Continuous Training of Leaders

coach_mario2016speaking

by Mario Vega, www.elim.org.sv

When we started the transition to the cell work, I selected ten people among the congregation to become the first leaders. Two of them were elders of the congregation and the others were deacons. That is, they were mature people in the gospel and had an active participation in the life of the church. For several weeks I shared what little I had understood at that time about working with cells. I did not know about the cell prototype concept so those early leaders were released at once to look after their cells.

We saw incredible fruit and soon I had to start training a second group of leaders. Later on it was necessary to appoint the first coaches. When I needed new leaders I asked the supervisors to suggest candidates to be trained. They all answered that there were no more candidates. I replied that it was not possible that there were no more. But they assured me there was no one else. So I told them that I was going to look for them. After a short time of reflection, I told them that I already had 30 new candidates. They said that was impossible.

I replied that I would train those 30 new leaders and hand them over to them. Things were very simple: I just thought about the deacons and deaconesses who weren’t leaders and decided to train them all. This is how we ended up having 30 new leaders.  The underlying thinking among the supervisors was that leaders needed to mature people with a very high standard of spirituality. In other words, there wasn’t the concept that every believer could be a leader.

Later on, we ran out of deacons and had to dip into the church members. Then we ran out of church members and this is when our training course was extended from conversion to leadership. It has been already more than three decades training leaders and sending them out to do the work of ministry. Remember that a church will always need new leaders as long as new people are coming to know Jesus.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Formação Contnua de Lderes

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Quando nós começamos a transição para o trabalho com células, eu selecionei dez pessoas dentre a congregação para se tornarem os primeiros lderes. Dois deles eram anciãos da congregação e os outros eram diáconos. Ou seja, eles eram pessoas maduras no evangelho e tinham uma participação ativa na vida da igreja. Durante várias semanas eu compartilhei o pouco que eu tinha entendido naquela época sobre o trabalho com células. Eu não sabia sobre o conceito de célula modelo, então esses primeiros lderes foram liberados imediatamente para cuidar de suas células.

Nós vimos frutos incrveis e logo eu tive que começar a treinar um segundo grupo de lderes. Mais tarde, foi necessário nomear os primeiros treinadores de lderes. Quando eu precisei de novos lderes, pedi aos supervisores que sugerissem candidatos para serem treinados. Todos responderam que não havia mais candidatos. Respondi que não era possvel que não houvesse mais. Mas eles me garantiram que não havia mais ninguém. Então eu disse a eles que eu ia procurá-los. Depois de um curto perodo de reflexão, eu disse a eles que eu já tinha 30 novos candidatos. Eles disseram que isso era impossvel.

Eu respondi que treinaria esses 30 novos lderes e os entregaria a eles. As coisas eram muito simples: eu apenas pensei nos diáconos e diaconisas que não são lderes e decidi treiná-los todos. Foi assim que tivemos 30 novos lderes. O pensamento implcito entre os supervisores era que os lderes precisavam ser pessoas maduras com um padrão muito alto de espiritualidade.
Em outras palavras, não havia o conceito de que todo crente poderia ser um lder.

Mais tarde, ficamos sem diáconos e tivemos que mergulhar nos membros da igreja. E depois acabaram membros da igreja, e foi quando nosso curso de formação foi estendido desde a conversão à liderança. Já foram mais de três décadas treinando lderes e enviando-os para fazer o trabalho de ministério. Lembre-se que uma igreja sempre precisará de novos lderes, enquanto novas pessoas estiverem chegando para conhecer Jesus.

Spanish blog:

La formación continua de lderes

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Al iniciar la transición al trabajo celular seleccioné a diez personas de la congregación para que llegaran a convertirse en los primeros lderes. Dos de ellos eran ancianos de la congregación y los demás diáconos. Es decir, eran personas maduras en el evangelio y que tenan una participación activa en la vida de la iglesia. Durante varias semanas les compart lo poco que en ese momento haba entendido sobre el trabajo con células. No saba del concepto de célula prototipo de manera que esos primeros lderes fueron lanzados de una vez a atender sus células.

El trabajo dio muy buenos resultados y pronto tuve que iniciar la capacitación de un segundo grupo de lderes. Posteriormente fue necesario nombrar los primeros supervisores. Al tener necesidad de nuevos lderes solicité a los supervisores que me sugirieran candidatos para ser capacitados. Todos me respondieron que ya no haba más candidatos. Les respond que no era posible que no hubiese más. Pero ellos me aseguraron que no haba nadie más. Entonces les dije que yo mismo los buscara. Después de un corto tiempo de reflexión les dije que ya tena 30 nuevos candidatos. Ellos me dijeron que eso era imposible.

Respond que capacitara a esos 30 nuevos lderes y se los entregara a ellos. Las cosas eran muy sencillas: simplemente pensé en los diáconos y diaconisas que no eran lderes y decid capacitarlos a todos. As, llegamos a tener 30 nuevos lderes. Lo que estaba en el fondo de ese diálogo era la idea de ver a los lderes como personas muy maduras y con un alto estándar de espiritualidad. No se vea el trabajo de los lderes como una tarea para todo creyente.

Posteriormente se agotaron los diáconos y hubo que echar mano de los miembros de la iglesia. Luego se agotaron los miembros de la iglesia y fue cuando nuestro curso de entrenamiento se extendió desde la conversión hasta el liderazgo. Son ya más de tres décadas formando lderes y enviándolos a hacer la obra del ministerio. Mientras haya nuevos creyentes, habrá siempre nuevos lderes.

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