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Home Based Missions

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Paul’s missionary work was based on small meetings in the houses. We can see this in his letters. For example, in Romans 16:14, we read, “Greet Asyncritus, Phlegon, Hermas, Patrobas, Hermes, and the brethren who are with them.” Paul greets five people by name, but then adds “the brethren who are with them.” These brethren were the people who met in the same house. We can think of the first as the “cell core”  while those “who are with them” were the remaining members.

We see the same thing in the verse 15, “Greet Philologus and Julia, Nereus and his sister, and Olympas, and all the saints who are with them.” It is likely that Philologus and Julia were married and that their children were Nereo and his sister. In addition, Olimpas could refer to a servant or maid. Thus, we can see the oikos, formed by family and domestic staff. To them are added “all the saints who are with them,” that is, the other people who met at the house of Philologus and Julia.

In both cases reference is made to the meetings of the Christians in the houses. In this way, Paul’s missionary work advanced from house to house, conquering cities and preaching the gospel through house to house ministry. This is the model that the New Testament teaches about how to fulfill the great commission. Let’s take heed to this model as we fulfill our responsibility to share the gospel to all nations.

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Portuguese blog:

Missões Baseadas nas Casas

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

O trabalho missionário de Paulo estava baseado em pequenas reuniões nos lares. Nós podemos ver isso em suas cartas. Por exemplo, em Romanos 16:14 nós lemos: “Saúdem Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas, Hermas e os irmãos que estão com eles”. Paulo cumprimenta cinco pessoas pelo nome, e depois acrescenta “os irmãos que estão com eles”. Esses irmãos eram pessoas que se reuniam na mesma casa. Podemos pensar nos primeiros como o “núcleo da célula”, e os outros que estavam com eles eram os demais membros.

Nós vemos a mesma coisa no verso 15: “Saúdem Filólogo, Júlia, Nereu e sua irmã, e também Olimpas e todos os santos que estão com eles”. É provável que Filólogo e Júlia eram casados, e que Nereu e sua irmã eram seus filhos. Além disso, Olimpas poderia ser um servo ou empregado. Assim, podemos ver o oikos, formado pela família e empregados domésticos. À eles são acrescidos “todos os santos que estão com eles”, isto é, as outras pessoas que se reuniam na casa de Filólogo e Júlia.

Em ambos os casos é feita uma referência às reuniões dos cristãos nos lares. Dessa forma, o trabalho missionário de Paulo avançou de casa em casa, conquistando cidades e pregando o Evangelho através do ministério de casa em casa. Esse é o modelo que o Novo Testamento ensina sobre como cumprir a Grande Comissão. Vamos prestar atenção à esse modelo conforme cumprimos nossa responsabilidade de compartilhar o evangelho a todas as nações.

Spanish blog:

Las misiones basadas en las casas

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La obra misionera de Pablo estuvo basada en las reuniones pequeñas en las casas. De eso, quedan evidencias en sus cartas. Por ejemplo, en Romanos 16:14 «Saludad a Asíncrito, a Flegonte, a Hermas, a Patrobas, a Hermes y a los hermanos que están con ellos». Pablo saluda a cinco personas por sus nombres, pero luego añade a «los hermanos que están con ellos». Éstos hermanos eran las personas que se reunían en la misma casa. Podríamos pensar que los primeros cinco eran el núcleo de la célula en tanto que los «que están con ellos» eran los restantes miembros.

Lo mismo vemos en el siguiente versículo 15 «Saludad a Filólogo, a Julia, a Nereo y a su hermana, a Olimpas y a todos los santos que están con ellos». Es probable que Filólogo y Julia fueran esposos y que sus hijos eran Nereo y su hermana. Además, se añade a Olimpas, que podía referirse a un criado o criada. Por tanto, allí tendríamos el oikos, formado por la familia y la servidumbre. A ellos se añaden «todos los santos que están con ellos», es decir, las demás personas que se reunían en casa de Filólogo y Julia.

En ambos casos se hace referencia a las reuniones de los cristianos en las casas. De esa manera, el trabajo misionero de Pablo avanzó de casa en casa, conquistando ciudades y llenándolo todo con el evangelio. Es el modelo que el Nuevo Testamento nos muestra para cumplir la gran comisión. Bien haremos si seguimos esa metodología para cumplir con la responsabilidad que nos corresponde.

The Roman Model of Evangelism

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Matthew 11 grants to us an analogy of the church’s current state of affairs.  In this passage, Jesus is preaching in the towns of Galilee.  When John the Baptist, who at this time is in prison, heard about what Christ was doing, he dispatched his disciples to ask Christ a few questions.  Further, he wanted to ask Jesus if “he was the one who was to come, or should we expect someone else?” (Verse 3).  Jesus replies to John’s disciples by saying, “Go back and report to John what you hear and see…” (Verse 4).  The church must break out of her self-afflicted walls and locked up fortress to investigate the heart of this culture.  We must peer deeply, consistently into the soul of our homeland.  Additionally, we must attune our eyes, ears, and mouth to the beating heart of God through intercession.

Have we owned an independent mindset, playing the evangelism game that suggests, “It’s all up to me to win my friends to Christ?”  I, too, have participated in this man-centered game.  (My goodness, I was trained to be a “Lone Ranger” in the context of evangelism.)  John Finney, in his excellent book, Recovering the Past: Celtic and Roman Mission eludes to this game like the old “Roman Model” of sharing Christ.   This model entails Presentation (tell them the Christian message), Decision (Ask: “Are you ready to believe in Christ and become a Christian?”), and Fellowship (“Follow me to church.”).  This is the model I followed.  I don’t regret my participation in this method of evangelism, but I certainly didn’t experience immense support from other believers and consistently found myself debating the goodness of God with many skeptical individuals.  Some troopers received Christ, but others were offended by my simple formula and predictable presentation.

It is my observation that most churches still do evangelism (if they attempt it at all) the “Roman” way.  They may even employ an evangelism “professional” who is given the inevitable task of stirring up believers to reach others in confrontational evangelism techniques.

Let’s face the facts.  We, as believers, know we are supposed to share Christ with others.  We know that our not-yet believing friend’s soul rests in the balance between heaven and hell.  We are especially delighted that someone took the time to share the love of Christ with us.  Yet, we don’t evangelize.  We are mesmerized by the “how to’s,” “when to do it,” “who to do it to,” and more.  But, we succumb to evangelists in our midst to spread the gospel of Jesus Christ.

Next week, I’ll write about a different way of evangelism.

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Portuguese blog:

O Modelo Romano de Evangelismo

Por Pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Mateus 11 nos concede uma analogia da situação atual da igreja. Nesta passagem, Jesus estava pregando nas cidades da Galiléia. Quando João Batista, que neste momento estava na prisão, ouviu falar sobre o que Cristo estava fazendo, ele enviou seus discípulos para fazer algumas perguntas a Cristo. Além disso, ele queria perguntar a Jesus se “és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Verso 3). Jesus responde aos discípulos de João dizendo: “Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo …” (Verso 4). A igreja deve romper com seus muros auto impostos e sair da fortaleza onde se trancou para investigar o coração dessa cultura. Devemos espiar profundamente e de forma consistente a alma de nossa pátria. Além disso, devemos sintonizar nossos olhos, ouvidos e boca ao coração pulsante de Deus através de intercessão.

Nós possuímos uma mentalidade independente, jogando o jogo de evangelismo que sugere: “Tudo depende de mim para ganhar meus amigos para Cristo”? Eu também participei desse jogo centrado no homem (meu Deus, fui treinado para ser um “Arqueiro Solitário” no contexto do evangelismo). John Finney, em seu excelente livro Recovering the Past: Celtic and Roman Mission(“Recuperando o Passado: Missão Celta e Romana”, em tradução livre), foge desse jogo como o antigo “modelo romano” de compartilhar Cristo. Esse modelo envolve Apresentação (conte a mensagem cristã), Decisão (pergunte: “Você está pronto para crer em Cristo e se tornar um cristão?”) e Irmandade (“Siga-me até a igreja”). Este é o modelo que eu segui. Não me arrependo da minha participação nesse método de evangelismo, mas certamente não tive imenso apoio de outros crentes e sempre me vi debatendo a bondade de Deus com muitos indivíduos céticos. Alguns soldados receberam Cristo, mas outros ficaram ofendidos com minha fórmula simples e apresentação previsível.

Observo que a maioria das igrejas ainda faz evangelismo (se é que tentam) do modo “romano”. Elas podem até empregar um “profissional” de evangelismo, que recebe a tarefa inevitável de estimular os crentes a alcançar outros em técnicas de evangelismo de confronto.

Vamos encarar os fatos. Nós, como crentes, sabemos que devemos compartilhar Cristo com os outros. Sabemos que a alma de nosso amigo que ainda não se converteu está na balança entre o céu e o inferno. Somos especialmente gratos por alguém ter tido tempo para compartilhar o amor de Cristo conosco. No entanto, não evangelizamos. Estamos hipnotizados pelo “como fazer”, “quando fazer”, “para quem fazer” e muito mais. Porém, sucumbimos aos evangelistas em nosso meio para espalhar o evangelho de Jesus Cristo.

Na próxima semana, escreverei sobre uma maneira diferente de evangelizar.

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El modelo romano de evangelismo

Por el pastor Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

Mateo 11 nos otorga una analogía del estado actual de la iglesia. En este pasaje, Jesús está predicando en las ciudades de Galilea. Cuando Juan el Bautista, que en este momento está en prisión, se enteró de lo que estaba haciendo Cristo, envió a sus discípulos para hacerle algunas preguntas. Además, quería preguntarle a Jesús si “él era el que había de venir, ¿o deberíamos esperar a alguien más?” (Versículo 3). Jesús responde a los discípulos de Juan diciendo: “Regresa e informa a Juan lo que oyes y ves …” (Versículo 4). La iglesia debe salir de sus muros auto-limitantes y cerrar la fortaleza para investigar el corazón de esta cultura. Debemos mirar profundamente, consistentemente en el alma de nuestra patria. Además, debemos sintonizar nuestros ojos, oídos y boca con el corazón de Dios a través de la intercesión.

¿Hemos tenido una mentalidad independiente, jugando la carta del evangelismo que sugiere: “Todo depende de mí, para ganar a mis amigos para Cristo?”. Yo también he participado en este juego centrado en el hombre. (Dios mío, fui entrenado para ser un “Llanero Solitario” en el contexto de la evangelización). John Finney, en su excelente libro, Recuperando el pasado: la misión celta y romana, elude a este juego con el viejo “Modelo romano” de compartir Cristo. Este modelo implica presentación (dígales de el mensaje cristiano), decisión (pregunte: “¿Estás listo para creer en Cristo y convertirte en cristiano?”) Y compañerismo (“sígueme a la iglesia”). Este es el modelo que seguí. No me arrepiento de mi participación en este método de evangelismo, pero ciertamente no experimenté el inmenso apoyo de otros creyentes y constantemente me encontré debatiendo la bondad de Dios con muchas personas escépticas. Algunos soldados recibieron a Cristo, pero otros se ofendieron por mi fórmula simple y presentación predecible.

Es mi observación que la mayoría de las iglesias todavía hacen evangelismo (si es que lo intentan) a la manera “romana”. Incluso pueden emplear a un “profesional” de evangelismo a quien se le da la inevitable tarea de incitar a los creyentes a alcanzar a otros en técnicas de evangelismo de confrontación.

Enfrentémonos a los hechos. Nosotros, como creyentes, sabemos que se supone que debemos compartir a Cristo con los demás. Sabemos que el alma de nuestro amigo aún no creyente descansa en el equilibrio entre el cielo y el infierno. Estamos especialmente encantados de que alguien se haya tomado el tiempo de compartir el amor de Cristo con nosotros. Sin embargo, no evangelizamos. Estamos hipnotizados por el “cómo hacerlo”, “cuándo hacerlo”, “a quién hacerlo” y más. Pero, dependemos de los evangelistas en nuestro medio para difundir el evangelio de Jesucristo.

La próxima semana, escribiré sobre una forma diferente de evangelismo.

The Great ‘Completion’

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Previous generations have talked about ‘Doing’ the Great Commission, but today the talk is of this next generation ‘Completing’ The Great Commission.

Heads of major mission organizations are saying it is possible for this next generation to finish The Great Commission that Jesus left us in Matthew 28:18-20.

If we agree with this, it should raise massive questions about how we are training the next generation and how we are going to mobilize them.

Reaching the remaining unreached people groups could mean going to hostile locations and being willing to pay the ultimate price by putting laying down our lives. It could also mean reaching them in our very own neighborhoods, schools and colleges.

In the western world, it’s quite easy to meet in larger groups, but in many nations it’s nearly impossible. In fact, the only way to reach the unreached to be the church is to meet small “underground” cells or even just one on one. In the west, cells too, can infiltrate cultures and communities where immigration has bought nations across borders.

Cells have been and always will be a great way to train and equip people for completing the great commission. They are easy to mobilize, can go undetected, and can shine Christ’s light in the darkness. They are effective in discipling and developing leaders of any generation and in any nation and culture. Cells are effective in heavily persecuted nations, as well as in the major western cultures, which are shifting fast and becoming more and more hostile to Judeo-Christian values.

Wherever we are, whatever the current spiritual climate, whoever we are reaching and whatever the culture, cells have remained a vital part of church life.

If this next generation is the generation to fulfill the Great ‘Completion’ then Matthew 24:14 needs to spur us on, “And this gospel of the kingdom will be preached throughout the whole inhabited earth as a testimony to all the nations, and then the end will come.”

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A Grande “Conclusão”

Por Andrew Kirk, diretor de Generation 2 Generation, site – www.G2gMandate.org, mídias sociais – @ G2gMandate

Gerações anteriores falaram sobre fazera Grande Comissão, mas hoje a conversa é sobre a próxima geração concluira Grande Comissão.

Os chefes das principais organizações missionárias estão dizendo que é possível que a próxima geração complete a Grande Comissão que Jesus nos deixou em Mateus 28:18-20.

Se concordarmos com isso, isso deve levantar questões maciças sobre como estamos treinando a próxima geração e como vamos mobilizá-la.

Atingir os demais grupos de pessoas não alcançadas pode significar ir a locais hostis e estar disposto a pagar o preço final, entregando nossas vidas. Também poderia significar alcançá-los em nossos próprios bairros, escolas e faculdades.

No mundo ocidental, é muito fácil se encontrar em grupos maiores, mas em muitos países é quase impossível. De fato, a única maneira de alcançar a igreja não alcançada é se reunir em pequenas células “subterrâneas” ou mesmo de um a um.  No ocidente, as células também podem se infiltrar em culturas e comunidades onde a imigração comprou nações através das fronteiras.

As células foram e sempre serão uma ótima maneira de treinar e equipar pessoas para concluir a grande comissão. Elas são fáceis de mobilizar, podem passar despercebidas e podem brilhar a luz de Cristo nas trevas. Elas são eficazes no discipulado e no desenvolvimento de líderes de qualquer geração, nação e cultura.  As células são eficazes em nações fortemente perseguidas, bem como nas principais culturas ocidentais, que estão mudando rapidamente e se tornando cada vez mais hostis aos valores judaico-cristãos.

Onde quer que estejamos, seja qual for o clima espiritual atual, quem quer que estejamos alcançando e qualquer que seja a cultura, as células permanecem como uma parte vital da vida da Igreja.

Se esta próxima geração for a geração para cumprir a Grande ‘Conclusão’, então Mateus 24:14 precisa nos estimular: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.

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La gran “finalización”

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2 generación, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

Las generaciones anteriores han hablado de “Hacer” la Gran Comisión, pero hoy se habla de esta próxima generación “Completando” La Gran Comisión.

Los jefes de las principales organizaciones misioneras dicen que es posible que esta próxima generación termine La Gran Comisión que Jesús nos dejó en Mateo 28: 18-20.

Si estamos de acuerdo con esto, debería plantear preguntas masivas sobre cómo estamos entrenando a la próxima generación y cómo los vamos a movilizar.

Llegar a los grupos de personas no alcanzadas restantes podría significar ir a lugares hostiles y estar dispuestos a pagar el precio final al sacrificar nuestras vidas. También podría significar llegar a ellos en nuestros propios vecindarios, escuelas y universidades.

En el mundo occidental, es bastante fácil reunirse en grupos más grandes, pero en muchas naciones es casi imposible. De hecho, la única forma de llegar a los no alcanzados para ser la iglesia es reunirse con pequeñas células “subterráneas” o incluso individuo con individuo. En el oeste, las células también pueden infiltrarse en culturas y comunidades donde la inmigración ha comprado naciones a través de las fronteras.

Las células han sido y siempre serán una excelente manera de entrenar y equipar a las personas para completar la gran comisión. Son fáciles de movilizar, pueden pasar desapercibidos y pueden hacer brillar la luz de Cristo en la oscuridad. Son eficaces para discipular y desarrollar líderes de cualquier generación y en cualquier nación y cultura. Las células son efectivas en naciones muy perseguidas, así como en las principales culturas occidentales, que están cambiando rápidamente y se vuelven cada vez más hostiles a los valores judeocristianos.

Dondequiera que estemos, sea cual sea el clima espiritual actual, a quien sea que lleguemos y sea cual sea la cultura, las células han seguido siendo una parte vital de la vida de la iglesia.

Si esta próxima generación es la generación para cumplir la Gran ‘Finalización’, entonces Mateo 24:14 necesita estimularnos, “Y será predicado este evangelio del reino en todo el mundo, para testimonio a todas las naciones; y entonces vendrá el fin “.

Missionary cells

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

The risen Jesus’ Great Commission to his disciples was “Go and make disciples of all nations.” Those marching orders could not be more clear.

That is why the Lausanne Covenant says, “A church that is not a missionary church is contradicting itself and quenching the Spirit.”

Since the cell is the basic expression of the church, we can also say that a cell group that is not a missionary cell is contradicting itself and quenching the Spirit.

When is cell group is functioning with a missionary spirit, it will produce missionaries (whether they be local or international.) As I think about the missionaries and church planters sent out by our church, I realize that they have all been parts of cells, and most of them were group leaders. That was their first training ground. In a cell they join together with others to pray for the lost and to reach out to the unreached. They also become equipped to follow and serve Jesus, and to develop another leader. These are all the actions of a missionary.

Years ago a group leader approached me at a training event and said, “I just thought you’d like to know that our group just got back from a mission trip to Honduras. We helped with a construction project and ran a Vacation Bible School for children.” I was amazed. I had not challenged the groups to do an international missions trip.  Had not prayed for that. I like to think that the DNA of the cell made their trip an obvious choice. They were a missionary group.

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Células missionárias

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

A Grande Comissão de Jesus ressuscitado para seus discípulos foi “Vão e façam discípulos de todas as nações”. Essas ordens de marchar não podiam ser mais claras.

É por isso que o Pacto de Lausanne diz: “Uma igreja que não é uma igreja missionária está se contradizendo e extinguindo o Espírito”.

Como a célula é a expressão básica da igreja, também podemos dizer que uma célula que não é missionária está se contradizendo e extinguindo o Espírito.

Quando uma célula está funcionando com um espírito missionário, ela produz missionários (sejam eles locais ou internacionais). Ao pensar nos missionários e plantadores de igrejas enviados por nossa igreja, percebo que todos eles fizeram parte das células, e a maioria deles eram líderes de grupo. Esse foi o primeiro campo de treinamento deles. Em uma célula, eles se unem a outros para orar pelos perdidos e alcançar os não alcançados. Eles também se preparam para seguir e servir a Jesus e desenvolver outro líder. Essas são todas as ações de um missionário.

Anos atrás, um líder de grupo se aproximou de mim em um evento de treinamento e disse: “Eu pensei que você gostaria de saber que nosso grupo acabou de voltar de uma viagem missionária a Honduras. Ajudamos em um projeto de construção e administramos uma Escola Bíblica de Férias para crianças”. Eu fiquei espantado. Não desafiei os grupos a fazer uma viagem missionária internacional. Não tinha orado por isso. Gosto de pensar que o DNA da célula fez da viagem uma escolha óbvia. Eles eram um grupo missionário.

Spanish blog:

Células misioneras

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

La Gran Comisión de Jesús resucitado a sus discípulos fue “Vayan y hagan discípulos a todas las naciones”. Esas órdenes de marcha no podrían ser más claras.

Es por eso que el Pacto de Lausana dice: “Una iglesia que no es una iglesia misionera se contradice y apaga el Espíritu”.

Dado que la célula es la expresión básica de la iglesia, también podemos decir que un grupo celular que no es una célula misionera se contradice y apaga el Espíritu.

Cuando este grupo celular funciona con un espíritu misionero, producirá misioneros (ya sean locales o internacionales). Al pensar en los misioneros y plantadores de iglesias enviados por nuestra iglesia, me doy cuenta de que todos ellos han sido parte de las células, y la mayoría de ellos eran líderes de grupo. Ese fue su primer campo de entrenamiento. En una célula se unen con otros para orar por los perdidos y alcanzar a los no alcanzados. También se equipan para seguir y servir a Jesús, y para desarrollar otro líder. Estas son todas las acciones de un misionero.

Hace años, un líder celular se me acercó en un evento de capacitación y me dijo: “Simplemente pensé que te gustaría saber que nuestro grupo acaba de regresar de un viaje misionero a Honduras. Ayudamos con un proyecto de construcción y dirigimos una escuela bíblica de vacaciones para niños ”. Me sorprendió. No había desafiado a los grupos a hacer un viaje misionero internacional; no había orado por eso. Me gusta pensar que el ADN de la célula hizo de su viaje una elección obvia. Eran un grupo misionero.

Go

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

When my wife and I arrived in Costa Rica in April 1990, we were as green as gringos could be. As part of a one-year intensive Spanish study program, we longed to speak Spanish correctly because we knew we’d soon be missionaries in Ecuador, South America.

As we studied the Spanish language, we learned that God gives grace in weakness. Instead of saying, Quisiera conocerte, “I would like to get to know you,” I would say, Quisiera cocinarte, “I would like to cook you.” Some of my more hilarious Spanish blunders are not repeatable in public.

I began to learn Spanish when I was thirty-three years old. Sorting out the foreign Spanish sounds was difficult for me. To compensate for my lack of natural talent, I had to study for hours. Like a child, I learned the importance of following grammar rules and the logic of the Spanish language. I knew, however, that taking time in the beginning would have a long-term impact on my ministry in Latin America.

When I speak around the world, I often say to church members, “You are in training right now. If you can lead a cell, multiply it, and supervise the new leader, you can do the same thing anywhere in the world.”

Yes, some might need to learn a different culture and language, but Jesus pointed the way when he became incarnate in our world, born in a human context.

A few weeks ago, I did a seminar in Ecuador. The lead pastor in Ecuador had already planted eight cell churches and had only been in Ecuador for eight years. He was born again at Bethel International in Newark, led a cell, multiplied it several times, and then was sent as a missionary church planter to Ecuador.

God might have something similar for you.

God is a missionary God. He has a larger purpose for your cell than good fellowship. He wants you and your cell group to catch a heart for a lost world. One cell church I visited often asked the cells to conclude with intercessory prayer for the unreached peoples of the world. This cell church developed an excellent series of prayer profiles on unreached groups for other churches and cell groups to use.

But missions is not only “over there.” Jesus said, “But you will receive power when the Holy Spirit comes on you; and you will be my witnesses in Jerusalem, and in all Judea and Samaria, and to the ends of the earth” (Acts 1:8). Jerusalem refers to local city missions, Judea and Samaria are missions within the country, and the ends of the earth refers to cross-cultural missions. We need to ask God to give us a missionary heart for all three regions.

For October, let’s explore the topic of missions and the cell church. Pastors and leaders will write twenty blogs on this topic. If you’d like to receive these blogs in your email inbox each day, press here. We’ll cover: 

  • October 06-12: Biblical base for missions. God is a missionary God. We’ll explore how this applies to cell ministry throughout church history, starting with the New Testament church to the present day.
  • October 13-19:Cell groups are the perfect environment to prepare and send future missionaries. Those who can lead, multiply, and coach new leaders can repeat the process anywhere in the  world.
  • October 20-June 26:  Missionary activity within cell groups. What can cell groups do to participate in God’s missionary plan? Some groups pray for missionaries, practice short-term missions, keep in touch with missionaries, and then invite them to do things when they are in the country.
  • October 27-November 02: Local missions. Cells must have a purpose beyond themselves and local missions is essential. Multiplying a cell is a missionary activity. It’s hard but when we realize that Jesus has a missionary heart, we need to participate in planning, preparing, and then launching the new group. 

In your experience, what makes great team leaders? Please feel free to share here.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Por Joel Comiskey

Quando minha esposa e eu chegamos à Costa Rica em abril de 1990, éramos tão verdes quanto os gringos poderiam ser. Fazíamos parte de um programa intensivo de estudo de um ano em espanhol, pois desejávamos falar corretamente o espanhol porque sabíamos que em breve seríamos missionários no Equador, na América do Sul.

Ao estudarmos a língua espanhola, aprendemos que Deus dá graça na fraqueza. Em vez de dizer, Quisiera conocerte (Gostaria de conhecê-lo), eu dizia Quisiera cocinarte (Gostaria de cozinhar você). Alguns dos meus erros hilários de espanhol não são repetíveis em público.

Comecei a aprender espanhol aos trinta e três anos de idade. Classificar os sons espanhóis estrangeiros foi difícil para mim. Para compensar minha falta de talento natural, tive que estudar por horas e horas. Como uma criança, aprendi a importância de seguir as regras gramaticais e a lógica da língua espanhola. Eu sabia, no entanto, que dedicar algum tempo no começo teria um impacto a longo prazo em meu ministério na América Latina.

Quando falo por todo o mundo, muitas vezes digo aos membros da igreja: “Você está treinando agora. Se você pode liderar uma célula, multiplicar e supervisionar o novo líder, pode fazer a mesma coisa em qualquer lugar do mundo”.

Sim, isso pode exigir o aprendizado de uma cultura e idioma diferentes, mas Jesus apontou o caminho quando ele se encarnou em nosso mundo, nascido em nosso próprio contexto cultural.

Algumas semanas atrás, fiz um seminário no Equador. O pastor líder no Equador já havia plantado oito igrejas em células e só estava no Equador há oito anos. Ela nasceu de novo na Bethel International em Newark, liderou uma célula, multiplicou-a várias vezes e depois foi enviado como plantador de igrejas missionárias para o Equador.

Deus pode ter algo semelhante para você.

Deus é um Deus missionário. Ele tem um propósito maior para a sua célula do que uma boa comunhão. Ele quer que você e sua célula busquem o coração por um mundo perdido. Uma igreja em células que visitei frequentemente pedia às células que concluíssem com uma oração de intercessão pelos povos não alcançados do mundo. Esta igreja em células desenvolveu uma excelente série de perfis de oração em grupos não alcançados para outras igrejas e células usarem.

Mas as missões não estão apenas “lá”. Jesus disse: “Mas você receberá poder quando o Espírito Santo vier sobre você; e vocês serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra “(Atos 1: 8). Jerusalém se refere a missões locais da cidade, Judéia e Samaria são missões dentro do país, e os confins da terra se referem a missões interculturais. Precisamos pedir a Deus que nos dê um coração missionário para as três regiões.

Para outubro, vamos explorar o tópico das missões e da igreja em células. Pastores e líderes escreverão vinte blogs sobre esse assunto. Se você deseja receber esses blogs em sua caixa de entrada de e-mail todos os dias, clique aqui. Nós cobriremos:

• 06-12 de outubro: Base bíblica para missões. Deus é um Deus missionário. Vamos explorar como isso se aplica ao ministério de células ao longo da história da Igreja, começando pela igreja do Novo Testamento até os dias atuais.
• 13-19 de outubro: As células são o ambiente perfeito para preparar e enviar futuros missionários. Aqueles que podem liderar, multiplicar e treinar novos líderes podem repetir esse processo em qualquer lugar do mundo.
• 20 de outubro a 26 de junho: Atividade missionária dentro de células. O que as células podem fazer para participar do plano missionário de Deus? Alguns grupos oram pelos missionários, praticam missões de curto prazo, mantêm contato com os missionários e depois os convidam a fazer as coisas quando estão no país.
• 27 de outubro a 02 de novembro: Missões locais. As células devem ter um objetivo além de si mesmas e as missões locais são essenciais. Multiplicar uma célula é uma atividade missionária. É difícil, mas quando percebemos que Jesus tem um coração missionário, precisamos participar do planejamento, preparação e lançamento do novo grupo.
Na sua experiência, o que faz grandes líderes de equipe? Por favor, sinta-se livre para aqui.

Spanish blog:

 Ve

por Joel Comiskey

Cuando mi esposa y yo llegamos a Costa Rica en abril de 1990, estábamos tan verdes como los gringos pueden estar. Como parte de un programa intensivo de estudio de español de un año, deseábamos hablar español correctamente porque sabíamos que pronto seríamos misioneros en Ecuador, Sudamérica.

Al estudiar el idioma español, aprendimos que Dios da gracia en la debilidad. En lugar de decir, Quisiera conocerte, “Me gustaría conocerte”, diría, Quisiera cocinarte, “Me gustaría cocinarte”. Algunos de mis más divertidos errores en español no se pueden repetir en público.

Comencé a aprender español cuando tenía treinta y tres años. Resolver los sonidos extranjeros en español fue difícil para mí. Para compensar mi falta de talento natural, tuve que estudiar durante horas. Como un niño, aprendí la importancia de seguir las reglas gramaticales y la lógica del idioma español. Sin embargo, sabía que tomar tiempo al principio tendría un impacto a largo plazo en mi ministerio en América Latina.

Cuando hablo en todo el mundo, a menudo les digo a los miembros de la iglesia: “Estás entrenando ahora mismo. Si puedes liderar una célula, multiplicar y supervisar al nuevo líder, puedes hacer lo mismo en cualquier parte del mundo ”.

Sí, podría requerir aprender una cultura y un idioma diferentes, pero Jesús señaló el camino cuando se encarnó en nuestro mundo, nacido en nuestro propio contexto cultural.

Hace unas semanas, hice un seminario en Ecuador. El pastor principal en Ecuador ya había plantado ocho iglesias celulares y solo había estado en Ecuador durante ocho años. Nació de nuevo en Bethel International en Newark, dirigió una célula, la multiplicó varias veces y luego fue enviado como plantador de iglesias misioneras a Ecuador.

Dios podría tener algo similar para ti.

Dios es un Dios misionero. Él tiene un propósito más grande para tu célula que solamente buen compañerismo. Él quiere que tú y tu grupo celular tengan un corazón por un mundo perdido. Una iglesia celular que visité a menudo les pedía a las células que concluyeran con una oración intercesora por los pueblos no alcanzados del mundo. Esta iglesia celular desarrolló una excelente serie de perfiles de oración en grupos no alcanzados para que otras iglesias y grupos celulares puedan usarlos. 

Pero las misiones no son solo “allá”. Jesús dijo: “Pero recibirás poder cuando el Espíritu Santo venga sobre ti; y ustedes serán mis testigos en Jerusalén, y en toda Judea y Samaria, y hasta los confines de la tierra ”(Hechos 1: 8). Jerusalén se refiere a las misiones locales de la ciudad, Judea y Samaria son misiones dentro del país, y los confines de la tierra se refieren a misiones interculturales. Necesitamos pedirle a Dios que nos dé un corazón misionero para las tres regiones.

Para octubre, exploremos el tema de las misiones y la iglesia celular. Los pastores y líderes escribirán veinte blogs sobre este tema. Si deseas recibir estos blogs en tu bandeja de entrada de correo electrónico todos los días, presiona aquí. Cubriremos:

06-12 de octubre: base bíblica para las misiones. Dios es un Dios misionero. Exploraremos cómo esto se aplica al ministerio celular a lo largo de la historia de la iglesia, comenzando con la iglesia del Nuevo Testamento hasta nuestros días.

13-19 de octubre: los grupos celulares son el ambiente perfecto para preparar y enviar futuros misioneros. Aquellos que pueden liderar, multiplicar y entrenar a nuevos líderes pueden repetir el proceso en cualquier parte del mundo.

20 de octubre-26 de octubre: actividad misionera dentro de los grupos celulares. ¿Qué pueden hacer los grupos celulares para participar en el plan misionero de Dios? Algunos grupos oran por los misioneros, practican misiones a corto plazo, se mantienen en contacto con los misioneros y luego los invitan a hacer cosas cuando están en el país.

27 de octubre-02 de noviembre: Misiones locales. Las células deben tener un propósito más allá de sí mismas y las misiones locales son esenciales. Multiplicar una célula es una actividad misionera. Es difícil, pero cuando nos damos cuenta de que Jesús tiene un corazón misionero, debemos participar en la planificación, la preparación y el lanzamiento del nuevo grupo.

En tu experiencia, ¿qué hace grandes  a los líderes de equipo? Por favor, siéntete libre de compartir aquí.