Why do I believe in cell vision?

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

There are various reasons why I am committed to the cell church vision and lead a ministry designed to encourage cell churches around the world. Here are a few reasons:

  1. Because the New Testament clearly teaches that believers should meet in the houses and the larger gathering (Acts 20:20; Acts 2:42-46).
  2. Because the cell church structure allows me as a pastor to nurture others for the work of the ministry. It brings me down from the pedestal as “the holy man” to share the ministry with the saints (Ephesians 4:11-12).
  3. Because it allows me to have a global vision and not just focus on filling a church with parishioners who want to listen to my sermons (Matthew 28:16-20).
  4. Because it prevents the church from investing huge resources to have a sanctuary that it only uses once a week, but instead leads the church to be the church all week.
  5. Because cell groups allow their members to remove their masks and be transparent as they minister to one another by putting into practice the spiritual gifts received to edify others (James 5:16)
  6. Because one person (the pastor) one day a week (Sunday) in a place (the building) cannot possibly reach the world for Christ.
  7. Because cell-based ministry simplifies the church and takes away the pageantry and rituals. Rather, it focuses on people who are called to scatter and become sources of light throughout the city (Matthew 5:16).
  8. Because in the simplicity of a “family,” Christ is perceived as manifesting his presence, his power, and his purpose to his body, building it to penetrate the world with his gospel (1 Timothy 3:15).

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Portuguese blog:

Por que eu acredito na visão celular?

Por Ernesto Humeniuk,  www.oikoslatino.org

Existem várias razões pelas quais estou comprometido com a visão da igreja em células e lidero um ministério destinado a encorajar as igrejas em células ao redor do mundo. Aqui estão algumas razões:

  1. Porque o Novo Testamento ensina claramente que os crentes devem se reunir nas casas e nas reuniões maiores (Atos 20:20; Atos 2:42-46).
    Porque a estrutura da igreja em células me permite, como pastor, nutrir outros para o trabalho do ministério. Isso me tira do pedestal como “o homem santo” para compartilhar o ministério com os santos (Efésios 4:11-12).
    3. Porque me permite ter uma visão global e não apenas focar em encher uma igreja com paroquianos que querem ouvir meus sermões (Mateus 28:16-20).
    4. Porque impede a igreja de investir enormes recursos para ter um santuário que ela usa apenas uma vez por semana, mas ao invés disso, leva a igreja a ser a igreja a semana toda.
    5. Porque os grupos de células permitem que seus membros removam suas máscaras e sejam transparentes enquanto ministram uns aos outros, colocando em prática os dons espirituais recebidos para edificar os outros (Tiago 5:16)
    6. Porque uma pessoa (o pastor) um dia por semana (domingo) em um lugar (o edifício) não pode alcançar o mundo para Cristo.
    7. Porque o ministério baseado em células simplifica a igreja e elimina a pompa e os rituais. Em vez disso, ele se concentra nas pessoas que são chamadas para espalhar e se tornar fontes de luz por toda a cidade (Mateus 5:16).
    8. Porque na simplicidade de uma “família”, Cristo é percebido como manifestando sua presença, seu poder e seu propósito para seu corpo, construindo-o para penetrar no mundo com seu evangelho (1 Timóteo 3:15).

Spanish blog:

¿Por qué creo en la visión celular?

Por Ernesto Humeniuk,  www.oikoslatino.org

  1. Porque aplica el ejemplo neotestamentario de tener a la iglesia en el templo y por las casas
  2. Porque me permite como pastor nutrir a otros para la obra del ministerio que me hace bajar del pedestal como «el hombre santo» para compartir el ministerio con los santos
  3. Porque me permite tener una visión global y no solo el propósito de llenar un templo con parroquianos acostumbrados a escuchar mis sermones
  4. Porque hace que la iglesia no invierta ingentes recursos para tener un santuario que solo usa una vez a la semana, sino que lleva a la iglesia a ser la iglesia toda la semana
  5. Porque los grupos celulares permiten a los integrantes de ellos a sacarse las máscaras y ser transparentes a la vez que todos se ministran el uno al otro poniendo en práctica los dones espirituales recibidos para edificar a otros.
  6. Porque un hombre (el pastor) un día a la semana (el domingo) en un lugar (el templo) es imposible que alcance al mundo para Cristo.
  7. Hace que la iglesia sea algo «simple», sin tanto boato ni rituales, sino que es la gente, el pueblo de Dios diseminado por los barrios de la ciudad para, como focos de luz, iluminar en las tinieblas.
  8. Porque en la sencillez de una «familia» se percibe a Cristo que manifiesta Su presencia, Su poder y Su propósito a Su cuerpo, edificándolo para penetrar el mundo con Su evangelio.

A Second Chance

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

We all have a favorite “hero” in the Bible, apart from Jesus. Do not be surprised, mine is Barnabus. I know, he did not write any New Testament letters, nor was he a  flashy person, but he’s my “hero.” His name says it all: “son of consolation,” which makes me think of a calm man, one who knew how to encourage and give wise advise. When it was necessary to go and inspect what was happening in Antioch of Syria, Barnabus was sent, implying that he was a judicious, discerning person, and full of the Holy Spirit. Remember that Barnabas who sold his property and put his money at the feet of the apostles.

But what strikes me is that when the missionary work begins in Acts 13, the one mentioned first is  Barnabas and then Paul. That order continues until Luke begins to talk about Paul and Barnabas. Our friend moves to a second place, which indicates that he had already trained Paul so well that he was letting go and allowing Paul to have the lead position. Excellent work of a leader with his apprentice!

When trying to start the second missionary journey, Barnabus wanted to take with them his relative John Mark. Paul’s opposition was such that Paul left with Silas and Barnabas went with John Mark. Paul’s resistance came because Mark had abandoned them in Pamphylia, that he was not trustworthy, and that he did not deserve to be in the missionary work.

When we read the last Pauline letter available to us, 2 Timothy, Paul asks: “Pick up Mark and bring him with you, because he is of help in my ministry” (4:11). This was the same John Mark who Paul had rejected but who Barnabus had given a second chance. Paul asks for help from someone he had previously rejected. There are not many leaders who pastor and heal the wounds of those who have problems ministry, but Barnabus was one of those.

Will you be a Barnabas who disciplines and trains those who have made mistakes in ministry? Will you be the loving leader who gives others a second chance? There will always be apprentices and cell group leaders who fail, but loving persistence and understanding will help restore and bless, putting someone who has committed errors back in ministry.

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Uma Segunda Chance

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Todos nós temos um “herói” favorito na Bíblia, além de Jesus. Não se surpreenda, o meu é Barnabé. Eu sei, ele não escreveu nenhuma carta do Novo Testamento, nem era uma pessoa chamativa, mas ele é meu “herói”. Seu nome diz tudo: “filho da consolação”, o que me faz pensar em um homem calmo, que soube encorajar e dar conselhos sábios. Quando foi necessário ir e inspecionar o que estava acontecendo em Antioquia da Síria, Barnabé foi enviado, implicando que ele era uma pessoa criteriosa, com discernimento e cheia do Espírito Santo. Lembre-se de que Barnabé vendeu sua propriedade e colocou seu dinheiro aos pés dos apóstolos.

Mas o que me impressiona é que quando o trabalho missionário começa em Atos 13, o primeiro mencionado é Barnabé e Paulo. Essa ordem continua até que Lucas comece a falar sobre Paulo e Barnabé. Nosso amigo se muda para um segundo lugar, o que indica que ele já havia treinado Paulo tão bem que ele estava soltando a corda e permitindo que Paulo tivesse a posição de liderança. Excelente trabalho de um líder com seu aprendiz!

Ao tentar iniciar a segunda jornada missionária, Barnabé queria levar consigo seu parente João Marcos. A oposição de Paulo foi tal que ele partiu com Silas, enquanto Barnabé foi com João Marcos. A resistência de Paulo veio porque Marcos os abandonou na Panfília, Paulo acreditava que ele não era digno de confiança e que não merecia estar no trabalho missionário.

Quando lemos a última carta paulina disponível para nós, 2 Timóteo, Paulo pergunta: “Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério” (4:11). Este foi o mesmo João Marcos que Paulo rejeitou, mas a quem Barnabé deu uma segunda chance. Paulo pede ajuda de alguém que ele havia rejeitado anteriormente. Não há muitos líderes que pastoreiam e curam as feridas daqueles que tiveram um problema no ministério, mas Barnabé era um deles.

Você será um Barnabé que disciplina e treina aqueles que cometeram erros no ministério? Você será o líder amoroso que dá aos outros uma segunda chance? Sempre haverá aprendizes e líderes de células que fracassam, mas a persistência e a compreensão amorosas ajudarão a restaurar e abençoar, colocando alguém que cometeu erros no ministério.

Spanish blog:

Una segunda oportunidad

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Todos tenemos algún «héroe» preferido en la Biblia, aparte de Jesús. No te sorprendas, el mío es Bernabé. Ya sé, no escribió ninguna carta neotestamentaria, no es alguien llamativo, pero es mi «héroe». Su nombre lo dice todo: «hijo de consolación», lo que me hace pensar en un hombre calmo, que sabía animar y aconsejar, lleno de sabiduría. Cuando hubo que ir a inspeccionar lo que estaba ocurriendo en Antioquía de Siria se envió a este hombre, dando a entender que era una persona juiciosa y con discernimiento para ver lo que estaba sucediendo fuera de Jerusalén por obra del Espíritu Santo. Fue Bernabé uno de los que vendió sus propiedades y puso lo obtenido a los pies de los apóstoles.

Pero lo que me llama la atención es que cuando comienza la obra misionera según Hechos 13, el que se menciona primero es a Bernabé y luego a Saulo (Pablo). Así continúa la mención hasta que Lucas empieza a hablar de Pablo y Bernabé. Nuestro amigo pasa a un segundo lugar, lo que indica que ya había entrenado tan bien a Pablo que lo estaba soltando para que asumiera el liderazgo. Excelente trabajo de un líder con su aprendiz.

Al pretender iniciar el segundo viaje misionero, Bernabé quiso llevar con ellos a su pariente Juan Marcos. Fue tal la oposición de Pablo que éste se fue con Silas y Bernabé siguió camino con Marcos. La razón que Pablo adujo era que Marcos los había abandonado en Panfilia, que no era confiable, que no merecía estar en la obra misionera.

Cuando leemos la última carta paulina de la que disponemos, 2 Timoteo,  Pablo ruega «Recoge a Marcos y tráelo contigo, porque me es de ayuda en mi ministerio» (4:11), ese joven inexperto que había tenido un error y a quien Bernabé le dio una segunda oportunidad. Pablo pide ayuda de alguien a quien antes había rechazado. No hay muchos líderes que pastoreen y sanen las heridas a quienes han tenido un problema en el ministerio. ¿Serás tú un Bernabé que discipule y entrene a quien haya tenido un error? ¿Serás tú el líder amoroso que dé a los demás una segunda oportunidad? Siempre habrá aprendices y líderes de grupos celulares que fallen, pero la persistencia amorosa y la comprensión ayudará a restaurar y a bendecir, poniendo de nuevo en el liderazgo a alguien que haya tenido un error.

Preparing the Next Generation

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

I was 24 years old when, after graduating from seminary and having had a missionary experience in southern Patagonia, I arrived at a church to serve as an assistant pastor with a lead pastor who would retire after two years. I was an inexperienced young man serving alongside someone  finishing his ministry. I wondered if there would be success in that relationship.

I will never stop thanking God for having put Pastor Santiago Acuña in my path. He never underestimated me for being young. Nor did he just tell me what to do. Rather,  he treated me as a fellow servant, a true  equal, discussing the affairs of the church in his office and allowing me to minister with him. Granted, he made the final decisions since he was the senior pastor, but I learned everything necessary to eventually become a lead pastor. I learned things that the seminary classrooms could not give me. Pastor Acuña was a great coach.

Moses was a great liberator and legislator, but also a good trainer of his successor, Joshua. Sadly, Joshua didn’t follow that same pattern because what followed after Joshua was a time when everyone did what seemed good in their own eyes, a time of anarchy. But the saddest thing is that “all that generation died, and another generation arose who did not know the LORD nor knew what he had done for Israel” (Judges 2:10).

Who will continue our ministry when we are no longer able to serve? Will the cell ministry continue after us? We have to see those coming up the ranks who will continue with the ministry. We must  teach them the “little secrets” of cell ministry and pass the baton to them. We must not be selfish, but we have to see the young people who succeed us not as “annoyances” but as servants called by God to carry out what God began in us, taking care of their spiritual lives,  showing them the way, and teaching the practical aspects of leadership in cell groups.

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Preparando a Próxima Geração

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Eu tinha 24 anos quando, após me formar no seminário e ter uma experiência missionária no sul da Patagônia, cheguei a uma igreja para servir como pastor assistente com um pastor líder que se aposentaria depois de dois anos. Eu era um jovem inexperiente servindo ao lado de alguém terminando seu ministério. Eu me perguntei se teríamos sucesso nesse relacionamento.

Eu nunca vou deixar de agradecer a Deus por ter colocado o Pastor Santiago Acuña no meu caminho. Ele nunca me subestimou por ser jovem. Nem me dizia o que fazer. Em vez disso, ele me tratava como um companheiro de trabalho, um verdadeiro igual, discutindo os assuntos da igreja em seu escritório e ministrando junto comigo. É claro, ele tomava as decisões finais já que ele era o pastor sênior, mas eu aprendi tudo que era necessário para eventualmente me tornar um pastor principal. Eu aprendi coisas que as salas de aula do seminário não podiam me dar. O pastor Acuña foi um ótimo treinador.

Moisés foi um grande libertador e legislador, mas também um bom treinador de seu sucessor, Josué. Infelizmente, Josué não seguiu o mesmo padrão porque o que aconteceu depois de Joshua foi uma época em que todos fizeram o que parecia ser bom aos seus próprios olhos, um tempo de anarquia. Mas o mais triste é que: “Depois que toda aquela geração foi reunida a seus antepassados, surgiu uma nova geração que não conhecia o Senhor e o que ele havia feito por Israel” (Juízes 2:10).

Quem continuará o nosso ministério quando não pudermos mais servir? O ministério celular continuará depois de nós? Temos que ver os que estão subindo na hierarquia e que continuarão com o ministério. Devemos ensinar-lhes os “pequenos segredos” do ministério celular e passar o bastão para eles. Não devemos ser egoístas, mas temos que ver os jovens que nos sucedem não como “aborrecimentos”, mas como servos chamados por Deus para realizar o que Deus começou em nós, cuidando de suas vidas espirituais, mostrando-lhes o caminho e ensinando os aspectos práticos da liderança em células.

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Preparando la próxima generación

By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Era yo de 24 años cuando, luego de haberme graduado del Seminario y de haber tenido una experiencia misionera en la Patagonia austral, llegué a una iglesia para servir como pastor asistente de quien luego de dos años se retiraría. Un joven inexperto junto a quien estaba finalizando su ministerio, ¿habría éxito en esa relación? Nunca dejaré de agradecer a Dios haber puesto en mi camino al pastor Santiago Acuña. Nunca me menospreció por ser joven ni me mostró autoritarismo. Al contrario, me tomó a su lado como un consiervo, discutíamos en su oficina los asuntos de la iglesia, aunque huelga decirlo, él tomaba las últimas decisiones ya que era el pastor principal. Aprendí todo lo necesario «al otro lado del mostrador», todo lo que no pudieron darme las aulas del Seminario, y eso que como estudiante debía servir los fines de semana en alguna iglesia y los meses de verano debía pasarlos en algún lugar del interior del país para «practicar». Este experimentado siervo de Dios me estaba entregando el testimonio en esta carrera de postas.

Moisés fue un gran libertador y legislador, pero también un buen entrenador de su sucesor: Josué. Éste no aprendió la lección, ya que no dejó a nadie preparado y lo que siguió en la historia de Israel fue un tiempo en que cada uno hacía lo que bien la parecía, un tiempo de anarquía. Pero, lo más triste es que «murió toda aquella generación, y surgió otra que no conocía al Señor ni sabía lo que él había hecho por Israel» (Jueces 2:10).

¿Quién continuará nuestro ministerio cuando nosotros ya no estemos? ¿Seguirá el ministerio celular vigente después de nosotros? Tenemos que ver a los que están detrás nuestro como los que continuarán con la herencia, debemos enseñarles los «secretitos» del ministerio celular, no tenemos que ser egoístas, sino que tenemos que ver a los jóvenes que nos suceden no como «molestias» sino como siervos llamados por Dios para llevar adelante lo que Dios comenzó en nosotros, cuidando de su vida espiritual, mostrando el camino, enseñando los aspectos prácticos del liderazgo en los grupos celulares.

Change Dynamics and the Transition Process

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Changing a traditional church culture to cell church ministry normally takes longer than expected. Of course, it all depends on the history of the church, entrenched traditions, and hidden agendas that may have formed over many years. This is especially true when a church is sick and unhealthy.

If you have a sick church and want to make the transition to a cell church, you will have a diseased cell church. What is needed before talking about cell ministry is to preach about biblical cell values, so the people realize that cell ministry isn’t another program but a New Testament way of life.

Nothing can be changed on the surface unless root values are changed. And that takes time. Changing values is not easy, and it cannot be done overnight. It’s not easy for pastors to change because pastors have been taught in seminary how to produce and maintain a machinery of programs. So if it’s difficult for pastors to change, how much more difficult is it for members of the congregation! Even Jesus needed time to change the mindset of his disciples who were accustomed to the institutions of Judaism. They were focused on a geographical location (Israel), in a temple, in a limited priesthood (Levi), and on a specific day of worship (Saturday).

Do not rush, give yourself time to change your own thinking, and then give your people time to make a successful transition. But, remember, nothing changes if you do not change the values that will sustain cell ministry. Let the passion for cell ministry seep deep within, so that you will live out the values of the Kingdom.

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Portuguese blog:

Dinâmica de Mudança e o Processo de Transição

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Mudar uma cultura de igreja tradicional para o ministério da igreja em células geralmente leva mais tempo do que o esperado. É claro que tudo depende da história da igreja, das tradições enraizadas e das programações ocultas que se formaram com os anos. Isso é especialmente real quando uma igreja está pouco saudável e enferma.

Se você tem uma igreja doente e quer fazer a transição para a igreja em células, você terá uma igreja em células doente.  Antes de falar sobre ministério celular é necessário pregar sobre os valores bblicos da célula, para que as pessoas percebam que o ministério celular não é mais um programa, mas um estilo de vida do Novo Testamento.

Nada pode mudar na superfcie, a menos que os valores enraizados sejam mudados. E isso leva tempo. Mudar os valores não é fácil, e isso não pode ser feito da noite para o dia. A mudança não é fácil para os pastores porque eles foram ensinados no seminário a produzir e manter um mecanismo de programas. Então se é difcil para os pastores mudarem, quanto mais difcil é para os membros da congregação! Até mesmo Jesus precisou de tempo para mudar a mentalidade de seus discpulos que estavam acostumados com as instituições do Judasmo. Eles estavam concentrados em uma localização geográfica (Israel), em um templo, em um sacerdócio limitado (Levi), e em um dia especfico de adoração (sábado).

Não tenha pressa, dê tempo a si mesmo para mudar sua própria mentalidade e depois dê tempo ao seu povo para fazer uma transição bem-sucedida. Mas lembre-se, nada vai mudar se você não mudar os valores que sustentarão o ministério celular. Deixe a paixão pelo ministério celular entrar profundamente em seu coração, para que assim você viva os valores do Reino.

Spanish blog:

Los Cambios Toman Tiempo

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Los cambios para la transición llevan más tiempo de lo que uno supone. En cada iglesia es diferente. Todo depende de la historia de la iglesia, las tradiciones arraigadas, las estructuras asfixiantes que pudieran haberse formado con el paso de los años, etc. Esto es especialmente verdad cuando hay una iglesia enferma.

Si usted tiene una iglesia enferma y desea hacer la transición hacia una iglesia celular, tendrá una iglesia celular enferma. Lo que necesitamos en todo caso es, antes de hablar de células, predicar y enseñar acerca de los valores de una iglesia neotestamentaria. Nada puede cambiarse en la superficie a menos que se cambien los valores de raz. Y eso lleva tiempo. Cambiar valores no es fácil, no se hace de la noche a la mañana.

Aun nosotros los pastores, que hemos sido enseñados en el Seminario a producir y mantener una maquinaria de programas, tenemos que cambiar nuestros valores. Y si para nosotros los pastores es difcil, ¿cuánto más lo es para los miembros de nuestras congregaciones? Incluso Jesús necesitó tiempo para cambiar la mentalidad de sus discpulos que estaban acostumbrados a las instituciones del judasmo de su época centrados en una localidad geográfica (Israel), en un templo, en un sacerdocio limitado (Lev) y en un da especfico de adoración (el sábado).

No se apure, dese tiempo a usted mismo y dele tiempo a su gente para hacer una transición exitosa. Pero, recuerde, nada cambia si no cambian los valores que sustentan nuestros ministerios. Enseñe y viva usted mismo los valores del Reino.

The Commitment of the Lead Pastor in the Transition

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By Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

One of the important things we teach in the OIKOS modules is that a pastor must be willing to invest at least five years of his ministry to make a successful cell church transition. This is key. If the pastor is planning on retiring or changing his ministry, it’s better not to start the transition process—unless he can ensure that the church is sufficiently rooted in the cell vision that the transition can continue without him. In our own ministry, one pastor told us he was ready to retire, so he could not commit to the cell church vison. We were sad that he could not continue, but we understood. We didn’t want him to start and then leave halfway through the process.

I also think it’s essential that the senior pastor leads the transition. During one point in my ministry, I was in charge of cell groups in a church where the pastor “said” he wanted to make the transition. But it never worked out. Why? For the simple reason that church members don’t follow the assistant pastor. They follow the senior pastor and his vision. If the senior pastor is not leading the transition, his actions speak much louder than his words. By his actions, the senior pastor is saying, cell ministry is not my priority.

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Portuguese blog:

O Compromisso do Pastor Principal na Transição da Igreja em Células

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Uma das coisas importantes que nós ensinamos nos módulos de pequenos grupos é que um pastor deve estar disposto a investir pelo menos cinco anos de seu ministério para fazer uma transição bem sucedida para a igreja em células. Esta é a chave. Se o pastor está pensando em se aposentar ou em mudar seu ministério, é melhor não iniciar o processo de transição- a menos que o pastor possa garantir que a igreja está enraizada o bastante na visão celular de modo que a transição continue sem ele. Em nosso próprio ministério um pastor nos disse que estava pronto para se aposentar, então ele não poderia se comprometer com a visão de igreja em células. Ficamos tristes porque ele não poderia continuar, mas nós entendemos. Nós não queramos que ele começasse e depois sasse no meio do processo.

Eu também acho essencial que o pastor principal lidere a transição. Durante um perodo em meu ministério, eu era encarregado pelas células em uma igreja onde o pastor “disse” que queria fazer a transição. Mas isso nunca funcionou. Por quê? Pela simples razão de que os membros da igreja não seguem o pastor assistente. Eles seguem o pastor principal e a sua visão. Se o pastor não está liderando a transição, suas ações falam muito mais alto que suas palavras. Com suas ações, o pastor principal está dizendo que o ministério celular não é a sua prioridade.

Spanish blog: 

El rol del liderazgo y los errores comunes en la transición

Por Ernesto Humeniuk, www.oikoslatino.org

Uno de los elementos importantes que enseñamos en el ministerio OIKOS en los módulos para el cambio es que el pastor debe estar dispuesto a invertir por lo menos cinco años de su ministerio para la transición. Esto es clave. Si el pastor tiene en mente jubilarse o cambiar de ministerio, mejor que no comience ninguna transición sin asegurarse de que si sale de la iglesia la visión esté lo suficientemente arraigada como para que la misma continúe. En nuestro propio ministerio tuvimos un pastor que nos dijo que estaba casi al jubilarse, por lo que no poda comprometerse con la visión, y dejó su puesto directivo. Aun cuando nos dio tristeza, lo entendimos. No podemos comenzar una transición y dejarla a mitad de camino.

Otro punto que me parece importante es que le mismo pastor principal es quien debe guiar la transición. Mi experiencia fue estar como “ministro de células” en una iglesia donde el pastor deca querer hacer la transición. Eso nunca funcionó y la razón es simple: la iglesia no sigue a un pastor asistente, sigue a su pastor. Y si el pastor principal no es quien dirige la transición está diciendo sin palabras: “esto no es importante, esto no es lo que yo quiero”.