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Cells Penetrating the Cities

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The houses (oikos) in the New Testament were not only the place where people lived but also where the servants and animals lived. The educational, labor, commercial, family, and ecclesiastical activities were carried out there. There was no spatial separation between those activities. Therefore, when the church was located in the houses, it did so at the center of the social activities of its time. All aspects of life were affected by the gospel. Today, we have divided life into departments: the family, education, the church, commerce, and so forth.

That separation allows people to be good believers during the two hour service in the church building, but they can act very differently in other spheres of life. That is why the traditional church has a hard time influencing the academic, commercial and labor force. But when the church returns to the houses, it merges the church with family. If the cells were located in the places of work or study, they could also influence those social spheres, resulting in a greater penetration of the gospel in the cities.

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Portuguese blog:

Células Penetrando as Cidades

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

As casas (oikos) no Novo Testamento não eram apenas o lugar onde as pessoas viviam, mas também onde os servos e animais viviam. As atividades educacionais, trabalhistas, comerciais, familiares e eclesiásticas eram realizadas lá. Não havia separação espacial entre essas atividades. Portanto, quando a igreja estava localizada nas casas, ela acontecia no centro das atividades sociais de seu tempo. Todos os aspectos da vida eram afetados pelo Evangelho. Hoje, dividimos a vida em departamentos: a família, a educação, a igreja, o comércio e assim por diante.

Essa separação permite que as pessoas sejam “boas crentes” durante o culto de duas horas no prédio da igreja, mas podem agir de maneira muito diferente em outras esferas da vida. É por isso que a igreja tradicional tem dificuldade em influenciar a força acadêmica, comercial e de trabalho. Mas quando a igreja retorna para as casas, ela funde a igreja com a família. Se as células estivessem localizadas nos locais de trabalho ou estudo, elas também poderiam influenciar essas esferas sociais, resultando em uma maior penetração do evangelho nas cidades.

Spanish blog:

Las células penetrando las ciudades

Las casas (oikos) en el Nuevo Testamento no solamente eran el lugar donde vivían las personas sino también los siervos y los animales. En ella se realizaban las actividades educativas, laborales, comerciales, familiares y eclesiásticas. No había separación espacial entre esas actividades. Por tanto, cuando la iglesia se ubicó en las casas, lo hizo en el centro de las actividades sociales de su época. Todos los aspectos de la vida fueron afectados por el evangelio. Algo muy diferente a lo que ocurre ahora, cuando hemos dividido la vida en departamentos: el de la familia, el de la educación, el de la iglesia, el del comercio, etc.

Esa separación permite que las personas sean buenos creyentes las dos horas que dura el servicio en el edificio de la iglesia, pero pueden actuar de manera muy diferente en las otras esferas de la vida. Por ello es que a la iglesia tradicional le cuesta impactar al mundo académico, comercial y laboral. Pero cuando la iglesia vuelve a las casas logra fusionar, al menos, a la iglesia con la familia. Si las células se ubicaran en los sitios de trabajo o de estudios, también podrían impactar esas esferas sociales dando como resultado una mayor penetración del evangelio en las ciudades.

Home Ministry and Missions

By Tito Roberts, pastor and missions visionary,  https://www.ministeriocrecer.org/info/,  https://www.ministeriocrecer.org/detalles/,  https://iglesiasenmision.org/

In Matthew 22.37 Jesus declares what our first priority should be: Love God with our whole being. In Matthew 22.39 Jesus then sets forth the second priority: Love people. In John 14.15 Jesus tells us that this love is demonstrated through obedience to his commandments. We find Jesus emphasizing two commandments that coincide with love of neighbor.

In Mark 16:15 Jesus commands us to preach the gospel to every creature. In Matthew 28.18-20 he sends us to make disciples of all nations, teaching them to obey everything commanded by Him and to baptize them in His name. According to the word of Jesus in Acts 1.8 our ministry should be framed in a global mission that covers from the beginning with Jerusalem (our neighborhood), then Samaria and Judea, (farther out) and to the ends of the earth.”

The Word of God records in Acts 5.42, “Every day in the temple and in the houses they did not stop preaching and teaching Jesus Christ.” The fact that the first church developed this simple dynamic strategy in homes should stir us to follow their example (Acts 16.5).

For this dynamic to be possible the apostle Peter in his first letter (1 Peter 4.10) calls for “each one to minister (serve) with the gifts that God gave him” and to minister “to others” administering in this way correctly what God has put into their lives to be able to experience that love for the people He invites us to practice.

In order for “each one to minister to others” the appropriate spaces must be created.  the “one another” dynamic expressed by Paul in his letters mean that Christians be regularly united where it’s possible to reach out to each other. What we can see  from the ministry of Jesus, the early church and Paul is that this “one another” dynamic could be developed through homes where small groups of Christians gathered to live out the values ​​of their faith and from there extend faith as far as God guides it.

God has placed clearly in the hands of every Christian, home, small group and church the possibility of realizing the extension of his kingdom to the last of the earth. We need the Holy Spirit to make this a reality and God has chosen the home environment to fulfill this plan to reach the world for Jesus.

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Portuguese blog:

Ministério Doméstico e Missões

Por Tito Roberts (pastor), Ministérios: https://www.ministeriocrecer.org/info/; Plano anual para igrejas: https://www.ministeriocrecer.org/details/; Trabalho missionário para pessoas NÃO ALCANÇADAS: https://iglesiasenmision.org/

Em Mateus 22:37, Jesus declara qual deve ser a nossa primeira prioridade: amar a Deus com todo o nosso ser. Em Mateus 22:39, Jesus estabelece a segunda prioridade: amar as pessoas. Em João 14:15, Jesus nos diz que esse amor é demonstrado pela obediência aos Seus mandamentos. Encontramos Jesus enfatizando dois mandamentos que coincidem com o amor ao próximo.

Em Marcos 16:15, Jesus nos manda pregar o evangelho a toda criatura. Em Mateus 28:18-20 Ele nos envia para fazer discípulos de todas as nações, ensinando-os a obedecer a tudo o que Ele ordena e a batizá-los em Seu nome. De acordo com a palavra de Jesus em Atos 1:8, nosso ministério deve ser enquadrado em uma missão global que cubra desde o início com Jerusalém (nossa vizinhança), depois Samaria e Judéia, (mais distante) e até os confins da terra.

A Palavra de Deus registra em Atos 5:42: “Todos os dias, no templo e de casa em casa, não deixavam de ensinar e proclamar que Jesus é o Cristo”. O fato de a primeira igreja desenvolver essa estratégia dinâmica simples nos lares deve nos incitar a seguir seu exemplo (Atos 16:5).

Para que essa dinâmica seja possível, o apóstolo Pedro, em sua primeira carta (1 Pedro 4:10), pede que “cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros” e ministrar “aos outros” administrando corretamente o que Deus colocou em suas vidas para poder experimentar esse amor pelas pessoas que Ele nos convida a praticar.

Para que cada um possa “servir aos outros”, os espaços apropriados devem ser criados. A dinâmica “uns aos outros” expressa por Paulo em suas cartas significa que os cristãos são regularmente unidos onde é possível se comunicar uns com os outros. O que podemos ver no ministério de Jesus, na Igreja Primitiva e Paulo é que essa dinâmica de “uns aos outros” poderia ser desenvolvida através de lares onde pequenos grupos de cristãos se reuniam para viver os valores de sua fé e de lá estender a fé até onde Deus guiar.

Deus colocou claramente nas mãos de todo cristão, lar, pequeno grupo e igreja a possibilidade de realizar a extensão de Seu Reino até os confins da terra. Precisamos que o Espírito Santo torne isso uma realidade, e Deus escolheu o ambiente doméstico para cumprir esse plano de alcançar o mundo para Jesus.

Spanish blog:

El hogar como el espacio adecuado para desarrollar la mision

Tito Robert (Pastor); Ministerios: https://www.ministeriocrecer.org/info/; Plan anual para iglesias: https://www.ministeriocrecer.org/detalles/; Obra Misionera a pueblos NO ALCANZADOS: https://iglesiasenmision.org/

En Mateo 22.37 Jesús declara cual debe ser nuestro primer valor: Amar a Dios con todo nuestro ser. En Mateo 22.39 Jesús declara cual debe ser nuestro segundo valor: Amar a las personas. En Juan 14.15 Jesús declara que este amor se demuestra a través de la obediencia a sus mandamientos. Encontramos a Jesús dando un énfasis prioritario a dos mandamientos que coinciden con el amor al prójimo.

En Marcos 16.15 Jesús nos manda a predicar el evangelio a toda criatura. En Mateo 28.18-20 nos envía a hacer discípulos a todas las naciones, enseñándoles que obedezcan todo lo mandado por El y a bautizarlos en su nombre. Según la palabra de Jesús en Hechos 1.8 nuestro ministerio deberá encuadrarse en una misión global que abarque desde un principio “Jerusalem (nuestro barrio), Samaria y Judea, (Barrios mas alejados) y hasta lo último de la tierra”.

La palabra de Dios registra en hechos 5.42, “Todos los días en el templo y por las casas no dejaban de predicar y enseñar a Jesucristo”, el dato de que la primera iglesia desarrollo esta simple dinámica desde los hogares regularmente alcanzando resultados asombrosos. (Hechos 16.5)

Para que esta dinámica sea posible el apóstol Pedro en su primera carta (1ra Pedro 4.10) llama a que “cada uno ministre (sirva) con los dones que Dios le dio” y que ministre “a otros” (personas) administrando de esta manera correctamente lo que Dios a puesto en sus vidas para poder experimentar ese amor a las personas que El nos invita a practicar.

Para que “cada uno ministre a otros” se deben crear los espacios adecuados, la dinámica de “unos a otros” expresada por Pablo en sus cartas demuestra que la vida de la iglesia necesita de que los cristianos estén regularmente juntos unidos como un cuerpo y grupos donde sea posible el “unos a otros”.

El dato que surge del ministerio de Jesús, la primera iglesia y Pablo es que esta dinámica de “unos a otros” pudo ser desarrollada a través de los hogares donde pequeños grupos de cristianos se reunían para vivir los valores de su fe y desde ahí extender la fe hasta donde Dios lo guie.

Iniciando por lo que Dios espera de nosotros, (Mateo 22.37-39), pasando por los mandatos que El nos a encomendado realizar, (Mateo 28.18-20 – Marcos 16.15),
encuadrando esta practica en el plano global que Jesús indico, (Hechos 1.8) y
creando el espacio necesario (grupos pequeños) para que cada cristiano se involucre en vivir en amor practico hacia Dios y hacia las personas, (Efesios 4.16) entendemos que Dios ha puesto claramente en las manos de cada cristiano, hogar, grupo pequeño e iglesia la posibilidad de realizar el extendimiento de su reino hasta lo ultimo de la tierra

Esto ocurre exactamente cuando su iglesia comprendiendo esta realidad y capacitada por el Espíritu Santo sale a realizar su tarea.

Why did the early church choose to meet in homes?

By Tito Roberts, pastor and missions visionary,  https://www.ministeriocrecer.org/info/,  https://www.ministeriocrecer.org/detalles/,  https://iglesiasenmision.org/

I love the fact that God purposely started the early church in homes. Here are a few reasons:  

  • It’s the best place to encourage each other (Hebrews 10.24)
  • Exercise the gifts of the Spirit (1 Corinthians 14.26)
  • Hold each other accountable (Galatians 6:1-2)
  • The expression of the Holy Spirit through each member (2 Corinthians 3.17-18)
  • The home expresses the simplicity of Jesus (2 Corinthians 11.3)

One of the key reasons is that the home reflects the biblical teaching that the church is a family. The meetings of the Church in the homes brought these people closer to the family climate that permeated the early church. People were transparent, spontaneous, and related in face to face relationships, just like a family. The members of a healthy family take care of each other, spend time with each other, encourage each other, correct each other, serve each other and take care of each other. A church can have the best music, the best preachers, the best radio programs and many people gathered in one place, but if it does not work as a united, helpful and loving family it is still far from being the church that Jesus dreamed of. Here are some biblical

The home testifies that God is among the people. For the Jew, God was in the temple. For those who did not believe in God, their gods were in their temples. But for Christians, God is in them. Intentionally the first Christians “did not want a building” to preserve the honor of being the living stones that built the kingdom of God.

The home helps members of the church facing challenges with spiritual growth. Mutual respect, mutual concern, mutual responsibility, mutual submission, mutual ministry and love for the lost require a real space to practice and our homes facilitate the development of these spiritual qualities that lead to growth.

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Por que a Igreja Primitiva escolheu se reunir em casas?

Por Tito Roberts, pastor e missionário visionário, https://www.ministeriocrecer.org/info/, https://www.ministeriocrecer.org/detalles/, https://iglesiasenmision.org/

Eu amo o fato de que Deus propositadamente iniciou a Igreja Primitiva nos lares. Aqui estão algumas razões:

  • É o melhor lugar para encorajar uns aos outros (Hebreus 10:24)
  • Exercitar os dons do Espírito (1 Coríntios 14:26)
  • Responsabilizar-se mutuamente (Gálatas 6:1-2)
  • A expressão do Espírito Santo através de cada membro (2 Coríntios 3:17-18)
  • O lar expressa a simplicidade de Jesus (2 Coríntios 11:3)

Uma das principais razões é que o lar reflete o ensino bíblico de que a igreja é uma família. As reuniões da Igreja nos lares aproximaram essas pessoas do clima familiar que permeou a Igreja Primitiva. As pessoas eram transparentes, espontâneas e envolvidas em relacionamentos face a face, exatamente como uma família. Os membros de uma família saudável cuidam uns dos outros, passam um tempo juntos, encorajam-se mutuamente, corrigem-se mutuamente, servem-se uns aos outros e cuidam uns dos outros. Uma igreja pode ter a melhor música, os melhores pregadores, os melhores programas de rádio e muitas pessoas reunidas em um só lugar, mas se não funcionar como uma família unida, prestativa e amorosa, ainda está longe de ser a igreja com a qual Jesus sonhava. Aqui estão alguns pontos bíblicos

O lar testifica que Deus está entre o povo. Para o judeu, Deus estava no templo. Para aqueles que não acreditavam em Deus, seus deuses estavam em seus templos. Mas para os cristãos, Deus está dentro deles. Os primeiros cristãos intencionalmente “não queriam um edifício” para preservar a honra de ser as pedras vivas que construíram o reino de Deus.

A casa ajuda os membros da igreja que enfrentam desafios com crescimento espiritual. O respeito mútuo, a preocupação mútua, a responsabilidade mútua, a submissão mútua, o ministério mútuo e o amor pelos perdidos exigem um espaço real para a prática e nossos lares facilitam o desenvolvimento dessas qualidades espirituais que levam ao crescimento.

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¿Porqué la primera iglesia eligió los hogares para reunirse?

Tito Robert (Pastor), Ministerios: https://www.ministeriocrecer.org/info/; Plan anual para iglesias: https://www.ministeriocrecer.org/detalles/;Obra Misionera a pueblos NO ALCANZADOS: https://iglesiasenmision.org/

El hogar es el lugar ideal para desarrollar la actitud de “Todos hacemos la iglesia” que indica Hebreos 10.24,  para que cada miembro use sus dones. 1° Corintios 14.26, para responsabilizar a cada miembro. Gálatas 6.1-2, para dialogar y preguntar. 1° Corintios 14.29-31 y para la expresión libre del Espíritu Santo a través de cada miembro. 2° Corintios 3.17-18

  • El hogar representa la sencillez de Cristo: Los edificios se alejan de ser un reflejo de la sencillez de Cristo y los hogares nos permiten mostrarla según 2da Corintios 11.3 
  • El hogar refleja la enseñanza bíblica de que la iglesia es una familia

Las reuniones de la Iglesia en los hogares acercaron a esas personas al clima familiar que empapó a la iglesia de personas sinceras, abiertas, sin poder esconder, espontáneas, con relaciones personales firmes, no pasivos, generó relaciones cara a cara y hombro a hombro.

Los miembros de una familia saludable se cuidan los unos a los otros, pasan tiempo unos con otros, se alientan unos a otros, se corrigen unos a otros, se sirven unos a otros y se ocupan del otro.

Una iglesia puede tener la mejor música, los mejores predicadores, los mejores programas de radio y mucha gente reunida en un mismo lugar, pero si no funciona como una familia unida, servicial y amorosa aún está lejos de ser la iglesia que Jesus soño.

Todos estos textos reflejan el sentido de familia que Dios quiere que gobierne su iglesia.

Pedro: 1ra Pedro 2.2 “deseen la leche espiritual como niños recién nacidos para que puedan crecer para salvación”

Juan: 1ra Juan 2.12-14 Les escribo a ustedes hijitos, les escribo a ustedes padres, les escribo a ustedes jóvenes, les escribo a ustedes niños”

Pablo: Romanos 8.29 “Jesús es el primero de muchos hermanos”
1ra Corintios 4.15 “Ustedes no tienen muchos padres, porque yo los engendré en Cristo”
Gálatas 4.19 “Sufro dolores de parto hasta que Cristo sea formado en vosotros”
1ra Timoteo 5.1-2 “al anciano trátalo como a tu padre, a los jóvenes trátalos como si fueran hermanos, a las ancianas, como si fueran tu madre y a las jóvenes como si fueran tus hermanas”

  • El hogar testifica que Dios está entre la gente

Para el judío Dios estaba en el templo. Para los que no creían en Dios sus dioses estaban en sus templos. Pero para los cristianos Dios está en ellos.
Intencionalmente los primeros cristianos “no quisieron un edificio” para preservar el honor de ser ellos las piedras vivas que edificaban el reino de Dios.

  • El hogar pone a los miembros de la iglesia frente a desafíos del crecimiento espiritual.

El respeto mutuo, la preocupación mutua, la responsabilidad mutua, la sumisión mutua, ministerio mutuo y el amor por el perdido requieren de un espacio real donde practicarse y nuestros hogares facilitan el desarrollo de estas cualidades espirituales que nos llevan al crecimiento.

Attack The Gates

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Often we try to keep “safe” by not proactively going to where sin is prevalent. For example, saying we should flee from youthful desires (which is a good thing to do) as an excuse not to engage with the lost. But there is a difference between fleeing immediate temptation and engaging with those in cultures that run counter to Biblical culture.

It’s great for cells to go together, with mutual accountability, to go to where the lost gather, to be a light in their midst. If we don’t take the steps of moving towards them, they may not move towards us.

I love what cells are doing in places like Papua, Indonesia, where they meet by basketball courts engaging with the youth of the nation; in England, where groups meet in pubs; in Thailand, where trafficked women are meeting in McDonalds. These are all where the lost, those in need – those in desperate need – of salvation are.

For many it’s really intimidating to enter a church building. Cells  play a huge role in offering a less intimidating environment for the unchurched.

Jesus was called a friend of sinners (Matthew 11:19), why would they call Him that if He was not hanging around them? Like Jesus, let’s become known as friends of sinners.

When in Caesarea-Philippi, Jesus said “…on this rock I will build my church, and the gates of Hades will not overpower it” (Matthew 16:18). When we read in the Bible about the gates of cities, these are defensive positions helping to slow down an invading army from taking the city.

Jesus was saying His Church on the offensive, not in the defensive, which is how the church often acts. No, the gates of hell, the defenses of hell, shall not prevail against the attack of the church.

Where did Jesus say these words? In a safe place? A place where only the saved were? No, He said it while standing right in front of one of the most detestable locations – where people were worshiping the Greek god Pan, sacrificing children, engaging in sexual immorality, a place with a deep cave which was called “The Gates of Hell.” He was where the lost were.

Light was created for darkness and we are that light (Matthew 5:14-16), so let’s start to think more about how our small groups can engage those caught in darkness by meeting them at their gates.

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Atacar os Portões

Por Andrew Kirk, diretor do ministério  Generation 2 generation, site: www.G2gMandate.org, mídias sociais: @G2gMandate

Muitas vezes tentamos nos manter “seguros”, não indo proativamente onde o pecado é predominante. Por exemplo, dizer que devemos fugir dos desejos da juventude (o que é uma coisa boa a fazer) como uma desculpa para não se envolver com os perdidos. Mas há uma diferença entre fugir da tentação imediata e se envolver com pessoas de culturas que vão contra a cultura bíblica.

É ótimo que as células andem juntas, com responsabilidade mútua, para ir até onde os perdidos se reúnem, para ser uma luz no meio deles. Se não nos movermos em direção a eles, eles podem não se mover em nossa direção.

Eu amo o que as células estão fazendo em lugares como Papua, na Indonésia, onde elas se encontram em quadras de basquete e se envolvem com a juventude da nação; na Inglaterra, onde células se reúnem em bares; na Tailândia, onde mulheres traficadas se reúnem no McDonalds. Estes são todos os lugares onde os perdidos que necessitam desesperadamente de salvação estão.

Para muitos, é realmente intimidador entrar em um prédio da igreja. As células desempenham um papel enorme na oferta de um ambiente menos intimidante para as pessoas que não têm igreja.

Jesus foi chamado de amigo de pecadores (Mateus 11:19). Por que chamariam Jesus dessa forma se Ele não andasse com os pecadores? Como Jesus, vamos nos tornar conhecidos como amigos dos pecadores.

Quando em Cesaréia de Filipe, Jesus disse: “…sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la” (Mateus 16:18). Quando lemos na Bíblia sobre os portões das cidades, vemos que eles são barreiras defensivas que ajudam a desacelerar um exército invasor de tomar a cidade.

Jesus estava colocando Sua Igreja na ofensiva, e não na defensiva, que é como a igreja age frequentemente. Não, os portões do inferno e suas defesas não prevalecerão contra o ataque da Igreja.

Onde Jesus disse essas palavras? Em um lugar seguro? Um lugar onde apenas os salvos estavam? Não, Ele disse isso enquanto estava de pé em frente a um dos locais mais detestáveis – onde as pessoas estavam adorando o deus grego Pan, sacrificando crianças, praticando a imoralidade sexual, um lugar com uma caverna profunda chamada “As Portas do Inferno”. Ele estava onde os perdidos estavam.

A luz foi criada para a escuridão e nós somos aquela luz (Mateus 5:14-16), então vamos começar a pensar mais sobre como nossos pequenos grupos podem envolver aqueles que são pegos nas trevas ao encontrá-los em seus portões.

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Atacar las puertas

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2, sitio web – www.G2gMandate.org, Social Media – @ G2gMandate

A menudo tratamos de mantenernos “seguros” al no ir proactivamente a donde prevalece el pecado. Por ejemplo, decir que deberíamos huir de los deseos juveniles (que es algo bueno de hacer) como excusa para no comprometernos con los perdidos. Pero hay una diferencia entre huir de la tentación inmediata y comprometerse con aquellos en culturas que van en contra de la cultura bíblica.

Es genial que las células vayan juntas, con responsabilidad mutua, para ir a donde se reúnen los perdidos, para ser una luz en medio de ellos. Si no damos los pasos para avanzar hacia ellos, es posible que no se muevan hacia nosotros.

Me encanta lo que hacen las células en lugares como Papua, Indonesia, donde se reúnen en las canchas de baloncesto que participan con los jóvenes de la nación; en Inglaterra, donde las células se reúnen en pubs; en Tailandia, donde se reúnen en McDonalds mujeres víctimas de trata . Estos son todos donde están los perdidos, los necesitados, los necesitados desesperadamente, de la salvación.

Para muchos es realmente intimidante entrar en un edificio de la iglesia. Las células juegan un papel muy importante al ofrecer un ambiente menos intimidante para los que no asisten a la iglesia.

Jesús fue llamado amigo de los pecadores (Mateo 11:19), ¿por qué lo llamarían a Él si no estuviera rodeado de ellos? Como Jesús, seamos conocidos como amigos de los pecadores.

Cuando en Cesarea de Filipos, Jesús dijo: “… sobre esta roca edificaré mi iglesia, y las puertas del Hades no la vencerán” (Mateo 16:18). Cuando leemos en la Biblia sobre las puertas de las ciudades, estas son posiciones defensivas que ayudan a frenar a un ejército invasor para que no tome la ciudad.

Jesús estaba diciendo a su iglesia a la ofensiva, no a la defensiva, que es como la iglesia a menudo actúa. No, las puertas del infierno, las defensas del infierno, no prevalecerán contra el ataque de la iglesia.

¿Dónde dijo Jesús estas palabras? ¿En un lugar seguro? ¿Un lugar donde solo estaban los salvos? No, lo dijo mientras estaba parado frente a uno de los lugares más detestables, donde la gente adoraba al dios griego Pan, sacrificando niños, practicando la inmoralidad sexual, un lugar con una cueva profunda que se llamaba “Las puertas del infierno”. “Estaba donde estaban los perdidos.

La luz fue creada para la oscuridad y nosotros somos esa luz (Mateo 5: 14-16), entonces comencemos a pensar más acerca de cómo nuestros grupos celulares pueden involucrar a los atrapados en la oscuridad al encontrarlos en sus puertas.

Outside the Building

By Joel Comiskey, check out: Facilitate

I’m not against church buildings. Really. Some of the largest and best cell churches in the world have their own building. Church buildings can make it easier to hold weekend celebration services, equip God’s people, coach leaders, and minister to the community. I believe buildings have their proper place. 

But I have noticed that buildings and building programs can snuff out the life of cell groups. I remember ministering to a church in Baltimore that entered into a huge building fund-raising campaign. The pastor confessed that cell ministry was on the backburner because his entire focus was raising funds for the building. And since this church only asked for offerings in the gathered celebration meetings, the pastor and team lost their cell focus.

Some pastors and leaders feel they have to use their building for cell groups, especially if they’ve paid  enormous amounts for their building. The reasoning goes like this, “We paid lots of money for our building. Why not have our life groups meet there.  After all, we have plenty of space and many rooms.” I’ve seen many churches succumb to this temptation.

Church structures do play an important role, but I implore you not to use your buildings for cell group meetings. Why?

The Radical nature of cell groups. I enjoy going to zoos, but I feel sorry for the animals because they are not in their own environments. On the other hand, safaris are great because animals live in their own natural environment. Celyce and I went to a safari in South Africa and witnessed the animals roaming freely in their natural setting. Cell groups become tame and neutered when they meet in the building, just like the zoo animals. They lose their radical penetration nature.

Atmosphere and Setting. Buildings and classrooms promote study and academics. Many of the same people who will be joining the cell have sat in those church classrooms to receive a Sunday school meeting or another lecture. It’s much harder to switch mental gears for a life-giving group that builds the saints and should be penetrating the community. 

Penetration evangelism. Cell groups are evangelistic and salty. They should be positioned to thrive where people live and work. Rather than a come-and-see strategy, it’s a go-and-do strategy, as Gerardo Campos blogged about last Thursday. My own cell group would often rotate from homes to a restaurant which had a few outside tables.  On more than one occasion we ministered to needy people  walking by. One time we noticed an employee who was often taking his break on the next table and listening to us. We invited him to join us, and he received Jesus that evening. He also began attending the group. Like Lydia in the book of acts, God opened his heart. Penetration evangelism is a key part of cell ministry. 

I’ve listed a few reasons why it’s better for groups to meet outside the church building. The two-winged church has two functions: celebrating together and scattering all over the community to reach people for Jesus. Don’t lose the power of penetrating cells by caging your groups in the building. Unleash them and let them roam in the wild where they can have a greater impact.

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Portuguese blog:

Fora do Prédio

De Joel Comiskey

Eu não sou contra os prédios da igreja.  Mesmo. Algumas das maiores e melhores igrejas em células do mundo têm seu próprio prédio. Os edifícios da igreja podem facilitar a realização de cultos de fim de semana, equipar as pessoas de Deus, os líderes em treinamento e ministrar à comunidade. Eu acredito que os edifícios têm seu próprio lugar.

Mas notei que edifícios e programas de construção podem extinguir a vida das células. Lembro-me de ministrar a uma igreja em Baltimore que entrou em uma enorme campanha de arrecadação de fundos. O pastor confessou que o ministério celular estava em segundo plano porque todo o seu foco era levantar fundos para o prédio. E como essa igreja só pedia ofertas nos cultos de celebração, o pastor e a equipe perdiam o foco da célula.

Alguns pastores e líderes sentem que precisam usar seu prédio para as células, especialmente se pagaram caro pelo prédio. O raciocínio é o seguinte: “Pagamos muito dinheiro pelo nosso prédio. Por que nossas células não se encontram lá? Afinal de contas, temos muito espaço e muitas salas”. Vi muitas igrejas sucumbirem a essa tentação.

As estruturas da igreja desempenham um papel importante, mas eu imploro que você não use seus edifícios para reuniões de células. Por quê?

A natureza radical das células. Eu gosto de ir a zoológicos, mas sinto muito pelos animais porque eles não estão em seus próprios ambientes. Por outro lado, os safáris são ótimos porque os animais vivem em seu habitat natural. Celyce e eu fomos a um safári na África do Sul e testemunhamos os animais vagando livremente em seu ambiente natural. Células tornam-se mansas e castradas quando se reúnem no prédio, assim como os animais do zoológico. Elas perdem sua natureza radical de penetração.

Atmosfera e ambiente. Edifícios e salas de aula promovem estudo e trabalhos acadêmicos. Muitas das mesmas pessoas que se juntarão à célula sentaram-se nessas salas de aula da igreja para uma reunião da escola dominical ou uma palestra. É muito mais difícil mentalizar um grupo que dá vida, edifica os santos e que deve penetrar na comunidade.

Evangelismo de penetração. Células são evangelistas e salgadas. Elas devem estar posicionados para prosperar onde as pessoas vivem e trabalham. Ao invés de uma estratégia de “venha e veja”, é uma estratégia de “vá e faça”, como Gerardo Campos escreveu na quinta-feira passada. Minha própria célula costumava a se reunir com frequência em um restaurante que tinha algumas mesas externas. Em mais de uma ocasião ministramos a pessoas necessitadas que passavam. Certa vez, notamos um funcionário que costumava tirar uma folga na mesa ao lado e nos ouvia. Nós o convidamos para se juntar a nós e ele recebeu Jesus naquela noite. Ele também começou a frequentar o grupo. Como Lídia no livro de Atos, Deus abriu seu coração. O evangelismo de penetração é uma parte fundamental do ministério celular.

Eu listei algumas razões pelas quais é melhor para os grupos se encontrarem fora do prédio da igreja. A igreja de duas asas tem duas funções: celebrar juntos e espalhar-se por toda a comunidade para alcançar as pessoas para Jesus. Não perca o poder de penetrar nas células ao encapsular seus grupos no prédio. Solte-os e deixe-os vagar na natureza, onde eles podem ter um impacto maior.

Spanish blog:

Afuera del edificio

Por Joel Comiskey

No estoy en contra de los edificios de la iglesia. De Verdad. Algunas de las iglesias celulares más grandes y mejores del mundo tienen su propio edificio. Los edificios de la iglesia pueden facilitar la celebración de los servicios de celebración del fin de semana, equipar a la gente de Dios, entrenar a los líderes y ministrar a la comunidad. Creo que los edificios tienen su lugar adecuado.

Pero me he dado cuenta de que los edificios y los programas de construcción pueden acabar con la vida de los grupos celulares. Recuerdo haber trabajado en una iglesia en Baltimore que participó en una enorme campaña de recaudación de fondos para la construcción. El pastor confesó que el ministerio celular estaba en un segundo plano porque todo su enfoque era recaudar fondos para el edificio. Y como esta iglesia solo solicitó ofrendas en las reuniones de celebración reunidas, el pastor y el equipo perdieron su enfoque celular.

Algunos pastores y líderes sienten que tienen que usar su edificio para grupos celulares, especialmente si han pagado enormes cantidades por su edificio. El razonamiento es el siguiente: “Pagamos mucho dinero por nuestro edificio. ¿Por qué no reunirnos allí? Después de todo, tenemos mucho espacio y muchas aulas”. He visto a muchas iglesias sucumbir a esta tentación.

Las estructuras de la iglesia desempeñan un papel importante, pero les suplico que no utilicen sus edificios para reuniones de grupos celulares. ¿Por qué?

La naturaleza radical de los grupos celulares. Me gusta ir a los zoológicos, pero siento pena por los animales porque no están en sus propios entornos. Por otro lado, los safaris son geniales porque los animales viven en su propio entorno natural. Celyce y yo fuimos a un safari en Sudáfrica y fuimos testigos de cómo los animales vagaban libremente en su entorno natural. Los grupos celulares se vuelven dóciles y censurados cuando se encuentran en el edificio, al igual que los animales del zoológico. Pierden su naturaleza de penetración radical.

Atmósfera y ambientación. Edificios y aulas promueven estudios académicos. Muchas de las mismas personas que se unirán a la célula se han sentado en las aulas de la iglesia para recibir una reunión de la escuela dominical u otra conferencia. Es mucho más difícil cambiar de mentalidad para un grupo que da vida y que construye a los santos y debería estar penetrando en la comunidad.

La penetración del evangelismo. Los grupos celulares son evangelísticos y generan un cambio. Deben estar posicionados para prosperar donde las personas viven y trabajan. En lugar de ser una estrategia de “ven y ve”, es una estrategia de “ve y haz”, como Gerardo Campos escribió en su blog sobre el jueves pasado. Mi propio grupo celular a menudo giraba de las casas a un restaurante que tenía algunas mesas afuera. En más de una ocasión ministramos a personas necesitadas que caminaban por allí. Una vez notamos a un empleado que a menudo tomaba su descanso en la siguiente mesa y nos escuchaba. Lo invitamos a unirse a nosotros, y él recibió a Jesús esa noche. También comenzó a asistir a la célula. Como Lydia en el libro de Hechos, Dios abrió su corazón. La penetración del evangelismo es una parte clave del ministerio celular.

He enumerado algunas razones por las que es mejor que los grupos se reúnan fuera del edificio de la iglesia. La iglesia de dos alas tiene dos funciones: celebrar juntos y dispersarse por toda la comunidad para alcanzar a las personas para Jesús. No pierdas el poder de las células penetrantes al enjaularlas  en el edificio. Libéralas y déjalas vagar por la naturaleza, donde pueden tener un mayor impacto.