Confinement: Opportunity to improve

By Mario Vega, www.elim.org.sv

We need to be constantly adjusting in cell ministry. People tend to neglect the principles and try to introduce attractive dynamics to remedy the lack of perseverance in critical aspects of evangelism and discipleship. We must make corrections along the way, and, from this point of view, the lockdown during the pandemic can be a good starting point.

To take advantage of this great opportunity, here are some suggestions:

  • An honest assessment of weaknesses
  • A review of the Equipping/training for the whole church
  • Fine-tune supervisors/coaching
  • Emphasize evangelism
  • Emphasize the great goal of making disciples
  • Set new goals based on reality

The pandemic can help us improve and even strengthen our cell ministry. Let’s take advantage of this unique opportunity.

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Portuguese Blog

Confinamento: Oportunidade para melhorar

Mario Vega, www.elim.org.sv

Precisamos estar constantemente ajustando o ministério em células. As pessoas tendem a negligenciar os princípios e tentam resolver a falta de perseverança em aspectos críticos do evangelismo e do discipulado introduzindo dinâmicas atraentes. Precisamos fazer correções ao longo do caminho, e neste ponto de vista, o lockdown que aconteceu durante a pandemia pode ser um bom ponto para começarmos.

Seguem algumas sugestões para aproveitar esta grande oportunidade:

  • Uma avaliação honesta das fraquezas
  • Uma revisão no processo de treinamento de toda a igreja
  • Uma sintonia fina nos supervisores
  • Ênfase no evangelismo
  • Ênfase no objetivo maior que é fazer discípulos
  • Reavaliação dos objetivos baseando-se na nova realidade

A pandemia pode sim nos ajudar a melhora e a fortalecer nosso ministério em células. Vamos então aproveitar esta oportunidade única.

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El confinamiento: oportunidad para mejorar

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

El trabajo celular necesita corregir su rumbo todo el tiempo. Las personas tienden a descuidar los principios y tratan de introducir dinámicas atractivas para remediar la falta de perseverancia en aspectos claves del evangelismo y el discipulado. Las desviaciones deben irse corrigiendo en el camino y, desde ese punto de vista, el confinamiento durante la pandemia puede ser un buen punto de nuevo arranque.

Para aprovechar la oportunidad sugiero los siguientes elementos:

  • Una evaluación sincera de los puntos débiles
  • Un repaso de la Ruta del Líder para toda la iglesia
  • Afinar a los supervisores
  • Enfatizar el aspecto evangelizador
  • Enfatizar la gran meta de hacer discípulos
  • Establecer nuevas metas sobre la base real presente

La pausa de la pandemia puede ser un punto de corrección y fortalecimiento u otro elemento que se sume a los factores de deterioro en el trabajo celular. Saquemos ventaja de esta oportunidad ún

Virtual Meetings versus Face-to-Face Meetings

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Cells through Zoom and other apps proved very helpful during the lockdown. It was better to have virtual meetings with their limitations than not to have any at all. But what were those limitations? Here are some limitations of virtuality: each participant was in a different environment. Some used a blurred background, some with a virtual background, some with poor lighting, some with pets, etc. It is difficult to build communion when each one is in a different environment than the others.

On the other hand, the grace of God flows from one person to another, which often happens through physical contact. Jesus touched the leper and healed him. He applied saliva to the eyes of a blind man so that he could see. He touched a girl to resurrect her. The bleeding woman touched the hem of Christ’s garment and received healing. Paul hugged Eutychus to revive him from his fall. The disciples ate together every day. The Scriptures also speak of breaking bread, anointing with oil, and the laying on of hands. Jesus ate from the same plate with his disciples, and John leaned on the Master’s chest.

There is a spiritual dimension that can only be reached through person-to-person interaction. It is those elements that cannot be accomplished via Zoom. As soon as possible, virtual meetings must return to face-to-face meetings so God’s grace may flow without limitations.

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Portuguese Blog

Reuniões Virtuais ou Reuniões Presenciais

Mario Vega, www.elim.org.sv

Durante o período de lockdown, as reuniões feitas pelo Zoom e outros aplicativos mostraram-se muito úteis. Era melhor fazer as reuniões desta maneira, mesmo com suas limitações, do que não fazer. E quais eram estas limitações? Cada participante estava em um ambiente diferente. Alguns utilizavam um fundo de tela desfocado, outros utilizavam um fundo de tela virtual, alguns não tinham iluminação suficiente, e outros ficavam com seus animais de estimações nas reuniões. É difícil construir a comunhão quando cada um dos participantes está em um ambiente diferente.

Além disso, a Graça de Deus flui de uma pessoa para a outra, e isso frequentemente acontece através do contato físico. Jesus tocou o leproso para que ele fosse curado. Ele também aplicou a sua própria saliva nos olhos de um cego para que ele voltasse a ver. Jesus tocou em uma garota e ela ressuscitou. A mulher do fluxo de sangue tocou na orla das vestes de Jesus para ser curada. Paulo abraçou Eutico para trazê-lo de volta à vida depois de uma queda. Os discípulos comiam juntos todos os dias. A Bíblia também fala do partir do pão, da unção com óleo e da imposição das mãos. Jesus comeu no mesmo prato que seus discípulos e João se recostou no peito do Senhor.

Há uma dimensão espiritual que só pode ser alcançada na interação presencial. Estas são as coisas que não podem ser obtidas pelo Zoom. As reuniões devem voltar presencialmente o mais breve possível, para que a Graça de Deus flua sem limitações.

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Reuniones virtuales versus reuniones presenciales
Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Las células por medio de Zoom y otras aplicaciones, resultaron ser de mucha ayuda durante el confinamiento. Era mejor tener reuniones virtuales con sus limitaciones que no tener ninguna. Pero ¿cuáles eran esas limitaciones? Las limitaciones de la virtualidad: cada participante se encontraba en un ambiente diferente. Algunos utilizando un fondo con desenfoque, otros con un fondo virtual, otros con una iluminación inadecuada, otros con mascotas, etc. Es difícil construir comunión cuando cada uno está en un entorno diferente al de los demás.

Por otra parte, la gracia de Dios fluye de una persona a otra y eso sucede con frecuencia por medio del contacto físico. Jesús tocó al leproso para que fuera sanado, también aplicó saliva a los ojos de un ciego para que viera, tocó a una niña para resucitarla. La mujer con hemorragia tocó el borde del manto de Jesús para ser sanada. Pablo abrazó a Eutico para reanimarlo de su caída. Los discípulos comían juntos cada día. Las Escrituras también hablan de partir el pan, de ungir con aceite, de imponer manos. Jesús comía del mismo plato con sus discípulos y Juan se recostaba en el pecho del Maestro.

Hay una dimensión espiritual que solo se alcanza por medio de la interacción de persona a persona. Son esos elementos los que no pueden alcanzarse por medio de Zoom. En cuanto sea posible, las reuniones virtuales deben volver a ser presenciales para que la gracia de Dios fluya sin limitaciones.

Making Strong Disciples Who Don’t Fall Away

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Churches lost many members during the pandemic. I am not referring to those who, due to COVID 19, left to be with Jesus. Rather, I speak of those who deserted and have not returned to the churches after the reopening of services in the buildings. This has been a phenomenon that has occurred all over the world, with very few exceptions. At Elim church in El Salvador, the same thing also happened. Upon reopening after the lockdown, attendance had dropped by 50%. At present we have managed to reach about 70% of the previous attendance and it seems that the rest will no longer return to the congregation.

What was the reason for the desertion? This question is the subject of analysis and studies in the world, and we will still have to wait a little longer to have more precise answers. But, in our case, an important factor was the lack of a deep commitment to Christ on the part of the deserters. The lack of commitment is, at the same time, a result of poor or non-existent discipleship. The pandemic has shown us that we must be more intentional in making other disciples. The positive side of the pandemic and the lockdown is that it allowed us to discover that we still need to focus more on making stronger disciples. That is the raison d’être of the cells and, as a cell church, we have resumed the emphasis on this essential issue so that the kingdom of God advances without further setbacks.

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Formando discípulos fortes que não desistem.

Mario Vega, www.elim.org.sv

As igrejas perderam muitos membros durante a pandemia. Eu não me refiro aqui àqueles que partiram para estar com Jesus, em consequência da COVID. Falo das pessoas que desertaram e não retornaram para a igreja depois da reabertura dos cultos nas igrejas. Este fenômeno aconteceu em todo o mundo, com raras exceções. A mesma coisa aconteceu aqui na Igreja Elim, em El Salvador. A frequência aos cultos caiu cerca de 50% após a reabertura. Atualmente, conseguimos voltar a cerca de 70% da frequência anterior à pandemia e parece que o restante das pessoas não voltará para a congregação.

Qual é a razão disto? Esta pergunta tem sido objeto de muita análise e diversos estudos ao redor do mundo e provavelmente ainda teremos que esperar mais um pouco para obtermos respostas mais precisas. Todavia, no nosso caso, um fator importante foi a falta de compromisso, que é também uma consequência do discipulado fraco ou não realizado. A pandemia nos mostrou que precisamos ser mais intencionais na formação de discípulos. O lado positivo da pandemia e do lockdown foi o fato de eles permitirem que percebêssemos que ainda precisamos focar em formar discípulos mais fortes. Esta é a razão da existência das células e como uma igreja em células, voltamos a enfatizar este ponto essencial, com o claro objetivo de que o Reino de Deus avance sem novos retrocessos.

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Hacer discípulos que no deserten

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Las iglesias perdieron parte de sus miembros durante la pandemia. No me refiero a aquellos que por causa del COVID 19 partieron con el Señor. Más bien hablo de aquellos que desertaron y no han regresado a las iglesias después de la reapertura de los cultos en los edificios. Este ha sido un fenómeno que se ha producido en todo el mundo, con muy pocas excepciones. En la iglesia Elim de El Salvador, también sucedió lo mismo. Al reabrir después del confinamiento, la asistencia se había reducido en un 50%. En la actualidad hemos logrado alcanzar alrededor del 70% de la asistencia anterior y parece que el resto ya no volverá a la congregación.

¿A qué se debió la deserción? Esta pregunta es motivo de análisis y estudios en el mundo y todavía tendremos que esperar un poco más para tener respuestas más precisas. Pero, en nuestro caso, podemos adelantar que un factor importante fue la falta de un compromiso profundo con Cristo de parte de los desertores. La falta de compromiso es, a la vez, un resultado de un discipulado deficiente o inexistente. La pandemia nos ha mostrado que debemos ser más intencionales al hacer otros discípulos. El lado positivo de la pandemia y el confinamiento es que nos permitió descubrir que todavía necesitamos enfocarnos más en hacer otros discípulos. Esa es la razón de ser de las células y, como iglesia celular, hemos retomado el énfasis en ese asunto esencial para que el reino de Dios avance sin más retrocesos.

Making Disciples Demands Face to Face Interaction

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Although most of the New Testament is made up of letters, we find in them that Christian teachers had a clear preference for face-to-face communication: “I have many things to write to you, but I have not wanted to do it using paper and ink, since I hope to come to you and talk face to face, so that our joy may be full” (2 John 12). “I had many things to write to you, but I don’t want to write them to you with pen and ink, because I hope to see you soon, and we will talk face to face” (3 John 13-14). Although Paul had considerable correspondence with the Corinthians, he expressed his preference for dealing with things personally: “The rest I will set in order when I go” (1 Corinthians 11:34).

The reason for this preference was that important matters are best dealt with in a personal way. What was urgent was indeed dealt with by letters, but what was important was left for face-to-face communication. The gospel is not only transmitted with words, but also with gestures, attitudes, tones of voice, works of love, and holy kisses. That is what a new disciple is modeling: the close and face-to-face relationship with a mentor. The pandemic forced the use of online resources to continue with the cells, but the Christian life cannot be sustained in the long term in that way. It is necessary to return to the personal and close relationship for the task of making disciples. For New Testament authors it was fine to communicate with letters if there was no other option; but whenever possible, they preferred face-to-face communication. It is a great lesson for our current moment.

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Fazer discípulos requer interação face a face

Mario Vega, www.elim.org.sv

O Novo Testamento é composto de cartas, entretanto é possível perceber que os Líderes Cristãos preferiam uma comunicação face a face: “Ainda tinha muitas coisas que vos escrever; não quis fazê-lo com papel e tinta, pois espero ir ter convosco, e conversaremos de viva voz, para que a nossa alegria seja completa.” 2 João 1:12. “Muitas coisas tinha que te escrever; todavia, não quis fazê-lo com tinta e pena, pois, em breve, espero ver-te. Então, conversaremos de viva voz.” 3 João 1:13-14. O Apóstolo Paulo se correspondia com frequência com a Igreja em Corinto, mas ele também expressou sua preferência por tratar com as pessoas face a face: “Quanto às demais coisas, eu as ordenarei quando for ter convosco.” 1 Coríntios 11:34.

A razão para esta preferência era o fato de que é sempre melhor tratar os assuntos importantes pessoalmente. Aquilo que era urgente, era de fato tratado por cartas, mas o que era importante era reservado para a comunicação face a face. O Evangelho não é transmitido apenas através das palavras, mas também com os gestos, atitudes, com o tom de voz, com os atos de amor e com o ósculo santo. É assim que o novo discípulo está aprendendo: na relação pessoal e face a face com o seu mentor. A pandemia forçou a utilização de ferramentas online para a continuidade das células, mas a vida cristã não pode se sustentar desta maneira no longo prazo. É necessário que retornemos aos relacionamentos próximos e íntimos na tarefa de fazer discípulos. Para os autores do Novo Testamento, comunicar-se através de cartas era uma estratégia aceitável quando não havia outra opção; mas sempre que possível, eles preferiam a comunicação face a face. Esta é uma grande lição para o momento atual.

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Hacer discípulos demanda cercanía

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Aunque la mayor parte del Nuevo Testamento está formado por cartas, encontramos en ellas que los maestros cristianos tenían una clara preferencia por la comunicación cara a cara: «Tengo muchas cosas que escribiros, pero no he querido hacerlo por medio de papel y tinta, pues espero ir a vosotros y hablar cara a cara, para que nuestro gozo sea cumplido» (2 Juan 12). «Yo tenía muchas cosas que escribirte, pero no quiero escribírtelas con tinta y pluma,porque espero verte en breve, y hablaremos cara a cara» (3 Juan 13-14). Aunque Pablo tuvo una considerable correspondencia con los corintios, expresó su preferencia de tratar las cosas personalmente: «Las demás cosas las pondré en orden cuando yo fuere» (1 Corintios 11:34).

La razón de esta preferencia era que los asuntos importantes se tratan mejor de manera personal. Es verdad que lo urgente lo atendían por cartas, pero lo importante lo dejaban para la comunicación cara a cara. El evangelio no solo es transmitido con palabras, sino también con gestos, actitudes, tonos de voz, obras de amor y besos santos. Eso es lo que va modelando un nuevo discípulo: la relación estrecha y cara a cara con un mentor. La pandemia obligó al uso de recursos en línea para continuar con las células, pero la vida cristiana no puede sostenerse a largo plazo de esa manera. Se necesita volver a la relación personal y estrecha para la tarea de hacer discípulos. Para los autores del Nuevo Testamento estaba bien el comunicarse con cartas si no quedaba opción; pero en cuanto fuera posible, preferían la comunicación cara a cara. Una gran lección para nuestro momento actual.

Friendship that Helps Us Persevere

By Mario Vega, www.elim.org.sv

God’s design for his children is that they live in community. In community, believers can share their struggles and receive understanding, encouragement, and support. Elijah was a lonely man who entered times of deep depression. On the other hand, Elisha lived in the community of prophets and showed constant strength in his mission. Jeremiah enjoyed Baruch’s friendship during the difficult years of his ministry. Paul, being a single man without children, enjoyed strong relationships with other believers. Paul did not live in solitude. Rather, he was always accompanied by friends such as Barnabas, Silas, Timothy, Titus, Epaphroditus, Lydia, Phoebe, Priscilla, and a long list of close friends that can be found in Romans 16.

Friendship is a gift from God that every leader can enjoy. Through friendship we receive encouragement to press ahead in the Christian life. Having friends allows leaders to understand that they are not alone in their mission and that they are part of something much bigger. Through friendship, believers in every generation persevered in their service to God. It is also how today’s leaders will win the race of faith.

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Amizade que nos ajuda a perseverar

Mario Vega, www.elim.org.sv

O Plano de Deus para seus filhos é que eles vivam em comunhão. Nesta comunhão, os crentes podem compartilhar suas dificuldades e receber sabedoria, encorajamento e apoio. Elias era um homem solitário que enfrentou momentos de profunda depressão. Eliseu, por sua vez, viveu em uma comunidade de profetas e constantemente demonstrou força em sua missão. Jeremias desfrutou da amizade de Baruque ao longo de anos no seu ministério. Paulo, solteiro e sem filhos, desfrutava de fortes relações de amizade com outros crentes. Paulo não vivia na solidão. Ao invés disso, ele estava sempre acompanhado por amigos como Barnabé, Silas, Timóteo, Tito, Epafrodito, Lidia, Febe, Priscila e diversos outros, como podemos ler em Romanos 16.

A amizade é um dom de Deus do qual todos os líderes podem desfrutar. Por meio da amizade, podemos receber encorajamento para continuar perseverando na vida cristã. Ter amigos ajuda os líderes a entender que eles não estão sozinhos em suas próprias missões e que eles são parte de algo ainda muito maior. A amizade tem permitido que crentes em cada geração perseverem em seu serviço a Deus. É assim que os líderes de hoje vencerão a carreira da fé.

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La amistad como base para la perseverancia

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

El diseño de Dios para sus hijos es que vivan en comunidad. Dentro de ella pueden compartir sus luchas y recibir comprensión, aliento y apoyo. Elías fue un hombre solitario y eso le llevó a una depresión profunda. En cambio, Eliseo fue alguien que vivió en las comunidades de profetas y mostró fortaleza constante en su misión. Jeremías contó con la amistad de Baruc durante los difíciles años de su ministerio. Pablo, siendo un hombre soltero y sin hijos, llevaba una vida de intensa relación con otros creyentes. No se puede decir que vivía en soledad, por el contrario, siempre estaba acompañado de amigos como Bernabé, Silas, Timoteo, Tito, Epafrodito, Lidia, Febe, Priscila y una larga lista de amistades estrechas que se pueden encontrar en Romanos 16.

La amistad es un regalo de Dios que todo líder puede disfrutar. En ella se encuentra el acompañamiento y el ánimo que a menudo se necesita. El tener amistades permite comprender que no se encuentran solos en su misión y que son parte de algo mucho más grande. Es la manera como los creyentes del pasado lograron perseverar en su servicio a Dios. También es la manera como los líderes de hoy vencerán en la carrera de la fe.