Careful Hand offs

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org     

When our church transitioned to a cell-based ministry, I understood that, as senior pastor, I needed to be the primary champion of the cell strategy.

So, for our first ten years as a cell church, I personally led the cell ministry. I wrote the weekly group agenda, designed the Equipping Track, developed the reporting format, set up the coaching structure, and led monthly leaders’ gatherings. All this while I was preaching weekly and filling all the other roles of a senior pastor. As our church grew, started new campuses, and the number of cells multiplied, I needed to hand off some of the responsibility for running the group ministry.

When we hired our first groups director (from within our church) I was confident that she had our ministry DNA. When she moved away, we hired another person. I didn’t want to be a “micro-manager.” I wanted to make sure each leader had the freedom to go about the ministry in the way they felt best. The problem was that with each successive hire, the in-coming staffer had less of a grip on the values and details that make up the culture of our group ministry. Eventually, I had to step back in with more direction.

If I had to do it over again, I would stay in closer touch with how the cells were being led. I would take more time to make sure the staff person was thoroughly immersed in the principles, values and procedures of the ministry. When they made changes or dropped a ministry piece, I would make sure that the piece’s function was being carried out effectively in the new format.

For example, if they were going to drop the monthly leader gatherings, I would ask how the leaders were going to get regular infusions of vision, celebrate victories, get equipped and hear about the church’s emerging priorities. The staff person wouldn’t need to use the same form I did, but the function still needs to occur. 

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Portuguese blog:

Delegação Cuidadosa

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Quando nossa igreja fez a transição para o ministério baseado em células, eu entendi que, como pastor sênior, eu precisava ser o principal defensor da estratégia celular.

Assim, nos primeiros dez anos como igreja celular, eu liderei pessoalmente o ministério celular. Eu escrevi a agenda semanal do grupo, projetei o Trilho de Treinamento, desenvolvi o formato dos relatórios, estabeleci a estrutura de treinamento e conduzi reuniões mensais de líderes. Tudo isso enquanto eu pregava semanalmente e preenchia todos os outros papéis de pastor sênior. À medida que nossa igreja crescia, iniciava novos campus e o número de células se multiplicava, eu precisava entregar parte da responsabilidade de administrar o ministério de grupos.

Quando contratamos nosso primeiro diretor de grupos (de dentro de nossa igreja), eu estava confiante de que ela tinha o DNA do nosso ministério. Quando ela se afastou, contratamos outra pessoa. Eu não queria ser um “microgerenciador”. Queria garantir que cada líder tivesse a liberdade de realizar o ministério da maneira que se sentisse melhor. O problema era que, a cada contratação sucessiva, o funcionário que chegava tinha menos controle sobre os valores e detalhes que compõem a cultura do ministério de nossos grupos. Eventualmente, eu tive que voltar e colocar as mãos na massa e trazer mais direção.

Se eu tivesse que fazer tudo de novo, ficaria mais próximo de como as células estavam sendo conduzidas. Eu levaria mais tempo para garantir que a pessoa da equipe estivesse completamente imersa nos princípios, valores e procedimentos do ministério. Quando eles fizessem alterações ou descartassem uma peça do ministério, eu me certificaria de que a função da peça estivesse sendo executada efetivamente no novo formato.

Por exemplo, se eles abandonassem as reuniões mensais de líderes, eu perguntaria como os líderes receberiam infusões regulares da visão, celebrariam vitórias, se equipariam e ouviriam sobre as prioridades emergentes da igreja. A pessoa da equipe não precisaria usar o mesmo formato que eu, mas a função ainda precisa ocorrer.

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Traslados cuidadosos

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Cuando nuestra iglesia hizo la transición a un ministerio basado en células, entendí que, como pastor principal, necesitaba ser el principal defensor de la estrategia celular.

Entonces, durante nuestros primeros diez años como iglesia celular, yo personalmente dirigí el ministerio celular. Escribí la agenda semanal del grupo, diseñé el Ruta de Equipamiento, desarrollé el formato de informes, establecí la estructura de entrenamiento y dirigí reuniones mensuales de líderes. Todo esto mientras predicaba semanalmente y desempeñaba todas las demás funciones de un pastor principal. A medida que nuestra iglesia creció, abrió nuevas filiales y se multiplicó la cantidad de células, necesitaba entregar parte de la responsabilidad de dirigir el ministerio celular.

Cuando contratamos a la directora de nuestro primer grupo (dentro de nuestra iglesia) estaba seguro de que ella tenía el ADN de nuestro ministerio. Cuando ella se mudó, contratamos a otra persona. No quería ser un “microgerente”. Quería asegurarme de que cada líder tuviera la libertad de dedicarse al ministerio de la manera que se sintiera mejor. El problema era que con cada contratación sucesiva, el personal entrante tenía menos control sobre los valores y detalles que conforman la cultura de nuestro ministerio grupal. Finalmente, tuve que retroceder con más dirección.

Si tuviera que hacerlo de nuevo, me mantendría en contacto más cercano con cómo se conducían las células. Me tomaría más tiempo asegurarme de que la persona del personal estén completamente inmersa en los principios, valores y procedimientos del ministerio. Cuando realizaban cambios o dejaban caer una pieza del ministerio, me aseguraba de que la función de la pieza se llevara a cabo de manera efectiva en el nuevo formato.

Por ejemplo, si iban a abandonar las reuniones mensuales de líderes, preguntaría cómo los líderes obtendrían infusiones de visión regulares, celebrarían victorias, se equiparían y escucharían sobre las prioridades emergentes de la iglesia. El miembro del personal no necesitaría usar el mismo formulario que yo, pero la función aún debe ocurrir.

Let Go of the Rope

By Rob Campbell, www.cypresscreekchurch.com

As a kid, a group of individuals (yes, notice that word again—group) were teaching me how to water ski.  Huddled safely inside a dry boat, they shouted brief directions.  Some of these directives I heard and others I didn’t hear as the water splashed against my head and face. 

One defiant command was “Whatever you do, don’t let go of the rope!”  Oh, this happened to you as well?!   No need to finish the story.  Let’s just say that my adherence to the command caused me great pain as my body was violently pulled through the water.  My final report is succinct.  I didn’t let go of that rope until the boat came to a stop.  The “group” was doubled over in laughter.

I’ve made a mistake in my ministry many times.  I’ve “not let go of the rope” hoping that a certain cell leader and/or a fellow pastor on the team might “come around,” be “fruitful,” resolve his demons of the past, “catch the vision,” treat others with love,  or simply “do the job she was hired to do.”

Author and speaker Henry Cloud would equate letting go of the rope to a “necessary ending.”  He writes, “We have an incredible tolerance for pain, especially if we think it ‘might get better.’  So, we tell ourselves little lies like ‘It will turn around’ or ‘It’s not always like this.’  So we make it through the day, and another, until the days turn into years.”

Cloud encourages a leader to be cognizant of his/her concern for the other person and the truth.  One day, the “necessary ending” conversation will take place.  He states, “Commit yourself to being honest and clear, and don’t drag it out through a labyrinth of explanations, excuses, and less-than-honest patronization.  Plan to just be nice and tell it the way it is, with a lot of compassion.  Kind but true.”

Maybe God is saying, “It’s time to let go of the rope.”  Maybe God is asking us to consider a “necessary ending.”

Learn from my mistake.

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Portuguese blog:

“Solte a corda”

Por Rob Campbell

 www.cypresscreekchurch.com

Quando criança, um grupo de indivíduos (sim, observe essa palavra novamente – grupo) estava me ensinando a praticar esqui aquático. Encolhidos em segurança dentro de um barco seco, eles gritaram breves instruções. Algumas dessas diretrizes eu ouvi e outras não, enquanto a água espirrava na minha cabeça e rosto.

Um comando desafiador foi: “Faça o que fizer, não solte a corda!”. Oh, isso aconteceu com você também?! Não há necessidade de terminar a história. Digamos que minha adesão ao comando me causou muita dor quando meu corpo foi violentamente puxado pela água. Meu relatório final é sucinto. Eu não soltei aquela corda até o barco parar.  

O “grupo” se acabou em gargalhadas.

 Eu cometi um erro no meu ministério muitas vezes. Eu não “soltei a corda” na esperança de que um certo líder de célula e/ou um pastor da equipe pudessem “aparecer”, ser “frutíferos”, resolver seus problemas do passado, “capturar a visão”, tratar os outros com amor ou simplesmente “fazer o trabalho que ele foi contratado para fazer”.

O autor e palestrante Henry Cloud compararia o largar a corda com um “final necessário”. Ele escreve: “Temos uma incrível tolerância à dor, especialmente se achamos que ‘pode melhorar”. Então, dizemos a nós mesmos pequenas mentiras como  ‘vai mudar’ ou ‘nem sempre é assim’. E assim passamos o dia inteiro, até que os dias se transformem em anos”.

Cloud incentiva um líder a ter consciência de sua preocupação com a outra pessoa e com a verdade. Um dia, a conversa sobre o “final necessário” ocorrerá. Ele afirma: “Comprometa-se a ser honesto e claro, e não arraste a pessoa por um labirinto de explicações, desculpas e paternalismo menos do que honesto. Planeje ser gentil e dizer a verdade como ela é, com muita compaixão. Gentil, mas verdadeiro”.

Talvez Deus esteja dizendo: “É hora de soltar a corda”. Talvez Deus esteja nos pedindo para considerar um “final necessário”.

Aprenda com o meu erro.

Spanish blog:

“Suelta la cuerda”

Por Rob Campbell

www.cypresscreekchurch.com

Cuando era niño, un grupo de personas (sí, noten esa palabra otra vez, grupo) me estaban enseñando a esquiar en el agua. Acurrucados a salvo dentro de un bote seco, gritaron breves indicaciones. Escuché algunas de estas directivas y otras no cuando el agua salpicaba mi cabeza y mi cara.

Una orden desafiante fue “¡Hagas lo que hagas, no sueltes la cuerda!” ¡Oh, esto te pasó a ti también! No hay necesidad de terminar la historia. Digamos que mi adhesión a la orden me causó un gran dolor cuando mi cuerpo fue violentamente arrastrado por el agua. Mi informe final es conciso. No solté esa cuerda hasta que el bote se detuvo. El “grupo” se caía de la risa.

He cometido un error en mi ministerio muchas veces. “No he soltado la cuerda” con la esperanza de que un cierto líder celular y / o un compañero pastor en el equipo pueda “venir”, ser “fructífero”, resolver sus demonios del pasado, “captar la visión” tratar a los demás con amor, o simplemente “hacer el trabajo para el que fue contratada”.

El autor y orador Henry Cloud compará el soltar la cuerda con un “final necesario”. Escribe: “Tenemos una increíble tolerancia al dolor, especialmente si pensamos que ‘podría mejorar’. Entonces, nos decimos pequeñas mentiras como” ya dará la vuelta” o “No siempre es así”. Así que logramos pasar el día, y otro, hasta que los días se conviertan en años “.

Cloud anima a un líder a ser consciente de su preocupación por la otra persona y la verdad. Un día, tendrá lugar la conversación del “final necesario”. Él declara: “Comprométete a ser honesto y claro, y no lo alargues a través de un laberinto de explicaciones, excusas y condescendencia poco honesta. Planee ser amable y decirlo como es, con mucha compasión. Amable pero certero. 

Tal vez Dios está diciendo: “Es hora de soltar la cuerda”. Tal vez Dios nos está pidiendo que consideremos un “final necesario”.

Aprende de mi error.

Community is a Good Thing

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

I avoided speaking about close fellowship (community) in small groups for many years because I feared groups would stop growing. My first book Home Cell Group Explosion highlighted evangelism and multiplication in small groups worldwide. In that book and subsequent ones, I didn’t talk much about community, only mentioning that community would take care of itself when people were reaching out.

God changed everything in 2009. I realized while writing the book Relational Disciple that I needed to submit to God’s inerrant Word. I saw clearly that Scripture encouraged community and that community might even be considered the most important element in small group ministry.

I realized that Jesus came to establish a new family, and he chose the small group as the way to make this happen.  God challenged my thinking and led me to develop a more biblical  worldview when looking at small group ministry. Since then, I’ve fallen in love with the richness of small group community and promote it often.

I’m now ready to wait until community and love is developed in the group and that new disciples are formed in the cell. I now rejoice in the richness of community.

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Portuguese blog:

A Comunidade é Uma Coisa Boa

Por Joel Comiskey

Eu evitei falar sobre comunhão íntima (comunidade) em pequenos grupos por muitos anos porque temia que os grupos parassem de crescer. Meu primeiro livro Home Cell Group Explosion (“Explosão em na Célula Doméstica”, em tradução livre) destacou evangelismo e multiplicação em pequenos grupos em todo o mundo. Nesse livro e nos seguintes, eu não falei muito sobre comunidade, apenas mencionei que a comunidade aconteceria quando as pessoas estivessem entrando em contato.

Deus mudou tudo em 2009. Ao escrever o livro Discípulo Relacional, percebi que precisava me submeter à Palavra inerrante de Deus. Vi claramente que as Escrituras encorajavam a comunidade e essa comunidade poderia até ser considerada o elemento mais importante no ministério de pequenos grupos.

Eu percebi que Jesus veio estabelecer uma nova família, e ele escolheu o pequeno grupo como a forma de fazer isso acontecer. Deus desafiou meu pensamento e me levou a desenvolver uma visão de mundo mais bíblica ao olhar para o ministério de pequenos grupos. Desde então, me apaixonei pela riqueza da comunidade de pequenos grupos e a promovo com frequência.

Agora estou pronto para esperar até que a comunidade e o amor se desenvolvam no grupo e que novos discípulos sejam formados na célula. Agora me regozijo com a riqueza da comunidade.

Spanish blog:

La Comunidad es Algo Bueno

Por Joel Comiskey

Durante muchos años evité hablar acerca de la comunión cercana en grupos celulares porque temía que las células dejaran de crecer. Mi primer libro Explosión del Grupo Celular destacó el evangelismo y la multiplicación en las células en todo el mundo. En ese libro y en los siguientes, no hablé mucho acerca de la comunión o compañerismo, solo mencioné que la comunión se ocuparía de sí misma cuando las personas evangelizaran.

Dios cambió todo en 2009. Me di cuenta al escribir el libro Discípulo Relacional que necesitaba someterme a la Palabra inerrante de Dios. Vi claramente que las Escrituras promovían la comunión y que incluso esa comunión podría considerarse el elemento más importante en el ministerio celular.

Me di cuenta de que Jesús vino a establecer una nueva familia, y Él eligió la célula como la manera de hacer que esto suceda. Dios desafió mi pensamiento y me llevó a desarrollar una cosmovisión más bíblica al observar el ministerio celular. Desde entonces, me enamoré de la riqueza de la comunión celular y la promuevo a menudo.

Ahora estoy listo para esperar hasta que la comunidad y el amor se desarrollen en el grupo y que se formen nuevos discípulos en la célula. Ahora me regocijo en la riqueza de la comunidad.

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On Second Thought…

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

When our church transitioned to a cell-based ministry 18 years ago, I was filled with passionate idealism. That passion helped us in some ways and hurt us in others.

For example, in my idealism, I told our people, “Eventually, everyone should become a group leader.”

Theoretically that could be true. Research that showed that cell leaders with all kinds of spiritual gifts multiplied groups; there is no specific gift mix that allows one to lead a thriving group. It is the leader’s love, prayer, and training that are most important, and anyone can have those if they are spiritually mature. So, I said that anyone could grow to the point that they could lead a group (and probably should.) However, not everyone received that exhortation with gladness. In fact, it made some angry. They felt that I was expecting something from them that they did not feel able or inclined to do.

Now, I still believe that more people can lead groups than think they can. However, experience has shown me that some believers are just not going to be suited to be effective solo leaders. Even as they grow spiritually, groups under their care will not thrive… UNLESS — they team with others. 

Today, I still start with the assumption that anyone in my group can grow to the point they can lead a group (until demonstrated otherwise.) However, I have changed my exhortation and now say that many people can lead a group individually, while some others will serve best as part of a leadership team. As they complement the abilities of others they will experience the joy of seeing the kingdom advance and know they have played a part. 

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do Google. Assim que a tradução normal for recebida, ela será publicada no site do JCG.

Pensando melhor…

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Quando nossa igreja fez a transição para um ministério baseado em células, há 18 anos, fiquei cheio de idealismo apaixonado. Essa paixão nos ajudou de algumas maneiras e nos machucou em outras.

Por exemplo, no meu idealismo, eu disse ao nosso pessoal: “Eventualmente, todos devem se tornar um líder de grupo”.

Teoricamente, isso poderia ser verdade. Pesquisa que mostrou que os líderes de células com todos os tipos de dons espirituais multiplicaram grupos; não há mix de presentes específico que permita liderar um grupo próspero. É o amor, a oração e o treinamento do líder que são os mais importantes, e qualquer um pode tê-los se estiver espiritualmente maduro. Então, eu disse que qualquer um poderia crescer a ponto de liderar um grupo (e provavelmente deveria). No entanto, nem todos receberam essa exortação com alegria. De fato, isso causou raiva. Eles achavam que eu esperava algo deles que eles não se sentiam capazes ou inclinados a fazer.
Agora, ainda acredito que mais pessoas podem liderar grupos do que pensam que podem. No entanto, a experiência me mostrou que alguns crentes simplesmente não serão adequados para serem líderes individuais eficazes. Mesmo que cresçam espiritualmente, os grupos sob seus cuidados não prosperarão … A MENOS – eles se unem a outros.

Hoje, ainda começo com a suposição de que qualquer pessoa do meu grupo pode crescer a ponto de liderar um grupo (até que seja demonstrado o contrário). No entanto, mudei minha exortação e agora digo que muitas pessoas podem liderar um grupo individualmente, enquanto algumas outros servirão melhor como parte de uma equipe de liderança. Ao complementarem as habilidades dos outros, eles experimentarão a alegria de ver o reino avançar e saberão que eles desempenharam um papel.

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Pensándolo bien…

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Cuando nuestra iglesia hizo la transición a un ministerio basado en células hace 18 años, estaba lleno de un idealismo apasionado. Esa pasión nos ayudó en algunos aspectos y nos hirió en otros.

Por ejemplo, en mi idealismo, le dije a nuestra gente: “Eventualmente, todos deberían convertirse en líderes de grupo”.

Teóricamente eso podría ser cierto. Investigaciones mostraron que los líderes celulares con todo tipo de dones espirituales multiplicaban los grupos; no existe una combinación de dones específica que le permita a uno liderar un grupo próspero. Lo más importante es el amor, la oración y el entrenamiento del líder, y cualquiera puede tenerlos si son maduros espiritualmente. Entonces, dije que cualquiera podría crecer hasta el punto de que podría liderar un grupo (y probablemente debería hacerlo). Sin embargo, no todos recibieron esa exhortación con alegría. De hecho, hizo enojar un poco. Sentían que esperaba algo de ellos que no se sentían capaces o dispuestos a hacer.

Ahora, sigo creyendo que más personas pueden liderar grupos de lo que piensan que pueden. Sin embargo, la experiencia me ha demostrado que algunos creyentes simplemente no serán adecuados para ser líderes solistas efectivos. Incluso a medida que crecen espiritualmente, los grupos bajo su cuidado no prosperarán … A MENOS QUE formen un equipo con otros.

Hoy, todavía comienzo con la suposición de que cualquier persona en mi grupo puede crecer hasta el punto de poder liderar un grupo (hasta que se demuestre lo contrario). Sin embargo, he cambiado mi exhortación y ahora digo que muchas personas pueden liderar un grupo individualmente, mientras que algunos otros servirán mejor como parte de un equipo de liderazgo. A medida que complementan las habilidades de los demás, experimentarán la alegría de ver avanzar el reino y sabrán que han tenido un papel.

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The Leader’s Route: from Conversion to Leadership

By Mario Vega, www.elim.org.sv

In the Elim church, we defined from the beginning of our cell ministry what we required of future leaders. One of those requirements was that a person has at least six months of faithfully attending the church. When a person believed, either in the celebration or in the cell, he was given a follow-up for a month. Then, he or she was supposed to “mature” until reaching the six month minimum to then start the equipping.

However, this was a serious problem in our methodology for years that created difficulties in the formation of new leaders. Upon meeting Joel Comiskey I began to hear from him about the different equipping (leader’s route) processes of various cell churches throughout the world. I understood its meaning and importance. At that time, we had a very short training course. But, for years I didn’t notice the  gap we left between the conversion and the beginning of our equipping.

It would not be until later, always listening to Joel, that I understood the importance of the leader’s route from conversion to leadership. It was then that we designed and expanded our training route. Instead of leaving people waiting for six months, we began to use that time to take them through the foundations of the Christian life to their formation as new leaders. We should have done it from the beginning!

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do Google. A tradução normal será publicada assim que for recebida:

O caminho do líder: da conversão à liderança
 
Por Mario Vega, www.celulas.org.sv
 
Na igreja Elim, definimos desde o início de nosso ministério celular o que exigimos dos futuros líderes. Um desses requisitos era que uma pessoa tivesse pelo menos seis meses de participação fiel na igreja. Quando uma pessoa acreditava, seja na celebração ou na célula, ela recebia um acompanhamento por um mês. Então, ele ou ela deveria “amadurecer” até atingir o mínimo de seis meses para então iniciar o equipamento.
 
No entanto, esse foi um problema sério em nossa metodologia durante anos que criou dificuldades na formação de novos líderes. Ao conhecer Joel Comiskey, comecei a ouvi-lo sobre os diferentes processos de equipagem (rota do líder) de várias igrejas em células em todo o mundo. Eu entendi seu significado e importância. Naquela época, tivemos um treinamento muito curto. Mas, durante anos, não percebi a diferença que deixamos entre a conversão e o início do nosso equipamento.
 
Somente mais tarde, sempre ouvindo Joel, eu entendi a importância do caminho do líder, da conversão à liderança. Foi então que projetamos e expandimos nossa rota de treinamento. Em vez de deixar as pessoas esperando por seis meses, começamos a usar esse tempo para levá-las através dos fundamentos da vida cristã à sua formação como novos líderes. Deveríamos ter feito isso desde o começo!

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La ruta del líder: desde la conversión hasta el liderazgo

por Mario Vega, www.elim.org.sv

En la iglesia Elim definimos desde el inicio del trabajo celular el perfil que requeríamos de un candidato a líder. Uno de sus elementos es que la persona tenga, al menos, seis meses de congregarse fielmente en la iglesia. Cuando una persona creía, ya sea en la celebración o en la célula, se le daba un seguimiento por un mes. Luego, se le dejaba «madurando» hasta llegar a alcanzar el mínimo de seis meses para poder iniciar la ruta del líder.

Ese fue un vacío grave de muchos años en nuestra metodología que nos creó dificultades en la formación de nuevos líderes. Al conocer a Joel Comiskey comencé a escuchar de él sobre las principales rutas del líder de diversas iglesias celulares en el mundo. Yo comprendía su sentido y su importancia; nosotros teníamos también nuestro breve curso de entrenamiento. Pero, no vi por años la brecha que dejábamos entre la conversión y el inicio de la ruta de entrenamiento.

No sería sino hasta tiempo después, siempre escuchando a Joel, que comprendí la importancia de que la ruta del líder fuera desde la conversión hasta el liderazgo. Fue entonces que diseñamos y ampliamos nuestra ruta de entrenamiento. En lugar de dejar a las personas esperando por seis meses, los utilizamos para llevarlos por los fundamentos de la vida cristiana hasta su formación como nuevos líderes. ¡Debimos haberlo hecho desde el principio!

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