow down and actually choose to engage the other person and focus on him or her. Imagine if an entire group practiced this rhythm week after week; how would it increase the value these people have for the group?

This kind of listening must be intentional and active. Researchers on communication recognize four characteristics of good listeners. They:

  • Desire to be other-directed, rather than to project one’s own feelings and ideas onto the other.
  • Desire to be nondefensive, rather than to protect the self. When the self is being protected, it is difficult to focus on the other person.
  • Desire to imagine the roles, perspectives, or experiences of the other, rather than assuming they are the same as one’s own.
  • Desire to listen as a receiver, not as a critic, and desire to understand the other person rather than to achieve either agreement from or change in that person.
  1. Play Together

Groups that know how to laugh together know how to cry together. Groups that carve out time for sharing food, playing a board game, or just sitting around telling stories will be groups that have the ability to connect on deeper levels. Show me the group that is serious all of the time, and I will show you a group that will eventually wear people out.

Some might respond to this dogmatic statement with a claim that the group is just serious in nature. But if that is the case, I propose that this group is the one that needs to laugh the most. They need to do something that will help them loosen up and take things a little less seriously. The world is ominous enough; the last thing we need in the church are groups that are adding to that heaviness.

The fruit of the Spirit is joy. When we relate to one another in and through Christ, the Spirit will bring joy to these relationships. The pressure lifts and we can simply relate and see where the relationship goes.

Adapted from Missional Small Groups, pages 109-113

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3 Chaves para uma Boa Escuta 

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission  (mscottboren.org), Twitter @mscottboren

  1. Mostre interesse nos interesses das pessoas

Anos atrás, li o livro How to Win Friends and Influence People (“Como Ganhar Amigos e Influenciar Pessoas”, em tradução livre). Uma coisa se destacou para mim. Dale Carnegie escreve sobre como ele pode fazer com que quase todos se sintam conectados simplesmente fazendo perguntas sobre seus interesses. Ele lista seis maneiras de se conectar com as pessoas, a fim de criar um ambiente que estimule a escuta:

  • Torne-se genuinamente interessado nas outras pessoas.
  • Sorria.
  • Lembre-se de que o nome de uma pessoa é para essa pessoa o som mais doce e importante em qualquer idioma.
  • Seja um bom ouvinte. Incentive os outros a falarem sobre si mesmos.
  • Fale sobre os interesses da outra pessoa.
  • Faça a outra pessoa se sentir importante – e faça isso com sinceridade.

Todo mundo gosta de falar sobre si mesmo, e se você tomar a iniciativa e fizer perguntas sobre os interesses da outra pessoa, as pessoas estarão mais dispostas a compartilhar. Isso pode parecer insignificante ou um pequeno ato de bondade, mas pense nisso: Quando foi a última vez que alguém demonstrou interesse genuíno em você e sobre o que você gosta de falar? Como você se sentiu? O que você achou da pessoa depois da conversa?

Quer seja sobre esportes, um programa de televisão favorito, um novo restaurante que abriu, ou apenas o que aconteceu no trabalho, partilhar interesses pessoais é uma parte importante da boa escuta.

Esta é a razão pela qual os quebra-gelos são tão importantes para uma reunião de pequeno grupo. Poucas pessoas estão prontas para compartilhar o que pensam, muito menos como se sentem sobre questões espirituais, a menos que primeiro sintam que alguém as ouviu sobre algo menos intenso. E, além disso, quem disse que rir, contar histórias e compartilhar interesses não é espiritual? Em nosso mundo, onde muitas pessoas não têm tempo para interagir sobre essas coisas, conversas como essa podem ser bastante espirituais.

  1. Procure entender

Um filósofo romano do século II disse uma vez: “A natureza nos deu dois ouvidos e uma língua para que pudéssemos ouvir o dobro do que falamos”. Embora isso seja verdade, infelizmente a maioria de nós está pensando mais sobre o que planejamos dizer em seguida em vez de se concentrar no que a outra pessoa está realmente dizendo. Deixamos a outra pessoa falar enquanto esperamos por uma oportunidade para inserir nossa perspectiva.

Em seu livro Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, Steven Covey coloca da seguinte maneira: “Procure primeiro entender e depois ser entendido”. Se esse princípio é fundamental para os relacionamentos no mundo dos negócios, é ainda mais crucial para nossa comunicação com uns aos outros na comunidade. Mas muitas vezes os membros do grupo chegam a um encontro cheios de sua necessidade de ser ouvido, não de ouvir. Ao nos cumprimentarmos, precisamos desacelerar e realmente escolher envolver a outra pessoa e focar nela. Imagine se um grupo inteiro praticasse esse ritmo semana após semana; como aumentaria o valor que essas pessoas têm para o grupo?

Esse tipo de escuta deve ser intencional e ativa. Pesquisadores em comunicação reconhecem quatro características de bons ouvintes. Eles:

  • Desejam ser direcionados para o outro, ao invés de projetar seus próprios sentimentos e idéias no outro.
  • Desejam não ficar na defensiva, em vez de se defender. Quando o eu está sendo guardado, é difícil se concentrar na outra pessoa.
  • Desejam imaginar os papéis, perspectivas ou experiências do outro, em vez de assumir que são os mesmos que os seus.
  • Desejam ouvir como um receptor, não como um crítico, e desejam entender a outra pessoa em vez de obter um acordo ou uma mudança nessa pessoa.
  1. Brinquem Juntos

Grupos que sabem rir juntos sabem chorar juntos. Grupos que reservam tempo para compartilhar comida, jogar um jogo de tabuleiro ou simplesmente ficar sentado contando histórias serão grupos que têm a capacidade de se conectar em níveis mais profundos. Mostre-me o grupo que é sério o tempo todo e vou mostrar um grupo que acabará por desgastar as pessoas.

Alguns podem responder a essa declaração dogmática alegando que o grupo é apenas sério por natureza. Mas se for esse o caso, proponho que esse grupo seja o que mais precisa rir. Eles precisam fazer algo que os ajude a relaxar e levar as coisas um pouco menos a sério. O mundo é chato o bastante; a última coisa que precisamos na igreja são grupos aumentando esse peso.

O fruto do Espírito é alegria. Quando nos relacionamos uns com os outros em Cristo e através dEle, o Espírito trará alegria a esses relacionamentos. A pressão sai e podemos simplesmente nos relacionar e ver aonde vai o relacionamento.

Adaptado de Missional Small Groups (“Grupos Pequenos Missionais”, em tradução livre), páginas 109-113.

Spanish blog:

3 claves para escuchar

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

  1. Mostrar interés en los intereses de las personas.

Hace años, leí el libro Cómo ganar amigos e influir en las personas. Hubo algo se destacó para mí. Dale Carnegie escribe sobre cómo puedes hacer que casi cualquier persona se sienta conectada simplemente haciéndoles preguntas sobre sus intereses. Enumera seis formas de conectarse con las personas para crear un entorno que fomente la escucha:

  • Estar realmente interesado en otras personas.
  • Sonríe
  • Recuerda que el nombre de una persona es, para esa persona el sonido más dulce e importante en cualquier idioma.
  • Sé un buen oyente. Anima a otros a hablar sobre ellos mismos.
  • Habla en términos de los intereses de la otra persona.
  • Haz que la otra persona se sienta importante y hazlo con sinceridad.

A todos les gusta hablar de sí mismos, y si tomas la iniciativa y haces preguntas sobre los intereses de la otra persona, la gente estará más dispuesta a compartir. Esto puede parecer insignificante o un pequeño acto de amabilidad, pero piénsalo: ¿cuándo fue la última vez que alguien mostró un interés genuino en ti y de qué quiere hablar? ¿Cómo te hizo sentir? ¿Qué pensaste de la persona después de la conversación?

Ya sea que se trate de deportes, un programa de televisión favorito, un nuevo restaurante que se haya abierto o simplemente lo que sucedió en el trabajo, compartir intereses personales es una parte importante de una buena escucha.

Esta es la razón por la que los rompehielos son tan importantes para una reunión celular. Pocas personas están listas para compartir lo que piensan, y mucho menos cómo se sienten, sobre los problemas espirituales, a menos que primero sientan que alguien les ha escuchado sobre algo menos intenso. Y además de eso, ¿quién dijo que, contar historias y compartir intereses no es espiritual? En nuestro mundo, donde muchas personas no tienen tiempo para interactuar sobre estas cosas, conversaciones como esta pueden ser bastante espirituales.

  1. Busca entender

Un filósofo romano del siglo segundo dijo una vez: “La naturaleza nos dio dos oídos y una lengua para que pudiéramos escuchar el doble de lo que hablamos”. Si bien esto es cierto, desafortunadamente, la mayoría de nosotros pensamos más en lo que planeamos decir a continuación, en lugar de centrarse en lo que la otra persona está diciendo. Estamos dejando que la otra persona hable, mientras esperamos una oportunidad, para insertar nuestra perspectiva.

En su libro Siete hábitos de personas altamente efectivas, Steven Covey lo expresa de esta manera: “Busca primero entender y luego ser entendido”. Si este principio es fundamental para las relaciones en el mundo de los negocios, es aún más crucial para nuestra comunicación con unos a otros en comunidad. Pero con demasiada frecuencia, cada miembro de la célula acude a una reunión lleno de su necesidad de ser escuchado, no de escuchar. Al saludarnos unos a otros, debemos reducir la velocidad y, en realidad, elegir comprometer a la otra persona y centrarnos en ella. Imagina si un grupo entero practicara este ritmo semana tras semana; ¿Cómo aumentaría el valor que estas personas tienen para la célula?

Este tipo de escucha debe ser intencional y activa. Los investigadores en comunicación reconocen cuatro características de los buenos oyentes. Estos son:

  • Deseo ser dirigido hacia el otro, en lugar de proyectar los propios sentimientos e ideas sobre el otro.
  • El deseo de no ser defensivo, en lugar de protegerse a sí mismo. Cuando el yo está siendo protegido, es difícil concentrarse en la otra persona.
  • Deseo imaginar los roles, perspectivas o experiencias del otro, en lugar de asumir que son los mismos que los de uno.
  • Deseo escuchar como receptor, no como crítico, y desear entender a la otra persona en lugar de lograr un acuerdo o cambio en esa persona.
  1. Jugar juntos

Las células que saben reír juntos saben llorar juntos. Los grupos que se toman el tiempo para compartir comida, jugar un juego de mesa o simplemente sentarse a contar historias serán grupos que tienen la capacidad de conectarse en niveles más profundos. Muéstrame una célula que es seria todo el tiempo, y te mostraré una célula que eventualmente agotará a la gente.

Algunos pueden responder a esta declaración dogmática con una afirmación de que una célula es de naturaleza seria. Pero si ese es el caso, propongo que esta célula es la que necesita reírse más. Necesitan hacer algo que les ayude a relajarse y tomarse las cosas un poco menos en serio. El mundo es suficientemente ominoso; lo último que necesitamos en la iglesia son células que se agreguen a esa pesadez.

El fruto del Espíritu es alegría. Cuando nos relacionamos unos con otros a través de Cristo, el Espíritu traerá gozo a estas relaciones. La presión se levanta y simplemente podremos relacionarnos y ver a dónde va la relación.

Adaptado de Missional Small Groups (Grupos pequeños misionales), páginas 109-113.

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