For how long?

By Gerardo Campos, district pastor at Elim Church, www.elim.org.sv

We teach that cell group growth is proportional to the number of leaders available, which focuses our effort raising up leaders and not on the multiplication of cells. We’ve done this for years, and we assume that leaders will continue for years to come—“forever.”

However, we’ve also come to realize that this thinking inhibits some from even assuming the cell leader training. The reasons are diverse but the common denominator is that they fear not being able to comply with a demand that will last so long. Why? Because they have not yet restructured their lives according to assume a long-term cell leadership.

In practice, the ideal ceases to be realistic since one research says that each year 30% of leaders abandon their function for different reasons. In order for growth to be sustainable, the church must generate more leaders than necessary. How do we achieve this? We now help them to think in the present—to become a leader for a certain time. In other words, we try to relieve their tension about being a leader forever, when they really can’t grasp these implications in the beginning. The good news is that once they start leading, they often realize the joy of serving others and want to continue for a long, long time.

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Portuguese blog:

Por quanto tempo?

Por Gerardo Campos, pastor de distrito, www.celulas.org.sv

Nós ensinamos que a chave para o crescimento celular de uma igreja é proporcional ao número de líderes disponíveis, ao concentrar o esforço na geração de líderes e não na multiplicação de células. Fazemos isso há anos e assumimos que os líderes continuarão líderes por muitos anos – “para sempre”.

No entanto, também percebemos que esse pensamento inibe alguns até mesmo de assumir o treinamento de líder de célula. As razões são diversas, mas o denominador comum é que essas pessoas temem não conseguir atender a uma demanda que durará tanto tempo. Por quê? Porque elas ainda não reestruturaram suas vidas de acordo com uma liderança celular de longo prazo.

Na prática, o ideal deixa de ser realista, pois uma pesquisa diz que a cada ano 30% dos líderes abandonam sua função por diferentes razões. Para que o crescimento seja sustentável, a igreja precisa gerar mais líderes do que o necessário. Como alcançamos isso? Nós agora os ajudamos a pensar no presente – a se tornar um líder por um certo tempo. Em outras palavras, tentamos aliviar a tensão deles de ser um “líder para sempre”, quando eles realmente não conseguem entender essas implicações a princípio. A boa notícia é que, uma vez que eles começam a liderar, frequentemente percebem a alegria de servir os outros e querem continuar por um longo, longo tempo.

Spanish blog:

¿Por cuánto tiempo?

Por Gerardo Campos, www.elim.org.sv

Enseñamos que la llave del crecimiento celular de una iglesia es proporcional al número de líderes que disponga, lo cual enfoca el esfuerzo en la generación de líderes y no en la multiplicación de células. El esfuerzo también ha de ir dirigido a conservar a los ya existentes, el ideal es que quienes lleguen a asumir dicha función lo hagan “para siempre”.

A través del tiempo se ha encontrado que dicho pensamiento inhibe a cierto porcentaje de  personas a asumir el trabajo celular incluso después de haber sido capacitados. Las razones son diversas pero el común denominador es que temen no poder cumplir con una demanda que durará tanto tiempo, esto debido a que aún no han restructurado su vida en función de un rol que si bien es importante está delimitado para que sea realizable.

En la práctica el ideal deja de ser realista ya que una investigación dice que cada año un 30% de los líderes abandona su función por diferentes razones. Para que el crecimiento sea sostenible la iglesia deberá de tomar como un principio generar más líderes de los necesarios. ¿Cómo lograrlo? La motivación para asumir liderazgo es un elemento importante, y cuando las personas escuchan de manera realista que se llega a ser líder “en cierto momento y por cierto tiempo” la tensión que genera el pensar en ocupar un cargo por mucho tiempo da lugar a la disposición de asumir un compromiso que ya en la práctica podría extenderse a través del tiempo.

Some Cells Will Die

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available @amazon.com)]

Myth: A good cell church rarely closes cells 

Truth: In normal life, people die. So do cells. 

Our church started with 16 cells in November/2000. Today we are more than 1800 cells. I believe we are a good healthy cell church. We have had our ups and downs, but we are always growing. Well, do cells close in our church? Statistically, on a normal year our church has multiplied 40% of the existing cells and closed around 15% to 20% which has given us an average net growth of 20% per year. If you have 10 cells, to close 2 of them would be “ok”. But to close 300 cells is like a tragedy… that has happened to us many times…

Let’s see some reasons:

  1. Strategical reasons:

Personally, when I started living cells all I could get was great small groups (fellowship exclusively for believers). So I closed good groups, because we wanted cells that would reach the lost while developing believers. It was a very hard start (I tell the story in details in my book Multiplication)we opened and closed three groups in more than two years and only in our fourth attempt we managed to make it work properly. Many cells get stuck for years and, after having tried everything to bring life to it, sometimes the best is just to close it.

2. Issues with leaders:

When any of these things happens to the leader and there is no leader-in-training ready to take over or an available substitute, the cell closes.

    • Life circumstances – moving out of town; new job or study appointments; personal or family health issues.
    • Discipline – Leaders sometimes have to be disciplined for sinful behaviour and are relieved from their leading position (extra-marital sexual relations, financial mishandling, lack of integrity, resistance to submit to the leadership, etc);
    • Leaders lose the vision and give up leading, even when cells are healthy and growing. They could say: I am too tired; It is not worth investing my time; I don’t feel it is my thing;
    • Weak leaders – may it be because they are undertrained, immature (spiritual or emotionally), have weak leadership skills or even lack a servant-loving-leadership attitude – they just don’t attract new people and even the existing members leave the cell one-by-one, and it slowly dies off.

3. Unhealthy Multiplications

Many cell multiplications are not well planned. We need to have a thriving vision, good new leaders, appropriate hosts, committed core of believers, and newcomers for both cells (mother/daughter). If any of these items are missing the new cell (or even both) struggle to survive.

Can we avoid all this? Well, I can guarantee that we are really working on it – seeking the Lord, continuously casting the vision of compassion, holiness and surrender to God, and constantly reviewing our training and supervision structures. Even so, each year we still have some bad news to tell. Fortunately, despite all this, we are still growing by His grace and mercy. Even with all our limitations, He uses us to reach the lost. Glory be only to God!

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Portuguese blog:

Mito: Uma boa Igreja em Células raramente fecha células

Verdade: Na vida normal, as pessoas morrem. As células também podem morrer.

Por Roberto Bottrel [servindo as igrejas européias, desafiando-as a fazer discípulos através de células que se multiplicam (centraldna.org). Autor do livro MultiplicationThe challenge before every Christian, every Leader, and the Church (“Multiplicação, O desafio diante de todo Cristão, de todo Líder e da Igreja”, em tradução livre) – disponível na amazon.com]

Nossa igreja começou com 16 células em novembro do ano 2000. Hoje somos mais de 1800 células. Eu acredito que somos uma igreja celular saudável. Nós tivemos nossos altos e baixos, mas estamos sempre crescendo. Bem, as células fecham em nossa igreja? Estatisticamente, em um ano normal, nossa igreja multiplica 40% das células existentes e fecha em torno de 15% a 20%, o que nos dá um crescimento líquido médio de 20% ao ano. Se você tem 10 células, fechar 2 delas seria “ok”. Mas fechar 300 células é como uma tragédia… que já nos aconteceu muitas vezes…

Vamos ver alguns motivos:

  1. Razões estratégicas

Pessoalmente, quando eu comecei a viver as células, tudo que eu conseguia era bons pequenos grupos (comunhão exclusivamente para os crentes). Então eu fechei bons grupos, porque queríamos células que alcançassem os perdidos ao mesmo tempo que desenvolviam os convertidos. Foi um começo muito difícil (eu conto a história em detalhes no meu livro Multiplicação) – abrimos e fechamos três grupos em mais de dois anos e somente em nossa quarta tentativa conseguimos fazer com que o ministério celular funcionasse corretamente. Muitas células ficam presas há anos e, depois de ter tentado de tudo para dar vida a elas, às vezes o melhor é apenas fechá-las.

  1. Problemas com líderes:

Quando qualquer uma dessas coisas acontece com o líder e não há um líder em treinamento pronto para assumir ou um substituto disponível, a célula se fecha.

  • Circunstâncias da vida- Sair da cidade; novas oportunidades de emprego ou estudo; questões de saúde pessoal ou familiar;
  • Disciplina- Os líderes às vezes têm que ser disciplinados por comportamentos pecaminosos e são aliviados de sua posição de liderança (relações sexuais extraconjugais, maus tratos financeiros, falta de integridade, resistência a se submeter à liderança, etc);
  • Os líderes perdem a visão e desistem de liderar, mesmo quando as células estão saudáveis e em crescimento. Eles podem dizer: estou cansado demais; não vale a pena investir meu tempo; eu não sinto que para mim;
  • Líderes fracos- Pode ser porque eles são mal treinados, imaturos (espiritual ou emocionalmente), têm habilidades de liderança fracas ou mesmo falta uma atitude de liderar e servir com amor – eles simplesmente não atraem novas pessoas e até mesmo os membros existentes deixam a célula um a um e a célula morre lentamente.
  1. Multiplicações insalubres

Muitas multiplicações celulares não são bem planejadas. Precisamos ter uma visão próspera, novos líderes bons, anfitriões apropriados, núcleo comprometido de crentes e recém-chegados para ambas as células (mãe/filha). Se algum desses itens estiver faltando, a nova célula (ou até mesmo as duas) terá dificuldade para sobreviver.

Podemos evitar tudo isso? Bem, posso garantir que estamos realmente trabalhando nisso – buscando o Senhor, lançando continuamente a visão de compaixão, santidade e entrega a Deus, e constantemente revisando nossas estruturas de treinamento e supervisão. Mesmo assim, a cada ano ainda temos algumas más notícias para contar. Felizmente, apesar de tudo isso, ainda estamos crescendo por Sua graça e misericórdia. Mesmo com todas as nossas limitações, Ele nos usa para alcançar os perdidos. Glória seja dada somente a Deus!

Spanish blog:

Mito: Una buena iglesia celular rara vez cierra las células.

Verdad: En la vida normal, la gente muere. También las células.

Por Roberto Bottrel [sirviendo a iglesias europeas, desafiándolos a hacer discípulos a través de células que se multiplican ( centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada líder y la Iglesia (disponible en amazon.com)]

Nuestra iglesia comenzó con 16 células en noviembre / 2000. Hoy somos más de 1800 células. Creo que somos una buena iglesia de células sanas. Hemos tenido nuestros altibajos, pero siempre estamos creciendo. Bueno, ¿las células se cierran en nuestra iglesia? Estadísticamente, en un año normal, nuestra iglesia ha multiplicado el 40% de las células existentes y ha cerrado entre el 15% y el 20%, lo que nos ha dado un crecimiento neto promedio del 20% por año. Si tienes 10 células, cerrar 2 de ellas sería “bueno”. Pero cerrar 300 células es como una tragedia … que nos ha sucedido muchas veces …

Veamos algunas razones:

  1. Razones estrategicas:

Personalmente, cuando comencé a convivir con las células, todo lo que pude obtener fueron grandes grupos (comunión exclusiva para creyentes). Así que cerré buenos grupos, porque queríamos células que alcanzarían a los perdidos mientras desarrollaban creyentes. Fue un inicio muy difícil (cuento la historia en detalle en mi libro Multiplicación): abrimos y cerramos tres grupos en más de dos años y solo en nuestro cuarto intento logramos que funcionara correctamente. Muchas células se atascan durante años y, después de haber probado todo para darle vida, a veces lo mejor es simplemente cerrarla.

  1. Problemas con los líderes:

Cuando cualquiera de estas cosas le sucede al líder y no hay un líder en entrenamiento listo para hacerse cargo o un sustituto disponible, la célula se cierra.

▪️Circunstancias de la vida – mudarse de la ciudad; nuevas citas de trabajo o estudio; Problemas de salud personal o familiar.

▪️Disciplina: los líderes a veces tienen que ser disciplinados por conductas pecaminosas y se les libera de su posición de liderazgo (relaciones sexuales extra matrimoniales, mal manejo financiero, falta de integridad, resistencia a someterse al liderazgo, etc.);

▪️Los líderes pierden la visión y dejan de liderar, incluso cuando las células están sanas y en crecimiento. Podrían decir: estoy demasiado cansado; No vale la pena invertir mi tiempo; No siento que sea lo mío;

▪️Líderes débiles, ya sea porque están poco capacitados, son inmaduros (espirituales o emocionales), tienen habilidades de liderazgo débiles o incluso carecen de una actitud de liderazgo de servicio: simplemente no atraen a nuevas personas e incluso los miembros existentes dejan la célula uno por uno, y lentamente esta se apaga.

  1. Multiplicación no saludable

Muchas multiplicaciones de células no están bien planeadas. Necesitamos tener una visión próspera, buenos líderes nuevos, anfitriones apropiados, un núcleo comprometido de creyentes y recién llegados para ambas células (madre / hija). Si alguno de estos elementos falta, la nueva célula (o incluso ambas) lucha por sobrevivir.

¿Podemos evitar todo esto? Bueno, puedo garantizar que realmente estamos trabajando en ello, buscando al Señor, brindando continuamente la visión de compasión, santidad y entrega a Dios, y revisando constantemente nuestras estructuras de capacitación y supervisión. Aun así, cada año aún tenemos malas noticias que contar. Afortunadamente, a pesar de todo esto, todavía estamos creciendo por Su gracia y misericordia. Incluso con todas nuestras limitaciones, Él nos usa para alcanzar a los perdidos. ¡Gloria sea solamente a Dios!

As the church grows, structures always need to be changed

By Roberto Bottrel [serving European churches, challenging them to make disciple-makers through cells that multiply (centraldna.org). Author of the book Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (available @amazon.com)]

MYTH: We just have to build the right structures and then never worry about them again.

TRUTH: As the church grows, structures always need to be changed. 

The idea that “there is a perfect structure for your church” will bring you a lot of frustration. In the beginning of our transition process to become a cell church, we thought we would define the basic structures once and for all. If not the perfect ones, at least the best possible. The structures for the cells (maximum number of people, gender and age groups, roles, model for cell lessons…); the training track; the coaching (number of cell under each supervision, hierarchy levels, frequency of meetings); adequate emphasis on services and ministries; and so many other things. But, for our despair, we found out that the “perfect structures” had limited lifespans. Let me give you two examples:

Training: when we first started, all the training was focused on explaining to the church members why the cell church was better than the conventional one with all the biblical basis and a strong emphasis on paradigm shifts. Sometime later we saw that these things were not so important for the new believers who were then being trained, since they had never lived in the old paradigm. So we rethought all the training to address this new target group. A few years later we saw that the material was not expressing our specific vision in details. So we had to rethink it again. The present format of our training material was launched only five years ago and is already under a heavy revision process. It never stops…

Coaching: we started with all cells leaders directly under the senior pastor’s supervision, under the same vision and practices. When we reached some dozens of cells that didn’t work anymore. We then organized groups of around 15 cell leaders under a few new coaches. As the cells multiplied, we saw that if we had smaller groups we wouldn’t need such high-class coaches. We organized each supervision groups with five leaders. The result was that we grew a lot.  Because of growth, we had to create more hierarchy levels (which is rarely a good thing ). Information, vision and anointing gets diluted as it goes down the ranks. So, we adopted Jethro´s model (Exodus 18) with the idea of groups of ten. This gave us a huge impulse in our growth. But on the long run that became too heavy for the coaches to oversee so many cells. Once more we changed to three to five cell leaders in each supervision groups. But instead of creating new levels, we started multiplying pastors and church campuses which allowed us to maintain only three hierarchy levels. 

As you can see, after 18 years of cell life, we “still” haven’t come to the definitive solution. Now we know that only one thing never changes in a cell church: constant change! So, just get used to it and enjoy the ride!

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Portuguese blog:

MITO: Nós só precisamos construir as estruturas certas e depois nunca mais nos preocupamos com elas.

VERDADE: Conforme a igreja cresce, as estruturas sempre precisam ser mudadas.

Por Roberto Bottrel [servindo as igrejas européias, desafiando-as a fazer discípulos através de células que se multiplicam (centraldna.org). Autor do livro Multiplication, The challenge before every Christian, every Leader, and the Church (“Multiplicação, O desafio diante de todo Cristão, de todo Líder e da Igreja”, em tradução livre) – disponível na amazon.com]

A ideia de que existe uma estrutura perfeita para a sua igreja trará muita frustração. No início do nosso processo de transição para nos tornarmos uma igreja em células, pensamos em definir as estruturas básicas de uma vez por todas. Se não as estruturas perfeitas, pelo menos as melhores possíveis. As estruturas para as células (número máximo de pessoas, gênero e faixas etárias, papéis, modelo para lições de células…); o trilho de treinamento; a supervisão(número de células sob cada supervisão, níveis de hierarquia, frequência de reuniões); ênfase adequada nos cultos e ministérios; e tantas outras coisas. Mas, para nosso desespero, descobrimos que as “estruturas perfeitas” tinham vida útil limitada. Deixe-me dar dois exemplos:

Treinamento: quando começamos, todo o treinamento estava focado em explicar aos membros da igreja por que a igreja celular era melhor do que a convencional, com toda a base bíblica e uma forte ênfase nas mudanças de paradigma. Algum tempo depois, vimos que essas coisas não eram tão importantes para os novos crentes que estavam sendo treinados, pois eles nunca haviam vivido no velho paradigma. Então, nós repensamos todo o treinamento para abordar esse novo grupo alvo. Alguns anos depois, vimos que o material não estava expressando nossa visão específica em detalhes. Então tivemos que repensar novamente. O formato atual de nosso material de treinamento foi lançado há apenas cinco anos e já está em processo de revisão. Isso nunca para…

Supervisão: começamos com todos os líderes de células diretamente sob a supervisão do pastor sênior, sob a mesma visão e prática. Até chegarmos a algumas dezenas de células que não funcionavam mais. Em seguida, organizamos grupos de cerca de 15 líderes de célula sob alguns novos treinadores. À medida que as células se multiplicaram, percebemos que, se tivéssemos grupos menores, não precisaríamos desses treinadores de alta classe. Organizamos cada grupo de supervisão com cinco líderes. O resultado foi que crescemos muito. Por causa do crescimento, tivemos que criar mais níveis hierárquicos (o que raramente é bom). Informação, visão e unção se diluem dos níveis mais altos aos menores. Então, adotamos o modelo de Jetro (Êxodo 18) com a ideia de grupos de dez. Isso nos deu um enorme impulso em nosso crescimento. Mas, a longo prazo, isso se tornou pesado demais para que os técnicos supervisionassem tantas células. Mais uma vez, mudamos para três a cinco líderes de células em cada grupo de supervisão. Mas, em vez de criar novos níveis, começamos a multiplicar os pastores e campus da igreja, o que nos permitiu manter apenas três níveis de hierarquia.

Como você pode ver, após 18 anos de vida celular, “ainda” não chegamos à solução definitiva. Agora sabemos que apenas uma coisa nunca muda em uma igreja em células: a mudança constante! Então, acostume-se e aproveite o passeio!

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MITO: Solo tenemos que construir las estructuras correctas y luego nunca más preocuparnos por ellas.

VERDAD: A medida que la iglesia crece, las estructuras siempre necesitan ser cambiadas.

Por Roberto Bottrel [sirviendo a iglesias europeas, desafiándolos a hacer discípulos a través de células que se multiplican (centraldna.org). Autor del libro Multiplicación, El desafío ante cada cristiano, cada líder y la Iglesia (disponible en amazon.com)]

La idea de que “hay una estructura perfecta para tu iglesia” te traerá mucha frustración. Al inicio de nuestro proceso de transición para convertirnos en una iglesia celular, pensamos que definiríamos las estructuras básicas de una vez por todas. Si no perfectas, al menos lo mejor posible. Las estructuras para las células (número máximo de personas, género y grupos de edad, roles, modelo para lecciones celulares …); la pista de entrenamiento, el coaching (número de células bajo cada supervisión, niveles de jerarquía, frecuencia de reuniones); énfasis adecuado en los servicios y ministerios; y tantas otras cosas. Pero, para nuestra desesperación, descubrimos que las “estructuras perfectas” tenían vidas limitadas. Déjame darte dos ejemplos:

Capacitación: cuando empezamos, toda la capacitación se enfocó en explicar a los miembros de la iglesia por qué la iglesia celular era mejor que la convencional con toda la base bíblica y un fuerte énfasis en los cambios de paradigma. Algún tiempo después, vimos que estas cosas no eran tan importantes para los nuevos creyentes que estaban siendo entrenados, ya que nunca habían vivido en el viejo paradigma. Así que hicimos de nuevo toda la capacitación para abordar este nuevo grupo objetivo. Unos años más tarde, vimos que el material no expresaba nuestra visión específica en detalles. Así que tuvimos que hacerlo de nuevo. El formato actual de nuestro material de capacitación se lanzó hace solo cinco años y ya se encuentra en un proceso de revisión exhaustivo. Nunca se detiene …

Entrenamiento: comenzamos con todos los líderes de células directamente bajo la supervisión del pastor principal, bajo la misma visión y prácticas. Cuando llegamos a algunas docenas de células que ya no funcionaban. Luego organizamos grupos de alrededor de 15 líderes celulares bajo unos pocos entrenadores nuevos. A medida que las células se multiplicaban, vimos que si teníamos grupos más pequeños no necesitaríamos entrenadores de clase alta. Organizamos cada grupo de supervisión con cinco líderes. El resultado fue que crecimos mucho. Debido al crecimiento, tuvimos que crear más niveles de jerarquía (lo que rara vez es algo bueno).

La información, la visión y la unción se diluyen a medida que baja de rango. Entonces, adoptamos el modelo de Jetro (Éxodo 18) con la idea de grupos de diez. Esto nos dio un gran impulso en nuestro crecimiento. Pero a la larga, se volvió demasiado pesado para que los entrenadores supervisaran tantas células. Una vez más cambiamos de tres a cinco líderes celulares en cada grupo de supervisión. Pero en lugar de crear nuevos niveles, comenzamos a multiplicar los pastores y los campus de las iglesias, lo que nos permitió mantener solo tres niveles jerárquicos.

Como pueden ver, después de 18 años de vida celular, “todavía” no hemos llegado a la solución definitiva. Ahora sabemos que solo una cosa nunca cambia en una iglesia celular: ¡ el cambio constante! Entonces, solo acostúmbrate y disfruta el viaje!

 

 

From Mess to Masterpiece

Michelle Geoffrey, cell pastor at www.celebrationchurch.org

One of the myths taught by example is that leaders have to have it all together.  Leaders should not share their struggles or be transparent with their burdens. Often I hear from leaders that THEY need a group to go to and receive prayer.  This is NOT true.

Cell Groups are a place where everyone can share equally and find spiritual and emotional freedom.  The group is not a “Bible Study” where there is a teacher, but instead, during each meeting time, someone different is facilitating the discussion.  One of the key points we teach in our church’s cell leader training is that the BEST groups are those that have a visitor who can’t tell which person is the leader.  That doesn’t just mean sharing the workload or ministry, but also, who is revealing themselves for who they really are in the cell.

I am so grateful to be part of a church that has a lead pastor who will share what is going on in his life and has set himself up for great accountability. He allows people to see not only his strengths but also his weaknesses.  This creates an environment, that as staff members, coaches and leaders, we have the grace afforded us to succeed as well as to fail. We are not trying to hide our mistakes. In fact, we admit to each other our faults and character defects. James 5:16 says, “Therefore, confess your sins to one another and pray for one another, that you may be healed. The prayer of a righteous person has great power as it is working.”  By developing this kind of intimacy through our prayer time in our cell group, we have the freedom to confess our struggles so our group can pray for us.

So the question is… how transparent are you?  Do you ask for help? Are you able to reach out for prayer?  As you are pondering these questions, think of when was the last time you felt the freedom to share with your group about your own struggles or strongholds. If something is holding you back, ask the Lord to give you the courage to speak up. You just might be surprised that others will be relieved that you opened up and shared, and they feel the freedom to follow your lead.

People are messy, and we as leaders are messy!  Until we get to heaven, we will not be perfect. The more that we lead by example by revealing who we really are, the more willing we are to remove our “church masks” so that we can find the healing that the Lord has promised.  A young lady in my cell group, Marissa, shared a quote from Aaron Daigle with us a few weeks ago that said, “We repeat what we don’t allow God to heal.” As leaders, to find true healing and growth, we must be ourselves… even when we are a mess!

Ephesians 2:10 says, “For we are God’s masterpiece. He has created us anew in Christ Jesus, so we can do the good things he planned for us long ago. Only the Lord knows how to turn our mess into a masterpiece!

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Portuguese blog:

Da bagunça à obra-prima

Michelle Geoffrey, pastora de células na www.celebrationchurch.org

Um dos mitos ensinados pelo exemplo é que os líderes devem ter tudo sob controle. Eles não devem compartilhar suas lutas ou ser transparentes a respeito de seus fardos. Muitas vezes ouço líderes dizendo que ELES precisam de um grupo para ir e receber oração. Isso NÃO é verdade.

As células são um lugar onde todos podem compartilhar igualmente e encontrar liberdade espiritual e emocional. O grupo não é um “estudo bíblico” onde há um professor, mas, em vez disso, durante cada momento da reunião alguém diferente está facilitando a discussão. Um dos pontos-chave que ensinamos no treinamento do líder de células da nossa igreja é que os grupos MELHORES são aqueles que têm um visitante que não sabe dizer qual pessoa é o líder. Isso não significa apenas compartilhar a carga de trabalho ou o ministério, mas também quem está se revelando de verdade na célula.

Sou muito grato por fazer parte de uma igreja que tem um pastor líder que sempre compartilhará o que está acontecendo em sua vida e se comprometeu com a transparência. Ele permite que as pessoas vejam não apenas seus pontos fortes, mas também suas fraquezas. Isso cria um ambiente onde, como membros da equipe, treinadores e líderes, temos a graça tanto ao ter sucesso como ao fracassar. Nós não estamos tentando esconder nossos erros. De fato, admitimos uns aos outros nossas falhas e defeitos de caráter. Tiago 5:16 diz: “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz”. Ao desenvolver esse tipo de intimidade através do nosso tempo de oração em nossa célula, temos a liberdade de confessar nossas lutas para que nosso grupo possa orar por nós.

Então a questão é… quão transparente você é? Você pede ajuda? Você é capaz de buscar oração? Ao ponderar sobre essas questões, pense em quando foi a última vez que você sentiu a liberdade de compartilhar com seu grupo sobre suas próprias lutas ou fortalezas. Se alguma coisa estiver atrapalhando, peça ao Senhor que lhe dê coragem para falar. Você pode se surpreender ao ver que os outros ficarão aliviados por você ter se aberto e compartilhado, e eles sentirão a liberdade de seguir sua liderança.

As pessoas são “bagunçadas” e nós, como líderes, somos bagunçados também! Até chegarmos ao céu, não seremos perfeitos. Quanto mais conduzimos pelo exemplo, revelando quem realmente somos, mais dispostos ficamos a remover nossas “máscaras da igreja” para que possamos encontrar a cura que o Senhor prometeu. Uma jovem da minha célula, Marissa, compartilhou conosco uma citação de Aaron Daigle há algumas semanas que dizia: “Repetimos o que não permitimos que Deus cure”. Como líderes, para encontrar a verdadeira cura e crescimento, nós deve ser nós mesmos… mesmo quando estamos uma bagunça!

Efésios 2:10 diz: “Porque somos a obra-prima de Deus. Ele nos criou de novo em Cristo Jesus, para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos”.

Spanish blog:

Del desastre a la obra maestra

Michelle Geoffrey, pastora celular en www.celebrationchurch.org

Uno de los mitos que se enseñan con el ejemplo es que los líderes deben tenerlo todo junto. Los líderes no deben compartir sus luchas o ser transparentes con sus cargas. A menudo escucho de líderes que ELLOS necesitan una célula para ir y recibir oración. Esto no es verdad.

Los grupos celulares son un lugar donde todos pueden compartir por igual y encontrar libertad espiritual y emocional. El grupo no es un “Estudio de la Biblia” donde hay un maestro, sino que, durante cada reunión, alguien diferente está facilitando la discusión. Uno de los puntos clave que enseñamos en la capacitación de líderes celulares de nuestra iglesia es que los MEJORES grupos son aquellos que tienen un visitante que no puede saber qué persona es el líder. Eso no solo significa compartir la carga de trabajo o el ministerio, sino también, quiénes se están revelando por quiénes son realmente en la célula.

Estoy muy agradecido de ser parte de una iglesia que tiene un pastor líder que comparte lo que está sucediendo en su vida y se ha preparado para una gran responsabilidad. Permite que las personas vean no solo sus puntos fuertes, sino también sus puntos débiles. Esto crea un entorno que, como miembros del personal, entrenadores y líderes, tenemos la gracia que nos ha brindado tanto para triunfar como para fracasar. No estamos tratando de ocultar nuestros errores. De hecho, nos admitimos mutuamente nuestros defectos de carácter. Santiago 5:16 dice: “Por lo tanto, confiesen sus pecados unos a otros y orad unos por otros para que puedan ser sanados. La oración de una persona justa tiene un gran poder ya que está funcionando ”. Al desarrollar este tipo de intimidad a través de nuestro tiempo de oración en nuestro grupo celular, tenemos la libertad de confesar nuestras luchas para que nuestro grupo pueda orar por nosotros.

Entonces la pregunta es … ¿Qué tan transparente eres? ¿Pides ayuda? ¿Eres capaz de llegar a la oración? Mientras reflexionas sobre estas preguntas, piensa cuándo fue la última vez que sentiste la libertad de compartir con tu grupo tus luchas o fortalezas. Si algo te está frenando, pídele al Señor que te dé el valor para hablar. Es posible que te sorprendas de que otros se sentirán aliviados de que se haya abierto y compartido, y que sientan la libertad de seguir tu ejemplo.

La gente es desordenada, y nosotros, como líderes, somos desordenados. Hasta que no lleguemos al cielo, no seremos perfectos. Cuanto más guiemos con el ejemplo al revelar quiénes somos realmente, más dispuestos estamos a quitar nuestras “máscaras de la iglesia” para que podamos encontrar la sanidad que el Señor ha prometido. Una joven en mi grupo celular, Marissa, compartió una cita de Aaron Daigle con nosotros hace unas semanas que decía: “Repetimos lo que no permitimos que Dios sane”. Como líderes, para encontrar la verdadera curación y el crecimiento, debemos ser nosotros mismos … incluso cuando somos un desastre!

Efesios 2:10 dice: “Porque somos hechura suya, creados en Cristo Jesús para buenas obras, las cuales Dios preparó de antemano para que anduviésemos en ellas! !Solo el Señor sabe cómo convertir nuestro desorden en una obra maestra!

Don’t Get Too Close to People in the Group

By Joel Comiskey, check out, Groups that Thrive

“Don’t get too close to other members in the group because if you do, stagnation will happen, and the group will eventually die.” This is what I believed and taught for years. But I was wrong! In the past, when I heard people talking about deep community in the group, I figured their groups were not evangelizing and probably going to stagnate. 

The surprising discovery in our book Groups that Thrive is that community stimulates growth and new groups. It naturally leads to outreach, new leaders, and more groups. True community and fervent outreach should not be mutually exclusive. As a group grows in love and unity, there’s also the desire to reach out. Community fosters health, vibrancy, and outreach.

The research shows that newcomers not only come to the group where community is strong but also want to stay. When care and love are abundant in groups, newcomers want to stick around. They feel like they’ve found a family, a home away from home.

Those who attend caring groups invite their friends. They sense there’s something different about the group and about the church. They feel special and wanted. They want to join.

We also noticed a correlation between caring relationships and developing new leaders. Where caring for people was strongest, groups were able to multiply more frequently.

Community strengthens the sending out of new leaders because new, potential leaders need a caring atmosphere in which to try, fail, and try again.

Mistakes are encouraged and love reigns. Each person feels that their contribution is valued and  important. Gift use is high in this environment and members are free to experiment with multiple gifts. Leaders are also developed.

Groups should have a chance to develop community and this takes time. I have to admit that I’ve forced groups to multiply too quickly in the past. I remember one small group, in which we enjoyed sweet fellowship and community. The main couple who attended the group had a lot of non-Christian friends, booming secular business in the city, and loved the group.

Yet, after a certain amount of time, I felt we needed to multiply because that’s what small groups were supposed to do. The problem was that it wasn’t natural. The community was not deep enough, and no one was ready to facilitate the new group. This couple correctly realized that I was forcing the group to multiply before it was ready—something that I only later realized. They eventually left the group and the church.

Yes, new births will be painful, and discomfort is part of the growing experience. But I also think we need to make sure that the pain isn’t self-inflicted through misdirected motivation and forced outcomes. The emphasis should always be on lovingly making disciples who make disciples and never forget that it’s a process that takes time.

I now rejoice in those who are constantly promoting community because I’m one of them! And how exciting to know that community (practicing the one-anothers) is not only biblical but it also produces more growth and multiplication.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Não se Aproxime Demais das Pessoas do Grupo Por Joel Comiskey, confira Groups that Thrive (Grupos que Prosperam, em tradução livre)

“Não se aproxime demais de outros membros do grupo porque, se você o fizer, a estagnação vai ocorrer e o grupo eventualmente irá morrer.” É nisso que acreditei e ensinei por anos. Mas eu estava enganado! No passado, quando eu ouvia as pessoas falarem sobre comunidade profunda no grupo, eu imaginava que seus próprios grupos não estavam evangelizando e que provavelmente estagnariam.

A descoberta surpreendente no nosso livro Grupos que Prosperam é que a comunidade estimula crescimento e novos grupos. Ela naturalmente leva ao alcance, a novos líderes e a mais grupos. Comunidade verdadeira e evangelismo fervoroso não devem ser mutualmente exclusivos. Enquanto um grupo cresce em amor e unidade, também há o desejo de alcançar. A comunidade promove saúde, vitalidade e alcance.

A pesquisa mostra que os recém-chegados não só vêm para o grupo onde a comunidade é forte, mas também querem ficar. Quando o cuidado e o amor são abundantes nos grupos, eles querem permanecer ali. Esses recém-chegados sentem como se tivessem encontrado uma família, um outro lar além dos seus. Aqueles que frequentam grupos atenciosos convidam seus amigos. Eles sentem que há algo diferente nesse grupo e na igreja. Eles se sentem especiais e desejados. Eles querem fazer parte.

Também notamos uma correlação entre relações de cuidado e desenvolvimento de novos líderes. Onde o cuidado de pessoas era mais forte, os grupos eram capazes de se multiplicar mais frequentemente. A comunidade fortalece o envio de novos líderes porque novos líderes em potencial precisam de uma atmosfera de cuidado na qual irão tentar, falhar e tentar novamente.

Erros são encorajados e o amor reina. Cada pessoa sente que sua contribuição é valorizada e importante. O uso de dons é elevado nesse ambiente e os membros são livres para experimentar múltiplos dons. Líderes também são desenvolvidos.

Grupos devem ter a chance de desenvolver comunidade, e isso leva tempo. Tenho que admitir que forcei grupos a se multiplicarem rápido demais no passado .

Lembro-me de um pequeno grupo em que desfrutávamos de uma doce irmandade e comunidade. O casal principal que frequentava o grupo tinha muitos amigos não cristãos, prosperando negócios seculares na cidade, e amavam o grupo.

No entanto, depois de determinado tempo, senti que precisávamos multiplicar porque isso é o que pequenos grupos deveriam fazer. O problema é que não foi natural. A comunidade não estava profunda o suficiente, e ninguém estava pronto para facilitar o novo grupo. Esse casal corretamente percebeu que eu estava forçando o grupo a se multiplicar antes que estivesse pronto- algo que percebi apenas depois. Eventualmente eles deixaram o grupo e a igreja.

Sim, novos nascimentos serão dolorosos, e o desconforto é parte da experiência de crescimento. Mas também creio que precisamos nos certificar de que a dor não é auto-infligida através de motivação mal-direcionada e de resultados forçados. A ênfase deve ser sempre em fazer discípulos pelo amor, que por sua vez farão discípulos, e nunca se esquecer de que é um processo que leva tempo.

Eu agora me regozijo naqueles que estão constantemente promovendo comunidade, porque eu sou um deles! E quão animador é saber que comunidade (praticando o um aos outros) não é apenas bíblica, como também produz mais crescimento e multiplicação.

Spanish blog:

No te acerques demasiado a las personas de la célula

Por Joel Comiskey, echa un vistazo a los grupos que prosperan

“No se acerque demasiado a otros miembros de la célula porque si lo hace, se producirá un estancamiento y la célula morirá eventualmente”. Esto es lo que creí y enseñé durante años. ¡Pero estaba equivocado! En el pasado, cuando escuchaba a las personas hablar sobre el compañerismo profundo en la célula, pensé que sus células no estaban evangelizando y probablemente se iban a estancar.

El sorprendente descubrimiento en nuestro libro Grupos que prosperan es que la comunidad y compañerismo estimula el crecimiento y las nuevas células. Naturalmente, conduce a la divulgación, nuevos líderes y más células. La verdadera comunidad y el ferviente alcance no deben ser mutuamente excluyentes. A medida que una célula crece en amor y unidad, también existe el deseo de llegar. La comunidad fomenta la salud, la vitalidad y la divulgación.

De acuerdo con nestra investigación, los recién llegados no solo llegan al grupo donde la comunidad es fuerte, sino también por qué se quedan allí. Cuando la atención y el amor abundan en las células, los recién llegados quieren quedarse. Sienten que han encontrado una familia, un hogar lejos de casa.

Quienes asisten a células solidarias invitan a sus amigos. Sienten que hay algo diferente en la célula y en la iglesia. Se sienten especiales y queridos. Ellos quieren unirse.

Hay también una correlación entre las relaciones de cuidado y el desarrollo de nuevos líderes. Donde el cuidado de las personas era más fuerte, las células podían multiplicarse con más frecuencia.

La comunidad fortalece el envío de nuevos líderes porque los nuevos líderes potenciales necesitan una atmósfera de cuidado en la cual puedan intentar, fallar e intentar nuevamente.

Se alientan los errores y reina el amor. Cada persona siente que su contribución es valiosa e importante. El uso de regalos es alto en este entorno y los miembros son libres de experimentar con múltiples regalos. Los líderes también se desarrollan.

  Las células deben tener la oportunidad de desarrollar una comunidad y esto requiere tiempo. Debo admitir que he forzado a las células a multiplicarse demasiado rápido en el pasado. Recuerdo un pequeño grupo, en el cual disfrutamos de una dulce comunidad y compañerismo. La pareja principal que asistió al grupo tenía muchos amigos no cristianos, un negocio secular en auge en la ciudad y amaban a la célula. Sin embargo, después de un cierto tiempo, sentí que necesitábamos multiplicarnos porque eso es lo que las células debían hacer. El problema fue que no era natural. La comunidad no era lo suficientemente profunda y nadie estaba listo para facilitar el nuevo grupo. Esta pareja se dio cuenta correctamente de que estaba obligando a la célula a multiplicarse antes de que estuviera lista, algo de lo que me di cuenta más tarde. Eventualmente dejaron la célula y la iglesia.

  Sí, los nuevos nacimientos serán dolorosos y la incomodidad es parte de la creciente experiencia. Pero también creo que debemos asegurarnos de que el dolor no se auto inflija a través de una motivación mal dirigida y resultados forzados. El énfasis debe estar siempre en hacer discípulos con amor, que hagan discípulos y nunca olviden que es un proceso que lleva tiempo.

¡Ahora me regocijo en aquellos que están constantemente promoviendo la comunidad porque soy uno de ellos! Y qué emocionante saber que la comunidad (practicar el uno-a otro) no solo es un acto bíblico sino que también produce más crecimiento y multiplicación.