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Coaching Makes a Difference

By Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

When I teach about cell ministry, sometimes pastors ask me whether it is a good idea to turn the ministry over to cell groups. “What if they start to teach heresy? What if the leaders lead the people to their own vision instead of the church’s?”

These are responsible questions. One of the main answers to their concern is solid coaching.

A coach provides both discipleship and “quality control” to the cell ministry. A pastor may not be able to know what is happening in every cell, but the coach will know the health of the leader and the health of the group over which they are responsible. By staying in close contact with the leader and visiting the group regularly, the coach can know if a leader starts to diverge from the church’s ministry pattern or teaching. As the pastor (either senior or network) stays in constant contact with the coaches, the health of the ministry is protected and advanced. It is wise not to have more groups than you can coach effectively. 

I can count on one hand the times over the last 20 years that a cell leader has “gone rogue” in our church. About 10 years ago one of our coaches alerted me that a leader was being divisive and was resistant to correction. I stepped in as senior pastor and found the leader unwilling to cease the divisiveness, so I asked him to step down from leadership. He did, but tried to take his group with him. No one followed.

Last year during Covid, I learned too late that the coach had not been connecting with their leader, and that the cell leader was diverging far from the cell lesson and focusing on politics in unhelpful ways. By the time I could step in, several members of the group had left the church and the group later dissolved.

Solid coaching makes all the difference. 

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Portuguese blog:

A supervisão faz toda a diferença

Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Quando estou ensinando sobre o ministério em células, é comum receber os seguintes questionamentos de alguns pastores: “Será mesmo uma boa ideia entregar o ministério às células? E se começarem a ensinar algum tipo de heresia? E se os líderes começarem a liderar as pessoas para sua própria visão, ao invés da visão da Igreja?”

Estas perguntas tratam de responsabilidade. Uma das principais respostas a estas perguntas é uma supervisão sólida.

O supervisor faz tanto o discipulado quanto o “controle de qualidade” do ministério em células. É provável que o pastor não saiba o que está acontecendo em cada célula, mas o supervisor vai conhecer a saúde dos líderes e das células que estiverem sob sua responsabilidade. Ao permanecer em contato com o líder e ao visitar a célula com regularidade, o supervisor saberá se o líder está começando a divergir do padrão ministerial da igreja ou do seu ensino. Como o pastor principal ou a equipe pastoral está em contato com os supervisores, a saúde do ministério estará protegida e bem cuidada. Não é sábio ter mais grupos do que você consegue supervisionar adequadamente.

Eu consigo contar nos dedos de apenas uma mão o número de vezes em que um líder de célula “divergiu do ensino” nos últimos 20 anos em nossa igreja. Cerca de 10 anos atrás, um dos supervisores me alertou que um líder estava dividindo a igreja e resistia à correção. Como pastor principal, entrei no assunto e cheguei à conclusão que o líder não queria ceder e pedi que deixasse a liderança. Ele deixou a liderança, mas tentou levar seu grupo consigo mesmo. Ninguém o seguiu.

No ano passado, durante a epidemia de Covid, eu percebi tarde demais que um dos supervisores não estava em contato com um dos líderes e este líder estava divergindo da lição da célula e tratando de questões políticas. Até eu entrar no assunto, diversos membros daquela célula já tinham deixado a igreja e aquela célula acabou por se dissolver.

Uma supervisão sólida realmente faz toda a diferença.

Spanish blog:

El coaching marca la diferencia

Por Steve Cordle, www.crossroadsumc.org

Cuando enseño sobre el ministerio celular, a veces los pastores me preguntan si es una buena idea entregar el ministerio a los grupos celulares. “¿Y si las células empiezan a enseñar herejía? ¿Qué pasa si los líderes guían a la gente hacia su propia visión en lugar de la de la iglesia? “

Estas son preguntas responsables. Una de las principales respuestas a su preocupación es un entrenamiento sólido.

Un entrenador proporciona tanto discipulado como “control de calidad” al ministerio celular. Es posible que un pastor no sepa lo que está sucediendo en cada célula, pero el entrenador conocerá la salud del líder y la salud del grupo del que es responsable. Al mantenerse en contacto cercano con el líder y visitar la célula con regularidad, el entrenador puede saber si un líder comienza a diferir del patrón de ministerio o enseñanza de la iglesia. A medida que el pastor (ya sea mayor o de la red) se mantiene en contacto constante con los entrenadores, la salud del ministerio está protegida y avanzada. Es aconsejable no tener más grupos de los que se pueda entrenar eficazmente.

Puedo contar con los dedos de una mano las veces en los últimos 20 años que un líder de célula se ha “rebelado” en nuestra iglesia. Hace unos 10 años, uno de nuestros entrenadores me alertó de que un líder estaba siendo divisivo y se resistía a la corrección. Entré como pastor principal y encontré que el líder no estaba dispuesto a cesar la división, así que le pedí que dejara el liderazgo. Lo hizo, pero trató de llevarse a su grupo con él. Nadie lo siguió.

El año pasado, durante Covid, me enteré demasiado tarde de que el entrenador no se había conectado con su líder y que el líder de la célula se estaba alejando mucho de la lección de la célula y se estaba centrando en la política de formas poco útiles. Para cuando pude intervenir, varios miembros del grupo habían dejado la iglesia y el grupo se disolvió más tarde.

El entrenamiento sólido marca la diferencia.

Coaching for System Health


By Jeff Tunnell

Coaching within the cell system brings health.  Like in our physical bodies, when the cell level is healthy, the whole system is healthy.  Cell leaders benefit from the regular coaching touch from their leaders.  The Apostle Paul referred to Timothy as his son, who was like-minded and naturally cared for the flock of God.  Coaching is familial, not simply corporate. Relationships are born and sustained, which leads to health in the whole body of Christ.

And coaching is not hard. As an illustration, I coached my children in everything from feeding and dressing themselves, to riding bicycles and driving cars. I even coached them in math after they passed my level of proficiency! Later on, coaching applied to building relationships, marriage, and now raising their own children.  Along the way we kept some basics in mind:

  1. Keep the best interest of the one being coached at the forefront of your efforts; it is their success and growth that you seek.
  2. Have an agreed-upon destination or achievement in mind; personal growth, cell multiplication, how to activate each person in the cell, etc.
  3. Don’t coach every issue at once, but always coach the person.
  4. Schedule the time for coaching to take place and be a good listener when you arrive.
  5. Learn to ask open questions and use reflective listening that guides the leader being coached toward resolving issues themselves.
  6. Resist the temptation to do the work for them or fix their problems; display your confidence in their ability to do this for themselves.

Above all, like with my children, love them, be proud of them, and tell them why.

Remember, coaches also need a coach, so stay connected with others!

Jeff

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Portuguese blog:

Cuidando da saúde de todo o sistema por meio da Supervisão

Jeff Tunnell

A supervisão, também conhecida como “coaching”, traz saúde quando é feita de dentro do sistema de células. Assim como acontece em nosso corpo físico, quando as células estão saudáveis, todo o sistema está saudável. Os líderes de células se beneficiam das dicas e detalhes observados pela supervisão que atua sobre eles. O Apóstolo Paulo se referia a Timóteo como seu filho, que pensava como ele e de uma forma muito natural também cuidava do rebanho de Deus. A supervisão tem o aspecto familiar e não simplesmente como de uma organização. Os relacionamentos nascem e são mantidos, o que gera saúde para todo o corpo de Cristo.

E a supervisão não é necessariamente árdua. Para ilustrar este ponto, cito que eu supervisionava meus filhos em tudo, desde a alimentação e como se vestiam até seu desempenho andando de bicicletas e dirigindo carros. Eu os supervisionei até mesmo em matemática, mesmo depois de terem passado do meu nível de conhecimento do assunto! Mais tarde, a supervisão se concentrou na construção de relacionamentos, casamento e atualmente na criação de seus próprios filhos. Ao longo desta caminhada, nós mantivemos algumas coisas práticas em mente:

  1. Mantenha os interesses de quem está sendo supervisionado sempre à frente de todos seus esforços. Você está buscando é o sucesso e o crescimento de quem está sendo supervisionado.
  2. Tenha um destino e alvo de conquista acordado entre vocês. Isto pode ser o crescimento pessoal, a multiplicação da célula, a ativação de uma pessoa específica da célula, etc.
  3. Não tente supervisionar ou fazer “coaching” de tudo ao mesmo tempo, mas sempre tenha a pessoa como foco de sua supervisão.
  4. Agende o momento da supervisão e saiba escutar.
  5. Aprenda a fazer perguntas abertas e a utilizar a audição reflexiva que promove a atuação da própria pessoa na solução de suas próprias questões
  6. Resista à tentação de fazer o trabalho por elas ou resolver seus problemas. Demonstre confiança na capacidade de eles fazerem isso por si mesmos.

Acima de tudo, como eu faço com meus filhos, ame-os, tenha orgulho deles e deixe bem claro seus motivos para tudo isso.

Lembre-se, os supervisores e “coaches” também precisam de seus próprios supervisores e “coaches”, portanto mantenha-se conectado a outras pessoas!

Jeff

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Entrenamiento para la salud del sistema

Por Jeff Tunnell

El entrenamiento dentro del sistema celular trae salud. Como en nuestro cuerpo físico, cuando el nivel celular está sano, todo el sistema está sano. Los líderes celulares se benefician del toque de entrenamiento habitual de sus líderes. El apóstol Pablo se refirió a Timoteo como su hijo, que tenía ideas afines y, naturalmente, se preocupaba por el rebaño de Dios. El entrenamiento es familiar, no simplemente corporativo. Las relaciones nacen y se mantienen, lo que conduce a la salud en todo el cuerpo de Cristo.

Y entrenar no es difícil. A modo de ilustración, enseñé a mis hijos en todo, desde alimentarse y vestirse, hasta andar en bicicleta y conducir automóviles. ¡Incluso les enseñé matemáticas después de que pasaron mi nivel de competencia! Más tarde, el entrenamiento se aplicó a la construcción de relaciones, al matrimonio y ahora a la crianza de sus propios hijos. A lo largo del camino, tuvimos en cuenta algunos conceptos básicos:

  1. Mantenga el mejor interés del que está siendo entrenado al frente de sus esfuerzos; es su éxito y crecimiento lo que busca.
  2. Tener en mente un destino o logro acordado; crecimiento personal, multiplicación celular, cómo activar a cada persona en la célula, etc.
  3. No entrene todos los problematicas a la vez, pero siempre entrene a la persona.
  4. Programe el tiempo para que se lleve a cabo el entrenamiento y sea un buen oyente cuando llegue.
  5. Aprenda a hacer preguntas abiertas y use la escucha reflexiva que guía al líder que está siendo entrenado para resolver los problemas por sí mismo.
  6. Resista la tentación de hacer el trabajo por ellos o solucionar sus problemas; demuestre su confianza en su capacidad para hacer esto por sí mismos.

Sobre todo, como con mis hijos, ámelos, siéntase orgulloso de ellos y dígales el por qué.

Recuerde, los entrenadores también necesitan un entrenador, ¡así que manténgase conectado con los demás!

Jeff 

The Coach Helps in the Process of Discipleship


By Mario Vega, www.elim.org.sv

Perhaps the problem that coaches must most often correct is the tendency of leaders to reproduce what they see in the church. The tendency to convert the cell into a mini-celebration is called the “mini-cult syndrome”. The problem with this is that the leader neglects the members and new people in favor of performing the role as “preacher.  This mentality complicates the simplicity of the cell lesson, replacing it with a mini-sermon which shows off the leader’s knowledge of theology.  The leader also spoils the communion between the members of the cell by turning them into passive spectators.

Why does this often happen? One reason is convenience. It is easier to reproduce what is seen in the celebration of the church rather working hard to get each member to participate. So how does the supervisor fit into this scenario? The supervisor’s responsibility is to understand the cell focus and then to mentor the leader to focus on evangelism, fellowship, and edification. The cell is not the place for the individual leader to perform but for life in community. The role of the supervisor is key to ensuring that the cell meets its goal of disciple-making. And this is only accomplished by allowing members to participate meaningfully in the cell.

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O Supervisor Garante que o Discipulado Aconteça

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Talvez o problema que os supervisores devem corrigir com mais frequência seja a tendência dos líderes de reproduzir o que veem na igreja. A tendência de converter a célula em uma mini-celebração é chamada de “síndrome do mini-culto”. O problema com isso é que o líder negligencia os membros e novas pessoas em favor de desempenhar o papel de “pregador”. Essa mentalidade complica a simplicidade da lição em células, substituindo-a por um mini sermão que mostra o conhecimento teológico do líder. O líder também estraga a comunhão entre os membros da célula, transformando-os em espectadores passivos.

Por que isso sempre acontece? Um dos motivos é a conveniência. É mais fácil reproduzir o que se vê na celebração da igreja do que trabalhar arduamente para que cada membro participe. Então, como o supervisor se encaixa nesse cenário? A responsabilidade do supervisor é entender o foco da célula e, em seguida, orientar o líder para se concentrar em evangelismo, comunhão e edificação. A célula não é o lugar para o líder individual atuar, mas para a vida em comunidade. O papel do supervisor é fundamental para garantir que a célula cumpra seu objetivo de fazer discípulos. E isso só é conseguido permitindo que os membros participem de forma significativa na célula.

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El supervisor como garante del discipulado

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Quizá el problema que con mayor frecuencia deben corregir los supervisores es la tendencia de los líderes a reproducir lo que ven en la iglesia. Se le llama «síndrome del miniculto» a la tendencia de cambiar el programa de la célula por el programa del culto de celebración. El problema de ello es que el líder descuida la atención de los miembros y la invitación de amigos para enfocarse en hacer un buen papel como «predicador». Eso también lo puede conducir a abandonar la sencillez de la lección de la célula para sustituirla por contenidos que muestren sus conocimientos de Teología. Además, estropea la comunión entre los miembros de la célula volviéndolos espectadores pasivos. Esta tendencia se produce por comodidad: es más fácil reproducir lo que se ve en la celebración de la iglesia que trabajar por construir una participación perseverante de los miembros de la célula. Es responsabilidad de los supervisores conocer la manera en que los líderes desarrollan el programa de la célula. Deben asesorarlos para que se enfoquen en el evangelismo, la comunión y la edificación. La célula no es el espacio para el liderazgo solitario sino para la vida en comunidad. El rol del supervisor es clave para asegurar que la célula cumpla su meta de hacer discípulos y eso solo se logra permitiendo que los miembros participen significativamente en la célula.

The ‘Why’ of Coaching

By Rob Campbell, Founding Pastor, www.cypresscreekchurch.com

Over thirty years ago, I attended a cell church conference in Houston, Texas, after reading Dr. Ralph Neighbour’s book, Where do We Go from Here?  A panel discussion of cell church pioneers and experts (including Ralph) ensued, and those gathered asked questions.

One pastor asked, “What happens if one of my cell group leaders splits the church?”  Without hesitation, Ralph responded, “Well, then, you deserve it!”  Nervous laughter filled the room.  Personally, I thought his response was abrasive.  However, as the hours passed, I realized the power of his answer.

In his unique style, Ralph underscored the necessity of shepherding and coaching cell group leaders. The scriptures state:   

Care for the flock that God has entrusted to you. Watch over it willingly, not grudgingly—not for what you will get out of it, but because you are eager to serve God. Don’t lord it over the people assigned to your care, but lead them by your own good example. And when the Great Shepherd appears, you will receive a crown of never-ending glory and honor” (I Peter 5:2-4).

There are two great motivators of life. FEAR and LOVE. The commands cited in these three verses are rooted in love.

So, the “why” of coaching is LOVE. Love, mentor, disciple, teach, and advise your coaches well. By doing so, God is using you to increase the health of the church family. Others may still betray you and hurt you. But don’t mimic the flesh.

LOVE well. COACH well.

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O ‘Porquê’ do Coaching

Por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypesscreekchurch.com

Mais de trinta anos atrás, participei de uma conferência de igreja em células em Houston, Texas, depois de ler o livro do Dr. Ralph Neighbour, Where Do We Go From Here? Seguiu-se um painel de discussão de pioneiros e especialistas da igreja em células (incluindo Ralph), e os presentes fizeram perguntas.

Um pastor perguntou: “O que acontecerá se um dos líderes do meu grupo de células dividir a igreja?” Sem hesitar, Ralph respondeu: “Bem, então, você mereceu!” Uma risada nervosa encheu a sala. Pessoalmente, achei sua resposta áspera. No entanto, com o passar das horas, percebi o poder de sua resposta.

Em seu estilo único, Ralph enfatizou a necessidade de pastorear e supervisionar líderes de grupos de células. As escrituras declaram:

“Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir. Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho. Quando se manifestar o Supremo Pastor, vocês receberão a imperecível coroa da glória.” (I Pedro 5:2-4 )

Existem dois grandes motivadores da vida. MEDO e AMOR. Os comandos citados nestes três versículos estão enraizados no amor.

Então, o “porquê” da supervisão é AMOR. Ame, oriente, discipule, ensine e aconselhe bem seus supervisores. Ao fazer isso, Deus está usando você para aumentar a saúde da família da igreja. Outros ainda podem traí-lo e machucá-lo. Mas não imite a carne.

AME bem. SUPERVISIONE bem.

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El “por qué” del entrenamiento 


Por Rob Campbell, pastor fundador, www.cypesscreekchurch.com

Hace más de treinta años, asistí a una conferencia de la iglesia celular en Houston, Texas, después de leer el libro del Dr. Ralph Neighbour, ¿Adónde vamos desde aquí? Siguió un panel de discusión de pioneros y expertos de la iglesia celular (incluido Ralph), y los reunidos hicieron preguntas.

Un pastor preguntó: “¿Qué pasa si uno de los líderes de mi grupo celular divide la iglesia?” Sin dudarlo, Ralph respondió: “Bueno, entonces, ¡te lo mereces!” Una risa nerviosa llenó la habitación. Personalmente, pensé que su respuesta fue áspera. Sin embargo, a medida que pasaban las horas, me di cuenta del poder de su respuesta.

Con su estilo único, Ralph subrayó la necesidad de pastorear y entrenar a los líderes de los grupos celulares. Las escrituras dicen:

“Cuida del rebaño que Dios te ha confiado. Cuídalo de buena gana, no de mala gana, no por lo que obtendrás de él, sino porque estás ansioso por servir a Dios. No se enseñoree de las personas asignadas a su cuidado, sino guíelos con su buen ejemplo; y cuando aparezca el Gran Pastor, recibirán una corona de gloria y honor sin fin ”(I Pedro 5: 2-4).

Hay dos grandes motivadores de la vida, MIEDO y AMOR. Los mandamientos citados en estos tres versículos tienen sus raíces en el amor.

Entonces, el “por qué” del entrenamiento es el AMOR. Ama, orienta, discipula, enseña y aconseja bien a tus entrenadores. Al hacerlo, Dios lo está usando para aumentar la salud de la familia de la iglesia. Otros aún pueden traicionarte y lastimarte. Pero no imites la carne.

AMAR bien. ENTRENAR bien.

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Coaching is the Key


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By Dr. Jim Egli,  Small Groups, Big Impact

I, Joel Comiskey, blogged last week about Jim Egli’s research.  In Jim’s  investigation of 3,000 small leaders, he found that coaching was the most important feature of growing small group based  churches. In this blog, let’s allow Jim to speak for himself. Here’s what he wrote in his book Small Groups, Big Impact:

If churches Coach their small group leaders, these leaders Pray more, and their groups Reach, Care, and Empower significantly more than groups that are not coached. These groups, in turn, excel in all the growth dynamics—Conversion Growth, Assimilation, and Group Multiplication!

What do we mean when we say that some churches actively Coach their leaders? Almost all growing small group systems have small group coaches who typically oversee about five small groups. Churches call this position by many different names.

What does a coach do? Our research revealed several critical factors. Coaches meet personally with their leaders to encourage them in their spiritual growth and leadership, they are aware of their leaders’ needs and are praying for them, they gather their leaders for ministry and problem-solving, and occasionally they visit their groups.

Of all the questions on the survey, one emerged as most important. That question asks small group leaders: “My coach or pastor meets with me to personally encourage me as a leader.” Leaders who respond with “often” or “very often,” have groups that are stronger in every health and growth measure!

A related survey item that correlates negatively with small group health says: “I feel as if no one keeps track of our group or me as a leader.”

The important question is not: Does a church have coaches? Most churches with a sizeable number of groups do. But very often these individuals are not actively coaching their leaders or groups. Often this is not their fault. They are not coaching because they don’t know how, were never coached themselves, and are not currently being coached in their own ministry as coaches.

A healthy coaching system requires committed coaches who are trained and actively supported in their coaching. Our research demonstrates that coaching is the most pivotal factor in the health of small group ministries.

Yet this is precisely where most churches fail. Why? First, because they don’t realize coaching’s importance. And, secondly, because they don’t know how to do it. Hopefully, now you know how important it is! Every church with more than three small groups needs a coaching system. Here are some suggestions on how to initiate effective coaching.

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Portuguese blog:

Coaching é a chave

Por Dr. Jim Egli, Small Groups, Big Impact

Eu, Joel Comiskey, escrevi na semana passada sobre a pesquisa de Jim Egli. Na investigação de Jim de 3.000 pequenos líderes, ele descobriu que a supervisão era a característica mais importante do crescimento de igrejas baseadas em pequenos grupos. Neste blog, vamos permitir que Jim fale por si mesmo. Aqui está o que ele escreveu em seu livro Small Groups, Big Impact

Se as igrejas supervisionam seus líderes de pequenos grupos, esses líderes oram mais e seus grupos alcançam, cuidam e capacitam significativamente mais do que os grupos que não são supervisionados. Esses grupos, por sua vez, se destacam em todas as dinâmicas de crescimento – Crescimento de Conversão, Assimilação e Multiplicação de Grupo!

O que queremos dizer quando afirmamos que algumas igrejas supervisionam ativamente seus líderes? Quase todos os sistemas de pequenos grupos em crescimento têm supervisores de pequenos grupos que normalmente supervisionam cerca de cinco pequenos grupos. As igrejas chamam essa posição por muitos nomes diferentes.

O que um supervisor faz? Nossa pesquisa revelou vários fatores críticos. Os supervisores se reúnem pessoalmente com seus líderes para encorajá-los em seu crescimento espiritual e liderança, eles estão cientes das necessidades de seus líderes e estão orando por eles, eles se reúnem com seus líderes no ministério e na solução de problemas, e ocasionalmente eles visitam seus grupos.

De todas as perguntas da pesquisa, uma emergiu como a mais importante. Essa pergunta pede aos líderes de pequenos grupos que respondam: “Meu supervisor ou pastor se reúne comigo para me encorajar pessoalmente como líder”. Os líderes que respondem com “frequentemente” ou “muito frequentemente” têm grupos que são mais fortes em todas as medidas de saúde e crescimento!

Um item de pesquisa relacionado que se correlaciona negativamente com a saúde de pequenos grupos diz: “Sinto como se ninguém acompanhasse nosso grupo ou a mim como líder”.

A questão importante não é: a igreja tem supervisores? A maioria das igrejas com um número considerável de grupos o faz. Mas muitas vezes esses indivíduos não estão supervisionando ativamente seus líderes ou grupos. Frequentemente, isso não é culpa deles. Eles não estão supervisionando porque não sabem como, nunca foram treinados e não estão sendo supervisionados em seu próprio ministério como supervisores.

Um sistema de supervisão saudável requer supervisores comprometidos que são supervisionados e ativamente apoiados em sua supervisão. Nossa pesquisa demonstra que a supervisão é o fator mais importante na saúde de ministérios de pequenos grupos.

No entanto, é precisamente aqui que a maioria das igrejas falha. Porquê? Primeiro, porque eles não percebem a importância da supervisão. E, em segundo lugar, porque eles não sabem como fazer. Felizmente, agora você sabe o quão importante é! Cada igreja com mais de três pequenos grupos precisa de um sistema de  supervisão. Aqui estão algumas sugestões sobre como iniciar um coaching eficaz.

Spanish blog:

El entrenamiento es la clave

Por el Dr. Jim Egli, Grupos pequeños, Gran impacto

Yo, Joel Comiskey, escribí en un blog la semana pasada sobre la investigación de Jim Egli. En la investigación de Jim de 3000 pequeños líderes, descubrí que el entrenamiento era la característica más importante del crecimiento de las iglesias basadas en grupos pequeños. En este blog, dejemos que Jim hable por sí mismo. Esto es lo que escribió en su libro Grupos Pequeños, Gran Impacto:

Si las iglesias entrenan a sus líderes de grupos pequeños, estos líderes oran más, y sus grupos alcanzan, cuidan y empoderan significativamente más que los grupos que no están entrenados. Estos grupos, a su vez, sobresalen en todas las dinámicas de crecimiento: ¡crecimiento de conversión, asimilación y multiplicación de grupos!

¿Qué queremos decir cuando decimos que algunas iglesias entrenan activamente a sus líderes? Casi todos los sistemas de grupos pequeños en crecimiento tienen entrenadores o de grupos pequeños que normalmente supervisan unos cinco grupos pequeños. Las iglesias llaman a esta posición con muchos nombres diferentes.

¿Qué hace un entrenador o supervisor? Nuestra investigación reveló varios factores críticos. Los entrenadores se reúnen personalmente con sus líderes para animarlos en su crecimiento espiritual y liderazgo, son conscientes de las necesidades de sus líderes y están orando por ellos, reúnen a sus líderes para el ministerio y la resolución de problemas y ocasionalmente visitan sus grupos.

De todas las preguntas de la encuesta, una resultó ser la más importante. Esa pregunta que se les a los líderes de grupos pequeños es: “Mi entrenador o pastor se reúne conmigo para animarme personalmente como líder”. Los líderes que responden con “a menudo” o “muy a menudo” tienen grupos que son más fuertes en todas las medidas de salud y crecimiento.

Un elemento de la encuesta relacionado que se correlaciona negativamente con la salud de los grupos pequeños dice: “Siento que nadie hace un seguimiento de nuestro grupo ni de mí como líder”.

La pregunta importante no es: ¿Tiene una iglesia entrenadores? La mayoría de las iglesias con un número considerable de grupos los tienen. Pero muy a menudo estas personas no están entrenando activamente a sus líderes o grupos. A menudo esto no es culpa de ellos. No están entrenando porque no saben cómo, nunca fueron entrenados  y actualmente no están siendo entrenados en su propio ministerio como entrenadores.

Un sistema de entrenamiento saludable requiere entrenadores comprometidos que estén capacitados y apoyados activamente en su entrenamiento. Nuestra investigación demuestra que el entrenamiento es el factor más fundamental en la salud de los ministerios de grupos pequeños.

Sin embargo, aquí es precisamente donde la mayoría de las iglesias fracasan. ¿Por qué? Primero, porque no se dan cuenta de la importancia del entrenamiento. Y, en segundo lugar, porque no saben cómo hacerlo. ¡Con suerte, ahora sabes lo importante que tiene! Cada iglesia con más de tres grupos pequeños necesita un sistema de entrenamiento. A continuación se ofrecen algunas sugerencias sobre cómo iniciar un entrenamiento eficaz.