Guidelines for Leading through Listening

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (mscottboren.org) , Twitter@mscottboren

The degree to which we listen to each other will be the degree to which we experience the presence of Jesus in the midst of our groups. To listen to one another requires that we refrain from some common habits thathinder our ability to let others speak. These usually come in the following forms:

Judging another person as they share. As people open up, it’s easy to jump to conclusions about their actions or motivations.

Comparing another person’s story to your own experience. When people open up and share, they don’t want to hear how other people experienced something similar. That only discounts their experience.

Fixing, advising, saving or setting straight. When people reveal their souls, they are not asking to be fixed or counseled on how they can get over their problem. They are asking to be heard and embraced in the midst of the reality they are facing.

Instead of judging, comparing or fixing, we need to allow people to reveal who they are. This creates space for the presence of God since God is always relating to us as we truly are. The practice of listening is first an attitude of the heart—we listen from the inside out—however, there are a few visible ways we can express that we’re truly listening.

Give space for silence. Many times the tone of a meeting will shift to one of stillness and quiet. Protect this time and guide the group to listen and reflect. When we allow brief breaks after someone shares instead of filling the air with talk, we give room for people to express deeper things that are often kept within. At times,

the best way to honor one another is to give space for silence by guiding the group to listen to what’s going on in their hearts.

Respond with additional questions. These questions can fall into the following groups:

Clarifying the issue. These questions help people name the real issues they’re facing. They might include:

  • “You said . . . What did you mean by that?”
  • “Could you identify your concern or challenge in one sentence?”

Clarifying the context. Sometimes autobiographical information helps others understand the nature of what is being shared. You might ask:

  • “What has occurred that caused you to see things this way?”
  • “Is this related to [an issue shared in the past]?”

Clarifying the direction. These kinds of questions help identify what God is doing in the midst of the situation:

  • “What do you sense God saying to you as you share?”
  • “How does God want to meet you in the midst of this situation?”

Offer encouragement. This is crucial when someone shares something that lies deep within their heart. A gentle tone of voice and repetition of what’s been shared are important. For example: “Jim, I hear you saying that you’ve never been able to forgive your father for the cruel way he treated you.” Edification means that I hear your need, then I hear Christ’s voice, then I share what he has given to me to say so that you may be built up.

Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus, pages 77-79

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Diretrizes para Liderar Através da Escuta

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

O grau em que ouvimos uns aos outros será o grau em que experimentaremos a presença de Jesus no meio de nossos grupos. Escutar um ao outro requer que nos abstenhamos de alguns hábitos comuns que atrapalham nossa capacidade de deixar que os outros falem. Estes hábitos geralmente vêm nas seguintes formas:

Julgar outras pessoas à medida que elas compartilham. Conforme que as pessoas se abrem, é fácil tirar conclusões sobre suas ações ou motivações.

Comparar a história de outra pessoa com a sua própria experiência. Quando as pessoas se abrem e compartilham, elas não querem saber como outras pessoas experimentaram algo semelhante. Isso só diminui sua experiência.

Corrigir, aconselhar, salvar ou consertar. Quando as pessoas revelam suas almas, elas não estão pedindo para serem consertadas ou aconselhadas sobre como elas podem superar seu problema. Elas estão pedindo para serem ouvidas e abraçadas no meio da realidade que estão enfrentando.

Em vez de julgar, comparar ou corrigir, precisamos permitir que as pessoas revelem quem são. Isso cria espaço para a presença de Deus, pois Deus está sempre se relacionando conosco como realmente somos. A prática de ouvir é primeiro uma atitude do coração – ouvimos de dentro para fora – no entanto, há algumas maneiras visíveis de expressarmos que estamos realmente ouvindo.

Dê espaço para o silêncio. Muitas vezes o tom de uma reunião muda para um de quietude e silêncio. Proteja esse tempo e guie o grupo para ouvir e refletir. Quando permitimos breves intervalos depois que alguém compartilha, em vez de encher o ar de conversa, damos espaço para que as pessoas expressem coisas mais profundas que muitas vezes são mantidas dentro de si. Às vezes, amelhor maneira de honrar um ao outro é dar espaço para o silêncio, guiando o grupo a ouvir o que está acontecendo em seus corações.

Responda com perguntas adicionais. Essas perguntas podem se enquadrar nos seguintes grupos:

Esclarecendo o problema. Essas perguntas ajudam as pessoas a identificar os problemas reais que enfrentam. Elas podem incluir:

  • “Você disse . . . O que você quer dizer com isso?”
  • “Você poderia identificar sua preocupação ou desafio em uma frase?”

Esclarecendo o contexto. Às vezes, informações autobiográficas ajudam os outros a entenderem a natureza do que está sendo compartilhado. Você pode perguntar:

  • “O que ocorreu que fez com que você visse as coisas dessa maneira?”
  • “Isso está relacionado com (um problema compartilhado no passado)?”

Esclarecendo a direção. Esse tipo de perguntas ajuda a identificar o que Deus está fazendo no meio da situação:

  • “O que você sente que Deus está te falando à medida que você compartilha?”
  • “Como Deus quer te encontrar no meio desta situação?”

Ofereça incentivo. Isso é crucial quando alguém compartilha algo que está no fundo de seu coração. Um tom suave de voz e repetição do que foi compartilhado são coisas importantes. Por exemplo: “Jim, eu ouço você dizer que nunca conseguiu perdoar seu pai pela maneira cruel com que ele te tratou”. Edificação significa que eu ouço sua necessidade, ouço a voz de Cristo, depois compartilho o que Ele me falou para que você seja edificado.

Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos no Caminho de Jesus”, em tradução livre), páginas 77-79.

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Pautas para liderar a través de la escucha

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

El grado en que nos escuchamos será el grado en que experimentemos la presencia de Jesús en medio de nuestras células. Para escucharse unos a otros es necesario que nos abstengamos de algunos hábitos comunes que dificultan nuestra capacidad de dejar que otros hablen. Estos hábitos usualmente vienen en las siguientes formas:

Juzgar a otra persona mientras comparten. A medida que las personas se abren, es fácil llegar a conclusiones sobre sus acciones o motivaciones.

Comparando la historia de otra persona con tu propia experiencia. Cuando las personas se abren y comparten, no quieren escuchar cómo otras personas experimentaron algo similar. Eso solo descuenta su experiencia.

Arreglar, aconsejar, guardar o enderezar. Cuando las personas revelan sus almas, no están pidiendo ser guiadas o aconsejadas sobre cómo pueden superar su problema. Piden ser escuchados y abrazados en medio de la realidad a la que se enfrentan.

En lugar de juzgar, comparar o arreglar, debemos permitir que las personas revelen quiénes son. Esto crea espacio para la presencia de Dios, ya que Dios siempre se está relacionando con nosotros como realmente somos. La práctica de escuchar es primero una actitud del corazón, escuchamos desde adentro hacia afuera, sin embargo, hay algunas formas visibles en las que podemos expresar que realmente estamos escuchando.

Dar espacio para el silencio. Muchas veces el tono de una reunión cambiará a uno de tranquilidad y quietud. Protege este tiempo y guía a la célula a escuchar y reflexionar. Cuando permitimos breves descansos después de que alguien comparte, en lugar de llenar el aire con la conversación, damos espacio para que las personas expresen cosas más profundas que a menudo se guardan en su interior. A veces, la mejor manera de honrarse unos a otros es dar espacio para el silencio guiando al grupo a escuchar lo que sucede en sus corazones.

Responde con preguntas adicionales. Estas preguntas pueden caer en las siguientes áreas:

Aclarar el tema. Estas preguntas ayudan a las personas a nombrar los problemas reales que enfrentan. Podrían incluir:

  • “Tu dijiste . . . ¿Que quieres decir con eso?”
  • “¿Podrías identificar tu preocupación o desafío en una oración?”

Aclarar el contexto. A veces, la información autobiográfica ayuda a otros a comprender la naturaleza de lo que se comparte. Podrías preguntar:

  • “¿Qué ha ocurrido que hizo que vieras las cosas de esta manera?”
  • “¿Está relacionado con [un problema compartido en el pasado]?”

Aclarar la dirección. Este tipo de preguntas ayudan a identificar lo que Dios está haciendo en medio de la situación:

  • “¿Qué sientes que Dios te está diciendo cuando compartes esto?”
  • “¿Cómo quiere Dios que te comportes en medio de esta situación?”

Ofrece ánimo. Esto es crucial cuando alguien comparte algo que se encuentra en lo profundo de su corazón. Un tono suave de voz y la repetición de lo que se ha compartido son importantes. Por ejemplo: “Jim, te escucho decir que nunca pudiste perdonar a tu padre por la manera cruel en que te trató”.

Escucho tu necesidad, luego escucho la voz de Cristo, luego comparto lo que él me ha dado para decir para que puedas reconstruirte.

Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus, páginas 77-79.

The Benefits of Team Leadership

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

In my previous post, I proposed that God, as Father-Son-Spirit, leads in community, and therefore we are to lead our groups through community. This calls for team leadership as opposed to individualistic leadership. Let me introduce few ideas about the value of team leadership.

First, team leadership relieves the stress on one person to be good at all the things small group leaders do. When you work with a team, you can partner with people who have strengths and gifts that complement your own. You don’t have to be good at everything. You get to explore how to lead through your strengths and work with others who have different strengths. For instance, if you are very hospitable and pastoral, you might focus on the responsibilities of leadership that best suit those gifts while someone else facilitates meeting discussion and guides the group in prayer.

Second, team leadership keep you humble. As a part of a team, you are never the leader who makes it work. All successes are shared, as are all failures. But even more, when you work as a team you are required to talk things through and share your perspective with others before simply acting. Team leadership requires mutual submission to one another, and this always generates humility.

Third, team ministry protects leaders from burnout. When I was leading a group solo, I would feel guilty for taking a vacation. I rarely thought about what I needed to be healthy and well balanced because I felt responsibility for the welfare of the group. With a team, you get to be yourself. You don’t have to carry the pressure of constantly being “on” or being strong for the rest of the group. It’s much easier to lead in weakness when others are with you carrying the load.

Fourth, team leadership is a natural way to disciple others through trial and error. It shifts discipleship training from an information focus to one that is based in participation.

Finally, team leadership empowers the group to be creative about how it will engage people outside the group in mission. Solo-leader groups often struggle to survive. The leader spends a lot of energy just getting the group to show up and connect. But with a team, there is more ownership of the vision and therefore more space for the group to get involved with what God is doing outside the group.

—Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus

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Os benefícios da Liderança em Equipe

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

No meu post anterior, propus que Deus, como Pai-Filho-Espírito, lidera em comunidade e, portanto, devemos liderar nossos grupos através da comunidade. Isso exige liderança em equipe em oposição à liderança individualista. Deixe-me apresentar algumas ideias sobre o valor da liderança em equipe.

Primeiro, a liderança em equipe alivia o estresse de uma pessoa ter que ser boa em todas as coisas que os líderes de pequenos grupos fazem. Quando você trabalha com uma equipe, você pode fazer parcerias com pessoas que tenham pontos fortes e dons que complementem os seus próprios. Você não precisa ser bom em tudo. Você pode explorar como liderar através de seus pontos fortes e trabalhar com outras pessoas que tenham diferentes pontos de fortalecimento. Por exemplo, se você é muito hospitaleiro e pastoral, pode se concentrar nas responsabilidades da liderança que melhor se adequam a esses dons, enquanto outra pessoa facilita a reunião e orienta o grupo em oração.

Em segundo lugar, a liderança em equipe mantém você humilde. Como parte de um time, você nunca é o líder que faz as coisas funcionar. Todos os sucessos são compartilhados, assim como todos os fracassos. Mas, melhor ainda, quando você trabalha em equipe, é necessário conversar sobre as coisas e compartilhar sua perspectiva com os outros antes de simplesmente agir. A liderança em equipe exige submissão mútua de um para o outro, e isso sempre gera humildade.

Em terceiro lugar, o ministério em equipe protege os líderes do esgotamento. Quando eu estava liderando um grupo sozinho, eu me sentia culpado por tirar férias. Eu raramente pensava sobre o que eu precisava para ser saudável e bem equilibrado, porque eu me sentia responsável pelo bem-estar do grupo. Com uma equipe, você consegue ser você mesmo. Você não precisa carregar a pressão de estar constantemente “ligado” ou de ser forte pelo resto do grupo. É muito mais fácil liderar na fraqueza quando os outros estão com você carregando a carga.

Em quarto lugar, a liderança em equipe é uma maneira natural de discipular os outros por meio de tentativa e erro. Ele muda o treinamento de discipulado de um foco na informação para um baseado na participação.

Finalmente, a liderança em equipe capacita o grupo a ser criativo sobre como envolver pessoas fora do grupo em missão. Grupos de líderes solo muitas vezes lutam para sobreviver. O líder gasta muita energia apenas fazendo com que o grupo apareça e se conecte. Mas com uma equipe, há mais apropriação da visão e, portanto, mais espaço para o grupo se envolver com o que Deus está fazendo fora do grupo.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)
https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=

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Los beneficios del liderazgo en equipo

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

En mi publicación anterior, propuse que Dios, como Padre-Hijo-Espíritu, lidera en comunidad y, por lo tanto, debemos dirigir a nuestras celulas a través de la comunidad. Esto requiere liderazgo en equipo en lugar de un liderazgo individualista. Permítanme presentar algunas ideas sobre el valor del liderazgo en equipo.

Primero, el liderazgo en equipo libera del estrés a una persona para que sea buena en todo lo que hacen los líderes celulares. Cuando trabajas con un equipo, puedes asociarte con personas que tienen puntos fuertes y dones que complementan los tuyos; no tienes que ser bueno en todo. Puedes explorar cómo liderar tus fortalezas y trabajar con otras personas que tienen fortalezas diferentes. Por ejemplo, si es muy hospitalario y pastoral, puede centrarse en las responsabilidades de liderazgo que mejor se ajusten a esos dones, mientras que otra persona facilita los momentos de discusión y guía al grupo en oración.

En segundo lugar, el liderazgo en equipo te mantiene humilde. Como parte de un equipo, nunca eres el líder que lo hace funcionar todo. Todos los éxitos se comparten, al igual que todos los fracasos. Pero aún más, cuando trabajas en equipo, se te pide que hables y compartas tu punto de vista con los demás antes de simplemente actuar. El liderazgo en equipo requiere sumisión mutua, y esto siempre genera humildad.

En tercer lugar, el ministerio en equipo protege a los líderes del agotamiento. Cuando dirigía solo a una célula, me sentía culpable por tomarme unas vacaciones. Rara vez pensé en lo que necesitaba para estar saludable y bien equilibrado; me sentía responsable del bienestar del grupo. Con un equipo, tienes que ser tú mismo. No tiene que soportar la presión de estar constantemente “fortalecido” o ser fuerte para el resto del grupo. Es mucho más fácil llevar a la debilidad cuando otros están contigo ayudándote con la carga.

En cuarto lugar, el liderazgo en equipo es una forma natural de discipular a los demás a través de la prueba y el error. Cambia el entrenamiento de discipulado de un enfoque de información a uno basado en la participación.

Finalmente, el liderazgo en equipo permite a la célula ser creativa sobre cómo involucrará a las personas fuera de ella en la misión. Las células de líderes solitarios a menudo luchan por sobrevivir, el líder gasta mucha energía solo para que el grupo se reúna y se conecte. Pero con un equipo, hay más propiedad en la visión y, por lo tanto, más espacio para que el grupo se involucre con lo que Dios está haciendo fuera de la célula.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (Liderando células en la manera de Jesús)

Por favor, entra a https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=

Jesus’s Team Pattern of Leadership

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

Over the years, I’ve seen lots of group leaders driven by an individualistic imagination. Actually, in most cases, most leaders tend to operate this way. Within this mindset, the success (or failure) of the group falls squarely on the shoulders of the leader. And on some levels it’s effective; sometimes it’s just easier to do it “myself.” We honor individual leaders who have started the most groups or

who have led the longest. We give them prizes, parade them on stage, and praise their efforts.

I’m not denigrating these ways of honoring leaders. However, I do want to challenge the notion of the super-hero leader. If we consider the triune nature of God, we will soon find that many of our common leadership practices don’t measure up even if they do produce results. Here’s a basic logic for what I’m talking about:

  1. We are called to imitate God (Ephesians 5:1).
  1. God is triune—Father, Son and Holy Spirit—and lives in eternal unity as three persons in one being. God is a social unity, a community of love, while at the same time each person of the Trinity is unique.
  1. God leads out of this character of love. He does not coerce or force anyone for the sake of results. The life of Jesus illustrates this. Jesus led relationally, out of the communion he shared with the Father by the Spirit. And he led by sharing life with the disciples rather than exerting power to produce results.
  1. Since we are called to imitate God’s way of leading, then collaborative leadership is God’s way of leading.

The triune way of leading modeled by Jesus does not always produce the outcomes that we anticipate. This actually bothered the disciples significantly. If they were following the Messiah, then he was supposed to produce the results they expected of a Jewish Messiah. He was supposed to set up God’s kingdom by driving out the Romans (as modeled by their great leader David) and restore the temple and God’s presence (as modeled by their prototypical leader Moses). But Jesus did not get these things done as any Jewish person in the first century would have expected.

Leading in a way that reflects the triunity of God is not about producing numbers, although numbers may result. It is about subverting the principalities and the powers of the air—the powers, rulers and authorities that control the normal ways of life in our world. The common ways of the world operate according to control, force, and manipulation. These patterns can produce results because people are compelled to line up. This is what some call a “power-over” mentality. It’s the way to make things happen, and many Christian leaders have gotten a lot of good things done this way. Individualistic leaders set up rules and assert their powers to accomplish their goals. And when we import this into the church, we allow worldly powers to creep into our life together, with results that can actually look on the surface deceptively—and dangerously—godly.

God has not called small group leaders to produce results as individuals. God has called his leaders to lead according to the pattern revealed by Christ. We are to walk with people, in humility, washing feet in order to train up a team who also washes feet to wash feet. Leaders who wash feet are inviting others into leadership so that they can work together to lead the group according to the leading of the Spirit.

—Adapted from Leading Small Groups in the Way of Jesus. Please link to:

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O Padrão de Liderança em Equipe de Jesus

Por Scott Boren, O Centro para Comunidade e Missão (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

Ao longo dos anos, vi muitos líderes de célula impulsionados por uma imaginação individualista. Na verdade, a maioria dos líderes tende a operar dessa maneira. Dentro dessa mentalidade, o sucesso (ou fracasso) do grupo cai diretamente sobre os ombros do líder. E em alguns níveis isso é eficaz; às vezes é mais fácil fazer isso “eu mesmo”. Honramos líderes individuais que iniciaram a maioria dos grupos ou que lideraram por mais tempo. Lhes damos prêmios, os elogiamos no púlpito e louvamos seus esforços.

Eu não estou denegrindo essas maneiras de honrar os líderes. No entanto, quero desafiar a noção do líder super-herói. Se considerarmos a natureza trina de Deus, logo descobriremos que muitas de nossas práticas comuns de liderança não correspondem, mesmo que produzam resultados. Aqui está uma lógica básica para o que estou falando:

  1. Nós somos chamados para imitar a Deus (Efésios 5:1).
  1. Deus é trino – Pai, Filho e Espírito Santo – e vive em eterna unidade como três pessoas em um ser. Deus é uma unidade social, uma comunidade de amor, enquanto ao mesmo tempo cada pessoa da Trindade é única.
  1. Deus vive e manifesta esse caráter de amor. Ele não coage ou força alguém por causa dos resultados. A vida de Jesus ilustra isso. Jesus conduziu relacionalmente através da comunhão que ele compartilhava com o Pai pelo Espírito. E ele liderou compartilhando a vida com os discípulos em vez de exercer poder para produzir resultados.
  1. Uma vez que somos chamados a imitar a maneira de liderar de Deus, então a liderança colaborativa é o caminho.

A forma trina de liderança modelada por Jesus nem sempre produz os resultados que antecipamos. Isso realmente incomodou os discípulos significativamente. Se eles estavam seguindo o Messias, então ele deveria produzir os resultados esperados de um Messias judeu. Ele deveria estabelecer o reino de Deus expulsando os romanos (conforme o modelo de seu grande líder Davi) e restaurar o templo e a presença de Deus (conforme o modelo de seu líder protótipo Moisés). Mas Jesus não fez essas coisas como qualquer judeu do primeiro século teria esperado.

Liderar de uma maneira que reflita a trindade de Deus não é produzir números, embora isso possa resultar em números. Trata-se de subverter os principados e as potestades do ar – os poderes, governantes e autoridades que controlam os modos normais de vida em nosso mundo. Os caminhos comuns do mundo operam de acordo com o controle, a força e a manipulação. Esses padrões podem produzir resultados porque as pessoas são compelidas a se alinhar. Isso é o que alguns chamam de mentalidade de “poder sobre”. É a maneira de fazer as coisas acontecerem, e muitos líderes cristãos fizeram muitas coisas boas assim. Os líderes individualistas estabelecem regras e afirmam seus poderes para alcançar seus objetivos. E quando importamos isso para a igreja, permitimos que os poderes mundanos se infiltrem em nossa vida juntos, com resultados que podem realmente parecer piedosos enganosamente (e perigosamente) na superfície.

Deus não chamou líderes de pequenos grupos para produzirem resultados como indivíduos. Deus chamou seus líderes para liderarem de acordo com o padrão revelado por Cristo. Devemos caminhar com pessoas, em humildade, lavando os pés a fim de treinar uma equipe que também lava pés. Líderes que lavam os pés estão convidando os outros para a liderança, para que possam trabalhar juntos para liderar o grupo de acordo com a liderança do Espírito.

—Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus (“Liderando Pequenos Grupos na Maneira de Jesus”, em tradução livre)https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=

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El patrón de liderazgo de equipo de Jesús

Por Scott Boren, El Centro para la Comunidad y la Misión ( www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

A lo largo de los años, he visto a muchos líderes celulares impulsados ​​por una imaginación individualista. De hecho, en la mayoría de los casos, la mayoría de los líderes tienden a operar de esta manera; dentro de esta mentalidad, el éxito (o fracaso) del grupo recae directamente sobre los hombros del líder. Y en algunos niveles es efectivo; a veces es simplemente más fácil hacerlo “yo mismo”. Honramos a los líderes individuales que han multiplicado la mayoría de los células o a los que llevan más tiempo le damos premios, los paseamos por el escenario y alabamos sus esfuerzos.

No estoy denigrando estas formas de honrar a los líderes. Sin embargo, quiero desafiar la noción del líder superhéroe. Si consideramos la naturaleza triple de Dios, pronto descubriremos que muchas de nuestras prácticas de liderazgo comunes no están a la altura, incluso si producen resultados. Aquí hay una lógica básica para lo que estoy hablando:

  1. Estamos llamados a imitar a Dios (Efesios 5: 1).
  2. Dios es una Trinidad -Padre, Hijo y Espíritu Santo-y vive en unidad eterna como tres personas en un solo ser. Dios es una unidad social, una comunidad de amor, mientras que al mismo tiempo cada persona de la Trinidad es única.
  3. Dios guía desde un carácter de amor. Él no coacciona ni fuerza a nadie por el bien de los resultados. La vida de Jesús ilustra esto, Jesús dirigió relacionalmente, fuera de la comunión que compartía con el Padre por el Espíritu. Y lideró al compartir la vida con los discípulos en lugar de ejercer el poder para producir resultados.
  4. Ya que estamos llamados a imitar la manera de guiar de Dios, entonces el liderazgo colaborativo es la manera de guiar de Dios.

La manera de liderar modelada por Jesús no siempre produce los resultados que anticipamos. Esto en realidad molestó a los discípulos de manera significativa. Si estaban siguiendo al Mesías, se suponía que debía producir los resultados que esperaban de un Mesías judío. Se suponía que debía establecer el reino de Dios echando a los romanos (como lo modeló su gran líder David) y restaurar el templo y la presencia de Dios (como lo modeló su líder prototípico Moisés). Pero Jesús no hizo estas cosas como lo hubiera esperado cualquier persona judía en el primer siglo.

Dirigir de una manera que refleje la trinidad de Dios no se trata de producir números, aunque pueden resultar en números. Se trata de subvertir los principados y los poderes del aire: los poderes, gobernantes y autoridades que controlan las formas normales de vida en nuestro mundo. Las formas comunes del mundo operan de acuerdo con el control, la fuerza y ​​la manipulación. Estos patrones pueden producir resultados porque las personas se ven obligadas a alinearse. Esto es lo que algunos llaman una mentalidad de “influencia”. Es la manera de hacer que las cosas sucedan, y muchos líderes cristianos han hecho muchas cosas buenas de esta manera. Los líderes individualistas establecen reglas y afirman sus poderes para lograr sus objetivos. Y cuando traemos esto a la iglesia, permitimos que los poderes mundanos entren a nuestra vida en comunidad, con resultados que en realidad pueden parecer engañosa-y peligrosamente-piadosos.

Dios no ha llamado a los líderes de células para producir resultados como individuos. Dios ha llamado a sus líderes a dirigir de acuerdo con el patrón revelado por Cristo. Debemos caminar con la gente, con humildad, lavando los pies para entrenar a un equipo que también se lava los pies para lavar los pies a los demás. Los líderes que lavan los pies invitan a otros a ser líderes para que puedan trabajar juntos y liderar a la célula acuerdo con la dirección del Espíritu.

-Adaptado de Leading Small Groups in the Way of Jesus. (Liderando células en la manera de Jesús)

Por favor accede a https://www.amazon.com/Leading-Small-Groups-Way-Jesus/dp/0830836810/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=&sr=

Taking God Seriously Enough to Have Fun

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

I have an intense personality, the kind that seemed to put me in leadership positions as a teenager. On the bus to football games in middle school, I would yell out “think about the game” while others were goofing off. When I felt led to commit to vocational ministry, I don’t think many were surprised. All of the pastors and ministry leaders I had worked with were intense, and my personality fit the perceived intensity of the job.

So I worked hard at ministry.

Then in my early twenties, I got involved with cell church leaders. I thought I knew the meaning of intense, focused, serious leadership types, but the cell church pastors and leaders I met took seriousness to another level. When I was 22, I sat in a meeting with an internationally-known cell church trainer, and my brain started hurting from his level of focus.

So I thought hard about ministry.

After that, I learned how Yongii Cho, the pastor of the world’s largest church, prayed three hours a day. Joel Comiskey performed extensive research (reported in his book Home Cell Group Explosion) that demonstrated how the amount of time a small group leader prayed had a direct impact upon the life of the group.

So I prayed hard about ministry.

I’m not saying that the ministry leaders who influenced me were too serious. All I know is that I was too serious, or, better stated, I took myself too seriously. I put the weight of the small group and the people we were ministering to outside the group squarely on my shoulders. I wanted to have a great group, to reach people for Christ, to raise up new leaders, and to multiply my group.

It was as if I wanted these outcomes more than God did, which meant that I was leading as if God was not actually involved in my group. I took myself too seriously, but I did not take God seriously enough. This is truly serious work we do, but how we are serious makes all the difference.

The real issue is that God’s way of bringing about these outcomes in my group always seems to come about differently (and more slowly) than what I expect or want. I was too serious about my expectations of my group and not serious enough about God. I lived under the notion that leadership is about control, about my ability to make things happen for God. And with this mindset, there is no room for fun.

It’s remarkable to me how children wanted to be with Jesus (Mt 19:13ff; Mk 10:13ff, Lk 18:15ff). However, the disciples tried to keep them away. To them the kingdom work was too serious to have any room for people who were not old enough to understand it. But Jesus rebuked the disciples and was “indignant.” Children don’t willing want to be with those who are overly serious and intense. They were drawn to Jesus and Jesus wanted to be with them. Then he said “anyone who will not receive the kingdom of God like a little child will never enter it.” Do we take Jesus seriously enough to know that we don’t have to act seriously? We don’t outgrow the need to be a child before God just because we take on the responsibility of leadership.

This means that we have space to have fun because the pressure does not lie on us as leaders to make our groups flourish. God is at work! If we keep this truth before us, we create space for God to do what we cannot do.

On ways to make space in your group for fun, see my book Leading Small Groups in the Way of Jesus, chapter 7.

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Levando Deus a Sério o Suficiente para se Divertir

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission (O Centro para Comunidade e Missão, em tradução livre) (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

Eu tenho uma personalidade intensa, do tipo que parece ter me colocado em posições de liderança quando adolescente. No ônibus indo para os jogos de futebol antes de entrar no ensino médio, eu gritava “pense no jogo” enquanto outros faziam farra. Quando me senti levado a me comprometer com o ministério vocacional, não acho que muitos ficaram surpresos. Todos os pastores e líderes ministeriais com quem trabalhei eram intensos, e minha personalidade se encaixava na intensidade percebida do trabalho.

Então eu trabalhei duro no ministério.

Então, aos vinte e poucos anos, me envolvi com líderes de igrejas celulares. Eu achava que sabia o significado de tipos de liderança intensos, sérios e focados, mas os pastores e líderes da igreja em células que conheci levavam essa seriedade a outro nível. Quando eu tinha 22 anos, sentei-me em uma reunião com um treinador de igrejas em células conhecido internacionalmente, e meu cérebro começou a doer devido ao nível de concentração dele.

Então eu pensei muito sobre o ministério.

Depois disso, aprendi como Yongii Cho, o pastor da maior igreja do mundo, orava três horas por dia. Joel Comiskey realizou uma extensa pesquisa (relatada em seu livro Home Cell Group Explosion) que demonstrou como a quantidade de tempo que um líder de um pequeno grupo orava tinha um impacto direto na vida do grupo.

Então eu orei muito pelo ministério.

Não estou dizendo que os líderes do ministério que me influenciaram eram sérios demais. Tudo o que sei é que eu era muito sério ou, melhor dizendo, eu me levava a sério demais. Coloquei o peso do pequeno grupo e das pessoas que estávamos ministrando para fora do grupo diretamente em meus ombros. Eu queria ter um grande grupo, para alcançar pessoas para Cristo, para levantar novos líderes e para multiplicar meu grupo.

Era como se eu quisesse esses resultados mais do que Deus, o que significava que eu estava liderando como se Deus não estivesse realmente envolvido em meu grupo. Eu me levei a sério demais, mas não levei Deus a sério o suficiente. Este é um trabalho realmente sério que fazemos, mas como somos sérios em relação a ele faz toda a diferença.

A verdadeira questão é que a maneira de Deus produzir esses resultados em meu grupo sempre parece ocorrer de forma diferente (e mais lentamente) do que o que eu espero ou desejo. Eu era sério demais sobre as minhas expectativas em relação ao meu grupo, e não era sério o suficiente sobre Deus. Eu vivia sob a noção de que liderança é sobre o controle, sobre a minha capacidade de fazer as coisas acontecerem para Deus. E com essa mentalidade, não há espaço para diversão.

É notável para mim como as crianças queriam estar com Jesus (Mt 19:13; Mc 10:13, Lc 18:15). No entanto, os discípulos tentaram mantê-las longe. Para eles, o trabalho do reino era sério demais para ter qualquer espaço para pessoas que não tinham idade suficiente para compreendê-lo. Mas Jesus repreendeu os discípulos e ficou “indignado”. As crianças não querem estar com aqueles que são excessivamente sérios e intensos. Elas foram atraídas para Jesus e Jesus queria estar com elas. Então ele disse: “Aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, não entrará nele.”. Nós levamos Jesus a sério o suficiente para saber que não precisamos agir seriamente? Não superamos a necessidade de sermos uma criança diante de Deus apenas porque assumimos a responsabilidade da liderança.

Isso significa que temos espaço para nos divertir porque a pressão não recai sobre nós como líderes para que nossos grupos prosperem. Deus está no trabalho! Se mantivermos esta verdade diante de nós, criamos espaço para Deus fazer o que nós não podemos fazer.

Sobre formas de criar espaço em seu grupo para diversão, veja meu livro Leading Small Groups in the Way of Jesus (Liderando Pequenos Grupos no Caminho de Jesus, em tradução livre), capítulo 7.

Spanish blog:

Tomando a Dios lo suficientemente en serio como para divertirse

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @ mscottboren

Tengo una personalidad intensa, del tipo que parecía ponerme en posiciones de liderazgo cuando era adolescente. En el autobús cuando íbamos a los juegos de fútbol en la escuela secundaria, yo gritaba “piensa en el juego” mientras que otros estaban perdiendo el tiempo. Cuando me sentí llevado a comprometerme con el ministerio vocacional, no creo que muchos se sorprendieron. Todos los pastores y líderes ministeriales con los que había trabajado eran intensos, y mi personalidad se ajustaba a la intensidad percibida del trabajo.

Así que trabajé duro en el ministerio.

Luego, cuando tenía poco más de veinte años, me involucré con los líderes de las iglesias celulares. Pensé que sabía el significado de tipos de liderazgo intensos, enfocados y serios, pero los pastores y líderes de las iglesias celulares que conocí llevaron esa seriedad a otro nivel. Cuando tenía 22 años, me senté en una reunión con un entrenador de iglesia celular internacionalmente muy conocido, y mi cerebro comenzó a doler por el nivel de concentración.

Así que pensé mucho sobre el ministerio.

Después de eso, aprendí cómo Yongii Cho, el pastor de la iglesia más grande del mundo, oró tres horas al día. Joel Comiskey realizó una extensa investigación (reportada en su libro Home Cell Group Explosion) que demostró cómo la cantidad de tiempo que el líder de una célula ora, tiene un impacto directo en la vida del grupo.

Así que oré mucho por el ministerio.

No digo que los líderes del ministerio que me influenciaron fueran demasiado serios. Todo lo que sé es que era demasiado serio o, mejor dicho, me lo tomé demasiado en serio. Puse sobre mis hombros el peso de la célula y de las personas a las que ministramos fuera de esta. Quería tener una gran célula, para alcanzar a las personas para Cristo, para levantar nuevos líderes y para multiplicar mi célula.

Era como si quisiera estos resultados más que Dios, lo que significaba que estaba liderando como si Dios no estuviera realmente involucrado en mi célula. Me tomé muy en serio, pero no tomé a Dios lo suficientemente en serio. Este es un trabajo que hacemos realmente en serio, pero la manera de seriedad con que lo hacemos, marca la diferencia.

El verdadero problema es que la forma en que Dios logra estos resultados en mi célula, siempre parecen ser diferentes (y más lentos) de lo que espero o deseo. Era demasiado serio sobre mis expectativas de mi célula y no era lo suficientemente serio acerca de Dios. Viví bajo la noción de que el liderazgo es sobre el control, sobre mi capacidad para hacer que las cosas sucedan para Dios. Y con esta mentalidad, no hay lugar para la diversión.

Para mí es sobresaliente, cómo los niños querían estar con Jesús (Mt 19: 13ff; Mc 10: 13ff, Lc 18: 15ff). Sin embargo, los discípulos trataron de mantenerlos alejados. Para ellos, el trabajo en el reino era demasiado serio como para tener espacio para personas que no tenían la edad suficiente para comprenderlo. Pero Jesús reprendió a los discípulos y estaba “indignado”. Los niños no desean estar con aquellos que son demasiado serios e intensos; se sintieron atraídos por Jesús y él quería estar con ellos. Luego dijo: ” Que el que no recibe el Reino de Dios como un niño, no entrará en él”. ¿Tomamos a Jesús lo suficientemente en serio como para saber que no tenemos que actuar serios? No debemos de olvidar la necesidad de ser un niño ante Dios solo porque asumimos la responsabilidad del liderazgo.

Esto significa que tenemos espacio para divertirnos porque la presión no recae sobre nosotros como líderes, para hacer que nuestras células prosperen. Dios está trabajando! Si mantenemos esta verdad ante nosotros, crearemos un espacio para que Dios haga lo que nosotros no podemos hacer.

Sobre las maneras de hacer espacio en tu célula para divertirse, ve a mi libro Leading Small Groups in the Way of Jesus, (Cómo liderar grupos pequeños en la manera de Jesús), capítulo 7.

Leadership, Trust, and Fun

By Scott Boren, The Center for Community and Mission  (www.scottboren.blogspot.com) , Twitter@mscottboren

There is little as serious as the things of God. After all, we are talking about the encounter with the transcendent God and his gospel that is to be proclaimed throughout the world. The testimony of Isaiah before God (see Is 6) or the vision of John recounted in Revelation 4 are enough to highlight that if you are going to lead others along the path of the Gospel it is a life and death business.

On top of this, if you look around our world, it does not take long to see how dire things are. We live in a world that is in serious need of help; actually it is in serious need of more than a little fix here or there. We need God to intervene because what is needed is so far beyond what we can do that it is overwhelming if we look at it too long. There is no time to waste; there is the work of the ministry to be done.

The question before us is not whether we should or should not invest in this serious work. There is no debate about that. The question is “how” we should invest in this work? This is serious work that must not be done seriously. When we take our work seriously, then we do so as if what we are doing depends upon us, as opposed to trusting in God. This work is so serious that we must realize that the fact that we are involved in it, at all, is hilarious. The work that I am called to do is so absurdly important that my minor contribution to it is actually quite funny.

Who am I, after all, to think that I am going to change the world? Or even make a dent? Jesus already did that through the cross and resurrection. I “get” to join in the work that God has already done. This is so beyond me, it makes me smile. The only thing that I can do is trust.

I’m not saying that the things of God are to be treated with triviality. I’m merely saying that if we catch a vision of the “foolishness of the cross” (1 Cor 1:18) then we will see that God is working in ways that are beyond what we can directly do about it.

This is not about having a strategy to “have fun” in our groups or with those we are ministering to in the world. There are a million ways to have fun with other people, and if we need a list of options for doing so, we will turn that list into another “serious strategy,” turning it into something that is not actually fun. Having fun with others is about being with others, trusting that God is at work in the midst of their lives, and is at work in me.

The fact that the gospel fun is not the opposite of gospel seriousness. If you truly understand just how serious the gospel is you will be free to have more fun because you are free to trust. Don’t try to have fun with others in your group, whether in a meeting or in other points of relational connection. Put your trust in God and lead out of that trust. The fun will arise.

But if you need something practical to do, eat together. There is little that makes space for conversation and laughter like food.

On ways to make space in your group for fun, see my book Leading Small Groups in the Way of Jesus, chapter 7.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Liderança, Confiança e Diversão

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission (O Centro para Comunidade e Missão, em tradução livre) (www.scottboren.blogspot.com), Twitter@mscottboren

Há poucas coisas mais sérias que as coisas de Deus. Afinal, estamos falando sobre o encontro com o transcendente de Deus, do evangelho que deve ser proclamado por todo o mundo. O testemunho de Isaías diante de Deus (ver Is. 6) ou a visão de João narrada em Apocalipse 4 são suficientes para destacar que, se você vai conduzir outros ao longo do caminho do Evangelho, trata-se de um negócio de vida e de morte.

Além disso, se você olhar ao redor do nosso mundo, não demora muito para ver como as coisas estão terríveis. Vivemos em um mundo que tem uma séria necessidade por ajuda; na verdade, ele necessita urgentemente de mais do que um pequeno conserto aqui ou ali. Precisamos que Deus intervenha porque o que é necessário está tão além do que podemos fazer que se torna esmagador se olharmos por muito tempo. Não há tempo a perder; existe o trabalho do ministério a ser feito.

A questão diante de nós não é se devemos ou não investir neste trabalho sério. Não há debate sobre isso. A questão é “como” devemos investir neste trabalho. Este é um trabalho sério que não deve ser feito seriamente. Quando levamos nosso trabalho seriamente, o fazemos então como se ele dependesse de nós, em vez de confiar em Deus. Este trabalho é tão sério que devemos perceber que só o fato de estarmos envolvidos nele é, de certa forma, hilário. O trabalho que sou chamado a fazer é tão absurdamente importante que a minha mais leve contribuição a ele é na verdade um pouco engraçada.

Quem sou eu, afinal, para pensar que vou mudar o mundo? Ou até mesmo fazer uma pequena mudança? Jesus já fez isso através da cruz e da ressurreição. Eu consigo me juntar ao trabalho que Deus já fez. Isso está tão além de mim que me faz sorrir. A única coisa que posso fazer é confiar.

Não estou dizendo que as coisas de Deus devem ser tratadas com trivialidade. Estou simplesmente dizendo que, se obtivermos uma visão da “loucura da cruz” (1 Coríntios 1:18), veremos então que Deus está trabalhando de maneiras que estão além do que podemos fazer diretamente.

Não se trata de ter uma estratégia para “se divertir” em nossos grupos ou com aqueles que estamos ministrando no mundo. Existe um milhão de maneiras de se divertir com outras pessoas, e se precisarmos de uma lista de opções para fazê-lo, transformaremos essa lista em outra “estratégia séria”, tornando-a em algo que não é engraçado na verdade. Divertir-se com os outros é sobre estar com os outros, confiando que Deus está trabalhando no meio de suas vidas, e está trabalhando em mim.

Isso significa que a diversão do evangelho não é o oposto da seriedade do evangelho. Se você entender verdadeiramente o quão sério é o evangelho, você estará livre para se divertir mais porque você é livre para confiar. Não tente se divertir com outras pessoas do seu grupo, seja em uma reunião ou em outros pontos da conexão relacional. Coloque sua confiança em Deus e conduza a partir dessa confiança. A diversão vai surgir.

Mas se você precisar de algo prático para fazer, coma junto. Há poucas coisas que abrem espaço para conversas e risadas como a comida.

Sobre formas de criar espaço em seu grupo para diversão, veja meu livro Leading Small Groups in the Way of Jesus (Liderando Pequenos Grupos no Caminho de Jesus, em tradução livre), capítulo 7.

Spanish blog:

Liderazgo, confianza y diversión

Por Scott Boren, The Center for Community and Mission (www.scottboren.blogspot.com), Twitter @mscottboren

No hay nada tan serio como las cosas de Dios. Después de todo, estamos hablando del encuentro con lo trascendente de Dios; el evangelio que se proclamará en todo el mundo. El testimonio de Isaías ante Dios (ver Is 6) o la visión de Juan en Apocalipsis 4 son suficientes para resaltar que si vas a guiar a otros por el sendero del Evangelio, este es un asunto de vida o muerte.

Además de esto, si observas nuestro mundo, no tardaremos en ver cuán terribles son las cosas. Vivimos en un mundo que necesita seriamente ayuda; de hecho, necesita seriamente algo más que una pequeña corrección aquí o allá. Necesitamos que Dios intervenga porque lo que se necesita va más allá de lo que podemos hacer y es abrumador si lo pensamos demasiado tiempo. No hay tiempo que perder; hay mucho trabajo en ministerio por hacer.

La pregunta que tenemos ante nosotros no es si deberíamos o no invertir en este serio trabajo; no hay debate sobre eso. La pregunta es “cómo” deberíamos invertir en este trabajo; este es un trabajo serio que no debe hacerse serio. Cuando tomamos nuestro trabajo en serio, lo hacemos como si lo que estamos haciendo dependiera de nosotros, en lugar de confiar en Dios. Este trabajo es tan serio que debemos darnos cuenta de que el hecho de que estamos involucrados en él, en absoluto, es hilarante. El trabajo que estoy llamado a hacer es tan absurdamente importante que mi pequeña contribución es bastante graciosa.

¿Quién soy, después de todo, para pensar que voy a cambiar el mundo? ¿O incluso hacer una diferencia? Jesús ya lo hizo a través de la cruz y la resurrección. Yo “consigo” unirme al trabajo que Dios ya hizo; esto va más allá de mí, me hace sonreír. Lo único que puedo hacer es confiar.

No estoy diciendo que las cosas de Dios deben ser tratadas como triviales. Simplemente estoy diciendo que si vemos una visión de la “locura de la cruz” (1 Cor 1:18) entonces veremos que Dios está trabajando de maneras que están más allá de lo que podemos hacer directamente al respecto.

No se trata de tener una estrategia para “divertirse” en nuestras células o con aquellos a quienes ministramos en el mundo. Hay un millón de maneras de divertirse con otras personas, y si necesitamos una lista de opciones para hacerlo, convertiremos esa lista en otra “estrategia seria”, convirtiéndola en algo que no es realmente divertido. Divertirse con los demás se trata de estar con los demás, confiar en que Dios está obrando en medio de sus vidas y está obrando en mí.

Esto significa que la diversión del Evangelio no es lo opuesto a la seriedad del Evangelio. Si realmente entiendes lo serio que es el Evangelio, serás libre de divertirte más porque eres libre de confiar. No intentes divertirte con otros en tu célula, ya sea en una reunión o en otros puntos de conexión relacional. Pon tu confianza en Dios y saca esa confianza. La diversión surgirá.

Pero si necesitas algo práctico para hacer, coman juntos. Hay pocas acciones que hagan espacio para la conversación y la risa como una comida.

Sobre las maneras de hacer espacio en tu célula para divertirse, ve mi libro Leading Small Groups in the Way of Jesus (Cómo liderar grupos pequeños en la manera de Jesús), capítulo 7.