The Church Next Door

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

I live in sunny southern California, and I can drive by churches like the Saddleback Church, Calvary Chapel, or the Crystal Cathedral. While you might not have such massive churches where you live, when most people think of the word “church,” they envision church buildings, church meetings, and specific church days. And even when reading the New Testament, it’s almost impossible to avoid these modern-day images and experiences of church. 

But if you were a believer living in the New Testament time period, you’d have a totally different set of images about “church.” 

The early Christians met primarily in the homes of individual members over a period of nearly three hundred years-until the fourth century, when Constantine began building the first basilicas throughout the Roman Empire.

House based ministry became so common that throughout the book of Acts, every mention of a local church or of a church meeting, whether for worship or fellowship, is a reference to a church meeting in a home. It would be safe to say that the first three centuries belonged to the house church movement. Men and women, ablaze with the Spirit of God, began to spread the gospel message from house-to-house (Acts 20:20). 

The cell church/house church movement today is a desire to return to the New Testament when the church met where the people lived. Rather than a “come and see” strategy, cell ministry is a yearning to take the church next door. Lawrence Khong writes in The Apostolic Cell Church, “The devil wants to trap us within the four walls of the church. Criminals don’t care if the policeman is pushing papers-as long as he’s not out on the street” (p. 38).

There’s a tendency today in some U.S. churches to  bring everyone together for a weekday teaching in the building and then break out into small groups in the sanctuary. Why? Convenience and to save time. So why emphasize small groups outside the church building. Here are a few:  

  • New Testament precedence—going back to the early church’s home meetings.
  • Penetration in evangelism. Some people will never darken the door of a church but will go to someone’s home.
  • Homes are more comfortable, whereas building space is more academic.
  • Home groups lessen the driving distance, are more accessible to everyone, and allow for different meeting nights. 
  • Homes get families involved. It’s a nature meeting place for all ages. 
  • Hospitality. When the group is in the home, it gives opportunity for someone to host the group.
  • Home groups allow more pastoral responsibility for all members. 

But is it necessary to meet in a home? I believe that “outside the church building” clarifies the vision. While I think most small groups “outside the church building” will meet in homes, some will gather in coffee shops, parks, office buildings, and campuses. 

For this reason, I don’t like to use “house church” to describe small groups because it’s not always accurate. Some of the most life-changing cell groups in the church I helped plant in Ecuador met at universities. At one time the Republic Church had over thirty cells meeting on university campuses in Quito, Ecuador.

Where do your small groups meet? For the month of July, we’ll write twenty-five blogs about small groups meeting outside the church building. If you’d like to receive these blogs each day in your inbox, please click here. We’ll cover:  

  • July 07-13:  Biblical precedence for house to house meetings
  • July 14-20:  Penetration evangelism. Taking the gospel to where the people live and work. Most of the times cell groups will meet in homes but not always.
  • July 21-28: Hospitality and practicing the one-anothers. Hosting the group gives opportunity for members to exercise their hospitality–especially when the groups rotate among members. 
  • July 28 to August 04: Testimonies of salvation and healing among those meeting outside the church building.     

Feel free to share your experiences on JCG

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

A Igreja ao Lado

De Joel Comiskey

Eu moro no ensolarado sul da Califórnia, e posso dirigir por igrejas como a Saddleback Church, Calvary Chapel ou a Crystal Cathedral. Embora você possa não ter igrejas tão grandes onde mora, quando a maioria das pessoas pensa na palavra “igreja”, elas visualizam prédios de igrejas, reuniões da igreja e dias específicos na igreja. E mesmo quando se lê o Novo Testamento, é quase impossível evitar essas imagens e experiências modernas da igreja.

Mas se você fosse um crente vivendo no período do Novo Testamento, você teria um conjunto totalmente diferente de imagens sobre “igreja”.

Os primeiros cristãos se reuniam principalmente nas casas de membros individuais durante um período de quase trezentos anos – até o século IV, quando Constantino começou a construir as primeiras basílicas em todo o Império Romano.

O ministério baseado em casas tornou-se tão comum que, em todo o livro de Atos, cada menção de uma igreja local ou de uma reunião da igreja, seja para adoração ou comunhão, é uma referência a uma reunião da igreja em um lar. Seria seguro dizer que os primeiros três séculos pertenciam ao movimento da igreja doméstica. Homens e mulheres, em chamas com o Espírito de Deus, começaram a espalhar a mensagem do evangelho de casa em casa (Atos 20:20).

O movimento da igreja em células/igreja doméstica de hoje é um desejo de retornar ao Novo Testamento quando a igreja se reunia onde as pessoas viviam.  Em vez de uma estratégia “venha e veja”, é um anseio de levar a igreja para o lado das pessoas. Lawrence Khong escreve em The Apostolic Cell Church, “O diabo quer nos prender dentro das quatro paredes da igreja. Criminosos não se importam se o policial está empurrando papéis – contanto que ele não esteja na rua” (p. 38).

Há uma tendência hoje em algumas igrejas dos EUA de reunir todos os membros em um dia de semana para ensinar no prédio e depois se dividirem em pequenos grupos no santuário. Por quê? Conveniência e para economizar tempo. Então, por que enfatizar pequenos grupos fora do prédio da igreja? Aqui estão alguns motivos: 

  • Precedência do Novo Testamento – voltando às reuniões em casa da Igreja Primitiva.
  • Aumentar o evangelismo. Algumas pessoas nunca chegarão à porta de uma igreja, mas irão para a casa de alguém.
  • As casas são mais confortáveis, enquanto o espaço do prédio é mais acadêmico.
  • Grupos caseiros diminuem a distância de carro, são mais acessíveis a todos e permitem noites de reunião diferentes.
  • As casas envolvem as famílias. É um lugar de encontro natural para todas as idades.
  • Hospitalidade. Quando o grupo está em casa, isso dá oportunidade para alguém hospedar o grupo.
  • Grupos nos lares permitem mais responsabilidade pastoral por todos os membros. 

Mas é necessário se encontrar em uma casa? Eu acredito que “fora do prédio da igreja” esclarece a visão. Embora eu ache que a maioria dos pequenos grupos “fora do prédio da igreja” se reúne em casas, alguns se reúnem em cafés, parques, prédios de escritórios e campus universitários.

Por essa razão, não gosto de usar a expressão “igreja doméstica” para descrever pequenos grupos, porque eles nem sempre acontecem nas casas. Algumas das células que mais mudaram minha vida na igreja que ajudei a plantar no Equador se reuniam nas universidades. Houve uma época em que a Republic Church tinha mais de trinta células reunidas em campi universitários em Quito, no Equador.

Onde seus pequenos grupos se reúnem?  Para o mês de julho, escreveremos 25 blogs sobre pequenos grupos que se reúnem fora do prédio da igreja. Se você deseja receber esses blogs todos os dias na sua caixa de entrada, clique aqui.  Nós vamos abordar:

  • 7 a 13 de julho: precedência bíblica para reuniões de casa em casa.
  • 14 a 20 de julho: evangelismo de penetração. Levando o evangelho para onde as pessoas vivem e trabalham. Na maioria das vezes, as células se encontram em casas, mas nem sempre.
  • 21-28 de julho: Hospitalidade e praticando o “uns aos outros”.  Hospedar o grupo dá oportunidade para que os membros exerçam sua hospitalidade – especialmente quando os grupos alternam entre os membros.
  • 28 de julho a 04 de agosto: Testemunhos de salvação e cura entre os que se encontram fora do prédio da igreja.

Sinta-se à vontade para compartilhar suas experiências

Spanish blog:

La Iglesia de al Lado

Por Joel Comiskey 

Vivo en el soleado sur de California, y puedo conducir por iglesias como la Iglesia de Saddleback, la Capilla del Calvario o la Catedral de Cristal. Si bien es posible que no tengas iglesias tan grandes en el lugar donde vives, cuando la mayoría de las personas piensa en la palabra “iglesia”, se imaginan edificios de iglesias, reuniones de iglesias y días específicos de la iglesia. E incluso cuando se lee el Nuevo Testamento, es casi imposible evitar estas imágenes y experiencias modernas de la iglesia.

Pero si fueras un creyente que viviera en el período del Nuevo Testamento, tendrías un conjunto de imágenes totalmente diferente acerca de la “iglesia”.

Los primeros cristianos se reunieron principalmente en las casas de los miembros individuales durante un período de casi trescientos años, hasta el siglo IV, cuando Constantino comenzó a construir las primeras basílicas en todo el Imperio Romano.

El ministerio basado en la casa se hizo tan común que a lo largo del libro de los Hechos, cada mención de una iglesia local o de una reunión de la iglesia, ya sea para la adoración o la comunión, es una referencia a una reunión de la iglesia en un hogar. Sería cierto decir que los primeros tres siglos pertenecieron al movimiento de la iglesia en casa. Hombres y mujeres, en llamas con el Espíritu de Dios, comenzaron a difundir el mensaje del evangelio de casa en casa (Hechos 20:20).

El movimiento de la iglesia celular / iglesia en casa hoy es un deseo de regresar al Nuevo Testamento cuando la iglesia se reunió donde vivía la gente. En lugar de una estrategia de “ven y vete”, es un anhelo llevar a la iglesia al lado. Lawrence Khong escribe en La Iglesia Celular Apostólica: “El diablo quiere atraparnos dentro de las cuatro paredes de la iglesia. A los delincuentes no les importa si el policía está haciendo papeleos, siempre y cuando no esté en la calle” (pág. 38 ).

Hoy en día, en algunas iglesias de los Estados Unidos hay una tendencia a reunir a todos para una enseñanza diaria en el edificio y luego dividirse en pequeños grupos en el santuario. ¿Por qué? Conveniencia y para ahorrar tiempo. Entonces, ¿por qué enfatizar los grupos pequeños fuera del edificio de la iglesia? Aquí hay algunas razones:

  • La precedencia del Nuevo Testamento — volver a las reuniones de hogar de la iglesia primitiva.
  • Penetración en el evangelismo. Algunas personas nunca podrán su sombra en la puerta de una iglesia, pero sí que irán a la casa de alguien.
  • Las casas son más cómodas, mientras que la construcción de espacios es más académica.
  • Los grupos en el hogar disminuyen la distancia de conducción, son más accesibles para todos y permiten diferentes noches de reunión.
  • Las casas involucran a las familias. Es un lugar de encuentro natural para todas las edades.
  • Hospitalidad. Cuando la célula está en el hogar, le da la oportunidad a alguien de hospedar el grupo.
  • Los grupos en el hogar permiten más responsabilidad pastoral para todos los miembros.

¿Pero es necesario reunirse en un hogar? Creo que “fuera del edificio de la iglesia” la visión aclara. Aunque creo que la mayoría de los grupos pequeños “fuera del edificio de la iglesia” se reunirán en las casas, algunos se reunirán en cafeterías, parques, edificios de oficinas y campus.

Por esta razón, no me gusta usar el término “iglesia en casa” para describir los grupos celulares porque no siempre es correcto. Algunos de los grupos celulares con mayor cambio de vida en la iglesia, que ayudé a fundar en Ecuador, se reunieron en las universidades. En una ocasión, la Iglesia de la República tuvo más de treinta células reunidas en campus universitarios en Quito, Ecuador.

¿Dónde se reúnen tus grupos celulares? Para el mes de julio, escribiremos veinticinco blogs sobre grupos celulares que se reúnen fuera del edificio de la iglesia. Si deseas recibir estos blogs cada día en su bandeja de entrada, haz clic aquí. Cubriremos:

  • Del 7 al 13 de julio: precedencia bíblica para las reuniones casa por casa.
  • 14-20 de julio: evangelización de la penetración. Llevando el evangelio a donde viven y trabajan las personas. La mayoría de las veces los grupos celulares se reúnen en los hogares, pero no siempre.
  • 21-28 de julio: Hospitalidad y practicando el uno al otro. Al hospedar al grupo, los miembros tienen la oportunidad de ejercer su hospitalidad, especialmente cuando los grupos rotan entre los miembros.
  • Del 28 de julio al 4 de agosto: Testimonios de salvación y sanidad entre los que se reúnen fuera del edificio de la iglesia.
  • Siéntete libre de compartir tus experiencias aquí.

Siéntete libre de compartir tus experiencias 

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