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What are we doing?

By Steve Cordle, https://xr.church/

What do you think about a football (soccer) coach whose team played cards during practice? Or what if the team spent the whole game on their end of the field and never attempted to score a goal? You would think something is wrong. The game’s object is to score more than the other team, which requires practice and commitment to all parts of the game.

“I’m so proud of our team because our players gather every time we have a game!” the coach says. “They always show up!” That is not the point – the purpose is to win the game.

A wise cell church leader will work to help groups do what is needed to succeed in their mission. The mission comes from Jesus: to make disciples who make disciples. To accomplish that, a group needs a holistic approach. The group needs to develop people UP, In, and OUT…. That is, to know and love God (UP), to grow in love for others (IN), and to reach out to a broken world (OUT). In other words, the group engages in discipleship, community, and evangelism. When that happens, the group will grow spiritually and numerically, so the natural result will be birthing a new group out of the existing one.

If groups focus exclusively on community and do not reach out or connect their members with God or the community, they will not succeed at making disciples. It might make spiritual consumers or create cliques, but it will not resemble the Acts 2 church.

The measure of a cell church’s health is not how many groups it has but the groups engaged in holistic disciple-making ministry. 

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Portuguese blog:

O Que Estamos Fazendo?
por Steve Cordle, https://xr.church/

O que você acha de um treinador de futebol cujo time jogava cartas durante o treino? Ou e se o time passasse o jogo inteiro no seu lado do campo e nunca tentasse marcar um gol? Você pensaria que algo está errado. O objetivo do jogo é marcar mais pontos que o outro time, o que exige prática e comprometimento em todas as partes do jogo.

“Estou muito orgulhoso da nossa equipe porque nossos jogadores se reúnem sempre que jogamos!” diz o treinador. “Eles sempre aparecem!” A questão não é essa – o objetivo é ganhar o jogo.

Um líder sábio de igreja em células trabalhará para ajudar os grupos a fazerem o que for necessário para terem sucesso na sua missão. A missão vem de Jesus: fazer discípulos que fazem discípulos. Para conseguir isso, um grupo precisa de uma abordagem holística. O grupo precisa desenvolver as pessoas para CIMA, para DENTRO e para FORA…. Isto é, conhecer e amar a Deus (CIMA), crescer no amor pelos outros (DENTRO) e alcançar um mundo fragmentado (FORA). Em outras palavras, o grupo se envolve em discipulado, comunidade e evangelismo. Quando isso acontecer, o grupo crescerá espiritual e numericamente, de modo que o resultado natural será o nascimento de um novo grupo a partir do já existente.

Se os grupos se concentrarem exclusivamente na comunidade e não alcançarem ou ligarem os seus membros a Deus ou à comunidade, não conseguirão fazer discípulos. Poderá criar consumidores espirituais ou criar panelinhas, mas não se assemelhará à igreja de Atos 2.

A medida da saúde de uma igreja em células não é quantos grupos ela possui, mas sim os grupos engajados no ministério holístico de fazer discípulos.

Spanish blog:

Esta es una traducción de Google. Cuando recibamos la traducción normal, se publicará en el sitio web de JCG.

¿Que estamos haciendo?
Por Steve Cordle, https://xr.church/

¿Qué opinas de un entrenador de fútbol cuyo equipo jugó a las cartas durante la práctica? ¿O qué pasaría si el equipo pasara todo el partido en su lado del campo y nunca intentara marcar un gol? Pensarías que algo anda mal. El objetivo del juego es anotar más que el otro equipo, lo que requiere práctica y compromiso en todas las partes del juego.

“¡Estoy muy orgulloso de nuestro equipo porque nuestros jugadores se reúnen cada vez que tenemos un partido!” dice el entrenador. “¡Siempre aparecen!” Ese no es el punto: el objetivo es ganar el juego.

Un líder sabio de una iglesia celular trabajará para ayudar a los grupos a hacer lo necesario para tener éxito en su misión. La misión viene de Jesús: hacer discípulos que hagan discípulos. Para lograrlo, un grupo necesita un enfoque holístico. El grupo necesita desarrollar personas ARRIBA, DENTRO y FUERA…. Es decir, conocer y amar a Dios (ARRIBA), crecer en el amor por los demás (DENTRO) y tender la mano a un mundo quebrantado (FUERA). En otras palabras, el grupo se involucra en el discipulado, la comunidad y la evangelización. Cuando eso suceda, el grupo crecerá espiritual y numéricamente, por lo que el resultado natural será el nacimiento de un nuevo grupo a partir del existente.

Si los grupos se centran exclusivamente en la comunidad y no alcanzan ni conectan a sus miembros con Dios o la comunidad, no tendrán éxito en hacer discípulos. Podría convertirse en consumidores espirituales o crear camarillas, pero no se parecerá a la iglesia de Hechos 2.

La medida de la salud de una iglesia celular no es cuántos grupos tiene, sino los grupos involucrados en un ministerio holístico de hacer discípulos.

Quality Small Groups that Make Disciples

By Joel Comiskey, Making Disciples in the 21st Century Church

Christian colleges and seminaries offering accredited degrees must get approval from an accrediting agency such as the Association of Theological Schools (ATS). The reason? Quality control. Several Christian institutions, including Nyack College and Alliance Theological Seminary in Nyack, New York, closed their doors in 2023 because they couldn’t pass the educational requirements of these accreditation committees.

Quality control matters. Social workers, hospital personnel, public school teachers, and many other professions require specific employee standards—quality control matters.

But what about cell groups? Does how we define small groups matter?

I coached one large church in northern California to start with a quality definition and penetrate their community with multiplying small groups. Sadly, the other ministries in the church pressured the small group pastor to lower the small group definition, insisting on the small groups meeting in the building after hearing the seasonal mid-week teachings.

Steve Cordle’s blog on meeting outside the church is a must-read. Some might see the outside-the-church building component as mere legalism—however, the overall quality of the small group matters. Quality discipleship is the goal of house-to-house ministry. 

What about weekly? Why do we encourage groups to meet weekly? The best answer is quality discipleship. It’s the same reason why churches have weekly Sunday celebration services. Does everyone come each Sunday? No, but if you go every other week, many will only get a once-per-month experience. Similarly, cell groups meet weekly, although many “fringe” attendees only attend occasionally.

What about the goal of making disciples? Some churches prioritize ministry groups, fellowship groups, or task groups. But a holistic group goes beyond one aspect and focuses on making disciples who make disciples. So, what’s the reason behind a holistic definition? Quality discipleship. I’m increasingly convinced about the importance of starting and finishing with a quality definition.

Here’s a good starting point: 3-15 people who meet weekly outside the church building for the purpose of evangelism, community, and spiritual growth with the goal of making disciples who make disciples that results in cell multiplication.

Some have fine-tuned this definition (check it out), but the motivation for quality discipleship remains. For March, we’ll write twenty-five blogs on the reasons for a quality definition, reminding our readers of the why. Click here if you’d like to receive these blogs in your daily email inbox. Here are some suggestions:

  • March 03-09: The importance of a holistic definition of small groups. 
  • March 10-16: The reasons for keeping the group small and penetrating a lost world outside the church building.
  • March 17-23: The reasons for community, evangelism, and participation to mold and shape future disciples.  
  • March 24 to March 30: Reasons why making disciples is the goal of the small group. 
  • March 31 to April 06: Reasons for the phrase, “making disciples that result in multiplication.” Multiplication results when disciples are prepared. For this reason, equipping and coaching help in the process of disciple-making.

Korean blog (click here)

Portuguese blog:

Pequenos Grupos de Qualidade que Fazem Discípulos
por Joel Comiskey, Fazer Discípulos na Igreja do Século 21

As faculdades e seminários cristãos que desejam oferecer diplomas credenciados devem obter a aprovação de uma agência credenciadora, como a Associação de Escolas Teológicas (ATS). A razão? Controle de qualidade. Várias instituições cristãs, incluindo o Nyack College e o Alliance Theological Seminary em Nyack, Nova Iorque, fecharam as suas portas em 2023 porque não conseguiram passar nos requisitos educacionais destes comitês de acreditação.

O controle de qualidade é importante. Assistentes sociais, pessoal hospitalar, professores de escolas públicas e muitas outras profissões exigem padrões específicos para os funcionários – controle de qualidade importa.

Mas e os grupos de células? Será que importa como definimos pequenos grupos?

Treinei uma grande igreja no norte da Califórnia para começar com uma definição de qualidade e penetrar em sua comunidade com a multiplicação de pequenos grupos. Infelizmente, os outros ministérios da igreja pressionaram o pastor dos pequenos grupos para diminuir a definição de pequenos grupos, insistindo que os pequenos grupos se reunissem no edifício depois de ouvirem os ensinamentos sazonais no meio da semana.

O blog do Steve Cordle e sobre reuniões fora da igreja é uma leitura obrigatória. Alguns podem ver o componente lado de fora da igreja como mero legalismo – no entanto, a qualidade geral do pequeno grupo é importante. Discipulado de qualidade é o objetivo do ministério de casa em casa.

E semanalmente? Por que incentivamos os grupos a se reunirem semanalmente? A melhor resposta é um discipulado de qualidade. É a mesma razão pela qual as igrejas realizam cultos semanais de celebração dominical. Todos vêm todos os domingos? Não, mas se você for a cada duas semanas, muitos só terão uma experiência uma vez por mês. Da mesma forma, as células reúnem-se semanalmente, embora muitos participantes “flutuantes” só compareçam ocasionalmente.

E quanto ao objetivo de fazer discípulos? Algumas igrejas priorizam grupos ministeriais, grupos de comunhão ou grupos de tarefas. Mas um grupo holístico vai além de um aspecto e concentra-se em fazer discípulos que fazem discípulos. Então, qual é a razão por trás de uma definição holística? Discipulado de qualidade. Estou cada vez mais convencido da importância de começar e terminar com uma definição de qualidade.

Aqui está um bom ponto de partida: 3-15 pessoas que se reúnem semanalmente fora do prédio da igreja com o propósito de evangelismo, comunhão e crescimento espiritual com o objetivo de fazer discípulos que façam discípulos que resultem na multiplicação.

Alguns aperfeiçoaram esta definição (confira aqui), mas a motivação para um discipulado de qualidade permanece. Em março, escreveremos vinte e cinco blogs sobre as razões para uma definição de qualidade, lembrando aos nossos leitores o porquêClique aqui se desejar receber esses blogs em sua caixa de entrada de e-mail diariamente. Aqui estão algumas sugestões:

  • 03 a 09 de março: A importância de uma definição holística de pequenos grupos.
  • 10 a 16 de março: As razões para manter o grupo pequeno e penetrar num mundo perdido fora do edifício da igreja.
  • 17 a 23 de março: As razões para comunhão, evangelismo e participação para mudar e moldar futuros discípulos.
  • 24 a 30 de março: Razões pelas quais fazer discípulos é o objetivo do pequeno grupo.
  • 31 de março a 06 de abril: Razões para a frase “fazer discípulos que resultam em multiplicação”. A multiplicação resulta quando os discípulos estão preparados. Por esta razão, treinar e supervisionar ajudam no processo de fazer discípulos.

Spanish blog:

Grupos pequeños de calidad que hacen discípulos
Por Joel Comiskey, Haciendo Discipulos En La Iglesia del Siglo Veintiuno

Las universidades y seminarios cristianos que desean ofrecer títulos acreditados deben obtener la aprobación de una agencia acreditadora como la Asociación de Escuelas Teológicas (ATS). ¿Cuál es la razón? El control de calidad. Varias instituciones cristianas, incluyendo Nyack College y Alliance Theological Seminary en Nyack, Nueva York, cerraron sus puertas en 2023 porque no pudieron pasar los requisitos educativos de estos comités de acreditación.

El control de calidad importa. Los trabajadores sociales, el personal hospitalario, los maestros de escuelas públicas y muchas otras profesiones requieren estándares específicos para sus empleados: el control de calidad importa.

Pero, ¿qué ocurre con los grupos celulares? ¿Importa cómo definimos los grupos pequeños?

Entrené a una iglesia grande en el norte de California para comenzar con una definición de calidad y penetrar su comunidad con grupos pequeños multiplicadores. Tristemente, los otros ministerios en la iglesia presionaron al pastor de grupos pequeños para que bajara la definición de grupo pequeño, insistiendo en que los grupos pequeños se reunieran en el edificio después de escuchar las enseñanzas estacionales de mitad de semana.

El blog de Steve Cordle sobre reunirse fuera de la iglesia es de lectura obligada. Algunos podrían ver el componente del edificio fuera de la iglesia como mero legalismo, sin embargo, la calidad general del grupo pequeño importa. El discipulado de calidad es el objetivo del ministerio de casa en casa. 

¿Y las reuniones semanales? ¿Por qué animamos a los grupos a reunirse semanalmente? La mejor respuesta es discipulado de calidad. Es la misma razón por la que las iglesias tienen servicios de celebración dominical semanales. ¿Vienen todos los domingos? No, pero si van cada dos semanas, muchos sólo tendrán una experiencia una vez al mes. Del mismo modo, los grupos celulares se reúnen semanalmente, aunque muchos asistentes “marginales” sólo asisten ocasionalmente.

¿Y el objetivo de hacer discípulos? Algunas iglesias dan prioridad a los grupos ministeriales, los grupos de compañerismo o los grupos de tareas. Pero un grupo holístico va más allá de un aspecto y se centra en hacer discípulos que hagan discípulos. Entonces, ¿cuál es la razón detrás de una definición holística? Discipulado de calidad. Cada vez estoy más convencido de la importancia de empezar y terminar con una definición de calidad.

He aquí un buen punto de partida: 3-15 personas que se reúnen semanalmente fuera del edificio de la iglesia con el propósito de evangelizar, hacer comunidad y crecer espiritualmente, con el objetivo de hacer discípulos que hagan discípulos, lo que resulta en la multiplicación celular.

Algunos han afinado esta definición (échale un vistazo), pero la motivación para un discipulado de calidad permanece. Para marzo, escribiremos veinticinco blogs sobre las razones para una definición de calidad, recordando a nuestros lectores el por qué. Haga clic aquí si desea recibir estos blogs en su correo electrónico. Aquí algunas sugerencias:

  • 03-09 marzo:  La importancia de una definición holística de los grupos pequeños.  
  • Marzo 10-16: Las razones para mantener el grupo pequeño y penetrar en un mundo perdido fuera del edificio de la iglesia.
  • 17-23 de marzo: Las razones de la comunidad, la evangelización y la participación para moldear y formar futuros discípulos.  
  • Del 24 al 30 de marzo: Razones por las que hacer discípulos es la meta del grupo pequeño.  
  • 31 de marzo al 06 de abril: Razones de la frase “hacer discípulos que resulta en multiplicación”. La multiplicación resulta cuando los discípulos están preparados. Por esta razón, equipar y entrenar ayudan en el proceso de hacer discípulos.

Leadership Support

by Aaron Lemuel De La Torre,  Iglesia Bautista de la Comunidad in Hidalgo, Texas, www.comunidadiglesia.com

We recently sat down to have a family discussion about our home. We wanted our children’s input on the possibility of us moving closer to their school. They all were against the idea of moving and stated that they loved their home and did not want to move even if we were to move closer to their school. Our kids (like my wife and myself) do not like change. We prefer to stick to what we know. The dislike of change is something that many can relate to, even in church. 

During the COVID-19 pandemic, our church launched online cell groups. It was an excellent opportunity to keep our cell groups meeting amid the uncertainty of the pandemic. The cell groups enjoyed meeting online, and we still have several online cell groups. Over the years, our church has grown comfortable with online cell groups. 

Many of our cell groups have members who live in Mexico, and even though they come to our church on Sundays, meeting in the evenings in the US or Mexico can be difficult due to the lines at the border. We also have long distances between the homes of several cell group members.

The leadership team has discussed finding ways to help more cell groups meet in person. However, finding homes to host in certain areas can be difficult. It can become a burden for the cell group leader. Finding homes to meet in key geographical areas can be a task the leadership team can help solve.

The leadership team can help identify the homes of church members who want to be part of the cell group. The burden does not have to fall on the cell leaders. The change will be more readily accepted if the leadership team can help find a home close to the cell members. As leaders, we have to be able to help find solutions for those who want to meet in person but do not have a place to meet. 

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Portuguese blog:

Esta é uma tradução do Google. Quando recebermos a tradução normal, ela será publicada no site da JCG.

Apoio à Liderança
por Aaron Lemuel De La Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad em Hidalgo, Texas, www.comunidadiglesia.com

Recentemente, sentamos para conversar em família sobre nossa casa. Queríamos a opinião dos nossos filhos sobre a possibilidade de nos mudarmos para mais perto da escola deles. Todos se opuseram à ideia de se mudar e afirmaram que adoravam a sua casa e não queriam mudar-se, mesmo que nos mudássemos para mais perto da escola. Nossos filhos (como minha esposa e eu) não gostam de mudanças. Preferimos nos ater ao que sabemos. A aversão à mudança é algo com que muitos se identificam, mesmo na igreja.

Durante a pandemia de COVID-19, nossa igreja lançou grupos de células online. Foi uma excelente oportunidade para mantermos as nossas células reunidas em meio à incerteza da pandemia. As celulas familiares gostavam de se reunir online, e ainda temos várias celulas familiares online. Com o passar dos anos, nossa igreja se sentiu confortável com grupos de células online.

Muitas das nossas células têm membros que vivem no México, e mesmo que venham à nossa igreja aos domingos, reunir-se à noite nos EUA ou no México pode ser difícil devido às filas na fronteira. Também temos longas distâncias entre as casas de vários membros das células.

A equipe de liderança tem discutido encontrar maneiras de ajudar mais células a se reunirem pessoalmente. No entanto, pode ser difícil encontrar casas para hospedar em determinadas áreas. Pode tornar-se um fardo para o líder da celula familiar. Encontrar locais para reuniões em áreas geográficas importantes pode ser uma tarefa que a equipe de liderança pode ajudar a resolver.

A equipa de liderança pode ajudar a identificar as casas dos membros da igreja que desejam fazer parte da célula. O fardo não tem de recair sobre os líderes das células. A mudança será mais prontamente aceita se a equipe de liderança puder ajudar a encontrar um lar próximo dos membros da célula. Como líderes, temos que ser capazes de ajudar a encontrar soluções para aqueles que querem se encontrar pessoalmente, mas não têm um local para se reunir.

Spanish blog:

Apoyando al Liderazgo
por Aaron Lemuel De La Torre, Iglesia Bautista de la Comunidad en Hidalgo, Texas, www.comunidadiglesia.com

Recientemente nos sentamos a tener una discusión familiar sobre nuestro hogar. Queríamos la opinión de nuestros hijos sobre la posibilidad de mudarnos más cerca de su escuela. Todos estaban en contra de la idea de mudarnos y declararon que amaban su casa y no querían mudarse aunque fuera más cerca de su escuela. A nuestros hijos (como a mi mujer y a mí mismo) no nos gustan los cambios. Preferimos quedarnos con lo que conocemos. La aversión al cambio es algo con lo que muchos pueden identificarse, incluso en la iglesia. 

Durante la pandemia de COVID-19, nuestra iglesia puso en marcha grupos celulares en línea. Fue una excelente oportunidad para que nuestros grupos celulares siguieran reuniéndose en medio de la incertidumbre de la pandemia. Los grupos celulares disfrutaron reuniéndose en línea, y todavía tenemos varios grupos celulares en línea. Con el paso de los años, nuestra iglesia se ha ido sintiendo cada vez más cómoda con los grupos celulares en línea. 

Muchos de nuestros grupos celulares tienen miembros que viven en México, y aunque vienen a nuestra iglesia los domingos, reunirse por las tardes en EE.UU. o México puede ser difícil debido a las filas en la frontera. También tenemos largas distancias entre los hogares de varios miembros de los grupos celulares.

El equipo de liderazgo ha discutido encontrar maneras de ayudar a más grupos celulares a reunirse en persona. Sin embargo, encontrar hogares para hospedarse en ciertas áreas puede ser difícil. Puede convertirse en una carga para el líder del grupo celular. Encontrar hogares para reunirse en áreas geográficas clave puede ser una tarea que el equipo de liderazgo puede ayudar a resolver.

El equipo de liderazgo puede ayudar a identificar los hogares de los miembros de la iglesia que quieren ser parte del grupo celular. La carga no tiene por qué recaer en los líderes celulares. El cambio será aceptado más fácilmente si el equipo de liderazgo puede ayudar a encontrar un hogar cerca de los miembros de la célula. Como líderes, tenemos que ser capaces de ayudar a encontrar soluciones para aquellos que quieren reunirse en persona pero no tienen un lugar donde reunirse. 

Hosting from a Biblical Perspective

by Gerardo Campos, District Pastor, Elim Church, www.elim.org.sv

Finding new hosts is one of the challenges cell churches face in their multiplication vision. Not having enough hosts can stop the multiplication capacity of cells.

To have sufficient hosts, members must understand how the New Testament Church was organized. A cell is not just a small group of people fulfilling a program of the Church; it is the Church, the body of Christ, in its natural development. Understanding the biblical truth of cell hosting will help us open our homes, even when it’s uncomfortable and inconvenient.

The Church, since its origin was present in the houses so that those who open their homes to receive the cells are receiving the Church of the Lord Jesus Christ, who declared that «where two or three are gathered in his name there is He in the middle of them» Mat. 18:20.

My encouragement is to ask the Spirit to produce his fruit in you. He will give you the disposition to become a cell host and, thus, to live in a deep and enriching relationship that goes beyond a routine Christian life.

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Portuguese Blog

Os anfitriões, sob uma perspectiva bíblica
Gerardo Campos, Pastor Distrital na Igreja Elim, www.elim.org.sv

Encontrar novos anfitriões é um dos desafios que as Igrejas em células encaram na sua visão de multiplicação. O fato de não haver anfitriões disponíveis pode interromper a capacidade das células de se multiplicarem.

Para que haja anfitriões suficientes, os membros precisam entender como a igreja do Novo Testamento se organizava. Uma célula não é simplesmente um grupo de pessoas cumprindo a programação da Igreja. A célula é a Igreja, o Corpo de Cristo, na sua maneira natural de se desenvolver. Entender a verdade bíblica sobre ser um local de reunião das células vai ajudar as pessoas a abrirem suas casas, mesmo quando for inconveniente e desconfortável. 

Desde sua origem, a Igreja esteve presente nas casas, e, portanto, aqueles que abrem suas casas para receber as células estão recebendo a Igreja do Senhor Jesus Cristo, o mesmo que fez a declaração em Mateus 18:20 “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.”

Meu encorajamento é pedir ao Espírito Santo que produza o Seu fruto em vocês. Ele trará a disposição para se tornar um anfitrião, e, assim, viver um relacionamento profundo e enriquecedor, que vai muito além da rotina da vida cristã.

Spanish blog:

Las Células En La Teología De La Iglesia
Gerardo Campos, Pastor del Distrito, Iglesia Elim, www.elim.org.sv

Encontrar nuevos anfitriones es uno de los desafíos que enfrentan las iglesias celulares en su visión de multiplicación. El no contar con una cantidad suficiente de anfitriones puede frenar la capacidad de multiplicación de las células.

Para disponer de anfitriones suficientes se necesita que los miembros comprendan la manera en que la iglesia del Nuevo Testamento se organizó. Una célula no es solo un pequeño grupo de personas cumpliendo con un programa de la iglesia, sino que es la iglesia, el Cuerpo de Cristo, en su desarrollo natural. Pensarlo de esta manera hace que las células sean vistas con un concepto bíblico altamente motivador.

La iglesia desde su origen estuvo presente en las casas, de tal manera que quienes abren sus hogares para recibir las células están recibiendo a la iglesia del Señor Jesucristo, quien declaró que «dónde están dos o tres reunidos en su nombre ahí está él en medio de ellos» Mat. 18:20.

El ser conscientes de los frutos que la morada del Espíritu produce, facilitará también la disposición de los miembros a convertirse en anfitriones de células y, así, vivir en una relación profunda y enriquecedora que va más allá de una vida cristiana rutinaria.

Hospitality – Seizing And Securing Our Territory

by Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, www.misionmoderna.com, Canary Islands, Spain

The family who practices hospitality by opening a cell group in their home transforms that home and its environment. On one occasion, a leader established a cell group in Playa Blanca.   The building had become a drug den where people with an addiction bought and used drugs. Within the building, there were children whose parents were drug users. 

To get to the cell group premises, the leader had to avoid drug addicts injecting discarded dirty syringes and other waste. Just two years after the cell group was established and many people had been brought to Christ, the building, which had been there for many years, was demolished by a court order.

Cell groups are places where God’s Word is preached and where God’s family practices the one-anothers of Scripture. Remember that cell groups penetrate a dark world and take over spiritual strongholds. We have seen entire neighborhoods transformed with the establishment of cell groups. We must understand that demons take over territory in specific areas; we know this not only because the word of the Lord teaches it (Daniel 10.13; Mark 3.27) but because of the concentration of particular sins we find in these areas. 

In some places, demons concentrate on addictions, in others, sexual problems, and still more on other sins. The truth is that once a cell group is established, the location is transformed by the power of the Gospel and the Church’s presence via the cell group.

A specific neighborhood in our area comes to mind. This area was marginalized with a concentration of social problems. We began to establish cell groups to such a degree that the neighborhood had the highest concentration of cell groups. In just ten years, the area has transformed from being the most dangerous and marginalized neighborhood to being one of the most sought-after commercial areas on a main street. Today, we have stopped talking about that place as a marginal neighborhood.

Establishing a cell group in a particular place is not only a point of evangelization but also a territorial takeover of the place. It makes demons flee if the cell resists. James 4.7 “Submit yourselves therefore to God; resist the devil, and he will flee from you.”

Blessings from Above

Pastor Angel Manuel Hernández Gutiérrez, Misión Cristiana Moderna

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Portuguese blog:

Hospitalidade – Aproveitando e Protegendo Nosso Território
por Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, www.misionmoderna.com, Ilhas Canárias, Espanha

A família que pratica a hospitalidade abrindo uma célula em sua casa transforma essa casa e seu ambiente. Certa ocasião, um líder estabeleceu uma célula em Playa Blanca. O prédio havia se tornado um antro de drogas onde pessoas viciadas compravam e usavam drogas. Dentro do prédio havia crianças cujos pais eram usuários de drogas.

Para chegar às instalações da célula, o líder teve que evitar o lixo de seringas sujas e outros resíduos que os toxicodependentes deixavam no local. Apenas dois anos depois de a célula ter sido estabelecida e de muitas pessoas terem sido levadas a Cristo, o edifício, que existia lá há muitos anos, foi demolido por ordem judicial.

As células são lugares onde a Palavra de Deus é pregada e onde a família de Deus pratica a Escritura uns com os outros. Lembre-se de que as células penetram num mundo sombrio e assumem o controle de fortalezas espirituais. Vimos bairros inteiros transformados com o estabelecimento de células. Devemos compreender que os demônios dominam territórios em áreas específicas; sabemos disso não apenas porque a palavra do Senhor o ensina (Daniel 10.13; Marcos 3.27), mas por causa da concentração de pecados específicos que encontramos nessas áreas.

Em alguns lugares, os demônios concentram-se nos vícios, em outros, nos problemas sexuais e ainda mais em outros pecados. A verdade é que uma vez estabelecida uma célula, o local é transformado pelo poder do Evangelho e pela presença da Igreja através da célula.

Um bairro específico da nossa região vem à mente. Esta área foi marginalizada com uma concentração de problemas sociais. Começamos a estabelecer células a tal ponto que o bairro tinha a maior concentração de células. Em apenas dez anos, a área deixou de ser o bairro mais perigoso e marginalizado e passou a ser uma das áreas comerciais mais procuradas numa rua principal. Hoje deixamos de falar daquele lugar como um bairro marginal.

Estabelecer uma célula num determinado local não é apenas um ponto de evangelização, mas também uma tomada territorial do local. Faz com que os demônios fujam se a célula resistir. Tiago 4.7 “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”

Bênçãos do alto

Spanish blog:

Hospitalidad, Una Toma Territorial
por Ángel Manuel Hernández Gutiérrez, www.misionmoderna.com, España

La familia que practica la hospitalidad de abrir una célula en su casa, transforma su casa y sus entornos. Un día un líder plantó una célula en una casa que era un punto de venta de drogas en la ciudad porque uno de los integrantes de esa casa se convirtió. Pasaron cosas increíbles en esa célula. Una vez estaba realizando la célula y apareció la policía con una redada y se lo llevó. Tuve que ir a comisaría a mediar por el y explicar. Pero esa casa con el tiempo terminó convirtiéndose entera al Señor y nunca más se vendió droga ahí. La célula deshizo un punto de venta de droga.

En otra ocasión un líder estableció una célula en un lugar llamado Playa Blanca que tenía un solo edificio que se había convertido en un fumadero de drogadictos, los drogadictos no solo iban ahí a comprar droga sino a consumirla. En ese edificio vivían hasta familias con niños que sus padres eran consumidores. El líder para llegar a la casa del edificio donde se realizaba la célula, tenía que esquivar drogadictos pinchándose, jeringuillas y toda clase de basura por el suelo. A los dos años de estar la célula ahí y de traer muchas personas a Cristo, el edificio fue demolido por una orden judicial. Una célula en tan solo dos años, derribó un edificio marginal de años de existencia.

Nosotros hemos aprendido que las células no solo son un lugar donde se puede predicar la palabra de Dios y alcanzar esa familia y edificio para Cristo, sino que es una toma territorial y espiritual de la zona donde se establecen. Nosotros hemos visto la transformación de barrios enteros cuando se asientan las células allí. Tenemos que entender que los demonios se establecen territorialmente, toman zonas o lugares concretos, lo sabemos no solo porque la Palabra del Señor lo enseña (Daniel 10:13; Marcos 3:27) sino por la concentración de pecados concretos en un lugar o zona más que en otras. Hay lugares donde los demonios están más concentrados en adicciones, o lugares donde hay más problemas sexuales, etc. Lo cierto es que cuando una célula se establece en un lugar, el lugar no solo empieza a ser transformado por el poder del evangelio, sino por la presencia de la iglesia a través de la célula en ese lugar.

Me vienen a la mente un barrio concreto en nuestra zona, donde se concentraba toda la marginación de la ciudad. Nosotros comenzamos a establecer células en ese barrio a tal grado que ese barrio se convirtió en el barrio donde más células se establecieron. Esa en tan solo 10 años a logrado que ese barrio pase de ser la zona más peligrosa y marginal de la ciudad a ser la zona comercial mas cotizada, en una de sus principales calles. Hoy ya nos se habla de ese barrio como un barrio marginal.

Establecer una célula en un determinado lugar no solo es un punto de evangelización, es una toma territorial del lugar, porque hace que los demonios salgan huyendo sí la célula resiste. “Santiago 4:7 Someteos, pues, a Dios; resistid al diablo, y huirá de vosotros”.

Bendiciones de lo Alto

P. Ángel Manuel Hernández Gutiérrez

Misión Cristiana Moderna