“Why Cells?” (Part Two)

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrated to his disciples the power of partnership.  He dissolved personal agendas and prepared the disciples to act as a unit.  This is the essence of a cell: a group of people who have laid down their personal agendas to work together as a team.  One must ask: Can we pastor the church more effectively as disconnected individual units or as a ministry team?

Two decades ago, I listened to Pastor Larry Stockstill teach on the five principles of partnership through cells.  This week, I will highlight the first two.  Next week, look for the final three principles.

Last week, I listed the first two principles: service and encouragement.  Here are the final three.

FIVE PRINCIPLES OF PARTNERSHIP THROUGH CELLS

Based on John 13-17

  1. Productivity (John 15)

Partnerships do not add the work of one with the work of another.  Instead, the work increases at an exponential rate.  “You do not choose me, but I chose you and appointed you to go bear fruit– fruit that will last” (John 15:16).

The production of two people is not equal to their efforts together.  Instead, their efforts cause a multiplication.  This multiplication phenomenon is called synergy (the sum of the parts is greater than the whole).

  1. Protecting (John 16)

Spiritual partnerships afford protection.  “All this I have told you so that you will not go astray [or be `offended,’ scandalon– a trap stick] John 16:1.

Cell groups form a protective wall for all believers which is grounded in preventive maintenance, not damage control.

  1. Praying (John 17)

We cannot effectively pray for everyone in all the world.  We can, however, pray for a small band of people with whom we are vitally concerned.  “May they be brought to complete unity to let the world know that you sent me and have loved them even as you have loved me” (John 17:23)

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Portuguese blog:

“Por que as células?” Parte Dois

 Por pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesus demonstrou aos seus discípulos o poder da parceria. Ele dissolveu agendas pessoais e preparou os discípulos para agirem como uma unidade. Essa é a essência de uma célula: um grupo de pessoas que abriram mão de suas agendas pessoais para trabalharem juntas como uma equipe. É preciso perguntar: podemos pastorear a igreja mais de forma mais efetiva como unidades individuais desconectadas ou como uma equipe ministerial?

Duas décadas atrás, eu escutei o Pastor Larry Stockstill ensinar sobre os cinco princípios da parceria através das células. Na semana passada, listei os dois primeiros princípios: serviço e encorajamento. Aqui estão os três finais.

 CINCO PRINCÍPIOS DE PARCERIA ATRAVÉS DAS CÉLULAS

Baseado em João 13-17

3- Produtividade (João 15)

Parcerias não acrescentam o trabalho de um ao trabalho do outro. Em vez disso, a obra aumenta a uma taxa exponencial. “Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai conceda a vocês o que pedirem em meu nome”

João 15:16 .

A produção de duas pessoas não é igual aos seus esforços juntos. Em vez disso, seus esforços causam uma multiplicação. Este fenômeno de multiplicação é chamado de sinergia (a soma das partes é maior que o todo).

  1. Proteção (João 16)

 Parcerias espirituais oferecem proteção. “Eu tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar [ou sejam ofendidos,escândalo – uma armadilha]” João 16: 1.

As células formam uma parede protetora para todos os crentes, que é baseada na manutenção preventiva, não no controle de danos.

  1. Oração (João 17)

Nós não podemos orar efetivamente por todos em todo o mundo. Podemos, no entanto, orar por um pequeno grupo de pessoas com quem nos preocupamos imensamente. “Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste” João 17:23.

Spanish blog:

“¿Por qué células?” (Segunda parte)

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Jesús demostró a sus discípulos el poder de la asociación. Disolvió las agendas personales y preparó a los discípulos para actuar como una unidad. Esta es la esencia de una célula: un grupo de personas que han establecido sus agendas personales para trabajar en equipo. Uno debe preguntar: ¿Podemos pastorear la iglesia más efectivamente como unidades individuales desconectadas o como un equipo ministerial?

Hace dos décadas, escuché al pastor Larry Stockstill enseñar sobre los cinco principios de la asociación a través de células. Esta semana, voy a destacar los dos primeros. La próxima semana, busque los tres principios finales.

La semana pasada, enumeré los dos primeros principios: servicio y ánimo. Aquí están los tres últimos.

CINCO PRINCIPIOS DE ASOCIACIÓN A TRAVÉS DE CÉLULAS

Basado en Juan 13-17

  1. Productividad (Juan 15)

Las asociaciones no agregan el trabajo de uno con el trabajo de otro. En cambio, el trabajo aumenta a un ritmo exponencial. “No me eliges a mí, pero te elegí y te designé para que fueras a dar fruto, un fruto que durará” (Juan 15:16).

La producción de dos personas no es igual a sus esfuerzos juntos. En cambio, sus esfuerzos causan una multiplicación. Este fenómeno de multiplicación se llama sinergia (la suma de las partes es mayor que la totalidad).

  1. Protección (Juan 16)

Las asociaciones espirituales brindan protección. “Todo esto te lo he dicho para que no te extravíes [o te sientas ofendido ‘, escandalizado, o en una trampa], Juan 16: 1.

Los grupos celulares forman una pared protectora para todos los creyentes que se basa en el mantenimiento preventivo, no en el control de daños.

  1. Oración (Juan 17)

No podemos orar efectivamente por todos en todo el mundo. Sin embargo, podemos orar por un pequeño grupo de personas con las que estamos sumamente interesados. “para que sean perfectos en unidad, para que el mundo conozca que tú me enviaste, y que los has amado a ellos como también a mí me has amado” (Juan 17:23)

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