Less Busy, More Strategic

By Stephen Daigle, College and Young Adult Pastor at Celebration Church, www.celebrationchurch.org

There has been a lot of research lately on the mental and spiritual health of pastors and what contributes to their health. Of all the things that keep coming up, busyness continues to be a recurring theme in those studies.

I’m a perfectionist. I like to make sure that things get done correctly, especially when it relates to something that I deem to be important. Are you a perfectionist? Be honest. If you are fully aware of the pressure, you feel day in and day out to make everything ‘perfect. You might feel the tendency to do everything. Maybe you think it’s hard to stop.

I’ve been there more than I would like to admit. And maybe you are willing to admit the same thing. Self-awareness is the first step to growth. Acknowledging the need to control everything is a significant first step, but there must be other steps after that.

One of the things that made cell ministry so attractive to me was the concept of shared ministry. The leader not being responsible for every single aspect of the cell was new to me. Instead, the cell leader is responsible for facilitating the delegation of responsibilities to the other cell members. Empowering others is the difference between a bible study and a cell. In a cell, The members are sharing the responsibilities of the cell. In doing this, other members grow and step into new leadership roles. Jesus understood the importance of empowering and sending out those He was discipling (Mark 6). If we are going to be like Jesus, we also need to cultivate a delegation and sending out culture.

Personally, this has been a journey for me. It’s also been very freeing. I’ve heard it said that if someone can do a specific task 70% the way you would do it, you should empower and release them. One of the greatest joys of ministry for me is seeing the individuals I have had the opportunity to empower to walk in their God-given calling. Here are a couple of tips to do this:

  • Identify individuals who are faithful with a given task
  • Release more responsibility to them little by little
  • Give them feedback and encourage them
  • Allow them to take full responsibility for that task

Take a moment to take a deep breath. Ask God to help you see those around you to empower and give more responsibility to those around you. Commit today to take steps towards being less ‘busy’ and more strategic.

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Portuguese blog:

Menos ocupado, Mais estratégico

Stephen Daigle, Pastor de Jovens Adultos e Universitários na Celebration Church, www.celebrationchurch.org

Nos últimos tempos tem sido feitos diversos estudos a respeito da saúde espiritual e mental de pastores e sobre o que pode contribuir para sua saúde de uma forma geral. De todos os achados, o fato de estar excessivamente ocupado é algo que tem se repetido em todos os estudos.

Eu sou perfeccionista. Gosto de me certificar de que tudo foi feito corretamente, especialmente no que diz respeito às coisas que considero importantes. Você também é perfeccionista? Seja honesto. Quando você tem completa consciência da pressão à que está submetido, você acaba tentando fazer tudo perfeito, diariamente. Você pode inclusive tender a querer fazer tudo. Talvez você também perceba que é difícil deixar este modo de ação.

Eu já me senti assim muito mais do que gostaria de admitir. Talvez você também esteja disposto a admitir isso. Conhecer a si mesmo é o primeiro passo para o crescimento. Reconhecer que você sente a necessidade de controlar as coisas é um passo muito importante, mas há outros passos a dar.

Uma das coisas que tornam o ministério em células tão atrativo a mim é exatamente o conceito de ministério compartilhado. O fato de o líder não ser responsável por cada aspecto da célula foi realmente algo novo para mim. Ao invés disso, o líder de célula é responsável por permitir e coordenar a delegação de responsabilidades aos outros membros da célula. Empoderar as pessoas é a diferença entre um estudo bíblico e uma reunião de célula. Na célula, os membros estão compartilhando as responsabilidades. Ao fazer isso, os membros crescem e passam a desempenhar novas funções de liderança. Jesus entendia a importância do empoderamento e do envio daqueles que Ele estava discipulando (Marcos 6). Se nosso objetivo é sermos como Jesus, precisamos cultivar a cultura de delegar e de enviar.

Tudo isso tem sido uma grande jornada para mim. Também tem sido libertador. Eu já ouvi dizer que se alguém consegue realizar uma tarefa 70% do que você consegue, você deveria empoderar e liberar esta pessoa para prosseguir. Para mim, uma das maiores alegrias do ministério é poder assistir as pessoas que eu tive a oportunidade de empoderar caminharem em seu próprio chamado, segundo a vontade de Deus. Seguem algumas dicas para que isto aconteça:

  • Identifique as pessoas que são fiéis em algo que lhes foi confiado
  • Conceda mais responsabilidade a estas pessoas, pouco a pouco.
  • Compartilhe suas impressões sobre como tudo está sendo feito, e encoraje-os
  • Permita que eles se encarreguem por complete destas tarefas

Pare por um instante e respire fundo. Peça ajuda a Deus para conseguir perceber a quem empoderar e dar mais responsabilidades. Comprometa-se em caminhar rumo a ser menos “ocupado” e mais estratégico.

Spanish blog:

Menos ocupado, más estratégico

Por Stephen Daigle, pastor universitario y de jóvenes adultos en Celebration Church, www.celebrationchurch.org

Últimamente se han realizado muchas investigaciones sobre la salud mental y espiritual de los pastores y lo que contribuye a su salud en general. De todas las cosas que siguen surgiendo, el ajetreo diario sigue siendo un tema recurrente en esos estudios.

Soy perfeccionista. Me gusta asegurarme de que las cosas se hagan correctamente, especialmente cuando se relaciona con algo que considero importante. ¿Eres perfeccionista? Se honesto. Si eres plenamente consciente de la presión, te esforzarás día tras día para que todo sea “perfecto”. Puedes sentir la tendencia a hacer todo. Quizás pienses que es difícil parar.

He estado allí más de lo que me gustaría admitir. Y tal vez tu estés dispuesto a admitir lo mismo. La autoconciencia es el primer paso para crecer. Reconocer la necesidad de controlar todo es un primer paso importante, pero debe haber otros pasos después de eso.

Una de las cosas que hizo que el ministerio celular fuera tan atractivo para mí fue el concepto de ministerio compartido. El hecho de que el líder no fuera responsable de todos los aspectos de la célula era algo nuevo para mí. En cambio, el líder de la célula es responsable de facilitar la delegación de privilegios a los otros miembros de la célula. Empoderar a otros es la diferencia entre un estudio bíblico y una célula. En una célula, los miembros comparten las responsabilidades de la misma. Al hacer esto, otros miembros crecen y asumen nuevos roles de liderazgo. Jesús entendió la importancia de empoderar y enviar a aquellos a quienes estaba discipulando (Marcos 6). Si vamos a ser como Jesús, también necesitamos cultivar la delegación y una cultura de emparedar.

Personalmente, este ha sido un viaje para mí. También ha sido muy liberador. He oído decir que si alguien puede hacer una tarea específica en un 70% de la forma en que tú la harías, debes empoderarlo y liberarlo. Una de las mayores alegrías del ministerio para mí es ver a las personas a las que he tenido la oportunidad de capacitar para caminar en el llamado que Dios les ha dado. Aquí hay un par de consejos para hacer esto:

  • Identificar personas que son fieles en una determinada tarea.
  • Libéreles más responsabilidad poco a poco
  •  Dales retroalimentación y anímalos
  •  Permítales asumir la responsabilidad total de esa tarea.

Tómate un momento para respirar profundamente. Pídele a Dios que te ayude a ver a quienes te rodean para empoderar y darles más responsabilidad. Comprométete hoy a tomar medidas para estar menos “ocupado” y ser más estratégico.

Ever Considered the Priesthood?

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

JCG blog readers- I trust you’ll appreciate this bullet-point blog post!

I Peter 2:4-5; 9-10– Read it now, my friend.

You are:

  • Living Stones
  • Holy Priests
  • A Chosen Race
  • A Royal Priesthood
  • A Holy Nation
  • God’s Own Possession

Read Romans 12:3-11

Read Luke 10:30-37

We Minister To:

  • People’s physical needs (Matthew 25:35-36, 40)
  • People’s emotional needs (I Thess. 5:14)
  • People’s spiritual needs (2 Cor. 5:18, Col. 1:28-29)

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Portuguese blog:

Você já pensou sobre o sacerdócio?

Rob Campbell, Pastor Fundador, www.cypresscreekchurch.com

Leitores do Blog JCG – Tenho certeza que vocês vão gostar desta postagem de pontos a considerar!

1 Pedro 2:4-5; 9-10 – Leia agora mesmo, meu amigo.

Vocês são:

  • Pedras vivas
  • Sacerdócio Santo
  • Raça escolhida
  • Sacerdócio Real
  • Nação Santa
  • Propriedade exclusive de Deus

Romanos 12:3-11

Lucas 10:30-37

São alvos da nossa ministração:

  • Pessoas com necessidades físicas (Mateus 25:35-36, 40)
  • Pessoas com necessidades emocionais (1 Tessalonicenses 5:14)
  • Pessoas com necessidades espirituais (2 Coríntios 5:18, Colossenses 1:28-29)

Spanish blog:

¿Alguna vez ha considerado el sacerdocio?

Por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypresscreekchurch.com

Lectores de los blogs de JCG: confío en que apreciarán esta publicación de blog con viñetas.

I Pedro 2: 4-5; 9-10- Léanlo ahora, amigos. 

Ustedes son:

  • Piedras vivas
  • Santos sacerdocio
  • Una raza elegida
  • Un real sacerdocio 
  • Una nación santa
  • La propia posesión de Dios

Romanos 12: 3-11

Lucas 10: 30-37

Ministramos a:

  • Las necesidades físicas de las personas (Mateo 25: 35-36, 40)
  • Las necesidades emocionales de las personas (I Tes. 5:14)
  • Las necesidades espirituales de las personas (2 Corintios 5:18, Colosenses 1: 28-29) 

Ministramos a:

• Las necesidades físicas de las personas (Mateo 25: 35-36, 40)
• Las necesidades emocionales de las personas (I Tes. 5:14)
• Las necesidades espirituales de las personas (2 Cor. 5:18, Col. 1: 28-29)

Pastoral Teams Versus the Solo Pastor

By Mario Vega, www.elim.org.sv

When the church came into existence, the apostles led it collectively (Acts 8: 1). A few years later, the church in Antioch emerged that was collectively cared for by prophets and teachers (Acts 13: 1). When Paul founded churches in other cities, the care continued to be collective (1 Timothy 5:17; Titus 1: 5). At a later time, when the letters of John were written, a spirit of dominance and personal control had begun to emerge in the churches (3 John 9-10).

In the times that followed, the church acquired political power and this further promoted the concentration of functions in one person. By the Middle Ages, the idea of ​​a single pastor for a church had completely displaced the New Testament model of ministry teams. The priest was the only person who could perform the worship; the lay people were  passive observers.

But God’s desire for his church is that all believers participate in the work of the ministry (Ephesians 4: 11-12). To return to that ideal, it is essential to change the mind and open the spaces that allow people to exercise their gifts. This means being willing to let go of control under the confidence that the Holy Spirit indwells in each believer and will use him in the best way.

Cell ministry promotes returning to the New Testament model of ministry. It takes courage to abandon the traditions and return to the Scriptures, but we must follow God’s Word rather than man’s tradition. The return to the Scriptures has been the key to all revivals.

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Portuguese blog:

Equipes pastorais versus o pastor solo

Por Mario Vega,  www.elim.org.sv

Quando a igreja passou a existir, os apóstolos a lideraram coletivamente (Atos 8:1). Poucos anos depois, surgiu a igreja em Antioquia que era cuidada coletivamente por profetas e mestres (Atos 13:1). Quando Paulo fundou igrejas em outras cidades, o cuidado continuou a ser coletivo (1 Timóteo 5:17; Tito 1:5). Mais tarde, quando as cartas de João foram escritas, um espírito de domínio e controle pessoal começou a surgir nas igrejas (3 João 9-10).

Nos tempos que se seguiram, a igreja adquiriu poder político e isso promoveu ainda mais a concentração de funções em uma pessoa. Na Idade Média, a ideia de um único pastor para uma igreja havia substituído completamente o modelo do Novo Testamento de equipes de ministério. O padre era a única pessoa que podia realizar o culto; os leigos eram observadores passivos.

Mas o desejo de Deus para sua igreja é que todos os crentes participem da obra do ministério (Efésios 4: 11-12). Para voltar a esse ideal, é fundamental mudar de opinião e abrir os espaços que permitem às pessoas exercitarem seus dons. Isso significa estar disposto a abrir mão do controle sob a confiança de que o Espírito Santo habita em cada crente e o usará da melhor maneira.

O ministério de células promove o retorno ao modelo de ministério do Novo Testamento. É preciso coragem para abandonar as tradições e retornar às Escrituras, mas devemos seguir a Palavra de Deus e não a tradição do homem. O retorno às Escrituras tem sido a chave para todos os avivamentos.

Spanish blog:

Equipos pastorales para cada iglesia

por Mario Vega, www.elim.org.sv

Cuando la iglesia nació los apóstoles del Señor la guiaron colectivamente (Hechos 8:1). Unos años después, surgió la iglesia en Antioquía que también fue cuidada de manera colectiva por profetas y maestros (Hechos 13:1). Cuando Pablo fundó iglesias en otras ciudades el cuidado siguió siendo colectivo (1 Timoteo 5:17; Tito 1:5). En una época posterior, cuando las cartas de Juan fueron escritas, había comenzado a surgir en las iglesias un espíritu de dominio y de control personal (3 Juan 9-10).

En los tiempos que siguieron la iglesia adquirió poder político y eso fomentó aún más la concentración de las funciones en una sola persona. Para la Edad Media, la idea de un único pastor para una iglesia había desplazado por completo el modelo del Nuevo Testamento de los equipos ministeriales. El sacerdote era la única persona que podía realizar el culto, los asistentes eran solo observadores pasivos.

Pero el deseo de Dios para su iglesia es que todos los creyentes participen de la obra del ministerio (Efesios 4:11-12). Para volver a ese ideal es esencial cambiar la mente y abrir los espacios que permitan a las personas ejercitar sus dones. Eso implica estar dispuestos a soltar el control bajo la confianza de que el Espíritu Santo mora en cada creyente y lo usará de la mejor manera. El trabajo celular es un esfuerzo por volver al modelo de la iglesia del Nuevo Testamento. Para poder asumirlo es importante tener la voluntad de abandonar las tradiciones y volver a las Escrituras. La vuelta a las Escrituras ha sido la clave de todos los avivamientos.

Control or Growth?

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

It has been said that a church can organize for either control or for growth, but not for both. A cell-based church is organized for growth, unless the pastors attempt to control rather than lead the ministry.

Jesus developed his disciples so that they could minister when he wasn’t around.

Luke 9:1-2 When Jesus had called the Twelve together, he gave them power and authority to drive out all demons and to cure diseases, and he sent them out to proclaim the kingdom of God and to heal the sick.

Signs of leadership control:

  • Excessive training requirements. Some training is essential. Too much training hinders people’s growth. Jesus developed his disciples’ character and values, then sent them out to minister. If we require too much training before people are released into ministry, we will end up with people who like sitting in classes and drive away those who want to minister. Instead, let’s give “just in time” training; that is, let people start to minister and train them for what they are facing. They will retain so much more that way. Do some up front training, but then offer on-the-job coaching.
  • Reluctance to let leaders make decisions. Jesus gave his disciples authority. He didn’t make them check with him before casting out a demon, healing, or preaching the gospel. The disciples certainly weren’t perfect in their execution, but they learned along the way.
  • Excessive reporting requirements. Again, some reporting is essential. But too much reporting indicates a lack of trust on the part of the leader.

As we disciple people, let’s turn them loose to minister and trust that the Holy Spirit in them will lead and guide. 

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Portuguese blog:

Controle ou crescimento?

Por Steve Cordle,  www.crossroadsumc.org

Já foi dito que uma igreja pode se organizar tanto para o controle quanto para o crescimento, mas não para ambos. Uma igreja baseada em células é organizada para o crescimento, a menos que os pastores tentem controlar ao invés de liderar o ministério.

Jesus desenvolveu seus discípulos para que eles pudessem ministrar quando ele não estava por perto.

Lucas 9:1-2 Quando Jesus reuniu os Doze, deu-lhes poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças, e os enviou para proclamar o reino de Deus e curar os enfermos.

Sinais de controle de liderança:

  • Requisitos de treinamento excessivos. Algum treinamento é essencial. Muito treinamento atrapalha o crescimento das pessoas. Jesus desenvolveu o caráter e os valores de seus discípulos e, em seguida, os enviou para ministrar. Se exigirmos muito treinamento antes que as pessoas sejam liberadas para o ministério, no fim teremos pessoas que gostam de assistir às aulas e expulsaremos aqueles que desejam ministrar. Em vez disso, vamos dar treinamento “na hora certa”; isto é, deixe as pessoas começarem a ministrar e treiná-los para o que estão enfrentando. Eles reterão muito mais dessa forma. Faça algum treinamento inicial, mas depois ofereça orientação prática.
  • Relutância em permitir que os líderes tomem decisões. Jesus deu autoridade aos seus discípulos. Ele não os fez checar com ele antes de expulsar um demônio, curar ou pregar o evangelho. Os discípulos certamente não foram perfeitos em sua execução, mas aprenderam ao longo do caminho.
  • Excessivos pedidos de relatórios. Novamente, alguns relatórios são importantes. Mas muitos relatórios indicam falta de confiança por parte do líder.

À medida que discipulamos pessoas, vamos deixá-los à vontade para ministrar e confiar que o Espírito Santo neles irá liderar e guiar.

Spanish blog:

¿Control o crecimiento?

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Se ha dicho que una iglesia puede organizarse para el control o para el crecimiento, pero no para ambos. Una iglesia celular está organizada para el crecimiento, a menos que los pastores intenten controlar en lugar de dirigir el ministerio.

Jesús desarrolló a sus discípulos para que pudieran ministrar cuando él no estaba cerca.

Lucas 9: 1-2 Cuando Jesús reunió a los Doce, les dio poder y autoridad para expulsar a todos los demonios y curar enfermedades, y los envió a proclamar el reino de Dios y a sanar a los enfermos.

Señales de control de liderazgo:

  • Excesivos requisitos de formación. Algo de entrenamiento es esencial. Demasiada formación obstaculiza el crecimiento de las personas. Jesús desarrolló el carácter y los valores de sus discípulos y luego los envió a ministrar. Si requerimos demasiados entrenamientos antes de que las personas sean liberadas al ministerio, terminaremos con personas a las que les gusta sentarse en clases y ahuyentar a los que quieren ministrar. En su lugar, ofrezcamos capacitación “en el momento”; es decir, que la gente comience a ministrar y capacitalos para lo que están enfrentando. Retendrán mucho más de esa manera. Realice una capacitación inicial, pero luego ofrezca capacitación conforme van trabajo.
  • Renuencia a dejar que los líderes tomen decisiones. Jesús les dio autoridad a sus discípulos. No hizo que lo consultaran antes de expulsar a un demonio, sanar o predicar el evangelio. Los discípulos ciertamente no fueron perfectos en su ejecución, pero aprendieron en el camino.
  • Excesivos requisitos de presentación de informes. Nuevamente, algunos informes son importantes. Pero demasiados informes indican una falta de confianza por parte del líder.

Mientras discipulamos a las personas, dejémoslas libres para que ministren y confiemos en que el Espíritu Santo en ellas las ayudará y guiará. 

Let My People Go

By Joel Comiskey, free teaching videos on leading small groups 

I recently spoke to a group of leaders in an older denomination about cell ministry. Several expressed disbelief when I talked about developing lay people in home groups. The potential division it might cause dismayed them. Their view of the church was closely tied with their buildings.

During one of the breaks, a pastor approached me to ask about cell ministry and for me to recommend a book that might help in starting new groups. I asked him what he was planning on doing, and he told me he planned on starting four groups in the homes of four different lay people. I was impressed with his idea, but as he explained more, my attitude quickly changed.

He said that each of these four groups would only meet once every three months and that he, the pastor, would lead each group! In the conversation it became clear that he didn’t trust the lay people to facilitate groups. He was convinced that he, the minister, was the only one who could lead these groups, even if they only met four times per year!

Some pastors, like the one mentioned above, believe that they are responsible to do the work of the ministry, rather than preparing lay people to do it. They are not willing to give away their authority to others, even though Ephesians 4:11-12 is crystal clear that the main role of the pastor/teacher is to prepare lay people to do the work of the ministry.

On many occasions I’ve heard pastors talk about the dangers of allowing lay leaders to do the work of the ministry through  cell groups. Sadly, the focus is always on the disastrous consequences, rather than the potential for discipleship growth. We can learn a lot from Jesus and the apostles who trusted the Holy Spirit to guide and direct new leadership. Bill Hull, pastor and prolific author on discipleship, writes in The Disciple-Making Pastor,

The priesthood of the believer implies that Christians have the authority and responsibility to minister for Christ as the priesthood traditionally did. If you join the priesthood of the believer with the common believer’s call to ministry, you have the reasons for teaching that every Christian is called to Christian service (p. 126).

God said through Moses, “Let my people go.” Just as it was true back then, it’s equally true today. God wants his people set free. He wants them to learn to be disciples as they minister to others.

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Portuguese blog:

Deixe meu povo ir

Por Joel Comiskey, confira os recursos em vídeo

Recentemente, eu conversei com um grupo de líderes de uma denominação mais antiga sobre o ministério de células. Vários expressaram descrença quando falei sobre o desenvolvimento de leigos em grupos nos lares. A divisão potencial que isso poderia causar os desanimava. Sua visão da igreja estava intimamente ligada a seus edifícios.

Durante um dos intervalos, um pastor me abordou para perguntar sobre o ministério de células e para recomendar um livro que poderia ajudar a iniciar novos grupos. Eu perguntei o que ele estava planejando fazer, e ele me disse que planejava começar quatro grupos nas casas de quatro leigos diferentes. Fiquei impressionado com sua ideia, mas conforme ele explicava mais, minha atitude mudou rapidamente.

Ele disse que cada um desses quatro grupos se reuniria apenas uma vez a cada três meses e que ele, o pastor, lideraria cada grupo! Na conversa, ficou claro que ele não confiava nos leigos para facilitar os grupos. Ele estava convencido de que ele, o ministro, era o único que poderia liderar esses grupos, mesmo que eles se reunissem apenas quatro vezes por ano!

Alguns pastores, como o mencionado acima, acreditam que são responsáveis por fazer o trabalho do ministério, ao invés de preparar leigos para fazê-lo. Eles não estão dispostos a ceder sua autoridade a outros, embora Efésios 4:11-12 seja muito claro que o papel principal do pastor/mestre é preparar os leigos para fazer o trabalho do ministério.

Em muitas ocasiões, ouvi pastores falarem sobre os perigos de permitir que líderes leigos façam o trabalho do ministério por meio de grupos de células. Infelizmente, o foco está sempre nas consequências desastrosas, ao invés do potencial de crescimento do discipulado. Podemos aprender muito com Jesus e os apóstolos que confiaram no Espírito Santo para guiar e dirigir uma nova liderança. Bill Hull, pastor e autor prolífico sobre discipulado, escreve em The Disciple-Making Pastor [O Pastor Fazedor de Discípulo],

O sacerdócio do crente implica que os cristãos têm autoridade e responsabilidade para ministrar a Cristo como o sacerdócio tradicionalmente fazia. Se você se unir ao sacerdócio do crente com a chamada do crente comum para o ministério, você tem as razões para ensinar que todo cristão é chamado para o serviço cristão (p. 126).

Deus disse por meio de Moisés: “Deixe meu povo ir.” Assim como era verdade naquela época, é igualmente verdade hoje. Deus quer que seu povo seja libertado. Ele quer que eles aprendam a ser discípulos enquanto ministram aos outros.

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El Discipulado A través del Sacerdocio de todos los Creyentes

por Joel Comiskey

Hace poco hablé con un grupo de líderes de una denominación más antigua sobre el ministerio celular. Varios expresaron incredulidad cuando hablé sobre capacitar a los miembros en los grupos de los hogares. La división potencial que esto podría causar les consternó. Su punto de vista de la iglesia estaba estrechamente vinculado con sus edificios.

Durante uno de los recesos, un pastor se me acercó para preguntarme sobre el ministerio celular y para que le recomendara un libro que le pudiera ayudar a comenzar a trabajar con nuevos grupos. Le pregunté qué estaba planeando hacer, y él me dijo que planeaba iniciar cuatro grupos en los hogares, de cuatro diferentes miembros. Me quedé impresionado con su idea, pero mi actitud cambió rápidamente a medida que me daba más detalles.

Dijo que cada uno de estos cuatro grupos sólo se reuniría una vez cada tres meses y que él, el pastor, ¡dirigiría a cada grupo! En la conversación quedó claro que no confiaba en los miembros de la iglesia para trabajar con los grupos. Estaba convencido que él, el ministro, era el único que podía dirigir a estos grupos, ¡incluso si sólo se reunían cuatro veces al año!

Algunos pastores, como el mencionado anteriormente, creen que ellos son los responsables de hacer la obra del ministerio, en lugar de preparar a los miembros para esto.  Ellos no están dispuestos a ceder su autoridad a otros, a pesar de que Efesios 4:11-12 es muy claro al decir que la función principal del pastor / maestro es preparar a los miembros para la obra del ministerio.

En muchas ocasiones he escuchado a pastores hablar de los peligros de permitir a líderes, (miembros) que no reciben remuneración, hacer la obra del ministerio a través de los grupos celulares. Tristemente, la atención se centra siempre en las consecuencias desastrosas, y no en el potencial para el crecimiento del discipulado. Podemos aprender mucho de Jesús y los apóstoles que confiaron en el Espíritu Santo para guiar y dirigir al nuevo liderazgo.

Bill Hull, pastor y autor prolífico en el tema del discipulado, escribe: “El sacerdocio del creyente implica que los cristianos tienen la autoridad y la responsabilidad de ministrar a Cristo como el sacerdocio tradicionalmente lo hizo. Si tu unes el sacerdocio del creyente con el llamado que tiene el creyente para el ministerio,  tienes las razones suficientes para enseñar que todo cristiano está llamado al servicio cristiano”. Dios dijo a través de Moisés: “Deja ir a mi pueblo”. Así como fue cierto en aquella época, es igualmente cierto hoy en día. Dios quiere que su pueblo sea libertado. Él quiere que ellos aprendan a ser discípulos mientras ministran a otros.