Transparency Killers

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

What kills transparency? Steve Cordle nailed one of the culprits last week when he talked about people hiding behind generalities rather than talking about their own personal lives.

Another transparency assassin is trying to impress others by only sharing positive things.

But perhaps the number one destroyer of transparency is asking questions that are closed-ended and don’t allow people the share.

Closed questions have one correct answer. When a leader uses too many of them, he positions himself as the Bible expert who’s trying to discover the brightest, most Biblically literate students. Open-ended questions, on the other hand, elicit discussion and sharing. There is more than one right answer. Open-ended questions stir small group members to apply the Biblical truths to their own lives.

Open Versus Closed Questions

Open

Closed

  • What are you going to do differently as a result of hearing these verses?
  •  Share your experiences concerning. . .
  • How has God spoken to you?
  • Do you agree with this passage?
  • Who is the main character in this passage?
  • What does this passage say about _____?

Several years ago, I visited a small group that was discussing the parable of the unmerciful servant in Matthew 18:21-35. The small group leader asked question after question about what the text said (closed ended), but not once did he ask the people to apply these verses to their own lives.

He missed a perfect opportunity. He could have said: “Share an experience when you felt bitterness toward another person.” He could have followed with: “Share how you overcame those feelings and were able to forgive that person.” Most likely there were people that very night who needed freedom from pent-up bitterness and who were longing to share with others.

I like sermon-based small group lessons. It makes sense for small group facilitators to get a head-start on the lesson as they hear the pastor’s message, take notes, and prepare their questions. I encourage churches to send the lesson to the leaders in advance of the Sunday preaching to give them plenty of time to prepare. I tell small group facilitators not to mention “what the pastor said” during their lesson, but rather to talk about what the Bible teaches.

But I’ve also noticed that many sermon-based lessons are too complicated and have too many questions. The lesson gets bogged down in closed observation questions that don’t apply God’s Word to daily living. It’s easy for facilitators to forget that the main principle of an effective lesson (Word time) is how the Bible passage applies to daily life and to help members to share transparently.

I’ve been working with a group right now in which we only use three questions:

  1. What does this passage say?
  2. How is God speaking to you right now from this passage?
  3. How can you apply/ obey this passage during the week.

We believe that the simplicity of these three questions will make the sermon-based lessons more transferable and easier for leaders to help their members to become more transparent in the process.

The good news is that we can fight back against the transparency killers and by God’s grace, even overcome them.  

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Assassinos da Transparência

Por Joel Comiskey

O que mata a transparência? Steve Cordle acertou em cheio um dos culpados na semana passada quando falou sobre pessoas se escondendo atrás de generalidades, em vez de falar sobre suas próprias vidas pessoais.

Outro assassino da transparência é tentar impressionar as outras pessoas compartilhando apenas coisas positivas.

Mas talvez o destruidor número um da transparência seja fazer perguntas fechadas e não permitir que as pessoas compartilhem.

Perguntas fechadas têm uma resposta certa. Quando um líder usa muitas delas, ele se posiciona como o especialista bíblico que está tentando descobrir os alunos mais brilhantes e mais alfabetizados. Perguntas abertas, por outro lado, provocam discussão e compartilhamento. Há mais de uma resposta correta. Perguntas abertas estimulam os membros do pequeno grupo a aplicar as verdades bíblicas em suas próprias vidas.

Perguntas Abertas Versus Fechadas

Abertas

Fechadas

  • O que você vai fazer de forma diferente depois de ouvir esses versículos?
  • Compartilhe suas experiências com relação a…
  •  De que forma Deus falou com você?
  • Você concorda com essa passagem?
  • Quem éon personagem principal dessa passagem?
  • O que essa passagem diz sobre _____?

Vários anos atrás, visitei um pequeno grupo que estava discutindo a parábola do servo impiedoso em Mateus 18:21-35.  O líder do pequeno grupo fez uma pergunta após a outra sobre o que o texto dizia (perguntas fechadas), mas nenhuma vez ele pediu às pessoas que aplicassem esses versículos às suas próprias vidas. Ele perdeu uma oportunidade perfeita.  Ele poderia ter dito: “Compartilhe uma experiência de quando você sentiu amargura em relação a outra pessoa”. Ele poderia ter seguido com: “Compartilhe como você superou esses sentimentos e como foi capaz de perdoar essa pessoa”. Provavelmente havia pessoas naquela mesma noite que precisavam ser libertas de amargura reprimida e que ansiavam por compartilhar com os outros.

Eu gosto de quando as palavras nas células são baseadas em sermões. Para os facilitadores de pequenos grupos, faz sentido começar a lição quando ouvem a mensagem do pastor, tomam notas e preparam as perguntas. Eu encorajo as igrejas a enviarem a palavra aos líderes antes da pregação do domingo, para que eles tenham tempo suficiente para se prepararem. Digo aos facilitadores de pequenos grupos que não mencionem “o que o pastor disse” durante a aula, mas que falem sobre o que a Bíblia ensina.

Mas também percebi que muitas lições baseadas em sermões são muito complicadas e têm muitas perguntas. A lição fica atolada de questões de observação fechadas que não aplicam a Palavra de Deus à vida diária. É fácil para os facilitadores esquecer que o maior princípio de uma lição eficaz (tempo de Palavra) é como a passagem da Bíblia se aplica à vida diária e ajudar os membros a compartilhar de forma transparente.

Eu tenho trabalhado com um grupo no momento em que usamos apenas três perguntas:

  1. O que esta passagem diz?
  2. Como Deus está falando com você agora sobre essa passagem?
  3. Como você pode aplicar/obedecer a esta passagem durante a semana?

Acreditamos que a simplicidade dessas três perguntas tornará as lições baseadas no sermão mais transferíveis e mais fáceis para os líderes ajudarem seus membros a se tornarem mais transparentes no processo.

A boa notícia é que podemos lutar contra os assassinos da transparência e pela graça de Deus, até superá-los.

Spanish blog:

Asesinos de la  transparencia 

 

Por Joel Comiskey 

 

¿Qué mata la transparencia? Steve Cordle identificó a uno de los culpables la semana pasada cuando habló sobre personas que se esconden detrás de generalidades en lugar de hablar sobre sus propias vidas. 

Otro asesino de la transparencia es, el que trata de impresionar a otros al compartir solo cosas positivas. 

Pero quizás el destructor número uno de la transparencia es hacer preguntas que son cerradas y no permiten que las personas compartan. 

Las preguntas cerradas tienen una respuesta correcta. Cuando un líder usa demasiadas, se posiciona a sí mismo como el experto en la Biblia que está tratando de descubrir a los estudiantes más brillantes y más alfabetizados bíblicamente. Las preguntas abiertas, por otro lado, provocan discusión y  compartir. Hay más de una respuesta correcta. Las preguntas abiertas agitan a los miembros celulares para aplicar las verdades bíblicas a sus propias vidas. 

Preguntas abiertas vs preguntas cerradas

 

Abiertas

Cerradas

  • ¿Qué vas a hacer diferente como resultado de escuchar este versículo?
  • Comparte tu experiencia acerca de…
  • ¿Cómo te ha hablado Dios?
  • ¿Estás de acuerdo con este pasaje?
  • ¿Quién es el personaje principal en el pasaje?
  • ¿Qué dice este pasaje acerca de _____?

Hace varios años, visité una célula que estaba discutiendo la parábola del siervo despiadado en Mateo 18: 21-35. El líder de la célula hizo una pregunta tras otra sobre lo que decía el texto (preguntas cerradas), pero ni una vez le pidió a las personas que aplicara estos versículos a sus propias vidas. 

Perdió una oportunidad perfecta. Podría haber dicho: “Compartamos una experiencia en la que sintió amargura hacia otra persona”. Podría haber seguido: “Compartamos cómo superó esos sentimientos y pudo perdonar a esa persona”. Lo más probable es que esa noche hubiera personas que necesitaban libertad de amargura reprimida y que anhelaban compartir con otros. 

Me gustan las lecciones celulares basadas en sermones. Tiene sentido que los facilitadores de células obtengan una ventaja en la lección al escuchar el mensaje del pastor, tomar notas y preparar sus preguntas. Animo a las iglesias a que envíen la lección a los líderes antes de la predicación del domingo para darles suficiente tiempo para prepararse. Les digo a los facilitadores de los grupos celulares que no mencionen “lo que dijo el pastor” durante la lección, sino que hablen sobre lo que la Biblia enseña. 

Pero también he notado que muchas lecciones basadas en sermones son demasiado complicadas y tienen demasiadas preguntas. La lección se atasca en preguntas de observación cerrada que no aplican la Palabra de Dios a la vida diaria. Es fácil para los facilitadores olvidar que el principio principal de una lección efectiva (tiempo de la palabras) es cómo el pasaje de la Biblia se aplica a la vida cotidiana y para ayudar a los miembros a compartir de manera transparente. 

He estado trabajando con un grupo en este momento en el que solo usamos tres preguntas: 

  1. ¿Qué dice este pasaje? 
  2. ¿Cómo te está hablando Dios ahora mismo desde este pasaje? 
  3. ¿Cómo puedes aplicar / obedecer este pasaje durante la semana? 

Creemos que la simplicidad de estas tres preguntas hará que las lecciones basadas en sermones sean más transferibles y más fáciles para que los líderes ayuden a sus miembros a ser más transparentes en el proceso. 

La buena noticia es que podemos luchar contra los asesinos de la transparencia y por la gracia de Dios, incluso vencerlos.

 

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