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Weekly Enhances Quality

By Joel Comiskey, Making Disciples in the 21st Century Church

I  agree with the findings of Jim Egli and Dwight Marble’s 2011 book, Small Groups, Big Impact. The authors surveyed over 3000 small group leaders in 21 countries using a survey instrument and interviews to discover the right things groups should do to be effective fishers of men. One of the factors was the need for small groups to meet weekly.

They wanted to know whether it makes a difference how often a small group meets. The research revealed that it makes a tremendous difference. Groups that meet weekly experience more health and growth than those that meet every other week. The authors write,

Basically, we found that not much happens in a group using an every other week format. Why? Again the research tells us what but not why. However, having been involved in small groups for over 25 years, we don’t think it’s difficult to figure out. The main problem with an every other week group is that most people cannot make it to every meeting. Schedule conflicts, illness, family commitments, school programs and work projects keep almost everyone from making it to every meeting. Let’s say that the average person misses small group once a month or so. If you and I are in the same group and you miss the first meeting this month and I miss the next, we might only see each other every sixth week or so. Meeting every other week makes it very hard to form close and meaningful relationships. If you are currently in a group that meets every other week, you might want to reevaluate with the group whether you want to begin meeting every week or at least three times a month. Another alternative is to supplement your every other week meetings with an additional monthly meeting that is geared to fun and outreach. If you are starting a new group, we recommend that you plan for your group to meet weekly, realizing that you should vary the format of your meetings so that you are consistently planning events such as parties, cookouts, and mission or ministry outreaches into your mix of activities (Jim Egli, Dwight Marble, Small Groups, Big Impact: Connecting People to God & One Another in Thriving Groups, Saint Charles, IL: ChurchSmart, 2011, p. 42)

Jim Egli and Dwight Marble’s book Small Groups, Big Impact is a must-read. Their research is detailed and straightforward and will help your small groups thrive. 

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Portuguese blog:

Semanal Melhora a Qualidade

Por Joel Comiskey, Fazer Discípulos na Igreja do Século XXI

Concordo com as conclusões do livro de Jim Egli e Dwight Marble de 2011, Small Groups, Big Impact [Pequenos Grupos, Grande Impactos] tradução livre. Os autores pesquisaram mais de 3.000 líderes de pequenos grupos em 21 países usando um instrumento de pesquisa e entrevistas para descobrir as coisas certas que os grupos devem fazer para serem pescadores eficazes de homens. Um dos fatores foi a necessidade de pequenos grupos se reunirem semanalmente.

Eles queriam saber se faz diferença a frequência com que um pequeno grupo se reúne. A pesquisa revelou que isso faz uma tremenda diferença. Grupos que se reúnem semanalmente experimentam mais saúde e crescimento do que aqueles que se reúnem a cada duas semanas. Os autores escrevem,

Basicamente, descobrimos que não acontece muita coisa em um grupo que usa o formato semana sim, semana não. Por quê? Mais uma vez, a pesquisa nos diz o quê, mas não o porquê. No entanto, tendo estado envolvidos em pequenos grupos por mais de 25 anos, não achamos que seja difícil de descobrir. O principal problema com um grupo a cada duas semanas é que a maioria das pessoas não consegue comparecer a todas as reuniões. Conflitos de horários, doenças, compromissos familiares, programas escolares e projetos de trabalho impedem que quase todos compareçam a todas as reuniões. Digamos que a pessoa média perca um pequeno grupo uma vez por mês ou mais. Se você e eu estivermos no mesmo grupo e você perder a primeira reunião deste mês e eu perder a próxima, podemos nos ver apenas a cada seis semanas ou algo assim. Reunir-se a cada duas semanas torna muito difícil formar relacionamentos próximos e significativos. Se você estiver em um grupo que se reúne a cada duas semanas, talvez queira reavaliar com o grupo se deseja começar a se reunir semanalmente ou pelo menos três vezes por mês. Outra alternativa é complementar suas reuniões a cada duas semanas com uma reunião mensal adicional voltada para diversão e evangelismo. Se você está iniciando um novo grupo, recomendamos que você planeje que seu grupo se reúna semanalmente, percebendo que você deve variar o formato de suas reuniões para que você esteja planejando consistentemente eventos como festas, churrascos e atividades missionárias ou ministeriais em seu mistura de atividades (Jim Egli, Dwight Marble, Small Groups, Big Impact: Connecting People to God & One Another in Thriving Groups, [Pequenos Grupos, Grande Impacto: Conectando Pessoas a Deus e Uns aos Outros em Grupos Prósperos] tradução livre, Saint Charles, IL: ChurchSmart, 2011, p. 42)

O livro de Jim Egli e Dwight Marble Small Groups, Big Impact [Pequenos Grupos, Grande Impacto] tradução livre é uma leitura obrigatória. Sua pesquisa é detalhada e direta e ajudará seus pequenos grupos a prosperar.

Spanish blog:

La célula semanal mejora la calidad

Por Joel Comiskey, Haciendo discípulos en la iglesia del siglo XXI

Estoy de acuerdo con las conclusiones del libro de Jim Egli y Dwight Marble de 2011, Small Groups, Big Impact (Grupos Pequeños, Impacto Grande). Los autores encuestaron a más de 3000 líderes de grupos pequeños en 21 países usando un instrumento de encuesta y entrevistas para descubrir las cosas correctas que los grupos deben hacer para ser pescadores de hombres efectivos. Uno de los factores fue la necesidad de que los grupos pequeños se reúnan semanalmente.

Querían saber si la frecuencia con la que se reúne un grupo pequeño marca la diferencia. La investigación reveló que la diferencia es enorme. Los grupos que se reúnen semanalmente experimentan más salud y crecimiento que los que se reúnen cada dos semanas. Los autores escriben,

Básicamente, descubrimos que no sucede mucho en un grupo que utiliza un formato de una semana sí y otra no. ¿Por qué? Una vez más, la investigación nos dice el qué, pero no el por qué. Sin embargo, habiendo estado involucrados en pequeños grupos durante más de 25 años, no creemos que sea difícil de averiguar. El principal problema con un grupo que se realiza cada dos semanas es que la mayoría de la gente no puede llegar a todas las reuniones. Los conflictos de horarios, las enfermedades, los compromisos familiares, los programas escolares y los proyectos de trabajo impiden que casi todo el mundo pueda asistir a todas las reuniones. Digamos que la persona promedio falta al grupo pequeño una vez al mes más o menos. Si tú y yo estamos en el mismo grupo y tú faltas a la primera reunión de este mes y yo a la siguiente, puede que sólo nos veamos cada seis semanas más o menos. Reunirse cada dos semanas dificulta mucho la formación de relaciones estrechas y significativas. Si actualmente estás en un grupo que se reúne cada dos semanas, tal vez quieras reevaluar con el grupo si quieres empezar a reunirte cada semana o al menos tres veces al mes. Otra alternativa es complementar sus reuniones cada dos semanas con una reunión mensual adicional orientada a la diversión y la divulgación. Si estás comenzando un nuevo grupo, te recomendamos que planees que tu grupo se reúna semanalmente, tomando en cuenta que debes variar el formato de las reuniones para que incluyas consistentemente eventos tales como fiestas, comidas al aire libre, y misiones o alcances ministeriales en tu mezcla de actividades (Jim Egli, Dwight Marble, Small Groups, Big Impact: Connecting People to God & One Another in Thriving Groups, Saint Charles, IL: ChurchSmart, 2011, p. 42)

El libro de Jim Egli y Dwight Marble Small Groups, Big Impact (Grupos Pequeños, Impacto Grande) es una lectura obligada. Su investigación es detallada y directa y ayudará a tus grupos pequeños a prosperar. 

Weekly Cell Groups

By Joel Comiskey, Making Disciples in the 21st Century Church

People are busy. They have work, family, personal goals, and many other responsibilities. These responsibilities are important and necessary.

Cell churches ask believers to commit to two main activities: cell and celebration. Both are weekly and require a commitment.

I’ve noticed a tendency in some churches to lower the cell “frequency” bar to convince people to attend. But the solution of monthly or every-other-week cells quickly becomes the problem.

Since the cell is the foundation of the cell church, it needs to be a priority. Holding it monthly or bimonthly tends to weaken the quality, dilute the community, and dim the vision for outreach. It’s even hard to remember what happened from meeting to meeting. Other aspects of the cell system can meet less frequently (coaching, training, etc.), but the cell is the crown jewel of the cell church and must be a priority.

Weekly cell groups enhance the quality of discipleship. Practicing the one-anothers weekly keeps believers sharp and helps them to evangelize more effectively. Remember, the goal is to make disciples who make disciples.

The writer of Hebrews gives us helpful advice here:

  • “not giving up meeting together, as some are in the habit of doing, but encouraging one another—and all the more as you see the Day approaching” (Hebrews 10:25)
  • “See to it, brothers and sisters, that none of you has a sinful, unbelieving heart that turns away from the living God. But encourage one another daily, as long as it is called “Today,” so that none of you may be hardened by sin’s deceitfulness” (Hebrews 3:12-13)

We don’t meet “daily,” as the writer of Hebrew suggests, but weekly is an excellent place to start. And let’s face it, not all members will attend each week (for cell or celebration). But let’s allow them to do so!

Frequency is so vital I included it in the working definition of a cell group: 3-15 people that meet weekly outside the church building for evangelism, community, and spiritual growth with the goal of multiplication.

Some members won’t come each week, but when the group only meets once per month or every other week, missing the group widens the frequency gap and lowers the discipleship quality.

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Portuguese blog:

Grupos de Células Semanais

Por Joel Comiskey, Fazer Discípulos na Igreja do Século 21

As pessoas estão ocupadas. Eles têm trabalho, família, objetivos pessoais e muitas outras responsabilidades. Essas responsabilidades são importantes e necessárias.

As igrejas em células pedem aos crentes que se comprometam com duas atividades principais: célula e celebração. Ambos são semanais e exigem um compromisso.

Tenho notado uma tendência em algumas igrejas de diminuir a faquia da “frequência” da célula para convencer as pessoas a comparecer. Mas a solução de células mensais ou semanais rapidamente se torna o problema.

Visto que a célula é o fundamento da igreja em células, ela precisa ser uma prioridade. Realizá-lo mensalmente ou bimestralmente tende a enfraquecer a qualidade, diluir a comunidade e ofuscar a visão de alcance. É até difícil lembrar o que aconteceu de reunião em reunião. Outros aspectos do sistema de células podem se encontrar com menos frequência (coaching, treinamento, etc.), mas a célula é a joia da coroa da igreja em células e deve ser uma prioridade.

Células semanais melhoram a qualidade do discipulado. Praticar uns aos outros semanalmente mantém os crentes afiados e os ajuda a evangelizar de forma mais eficaz. Lembre-se, o objetivo é fazer discípulos que fazem discípulos.

O escritor de Hebreus nos dá conselhos úteis aqui:

  • “não desistam de reunir-se, como é costume de alguns, mas animem-se uns aos outros, ainda mais quando vedes que se aproxima o Dia” (Hebreus 10:25)
  • “Cuidem, irmãos e irmãs, que nenhum de vocês tenha um coração pecaminoso e incrédulo que se afaste do Deus vivo. Antes, encorajem-se uns aos outros diariamente, enquanto se chamar “Hoje”, para que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado” (Hebreus 3:12-13).

Não nos reunimos “diariamente”, como sugere o escritor de hebraico, mas semanalmente é um excelente lugar para começar. E convenhamos, nem todos os membros comparecerão todas as semanas (para célula ou celebração). Mas vamos permitir que eles façam isso!

A frequência é tão vital que a incluí na definição de trabalho de um grupo de células: 3-15 pessoas que se reúnem semanalmente fora do prédio da igreja para evangelismo, comunidade e crescimento espiritual com o objetivo de multiplicação.

Alguns membros não vêm todas as semanas, mas quando o grupo se reúne apenas uma vez por mês ou a cada duas semanas, faltar ao grupo aumenta a lacuna de frequência e diminui a qualidade do discipulado.

Spanish blog:

Grupos Celulares Semanales

Por Joel Comiskey, Haciendo discípulos en la iglesia del siglo XXI

La gente está ocupada. Tienen trabajo, familia, metas personales y muchas otras responsabilidades. Estas responsabilidades son importantes y necesarias.

Las iglesias celulares piden a los creyentes que se comprometan con dos actividades principales: la célula y la celebración. Ambas son semanales y requieren un compromiso.

He notado una tendencia en algunas iglesias a bajar el listón de la “frecuencia” celular para convencer a la gente de que asista. Pero la solución de células mensuales o cada dos semanas se convierte rápidamente en el problema.

Ya que la célula es el fundamento de la iglesia celular, necesita ser una prioridad. Celebrarlas mensualmente o cada dos semanas tiende a debilitar la calidad, diluir la comunidad y oscurecer la visión de alcance. Incluso es difícil recordar lo que ocurrió de una reunión a otra. Otros aspectos del sistema celular pueden reunirse con menos frecuencia (entrenamiento, capacitación, etc.), pero la célula es la joya de la corona de la iglesia celular y debe ser una prioridad.

Los grupos celulares semanales mejoran la calidad del discipulado. Practicar semanalmente el uno- a otro mantiene a los creyentes en forma y los ayuda a evangelizar más efectivamente. Recuerde, la meta es hacer discípulos que hagan discípulos.

El escritor de Hebreos nos da un consejo útil aquí:

  • “No dejéis de reuniros, como algunos tienen por costumbre, sino animaos unos a otros, y tanto más cuanto veis que se acerca el día” (Hebreos 10:25)
  • “Procurad, hermanos, que ninguno de vosotros tenga un corazón pecador e incrédulo que se aparte del Dios vivo. Animaos los unos a los otros cada día, mientras se llame “Hoy”, para que ninguno de vosotros se endurezca por el engaño del pecado” (Hebreos 3:12-13)

No nos reunimos “diariamente”, como sugiere el escritor de Hebreos, pero semanalmente es un excelente punto de partida. Y aceptémoslo, no todos los miembros asistirán cada semana (para la célula o la celebración). Pero ¡permitamos que lo hagan!

La frecuencia es tan vital que la incluí en la definición de trabajo de un grupo celular: 3-15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia para la evangelización, para crear comunidad y el crecimiento espiritual con el objetivo de la multiplicación.

Algunos miembros no vendrán cada semana, pero cuando el grupo sólo se reúne una vez al mes o cada dos semanas, la ausencia del grupo amplía la brecha de la frecuencia y disminuye la calidad del discipulado.

99 Sheep

By Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org

Every time I mention taking attendance in cell groups to the leaders I support, they fall asleep.  It is not the fun and exciting part of cell ministry.  We love seeing people come to know Christ, get baptized, and make disciples.  Those are the exciting items on a meeting’s agenda.  Submitting names on a roster is a snooze fest, right?!?!

How do we know who is coming to a group or has stopped coming?  Where do the groups meet?  Who needs to multiply?  How many people are being discipled?  Has a group stopped meeting?  Keeping attendance lets the pastors and leaders know the condition of the flock and so much more.  When the leaders give input, it lets the pastors know how the groups are working and what changes or updates need to be made.

Jesus took a count in the New Testament.  In Luke 15:4, He says, “Suppose one of you has a hundred sheep and loses one of them. Doesn’t he leave the ninety-nine in the open country and go after the lost sheep until he finds it?”  How will we know if one is missing if we don’t keep count? 

Tips to take attendance:

  • Keep it simple – Leaders can text/email the names of those who attended, fill out a paper form, or use specific church software, but whatever you do, make sure that it is easy for the leaders or co-leaders. They are more likely to share that information if you keep it simple.
  • Shared Ministry – Not everyone is administrative.  If a leader struggles with reporting who was in their group, let them find someone else in the group to give the account.
  • Respond – When cell leaders give their pastors their attendance, be sure to thank them and ask about specific members or prayer concerns within their group.
  • Evaluate – Regularly (I do it quarterly), pull the numbers together, and see how the groups have grown or where they may need help.  Find out the averages to know which groups have room for more members and share what is happening with the leaders.

If nothing else, this a great reminder from Hebrews, “Have confidence in your leaders and submit to their authority, because they keep watch over you as those who must give an account. Do this so that their work will be a joy, not a burden, for that would be of no benefit to you.” (13:17) 

How do you take attendance?  What have you learned from knowing these details about your cell groups?

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Portuguese Blog:

Ovelha 99

Michelle Geoffrey, Pastora de Células na igreja www.celebrationchurch.org

Os líderes de célula que eu supervisiono parecem cair no sono cada vez que eu falo sobre controle de frequência nas reuniões das células. Não é a parte divertida e emocionante do ministério celular. O que a gente ama é ver as pessoas se achegarem a Cristo, serem batizadas e fazerem novos discípulos. Estes são os pontos altos na agenda das reuniões. Ficar preenchendo dados em um formulário é muito chato, não é?!?!

Como faremos para saber quem está frequentando os grupos ou parou de frequentar? Como saberemos onde os grupos estão se encontrando? Como saber quantas pessoas estão sendo discipuladas? Como poderemos saber se um grupo simplesmente parou de se encontrar? O controle de frequência possibilita aos pastores e líderes conhecer como está o rebanho e muito mais. Quando os líderes informam os dados, isso traz informação aos pastores sobre como os grupos estão funcionando e o que precisa ser mudado ou adaptado.

Certa vez Jesus falou sobre uma contagem no Novo Testamento. Em Lucas 15:4 Ele disse: “Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?”. Como saberemos que há uma faltando, se não fizermos a contagem?

Dicas para o controle de frequência:

  • Seja simples – Os líderes podem enviar por mensagem ou email os nomes de quem estava presente, podem fazer isso utilizando um formulário ou ainda um software específico, mas seja como fizer, certifique-se de que é algo simples para os líderes e colíderes. É muito mais provável que eles enviem as informações se elas forem bem simples.
  • Tarefa compartilhada – Nem todos gostam de tarefas administrativas. Se um líder tem dificuldades com o controle de frequência, permita que eles encontrem alguém no grupo que possa fazer isso por eles.
  • Responda – Quando os líderes enviarem as informações, certifique-se de agradecer e fazer perguntas sobre membros específicos ou motivos de oração de seus grupos.
  • Faça uma avaliação – Proceda uma avaliação (eu faço a cada quatro meses), consolide os números e verifique quais grupos cresceram e quais grupos estão precisando de ajuda. Descubra quais são os valores médios para poder avaliar se algum grupo deveria ser redistribuídos. Compartilhe suas conclusões com seus líderes.

E lembre-se sempre de que há uma dica muito importante no livro de Hebreus: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.” Hebreus 13:17

E você? Como você controla a frequência dos grupos em sua igreja? O que você tem percebido através destas informações?

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99 Ovejas

Por Michelle Geoffrey, pastora de células en www.celebrationchurch.org

Cada vez que menciono la toma de asistencia en los grupos celulares a los líderes que apoyo, se quedan dormidos.  No es la parte divertida y emocionante del ministerio celular.  Nos encanta ver a la gente conocer a Cristo, bautizarse y hacer discípulos.  Esos son los puntos emocionantes en la agenda de una reunión.  Presentar los nombres en una lista es un festival de sueño, ¿verdad?

¿Cómo sabemos quién viene a un grupo o ha dejado de venir?  ¿Dónde se reúnen los grupos?  ¿Quién necesita multiplicarse?  ¿Cuántas personas están siendo discipuladas?  ¿Ha dejado de reunirse un grupo?  Mantener la asistencia permite a los pastores y líderes conocer la condición del rebaño y mucho más.  Cuando los líderes dan su opinión, les permite a los pastores saber cómo están funcionando los grupos y qué cambios o actualizaciones deben hacerse.

Jesús hizo un recuento en el Nuevo Testamento.  En Lucas 15:4, dice: “Supongan que uno de ustedes tiene cien ovejas y pierde una de ellas. ¿No deja las noventa y nueve en campo abierto y va tras la oveja perdida hasta encontrarla?”  ¿Cómo sabremos si falta una si no llevamos la cuenta? 

Consejos para pasar lista:

• Manténgalo simple – Los líderes pueden enviar un mensaje de texto/correo electrónico con los nombres de los que asistieron, llenar un formulario en papel, o usar un software específico de la iglesia, pero sea lo que sea que haga, asegúrese de que sea fácil para los líderes o co-líderes. Es más probable que compartan esa información si usted lo hace simple.
• Ministerio compartido – No todos son administradores. Si un líder tiene dificultades para reportar quiénes estuvieron en su grupo, permítales encontrar a alguien más en el grupo que pueda dar la cuenta.
• Responda – Cuando los líderes de la célula den a sus pastores su asistencia, asegúrese de agradecerles y preguntarles sobre miembros específicos o preocupaciones de oración dentro de su grupo.
• Evalúe – Regularmente (yo lo hago trimestralmente), reúna los números y vea cómo han crecido los grupos o dónde pueden necesitar ayuda.  Averigüe los promedios para saber qué grupos tienen espacio para más miembros y comparta lo que está sucediendo con los líderes.

Y sin más, este es un gran recordatorio de Hebreos: “Tengan confianza en sus líderes y sométanse a su autoridad, porque ellos velan por ustedes como quienes deben dar cuenta. Háganlo para que su trabajo sea una alegría y no una carga, pues eso no los beneficiaría”. (13:17) 

¿Cómo pasa usted la asistencia?  ¿Qué ha aprendido al conocer estos detalles sobre sus grupos celulares?

The value of Statistical Reports

By Gerardo Campos, District pastor, Elim Church, www.elim.org.sv

From the beginning of Elim’s cell focus, we asked all leaders to give a full report of what happened in their cells during the week. These statistics let us know how we were doing and whether we were meeting our goals.

The leaders understood that giving accurate information helped the church to maintain its quality and to establish new coordinates to conquer territory and take back the lives of those under the control of Satan and his demons.

We have evolved how we gather data and have perfected it over time. Instead of physical reports, we now allow the leaders to send in their information electronically.

At the beginning of each week, we know what has happened in the cell groups during the previous week. Each district and zone pour over the information to better care for those cells under their supervision.

It is motivating and challenging to gather statistics that tell us about the impact that the Gospel is having in the city, how far we still need to go, the physical and emotional state of an army, and how much more we need to conquer for God’s glory.

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O valor dos dados estatísticos

Gerardo Campos, Pastor Distrital, Igreja Elim, www.elim.org.sv

Desde o início do foco da igreja Elim no movimento celular, solicitamos que os líderes emitissem um relatório completo do que acontecia em suas células ao longo da semana. Estas estatísticas nos informavam sobre o andamento e se estávamos cumprindo nossos objetivos.

Os líderes entenderam que aos nos manter informados eles também estavam colaborando para que a igreja mantivesse a qualidade do trabalho e estabelecesse novas coordenadas para conquistar territórios e trouxesse de volta as vidas daquelas pessoas que estavam sob controle de Satanás e seus demônios. 

Ao longo do tempo, aperfeiçoamos a forma de obter estes dados. Ao invés de relatórios, agora nossos líderes podem enviar as informações de forma eletrônica.

Ao iniciarmos cada semana, sabemos o que aconteceu nos grupos na semana anterior. Cada distrito e cada zona provê suas informações para que possamos cuidar melhor das células sob nossa supervisão.

Coletar dados estatísticos que nos mostram o impacto do Evangelho em nossa cidade é algo motivador e desafiador. Ficamos sabendo quando ainda precisamos caminhar, qual é o estado emocional do nosso exército e o que ainda precisamos conquistar para a Glória de Deus.

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El valor de los reportes estadísticos

Por Gerardo Campos, Pastor del Distrito, Iglesia Elim, www.elim.org.sv


Desde el inicio del trabajo celular en Elim se pensó en la importancia de crear un reporte de los resultados que se producían en las células cada semana. Esas estadísticas nos permitían saber cuánto nos acercábamos al logro de nuestras metas.

Los líderes comprendían que entregar su información era muy importante para dar las instrucciones correctas a todos. Era la manera de establecer nuevas coordenadas en la batalla por conquistar territorio y vidas al enemigo.

Esa forma rústica de llevar las estadísticas se fue perfeccionando con el tiempo tanto que, al presente, se ha creado una aplicación para que los líderes puedan, desde sus dispositivos electrónicos, generar su reporte en línea.

De esa manera, podemos conocer al inicio de la semana lo sucedido en cada una de las células de hogar.

Resulta motivador y desafiante llevar estadísticas que nos hablan del impacto que el evangelio esta teniendo en la ciudad, de cuánto nos falta aun por lograr y del estado espiritual, físico y emocional de un ejército que se organiza para atender y conquistar.

Keeping the Right Score

By Timo Barbosa, Catalyst Communities – Southern Cone Brazil, IG @thimoteobarbosa

It is easy to spot that too many pastors and ministry leaders have begun to keep score the way the world does. But we must not measure success the way the rest of the world does. Rather, we must focus on the actual score, the accurate measurement of our success.

Dave Ferguson wrote a book entitled “Keeping Score,” and in his book, he presented the importance of keeping scores in the church. He sums up the idea of maintaining scores in three main principles:

  • What Gets Measured Reveals Our Motives. Compounding our challenges is that we don’t even understand our motives. We don’t even recognize what is driving us. We don’t often know why we do what we do. It’s the battle between our flesh and his Spirit. Why is one of the first questions we ask each other as leaders about the size of our churches? 
  • What Gets Measured Reveals Our Priorities. Have you ever heard that you can tell a person’s priorities by looking at two things? Their calendar and their checkbook? As ministry leaders, why don’t we assess our priorities similarly? How much of our work week focuses on the worship service vs. the time spent investing in discipling people? 
  • What Gets Measured Should Matter To Jesus. If we are to follow the example of Jesus, why is the majority of our programming related only to Christians? Is the church guilty of being focused on itself rather than seeking to meet the needs of the spiritually sick? While we make a lot of fuss about fast-growing churches, is anyone wondering how much of that growth is actual conversion growth? From God’s perspective, who our church is reaching is far more important than how many attend.

When time runs out on a football game, the scoreboard tells you the outcome of what happened on the field. You may not like what’s on the scoreboard, but a scoreboard tells the truth. The scoreboard does not tell the whole story but tells you who won the game. A scoreboard never lies. For that same reason, we ought to know we are keeping the score that matters so that the whole story can be told by anyone involved in scoring for the right motives.

As church leaders, we do not have the burden of success. God wants and rewards faithfulness – faithful people, leaders, and churches. Faithfulness is what winning looks like in the kingdom of God.

Therefore, let’s keep measuring the number of people that are attending as well as keep measuring financial information. However, keeping score of the things that matter: making disciples, accomplishing the Jesus mission, and catalyzing a movement of reproducing churches is our real motive.

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Mantendo a pontuação certa

Por Timo Barbosa, Comunidades Catalisadoras – Cone Sul Brasil, IG @thimoteobarbosa

É fácil perceber que muitos pastores e líderes de ministério começaram a manter a pontuação do jeito que o mundo faz. Mas não devemos medir o sucesso da mesma forma que o resto do mundo. Em vez disso, devemos nos concentrar na pontuação real, na medição precisa do nosso sucesso.

Dave Ferguson escreveu um livro intitulado “Keeping Score”, e em seu livro, ele apresentou a importância de manter as pontuações na igreja. Ele resume a ideia de manter as pontuações em três princípios principais:

  • O Que é Medido Revela Nossos Motivos. Para agravar nossos desafios, nem entendemos nossos motivos. Nós nem mesmo reconhecemos o que está nos impulsionando. Muitas vezes não sabemos por que fazemos o que fazemos. É a batalha entre nossa carne e nosso Espírito. Por que uma das primeiras perguntas que fazemos uns aos outros como líderes é sobre o tamanho de nossas igrejas?
  • O Que é Medido Revela Nossas Prioridades. Você já ouviu falar que você pode saber as prioridades de uma pessoa olhando para duas coisas? Seu calendário e seu talão de cheques. Como líderes de ministério, por que não avaliamos nossas prioridades da mesma forma? Quanto da nossa semana de trabalho se concentra no culto de adoração versus o tempo gasto investindo em discipular as pessoas?
  • O Que é Medido Deve Importar Para Jesus. Se devemos seguir o exemplo de Jesus, por que a maioria de nossa programação está relacionada apenas aos cristãos? A igreja é culpada de estar focada em si mesma ao invés de procurar atender às necessidades dos espiritualmente doentes? Enquanto fazemos muito barulho sobre igrejas de rápido crescimento, alguém está se perguntando quanto desse crescimento é o crescimento real da conversão? Da perspectiva de Deus, quem nossa igreja está alcançando é muito mais importante do que quantos frequentam.

Quando o tempo se esgota em um jogo de futebol, o placar informa o resultado do que aconteceu em campo. Você pode não gostar do que está no placar, mas um placar diz a verdade. O placar não conta toda a história, mas informa quem ganhou o jogo. Um placar nunca mente. Por essa mesma razão, devemos saber que estamos mantendo a pontuação que importa para que toda a história possa ser contada por qualquer pessoa envolvida na pontuação pelos motivos certos.
Como líderes da igreja, não temos o fardo do sucesso. Deus quer e recompensa a fidelidade – pessoas, líderes e igrejas fiéis. Vitória no Reino de Deus é igual a Fidelidade.

Portanto, vamos continuar medindo o número de pessoas que estão participando, bem como continuar medindo as informações financeiras. No entanto, manter o registro das coisas que importam: fazer discípulos, cumprir a missão de Jesus e catalisar um movimento de reprodução de igrejas é o nosso verdadeiro motivo.

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Mantener el marcador correcto

Por Timo Barbosa, Catalyst Communities – Cono Sur Brasil, IG @thimoteobarbosa

Es fácil darse cuenta de que demasiados pastores y líderes ministeriales han empezado a llevar la cuenta de resultados de la misma manera que lo hace el mundo. Pero no debemos medir el éxito como lo hace el resto del mundo. Más bien, debemos centrarnos en la puntuación real, la medición precisa de nuestro éxito.

Dave Ferguson escribió un libro titulado “Keeping Score” (Llevando el marcador  correcto), y en su libro, presentó la importancia de mantener las puntuaciones en la iglesia. Él resume la idea de mantener las puntuaciones en tres principios principales:

  • Lo que se mide revela nuestros motivos. Lo que agrava nuestros desafíos es que ni siquiera entendemos nuestros motivos. Ni siquiera reconocemos lo que nos impulsa. A menudo no sabemos por qué hacemos lo que hacemos. Es la batalla entre nuestra carne y su Espíritu. ¿Por qué es una de las primeras preguntas que nos hacemos como líderes sobre el tamaño de nuestras iglesias? 
  • Lo que se mide revela nuestras prioridades. ¿Ha escuchado alguna vez que se puede saber las prioridades de una persona mirando dos cosas? ¿Su calendario y su chequera? Como líderes del ministerio, ¿por qué no evaluamos nuestras prioridades de manera similar? ¿Cuánto tiempo de nuestra semana de trabajo se enfoca en el servicio de adoración vs. el tiempo invertido en discipular a la gente? 
  • Lo que se mide debe importarle a Jesús. Si hemos de seguir el ejemplo de Jesús, ¿por qué la mayoría de nuestra programación está relacionada sólo con los cristianos? ¿Es la iglesia culpable de estar centrada en sí misma en lugar de buscar satisfacer las necesidades de los enfermos espirituales? Mientras hacemos mucho alboroto sobre el rápido crecimiento de las iglesias, ¿alguien se pregunta cuánto de ese crecimiento es un crecimiento real de conversión? Desde la perspectiva de Dios, a quién llega nuestra iglesia es mucho más importante que el número de asistentes. 

Cuando se acaba el tiempo en un partido de fútbol, el marcador te dice el resultado de lo que ha pasado en el campo. Puede que no te guste lo que aparece en el marcador, pero el marcador dice la verdad. El marcador no cuenta toda la historia, pero te dice quién ganó el partido. Un marcador nunca miente. Por esa misma razón, debemos saber que estamos llevando el marcador que importa para que la historia completa pueda ser contada por cualquiera que esté involucrado en el marcador por los motivos correctos.

Como líderes de la iglesia, no tenemos la carga del éxito. Dios quiere y recompensa la fidelidad – personas, líderes e iglesias fieles. La fidelidad es lo que parece ganar en el reino de Dios.

Por lo tanto, sigamos midiendo el número de personas que están asistiendo, así como debemos seguir midiendo la información financiera. Sin embargo, llevar la cuenta de las cosas que importan: hacer discípulos, cumplir la misión de Jesús y catalizar un movimiento de iglesias que se reproduzcan es nuestro verdadero motivo.