Good coaches challenge and call out leadership in their small group leaders

By Jay Firebaugh, Director of Small Groups at New Life Church in Gahanna/ Columbus, Ohio.

I had lunch recently with one of my best small group leaders. He and his wife do a fantastic job of caring for and spiritually challenging the people in their small group. They have done a terrific job of creating disciple – exactly what our model aspires to create.

The reason for our lunch was that I wanted to challenge him in this next year to widen his vision to the next level. In essence, I want him to move from someone who successfully produces disciple to someone who can and does produce disciplers.

That’s what coaches do: produce and oversee disciplers! The great commission in Matthew 28:19-20 given to all of us is to produce disciples. In our church we primarily do that through small groups where, in community, we are calling each other to identify and take next spiritual steps. We see our small group leaders as the ones leading this charge of raising up Christ-followers who are growing spiritually. Small group leaders produce disciples.

Small coaches oversee these disciple-makers. Thus, their role is to oversee disciplers. My challenge to this excellent small group leader was to see his group that he and his wife are doing such a great job of leading, become several groups that he could then continue to shepherd and lead as their coach. He needed to train and equip some of these disciples that he has raised up to be disciplers.

We currently have several zones of groups, overseen by a coach, that have grown out of an initial small group. Over time the small group leader has been helped to widened their vision from disciple-maker to maker of disciplers. Their ministry has been multiplied as they became a coach.

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Portuguese blog:

Bons treinadores desafiam e chamam a liderança em seus líderes de pequenos grupos

Por Jay Firebaugh, diretor de pequenos grupos da New Life Church em Gahanna- Columbus, Ohio.

Eu almocei recentemente com um dos meus melhores líderes de pequenos grupos. Ele e a esposa fazem um trabalho fantástico de cuidar e desafiar espiritualmente as pessoas do seu pequeno grupo. Eles fizeram um excelente trabalho ao criar discípulos – exatamente o que nosso modelo aspira criar.

O motivo do nosso almoço foi que eu queria desafiá-lo no próximo ano para ampliar sua visão para o próximo nível. Em essência, quero que ele mude de alguém que produz discípulos com sucesso para alguém que produz discipuladores.

É isso que os treinadores fazem: produzem e supervisionam os discipuladores! A grande comissão em Mateus 28:19-20 dada a todos nós é para produzir discípulos. Em nossa igreja, fazemos isso principalmente através de pequenos grupos onde, em comunidade, chamamos uns aos outros para identificar e dar os próximos passos espirituais. Vemos nossos líderes de pequenos grupos como os que guam esse chamado de levantar seguidores de Cristo que estão crescendo espiritualmente. Líderes de pequenos grupos produzem discípulos.

Pequenos treinadores supervisionam esses que fazem discípulos. Assim, seu papel é supervisionar os discipuladores. Meu desafio para esse excelente líder de pequeno grupo é ver o grupo em que ele e sua esposa estão fazendo um ótimo trabalho de liderança, tornar-se vários grupos que ele poderia continuar a pastorear e liderar como seu treinador. Ele precisava treinar e equipar alguns desses discípulos que ele levantou para serem discipuladores.

Atualmente, temos várias zonas de grupos supervisionadas por um treinador, que cresceram em um pequeno grupo inicial. Com o tempo, o líder do pequeno grupo recebeu ajuda para ampliar sua visão de discípulo para discipulador. Seu ministério foi multiplicado quando eles se tornaram treinadores.

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Los buenos supervisores desafían y exigen liderazgo en sus líderes celulares

Por Jay Firebaugh, Director de Grupos celulares en la Iglesia New Life en Gahanna / Columbus, Ohio.

Recientemente almorcé con uno de mis mejores líderes celulares. Él y su esposa hacen un trabajo fantástico al cuidar y desafiar espiritualmente a las personas de su célula. Han hecho un trabajo excelente al levantar discípulos, exactamente lo que nuestro modelo aspira hacer.

La razón de nuestro almuerzo fue desafiarlo en este próximo año para ampliar su visión al siguiente nivel. En esencia, quiero que se mueva de alguien que produce discípulos con éxito a alguien que pueda producir discípuladores.

Eso es lo que hacen los supervisores: ¡producir y supervisar a los discipuladores! La gran comisión en Mateo 28: 19-20 dada a todos nosotros es producir discípulos. En nuestra iglesia lo hacemos principalmente a través de pequeños grupos donde, en comunidad, nos llamamos mutuamente para identificar y dar los próximos pasos espirituales. Vemos a nuestros líderes de grupos celulares como los que lideran esta carga de levantar seguidores de Cristo que están creciendo espiritualmente. Los líderes celulares producen discípulos.

Los supervisores pequeños supervisan a estos hacedores de discípulos. Por lo tanto, su papel es supervisar a los discipuladores. Mi desafío para este excelente líder celular fue que el viera su grupo; en el cual él y su esposa ya están haciendo un gran trabajo de liderazgo, convertirse en varios grupos, que luego podría seguir guiando y liderando como su supervisor. Necesitaba supervisar y equipar a algunos de estos discípulos que el ha levantado para que ahora puedan ser discipuladores.

Actualmente tenemos varias zonas de células, atendidas por un supervisor, que ha surgido de una célula inicial. Con el tiempo, el líder del grupo celular ha sido ayudado a ampliar su visión de discipulo a discipulador. Su ministerio fue multiplicado cuando se convirtieron en supervisores.

Span of Care – Why Coaching is So Important

By Jay Firebaugh, Director of Small Groups at New Life Church in Gahanna/ Columbus, Ohio.

The reason why cells need to multiply is to keep the span of care small enough for one leader (or married set of leaders) to be able to adequately care for people in their cell. When cells get too large, out of necessity, the leader will switch from shepherding to managing his or her people.

This is the very reason you need coaches over your cells/ small groups! If a director or cell pastor tries to oversee all the cells, what he will model for his cell leaders is management – less frequent contact just to see how things are going and if they need anything. This is an unavoidable outcome of a cell pastor or director overseeing too many cells. The span of care is exceeded! And just like it breaks down if a cell leader is trying to care for too many people in their cell, it will break down if a director is trying to care for too many cell leaders.

A better approach is for a middle level of care called coaches. A leader is caring for a comfortable number of people in their cell. They are cared for by a coach. And coaches are overseen and cared for by a director or the cell pastor.

Yes, I want my coaches to manage their cell leaders: read their reports, deal with any problems, give advice for any difficult situations or people the cell leader is facing, and continue to cast the vision for soul-care and moving toward multiplication. But I also want my coaches to provide shepherding soul-care for their cell leaders. In the same way that the cell leader is seeking to pastor and shepherd their people, a coach should be providing that for their leaders: How are they doing spiritually, praying for them, asking about their marriage and personal spiritual development.

Good coaches produce healthy growing cell leaders who produce healthy disciples for Christ. Span of care is a principle to keep in mind across your entire cell/ small group system.

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Portuguese blog:

Extensão de Cuidaado – Por que o treinamento é tão importante

Por Jay Firebaugh, diretor de pequenos grupos da New Life Church em Gahanna- Columbus, Ohio.

A razão pela qual as células precisam se multiplicar é manter o tempo de cuidado pequeno o suficiente para que um líder (ou dupla de líderes casados) possa cuidar adequadamente das pessoas em sua célula. Quando as células ficam muito grandes, por necessidade, o líder passa do pastoreio para o gerenciamento de seu pessoal.

Esta é a razão pela qual você precisa de treinadores em suas células/pequenos grupos! Se um diretor ou pastor de células tenta supervisionar todas as células, o que ele modelará para seus líderes de célula é gerenciamento – um contato menos frequente apenas para ver como as coisas estão indo e se precisam de alguma coisa. Este é um resultado inevitável de um pastor ou diretor de célula supervisionando muitas células. O período de atendimento é excedido! E, assim como ocorre quando um líder de célula está tentando cuidar de muitas pessoas em sua célula, também ocorre se um diretor está tentando cuidar de muitos líderes de célula.

Uma abordagem melhor é um nível médio de atendimento chamado treinamento. Um líder está cuidando de um número confortável de pessoas em sua célula. Eles são cuidados por um treinador. E os treinadores são supervisionados e tratados por um diretor ou pastor de células.

Sim, eu quero que meus treinadores gerenciem seus líderes de célula: que leiam seus relatórios, lidem com quaisquer problemas, deem conselhos para qualquer situação difícil ou pessoa que o líder de célula esteja enfrentando e continuem a lançar a visão para cuidar das almas e avançar em direção à multiplicação. Mas também quero que meus treinadores forneçam cuidados espirituais aos líderes de suas células. Da mesma maneira que o líder da célula está procurando pastorear os membros, um treinador deve providenciar isso para seus líderes: Como estão se saindo espiritualmente, orando por eles, perguntando sobre seu casamento e desenvolvimento espiritual pessoal.

Bons treinadores produzem líderes de células prósperos e saudável, que por sua vez produzem discípulos saudáveis para Cristo. A extensão do atendimento é um princípio a ser lembrado em todo o sistema de células/pequenos grupos.

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Alcance de la atención: por qué el supervisar es tan importante

Por Jay Firebaugh, Director de Grupos Pequeños en la Iglesia New Life en Gahanna / Columbus, Ohio.

La razón por la cual las células necesitan multiplicarse es para mantener la capacidad de atención lo suficientemente pequeña como para que un líder (o un grupo de líderes casados) pueda cuidar adecuadamente a las personas en su célula. Cuando las células se vuelven demasiado grandes, por necesidad, el líder cambiará de pastorear a administrar a su gente.

¡Esta es la razón por la que necesita supervisores sobre sus células / grupos pequeños! Si un director o pastor celular intenta supervisar todas las células, lo que modelará para sus líderes celulares es la administración, un contacto menos frecuente solo para ver cómo van las cosas y si necesitan algo. Este es un resultado inevitable de un pastor o director celular que supervisa demasiadas células. Se supera el alcance de la atención! Y al igual que se descompone si un líder celular está tratando de cuidar a demasiadas personas en su célula, se descompondrá si un director está tratando de cuidar a demasiados líderes celulares.

Un mejor enfoque para tener un nivel medio de atención se encuentra en los llamado supervisores. Un líder está cuidando a un número cómodo de personas en su célula. Los líderes son atendidos por un supervisor y los éstos son supervisados ​​y atendidos por un director o el pastor celular.

Sí, quiero que mis supervisores administren a sus líderes celulares: lean sus informes, aborden cualquier problema, den consejos sobre cualquier situación difícil o personas que el líder celular esté enfrentando, y continúen proyectando la visión del cuidado del alma y avanzando hacia la multiplicación. Pero también quiero que mis supervisores brinden cuidado pastoral para sus líderes celulares. De la misma manera que el líder celular busca guiar y pastorear a su gente, un supervisor debe proporcionar eso a sus líderes: ¿Cómo les está yendo espiritualmente, orando por ellos, preguntándoles sobre su matrimonio y su desarrollo espiritual personal?

Los buenos supervisores producen líderes celulares en crecimiento y saludables que producen discípulos saludables para Cristo. El alcance de la atención es un principio a tener en cuenta en todo el sistema de celular / grupos pequeños.

The Freedom of Vulnerability

By Jay Firebaugh, [Director of Small Groups at New Life Church in Gahanna/ Columbus, Ohio. He’s been actively working with small group point people and over-seeing life-giving small groups in a local church for 24 years. He most enjoys being husband to Janet, Dad & Father-in-law to Joanna, Darren, Joel, & Anna, and Grandpa to Carson & Landon.]

Vulnerability frees us from the trap of performance.  Nowhere does this truth prove more true than in small group community.  In a small group, as I begin to share the real struggles in my life, I am gradually released from the lie that my worth is dependent on performance.  The Scriptures teach that my worth rests on who I am in Christ, not how well I do at living up to the standards of holiness and righteousness.  As my less-than-worthy performance is exposed and I continue to be loved and accepted by the others in my small group, I gain the faith to believe that God doesn’t love and accept me on the basis of my performance either.

James 5:16 says, “Therefore confess your sins to each other and pray for each other so that you may be healed…”  The context of this passage is physical healing, but I believe this verse speaks to the healing of our souls as well.  As we learn to confess our sins to each other, our souls are released from the lies that keep us from enjoying who we are in Christ.

We’ve all been taught to put our best foot forward.  As a result, we live most of our lives with a mask.  It’s only natural that mask-wearing becomes a part of our Christian experience too.  We work hard to always present our best selves in order to ward off the rejection of others.  How could we help but carry this mindset over to our relationship with God also?

But true community frees us from this.  As our small group increases in closeness, we can risk being more and more open.  Acceptance in the whole group gives us greater courage to risk being completely open with a smaller group of one or two others within our group.  My experience has been that vulnerability comes in degrees within the small group experience.  As trust is created, I learn to be increasingly open to the whole group.  However, complete vulnerability usually occurs with a few other men or women within the larger group.  This is where real accountability takes place.  Not that I am held to some legalistic standard, but that brothers or sisters who really know me at my best and worst, hear the confession of my sin and empower me to continue to work out my salvation. (Philippians 2:12)

Often as small group leaders, or even as a pastor, we are frightened to be vulnerable.  We believe that to retain respect we can’t let others really see how sinful we are (despite the Scripture’s full disclosure of that fact).  However, I’ve learned that a leader or pastor’s greatest work is through modeling.  Your willingness to remove your mask and be vulnerable and accountable is what will really allow others within your small group to do the same.  Your failure to do so is what will keep the people of your group or your church practicing performance-oriented Christianity.

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A Liberdade da Vulnerabilidade

Por Jay Firebaugh, [Diretor de Pequenos Grupos da New Life Church em Gahanna/Columbus, Ohio. Ele tem trabalhado ativamente com pessoas de pequenos grupos e supervisionando pequenos grupos cheios de vida em uma igreja local por 24 anos. O que ele mais gosta é ser marido de Janet, pai e sogro de Joanna, Darren, Joel e Anna, e vovô de Carson & Landon]

A vulnerabilidade nos liberta da armadilha do desempenho. Em nenhum lugar essa verdade é mais verdadeira do que na comunidade de pequenos grupos. Em um pequeno grupo, quando começo a compartilhar as lutas reais da minha vida, sou gradualmente liberto da mentira de que meu valor depende do meu desempenho. As Escrituras ensinam que o meu valor está em quem eu sou em Cristo, não em quão bem eu vivo de acordo com os padrões de santidade e justiça. À medida que meu desempenho menos que digno é exposto e continuo a ser amado e aceito pelos outros no meu pequeno grupo, ganho a fé para acreditar que o amor de Deus também não depende do meu desempenho.

Tiago 5:16 diz: “Portanto, confessem seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, para que sejam curados…”. O contexto dessa passagem é a cura física, mas creio que esse verso também fala sobre a cura de nossas almas. Quando aprendemos a confessar nossos pecados uns aos outros, nossas almas são liberadas das mentiras que nos impedem de desfrutar quem somos em Cristo.

Todos fomos ensinados a dar o melhor de nós. Como resultado, vivemos a maior parte de nossas vidas com uma máscara. É natural que o uso de máscaras se torne uma parte da nossa experiência cristã também. Nós trabalhamos duro para sempre apresentar nosso melhor lado, a fim de afastar a rejeição dos outros. Assim, acabamos levando essa mentalidade ao nosso relacionamento com Deus também.

Mas a verdadeira comunidade nos liberta disso. À medida que nosso pequeno grupo aumenta em proximidade, podemos nos arriscar a ser cada vez mais abertos. A aceitação em todo o grupo nos dá maior coragem para nos arriscarmos a ser completamente abertos com um grupo menor de uma ou duas outras pessoas dentro do nosso grupo. Minha experiência tem sido que a vulnerabilidade vem em diferentes níveis dentro da experiência de pequenos grupos. À medida que a confiança é criada, eu aprendo a estar cada vez mais aberto a todo o grupo. No entanto, a vulnerabilidade completa geralmente ocorre com alguns outros homens ou mulheres dentro do grupo maior. É aqui que a responsabilidade real ocorre. Não que eu seja submetido a algum padrão legalista, mas que irmãos ou irmãs que realmente me conhecem da melhor e da pior maneira, ouçam a confissão do meu pecado e me capacitem a continuar a desenvolver minha salvação (Filipenses 2:12).

Muitas vezes, como líderes de pequenos grupos, ou mesmo como pastores, temos medo de ser vulneráveis. Acreditamos que, para manter o respeito, não podemos deixar que os outros realmente vejam como somos pecadores (apesar da revelação completa das Escrituras sobre esse fato). No entanto, aprendi que o maior trabalho de um líder ou pastor é através de seu exemplo. Sua disposição para remover sua máscara e ser vulnerável e responsável é o que realmente permitirá que os outros dentro de seu pequeno grupo façam o mesmo. Sua falha em fazer isso é o que manterá as pessoas do seu grupo ou da sua igreja praticando o cristianismo orientado para o desempenho.

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La libertad que da la vulnerabilidad

Por Jay Firebaugh, [Director de Grupos Celulares en la Iglesia New Life en Gahanna / Columbus, Ohio. Jay ha estado trabajando activamente con personas en grupos celulares y supervisando células que dan vida en una iglesia local durante 24 años. Sobre todo ahora disfruta ser marido de Janet, papá y suegro de Joanna, Darren, Joel y Anna, y abuelo de Carson y Landon.]

La vulnerabilidad nos libera de la trampa de la actuación. En ninguna parte esta verdad resulta más verdadera que en la comunidad de los grupos celulares. En un grupo celular, a medida que comienzo a compartir las verdaderas luchas en mi vida, gradualmente me libero de la mentira de que mi valor depende de la apariencia. Las Escrituras enseñan que mi valor descansa en quién soy en Cristo, no en lo bien que lo hago para cumplir con los estándares de santidad y justicia. A medida que mi poco digno desempeño está expuesto y sigo siendo amado y aceptado por los demás en mi célula, gano la fe para creer que Dios tampoco me ama y me acepta en base a mi desempeño.

Santiago 5:16 dice: “Por lo tanto, confiesa tus pecados el uno al otro y ora el uno por el otro para que puedas ser sanado …” El contexto de este pasaje es la sanidad física, pero creo que este versículo también habla de la sanidad de nuestras almas . A medida que aprendemos a confesar nuestros pecados el uno al otro, nuestras almas se liberan de las mentiras que nos impiden disfrutar de quienes somos en Cristo.

A todos nos han enseñado a dar lo mejor de nosotros mismos. Como resultado, vivimos la mayor parte de nuestras vidas con una máscara. Es natural que el uso de máscaras también se convierta en parte de nuestra experiencia cristiana. Trabajamos arduamente para presentarnos siempre lo mejor posible para evitar el rechazo de los demás. ¿Cómo podríamos ayudar, pero también llevar esta mentalidad a nuestra relación con Dios?

Pero la verdadera comunidad nos libera de esto. A medida que nuestra célula aumenta en cercanía, podemos arriesgarnos a ser cada vez más abiertos. La aceptación en todo el grupo nos da mayor coraje para arriesgarnos a ser completamente abiertos con un grupo más pequeño de uno o dos más dentro de nuestra célula. Mi experiencia ha sido que la vulnerabilidad viene en grados dentro de la experiencia celular. A medida que se crea confianza, aprendo cada vez más a todo el grupo. Sin embargo, la vulnerabilidad completa generalmente ocurre con algunos otros hombres o mujeres dentro del grupo más grande. Aquí es donde se lleva a cabo la verdadera rendición de cuentas. No es que esté sujeto a algún estándar legalista, sino que los hermanos o hermanas que realmente me conocen en lo mejor y en lo peor, escuchan la confesión de mi pecado y me capacitan para continuar trabajando en mi salvación. (Filipenses 2:12)

A menudo, como líderes celulares, o incluso como pastores, tenemos miedo de ser vulnerables. Creemos que para mantener el respeto no podemos dejar que otros vean realmente lo pecaminosos que somos (a pesar de la revelación completa de este hecho en las Escrituras). Sin embargo, he aprendido que el mejor trabajo de un líder o pastor es a través del modelaje. Su disposición para quitarse la máscara y ser vulnerable y responsable es lo que realmente permitirá que otros miembros de su célula hagan lo mismo. Si no lo haces, mantendrás a las personas de tu célula o iglesia practicando el cristianismo orientado al desempeño.

The Fear of Vulnerability

By Jay Firebaugh, [Director of Small Groups at New Life Church in Gahanna/ Columbus, Ohio. He’s been actively working with small group point people and over-seeing life-giving small groups in a local church for 24 years. He most enjoys being husband to Janet, Dad & Father-in-law to Joanna, Darren, Joel, & Anna, and Grandpa to Carson & Landon.]

Recently a man was sharing with me about how much he loved our church, but the initial fear he had of going to a small group.  I believe his words were something like, “I’m just not the kind of guy who likes spilling his guts to a bunch of strangers!”

I did my best to assure him that in a small group nobody makes anybody share anything they don’t want to share.  Secondly, that most vulnerable sharing generally occurs in the smaller group time after we’ve broken down into groups of 2 or 3 people.  And thirdly, I expect he’d realize after a while that when he did want to open up about something real that is going on in his life, that these guys who he’d be opening up to aren’t “a bunch of strangers” but rather close friends who are committed to loving him and praying with him about the real issues on his heart!

Just the same – vulnerability can be downright scary – especially for men! (Though I’ve also seen a lot of women fight against vulnerability). But the good news is, once you’ve experienced it (NOT “spilling your guts to a bunch of strangers” but rather opening up about the real struggles in your life to a few trusted others who love you and are committed to you) there’s nothing like it to breathe freedom and release into your soul.  

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O Medo da Vulnerabilidad

Por Jay Firebaugh, [Diretor de Pequenos Grupos da New Life Church em Gahanna/Columbus, Ohio. Ele tem trabalhado ativamente com pessoas de pequenos grupos e supervisionando pequenos grupos cheios de vida em uma igreja local por 24 anos. O que ele mais gosta é ser marido de Janet, pai e sogro de Joanna, Darren, Joel e Anna, e vovô de Carson & Landon]

Recentemente, um homem estava compartilhando comigo sobre o quanto ele amava a nossa igreja, mas o medo inicial que ele tinha de ir a um pequeno grupo. Acredito que suas palavras foram algo como: “Eu não sou o tipo de cara que gosta de expor suas entranhas para um bando de estranhos!

Fiz o meu melhor para garantir a ele que em um pequeno grupo ninguém faz ninguém compartilhar algo que não queira compartilhar. Em segundo lugar, o compartilhamento mais vulnerável geralmente ocorre no grupo menor, depois de termos dividido em grupos de 2 ou 3 pessoas. E em terceiro lugar, eu espero que ele perceba depois de um tempo que quando ele quiser se abrir sobre algo real que está acontecendo em sua vida, que os homens com quem ele estaria se abrindo não são “um bando de estranhos”, mas sim amigos próximos que estão comprometidos em amá-lo e orar com ele sobre as verdadeiras questões em seu coração!

Apenas o mesmo de sempre- a vulnerabilidade pode ser absolutamente assustadora – especialmente para os homens (embora eu também já tenha visto muitas mulheres lutando contra a vulnerabilidade)! Mas a boa notícia é que, uma vez que você tenha experimentado isso (NÃO “expor suas entranhas para um bando de estranhos”, mas sim se abrir sobre as verdadeiras lutas de sua vida para alguns poucos que confiam em você e estão comprometidos com você) nada como isto para respirar liberdade e liberá-la em sua alma.

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El miedo a la vulnerabilidad

Por Jay Firebaugh, [Director de Grupos Celulares en la Iglesia New Life en Gahanna / Columbus, Ohio. Jay ha estado trabajando activamente con personas en grupos celulares y supervisando células que dan vida en una iglesia local durante 24 años. Sobre todo ahora disfruta ser marido de Janet, papá y suegro de Joanna, Darren, Joel y Anna, y abuelo de Carson y Landon.]

Recientemente, un hombre compartía conmigo sobre cuánto amaba a nuestra iglesia, pero el temor inicial que tenía de ir a una célula. Creo que sus palabras fueron algo así como: “¡No soy el tipo de persona al que le gusta compartir sus secretos a un montón de extraños!”

 Hice todo lo posible para asegurarle que en un célula nadie hace que compartas algo, que no quieras compartir. En segundo lugar, el intercambio más vulnerable generalmente ocurre en el tiempo de células aun más pequeñas, después de que nos dividimos en grupos de 2 o 3 personas. Y en tercer lugar, espero que después de un tiempo se diera cuenta de que cuando quería hablar sobre algo real que está sucediendo en su vida, que estos tipos a los que se abriría no son “un montón de extraños”. ”¡Pero más bien amigos cercanos que están comprometidos a amarlo y orar con él sobre los problemas reales en su corazón!

 De todos modos, la vulnerabilidad puede ser realmente aterradora, ¡especialmente para los hombres! (Aunque también he visto a muchas mujeres luchar contra la vulnerabilidad). Pero la buena noticia es que, una vez que lo hayas experimentado (NO “compartir tus secretos a un montón de extraños”, sino más bien abrirte acerca de las verdaderas luchas en tu vida a unos pocos de confianza que te aman y están comprometidos contigo), no hay como respirar libertad y liberar tu alma.

 

 

The Best Groups Have Everybody Engaged

By Jay Firebaugh, [Director of Small Groups at New Life Church in Gahanna/ Columbus, Ohio. He’s been actively working with small group point people and over-seeing life-giving small groups in a local church for 23 years. He best enjoys being called husband, Dad, & Grandpa by the most important small groups he’s involved with]

Good small group members go to their group ready to engage and serve, not simply showing up to be ministered to! So how do you do that?

Come “prayed up” – Anticipate group night as a time God will use you. Listen as others share. Look for non-verbal clues as to how others are really doing. Always be looking for how you might step into or speak into the lives of others in the group. Pray in anticipation, “Lord use me tonight when we meet.”

Pray for others. During the week pray for the people in your group earnestly and with passion. At group, be sure to engage individuals as to how God might be working in situations you’ve been praying over for them.

Use your spiritual gifts in your group. Small groups are the first place of ministry for its members. Stop thinking about spiritual gifts as primarily something that’s used to serve the church. Remember that your small group IS the church! As situations and needs arise, step into the things that resonate for you. Are you moved when you become aware of members’ difficulties and struggles. Then chances are you have mercy gifts – so show mercy to people in need in your group! Do you notice the cups and plates being left around by others? Chances are you have helps gifting, so pitch in and help collect the trash! Is planning group outings fairly easy for you? Then chances are you have administration gifts. Use them by volunteering to organize and plan things that your group might want to be engaged with.

Speak up  during the Bible study. You have insights and experiences worth sharing. We learn from hearing each other so be sure to share how God is speaking to you – especially as it relates to your personal life and conviction. Your vulnerability helps others open up more.

Speak less during the Bible study. Sometimes we’re so anxious to share that we monopolize. Chances are we have valuable insights worth sharing, but often others don’t share because they’re content to let others do the talking for them. Be aware. Sometimes we do well to hold back in order to let others share and instead encourage them by saying “Wow – great word, thanks for sharing that!”

Call & text during the week. Nothing says you care about others like a personal contact between meetings. Don’t just let this be the “job” of the leader. Set the pace in being actively involved in the lives of others in your group. Ask for others to pray for you about specific things. Call others and ask them to go with you when you’re doing something just so you can spend personal time together.

Reach out to others who don’t know Jesus and ask them to visit your group. Or invite them to a fun activity your group is doing. Or just have them over to your house and invite others in your small group to come as well. If you meet someone new at church, invite them to visit your small group. This isn’t just the leader’s job.

The best groups work to be the body of Christ to each other. This takes all of us seeing community and group life being the responsibility of all of us. So let’s all get busy.

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Os Melhores Grupos têm Todos Envolvidos

Por Jay Firebaugh, [Diretor de Pequenos Grupos na New Life Church em Gahanna/ Columbus, Ohio. Ele tem trabalhado ativamente com pequenos grupos e supervisionado grupos avivados em uma igreja local há 23 anos. Ele ama ser chamado de marido, pai e avô pelos pequenos grupos mais importantes em sua vida].

Bons membros de pequenos grupos vão ao seu grupo prontos para se envolver e servir, não simplesmente aparecendo para serem ministrados! Então, como fazer isso?

Venha “orado” – Antecipe a noite em grupo como um tempo que Deus vai usar você. Ouça como os outros compartilham. Procure por pistas não verbais sobre como os outros realmente estão. Sempre procure como você pode entrar ou falar na vida dos outros no grupo. Ore em antecipação: “Senhor, use-me esta noite quando nos encontrarmos”.

Ore pelos outros. Durante a semana, ore pelas pessoas do seu grupo com sinceridade e paixão. No grupo, certifique-se de engajar os indivíduos sobre como Deus pode estar trabalhando em situações pelas quais você tem orado por eles.

Use seus dons espirituais em seu grupo. Pequenos grupos são o primeiro lugar de ministério para seus membros. Pare de pensar nos dons espirituais como algo primeiramente usado para servir a igreja. Lembre-se que seu pequeno grupo É a igreja! À medida que surgem situações e necessidades, dê um passo em direção às coisas que ressoam para você. Você se emociona quando se torna consciente das dificuldades e lutas dos membros? É provável que você tenha um dom de misericórdia – então mostre misericórdia às pessoas necessitadas de seu grupo! Você percebe os copos e pratos sendo deixados por outros? É provável que você tenha um dom de ajuda, por isso participe e ajude a coletar o lixo! Planejar saídas de grupo é razoavelmente fácil para você? Então é provável que você tenha dom de administração. Use-os se voluntariando para organizar e planejar coisas com as quais seu grupo pode querer se envolver.

Solte a voz durante o estudo da Bíblia. Você tem ideias e experiências que valem a pena compartilhar. Aprendemos ouvindo uns aos outros, então não deixe de compartilhar como Deus está falando com você – especialmente no que se refere à sua vida pessoal e convicção. Sua vulnerabilidade ajuda os outros a se abrirem mais.

Fale menos durante o estudo da Bíblia. Às vezes estamos tão ansiosos para compartilhar que monopolizamos. É provável que tenhamos informações valiosas que valem a pena compartilhar, mas muitas vezes as pessoas não compartilham porque se contentam em deixar que os outros falem por elas. Seja consciente. Às vezes, fazemos bem em nos reter para permitir que os outros compartilhem e, em vez disso, encorajamo-nos dizendo “Uau, muito obrigado por compartilhar isso!”

Ligue e escreva durante a semana. Nada diz mais que você se preocupa com os outros quanto um contato pessoal entre as reuniões. Não deixe isso ser apenas o “trabalho” do líder. Defina o ritmo em estar ativamente envolvido na vida de outras pessoas do seu grupo. Peça aos outros para orarem por você sobre coisas específicas. Ligue para os outros e peça para eles irem com você quando você estiver fazendo algo para poder passar um tempo pessoal juntos.

Alcance outras pessoas que não conhecem Jesus e peça que visitem seu grupo. Ou convide-os para uma atividade divertida que seu grupo vai fazer. Ou simplesmente os leve para sua casa e convide outros no seu pequeno grupo para virem também. Se você encontrar alguém novo na igreja, convide-o para visitar seu pequeno grupo. Este não é apenas trabalho do líder.

Os melhores grupos trabalham para ser o corpo de Cristo um para o outro. Isso requer que todos nós vejamos a comunidade e a vida em grupo como responsabilidade de todos nós. Vamos todos ficar ocupados!

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Los mejores grupos tienen a todos involucrados

Por Jay Firebaugh, [Director celular en New Life Church en Gahanna / Columbus, Ohio. Jay ha estado trabajando activamente con el movimiento celular y supervisando células que dan vida en una iglesia local, durante 23 años. Lo que más le gusta es ser llamado esposo, papá y abuelo por lacélula más importante con la que está involucrado]

Los buenos miembros de las células van a su reunión, listos para participar y servir, ¡no simplemente se presentan para ser ministrados! Asi qué como haces eso?

Ve “orado” – Anticipa la noche de reunión como un tiempo en que Dios te usará. Escucha mientras otros comparten. Busca pistas no verbales sobre cómo otros están en sus vidas. Siempre busca cómo poder intervenir o hablar sobre las vidas de otros en la célula. Ora con anticipación, “Señor, úsame esta noche cuando nos reunamos”.

Ora por los demás durante la semana, oren por las personas de su célula con seriedad y pasión. En la reunión asegúrate de involucrar a las personas y hacerles saber como Dios podría estar trabajando en las situaciones en las que tu has estado orando por ellos.

Usa tus dones espirituales en tu célula. Las células son el primer lugar del ministerio para sus miembros. Deja de pensar en los dones espirituales como principalmente algo que se usa para servir a la iglesia. ¡Recuerda que tu célula ES la iglesia! A medida que surjan situaciones y necesidades, reflexiona en las cosas que resuenan para ti. ¿Te conmueves cuando te das cuenta de las dificultades y luchas de los miembros? Entonces es probable que tengas dones de misericordia, ¡así que muestra misericordia a las personas necesitadas de tu célula! ¿Ves las tazas y platos que dejan los demás? Lo más probable es que tengas el don de la ayuda, ¡así que inclínate y ayuda a recoger la basura! ¿Es bastante fácil para ti organizar salidas grupales? Entonces es probable que tengas dones de administración. Úsalos como voluntario para organizar y planificar cosas con las que tu grupo pueda querer comprometerse.

Habla durante el estudio de la Biblia. Tienes ideas y experiencias que vale la pena compartir. Aprendemos de escucharnos unos a otros, así que asegúrate de compartir cómo Dios te está hablando, especialmente en lo que se refiere a tu vida personal y tus convicción. Tu vulnerabilidad ayuda a otros a abrirse más.

Habla menos durante el estudio de la Biblia. A veces estamos tan ansiosos por compartir que monopolizamos. Lo más probable es que tengamos valiosos conocimientos que valen la pena compartir, pero a menudo otros no los comparten porque están contentos de dejar que otros hablen por ellos. Ten cuidado porque a veces hacemos bien en retenernos para que los demás puedan compartir y en su lugar alentarlos diciendo “Impresionante, gran palabra, ¡gracias por compartir eso!”

Llamadas y mensajes de texto durante la semana. Nada dice me importas tanto, como un contacto personal entre reuniones. No dejes que este sea el “trabajo” del líder. Debes de establecer el ritmo en participar activamente en las vidas de otras personas en tu célula. Pide a otros que oren por ti sobre cosas específicas. Llama a otros y pídeles que te acompañen cuando estés haciendo algo y así podrán pasar tiempo juntos.

Acércate a otros que no conocen a Jesús y pídeles que visiten tu célula. O invítalos a una actividad divertida que tu célula está haciendo. O simplemente llévalos a tu casa e invita a otros en tu célula a venir también. Si te encuentras con alguien nuevo en la iglesia, invítalos a visitar tu célula. Este no es solo el trabajo del líder.

Las mejores células trabajan para ser el cuerpo de Cristo para todos lo miembros de esta. Esto nos lleva a todos a ver que la comunidad y la vida celular como uba responsabilidad de todos nosotros. Así que todos vamos a trabajar.