Am I The One Who Should Take Care Of My Brother?

By José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“The Lord asked Cain:

—Where is your brother Abel?

“I don’t know,” he answered.

Am I the one who should take care of my brother?” (Genesis 4:9 NIV)

https://bible.com/bible/128/gen.4.9.NIV

Cain jumps onto the biblical stage as the first murderer in history, attacking and killing Abel, his brother. After him, many more have committed the same and even worse crimes: wars, genocides, and homicides, for example. Along with these, other similar things: individualism, independence, and loneliness, all of which threaten life in community.

The crises we are experiencing today result from the same attitude as Cain.

This question is worth seriously considering in our personal and ministerial lives—and to be able to answer it with absolute sincerity. In doing so, we will choose one of two styles of “living” as a church: Either the path of collective celebrations without any integration among the members or the path of small groups to bring people back to the community, to the Body of Christ.

Adicelia didn’t think much about it. She just acted. She is 70 years old and leads a small group. When she found out that Rebeca, one of the ladies supervising her, was diagnosed with cancer, she did not hesitate to lend her support. Out of pure love, Adicelia has been with Rebeca in many of the treatment sessions that she has been undergoing for two years. Today, my wife and I heard her story and were thrilled that some are convinced of God’s Vision for his church, so do not hesitate to respond positively.

Yes, it is I who must take care of my brother!

The best place to put this life commitment into action is in a small group.

The Lord Himself will give us creative ideas and the necessary resources to experience, develop, and enjoy it!

Come on, let’s take care of our brothers!  

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Portuguese Blog:

Sou eu quem deve guardar o meu irmão?

José R. Zavala V., Pastor Fundador da Igreja em Guayaquil Norte – Equador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“Então, o Senhor perguntou a Caim:

― Onde está Abel, o seu irmão?

Ele respondeu:

― Não sei. Sou eu quem deve guardar o meu irmão? (Gênesis 4:9 NVI)

https://www.bible.com/bible/129/GEN.4.9

Caim aparece no palco das histórias bíblicas como o primeiro homicida da história, atacando e matando seu irmão Abel. Depois dele, muitas outras pessoas cometeram o mesmo crime e crimes ainda piores: guerras, genocídios e homicídios, por exemplo. Junto a estes, outras coisas similares: individualismo, independência e solidão. Todas estas coisas ameaçam a vida em comunidade.

As crises que estamos experimentando hoje são resultado da mesma atitude que Caim demonstrou.

Vale a pena considerar com seriedade este assunto em nossas vidas pessoais e ministeriais, e precisamos ser capazes de responder a isso com absoluta sinceridade. Ao fazer isso, escolheremos dois estilos de “vida” como igreja: o caminho das celebrações coletivas sem nenhuma integração entre os membros ou o caminho dos pequenos grupos para trazer as pessoas de volta à comunhão, de volta ao Corpo de Cristo.

Adicelia não era de pensar muito. Ela simplesmente fazia. Ela tem 70 anos e lidera uma célula. Quando ela soube que uma das suas supervisoras, Rebeca, foi diagnosticada com câncer, ela não hesitou em oferecer apoio. Como um ato de puro amor, Adicelia acompanhou Rebeca em muitas das sessões de tratamento que ela tem feito nos últimos dois anos. Eu e minha esposa ouvimos a história da Adicelia hoje mesmo, e ficamos muito animados com a conclusão de que as pessoas que estão convencidas da visão de Deus para sua Igreja não hesitam em responder positivamente.

Sim, sou eu quem devo guardar, quem devo cuidar do meu irmão!

O melhor lugar para praticar este compromisso de vida e colocá-lo em prática é a célula.

O próprio Senhor nos dará ideias criativas e os recursos necessários para experimentar, desenvolver e desfrutar de tudo isso!

Vamos cuidar de nossos irmãos!

Spanish blog:

¿Acaso Soy Yo El Que Debe Cuidar A Mi Hermano?

Por José R. Zavala V., pastor fundador de Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“El Señor preguntó a Caín: 

—¿Dónde está tu hermano Abel? 

—No lo sé —respondió—. 

¿Acaso soy yo el que debe cuidar a mi hermano?” Génesis 4:9 NVI

 https://bible.com/bible/128/gen.4.9.NVI

Caín salta al escenario bíblico como el primer asesino de la historia, atacando y matando a Abel, su hermano. Después de él, muchos más han cometido los mismos y, hasta peores delitos: guerras, genocidios y homicidios son una pequeña muestra. Junto con estos, otras cosas parecidas: el individualismo, la independencia, la soledad, todo lo cual atenta contra la vida en comunidad

Las crisis que vivimos hoy en día, son resultado de la misma actitud de Caín

Vale la pena considerar seriamente esta pregunta, en nuestra vida personal y ministerial. Y, poder responderla con absoluta sinceridad. Al hacerlo, escogeremos uno de dos estilos de “vivir” como iglesia: O, el camino de las celebraciones colectivas sin ninguna integración entre los miembros o, el camino de los grupos pequeños para traer de regreso a la gente a la comunidad, al Cuerpo de Cristo. 

Adicelia no lo pensó mucho, solamente actuó en consecuencia

Tiene 70 años de edad y lidera un grupo pequeño.  Cuando se enteró que Rebeca, una de las señoras que están a su cargo fue diagnosticada con cáncer, no dudó en prestarle su apoyo. Sin interés alguno, Adicelia ha estado junto a Rebeca en algunas sesiones de su tratamiento que lleva ya 2 años. Hoy, mi esposa y Yo escuchamos su historia y nos emocionamos al saber que hay quienes, convencidos de la Visión de Dios para Su iglesia, no dudan en responder positivamente.

¡Sí, soy Yo el que debe cuidar a mi hermano!

Y, el mejor lugar para poner en acción este compromiso de vida, es el grupo pequeño.

El Señor mismo nos dará ideas creativas y los recursos necesarios para experimentarlo, desarrollarlo y ¡disfrutarlo!

Vamos, ¡cuidemos a nuestros hermanos!

Don’t Let the Salt Lose its Flavor!

By José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“You are the salt of the earth. But what good is salt if it has lost its flavor [saltiness]? Can they make it salty again? They will discard it and trample it as something of no value” (Matthew 5:13, NLT) https://bible.com/bible/127/mat.5.13.NTV

“You are the salt of the earth,” says Our Lord and Master Jesus. To whom is Jesus addressing these words? There is no doubt that he addressed these words to his disciples, making a clear distinction between crowds and disciples:

We read, “Seeing the crowds gathering, Jesus went up to the mountainside and sat down. His disciples gathered around him, and he began to teach them” (Matthew 5:1-2, NLT)  https://bible.com/bible/127/mat.5.1-2.NTV

Most likely, the multitudes remained below while his disciples ascended the mountainside with him.

“What is the use of salt if it has lost its flavor (its strength, its quality; AMPC)?” he asks them. But Jesus is asking us the same question. The obvious answer is that keeping our saltiness requires us to maintain contact with those around us to serve, influence, and transform them with the powerful message of the gospel.

While continuing to minister to the crowds, our primary focus should be on making disciples. We need to spend more quantity and quality time with them to help them be like the Master. The small group is by far the best space for the practical training of the disciples of Jesus.

From among “the crowd” – the congregation, the church – let us select those who will be disciples, to intentionally train them in small groups in evangelism, leadership, and pastoral care to, in turn, serve “the crowd,” that is to give flavor to this tasteless world that in its agony does not find meaning.

Christ is present in the world through his disciples. Let us stay strong in the God-given task of forming them into his image so that the salt does not lose its flavor.

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Portuguese blog:

Não permita que o sal perca seu sabor!

José R. Zavala V., Pastor Fundador da Igreja em Guayaquil Norte – Equador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“Vocês são o sal da terra. Se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para coisa alguma, a não ser para ser jogado fora e ser pisado pelos homens” (Mateus 5:13 Nova Bíblia Viva Português) https://www.bible.com/bible/1966/MAT.5.13

“Vocês são o sal da terra”, diz nosso Senhor e Mestre Jesus. A quem Jesus dirigiu estas palavras? Não há dúvida de que ele dirigiu estas palavras a seus discípulos, fazendo uma clara distinção entre as multidões e os discípulos:

Também lemos, “Um dia, quando as multidões estavam reunidas, Jesus subiu a encosta do monte com seus discípulos, sentou-se e ensinava a todos ali” (Mateus 5:1-2 Nova Bíblia Viva Português)https://www.bible.com/bible/1966/MAT.5.1

Provavelmente as multidões permaneceram na base do monte quando os discípulos subiram o monte com Jesus.

“Para que serve o sal se ele tiver perdido o seu sabor (sua força, sua qualidade)?” Foi a pergunta de Jesus aos discípulos. Jesus está fazendo a mesma pergunta a nós. A resposta óbvia é de que para nos mantermos salgados, precisamos manter contato com as pessoas ao nosso redor para que possamos servir, influenciar e transformar estas pessoas através da poderosa mensagem do Evangelho.

Certamente devemos continuar a ministrar às multidões, mas enquanto estivermos fazendo isso, devemos manter nosso foco em fazer discípulos. Precisamos investir mais quantidade e mais qualidade de tempo neles para que possam ser como o Mestre é.  A célula é de longe o melhor espaço para que os discípulos de Jesus recebam treinamento adequado.

Na multidão – na congregação, na igreja – podemos selecionar aqueles que serão discípulos, para que possamos treiná-los em pequenos grupos a respeito do evangelismo, liderança e cuidado pastoral, para que possam por sua vez, servir à multidão, ou seja, trazer sabor a este mundo sem gosto que, em sua agonia, não consegue achar seu propósito.

Cristo está presente no mundo hoje através de seus discípulos. Permaneçamos fortes na tarefa entregue por Deus, de formar pessoas à Sua imagem, para que o sal não perca seu sabor.

Spanish blog:

¡Que La Sal No Pierda Su Sabor!

José R. Zavala V., Pastor Fundador de la igleia deGuayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala ; www.instagram.com/pastoreszavala

“»Ustedes son la sal de la tierra. 

Pero ¿para qué sirve la sal si ha perdido su sabor? 

¿Pueden lograr que vuelva a ser salada? 

La descartarán y la pisotearán como algo que no tiene ningún valor.”

(Mateo 5:13, NTV) 

https://bible.com/bible/127/mat.5.13.NTV

“Ustedes son la sal de la tierra”, dice Nuestro Señor y Maestro Jesús

¿A quienes dirige estas palabras? No cabe la menor duda que, a sus discípulos, quienes se juntan a su alrededor, haciendo clara la distinción entre multitudes y, discípulos:

Al ver que las multitudes se reunían, 

Jesús subió a la ladera de la montaña y se sentó. 

Sus discípulos se juntaron a su alrededor, y él comenzó a enseñarles.” (Mateo 5:1-2, NTV)

 https://bible.com/bible/127/mat.5.1-2.NTV

Es que las multitudes se quedan abajo mientras que los discípulos, ascienden. 

“¿Para qué sirve la sal si ha perdido su sabor (su fuerza, su calidad; AMPC)?”, les pregunta a ellos tanto como a nosotros, buscando la respuesta obvia que obliga a tomar la acción  correspondiente que incluye el mantener contacto con quienes nos rodean con el fin de servirlos, influirlos y transformarlos con el poderoso mensaje del evangelio 

Sin dejar de atender a las multitudes, nuestro enfoque principal debe ser formar discípulos. Con ellos pasamos mayor cantidad y calidad de tiempo, con el objetivo de entrenarlos. Haciéndolo es que encontramos que el grupo pequeño es el mejor espacio para el entrenamiento práctico de los discípulos de Jesus a nuestro cargo.

De entre “la multitud” – la congregación, la iglesia – seleccionemos a quienes serán discípulos, para entrenarlos intencionalmente en los grupos pequeños en el evangelismo, el liderazgo y el cuidado pastoral para, a su vez, servir a “la multitud”, para darle sabor a este mundo desabrido que en su agonía no encuentra sentido.

Cristo esta presente en el mundo a través de Sus discípulos. Prosigamos en la tarea continua de formarlos a Su imagen, para que la sal no pierda su sabor

You Are That Man!

José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

The office of the prophet, especially in the Old Testament, was characterized by conviction and energy in pointing out sin. The prophet dared to denounce the sin of nations, peoples, and kings.

A scene that personally catches my attention is the one in which the prophet Nathan confronted King David with his sin. He does it cautiously and precisely.

David, who was a man after God’s own heart, was stripped naked before Nathan’s prophetic words (2 Samuel 12:7ff). A leader as charismatic as David, who enjoyed the favor of the people for his personality and his achievements, could have turned a deaf ear to Nathan’s prophetic word. Rather, he was sensitive and repented of the sin he had committed.

I believe with all my heart that we all need to be like David and hear what God is saying today. Denominational Presidents, Pastors of large churches, and all Cell Leaders need to be as vulnerable as David and hear what God is saying to us. We’ve been hearing over and over on the news about the sad state of the church and how many prominent leaders have fallen into sin.

It would have been very easy for King David to ignore and even kill the prophet and his message. The Bible lets us know that the opposite happened: the relationship between the prophet and the king lasted for many years. It seems to me that sincerity, trust, and gratitude increased over time and the two became very close. Nathan is later mentioned along with Zadok the priest, Benaiah son of Jehoiada, Shimei, Rei, and all David’s great ones (1 Kings 1:8, KJV 1995).

Dear fellow servant:

• Have you ever been confronted by a man of God who pointed out a particular sin to you?

• Do you have in your close circle a prophet of God whom you trust?

• Are you ready to open your heart, make yourself vulnerable, and listen to a Nathan in your life?

May God fulfill this in your life!

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Portuguese blog:

Você é Esse Homem!

José R. Zavala V., pastor fundador de Guayaquil Norte – Equador,  www.facebook.com/pastoreszavalawww.instagram.com/pastoreszavala

O ofício do profeta, especialmente no Antigo Testamento, era caracterizado pela convicção e energia em apontar o pecado. O profeta ousava denunciar o pecado das nações, povos e reis.

Uma cena que pessoalmente me chama a atenção é aquela em que o profeta Natã confrontou o rei Davi com seu pecado. Ele faz isso com cautela e precisão.

Davi, que era um homem segundo o coração de Deus, foi despido diante das palavras proféticas de Natã (2 Samuel 12:7ss). Um líder tão carismático como Davi, que gozava do favor do povo por sua personalidade e suas realizações, poderia ter feito ouvidos moucos à palavra profética de Natã. Em vez disso, ele foi sensível e se arrependeu do pecado que havia cometido.

Acredito de todo o coração que todos nós precisamos ser como Davi e ouvir o que Deus está dizendo hoje. Presidentes denominacionais, pastores de grandes igrejas e todos os líderes de célula precisam ser tão vulneráveis quanto Davi e ouvir o que Deus está nos dizendo. Temos ouvido repetidamente as notícias sobre o triste estado da igreja e os muitos líderes proeminentes que caíram em pecado.

Teria sido muito fácil para o rei Davi ignorar e até mesmo matar o profeta e sua mensagem. A Bíblia nos deixa saber que aconteceu o contrário: a relação entre o profeta e o rei durou muitos anos. Parece-me que a sinceridade, a confiança e a gratidão aumentaram com o tempo e os dois ficaram muito próximos. Natã é mencionado mais tarde junto com Zadoque, o sacerdote, Benaia, filho de Joiada, Simei, Rei e todos os grandes de Davi (1 Reis 1:8).

Caro companheiro de serviço:

  • Você já foi confrontado por um homem de Deus que apontou um pecado em particular para você?
  • Você tem em seu círculo próximo um profeta de Deus em quem você confia?
  • Você está pronto para abrir seu coração, tornar-se vulnerável e ouvir um Natã em sua vida?

Que Deus cumpra isso em sua vida!

Spanish blog:

¡Tú Eres Ese Hombre!

José R. Zavala V., Pastor fundador de Guayaquil Norte – Equador,  www.facebook.com/pastoreszavalawww.instagram.com/pastoreszavala

El oficio del profeta ha estado caracterizado por la convicción y energía al señalar el pecado. En el Antiguo Testamento, el profeta se atreve a denunciar el pecado de naciones, pueblos y reyes.

Una escena que en lo personal, me llama mucho la atención es aquella en la que el profeta Nathan decide confrontar al rey David con su pecado. Lo hace con cautela y con precisión. El rey “conforme al corazón de Dios” queda desnudado por la acción del profeta. (2 Samuel 12:7ss)

Un líder tan carismático como David, que gozaba del favor del pueblo por su personalidad y sus logros alcanzados, pudo haberse hecho oidos sordos al señalamiento de Nathan. Sin embargo, aún cuando pudo mandar a callar esa voz profética para siempre, fue sensible y se arrepintió del pecado que habia cometido.

Creo con todo mi corazón, que todos necesitamos de un Profeta para nuestro propio bien. Presidentes denominacionales, Pastores de iglesias numerosas, Líderes de grupos celulares, todos somos tan vulnerables como David. Las tristes noticias de las que nos enteramos vez tras vez acerca de las caidas estrepitosas de grandes ministros cristianos deben convencernos de esta afirmación.

Habría sido muy fácil para el Rey ignorar y hasta liquidar al profeta y a su mensaje. La Biblia nos deja saber que sucedió todo lo contrario: la relación entre el profeta y el rey duró por muchos años. Me parece que la sinceridad, la confianza y la gratitud se incrementaron con el paso del tiempo y ambos llegaron a ser muy unidos. Más adelante se menciona a Nathan junto con el sacerdote Sadoc, Benaía hijo de Joiada, Simei, Rei y todos los grandes de David. (1 Reyes 1:8, RVR 1995)

Querido Consiervo:

  • ¿Has sido confrontado alguna vez por un hombre de Dios quien te señaló un pecado en particular?
  • ¿Tienes en tu círculo cercano a un profeta de Dios en quien tú confies?
  • ¿Estás listo para abrir tu corazón, hacerte vulnerable y escuchar a un Nathan en tu vida?

¡Que así sea!

Vulnerable

José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

“I think we have bought into the Instagram concept of triumphalism” a well-known Spanish Christian singer recently said. He was referring to what we publish on social networks: only the good, only our successes, never our failures.

I have found over the years that this is a danger zone in the lives of all Leaders, including Pastors. Sadly,  

  • We are often talking about our achievements during our social gatherings.
  • The testimonies we hear in our churches are often testimonies of success—even as we talk about healings and miracles that we receive from God.
  • The Pastors and Leaders Conventions are loaded with stories of triumph that garner great applause from those listening.

And all these success stories often diverts our attention from the maturing, growth process, so that we can reach what we call “success”.

However, the reality is that life itself is a state of profit and loss. All of our failures help us to achieve that long-awaited success. Not recognizing that trials and failures are a normal part of the Christian life is very dangerous because we mistakenly assume that we are invincible and all-sufficient.

A Pastor whom I greatly admired, repeated several times: “When you think that something bad cannot happen to you; that very thing is probably already happening to you.” What did that pastor mean? He was simply reminding people that we must be aware that we are human beings who are weak, vulnerable, and made of flesh and blood.

Being vulnerable enables us to receive the extra help we need, first directly from our God and second personally through counselors, mentors, and spiritual parents.

It does us a lot of good to know that we are vulnerable, so we can seek help immediately.

Remember the words of Paul, “Therefore, for the love of Christ, I rejoice in weaknesses, in insults, in needs, in persecutions, in anguishes; because when I am weak, then I am strong.” (2 Corinthians 12:10, KJV 1995)

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Vulnerável

José R. Zavala V., Pastor Fundador de Guayaquil Norte – Equador,  www.facebook.com/pastoreszavalawww.instagram.com/pastoreszavala

“Acho que compramos o conceito de triunfalismo do Instagram”, disse recentemente um conhecido cantor cristão espanhol. Ele se referia ao que publicamos nas redes sociais: apenas o bem, apenas nossos sucessos, nunca nossos fracassos.

Descobri ao longo dos anos que esta é uma zona de perigo na vida de todos os Líderes, incluindo os Pastores. Infelizmente,

  • Muitas vezes estamos falando sobre nossas conquistas durante nossos encontros sociais.
  • Os testemunhos que ouvimos em nossas igrejas são muitas vezes testemunhos de sucesso – mesmo quando falamos sobre curas e milagres que recebemos de Deus.
  • As Convenções de Pastores e Líderes estão repletas de histórias de triunfo que rendem grandes aplausos dos ouvintes.

 
E todas essas histórias de sucesso muitas vezes desviam nossa atenção do processo de amadurecimento, crescimento, para que possamos alcançar o que chamamos de “sucesso”.

No entanto, a realidade é que a própria vida é um estado de ganhos e perdas. Todos os nossos fracassos nos ajudam a alcançar esse sucesso tão esperado. Não reconhecer que as provações e fracassos são uma parte normal da vida cristã é muito perigoso porque erroneamente assumimos que somos invencíveis e todo-suficientes.

Um pastor que eu admirava muito repetia várias vezes: “Quando você pensa que algo ruim não pode acontecer com você; essa mesma coisa provavelmente já está acontecendo com você.” O que aquele pastor quis dizer? Ele estava simplesmente lembrando às pessoas que devemos estar cientes de que somos seres humanos fracos, vulneráveis e feitos de carne e osso.

Ser vulnerável nos permite receber a ajuda extra de que precisamos, primeiro diretamente de nosso Deus e depois pessoalmente por meio de conselheiros, mentores e pais espirituais.

Faz-nos muito bem saber que estamos vulneráveis, para que possamos procurar ajuda imediatamente.

Lembre-se das palavras de Paulo: “Por isso, pelo amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias; porque quando estou fraco, então sou forte.” (2 Coríntios 12:10, ARC)

Spanish blog:

Vulnerables

Por José R. Zavala V., el pastor fundador de Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

“Yo creo que hemos comprado el concepto de Instagram del triunfalismo” dijo recientemente un conocido cantante cristiano español, al referirse a lo que publicamos en las redes sociales: solamente lo bueno, únicamente nuestros éxitos, nunca nuestros fracasos.

He comprobado a lo largo de los años que ésta es una zona de riesgo en la vida de todos los Líderes, incluidos los Pastores.

  • Las reuniones sociales a las que asistimos tienen como tema de conversación nuestros logros.
  • Los testimonios que escuchamos en nuestras Iglesias, son testimonios de éxito; aún en las sanidades y en los milagros que recibimos de parte de Dios.
  • Las Convenciones de Pastores y Líderes están cargadas de historias de triunfos que arrancan el aplauso del público.


Y es que, todo esto, muchas veces nos desvía la atención del proceso para llegar a lo que nosotros llamamos “éxito”.

La vida misma es un estado de pérdidas y ganancias. En ocasiones, todos los fracasos nos ayudan para alcanzar ese éxito tan anhelado. No reconocerlo es muy peligroso porque llegamos a suponer equivocadamente que somos invencibles y todosuficientes.

Un Pastor a quien yo admiré mucho, repetia varias veces: “Cuando crees que algo malo no te puede pasar a ti, eso mismo ya está pasándote”; es decir que, debemos estar conscientes que somos seres humanos, de carne y hueso, débiles y vulnerables.

El ser vulnerables nos habilita para recibir la ayuda adicional que requerimos, en primer lugar, directamente de parte de Nuestro Dios y, en segundo lugar, personalmente, a través de consejeros, mentores y padres espirituales.

Nos hace mucho bien saber que somos VULNERABLES para así buscar ayuda de inmediato. “Por lo cual, por amor a Cristo me gozo en las debilidades, en insultos, en necesidades, en persecuciones, en angustias; porque cuando soy débil, entonces soy fuerte.”(2 Corintios 12:10, RVR 1995)

Let’s Keep Taking Risks!

José R. Zavala V., Founding pastor of Guayaquil Norte – Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

“What you are doing is not right,” said Jethro to his son-in-law Moses (Exodus 18:17). It was risky for Jethro to step out and speak his mind. But he did. After all, he was not only talking to his son-in-law, but to the leader of a mighty nation.  

Jethro also gave Moses critical instructions, “But select capable men from all the people—men who fear God, trustworthy men who hate dishonest gain” (Exodus 18:21) . And he gave him a glimpse of the result:

“If you do this and God so commands, you will be able to stand the strain, and all these people will go home satisfied”(Exodus 18:23).

Moses, trained in leadership, strategy and warfare, executed the instructions immediately. Yet, he probably had a lot of questions and doubt. Maybe even some contrary ideas. But he took a chance!

Growth and multiplication in the church requires  risks.

We take a risk when we decide to go deeper into God’s Word to guide the Lord’s Church to greater fruit.

We take risks when we decide to do something that is not part of the normal routine of those around us.

We take a risk when, convinced that we are obeying a direct command from the Lord, we choose men and women from the congregation to train, equip and empower them to become something that  they themselves do not believe they can become.

Moses took a chance. We, as Pastors, can be like Moses and take steps that will lead us to see more maturity and fruit in those we pastor.

But remember that we do need to take risks. In fact, taking risks is one of the keys to multiplication. Let’s keep taking risks. Always!

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Vamos Continuar Assumindo Riscos!

José R. Zavala V., pastor fundador de Guayaquil Norte – Equador, www.facebook.com/pastoreszavala

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“O que você está fazendo não é certo”, disse Jetro a seu genro Moisés (Êxodo 18:17). Era arriscado para Jetro se posicionar e falar o que pensava. Mas ele fez. Afinal, ele não estava apenas falando com seu genro, mas com o líder de uma nação poderosa.

Jetro também deu instruções críticas a Moisés: “Mas seleciona homens capazes de todo o povo – homens que temam a Deus, homens de confiança que odeiam o ganho desonesto” (Êxodo 18:21). E ele deu a ele um vislumbre do resultado:

“Se você fizer isso e Deus assim ordenar, você aguentará o esforço e todas essas pessoas irão para casa satisfeitas” (Êxodo 18:23).

Moisés, treinado em liderança, estratégia e guerra, executou as instruções imediatamente. No entanto, ele provavelmente tinha muitas perguntas e dúvidas. Talvez até algumas ideias contrárias. Mas ele arriscou!

O crescimento e a multiplicação na igreja requerem riscos.

Corremos o risco quando decidimos ir mais fundo na Palavra de Deus para guiar a Igreja do Senhor para um fruto maior.

Corremos riscos quando decidimos fazer algo que não faz parte da rotina normal de quem está ao nosso redor.

Corremos o risco quando, convencidos de que estamos obedecendo a uma ordem direta do Senhor, escolhemos homens e mulheres da congregação para treiná-los, equipá-los e capacitá-los para se tornarem algo que eles próprios não acreditam que possam se tornar.

Moisés arriscou. Nós, como pastores, podemos ser como Moisés e dar passos que nos levarão a ver mais maturidade e frutos naqueles que pastoreamos.

Mas lembre-se de que precisamos correr riscos. Na verdade, correr riscos é uma das chaves para a multiplicação. Vamos continuar correndo riscos. Sempre!

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¡Sigamos arriesgándonos!

José R. Zavala V., Pastor fundador de Guayaquil Norte, Ecuador, www.facebook.com/pastoreszavala; www.instagram.com/pastoreszavala

“No está bien lo que haces” 1, escuchó decir el gran líder Moisés a su suegro.

También le dio la instrucción que todos conocemos:

“Escoge tú de entre todo el pueblo a hombres virtuosos, temerosos de Dios, hombres veraces, que aborrezcan la avaricia …” 2

Y, le hizo vislumbrar el resultado:

“Si esto haces, y Dios te lo manda, tú podras sostenerte, y también todo este pueblo irá en paz a su lugar” 3

Moisés, entrenado en temas de liderazgo, estrategias y guerra, ejecutó la instrucción de inmediato. Con grandes interrogantes, probablemente. Con algunas ideas en contra, tal vez. Pero, lo hizo.

¡Se arriesgó!

El crecimiento y la multiplicación en la iglesia conllevan riesgos.

Nos arriesgamos cuando decidimos descubrir en la Palabra secretos para conducir a la Iglesia del Señor.

Nos arriesgamos cuando determinamos hacer algo que no es parte de la rutina de los demás.

Nos arriesgamos cuando, convencidos de estar obedeciendo una orden directa del Señor, escogemos hombres y mujeres de la congregación para entrenarlos, equiparlos y empoderarlos para que lleguen a ser algo que – a veces –  ellos mismos no creen que pueden llegar a ser.

Moisés se arriesgó. Nosotros, como Pastores, al igual que él, podemos tomar pasos que nos lleven a ver muy buenos resultados en las vidas de muchas personas a quienes pastoreamos.

Arriesgarse es una de las claves para la multiplicación en el Ministerio.

¡Sigamos arriesgándonos, siempre!