Everyone a Disciple-maker, including me

By Nick Garrett, missionary with Divergent Global Network

I have led small groups in some shape or form for over 30 years. Some were good, some not. For a while, I thought I was an okay leader until I realized that my wife was much better at it than me. She led and I just tried to keep out of the way and not mess things up! For a period, my wife led a ladies’ group, obviously without me, and God moved in an amazing way. I felt very discouraged, rationalized my incompetence, and decided that small group leadership was not my destiny. I wasn’t cut out for it. Not my gifting. Leave it to the wife.

When I moved to Canberra God messed up my theology, methodology, and my understanding of self. At Divergent Church, everyone does small groups (Life Communities). There are no consumer-driven ministries to distract people. Everyone is trained to be disciple-makers who can also run holistic disciple-making small groups. No one is excluded from the potential leadership pool.

Training includes subjects like the cost of following Jesus, how to make disciples, sharing your faith, fivefold ministry, sin and repentance, fasting, how to do bible study, and spiritual gifts. It is serious and challenging. When your time comes to be a leader you have experienced discipling type relationships and been equipped experientially and theologically.

Here’s a story. Rose came to Canberra for university. She joined the church community and started being discipled and doing the training. She started leading a Life Group with another student. Another student, Kylie came to Canberra a little later and joined Rose’s Life Group. She also did the training.

Rose and Kylie developed their capacity to live and lead in a community with their peers. They did university outreach (hard crowd), assisted with Sunday gatherings, and started to help with training events. Eventually, Kylie joined Rose in leading the Life Group. They learned how to love people and disciple them into Jesus followers. I got to hear Rose share on missions at a Sunday gathering and liked what I heard.

Fast forward a couple of years later. Rose graduated, then joined a disciple-making team in a restricted access nation. Kylie finished university a year later and also joined. She arrived in that country a couple of weeks before the pandemic struck. Did either come back to Australia? No. They’re still there building relationships with the locals, holding English conversation classes, and running Alpha groups.

They live in a community with the rest of the team, regularly inviting people to break bread with them and share God’s word. They support their teammates, take up the spiritual load in prayer, and fast for the local people. They are very effective in reaching young people their age (everyone loves Australians).

After seeing Rose and Kylie’s example I had no excuses. My wife and I are working to make disciples here where I live, starting with a Life Group. Hopefully, we are now a dual threat!

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Portuguese blog:

Todos são fazedores de discípulos, inclusive eu

Nick Garrett, missionário na organização Divergent Global Network

Eu tenho liderado pequenos grupos de diversos modelos nos últimos 30 anos. Alguns foram bons, outros não. Durante algum tempo eu fui um líder razoável, até que percebi que minha esposa fazia isso muito melhor do que eu. Ela realmente liderava, enquanto eu apenas tentava não atrapalhar e deixava as coisas seguirem seu rumo. Certa vez minha esposa liderou um grupo de mulheres, obviamente sem mim, e Deus se moveu naquele grupo de uma forma realmente impressionante. Eu me senti desencorajado, racionalizei minha incompetência e decidi que liderar pequenos grupos não era o que Deus tinha para mim. Eu simplesmente não tinha jeito para isso. Não era o meu dom. Minha esposa conseguia e ela devia fazer.

Quando eu me mudei para Canberra, Deus chacoalhou minha teologia, minha metodologia e o meu entendimento de mim mesmo. Na Divergent Church, todos trabalham em pequenos grupos (Comunidades de Vida). Não há ministérios voltados para atividades para distrair as pessoas. Todos são treinados para serem fazedores de discípulos que possam por sua vez cuidar de pequenos grupos que façam discípulos. Ninguém é excluído do conjunto de líderes em potencial.

O treinamento inclui assuntos como o custo de seguir a Jesus, como fazer discípulos, compartilhando sua fé, ministério de cinco passos, pecado e arrependimento, jejum, como estudar a Bíblia e dons espirituais. É um treinamento sério e desafiador. Quando chega sua vez de liderar, você já experimentou relacionamentos de discipulado e se sente equipado pela experiência e teologicamente.

Vou contar uma história. Rose veio morar em Canberra para estudar em uma Universidade. Ela passou a se congregar na Igreja e começou a ser discipulada e a fazer o treinamento. Ela começou a liderar um Grupo de Vida junto com outra estudante. Outra estudante chamada Kylie chegou em Canberra um pouco mais tarde e se juntou ao Grupo de Vida liderado por Rose. Kylie também fez o treinamento.

Rose e Kylie desenvolveram suas habilidades para viver e liderar em comunhão com seus companheiros. Elas alcançaram pessoas na universidade (e isso não é fácil), trabalharam nos Cultos de domingo e passaram a trabalhar também nos eventos de treinamento. Com o tempo, Kylie também passou a liderar em conjunto com a Rose seu Grupo de Vida. Elas aprenderam a amar as pessoas e a discipular cada uma delas, tornando-as verdadeiras discípulas de Jesus. Eu ouvi o testemunho da Rose sobre o trabalho missionário em um culto de Domingo e gostei muito.

Alguns anos mais tarde, Rose se formou na universidade e se juntou a um time de discipuladores em um país de acesso restrito. Kylie se formou um ano depois e também se juntou àquele time. Ela chegou naquele país algumas semanas antes da pandemia começar. Você acha que alguma delas voltou para a Austrália? Não. Elas ainda estão lá, construindo relacionamentos com as pessoas daquele país, ministrando aulas de inglês e liderando Grupos Alfa.

Elas moram em uma comunidade, junto com o time de discipuladores e com frequência convidam pessoas para refeições e para compartilhar a Palavra de Deus. O time se apoia mutuamente, dividem a carga espiritual em oração e jejuam pelas pessoas daquele local. Elas tem muito sucesso alcançando pessoas das suas idades (todos lá amam os australianos).

Depois de observar o exemplo da Rose e da Kylie, eu não tinha mais desculpas. Minha esposa e eu estamos trabalhando para fazer discípulos onde moramos, começando por um Grupo de Vida. Espero que desta vez possamos ser ambos armas certeiras!

Spansh blog:

Todos puede ser un hacedor de discípulos, incluyéndome a mí

Por Nick Garrett, misionero de Divergent Global Network

He dirigido grupos pequeños de alguna forma durante más de 30 años. Algunos eran buenos, otros no. Por un tiempo pensé que era un buen líder hasta que me di cuenta de que mi esposa era mucho mejor que yo en eso. ¡Ella lideró y yo solo traté de mantenerme fuera del camino y no estropear las cosas! Durante un tiempo, mi esposa dirigió un grupo de mujeres, obviamente sin mí, y Dios se movió de una manera asombrosa. Me sentí muy desanimado, racionalicé mi incompetencia y decidí que el liderazgo de grupos pequeños no era mi destino. No estaba hecho para eso, no era mi don. Deje todo en manos de mi esposa.

Cuando me mudé a Canberra, Dios arruinó mi teología, metodología y mi comprensión de mí mismo. En Divergent Church todo el mundo hace grupos pequeños (Comunidades de Vida). No hay ministerios impulsados ​​por los consumidores para distraer a la gente. Todos están entrenados para ser hacedores de discípulos que también pueden dirigir grupos pequeños holísticos de formación de discípulos. Nadie está excluido del grupo de líderes potenciales.

La capacitación incluye temas como el costo de seguir a Jesús, cómo hacer discípulos, compartir su fe, ministerio quíntuple, pecado y arrepentimiento, ayuno, cómo hacer estudios bíblicos y dones espirituales. Es serio y desafiante. Cuando llega el momento de convertirse en líder, has experimentado relaciones de tipo discipulado y ha sido equipado experiencial y teológicamente.

Aquí tienes una historia. Rose vino a Canberra para la universidad. Se unió a la comunidad de la iglesia y comenzó a ser discipulada y a capacitarse. Comenzó a liderar un grupo de vida con otro estudiante. Otra estudiante, Kylie, vino a Canberra un poco más tarde y se unió a Rose’s Life Group. Ella también hizo el entrenamiento.

Rose y Kylie desarrollaron su capacidad para vivir y liderar en comunidad con sus compañeros. Hicieron alcance universitario (multitud dura), ayudaron con las reuniones dominicales y comenzaron a ayudar con eventos de capacitación. Finalmente, Kylie se unió a Rose para liderar Life Group. Aprendieron a amar a las personas y a convertirlas en seguidores de Jesús. Escuché a Rose compartir sobre las misiones en una reunión dominical y me gustó lo que escuché.

En un par de años después. Rose se graduó y luego se unió a un equipo de formación de discípulos en una nación de acceso restringido. Kylie terminó la universidad un año después y también se unió. Llegó a ese país un par de semanas antes de la pandemia. ¿Alguna de los dos volvió a Australia? No. Todavía están allí construyendo relaciones con los lugareños, dando clases de conversación en inglés y dirigiendo grupos Alpha.

Viven en comunidad con el resto del equipo, invitando regularmente a las personas a compartir el pan con ellos y compartir la palabra de Dios. Apoyan a sus compañeros de equipo, asumen la carga espiritual en oración y ayunan por la gente local. Son muy eficaces para llegar a los jóvenes de su edad (todo el mundo ama a los australianos).

Después de ver el ejemplo de Rose y Kylie, no tuve excusas. Mi esposa y yo estamos trabajando para hacer discípulos aquí donde vivimos, comenzando con un Grupo de Vida. ¡Ojalá ahora seamos una amenaza doble! 

Making Disciples in Secular Australia

By Nick Garrett, missionary with Divergent Global Network

Hi. My name is Nick Garrett. My wife and I are on mission in Brisbane, Australia. We are part of the Divergent Global network. If we make disciples, the natural consequence is church planting.

Last week I read that over 30% of Australians selected ’no religion’ in the latest census. The suburb I live in rated even higher at 36%! Australia is rapidly rejecting institutionalized religion. There are over 150 churches within 7 kilometers of my house, but 36% keep far away from those churches. More and more Aussies aren’t interested in joining a church and are actively avoiding them!

So how should I go about making disciples? Gather people, do some advertising, set out chairs, anoint some greeters and launch a service? Spend 20 hours a week preparing an awesome discipleship message? Crank up a hot worship band and write some new songs? Might have been a good strategy a generation ago but that won’t cut it anymore. Aussies have tuned out.

Four years ago, I spent a year living in Canberra Australia where I spent time with the folk from Divergent Church. I visited their gatherings, went to training sessions, and attended cell group early on frosty mornings at McDonald’s, memorizing scripture with young university students. I was very impressed with the people I met. I found out that clear intentional discipleship was going on and learned a lot, some of which I will share in future blogs. Here are two foundational thoughts I picked up in Canberra:

1. Don’t try and attract people to your church. Focus on developing godly disciples.

I met some incredible disciples in Canberra, especially in the Millennial – Gen Z age group. They were the best advertisement for following Jesus. They knew what they believed in as well as how to put it into practice. They were not wishy-washy.

In Canberra people are very cynical towards Christians. They view any hypocrisy with suspicion and will call it out. The best antidote for such antipathy is a godly disciple who will respectfully answer queries, love others in a practical manner and demonstrate to them how to live abundantly well.

2.  Develop a strong biblical worldview underpinning your beliefs and practice around discipleship.

The divergent church has a mission, to make: “Committed Disciples who are devoted to Kingdom ministry.” Here are key questions to ask:

  • Why should we do this?  Obedience to the Great Commandment (Matthew 22:37 – 40). It fuels passion and keeps you going.
  • What should we do? The Great Commission (Matt 28:18 – 20) informs us we are making disciples.
  • How do we do that?  The Great Example (Acts 2:42 – 47) indicates that devotion to one another is required.  
  • Where do we do it? The Great Vision (Rev 7:9 – 12) includes people from everywhere. So, we go anywhere.

Discipleship outside of mission doesn’t make sense. Unfortunately, Christians are often told that Christian maturity relates to how much you know. Instead, it’s about knowing who you are and what you should be doing.

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Portuguese blog:

Fazendo discípulos na Austrália secular

Nick Garrett, missionário na organização Divergent Global Network

Olá. Meu nome é Nick Garrett. Minha esposa e eu somos missionários em Brisbane, na Austrália. Nós fazemos parte da Divergent Global Network. Se fazemos discípulos, a plantação de igrejas é uma consequência natural deste processo.

Semana passada li que mais de 30% dos Australianos marcaram a opção “sem religião” no último censo. No subúrbio onde eu moro o percentual foi ainda maior, com 36%! A Austrália está em um movimento acelerado de rejeição à religião institucional. Há mais de 150 igrejas em um raio de 7 quilômetros da minha casa, mas 36% mantêm-se distantes destas igrejas. Cada vez mais os Australianos demonstram não ter interesse em se congregar e estão ativamente evitando estas igrejas.

Então como devo agir para fazer discípulos? Juntar pessoas, fazer propaganda, disponibilizar mais lugares, ungir pessoas para receber visitantes e organizar um culto de celebração? Investir 20 horas por semana preparando uma mensagem sensacional sobre discipulado? Preparar um grupo de louvor bem animado e escrever alguns cânticos? Tudo isso pode ter sido uma boa estratégia para outra geração, mas não funciona mais. Os australianos simplesmente não se interessam mais.

4 anos atrás, eu passei um ano morando em Canberra, com o pessoal da Divergent Church. Eu visitei as reuniões, frequentei treinamentos e estive em células bem cedinho, em manhãs geladas nos MacDonalds, decorando passagens bíblicas com jovens universitários. Eu fiquei muito impressionado com as pessoas que eu conheci. Percebi que o que estava acontecendo era claramente um discipulado intencional e aprendi muito, e pretendo compartilhar tudo isso no futuro através de um blog. Aqui vão duas ideias fundamentais que captei lá em meu tempo em Canberra:

  1. Não tente atrair pessoas para sua igreja. Mantenha o foco no desenvolvimento de discípulos como Deus quer.

Eu conheci alguns discípulos incríveis lá em Canberra, especialmente pessoas do grupo etário conhecido como Milenium – Geração Z. Eles eram a melhor propaganda para Jesus. Eles sabiam o que criam tão bem quanto sabiam como colocar sua fé em prática. Não tinham mi-mi-mi.

Em Canberra as pessoas são muito cínicas no tratamento com os Cristãos. Qualquer hipocrisia é vista com muita suspeição e as pessoas certamente denunciarão este comportamento. O melhor antídoto para uma antipatia como essa é um discípulo que vive como Deus deseja, que responde perguntas respeitosamente, ama as pessoas de uma maneira prática e demonstra como viver uma vida abundante.

2. Desenvolva uma visão do mundo fortemente firmada na Bíblia, fundamentando sua fé, e pratique o discipulado.

A missão da Divergent Church é: fazer discípulos comprometidos, que sejam dedicados ao ministério do Reino. Aqui estão algumas perguntas-chave:

  • Por que devemos fazer isso? Obediência ao Grande Mandamento (Mateus 22:37-40). Isso alimenta a paixão e mantêm as pessoas na missão.
  • O que devemos fazer? A Grande Comissão (Mateus 28:18-20) nos indica que nossa missão é fazer discípulos.
  • Como fazemos isso? Pelo Grande Exemplo (Atos 2:42-47) que nos mostra que a dedicação uns aos outros é necessária.
  • Onde faremos isso? Pela Grande Visão (Apocalipse 7:9-12) que inclui pessoas de todos os lugares. Portanto, vamos a todos os lugares.

O discipulado fora da missão não faz sentido. Infelizmente, os cristãos frequentemente são ensinados que a maturidade cristã depende de quanto você sabe. Ao invés disso, a maturidade está relacionada a saber quem você é e o que você deveria estar fazendo.

Spanish blog:

Haciendo discípulos en la Australia secular

Por Nick Garrett, misionero de Divergent Global Network

Hola. Mi nombre es Nick Garrett. Mi esposa y yo estamos en misión en Brisbane, Australia. Somos parte de la red Divergent Global. Si hacemos discípulos, la consecuencia natural es la plantación de iglesias.

La semana pasada leí que más del 30% de los australianos seleccionaron “sin religión” en el último censo. ¡El suburbio en el que vivo tiene una calificación aún más alta con un 36%! Australia está rechazando rápidamente la religión institucionalizada. Hay más de 150 iglesias a 7 kilómetros de mi casa, pero el 36% se mantiene lejos de esas iglesias. ¡Cada vez más australianos no están interesados ​​en unirse a una iglesia y los están evitando activamente!

Entonces, ¿cómo debo hacer para hacer discípulos? ¿Reunir gente, hacer publicidad, colocar sillas, ungir a algunos miembros y lanzar un servicio? ¿Pasar 20 horas a la semana preparando un mensaje de discipulado asombroso? ¿Poner en marcha una banda de adoración increíble y escribir algunas canciones nuevas? Podría haber sido una buena estrategia hace una generación, pero eso ya no será suficiente. Los australianos se han desconectado.

Hace cuatro años, estuve un año viviendo en Canberra Australia, donde pasé tiempo con la gente de la Iglesia Divergente. Visité sus reuniones, asistí a sesiones de capacitación y asistí al grupo celular temprano en las heladas mañanas en McDonalds, memorizando las Escrituras con jóvenes estudiantes universitarios. Me impresionó mucho la gente que conocí. Descubrí que se estaba llevando a cabo un claro discipulado intencional y aprendí mucho, algunos de los cuales compartiré en futuros blogs. Aquí hay dos pensamientos fundamentales que recogí en Canberra:

1. No intente atraer personas a su iglesia. Concéntrese en desarrollar discípulos piadosos.

Conocí a algunos discípulos increíbles en Canberra, especialmente en el grupo de edad Millennial – Generación Z. Eran el mejor anuncio para seguir a Jesús. Sabían en lo que creían y también cómo ponerlo en práctica. No eran indecisos.

En Canberra la gente es muy cínica con los cristianos. Ven cualquier hipocresía con sospecha y la denunciarán. El mejor antídoto para tal antipatía es un discípulo piadoso que responda con respeto a las preguntas, ame a los demás de manera práctica y les demuestre cómo vivir abundantemente bien.

2. Desarrolle una cosmovisión bíblica sólida que sustente sus creencias y prácticas en torno al discipulado.

La iglesia Divernget tiene la misión de hacer: “Discípulos comprometidos que se dedican al ministerio del Reino”. Aquí hay preguntas clave para hacer:

  • ¿Por qué deberíamos hacer ésto? La obediencia al gran mandamiento (Mateo 22:37 – 40). Alimenta la pasión y te mantiene en movimiento.
  • ¿Qué debemos hacer? La Gran Comisión (Mateo 28:18 – 20) nos informa que estamos haciendo discípulos.
  • ¿Como hacemos eso? El Gran Ejemplo (Hechos 2:42 – 47) indica que se requiere devoción los unos por los otros.
  • ¿Dónde lo hacemos? La Gran Visión (Apocalipsis 7: 9-12) incluye a personas de todas partes. Entonces, vamos a cualquier parte.

El discipulado fuera de la misión no tiene sentido. Desafortunadamente, a los cristianos a menudo se les dice que la madurez cristiana se relaciona con cuánto sabes. En cambio, se trata de saber quién es usted y qué debería hacer.