Two-Winged Church

By Dr. Bill Beckham, cell practitioner and author of numerous books, including The Second Reformation

The New Testament church achieved a harmonious balance between the corporate community and cell community – encompassing both a large group and a small group expression. In our present day, this equilibrium is being revived as specific churches have been pioneering small group initiatives for more than four decades.

This church model can be likened to a bird with two wings – each wing supporting the other and generating a divine synergy that fosters sanctity and success. This uncomplicated layout unifies the church’s components into a coherent entity. The tale of the two-winged church epitomizes the dual approach of incorporating large group dynamics with the intimate setting of small groups within the church.

Long ago, a church was fashioned by God with two wings – a large-group wing and a small-group wing. These wings enabled the church to ascend to great heights, to be in communion with the Creator, and to carry out His will across the world.

Once, a wingless evil serpent visited a two-winged church and suggested that it could fly using just one wing – a large-group wing. The church, initially designed with two wings, attempted to fly with only the large-group wing. By flapping it vigorously, they managed to lift off but could never reach great heights or venture far from their starting point. As expected, being one-winged, they often ended up circling around.

This event transpired around the fourth century. Subsequently, the church abandoned its original two-winged design in favor of the large-group wing only. Sadly, the small-group wing laid idle, gradually wasting away at the edge of the once harmonious two-winged church.

Occasionally, the church reminisced about the days when it could effortlessly ascend into the heavens, commune with the Creator, and carry out divine tasks across the earth. However, it was too belated by then. The once-biplane church had transformed into a grounded organization with only a single wing.

But when the Creator resurfaced, a new and improved church was formed—a harmonious fusion of a large assembly and a small gathering. With this revitalization, the church regained its ability to ascend into the skies, commune with the Creator, and carry out divine tasks across the earth.

As the church gains more members, there is an increasing demand on the staff to cater to the needs of the new congregants. Aside from offering spiritual guidance and support, the staff also has the responsibility of coordinating, supervising, and motivating twenty percent of the active members to develop programs and activities essential for attracting and retaining the remaining eighty percent who are more passive participants.

This structure operates in a reversed consumer model, where a minority of members drive the programs for the majority. It functions as a traditional distribution model, with a small percentage of individuals carrying the load for the larger group. The weight falls on a select few who work diligently to sustain the system for the benefit of the rest. Both hired professionals and dedicated volunteers contribute their time, finances, and efforts to ensure the smooth operation of the system.

The church needs to transition away from being a consumer-based system to a more productive one, shifting from distribution to a culture of contribution. By reverting back to the original design intended by Jesus, even seemingly impossible ideas can become achievable. It may be challenging, but it is definitely within reach!

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A Igreja de Duas Asas
por Dr. Bill Beckham, Ativista do Movimento Celular e autor de diversos livros, inclusive The Second Reformation

A Igreja no Novo Testamento alcançou um equilíbrio harmonioso entre a comunhão geral da comunidade e a comunhão da célula, valorizando tanto o grande grupo como a expressão do pequeno grupo. Nos dias de hoje, estamos reavivando este equilíbrio por meio de igrejas específicas que foram pioneiras nas iniciativas dos pequenos grupos há mais de quatro décadas.

Este modelo de igreja é semelhante a um pássaro e suas duas asas. Cada asa também provê suporte para a outra e gera uma sinergia divina que traz santidade e sucesso. Este modelo descomplicado unifica os componentes da igreja em uma entidade coesa. A ilustração a seguir, da Igreja de Duas Asas, demonstra de forma precisa a estratégia de dupla abordagem que traz para a igreja a dinâmica da grande reunião e a intimidade dos pequenos grupos.

Há muito tempo, Deus criou uma Igreja com duas asas: Uma asa da reunião de grande grupo e uma asa do pequeno grupo. Estas asas permitiam que a Igreja alcançasse grandes alturas e estar em comunhão com o Criador, trazendo a Sua vontade sobre o mundo.

Certa vez, uma serpente má que não tinha asas visitou a Igreja de Duas Asas e disse que a Igreja poderia voar com apenas uma asa, a do grande grupo. A Igreja, apesar de ter sido criada para ter duas asas, tentou voar somente com a asa do grande grupo. Ela bateu esta asa vigorosamente e até conseguiu decolar, mas nunca conseguiu alcançar grandes alturas ou voar para longe do seu ponto de partida. Como era de se esperar, com uma asa apenas, ela normalmente acabava voando em círculos.

Tudo isso aconteceu por volta do Século IV. Depois disso, a igreja abandonou seu projeto original em duas asas e preferiu o de somente uma asa. Infelizmente, a asa do pequeno grupo ficou abandonada e gradualmente desapareceu, afastando-se da igreja que era originalmente harmoniosa com suas duas asas.

De vez em quando, a igreja lembrava dos dias em que conseguia subir aos céus sem esforço, estar em comunhão com o Criador e cumprir tarefas divinas por toda a terra. Entretanto já era muito tarde para isso. A igreja que era como um avião de dois motores tinha se transformado em uma organização terrestre, com apenas uma asa.

Quando o Criador reapareceu, foi também formada uma nova e melhor igreja, uma fusão da grande congregação com a pequena reunião. Com esta revitalização, a Igreja mais uma vez conseguiu subir até o céu, ter comunhão com o Criador e trazer a Sua vontade sobre o mundo.

Quando a igreja ganha novos membros, há uma demanda aumentada sobre a equipe de liderança para atender às necessidades dos novos congregados. Além de oferecer orientação espiritual e apoio, a liderança tem a responsabilidade de coordenar, supervisionar e motivar vinte porcento dos membros ativos para que desenvolvam programas e atividades que são essenciais para reter os oitenta porcento restantes da congregação.

A estrutura opera em um modelo de consumidor reverso, onde a minoria dos membros cuida dos programas para a maioria. Funciona como um modelo de distribuição tradicional, com um percentual pequeno dos indivíduos carregando o peso para o grande grupo. O peso cai sobre algumas pessoas que trabalham diligentemente para sustentar o sistema para todos os demais se beneficiem. Profissionais contratados e voluntários dedicados contribuem com seu tempo, recursos e esforço, com o objetivo de que o sistema opere de forma suave.

A Igreja precisa fazer a transição de um sistema baseado no consumo para um mais produtivo, mudando de uma cultura de distribuição para uma cultura de contribuição. Ao voltar ao projeto original de Jesus, até mesmo ideias que parecem impossíveis torna-se realidade. Pode ser desafiador, mas certamente está ao nosso alcance!

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Iglesia De Dos Alas
por Dr. Bill Beckham, practicante celular y autor de numerosos libros, entre ellos The Second Reformation

La iglesia del Nuevo Testamento logró un equilibrio armonioso entre la comunidad corporativa y la comunidad celular, abarcando tanto la expresión de un grupo grande como la de un grupo pequeño. En la actualidad, este equilibrio se está reavivando a medida que determinadas iglesias han sido pioneras en iniciativas de grupos pequeños durante más de cuatro décadas.

Este modelo de iglesia puede compararse a un pájaro con dos alas: cada ala apoya a la otra y genera una sinergia divina que fomenta la santidad y el éxito. Este diseño sencillo unifica los componentes de la iglesia en una entidad coherente. La historia de la iglesia con dos alas personifica el doble enfoque de incorporar la dinámica de los grupos grandes con el entorno íntimo de los grupos pequeños dentro de la iglesia.

Hace mucho tiempo, Dios creó una iglesia con dos alas: un ala para grupos grandes y un ala para grupos pequeños. Estas alas permitieron a la iglesia ascender a grandes alturas, estar en comunión con el Creador y llevar a cabo Su voluntad en todo el mundo.

En una ocasión, una serpiente maligna sin alas visitó una iglesia con dos alas y le sugirió que podía volar utilizando una sola ala: un ala de grupo grande. La iglesia, diseñada inicialmente con dos alas, intentó volar sólo con el ala del gran grupo. Agitándola enérgicamente, consiguió despegar, pero nunca pudo alcanzar grandes alturas ni alejarse mucho de su punto de partida. Como era de esperar, al ser de una sola ala, a menudo acababan dando vueltas en círculo.

Este suceso ocurrió alrededor del siglo IV. Posteriormente, la Iglesia abandonó su diseño original de dos alas en favor del ala exclusiva para grupos grandes. Lamentablemente, el ala para grupos pequeños permaneció inactiva, consumiéndose poco a poco al borde de la antaño armoniosa iglesia de dos alas.

De vez en cuando, la iglesia rememoraba los días en que podía ascender sin esfuerzo a los cielos, comulgar con el Creador y llevar a cabo tareas divinas por toda la tierra. Sin embargo, para entonces ya era demasiado tarde. La antaño iglesia-biplano se había transformado en una organización anclada en tierra con una sola ala.

Pero cuando el Creador resurgió, se formó una iglesia nueva y mejorada, una fusión armoniosa de una gran asamblea y una pequeña reunión. Con esta revitalización, la iglesia recuperó su capacidad de ascender a los cielos, entrar en comunión con el Creador y llevar a cabo tareas divinas por toda la Tierra.

A medida que la iglesia gana miembros, aumenta la demanda de personal para atender las necesidades de los nuevos feligreses. Además de ofrecer orientación y apoyo espiritual, el personal también tiene la responsabilidad de coordinar, supervisar y motivar al veinte por ciento de los miembros activos para desarrollar programas y actividades esenciales para atraer y retener al ochenta por ciento restante, que son participantes más pasivos.

Esta estructura funciona en un modelo de consumidor invertido, en el que una minoría de afiliados dirige los programas para la mayoría. Funciona como un modelo de distribución tradicional, en el que un pequeño porcentaje de individuos lleva la carga para el grupo más amplio. El peso recae en unos pocos elegidos que trabajan diligentemente para sostener el sistema en beneficio del resto. Tanto los profesionales contratados como los voluntarios entregados contribuyen con su tiempo, sus finanzas y sus esfuerzos a garantizar el buen funcionamiento del sistema.

La iglesia necesita pasar de ser un sistema basado en el consumo a uno más productivo, pasando de la distribución a una cultura de contribución. Si volvemos al diseño original de Jesús, incluso las ideas aparentemente imposibles pueden hacerse realidad. Puede que sea un reto, ¡pero sin duda está a nuestro alcance!

Celebration Is the Gathering of Small Groups

By Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

In many churches, small groups often go unnoticed during the week, becoming “out-of-mind” as they happen “out-of-site.” However, these small gatherings are essential to the life of the church, and it’s crucial for leaders to protect and prioritize them. The sermon-based small groups are a powerful proven way to connect the Celebration and the Small Groups.

Incorporating small groups into the broader church gatherings fosters a culture of putting teachings into action. Rather than simply listening passively, members are encouraged to actively implement the lessons shared during sermons in their everyday experiences. Through meaningful conversations within small groups, individuals can effectively apply biblical truths to their lives, ensuring that their faith is evident in tangible ways. This continuous interaction aids believers in embracing and incorporating newfound knowledge, leading to spiritual development and positive change.

Moreover, the unity within the church is significantly strengthened through a sermon-based approach. When small groups discuss the same sermon topics, it creates a common ground for all members, regardless of which group they belong to. This shared focus brings cohesiveness to the church body, as everyone is aligned with the same teachings and objectives. Unity in vision and purpose is crucial for a thriving church community, and sermon-based small groups effectively contribute to this harmony.

The small group setting also provides an ideal format for questions and deeper exploration of the sermon topics. Unlike the large Sunday service where interaction is limited, small groups offer a space where members can ask questions, share insights, and discuss the sermon in greater depth. This interactive format not only enhances understanding but also allows members to support and learn from one another, enriching their collective spiritual journey.

Furthermore, this model sharpens the preaching. Knowing that the sermon will be the focal point of small group discussions, pastors are motivated to prepare their messages with greater care and clarity. This accountability ensures that the sermons are not only theologically sound but also practical and relevant to the congregation’s needs. Well-prepared sermons that translate into actionable group discussions lead to a more engaged and spiritually mature church.

In conclusion, viewing the celebration as the gathering of small groups transforms the church into a dynamic and interconnected community. It ensures that the teachings from the pulpit resonate throughout the week, fostering unity, engagement, and spiritual growth. By prioritizing small groups and integrating them into the larger church celebration, leaders can create a thriving environment where faith is actively lived out and disciples are continually made.

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Celebração é a Reunião de Pequenos Grupos

Timo Barbosa, Comunidades Catalizadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

Em muitas igrejas, os pequenos grupos muitas vezes passam despercebidos durante a semana, tornando-se um “quem não é visto, não é lembrado”. No entanto, essas pequenas reuniões são essenciais para a vida da igreja, e é crucial que os líderes as protejam e priorizem. Os pequenos grupos baseados em sermões são uma maneira poderosa e comprovada de conectar a Celebração e os Pequenos Grupos.

Integrando os pequenos grupos na celebração maior da igreja, cultiva-se uma cultura de “praticar a Palavra”. Este modelo encoraja os membros a aplicarem ativamente os ensinamentos dos sermões em suas vidas diárias, em vez de serem ouvintes passivos. As discussões práticas dentro dos pequenos grupos facilitam a aplicação real dos princípios bíblicos, garantindo que a congregação viva a fé de maneiras práticas. Esse engajamento contínuo ajuda os crentes a internalizarem e praticarem o que aprendem, promovendo o crescimento espiritual e a transformação.

Além disso, a unidade dentro da igreja é significativamente fortalecida por meio de uma abordagem baseada em sermões. Quando os pequenos grupos discutem os mesmos tópicos do sermão, cria-se uma base comum para todos os membros, independentemente de qual grupo pertencem. Este foco compartilhado traz coesão ao corpo da igreja, pois todos estão alinhados com os mesmos ensinamentos e objetivos. A unidade na visão e propósito é crucial para uma comunidade eclesial próspera, e os pequenos grupos baseados em sermões contribuem efetivamente para essa harmonia.

O ambiente de pequenos grupos também proporciona um formato ideal para perguntas e exploração mais profunda dos tópicos do sermão. Ao contrário do grande serviço dominical onde a interação é limitada, os pequenos grupos oferecem um espaço onde os membros podem fazer perguntas, compartilhar insights e discutir o sermão com mais profundidade. Este formato interativo não só melhora a compreensão, mas também permite que os membros se apoiem e aprendam uns com os outros, enriquecendo sua jornada espiritual coletiva.

Além disso, este modelo aprimora a pregação. Sabendo que o sermão será o ponto focal das discussões dos pequenos grupos, os pastores são motivados a preparar suas mensagens com maior cuidado e clareza. Esta responsabilidade garante que os sermões sejam não apenas teologicamente sólidos, mas também práticos e relevantes para as necessidades da congregação. Sermões bem preparados que se traduzem em discussões de grupo acionáveis levam a uma igreja mais engajada e espiritualmente madura.

Em conclusão, ver a celebração como a reunião de pequenos grupos transforma a igreja em uma comunidade dinâmica e interconectada. Isso garante que os ensinamentos do púlpito ressoem ao longo da semana, promovendo unidade, engajamento e crescimento espiritual. Priorizando os pequenos grupos e integrando-os na celebração maior da igreja, os líderes podem criar um ambiente próspero onde a fé é vivida ativamente e os discípulos são continuamente formados.

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La Celebración Es La Reunión De Grupos Pequeños
por Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

En muchas iglesias, los grupos pequeños a menudo pasan desapercibidos durante la semana, convirtiéndose en “fuera de la mente”, ya que ocurren “fuera del sitio”. Sin embargo, estas pequeñas reuniones son esenciales para la vida de la iglesia, y es crucial que los líderes las protejan y les den prioridad. Los grupos pequeños basados en sermones son una poderosa manera comprobada de conectar la Celebración y los Grupos Pequeños.

Incorporar los grupos pequeños a las reuniones más amplias de la iglesia fomenta una cultura de poner las enseñanzas en acción. En lugar de limitarse a escuchar pasivamente, se anima a los miembros a poner en práctica activamente las lecciones compartidas durante los sermones en sus experiencias cotidianas. A través de conversaciones significativas en pequeños grupos, los individuos pueden aplicar eficazmente las verdades bíblicas a sus vidas, asegurando que su fe sea evidente de manera tangible. Esta interacción continua ayuda a los creyentes a adoptar e incorporar nuevos conocimientos, lo que conduce al desarrollo espiritual y al cambio positivo.

Además, la unidad dentro de la iglesia se fortalece significativamente a través de un enfoque basado en sermones. Cuando los grupos pequeños debaten los mismos temas en los sermones, se crea una base común para todos los miembros, independientemente del grupo al que pertenezcan. Este enfoque compartido aporta cohesión al cuerpo de la iglesia, ya que todos están alineados con las mismas enseñanzas y objetivos. La unidad de visión y propósito es crucial para una comunidad eclesial próspera, y los grupos pequeños basados en sermones contribuyen eficazmente a esta armonía.

El entorno de los grupos pequeños también proporciona un formato ideal para las preguntas y la exploración más profunda de los temas del sermón. A diferencia del gran servicio dominical, en el que la interacción es limitada, los grupos pequeños ofrecen un espacio en el que los miembros pueden hacer preguntas, compartir puntos de vista y debatir el sermón en mayor profundidad. Este formato interactivo no sólo mejora la comprensión, sino que también permite a los miembros apoyarse y aprender unos de otros, enriqueciendo su viaje espiritual colectivo.

Además, este modelo agudiza la predicación. Sabiendo que el sermón será el punto central de las discusiones de los grupos pequeños, los pastores se sienten motivados para preparar sus mensajes con mayor cuidado y claridad. Esta responsabilidad garantiza que los sermones no sólo sean teológicamente sólidos, sino también prácticos y relevantes para las necesidades de la congregación. Los sermones bien preparados que se traducen en discusiones de grupo prácticas conducen a una iglesia más comprometida y espiritualmente madura.

En conclusión, considerar la celebración como la reunión de pequeños grupos transforma la iglesia en una comunidad dinámica e interconectada. Garantiza que las enseñanzas del púlpito resuenen durante toda la semana, fomentando la unidad, el compromiso y el crecimiento espiritual. Al dar prioridad a los grupos pequeños e integrarlos en la celebración general de la iglesia, los líderes pueden crear un entorno próspero en el que se viva activamente la fe y se hagan discípulos continuamente.

Cell and Celebration Go Along

By Joel Comiskey, How to Lead a Great Small Group Meeting

The early church certainly gathered in house churches. Were these individual house churches operating independently from one another? The scriptures suggest a link between the house churches within each city (for example 1 Corinthians 1:2; 14: 23, 16:19). In reality, the early church frequently gathered both in smaller groups and in larger congregations (Acts 2:42-46). Paul and the apostles would preach publicly and visit believers in their homes (Acts 5:42, 20:20). This two-fold approach highlights how the early Christian communities were interconnected and relied on each other, forming a united and integral body of believers.

The cell is the church, and the celebration is the church. Believers need both. J.I. Packer once said, “I go around telling people that if they’re not with the whole congregation on Sunday, and in the small group somewhere during the week, their Christian lives are unbalanced” (Small Groups Network, 1998). This balance ensures that Christians receive comprehensive spiritual nourishment—corporate worship and teaching on Sundays, coupled with intimate fellowship and accountability during the week.

Some strategies only emphasize the cell (e.g., independent house churches) while others focus solely on the celebration wing (program-based churches). The cell church model teaches that believers need both cell and celebration. Outreach is also more effective when using both wings rather than just one or the other. This dual approach facilitates a holistic ministry, allowing for robust evangelism and discipleship, which is crucial for church growth and health.

There are periods in the life of the church when one wing is emphasized over the other. For example, when planting a cell church, the cell is the priority because many cell church plants begin with a single cell. The goal is to multiply the single cell and eventually increase the frequency of the celebration. In a transitioning situation, the celebration is stronger until cells begin to multiply and spread throughout the church. This dynamic approach allows the church to adapt and grow in different contexts and stages of development.

By incorporating small groups into the main church gathering, a culture of actively living out the teachings is nurtured. This approach urges individuals to practice the lessons from the sermons in their daily lives rather than simply listening passively. An effective method involves involving small groups in the weekly announcements, informing members about their ongoing activities while promoting unity and a common purpose. Additionally, having small groups take turns as greeters can enhance the welcoming ambiance of the service, emphasizing the importance of each group within the broader church community.

In the end, a developed cell church functions smoothly when both aspects work together harmoniously. Leaders and members alike understand the importance of both the intimacy of small groups and the inspiration of the main celebration service. This well-rounded strategy supports the development of personal spiritual growth and drives the church’s mission to be a powerful and efficient tool for the Kingdom of God. Integrating small group activities into larger church gatherings promotes unity and encourages each believer to actively practice their faith, contributing to both personal and community advancement.

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Célula e Celebração Vão De Mãos Dadas

por Joel Comiskey, Fundamentos Bíblicos para a Igreja Baseada em Células

A igreja primitiva certamente se reunia em igrejas nos lares. Essas igrejas nos lares individuais operavam independentemente umas das outras? As Escrituras sugerem uma ligação entre as igrejas nos lares dentro de cada cidade (por exemplo 1 Coríntios 1:2; 14:23, 16:19). Na realidade, a igreja primitiva frequentemente reunia-se tanto em grupos menores como em congregações maiores (Atos 2:42-46). Paulo e os apóstolos pregavam publicamente e visitavam os crentes em suas casas (Atos 5:42, 20:20). Esta abordagem dupla destaca como as primeiras comunidades cristãs estavam interligadas e dependiam umas das outras, formando um corpo unido e integral de crentes.

A célula é a igreja, e a celebração é a igreja. Os crentes precisam de ambos. J.I. Packer disse uma vez: “Eu vou por todos lados dizendo às pessoas que se elas não estiverem com toda a congregação no domingo, e no pequeno grupo em algum lugar durante a semana, suas vidas cristãs serão desequilibradas” (Small Groups Network, 1998). Este equilíbrio garante que os cristãos recebam nutrição espiritual abrangente – adoração coletiva e ensino aos domingos, juntamente com comunhão íntima e prestação de contas durante a semana.

Algumas estratégias enfatizam apenas a célula (por exemplo, igrejas nos lars independentes), enquanto outras se concentram apenas na celebração (igrejas baseadas em programas). O modelo de igreja em células ensina que os crentes precisam tanto de célula quanto de celebração. A divulgação também é mais eficaz quando se utiliza ambas as asas em vez de apenas uma ou outra. Esta abordagem dupla facilita um ministério holístico, permitindo um evangelismo e um discipulado robustos, o que é crucial para o crescimento e a saúde da igreja.

Há períodos na vida da igreja em que uma asa é enfatizada em detrimento da outra. Por exemplo, ao plantar uma igreja em células, a célula é a prioridade porque muitas igrejas em células começam com uma única célula. O objetivo é multiplicar a única célula e eventualmente aumentar a frequência da celebração. Numa situação de transição, a celebração é mais forte até que as células comecem a multiplicar-se e a espalhar-se pela igreja. Esta abordagem dinâmica permite que a igreja se adapte e cresça em diferentes contextos e estágios de desenvolvimento.

Ao incorporar pequenos grupos na reunião da igreja, é nutrida uma cultura de viver ativamente os ensinamentos. Esta abordagem incentiva os indivíduos a praticarem as lições dos sermões em suas vidas diárias, em vez de simplesmente ouvirem passivamente. Um método eficaz envolve envolver pequenos grupos nos anúncios semanais, informando os membros sobre as suas atividades em curso, ao mesmo tempo que promove a unidade e um propósito comum. Além disso, fazer com que pequenos grupos se revezem como recepcionistas na entrada da igreja pode melhorar o ambiente acolhedor do culto, enfatizando a importância de cada grupo dentro da comunidade eclesial mais ampla.

No final, uma igreja em células desenvolvida funciona suavemente quando ambas as asas trabalham juntas e harmoniosamente. Tanto os líderes como os membros compreendem a importância da intimidade dos pequenos grupos e da inspiração do serviço de celebração. Esta estratégia abrangente apoia o desenvolvimento do crescimento espiritual pessoal e impulsiona a missão da igreja de ser uma ferramenta poderosa e eficiente para o Reino de Deus. A integração de atividades de pequenos grupos em reuniões maiores da igreja promove a unidade e encoraja cada crente a praticar activamente a sua fé, contribuindo para o avanço pessoal e comunitário.

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La Célula y la Celebración Van Juntas
por Joel Comiskey, Cómo Dirigir un Grupo Celular con Éxito

La iglesia primitiva ciertamente se reunía en iglesias en las casas. ¿Estaban estas iglesias en las casas operando independientemente unas de otras? Las escrituras sugieren un vínculo entre las iglesias en las casas dentro de cada ciudad (por ejemplo 1 Corintios 1:2; 14: 23, 16:19). En realidad, la iglesia primitiva se reunía con frecuencia tanto en grupos más pequeños como en congregaciones más grandes (Hechos 2:42-46). Pablo y los apóstoles predicaban en público y visitaban a los creyentes en sus casas (Hch 5:42, 20:20). Este doble enfoque pone de relieve cómo las primeras comunidades cristianas estaban interconectadas y dependían unas de otras, formando un cuerpo unido e integral de creyentes.

La célula es la iglesia, y la celebración es la iglesia. Los creyentes necesitan ambas. J.I. Packer dijo una vez: “Voy por ahí diciendo a la gente que si no están con toda la congregación el domingo, y en el grupo pequeño en algún lugar durante la semana, sus vidas cristianas están desequilibradas” (Small Groups Network, 1998). Este equilibrio garantiza que los cristianos reciban un alimento espiritual completo: culto y adoración corporativas los domingos, junto con compañerismo íntimo y responsabilidad durante la semana.

Algunas estrategias sólo hacen hincapié en la célula (por ejemplo, las iglesias en casas independientes), mientras que otras se centran únicamente en el ala de celebración (iglesias basadas en programas). El modelo de iglesia celular enseña que los creyentes necesitan tanto la célula como la celebración. El alcance también es más eficaz cuando se utilizan ambas alas en lugar de sólo una o la otra. Este enfoque dual facilita un ministerio holístico, permitiendo un evangelismo y discipulado robustos, lo cual es crucial para el crecimiento y la salud de la iglesia.

Hay períodos en la vida de la iglesia en los que se enfatiza un ala sobre la otra. Por ejemplo, al plantar una iglesia celular, la célula es la prioridad porque muchas iglesias celulares comienzan con una sola célula. La meta es multiplicar la célula única y eventualmente aumentar la frecuencia de la celebración. En una situación de transición, la celebración es más fuerte hasta que las células empiecen a multiplicarse y a extenderse por toda la iglesia. Este enfoque dinámico permite a la iglesia adaptarse y crecer en diferentes contextos y etapas de desarrollo.

Al incorporar pequeños grupos a la reunión principal de la iglesia, se fomenta una cultura de vivencia activa de las enseñanzas. Este enfoque insta a los individuos a poner en práctica las lecciones de los sermones en su vida cotidiana, en lugar de limitarse a escuchar pasivamente. Un método eficaz consiste en implicar a los grupos pequeños en los anuncios semanales, informando a los miembros sobre las actividades que están llevando a cabo y fomentando al mismo tiempo la unidad y un propósito común. Además, hacer que los grupos pequeños se turnen para dar la bienvenida puede mejorar el ambiente acogedor del servicio, destacando la importancia de cada grupo dentro de la comunidad eclesial más amplia.

Al final, una iglesia celular desarrollada funciona sin problemas cuando ambos aspectos trabajan juntos armoniosamente. Tanto los líderes como los miembros comprenden la importancia tanto de la intimidad de los grupos pequeños como de la inspiración del servicio de celebración principal. Esta estrategia integral apoya el desarrollo del crecimiento espiritual personal e impulsa la misión de la iglesia de ser una herramienta poderosa y eficaz para el Reino de Dios. La integración de las actividades de los grupos pequeños en las reuniones más amplias de la iglesia fomenta la unidad y anima a cada creyente a practicar activamente su fe, contribuyendo al avance tanto personal como comunitario.


Embracing the Two-Winged Church

By Joel Comiskey, Myths and Truths of the Cell Church

Within chapter 12 of Myths and Truths of the Cell Church, I delve into the significant role of celebration within the church environment. It’s crucial to recognize that the relationship between Small Groups and the larger Celebration is not about rivalry. Instead, they work in harmony, forming what Bill Beckham aptly refers to as a “Two-Winged Church.” This idea highlights the importance of both components in a vibrant church community, with each element reinforcing and enriching the other.

One myth I dispel is the supposed conflict between Small Groups and the Celebration service. There may be a misconception that prioritizing one devalues the other. However, the reality is that they complement each other. Small Groups offer intimacy and accountability, laying a sturdy groundwork for personal development and spiritual growth. The Celebration service and Small Groups play vital roles in the church community, offering different but essential experiences. Connecting these two components is key to maintaining a thriving and balanced church environment.

Leadership is crucial in ensuring the success of this dual-component model. Small Group leaders serve as more than just facilitators; they also act as shepherds who hold a crucial responsibility for the spiritual well-being of the church. Through their involvement in both Small Groups and larger Celebrations, these leaders can guarantee that pastoral care is comprehensive and that the church’s vision is consistently upheld and followed.

In summary, adopting the Two-Winged Church model promotes a well-rounded and vibrant community where both Small Groups and Celebrations are highly prized and interconnected. By nurturing strong connections between these two components, we establish a church that is deeply relationship-focused and widely inclusive. This comprehensive approach ensures that each member is supported, equipped, and engaged in the church’s mission, ultimately leading to a more dynamic and impactful ministry.

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Abraçando a Igreja de Duas Asas

por Joel Comiskey, Mitos e Verdades a Respeito da Igreja em Células

No capítulo 12 de Mitos e Verdades a Respeito da Igreja em Células, aprofundo o papel significativo da celebração no ambiente da igreja. É crucial reconhecer que a relação entre os Pequenos Grupos e a Celebração não é uma questão de rivalidade. Em vez disso, trabalham em harmonia, formando o que Bill Beckham chama apropriadamente de “Igreja de Duas Asas”. Esta ideia destaca a importância de ambos os componentes numa comunidade eclesial vibrante, com cada elemento reforçando e enriquecendo o outro.

Um mito que dissipo é o suposto conflito entre os Pequenos Grupos e o culto de Celebração. Pode haver um equívoco de que priorizar um desvaloriza o outro. Porém, a realidade é que eles se complementam. Os Pequenos Grupos oferecem intimidade e responsabilidade, estabelecendo uma base sólida para o desenvolvimento pessoal e o crescimento espiritual. O culto de Celebração e os Pequenos Grupos desempenham papéis vitais na comunidade eclesial, oferecendo experiências diferentes, mas essenciais. Conectar esses dois componentes é fundamental para manter um ambiente eclesial próspero e equilibrado.

A liderança é crucial para garantir o sucesso deste modelo de dois componentes. Os líderes de pequenos grupos servem mais do que apenas facilitadores; eles também atuam como pastores que têm uma responsabilidade crucial pelo bem-estar espiritual da igreja. Através do seu envolvimento tanto em Pequenos Grupos como em Celebrações maiores, estes líderes podem garantir que o cuidado pastoral é abrangente e que a visão da igreja é consistentemente defendida e seguida.

Em resumo, a adoção do modelo de Igreja de Duas Asas promove uma comunidade completa e vibrante onde tanto os Pequenos Grupos como as Celebrações são altamente valorizados e interligados. Ao nutrir fortes ligações entre estes dois componentes, estabelecemos uma igreja que é profundamente focada no relacionamento e amplamente inclusiva. Esta abordagem abrangente garante que cada membro seja apoiado, equipado e envolvido na missão da igreja, conduzindo em última análise a um ministério mais dinâmico e impactante.

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Abrazando a la Iglesia de las Dos Alas
por Joel Comiskey, Mitos y Verdades de la Iglesia Celular

Dentro del capítulo 12 de Mitos y Verdades de la Iglesia Celular, profundizo en el papel significativo de la celebración dentro del ambiente de la iglesia. Es crucial reconocer que la relación entre los Grupos Pequeños y la Celebración mayor no es de rivalidad. Por el contrario, trabajan en armonía, formando lo que Bill Beckham denomina acertadamente una “Iglesia de dos alas”. Esta idea subraya la importancia de ambos componentes en una comunidad eclesial vibrante, en la que cada elemento refuerza y enriquece al otro.

Un mito que disipo es el supuesto conflicto entre los Grupos Pequeños y el servicio de Celebración. Puede existir la idea errónea de que dar prioridad a uno devalúa al otro. Sin embargo, la realidad es que se complementan. Los Grupos Pequeños ofrecen intimidad y responsabilidad, sentando una base sólida para el desarrollo personal y el crecimiento espiritual. El servicio de Celebración y los Grupos Pequeños desempeñan papeles vitales en la comunidad de la iglesia, ofreciendo experiencias diferentes pero esenciales. Conectar estos dos componentes es clave para mantener un entorno eclesial próspero y equilibrado.

El liderazgo es crucial para asegurar el éxito de este modelo de doble componente. Los líderes de los Grupos Pequeños sirven como algo más que simples facilitadores; también actúan como pastores que tienen una responsabilidad crucial para el bienestar espiritual de la iglesia. A través de su participación tanto en los Grupos Pequeños como en las Celebraciones más grandes, estos líderes pueden garantizar que la atención pastoral sea integral y que la visión de la iglesia se mantenga y se siga de manera coherente.

En resumen, la adopción del modelo de Iglesia de Dos Alas promueve una comunidad bien formada y vibrante en la que tanto los Grupos Pequeños como las Celebraciones son muy apreciados y están interconectados. Al fomentar fuertes conexiones entre estos dos componentes, establecemos una iglesia profundamente centrada en las relaciones y ampliamente inclusiva. Este enfoque integral asegura que cada miembro es apoyado, equipado y comprometido en la misión de la iglesia, en última instancia conduce a un ministerio más dinámico e impactante.

Supervisors Who Care For Their Leaders

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The cell supervision structure does not only have numerical multiplication but also care and attention. Leaders are also sheep who need to be pastoralized; coaches must take care of them closely. Both leaders and coaches work closely. They know the challenges and difficulties they face in the task of bringing the gospel to the lost. For that reason, supervisors know better the concerns and struggles of each leader.

When the coach focuses on listening, advising, encouraging, and challenging leaders, he is doing a task of a pastoral nature. If he has properly treated and loved leaders, they will also take care of the cell’s members. This establishes a chain of mutual care in which everyone serves each other to continue with the Christian life and with the great commission.

Pastor Cho once said that coaches are the key to cell work. They must also be treated and cared, and that corresponds to the pastor. When taking care of the coaches, the virtuous cycle begins by which the entire cell structure is cared for, animated, and protected. Multiplication will be the result of health within the cell structure.

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Supervisores Que Cuidam De Seus Líderes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

A estrutura de supervisão das células não compreende apenas a multiplicação numérica, mas também o cuidado e a atenção. Os líderes também são ovelhas e precisam ser pastoreados e são os seus supervisores que devem cuidar deles de uma maneira mais próxima. Os líderes e supervisores trabalham muito próximos. Ambos conhecem os desafios e as dificuldades que enfrentam ao levar o Evangelho aos perdidos. É por esta razão que os supervisores são as pessoas que melhor conhecem as preocupações e dificuldades de cada líder.

Quando o supervisor foca sua atenção em ouvir, aconselhar, encorajar e desafiar os líderes, ele está agindo de maneira pastoral. Se ele tiver cuidado e amado seus líderes, eles também cuidarão dos membros da célula. Este comportamento estabelece uma cadeia de cuidado mútuo e que cada pessoa serve um ao outro, prosseguindo na vida cristão e na grande comissão.

Certa vez o Pastor Cho disse que os supervisores são a chave do ministério celular. Eles precisam ser muito bem cuidados e isso é responsabilidade do Pastor. Quando os supervisores são bem cuidados, um ciclo virtuoso é iniciado e toda a estrutura celular é animada e protegida. A multiplicação será o resultado da saúde da estrutura celular.

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Supervisores Que Cuidan A Sus Líderes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

La estructura de supervisión celular no tiene por objeto solo la multiplicación numérica, sino también el cuidado y la atención. Los líderes también son ovejas que necesitan ser pastoreadas y son los supervisores quienes deben cuidar de ellos de manera más cercana. Tanto los líderes como los supervisores trabajan de manera estrecha. Ellos saben los retos y dificultades que se enfrentan en la tarea de llevar el evangelio a los perdidos. Por esa razón, los supervisores conocen mejor las preocupaciones y las luchas de cada líder.

Cuando el supervisor se enfoca en escuchar, aconsejar, animar y retar a los líderes, está realizando una tarea de naturaleza pastoral. Si se tienen líderes debidamente atendidos y amados, ellos también cuidarán de los miembros de la célula. Así se establece una cadena de cuidado mutuo en la que todos se sirven para continuar con la vida cristiana y con la Gran Comisión.

El pastor Cho dijo en una ocasión que los supervisores son la clave del trabajo celular. Ellos también deben ser cuidados y, eso, le corresponde al pastor. Al cuidar de los supervisores se inicia el ciclo virtuoso por el que toda la estructura de trabajo celular es animada y protegida. La multiplicación será el resultado de la salud dentro de la estructura celular.