Fostering Faithfulness in Discipleship

by Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

As disciples of Jesus, we are called to walk in faithfulness and stewardship of the gifts and responsibilities entrusted to us. One powerful tool in cultivating this faithfulness is accountability through weekly reporting. While this may seem like a mundane task or simply a matter of numbers, it carries profound significance in our journey of discipleship.

Consider the examples of faithfulness found in Scripture. Jacob remained faithful to his unfaithful uncle Laban, diligently tending his flocks despite the challenges and injustices he faced. Similarly, David exemplified faithfulness in caring for his flock, bravely confronting wild animals to protect them from harm. And let us not forget Jesus’ own words, likening Himself to the shepherd who diligently seeks out the lost sheep, demonstrating unwavering commitment to each individual under His care.

Accountability through weekly reporting is a tangible expression of this social holiness, as it allows us to support, encourage, and challenge one another in our pursuit of faithfulness. Weekly reports help pastors and leaders focus on the one-anothers, fostering a culture of mutual support and accountability within the body of Christ. It is not merely about fulfilling a task or meeting a quota; rather, it is about being faithful stewards of the resources, opportunities, and relationships that God has entrusted to us. Just as Jacob, David, and Jesus remained faithful in their respective roles, so too are we called to faithfully steward the responsibilities and callings placed upon us as disciples of Christ.

As disciples, let us embrace the practice of accountability through weekly reporting with diligence and enthusiasm. Let us view it not as a burden, but as an opportunity to grow in faithfulness and obedience to God’s call. By remaining faithful in the small things, we prepare ourselves to be faithful in greater things, ultimately bringing glory to God and advancing His kingdom here on earth.

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Fomentando a Fidelidade no Discipulado

por Timo Barbosa, Comunidades Catalizadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

Como discípulos de Jesus, somos chamados a caminhar com fidelidade e administração dos dons e responsabilidades confiados a nós. Uma ferramenta poderosa para cultivar essa fidelidade é a responsabilidade por meio de relatórios semanais. Embora isso possa parecer uma tarefa mundana ou simplesmente uma questão de números, carrega um significado profundo em nossa jornada de discipulado.

Considere os exemplos de fidelidade encontrados nas Escrituras. Jacó permaneceu fiel ao seu tio infiel, Labão, cuidando diligentemente de seus rebanhos apesar dos desafios e injustiças que enfrentava. Da mesma forma, Davi exemplificou a fidelidade ao cuidar de seu rebanho, enfrentando bravamente animais selvagens para protegê-los do perigo. E não nos esqueçamos das próprias palavras de Jesus, comparando-se ao pastor que busca diligentemente a ovelha perdida, demonstrando um compromisso inabalável com cada indivíduo sob Seu cuidado.

A responsabilidade por meio de relatórios semanais é uma expressão tangível dessa santidade social, pois nos permite apoiar, encorajar e desafiar uns aos outros em nossa busca pela fidelidade. Os relatórios semanais ajudam pastores e líderes a focar nos uns aos outros, promovendo uma cultura de apoio mútuo e responsabilidade dentro do corpo de Cristo. Não se trata apenas de cumprir uma tarefa ou atingir uma cota; mas sim, de sermos fiéis administradores dos recursos, oportunidades e relacionamentos que Deus nos confiou. Assim como Jacó, Davi e Jesus permaneceram fiéis em seus papéis respectivos, também somos chamados a administrar fielmente as responsabilidades e chamados que nos são confiados como discípulos de Cristo.

Como discípulos, vamos abraçar a prática da responsabilidade por meio de relatórios semanais com diligência e entusiasmo. Vamos encará-la não como um fardo, mas como uma oportunidade de crescer em fidelidade e obediência ao chamado de Deus. Ao permanecermos fiéis nas pequenas coisas, nos preparamos para ser fiéis nas coisas maiores, trazendo glória a Deus e avançando Seu reino aqui na terra.

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Fomentar La Fidelidad En El Discipulado

por Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

Como discípulos de Jesús, estamos llamados a caminar en fidelidad y administración de los dones y responsabilidades que se nos han confiado. Una herramienta poderosa para cultivar esta fidelidad es la rendición de cuentas a través de informes semanales. Aunque esto puede parecer una tarea mundana o simplemente una cuestión de números, tiene un profundo significado en nuestro camino de discipulado.

Consideremos los ejemplos de fidelidad que encontramos en las Escrituras. Jacob permaneció fiel a su infiel tío Labán, cuidando diligentemente de sus rebaños a pesar de los desafíos y las injusticias a las que se enfrentaba. Del mismo modo, David fue un ejemplo de fidelidad en el cuidado de su rebaño, enfrentándose valientemente a animales salvajes para protegerlos. Y no olvidemos las propias palabras de Jesús, que se comparó a sí mismo con el pastor que busca diligentemente a la oveja perdida, demostrando un compromiso inquebrantable con cada una de las personas que están bajo su cuidado.

La rendición de cuentas a través de informes semanales es una expresión tangible de esta santidad social, ya que nos permite apoyarnos, animarnos y desafiarnos unos a otros en nuestra búsqueda de la fidelidad. Los informes semanales ayudan a los pastores y líderes a centrarse en los demás, fomentando una cultura de apoyo mutuo y responsabilidad dentro del cuerpo de Cristo. No se trata simplemente de cumplir una tarea o una cuota, sino de ser fieles administradores de los recursos, las oportunidades y las relaciones que Dios nos ha confiado. Al igual que Jacob, David y Jesús permanecieron fieles en sus respectivas funciones, nosotros también estamos llamados a administrar fielmente las responsabilidades y las llamadas que se nos confían como discípulos de Cristo.

Como discípulos, adoptemos la práctica de la rendición de cuentas a través de informes semanales con diligencia y entusiasmo. No lo veamos como una carga, sino como una oportunidad para crecer en fidelidad y obediencia a la llamada de Dios. Permaneciendo fieles en las cosas pequeñas, nos preparamos para ser fieles en cosas más grandes, trayendo en última instancia gloria a Dios y avanzando su reino aquí en la tierra.

Small Groups: Church’s Heartbeat

by Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

Small Groups occur during the week (out-of-site), so they can often become “out-of-mind.” However, as leaders, it’s our responsibility to protect them properly. These small gatherings, often held in homes or other informal settings, play a pivotal role in fostering spiritual growth, accountability, and community among believers. Despite their seemingly peripheral status compared to the grandeur of Sunday services, Small Groups serve as the heartbeat of the church, where authentic relationships are formed, lives are transformed, and discipleship flourishes.

We cannot live as if we are alone on an island and be a Christian, since faith is always communal. One aspect of our faith formation is participating in spiritual accountability groups. This echoes the sentiment of John Wesley, who believed in the principle of “no personal holiness without social holiness.” In essence, our journey of faith is intertwined with the support, encouragement, and accountability of fellow believers. Small Groups provide a fertile ground for this communal aspect of faith to thrive, offering a safe space for vulnerability, transparency, and mutual edification.

Joel Comiskey, in his seminal works “Leadership Explosion” and “Groups That Thrive,” underscores the importance of making Small Groups the center of the church’s structure and not merely another ministry option. He emphasizes that effective church leadership involves prioritizing the health and growth of Small Groups, recognizing them as the primary means of discipleship and community building. By placing Small Groups at the core of the church’s strategy and resources, leaders can ensure that every member is connected, cared for, and growing in their faith journey.

As leaders, we must intentionally guard and nurture the vitality of Small Groups, ensuring they receive the attention, support, and resources they need to thrive. This requires proactive measures such as regular communication, training, and pastoral oversight. By championing Small Groups as the lifeblood of the church, leaders can cultivate a culture of discipleship, authenticity, and mission, where every believer is equipped and empowered to fulfill their God-given calling in the context of community.

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Pequenos Grupos: Pulsação da Igreja
por Timo Barbosa, Comunidades Catalizadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

Pequenos Grupos ocorrem durante a semana (fora do prédio da igreja), então eles podem frequentemente se tornar “fora da vista”. No entanto, como líderes, é nossa responsabilidade protegê-los adequadamente. Esses pequenos encontros, muitas vezes realizados em lares ou outros ambientes informais, desempenham um papel crucial no fomento ao crescimento espiritual, responsabilidade e comunidade entre os discípulos. Apesar de seu status aparentemente periférico em comparação com a grandiosidade dos serviços dominicais, os Pequenos Grupos servem como a pulsação da igreja, onde relacionamentos autênticos são formados, vidas são transformadas e o discipulado floresce.

Não podemos viver como se estivéssemos sozinhos em uma ilha e sermos cristãos, já que a fé é sempre comunitária. Um aspecto da nossa formação na fé é participar de grupos de prestação de contas espiritual. Isso ecoa o sentimento de John Wesley, que acreditava no princípio de “não há santidade pessoal sem santidade social”. Em essência, nossa jornada de fé está entrelaçada com o apoio, encorajamento e responsabilidade dos outros crentes. Os Pequenos Grupos fornecem um terreno fértil para esse aspecto comunitário da fé prosperar, oferecendo um espaço seguro para vulnerabilidade, transparência e edificação mútua.

Joel Comiskey, em suas obras seminais “Crescimento Explosivo da Igreja em Células” e “Grupos que Prosperam”, destaca a importância de fazer dos Pequenos Grupos o centro da estrutura da igreja e não apenas outra opção de ministério. Ele enfatiza que a liderança eficaz da igreja envolve priorizar a saúde e o crescimento dos Pequenos Grupos, reconhecendo-os como o principal meio de discipulado e construção de comunidade. Ao colocar os Pequenos Grupos no centro da estratégia e dos recursos da igreja, os líderes podem garantir que cada membro esteja conectado, cuidado e crescendo em sua jornada de fé.

Como líderes, devemos intencionalmente proteger e nutrir a vitalidade dos Pequenos Grupos, garantindo que recebam a atenção, o apoio e os recursos de que precisam para prosperar. Isso requer medidas proativas como comunicação regular, treinamento e supervisão pastoral. Ao defender os Pequenos Grupos como a essência da igreja, os líderes podem cultivar uma cultura de discipulado, autenticidade e missão, onde cada crente seja equipado e capacitado para cumprir seu chamado dado por Deus no contexto da comunidade.

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Grupos Pequeños: El latido de la Iglesia
por Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

Los Grupos Pequeños ocurren durante la semana (fuera del sitio), por lo que a menudo pueden estar “fuera de la mente”. Sin embargo, como líderes, es nuestra responsabilidad protegerlos adecuadamente. Estas pequeñas reuniones, a menudo celebradas en hogares u otros entornos informales, desempeñan un papel fundamental en el fomento del crecimiento espiritual, la rendición de cuentas y la comunidad entre los creyentes. A pesar de su estatus aparentemente periférico comparado con la grandeza de los servicios dominicales, los Grupos Pequeños sirven como el latido del corazón de la iglesia, donde se forman relaciones auténticas, se transforman vidas y florece el discipulado.

No podemos vivir como si estuviéramos solos en una isla y ser cristianos, ya que la fe es siempre comunitaria. Un aspecto de nuestra formación en la fe es la participación en grupos de responsabilidad espiritual. Esto se hace eco del sentimiento de John Wesley, que creía en el principio de “no hay santidad personal sin santidad social”. En esencia, nuestro camino de fe está entrelazado con el apoyo, el aliento y la responsabilidad de otros creyentes. Los grupos pequeños proporcionan un terreno fértil para que prospere este aspecto comunitario de la fe, ofreciendo un espacio seguro para la vulnerabilidad, la transparencia y la edificación mutua.

Joel Comiskey, en sus obras seminales “Leadership Explosion” (Explosion de Liderazgo) y “Groups That Thrive” (Grupos que Prosperan), subraya la importancia de hacer de los Grupos Pequeños el centro de la estructura de la iglesia y no simplemente otra opción de ministerio. Enfatiza que el liderazgo efectivo de la iglesia implica priorizar la salud y el crecimiento de los Grupos Pequeños, reconociéndolos como el medio principal de discipulado y construcción de comunidad. Al colocar a los Grupos Pequeños en el centro de la estrategia y los recursos de la iglesia, los líderes pueden asegurar que cada miembro esté conectado, atendido y creciendo en su camino de fe.

Como líderes, debemos cuidar y nutrir intencionalmente la vitalidad de los Grupos Pequeños, asegurando que reciban la atención, el apoyo y los recursos que necesitan para prosperar. Esto requiere medidas proactivas como la comunicación regular, la formación y la supervisión pastoral. Al defender los Grupos Pequeños como el alma de la iglesia, los líderes pueden cultivar una cultura de discipulado, autenticidad y misión, donde cada creyente está equipado y capacitado para cumplir con el llamado que Dios le ha dado en el contexto de la comunidad.

Embracing the Two-Winged Church: Unleashing Celebration and Small Groups (Español abajo)

Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

In the Christian community, there is a profound truth: the church is not confined to grand cathedrals or ornate sanctuaries alone. Instead, it finds its true essence in the intimate gatherings of believers in homes — the small groups that embody the heartbeat of authentic fellowship and discipleship. To say that the small group is the church elevates our understanding of community and commitment to a new level.

In the New Testament, the term “Ekklesia” was used to describe both the church in the house and larger congregations. Both “wings” underscore the unity and importance of small groups within the broader context of the church. As John Wesley aptly expressed, “The gospel of Christ knows of no religion but social; no holiness but social holiness.”

Wesley says that we cannot exist without social holiness. Why? First, God has demonstrated his deep love for us. Second, Christ’s love for a hurting world compels us to walk with others in their pain and struggles. Indeed, the essence of Christianity can be found in the shared journey of faith and the communal pursuit of God’s kingdom.

Patrick of Ireland is a shining example of someone who embraced the two-winged nature of the church with fervor and vision. Amidst the vast landscape of his missionary endeavors, Patrick understood the power of large celebration gatherings and the intimate fellowship of small groups. By joining these two aspects seamlessly, he catalyzed transformation across Ireland, sparking a revival that transcended geographical boundaries and cultural divides.

Today, the call to embrace the two-winged church echoes across the ages, beckoning us to step into the role of agents of transformation in our communities. As we reflect on the legacy of those who have gone before us, we are inspired to carry the torch forward—to bridge the gap between celebration and intimacy, between the grandeur of public worship and the depth of personal connection.

So, let us heed the call to action, for in our hands lies the power to shape the future of the church and society at large. Let us open our homes, hearts, and lives to the transformative power of community and discipleship. Together, as we embrace the two wings of the church, we unleash a movement of love, hope, and renewal that reverberates through the corridors of history and into eternity.

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Portuguese blog:

Abraçando a Igreja de Duas Asas: Despertando a Celebração e os Pequenos Grupos
Timo Barbosa, Comunidades Catalisadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

Na comunidade cristã, existe uma verdade profunda: a igreja não se limita a grandes catedrais ou santuários ornamentados. Ao contrário, encontra sua verdadeira essência nos encontros íntimos de fiéis em lares — os pequenos grupos que incorporam o pulsar da comunhão autêntica e do discipulado. Dizer que o pequeno grupo é a igreja é elevar nosso entendimento de comunidade e compromisso a um novo patamar.

No Novo Testamento, o termo “Ekklesia” foi usado para descrever tanto a igreja na casa quanto congregações maiores. Isso ressalta a unidade e a importância dos pequenos grupos dentro do contexto mais amplo da igreja. Como expressou John Wesley de forma apropriada, “O evangelho de Cristo não conhece religião senão social; nenhuma santidade senão social”. Wesley continua a dizer que sem a santidade social, não podemos existir. É por causa do amor de Deus por nós e do amor de Cristo que nos estendemos ao mundo para caminhar com outros e acompanhá-los em suas jornadas. De fato, a essência do cristianismo é encontrada na jornada compartilhada da fé e na busca comunitária do reino de Deus.

Patrício da Irlanda é um exemplo brilhante de alguém que abraçou a natureza de duas asas da igreja com fervor e visão. Em meio à vasta paisagem de seus esforços missionários, Patrício compreendia o poder tanto das grandes celebrações quanto da comunhão íntima dos pequenos grupos. Ao unir esses dois aspectos de forma harmoniosa, ele catalisou uma transformação em toda a Irlanda, provocando um avivamento que transcendeu fronteiras geográficas e divisões culturais.

Hoje, o chamado para abraçar a igreja de duas asas ecoa ao longo das eras, nos convidando a assumir o papel de agentes de transformação em nossas próprias comunidades. Ao refletirmos sobre o legado daqueles que nos precederam, somos inspirados a levar adiante a tocha — a fim de preencher a lacuna entre celebração e intimidade, entre a grandiosidade da adoração pública e a profundidade da conexão pessoal.

Portanto, atendamos ao chamado para a ação, pois em nossas mãos está o poder de moldar o futuro da igreja e da sociedade em geral. Abramos nossos lares, nossos corações e nossas vidas ao poder transformador da comunidade e do discipulado. Juntos, ao abraçarmos as duas asas da igreja, desencadeamos um movimento de amor, esperança e renovação que ressoa pelos corredores da história e na eternidade.

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Abrazando la Iglesia de Dos Alas: Desatando la Celebración y los Grupos Pequeños
Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brasil, IG @thimoteobarbosa

En la comunidad cristiana hay una verdad profunda: la iglesia no se limita a grandes catedrales o santuarios ornamentados. Por el contrario, encuentra su verdadera esencia en las reuniones íntimas de los creyentes en los hogares – los pequeños grupos que encarnan el latido del corazón de la auténtica comunión y el discipulado. Decir que el grupo pequeño es la Iglesia eleva nuestra comprensión de la comunidad y el compromiso a un nuevo nivel.

En el Nuevo Testamento, el término “Ekklesia” se utilizaba para describir tanto a la iglesia en el hogar como a las congregaciones más grandes. Ambas “alas” subrayan la unidad y la importancia de los grupos pequeños dentro del contexto más amplio de la iglesia. Como expresó acertadamente John Wesley, “El evangelio de Cristo no conoce otra religión que la social; no conoce otra santidad que la santidad social”.

Wesley dice que no podemos existir sin santidad social. ¿Por qué? En primer lugar, Dios ha demostrado su profundo amor por nosotros. En segundo lugar, el amor de Cristo por un mundo herido nos obliga a caminar con los demás en su dolor y sus luchas. De hecho, la esencia del cristianismo se encuentra en el camino compartido de la fe y la búsqueda comunitaria del reino de Dios.

Patricio de Irlanda es un brillante ejemplo de alguien que abrazó la naturaleza bifronte de la Iglesia con fervor y visión. En medio del vasto paisaje de sus esfuerzos misioneros, Patricio comprendió el poder de las grandes reuniones de celebración y el compañerismo íntimo de los pequeños grupos. Al unir estos dos aspectos a la perfección, catalizó la transformación en toda Irlanda, desencadenando un renacimiento que trascendió las fronteras geográficas y las divisiones culturales.

Hoy, la llamada a abrazar la Iglesia de las dos alas resuena a través de los tiempos, invitándonos a asumir el papel de agentes de transformación en nuestras comunidades. Al reflexionar sobre el legado de quienes nos han precedido, nos sentimos inspirados para llevar la antorcha hacia adelante, para salvar la distancia entre la celebración y la intimidad, entre la grandeza del culto público y la profundidad de la conexión personal.

Prestemos atención a la llamada a la acción, porque en nuestras manos está el poder de forjar el futuro de la Iglesia y de la sociedad en general. Abramos nuestros hogares, corazones y vidas al poder transformador de la comunidad y el discipulado. Juntos, al abrazar las dos alas de la Iglesia, desencadenamos un movimiento de amor, esperanza y renovación que reverbera por los pasillos de la historia y hacia la eternidad.

Holistic Small Groups Create Meaningful Relationships

by Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

Are you ready to experience a transformation beyond the ordinary? Picture this: a gathering of 3-15 people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of making disciples who make disciples that results in multiplication. I’m not referring to just any gathering; it’s a catalyst for transformation, a breeding ground for discipleship, and a platform for small-group multiplication.

But what exactly makes small groups so impactful? It’s the holistic approach they offer. Beyond just a weekly meeting, small groups embody a way of life—a journey of discipleship and community that extends far beyond the confines of a church building. It’s about sharing life together, supporting one another through the highs and lows, and spurring each other toward spiritual maturity.

Let me paint a picture of what being in a small group entails. It’s about stepping into a role of influence and inspiration, guiding others on their faith journey, and creating a space where authentic relationships can flourish. It’s not just about one more meeting; it’s about investing in lives, empowering others to discover their gifts, and unleashing the potential for small-group multiplication.

But perhaps the most compelling aspect of small groups is the opportunity to be part of something greater than yourself. It’s about joining a movement—a movement of ordinary people passionate about making a difference in the lives of others, one disciple at a time.

So, consider this your invitation if you feel the stirrings of desire within you—if you long to be part of something meaningful, life-changing, and eternally significant. Step into the small group world and embark on a journey that will impact the lives of those around you and leave an indelible mark on eternity.

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Holístico Quer Dizer Significativo
by Timo Barbosa, Comunidades Catalisadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

Você está pronto para vivenciar uma transformação além do comum? Imagine isso: um encontro de 3-15 pessoas que se reúnem semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelização, comunhão e crescimento espiritual, com o objetivo de fazer discípulos que façam discípulos, resultando em multiplicação. Este não é apenas mais um encontro; é um catalisador para a transformação, um terreno fértil para o discipulado e uma plataforma para a multiplicação de pequenos grupos.

Mas o que exatamente torna os pequenos grupos tão impactantes? É a abordagem holística que eles oferecem. Além de apenas um encontro semanal, os pequenos grupos incorporam um estilo de vida – uma jornada de discipulado e comunidade que se estende muito além dos limites do prédio da igreja. Trata-se de compartilhar a vida juntos, apoiar uns aos outros nos momentos bons e ruins e estimular uns aos outros em direção à maturidade spiritual.

Permita-me pintar um quadro do que estar em um pequeno grupo implica. Trata-se de assumir um papel de influência e inspiração, guiando outros em sua jornada de fé e criando um espaço onde relacionamentos autênticos possam florescer. Não se trata apenas de mais uma reunião; trata-se de investir em vidas, capacitar outros a descobrir seus dons e desencadear o potencial para a multiplicação de pequenos grupos.

Mas talvez o aspecto mais cativante dos pequenos grupos seja a oportunidade de fazer parte de algo maior do que você mesmo. Trata-se de se juntar a um movimento – um movimento de pessoas comuns que são apaixonadas por fazer a diferença na vida dos outros, um discípulo de cada vez.

Portanto, se você sente o desejo dentro de si – se anseia fazer parte de algo significativo, transformador e eternamente significativo – então considere isso seu convite. Entre no mundo dos pequenos grupos e embarque em uma jornada que não só impactará as vidas daqueles ao seu redor, mas também deixará uma marca indelével na eternidade.

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Los grupos pequeños holísticos crean relaciones significativas
por Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brasil, IG @thimoteobarbosa

¿Estás listo para experimentar una transformación más allá de lo ordinario? Imagínese esto: una reunión de 3-15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de la evangelización, la comunidad y el crecimiento espiritual con el objetivo de hacer discípulos que hacen discípulos que resulta en la multiplicación. No me refiero a cualquier reunión; es un catalizador para la transformación, un caldo de cultivo para el discipulado y una plataforma para la multiplicación de los grupos pequeños.

Pero, ¿qué es exactamente lo que hace que los grupos pequeños tengan tanto impacto? Es el enfoque holístico que ofrecen. Más allá de una reunión semanal, los grupos pequeños encarnan una forma de vida, un viaje de discipulado y comunidad que se extiende mucho más allá de los confines de un edificio de la iglesia. Se trata de compartir la vida, apoyarse mutuamente en los altibajos y estimularse unos a otros hacia la madurez espiritual.

Permítanme pintar un cuadro de lo que implica estar en un grupo pequeño. Se trata de asumir un papel de influencia e inspiración, guiar a otros en su camino de fe y crear un espacio donde puedan florecer relaciones auténticas. No se trata sólo de una reunión más; se trata de invertir en vidas, capacitar a otros para que descubran sus dones y liberar el potencial de multiplicación de los grupos pequeños.

Pero quizás el aspecto más atractivo de los grupos pequeños es la oportunidad de formar parte de algo más grande que uno mismo. Se trata de unirse a un movimiento – un movimiento de gente común apasionada por hacer una diferencia en las vidas de los demás, un discípulo a la vez.

Por lo tanto, considere esta su invitación si siente el deseo dentro de usted, si anhela ser parte de algo significativo, que cambia la vida y eternamente significativo. Entra en el mundo de los grupos pequeños y embárcate en un viaje que impactará las vidas de los que te rodean y dejará una marca indeleble en la eternidad.

A Journey Inspired by the Early Church (Español Abajo)

Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brazil, IG @thimoteobarbosa

In the dynamic landscape of contemporary society, the virtue of hospitality stands as a timeless beacon, beckoning us to embrace connection and community. We embark on a journey to rediscover the essence of hospitality.

At the forefront of our exploration are the stalwart leaders within the church—pastors, supervisors, and mentors — who illuminate the path of hospitality through their exemplary actions. Their unwavering commitment to welcoming all into the fold creates a nurturing environment where every person feels valued and embraced. By following in their footsteps, we can cultivate a culture of hospitality that permeates every aspect of congregational life. In the Early Church, though they had leadership roles, everyone following the Way practiced hospitality as a natural example of Jesus. Leadership functions never stopped them from loving and caring for one another.

Beyond official leadership, we encounter the unsung heroes of hospitality — ordinary people whose acts of kindness leave an indelible mark on the hearts of those around them. From a warm smile at the church entrance to a listening ear over a cup of coffee, these gestures of genuine care and compassion embody the true spirit of hospitality. Their dedication to serving others is a powerful reminder of the profound impact of small acts of kindness on building community and fostering belonging.

I’m reminded of John Wesley’s timeless admonition, “Do all the good you can, by all the means you can, to all the people you can.” Wesley’s words serve as a guiding principle for our journey. In embracing hospitality as a sacred duty and a calling to extend love to all, we honor the rich legacy of the Early Church and embody the essence of Christian discipleship. Just ask yourself: don’t you feel great when you are embraced in love by others?

As we reflect on the vibrant Early Church, we are captivated by their unwavering commitment to hospitality. In their midst, strangers were welcomed as family, and grace abounded for all who crossed their path. Let us reclaim this noble heritage, revitalizing the spirit of hospitality within our hearts and communities. With open arms and hearts, let us heed the call to action embedded within the essence of hospitality—creating spaces where all are valued, embraced, and invited to experience the love of Christ in tangible ways.

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Uma Jornada Inspirada pela Igreja Primitiva
Timo Barbosa, Comunidades Catalizadoras – Brasil, IG @thimoteobarbosa

No dinâmico cenário da sociedade contemporânea, a virtude da hospitalidade ergue-se como um farol atemporal, nos convidando a abraçar conexão e comunidade. Embarcamos em uma jornada para redescobrir a essência da hospitalidade.

Na vanguarda de nossa exploração estão os corajosos líderes dentro da igreja — pastores, supervisores e mentores — que iluminam o caminho da hospitalidade por meio de suas ações exemplares. Seu compromisso inabalável em acolher a todos no rebanho cria um ambiente acolhedor onde cada pessoa se sente valorizada e abraçada. Seguindo seus passos, podemos cultivar uma cultura de hospitalidade que permeia todos os aspectos da vida congregacional. Na Igreja Primitiva, embora ocupassem cargos de liderança, todos que eram seguidores do Caminho praticavam a hospitalidade como um exemplo natural de Jesus. As funções de liderança nunca os impediram de amar e cuidar uns dos outros.

Além da liderança oficial, encontramos os heróis anônimos da hospitalidade — pessoas comuns cujos atos de bondade deixam uma marca indelével nos corações ao seu redor. De um sorriso caloroso na entrada da igreja a um ouvido atento durante uma xícara de café, esses gestos de cuidado genuíno e compaixão incorporam o verdadeiro espírito da hospitalidade. Sua dedicação em servir aos outros serve como um poderoso lembrete do impacto profundo que pequenos gestos de bondade podem ter na construção de comunidade e no fomento ao pertencimento.

A sabedoria da admoestação eterna de John Wesley para “fazer todo o bem que você puder, de todas as maneiras que puder, para todas as pessoas que puder” serve como um princípio orientador para nossa jornada. Ao abraçar a hospitalidade como um dever sagrado e um chamado para estender amor a todos, honramos o rico legado da Igreja Primitiva e incorporamos a essência do discipulado cristão. Pergunte a si mesmo: você não se sente bem quando é abraçado com amor por outros?

Ao refletirmos sobre a vibrante Igreja Primitiva, somos cativados por seu compromisso inabalável com a hospitalidade. Em seu meio, estranhos eram recebidos como família, e a graça transbordava para todos que cruzavam seu caminho. Vamos reivindicar essa nobre herança, revitalizando o espírito da hospitalidade em nossos corações e comunidades. Com braços e corações abertos, vamos atender ao chamado à ação embutido na essência da hospitalidade — criando espaços onde todos são valorizados, abraçados e convidados a experimentar o amor de Cristo de maneira tangível.

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Un viaje inspirado en la Iglesia primitiva
Timo Barbosa, Catalyst Communities – Brasil, IG @thimoteobarbosa

En el dinámico paisaje de la sociedad contemporánea, la virtud de la hospitalidad se erige como un faro intemporal que nos invita a abrazar la conexión y la comunidad. Nos embarcamos en un viaje para redescubrir la esencia de la hospitalidad.

Al frente de nuestra exploración están los líderes incondicionales de la Iglesia -pastores, supervisores y mentores- que iluminan el camino de la hospitalidad con sus acciones ejemplares. Su compromiso inquebrantable de acoger a todos en el redil crea un entorno enriquecedor en el que cada persona se siente valorada y acogida. Siguiendo sus pasos, podemos cultivar una cultura de la hospitalidad que impregne todos los aspectos de la vida de la congregación. En la Iglesia primitiva, aunque tenían funciones de liderazgo, todos los que seguían el Camino practicaban la hospitalidad como un ejemplo natural de Jesús. Las funciones de liderazgo nunca les impidieron amarse y cuidarse unos a otros.

Más allá del liderazgo oficial, nos encontramos con los héroes anónimos de la hospitalidad: personas comunes cuyos actos de bondad dejan una huella indeleble en los corazones de quienes les rodean. Desde una cálida sonrisa a la entrada de la iglesia hasta un oído atento ante una taza de café, estos gestos de auténtica atención y compasión encarnan el verdadero espíritu de la hospitalidad. Su dedicación al servicio de los demás es un poderoso recordatorio del profundo impacto de los pequeños actos de bondad en la construcción de la comunidad y el fomento de la pertenencia.

Me recuerda la eterna admonición de John Wesley: “Haz todo el bien que puedas, por todos los medios que puedas, a todas las personas que puedas”. Las palabras de Wesley sirven como principio rector de nuestro viaje. Al abrazar la hospitalidad como un deber sagrado y una llamada a extender el amor a todos, honramos el rico legado de la Iglesia primitiva y encarnamos la esencia del discipulado cristiano. Pregúntate a ti mismo: ¿no te sientes bien cuando te abrazan con amor?

Cuando reflexionamos sobre la vibrante Iglesia primitiva, nos cautiva su inquebrantable compromiso con la hospitalidad. En su seno, los extraños eran acogidos como en familia, y la gracia abundaba para todos los que se cruzaban en su camino. Reivindiquemos esta noble herencia, revitalizando el espíritu de hospitalidad en nuestros corazones y comunidades. Con los brazos y el corazón abiertos, prestemos atención a la llamada a la acción que encierra la esencia de la hospitalidad: crear espacios en los que todos sean valorados, abrazados e invitados a experimentar el amor de Cristo de forma tangible.