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Better Together

By Stephen Daigle, College and Young Adult Pastor at Celebration Church, www.celebrationchurch.org

I am a pastor at a church with multiple campuses, which means that we have many pastors on our staff. Each pastor has a specific campus or ‘area’ to oversee and manage. Just recently, one of our pastors was diagnosed with an illness that has required him to take precautions and be around people less. Because this particular pastor is passionate about his God-given calling and desirous of pastoring the people God has put Him over,  he has really struggled in this particular season of difficulties.

You would think that due to these circumstances, the church he oversees would experience a decline in attendance and momentum, but the exact opposite has happened. His first week away, there were three baptisms! Cell ministry has not missed a beat and the worship services have continued to thrive. All of the leaders that he spent time raising up are now mobilized and equipped to carry on the ministry during his time away.

This isn’t the first time in the past three years that one of our campuses has been in a situation that has required help from fellow pastors on our staff. Because our ministry operates with a ‘We’ mindset instead of a ‘Me’ mindset, we have the margin to cover any areas that need to be covered when the need arises. We say that we are one church in multiple locations. The same can be said about cell ministry. The cell church is one church in multiple homes. But have you thought about how prepared your ministry is to carry out the mission in your absence?

Let me ask you a question. What would happen if you were in a situation where you were not able to be physically present nor provide direct oversight to the ministry you are leading? Would services stop? Would cell groups stop meeting or growing? Would the ministry cease to move forward? If you haven’t thought about these questions before, I would encourage you to do so and be proactive at raising up a team that can carry on the mission in your absence.

As stated in a previous blog last week by Aaron Lemuel De La Torre, “there are no Lone Ranger Pastors.” Don’t operate alone. Focus on building up a team that can build the kingdom together and function in the face of adversity. We are better together.

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Portuguese blog:

Melhores juntos

Por Stephen Daigle, pastor auxiliar da Celebration Church, www.celebrationchurch.org

Sou pastor em uma igreja com vários campi, o que significa que temos muitos pastores em nossa equipe. Cada pastor tem um campus específico ou ‘área’ para supervisionar e administrar. Recentemente, um de nossos pastores foi diagnosticado com uma doença que exigia que ele tomasse precauções e ficasse menos perto das pessoas. Porque este pastor em particular é apaixonado por seu chamado dado por Deus e deseja pastorear as pessoas que Deus o colocou, ele realmente tem lutado nesta época particular de dificuldades.

Você poderia pensar que, devido a essas circunstâncias, a igreja que ele supervisiona experimentaria um declínio na frequência e no ritmo, porém aconteceu exatamente o oposto. Em sua primeira semana fora, houve três batismos! O ministério de células não perdeu o ritmo e os serviços de adoração continuaram a prosperar. Todos os líderes que ele passou um tempo levantando agora estão mobilizados e equipados para continuar o ministério durante seu tempo fora.

Esta não é a primeira vez nos últimos três anos que um de nossos campi está em uma situação que exige a ajuda de outros pastores de nossa equipe. Porque nosso ministério opera com uma mentalidade de ‘Nós’ em vez de uma mentalidade de ‘Eu’, temos a margem para cobrir todas as áreas que precisam ser cobertas quando necessário. Dizemos que somos uma igreja em vários locais. O mesmo pode ser dito sobre o ministério de células. A igreja em células é uma igreja em vários lares. Mas você já pensou em como o seu ministério está preparado para cumprir a missão na sua ausência?

Deixe-me fazer uma pergunta. O que aconteceria se você estivesse em uma situação onde não pudesse estar fisicamente presente nem fornecer supervisão direta ao ministério que está liderando? Os cultos parariam? Os grupos de células parariam de se reunir ou crescer? O ministério deixaria de seguir em frente? Se você não pensou sobre essas questões antes, eu o encorajaria a fazê-lo e ser proativo na formação de uma equipe que possa realizar a missão em sua ausência.

Conforme declarado em um blog anterior da semana passada por Aaron Lemuel De La Torre, “não há pastores cavaleiros solitários.” Não opere sozinho. Concentre-se em formar uma equipe que possa construir o reino juntos e atuar diante da adversidade. Nós somos melhores juntos.

Spanish blog:

Juntos somos Mejores

Por Stephen Daigle, pastor asociado de Celebration Church, www.celebrationchurch.org

Soy pastor en una iglesia con múltiples locaciones, lo que significa que tenemos muchos pastores en nuestro personal. Cada pastor tiene una iglesia o “área” específica para supervisar y administrar. Recientemente, a uno de nuestros pastores se le diagnosticó una enfermedad que le obligó a tomar precauciones y estar menos cerca de la gente. Debido a que este pastor en particular es un apasionado del llamado que Dios le ha dado; el desea pastorear a las personas a las que Dios le ha entregado, realmente ha luchado en esta temporada particular de dificultades.

Uno pensaría que, debido a estas circunstancias, la iglesia que él supervisa experimentaría una disminución en la asistencia y el impulso, pero ha sucedido exactamente lo contrario. ¡Su primera semana fuera, hubo tres bautismos! El ministerio celular no ha perdido el ritmo y los servicios de adoración han seguido prosperando. Todos los líderes que pasó tiempo levantando ahora están movilizados y están equipados para llevar a cabo el ministerio durante su tiempo fuera.

Esta no es la primera vez en los últimos tres años que una de nuestras locaciones ha estado en una situación que ha requerido la ayuda de otros pastores de nuestro personal. Debido a que nuestro ministerio opera con una mentalidad de “nosotros” en lugar de una mentalidad de “yo”, tenemos el margen para cubrir cualquier área que deba cubrirse cuando surja la necesidad. Decimos que somos una iglesia en múltiples lugares y lo mismo puede decirse del ministerio celular. La iglesia celular es una iglesia en múltiples hogares. Pero ¿has pensado en lo preparado que está tu ministerio para llevar a cabo la misión en tu ausencia?

Permíteme hacerte una pregunta. ¿Qué pasaría si te encontraras en una situación en la que no pudieras estar físicamente presente ni supervisar directamente el ministerio que diriges? ¿Se detendrían los servicios? ¿Dejarían de reunirse o crecer los grupos celulares? ¿Dejaría de avanzar el ministerio? Si no has pensado en estas preguntas antes, te animo a que lo hagas y seas proactivo para formar un equipo que pueda llevar a cabo la misión en tu ausencia.

Como se dijo en un blog anterior de la semana pasada de Aaron Lemuel De La Torre, “no hay Pastores que son Llaneros Solitarios”. No trabajes solo. Concéntrate en formar un equipo que pueda construir el reino juntos y funcionar frente a la adversidad. Juntos somos mejores.

God’s Work in Developing a Team

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The cell is small enough to unite the members for evangelism and the formation of new disciples of Jesus. This common purpose gives a sense of unity and mutual vision to the members. Sometimes roles such as leader, host, secretary, treasurer, etc. are assigned within the cell. That is one way to assign each member a task so that they feel part of the effort. But, those designations can also be  artificial or, at least, arbitrary.

A better way is to assign responsibilities to the members is according to the gifts and abilities the Lord has given each member. The Scriptures state that every believer has received the grace of the Holy Spirit to play a role within the body of Christ.

That grace can be very diverse and manifest in unusual ways. Remember that in God’s work, everything is useful. God might use someone with a supernatural gift, ability for music, an artistic gift, some mechanical skill, an academic ability, command of a language, or any other gift/talent that he has given. Remember that all of these  serve the great task of attracting others to Jesus and helping people to be his imitators. The coordination of the team is carried out through the Holy Spirit, who distributes to each one according to his will, and the willingness of each person to put the talent they have received at the service of the Lord.

As each person surrenders to Jesus, the team will come together to make disciples who make disciples.

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Portuguese blog:

A Obra de Deus no Desenvolvimento de uma Equipe

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A célula é pequena o suficiente para unir os membros para a evangelização e a formação de novos discípulos de Jesus. Este propósito comum dá um senso de unidade e visão mútua aos membros. Às vezes, funções como líder, anfitrião, secretário, tesoureiro, etc. são atribuídas dentro da célula. Essa é uma maneira de designar uma tarefa a cada membro para que se sintam parte do esforço. Mas, essas designações também podem ser artificiais ou, pelo menos, arbitrárias.

A melhor maneira de atribuir responsabilidades aos membros é de acordo com os dons e habilidades que o Senhor deu a cada membro. As Escrituras afirmam que todo crente recebeu a graça do Espírito Santo para desempenhar um papel no corpo de Cristo.

Essa graça pode ser muito diversa e se manifestar de maneiras incomuns. Lembre-se de que na obra de Deus tudo é útil. Deus pode usar alguém com um dom sobrenatural, habilidade para música, um dom artístico, alguma habilidade mecânica, uma habilidade acadêmica, domínio de um idioma ou qualquer outro dom/talento que ele tenha dado. Lembre-se de que tudo isso serve à grande tarefa de atrair outros a Jesus e ajudar as pessoas a serem seus imitadores. A coordenação da equipa é efetuada por meio do Espírito Santo, que distribui a cada um segundo a sua vontade e vontade de cada um colocar o talento que recebeu a serviço do Senhor.

À medida que cada pessoa se entrega a Jesus, a equipe se reunirá para fazer discípulos que fazem discípulos.

Spanish blog:

La unidad del equipo en la célula

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La célula es una reunión pequeña que tiene como objeto sumar los esfuerzos de sus miembros para la evangelización y formación de nuevos discípulos de Jesús. Ese propósito común le da un sentido de unidad y de esfuerzo mutuo a sus miembros. Algunas veces se asigna dentro de la célula roles tales como el de líder, anfitrión, secretario, tesorero, etc. Esa es una manera de asignar a cada miembro una tarea a fin de que se sientan parte del esfuerzo. Pero, esas designaciones pueden resultar artificiales o, al menos, arbitrarias.

Una mejor manera es asignar responsabilidades de acuerdo con los dones y habilidades que el Señor ha dado a cada miembro. Las Escrituras establecen que cada creyente ha recibido la gracia del Espíritu Santo para desempeñar un rol dentro del cuerpo de Cristo. Esa gracia puede ser muy variada y manifestarse en maneras poco usuales. En la obra de Dios todo es útil. Puede ser un don sobrenatural, una habilidad para la música, un don artístico, alguna habilidad motora, una capacidad académica, el manejo de un idioma, todo sirve para la gran tarea de atraer a otros a Jesús y ayudarles a ser sus imitadores. La coordinación del equipo se realiza por medio del Espíritu Santo, que reparte a cada uno según su voluntad, y la disposición de cada persona de poner al servicio del Señor el talento que ha recibido. En la rendición de cada persona se encuentra la clave para un equipo celular efectivo.

From Leader to Disciple-maker

By Joel Comiskey, check out Joel’s latest book, Living in Victory

A young man, eager to climb into the driver’s seat of his organization, went into the old man’s office and said, “Sir, as you know, I’ve been appointed by the board to succeed you as president of the bank, and I’d be very grateful for any counsel and help that you could give to me.”

The old man said, “Son, sit down. I have two words of counsel for you. Two words.” “What are they?” asked the young executive. “Right Decisions,” said the boss. The young man thought a moment and said, “Sir, that’s very helpful, but how does one go about making those right decisions?” The old man responded, “One word: Experience.” “Thank you, sir,” said the young man. “I’m sure that will be helpful. But really sir, how does one go about gaining experience?” The old man smiled and said, “Two words: Wrong Decisions.”  

People grow through stepping out, failing, and stepping out again.

Most know that famous American inventor, Thomas Edison, invented the light bulb. What a lot of people don’t know is that he tried over 2,000 experiments before he got it to work. A young reporter asked him how it felt to fail so many times. He said, “I never failed once. I invented the light bulb. It just happened to be a 2,000-step process.

Becoming a disciple of Jesus requires learning through experience. So what does this have to do with team leadership in the cell group? It means that the more we can give people a chance to minister in the cell, the more they are going to grow.

In my own cell, we have had eight people on the leadership team (we recently multiplied into two cells). All of us rotated in doing each part of the cell: icebreaker, worship, lesson, and prayer.

Many think that only the “leader” should lead the lesson time. I’ve come to believe that the lesson should be so simple that everyone on the team should take their part leading it. At our church, Nuevo Amanecer, all the groups follow three easy questions based on the text used in the pastor’s sermon:

  1. What does the passage say?
  2. What is the passage saying to me?
  3. How can I apply this passage in my life in the following week?

Before people answer each question, we read the passage and then ask everyone to take a moment of silence. 

With this method, we’ve been able to encourage many people who never thought they could lead a small group lesson to do so with confidence and boldness. This method is simple and helps everyone to focus on transformation rather than information.

Icebreaker, worship, and prayer/ministry time are also great opportunities to get people involved.

Remember the goal is to make disciples who make disciples. When members are asked to mainly listen to the leader, they will not have the chance to exercise their muscles and become the priesthood of all believers.

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Portuguese blog:

De líder a Fazedor de Discípulo

Por Joel Comiskey

Um jovem, ansioso para subir ao assento do motorista de sua organização, foi ao escritório do velho e disse: “Senhor, como você sabe, fui nomeado pelo conselho para sucedê-lo como presidente do banco, e eu ficaria muito grato por qualquer conselho e ajuda que você pudesse me dar.”

O velho disse: “Filho, sente-se. Tenho duas palavras de conselho para você. Duas palavras.” “Quais são elas?” perguntou o jovem executivo. “Decisões certas”, disse o chefe. O jovem pensou por um momento e disse: “Senhor, isso é muito útil, mas como alguém faz para tomar as decisões certas?” O velho respondeu: “Uma palavra: Experiência”. “Obrigado, senhor”, disse o jovem. “Tenho certeza de que será útil. Mas, sério, senhor, como se faz para ganhar experiência?” O velho sorriu e disse: “Duas palavras: decisões erradas”.

As pessoas crescem se lançando, fracassando e se lançando novamente.

A maioria sabe que o famoso inventor americano, Thomas Edison, inventou a lâmpada. O que muitas pessoas não sabemos é que ele tentou mais de 2.000 experimentos antes de fazer funcionar. Um jovem repórter perguntou-lhe como era falhar tantas vezes. Ele disse: “Nunca falhei nenhuma vez. Eu inventei a lâmpada. Aconteceu que era um processo de 2.000 etapas.

Para se tornar um discípulo de Jesus, é preciso aprender por meio da experiência. Então, o que isso tem a ver com liderança de equipe na célula? Isso significa que quanto mais dermos às pessoas a chance de ministrar na célula, mais elas crescerão.

Em minha própria célula, tivemos oito pessoas na equipe de liderança (recentemente nos multiplicamos em duas células). Todos nós fizemos o rodízio em realizar cada parte da célula: quebra-gelo, adoração, lição e oração.

Muitos pensam que apenas o “líder” deve liderar o tempo da aula. Acredito que a lição deve ser tão simples que todos na equipe devem participar, liderando-a. Em nossa igreja, Nuevo Amanecer, todos os grupos seguem três perguntas fáceis baseadas no texto usado no sermão do pastor:

1.       O que a passagem diz?

2.       O que a passagem está me dizendo?

3.       Como posso aplicar essa passagem em minha vida na semana seguinte?

Antes de as pessoas responderem a cada pergunta, lemos a passagem e então pedimos a todos que façam um momento de silêncio.

Com este método, temos sido capazes de encorajar muitas pessoas que nunca pensaram que poderiam liderar uma aula em um pequeno grupo a fazer isso com confiança e ousadia. Este método é simples e ajuda todos a se concentrarem na transformação ao invés da informação.

Quebra-gelo, adoração e tempo de oração/ministração também são ótimas oportunidades para envolver as pessoas.

Lembre-se de que o objetivo é fazer discípulos que fazem discípulos. Quando os membros são solicitados a ouvir principalmente o líder, eles não terão a chance de exercitar seus músculos e se tornar o sacerdócio de todos os crentes.

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De líder a hacedor de discípulos 

Por Joel Comiskey 

Un joven, ansioso por ocupar el asiento del conductor de su organización, entró en la oficina del anciano y dijo: “Señor, como usted sabe, fui designado por la junta para sucederlo como presidente del banco, y yo estaría muy agradecido por cualquier consejo y ayuda que pudiera brindarme “. 

El anciano dijo: “Hijo, siéntate. Tengo dos palabras de consejo para ti. Dos palabras.” “¿Cuáles son?” preguntó el joven ejecutivo. “Decisiones correctas”, dijo el jefe. El joven pensó un momento y dijo: “Señor, eso es muy útil, pero ¿cómo se toman las decisiones correctas?” El anciano respondió: “Una palabra: experiencia”. “Gracias, señor”, dijo el joven. “Estoy seguro de que será útil. Pero realmente señor, ¿cómo se hace para adquirir experiencia? El anciano sonrió y dijo: “Dos palabras: decisiones equivocadas”. 

La gente crece intentando, fallando e intentándolo de nuevo. 

La mayoría sabe que el famoso inventor estadounidense, Thomas Edison, inventó la bombilla. Lo que mucha gente no sabe es que intentó más de 2000 experimentos antes de que funcionara. Un joven reportero le preguntó cómo se sentía fallar tantas veces. Dijo: “Nunca fallé ni una vez. Inventé la bombilla. Simplemente resultó ser un proceso de 2000 pasos. 

Convertirse en discípulo de Jesús requiere aprender a través de la experiencia. Entonces, ¿qué tiene esto que ver con el liderazgo del equipo en el grupo celular? Significa que cuanto más le podamos dar a las personas la oportunidad de ministrar en la célula, más crecerán.  

En mi propia célula, hemos tenido ocho personas en el equipo de liderazgo (recientemente nos multiplicamos en dos células). Todos rotamos para cumplir con cada privilegio de la célula: rompehielos, adoración, enseñanza y oración. 

Muchos piensan que solo el “líder” debe dirigir la enseñanza. He llegado a creer que la enseñanza debería ser tan sencilla que todos los miembros de la célula deberían participar en su liderazgo. En nuestra iglesia, Nuevo Amanecer, todas las células siguen tres preguntas, muy sencillas, basadas en el texto usado en la predicación del pastor: 

  1. ¿Qué dice el pasaje? 
  2. ¿Qué me dice el pasaje? 
  3. ¿Cómo puedo aplicar este pasaje en mi vida la semana siguiente? 

Antes de que la gente responda cada pregunta, leemos el pasaje y luego les pedimos a todos que tomen un momento de silencio. 

Con este método, hemos podido alentar a muchas personas que nunca pensaron que podrían dirigir una enseñanza celular a que lo hagan con confianza y audacia. Este método es simple y ayuda a todos a concentrarse en la transformación en lugar de en la información. 

El tiempo para romper el hielo, la adoración y la oración / ministrar también son excelentes oportunidades para involucrar a las personas. 

Recuerda que la meta es hacer discípulos que hagan discípulos. Cuando se les pide a los miembros que escuchen principalmente al líder, no tendrán la oportunidad de ejercitar sus músculos y convertirse en el sacerdocio de todos los creyentes. 

The importance of the coaching team

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Coaches are critical in cell ministry. While pastors can visit leaders in their cells from time to time, coaches are constantly with them. They are there to encourage, challenge, train and accompany them in the work of making new disciples. In the case of the absence or illness of a leader, they assume the responsibility of caring for the cell. They are also responsible for identifying new hosts and potential leaders.

In the case of Elim Church, the coaches also have the responsibility of organizing the transportation of some people to the celebrations. They usually do this by renting buses to transport members and guests. For these reasons, it is not surprising that zone pastor candidates are selected from among coaches. They come from the natural reservoir of workers specialized in the task of multiplication and cell discipleship. Hence the importance of developing a good team of coaches. Pastor Cho expressed that “Coaches are the key to effective cell ministry.” Churches should keep this in mind.

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A importância da equipe de Supervisores

Mario Vega, www.elim.org.sv

Os Supervisores são absolutamente fundamentais para o Ministério em Células. Os Pastores até podem visitar os líderes em suas células de vez em quando, mas os supervisores estão constantemente com seus líderes de células. São os supervisores que os encorajam, desafiam, treinam e acompanham na tarefa de fazer novos discípulos. Sempre que há uma falta ou um líder adoece, eles assumem a responsabilidade do cuidado da célula. Eles também são responsáveis por identificar novos anfitriões e líderes em potencial.

Na Igreja Elim, os Supervisores também têm a responsabilidade de organizar o transporte de algumas pessoas para as celebrações. Eles normalmente fazem isso alugando ônibus para transportar membros da igreja e convidados. Exatamente por estas razões, não é nenhuma surpresa o fato de que os candidatos a Pastores de Área são selecionados a partir do grupo de Supervisores. Eles vem de um reservatório natural de servos especializados na tarefa de multiplicar e de discipular através das células. Esta é a razão da importância de se desenvolver uma boa equipe de Supervisores. O Pastor Cho certa vez declarou: “Os Supervisores são a chave para um ministério em células eficaz”. As igrejas realmente precisam pensar sobre isso.

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La importancia del equipo de supervisores

Mario Vega, www.elim.org.sv

Los supervisores son clave en el trabajo celular. Mientras que los pastores pueden visitar a los líderes en sus células cada cierto tiempo, los supervisores se encuentran permanentemente con ellos. Están allí para animarlos, desafiarlos, entrenarlos y acompañarlos en su tarea de hacer nuevos discípulos. En el caso de ausencia o enfermedad de un líder, ellos asumen la responsabilidad de atender la célula. También son los responsables de identificar nuevos anfitriones y candidatos a líderes.

En el caso de la iglesia Elim, los supervisores también tienen la responsabilidad de organizar el traslado de las personas a las celebraciones. Normalmente lo hacen rentando autobuses para transportar a los miembros e invitados. Por estas razones, no es de extrañar que los candidatos a pastores de zona sean seleccionados de entre los supervisores. Ellos son la reserva natural de obreros especializados en la tarea de la multiplicación y el discipulado celular. De ahí la importancia de desarrollar un buen equipo de supervisores. El pastor Cho expresó que «la clave del trabajo celular son los supervisores». Un gran principio que se debe tener en cuenta para un trabajo efectivo.

Authentic Team Coaching

By Andrew Kirk, Director of Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Social Media – @G2gMandate

Certain skill sets are needed to develop a team of coaches. This might mean the first step is to evaluate yourself and work on the principles needed to do this. Developing a team is developing people, and people get hurt if we are not adequately prepared to invest time with them. So let’s look at some principles.

Communicate well.  Excellent communication develops trust with your coaches. Communication is about vision and strategy, but also your underlying leadership values. It will mean being in touch with your coaches and communicating with understanding while also being vulnerable about your own life. Communication with passion and empathy connects with your team as people, not just as coaches.

Be available. Your team must know they can approach you. Having set times to meet as a team, and as individuals, will develop trust when you listen as well as when you speak into their lives.

Be reliable. Your coaches need you to be dependable and consistent in every area. They need to know you will press ahead, treating people equally. The key is consistency. Yes, you will have different relationships with different people, but the key is to treat everyone with respect.

Trust enough to delegate. This is huge for many Pastors. The church is their “baby.” The cells are their “vision and offspring.” But recognizing the gifts of your coaching teams and trusting them to coach their cell leaders without constant “interference” is extremely important. It is allowing them to make mistakes along the way. Remember that you made plenty of them!

Understand coaching. You are a coach to the coaches. If you have never coached a cell leader, you are in danger of trying to lead others who understand more than you. If you have been where they are, you gain respect and credibility. You can cheer them on and encourage with the words “been there, done it, I am with you!”

Be creative. Be the person that can lead a team through challenges and problems because you think outside the box. When your team gets stuck, you can help them get unstuck. When they meet a problem, you can help them get through it.

The goal is to glorify Jesus Christ by making disciples who make disciples. As we pour into our team members, they will in turn pass on what they have learned to each other and to their own teams. In this way, the cells will continue to bear fruit for God’s glory.

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Uma supervisão autêntica

Andrew Kirk, Diretor do programa Generation 2 generation, Website – www.G2gMandate.org, Mídia Social – @G2gMandate

Há um conjunto de características e habilidades necessárias para desenvolver uma equipe de supervisores. Isso significa que os primeiros passos possivelmente sejam uma autoavaliação e trabalho nos princípios necessários para esta tarefa. Desenvolver uma equipe é desenvolver pessoas e as pessoas se machucam se não estivermos bem preparados para investir tempo nelas. Portanto, vamos pensar sobre alguns destes princípios.

Comunique-se bem. Uma comunicação de excelência traz confiança aos seus supervisores. Comunicação tem a ver com visão e estratégia, mas também com os valores de liderança que você traz. Isso significa que será necessário estar em contato com seus supervisores e comunicar-se com assertividade, mantendo-se aberto sobre sua própria vida. A comunicação aliada à paixão e à empatia permite a conexão com a sua equipe enquanto pessoas, não somente supervisores.

Esteja disponível. Sua equipe precisa saber que podem entrar em contato com você. Uma agenda definida para encontros em grupo e individualmente ajudará a estabelecer confiança quando você estiver ouvindo tanto quando estiver ministrando em suas vidas.

Seja confiável. Seus supervisores precisam que você seja confiável e consistente em todas as áreas. Eles precisam saber que você vai prosseguir, tratando todos da mesma maneira. A chave é a consistência. Sim, você terá relacionamentos diferentes com diversas pessoas, mas a chave é tratar todos com respeito.

Confie o suficiente para delegar. Isso é muito difícil para muitos pastores. A igreja é como se fosse “seu bebê”. As células são como “sua visão e seu legado”. Mas o reconhecimento dos dons em suas equipes de supervisores e a confiança depositada neles para que supervisionem sem sua constante “interferência” é algo muito importante. É a permissão para que cometam erros ao longo da caminhada. Lembre-se que você cometeu muitos erros também.

Entenda o processo de supervisão. Você é o supervisor dos supervisores. Se você nunca supervisionou um líder de célula, você corre o risco de tentar liderar pessoas que entendem mais do que você sobre este assunto. Se você já esteve em seus papéis, você ganha respeito e credibilidade. Você pode animá-los e encorajá-los com coisas do tipo “já passei por isso, estamos juntos!” .

Seja criativo. Seja a pessoa que consegue liderar uma equipe em meio a desafios e problemas porque consegue pensar “fora da caixa”. Quando sua equipe emperrar, você poderá ajuda-los a continuar a caminhada. Quando encontrarem um problema, você poderá ajuda-los a superar as dificuldades.

O objetivo é trazer glória a Jesus Cristo através da missão de fazer discípulos que fazem discípulos. À medida que nos derramamos sobre a vida de cada pessoa em nossa equipe, eles por sua vez, passarão adiante o que têm aprendido. Desta forma, as células continuarão a frutificar para a glória de Deus.

Spanish blog:

Por Andrew Kirk, Director de Generación 2, Sitio web – www.G2gMandate.org, Redes sociales – @ G2gMandate

Se necesitan ciertos conjuntos de habilidades para desarrollar un equipo de supervisores. Esto podría significar que el primer paso es evaluarse a sí mismo y trabajar en los principios necesarios para hacerlo. Desarrollar un equipo es desarrollar personas, y las personas se lastiman si no estamos adecuadamente preparados para invertir tiempo con ellos. Así que veamos algunos principios.

Comunicarse bien. La excelente comunicación genera confianza con tus supervisores. La comunicación tiene que ver con la visión y la estrategia, pero también con los valores de liderazgo subyacentes. Significará estar en contacto con tus supervisores, comunicarte con comprensión al mismo tiempo que ser vulnerable acerca con tu vida. La comunicación con pasión y empatía conecta con tu equipo como personas, no solo como supervisores.

Estar disponible. Tu equipo debe saber que pueden acercarse a ti. Habiendo establecido horarios para reunirse como equipo y como individuos, desarrollarás la confianza tanto cuando escuches como cuando hables a sus vidas.

Ser confiable. Tus supervisores necesitan que seas confiable y consistente en todas las áreas. Necesitan saber que tu seguirás adelante, tratando a las personas por igual. La clave es la coherencia. Sí, tendrás diferentes relaciones con diferentes personas, pero la clave es tratar a todos con respeto.

Confía lo suficiente para delegar. Esto es muy grande para muchos pastores, pues ven a la iglesia como su “bebé”. Las células son su “visión y su descendencia”. Pero reconocer los dones de sus equipos de supervisores y confiar en ellos para entrenar a sus líderes celulares sin una constante “interferencia” es extremadamente importante. Les permites cometer errores en el camino. ¡Recuerda que tu cometiste muchos de ellos!

Entiende la supervision. Tu supervisas a los supervisores. Si nunca has supervisado a un líder celular, corres el peligro de tratar de guiar a otros que entienden más que tu. Si has estado donde están, ganas respeto y credibilidad. Puedes ayudarlos y animarlos con las palabras “¡he estado allí, lo he hecho, estoy contigo!”

Ser creativo. Se la persona que pueda liderar un equipo a través de desafíos y problemas porque piensa fuera de la caja. Cuando tu equipo se atasque, puedes ayudarlos a seguir. Cuando se encuentran con un problema, tu puedes ayudarlos a superarlo.

El objetivo es glorificar a Jesucristo haciendo discípulos que hagan discípulos. A medida que nos volcamos a los miembros de nuestro equipo, ellos a su vez transmitirán lo que han aprendido entre ellos y a sus propios equipos. De esta forma, las células seguirán dando frutos para la gloria de Dios.