Stimulus for Hosts

By Mario Vega, www.elim.org.sv

The annual cell conference has been held in our congregation for a couple of decades. The conference is held in July and lasts one week, Monday through Friday. Its purpose is to refine the details of cell ministry, encourage the leaders, and establish specific emphasis for the entire congregation.

Since the conference began, it has become a long-awaited activity which all members want to attend. Our problem is that the entire congregation cannot be received in our auditorium, which only has 5,000 chairs. For this reason, from the beginning, attending the conference was a privilege limited to people committed to cell work.

As people committed to leaders, we understood we must include the hosts. We do not see the hosts as passive people who only provide space in their homes but as essential members of God’s work through cell ministry. Although attending a conference may seem simple, in our case, it is a privilege many wish to have. But only the people involved reach it. It is a simple way to prioritize those who open their homes to receive the Church.

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Portuguese Blog:

Estímulo para os anfitriões
Mario Vega, www.celulas.org.sv

Há cerca de duas décadas a nossa congregação promove uma Conferência Anual das Células. A programação acontece em julho durante uma semana, de segunda à sexta. O objetivo é refinar os detalhes do ministério em células, encorajar os líderes e estabelecer ênfases específicas para toda a congregação. 

Desde que a programação iniciou, ela tornou-se uma atividade muito aguardada e todos os membros desejam participar. Nosso problema é que a congregação não cabe em nosso auditório, que tem somente 5.000 cadeiras. Por este motivo, desde o início, assistir a conferência tem sido um privilégio para as pessoas que estão comprometidas com o trabalho das células.

Somos pessoas comprometidas com a liderança e por esta razão entendemos que era necessário incluir os anfitriões. Nós não vemos os anfitriões como pessoas passivas que apenas disponibilizam o espaço em suas casas, mas são membros essenciais do trabalho que Deus tem realizado através do ministério em células. Assistir à conferência pode parecer algo simples, mas em nosso caso é realmente um privilégio que muitos gostariam de ter. Entretanto, somente as pessoas envolvidas alcançam este privilégio. Esta é uma maneira simples de priorizar aqueles que abrem suas casas para receber a igreja.

Spanish blog:

Estímulo para los anfitriones
por Mario Vega, www.elim.org.sv

Desde hace un par de décadas se realiza en nuestra congregación la conferencia celular anual. Esta se realiza en el mes de julio y tiene una duración de una semana, de lunes a viernes. Su propósito es el de afinar los detalles del trabajo celular, animar a las personas involucradas en el trabajo y establecer énfasis específicos para toda la congregación.

Desde que se inició la conferencia ha resultado ser una actividad muy esperada y a la cual todos los miembros desean asistir. Nuestro problema es que toda la congregación no puede ser recibida en nuestro auditorio, pues solo cuenta con 5,000 sillas. Por ese motivo, desde el principio, la asistencia a la conferencia fue un privilegio que se limitó a las personas comprometidas con el trabajo celular.

Entendíamos como personas comprometidas a los líderes, supervisores, anfitriones y pastores. El incluir a los anfitriones fue importante porque, de esa manera, se les hace sentir que son parte del esfuerzo. No son vistos como personas pasivas que solo brindan el espacio en sus hogares, sino como miembros esenciales para que el trabajo sea posible. Aunque la asistencia a una conferencia pueda parecer algo sencillo, en nuestro caso, es un privilegio que muchos desean tener. Pero solo las personas involucradas lo alcanzan. Es una manera sencilla de privilegiar a quienes abren sus casas para recibir a la iglesia.

Latin American Hosts

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Latin American culture is more open than most first-world countries. Individualism exists, but it is not the general norm. Latin Americans are always open to talking and sharing their lives, even with people they have just met. The level of income that the person possesses also determines their customs when relating to others.

In the poor sectors, the houses are tiny, and it is customary that, being in them, people keep the door open. The street becomes a space of community coexistence. Children and young people socialize outside while their parents see them from home. The open door is an invitation to enter. Any neighbor can start a conversation from the street with the person inside their house. Typically, the person outside is invited to come into the house. But if the person took the initiative to enter, it would not be frowned upon either, as long as it is a known neighbor.

Inside the house, there are limitations. People may feel free to enter a house but not go beyond the living room. Only if the host indicates it can the person pass to the dining room. The rooms are respected, and on infrequent occasions, visitors enter them.

In middle-class neighborhoods, the neighbors interact less. They can greet each other on the street or meet somewhere, but they close the door after themselves when they get home. People are invited home only for certain social meetings, which occur infrequently during the year. In affluent neighborhoods, individualism is very strong. The houses remain closed, and, often, the neighborhoods too. Only those who reside in the neighborhood can enter. Usually, people do not interact with their neighbors whom they often do not know.

Popular neighborhoods are fertile land for cell work. This does not mean cells cannot be opened in middle or upper-class neighborhoods, but the multiplication rhythm will be much slower. As in the past 2000 years of Christian history, the Gospel today finds its best reception in the poor and marginalized sectors.

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Portuguese blog:

Anfitriões latino-americanos
Mario Vega, www.elim.org.sv

A cultura latino-americana é mais aberta do que a da maioria dos países do primeiro mundo. O individualismo existe, mas não é o padrão de comportamento. Os latino-americanos estão sempre dispostos a conversar e a compartilhar o que acontece em suas vidas, mesmo com pessoas que acabaram de conhecer. O nível de rendimentos das pessoas também determina seu modo de se relacionar com outras pessoas.

Nas áreas mais pobres, as casas são pequenas e um dos costumes relacionados com isso é de que quando as pessoas estão em casa, elas mantêm as portas abertas. A rua passa a ser um espaço de coexistência comunitária. As crianças e os jovens se socializam do lado de fora das casas, observados pelos seus pais que estão dentro de casa. A porta aberta é um convite a entrar. Qualquer vizinho pode começar uma conversa da rua com alguém que esteja dentro de casa. Nestes casos, normalmente a pessoa é convidada a entrar na casa. Ainda que a iniciativa tenha sido do visitante, isso não seria visto de uma forma errada, contanto que seja um vizinho conhecido da família da casa. 

Uma vez dentro de casa, há limites a respeitar. As pessoas podem se sentir à vontade para entrar na casa, mas não para ir além da sala de estar. O visitante só poderá se dirigir à sala de jantar se o anfitrião fizer o convite. Os quartos são respeitados e é incomum que os visitantes entrem ali.

Nos bairros da classe média, os vizinhos interagem menos. Eles podem se cumprimentar na rua ou até se encontrar em algum outro lugar, mas fecham a porta ao entrarem em casa. As pessoas são convidadas a visitar as casas apenas em determinados encontros sociais, que ocorrem sem muita frequência ao longo do ano. Nas vizinhanças mais ricas, o individualismo é muito forte. As casas permanecem fechadas e muitas vezes a própria vizinhança também. Somente os residentes naquela vizinhança podem entrar no local. As pessoas normalmente não interagem com os vizinhos, que normalmente também não são conhecidos.

Os bairros mais populares são um solo fértil para o trabalho das células. Isso não significa que as células não podem ser abertas em bairros de classe média ou alta, mas o ritmo da multiplicação será bem mais lento. Assim como nos últimos 2000 anos na história do Cristianismo, o Evangelho encontra sua melhor receptividade entre os setores mais pobres e marginalizados.

Spanish blog:

Los anfitriones latinoamericanos
por Mario Vega, www.elim.org.sv

La cultura latinoamericana es más abierta que la de los países del Primer Mundo. El individualismo existe, pero no es la norma general. Los latinoamericanos poseen una apertura a conversar todo el tiempo, a compartir sus vidas incluso con personas a las que apenas acaban de conocer. El nivel de ingresos que la persona posea también determina sus costumbres al relacionarse con los demás.

En los sectores pobres, las casas son pequeñas y es costumbre que al estar en ellas las personas mantienen la puerta abierta. La calle se convierte en un espacio de convivencia comunitaria. Los niños y jóvenes del barrio socializan afuera mientras sus padres ven desde casa. La puerta abierta es una invitación a pasar. Cualquier vecino puede entablar una conversación desde la calle con la persona que se encuentra dentro de su casa. Normalmente quien se encuentra afuera es invitado a pasar adelante. Pero si la persona tomara la iniciativa de entrar tampoco sería mal visto, siempre y cuando se trate de un vecino conocido.

Dentro de la casa sí hay limitaciones. Las personas pueden sentirse libres de entrar a una casa, pero no irán más allá de la sala. Solo si el anfitrión se lo indica la persona puede pasar al comedor. Las habitaciones son respetadas y en muy raras ocasiones los visitantes entran en ellas.

En los vecindarios de clase media los vecinos interactúan menos. Pueden saludarse en la calle o al encontrarse en algún lugar, pero al llegar a casa, cierran la puerta tras sí. Es solo para ciertas reuniones sociales que las personas son invitadas a casa, lo cual, ocurre pocas veces en el año. En los barrios ricos el individualismo es total. Las casas permanecen cerradas y, con frecuencia, los mismos vecindarios. Solo quienes residen en el barrio pueden ingresar. Normalmente las personas no interactúan con sus vecinos a quienes muchas veces no conocen.

Los barrios populares son tierra fértil para el trabajo celular. Esto no significa que no se puedan abrir células en los vecindarios de clase media o alta, pero sí hay que tener en cuenta que el ritmo de multiplicación será bastante más lento. Como en los pasados 2000 años de historia del cristianismo, el evangelio encuentra hoy su mejor acogida en los sectores pobres y marginados.

Hospitality: An Expression of Spirituality

By Mario Vega, www.elim.org.sv

In the Mesopotamian world, hospitality was considered a sacred duty. The key hospitality components included receiving, attending, feeding, hosting, and protecting every traveler, even when a stranger. After eating together, the host and the traveler developed close bonds of friendship, which was passed from father to son.

In the Greco-Roman world of the New Testament, hospitality was considered a religious duty and, in a way, persists until now in some Arab customs. The Hebrews adopted that robust social code as an act of justice, which Christians then inherited. Hosting travelers was considered a characteristic of spirituality (1 Timothy 3: 2; Tito 1: 8).

The Old and the New Testament contain various stories that illustrate the benevolent way travelers were received. Hospitality continued even when population growth and travel frequency led to the opening of more and more inns. Thus, hospitality was entrenched as a practice that expressed the goodness and reception of God through his children. God’s paternal and benign character becomes visible to the world in hospitality that Christians can show today.

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Portuguese Blog:

Hospitalidade: Uma expressão de Espiritualidade

Mario Vega, www.elim.org.sv

No mundo da Mesopotâmia, a hospitalidade era considerada uma tarefa sagrada. Os componentes chave da hospitalidade incluíam receber, dar atenção, alimentar, abrigar e proteger cada viajante, mesmo os desconhecidos. Após comerem juntos, o anfitrião e o viajante desenvolviam laços de amizade, que eram passados de pai para filho.

No mundo Greco-Romano da época do Novo Testamento, a hospitalidade era considerada uma tarefa religiosa, e, de alguma forma isso persiste até hoje em alguns costumes árabes. Os Hebreus entendiam que seguir um código social de conduta forte era um ato de justiça e isso foi herdado pelos cristãos. Abrigar viajantes era considerada uma característica de espiritualidade (1 Timóteo 3:2; Tito 1:8)

Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento contêm diversas histórias que ilustram a forma benevolente com que os viajantes eram recebidos. A hospitalidade continuou mesmo quando o crescimento da população e a frequência das viagens levou à abertura de mais estalagens. Portanto, a hospitalidade foi fortalecida com uma prática que expressava a bondade e o acolhimento de Deus através de seus filhos. O caráter paternal e bondoso de Deus se torna visível ao mundo na hospitalidade que os cristãos demonstram hoje.

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La hospitalidad como expresión de espiritualidad
por Mario Vega, www.elim.org.sv

En el mundo mesopotámico la hospitalidad era considerada un deber sagrado. Los componentes principales de la hospitalidad incluían el recibir, atender, alimentar, alojar y proteger a todo viajero, aun cuando fuera un desconocido. Después de comer juntos el anfitrión y el viajero quedaban atados por los más fuertes lazos de amistad y, esa amistad, pasaba de padre a hijo.

En el mundo greco-romano del Nuevo Testamento la hospitalidad era considerada un deber religioso y, en cierta forma, persiste hasta el presente en algunas costumbres árabes. Ese código social muy fuerte fue adoptado por los hebreos como un acto de justicia y, luego, fue heredado por los cristianos. Hospedar a los viajeros se consideraba una característica de la espiritualidad (1 Timoteo 3:2; Tito 1:8).

Tanto el Antiguo como el Nuevo Testamento contienen diversos relatos que ilustran la manera tan benevolente con que los viajeros eran recibidos. La hospitalidad continuó incluso cuando el crecimiento de la población y de la frecuencia de los viajes dio paso a la apertura de cada vez más mesones. Así, la hospitalidad quedó muy arraigada como una práctica que expresaba la bondad y la acogida de Dios a través de sus hijos. El carácter paternal y benigno de Dios se hace visible al mundo en la hospitalidad que los cristianos puedan mostrar hoy.

Making Disciples Demands Real-Life Interaction

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Making disciples is a task achieved by modeling one’s life. Jesus’s initial call to his twelve was for them to be with him. The idea was that they could observe the Master’s life through his words, actions, habits, and way of relating to others. His training did not consist of curriculum lessons received in a classroom but of Jesus’s life’s impact on them.

Today, making disciples continues to be achieved by personal modeling. The mentor must open his life so that his disciples can learn. It is real life that presents the training program. Intense interaction between the mentor and disciples is needed. For real-life training to happen, we must go beyond educational meetings in the church building. The intimacy of small meetings in houses is required.

The reason for the cells is to make disciples. Disciple-making is more important than the church’s growth. Without vigorous discipleship, numerical growth is not sustainable. The pandemic made that clear. Therefore, it is essential to return to the houses and return to the task of making disciples. As disciples are made through house-to-house ministry, Jesus will continue to change people worldwide.

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Portuguese Blog:

Fazer discípulos demanda interação na vida real

Mario Vega, www.celulas.org.sv

Fazer discípulos é uma tarefa que demanda modelar a vida das pessoas. O chamado inicial de Jesus aos seus discípulos foi para estar com Ele. A ideia era de que eles pudessem observar a vida do Mestre através de suas palavras, ações, hábitos e de como Ele se relacionava com as pessoas. O treinamento de Jesus não consistia apenas de lições em um currículo, recebidas em uma sala de aula, mas sim do impacto da vida de Jesus sobre cada um deles.

Hoje, fazer discípulos continua sendo algo conseguido pela modelagem individual. O mentor precisa abrir sua vida para que os discípulos possam aprender. O programa de treinamento é apresentado através da vida real. É necessário que haja uma interação intensa entre o mentor e seus discípulos. Para que o treinamento de vida real aconteça precisamos ir além dos encontros didáticos nas dependências da igreja. A intimidade dos pequenos grupos que se encontram nas casas é necessária.

Fazer discípulos é a razão das células existirem. Isso é mais importante do que o crescimento da igreja. Sem um discipulado vigoroso, o crescimento numérico não é sustentável. A pandemia deixou isso muito claro. Portanto, é essencial que voltemos para os encontros nos lares e retomemos a tarefa de fazer discípulos. À medida que os discípulos são formados no ministério de casa em casa, Jesus vai continuar a transformar pessoas em todo o mundo. 

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Las células haciendo discípulos

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

El hacer discípulos es una tarea que se alcanza modelando con la propia vida. El llamado inicial que Jesús hizo a los doce fue para que estuvieran con él. La idea era que pudieran observar la vida del Maestro. Aprender de sus palabras, acciones, hábitos, manera de relacionarse con otros, posturas ante diferentes ideas. Su formación no consistió en un currículo de lecciones para recibirlas en un aula, sino en el impacto que la vida de Jesús hizo en ellos.

En el presente, hacer discípulos continúa siendo una meta que se logra por el modelaje personal. El mentor debe abrir su vida para que sus discípulos puedan aprender. Es la vida real la que presenta el programa de formación. Se necesita de una interacción intensa entre el mentor y sus discípulos. Esto no es posible solo con las grandes reuniones en los edificios de las iglesias, se requiere la intimidad de las reuniones en las casas.

La razón de las células es la de hacer discípulos. Esto es más importante que el iglecrecimiento. Sin un discipulado vigoroso, el crecimiento numérico no es sustentable. La pandemia dejó eso claro. Por tanto, es importante volver a las casas y volver a la tarea de hacer discípulos con mucha responsabilidad. De eso depende, en buena medida, la continuación del cristianismo.

Let’s Renew Our Commitment to Cell and Celebration in 2024

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Many people make the mistake of calling the building where Christians meet a church. But, what the New Testament calls the church is the gathering of the children of God. Wherever Christians gather, there is the church.

The Christian church did not have buildings to meet in its first centuries. Those first centuries were difficult as Christians were persecuted. Furthermore, Christians did not build their temples. They met in the houses. Having buildings for Christian worship was not possible until after 300 AD. At that time, the church began to move away from the New Testament model.

Following the New Testament model, our church also meets in homes. Although not all churches are accustomed to meeting in homes today, we strive to follow the example of the first Christians.

When you envision the New Testament Church, you soon think about how they made the good news of the gospel known. The answer is that they also met publicly to announce the gospel in addition to meeting in homes. In the case of Jerusalem, they met outside the Jewish temple. In Jerusalem, there were large patios where many people could meet. In those same places, Jesus himself taught his disciples.

In many countries worldwide, Christians follow the examples in the New Testament and meet in homes and public places. God is using the two-winged structure to reach a lost world for Jesus. Let’s remember the words of the writer of Hebrews, “And let us consider how we may spur one another on toward love and good deeds, not giving up meeting together, as some are in the habit of doing, but encouraging one another—and all the more as you see the Day approaching” (Hebrews 10:24-25).

From English to Portuguese

Renovemos nosso Compromisso com a Célula e com a Grande Celebração em 2024
Mario Vega, www.elim.org.sv

Muitas pessoas cometem o engano de chamar de Igreja o prédio onde os cristãos se reúnem. O que o Novo Testamento chama de igreja é o ajuntamento dos filhos de Deus. Onde quer que os cristãos estejam reunidos, lá está a Igreja.

Nos primeiros séculos a Igreja Cristã não tinha prédios para se reunir. Os primeiros séculos foram muito difíceis para os cristãos, por causa da perseguição. Além disso, os cristãos não construíam seus templos. Eles se encontravam nas casas. Dispor de prédios para o culto Cristão não foi possível até o ano 300 da era Cristã. Foi nessa época que a igreja começou a se distanciar do modelo do Novo Testamento.

Seguindo o modelo do Novo Testamento, a nossa igreja também se reúne nos lares. Nem todas as igrejas estão acostumadas a reunirem-se nos lares hoje, mas nós lutamos para seguir o exemplo dos primeiros cristãos.

Quando pensamos sobre a Igreja do Novo Testamento, logo pensamos como eles conseguiram tornar conhecidas as boas novas do Evangelho. A resposta é que eles também se reuniam publicamente para anunciar o Evangelho, além das reuniões nos lares. No caso de Jerusalém, eles se reuniam do lado de fora do templo Judaico. Havia grandes pátios onde as pessoas podiam se reunir. O próprio Jesus ensinou seus discípulos nestes mesmos locais.

Ao redor do mundo, em muitos países os cristãos seguem os exemplos do Novo Testamento e se reúnem nos lares e em locais públicos. Deus está usando a estrutura de “duas asas” para alcançar para Jesus o mundo perdido. Devemos nos lembrar das palavras do autor do livro de Hebreus: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:24-25)

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Volviendo al Patrón del Nuevo Testamento
Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Muchas personas cometen el error de llamar iglesia al edificio donde se reúnen los cristianos. Pero, lo que el Nuevo Testamento llama iglesia es la reunión de los hijos de Dios. Dondequiera que los cristianos se reúnan allí está la iglesia.

En sus primeros siglos la iglesia cristiana no tuvo edificios para reunirse. Esos primeros siglos fueron difíciles ya que los cristianos eran perseguidos. Además los cristianos no tenían la costumbre de tener edificios para reunirse. Ellos se reunían en las casas. El tener edificios para el culto cristiano fue posible hasta después del año 300 de nuestra era. Entonces la iglesia comenzó a alejarse del modelo del Nuevo Testamento.

Siguiendo el modelo del Nuevo Testamento, nuestra iglesia también se reúne en las casas. A pesar que hoy no todas las iglesias acostumbran a reunirse en las casas, nos esforzamos por seguir el ejemplo de los primeros cristianos.

Al pensar en una iglesia que no tenía edificios donde reunirse pronto se piensa en cómo hacían ellos para dar a conocer las buenas nuevas del evangelio. La respuesta es que, además de reunirse en las casas, ellos también se reunían en lugares públicos para anunciar el evangelio. En el caso de la ciudad de Jerusalén se reunían en la parte de afuera del templo judío. En ese lugar había patios grandes donde había muchas personas. En esos mismos patios había enseñado el Señor Jesús y sus discípulos siguieron su ejemplo.

En cualquier país donde el evangelio llegaba los cristianos se reunían en lugares públicos y en las casas. Así lo continuaron haciendo por casi 300 años más. La iglesia del Nuevo Testamento avanzó rápidamente, precisamente, porque no se quedó encerrada en un edificio.

Recordemos las palabras de Hebreos, “Preocupémonos los unos por los otros, a fin de estimularnos al amor y a las buenas obras. No dejemos de congregarnos, como acostumbran hacerlo algunos, sino animémonos unos a otros, y con mayor razón ahora que vemos que aquel día se acerca” (10:24-25).