Advancing the Gospel through House to House Ministry

By Mario Vega, www.elim.org.sv

When we think of a household today, we think of the nuclear family. This is the common “western” interpretation of a household. But in the New Testament, the word “Oikos” (house) was much different. The oikos also included servants and their related activities. And it was in this household  (Oikos) environment where the early church worshipped and ministered together. The “oikos” environment  had very important social implications that influenced the powerful advance of the gospel. In the “house,” people not only lived, but also carried out the transfer of knowledge and trades from parents to children. Manual labor was done, as in Simon’s house, where they worked with leather goods (Acts 10:32). In the case of farmers or ranchers, the house was the place where work was planned. In addition, the house was the place where products were sold or exchanged.

At a glance, the house was the center of family, work, educational and business life. To all this was added the Christian service. And of course, this is very different from modern life, in which each of these aspects is away from the home: work in the office, education in school, commerce in stores and worship in church. This allows a believer to lead a “divided” life with one behavior in the church building and another in the warehouses, still another in the office, and another at home. When the gospel penetrated the early church homes, it impacted the other spheres of life. Perhaps that is why Christianity advanced so strongly in the early centuries.

There is no point in trying to recreate the New Testament culture. Rather, having Christian meetings again in the home is an important step for believers to lead a more comprehensive life of faithfulness. House to house meetings contribute a lot to the advancement of the gospel in our time.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

O avanço do Evangelho através do Ministério de Casa em Casa

Mario Vega, www.elim.org.sv

Atualmente, quando pensamos em uma casa ou um lar, pensamos no núcleo familiar. Esta é a interpretação “ocidental” do que seria uma casa. Mas no Novo Testamento, a palavra “Oikos” (casa) tinha um sentido bem diferente. Oikos também incluía todos os empregados e suas atividades. Era neste ambiente (Oikos) que a igreja primitiva adorava e ministrava, todos juntos. O ambiente “Oikos” tinha implicações sociais que influenciavam o forte avanço do Evangelho. Naquelas casas, as pessoas não apenas habitavam, mas também passavam o conhecimento de pais para filhos e se relacionavam. Os trabalhos manuais também eram feitos naquele mesmo local, como na casa de Simão, onde eles trabalhavam com objetos de couro (Atos 10:32). No caso de fazendas e outras propriedades rurais, a casa era o local onde todo o planejamento do trabalho era feito. Além disso, era também na casa que os produtos eram vendidos ou trocados.

É possível perceber que a casa era o centro da família, do trabalho e da vida educacional e dos negócios. O Culto Cristão era mais uma das atividades adicionadas a tudo isso. Obviamente isso é bem diferente da vida moderna, em que praticamente todas estas atividades são feitas fora da casa: o trabalho é feito no escritório; a educação é feita na escola; o comércio é feito nas lojas e o culto é feito na Igreja. Isso permite que o crente viva uma vida “dividida”, com um comportamento no prédio da Igreja e outro nas lojas, outro no escritório e ainda outro comportamento em casa. Quando o evangelho penetrou nas casas/igrejas primitivas, ele impactou as outras esferas da vida. Talvez essa seja a razão pela qual o Cristianismo avançou de forma tão forte nos primeiros séculos.

Não faz o menor sentido tentar recriar totalmente a cultura do Novo Testamento. Por outro lado, voltar a ter as reuniões cristãs nos lares é um passo importante para que os crentes vivam uma vida mais integrada com a sua fé. As reuniões “de casa em casa” contribuem muito para o avanço do Evangelho em nosso tempo.

Spanish blog:

Las reuniones en las casas y el avance del evangelio

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La casa (oikos) en la que se realizaba el culto cristiano en el siglo primero, no era solamente la familia nuclear con la que la relacionamos en el presente. El oikos incluía también a los siervos y las actividades relacionados con ellos. Esto tenía implicaciones sociales muy importantes que incidieron en el poderoso avance del evangelio. En la casa no solo se vivía, sino que también se realizaba el traspaso de saberes y oficios de padres a hijos. Se hacía el trabajo manual, como en la casa de Simón, donde se trabajaba el cuero (Hechos 10:32). En el caso de agricultores o ganaderos, la casa era el lugar donde se planificaba el trabajo. Además, la casa era el lugar donde se vendían o intercambiaban productos.

Al dar un vistazo general, la casa era el centro de la vida familiar, laboral, educativa y comercial. A todo ello se sumó el culto cristiano. Algo muy diferente a la vida moderna cuando cada uno de esos aspectos está fuera de casa: el trabajo en la oficina, la educación en la escuela, el comercio en los almacenes y el culto en la iglesia. Eso permite que un creyente pueda llevar una vida múltiple con una conducta en el edificio de la iglesia y otra en los almacenes, todavía otra en la oficina y otra en el hogar. Cuando el evangelio se instaló en las casas, impactó las demás esferas de la vida. Tal vez por eso el cristianismo avanzó con tanta fuerza en sus primeros siglos.

No tiene sentido volver a concentrar las actividades en la casa, pero el que reuniones cristianas se realicen de nuevo en ella es un paso importante para que los creyentes puedan llevar una vida de fidelidad más integral. Eso, contribuye mucho al avance del evangelio en nuestro tiempo.

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