Building Transparency in Cell Life

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Relationships in a cell begin long before the guests arrive.  In the process of inviting people, emphasis is placed on the need to be authentic with others.  The process begins by taking an interest in the other person by showing her love, with facts rather than words. As the members of the cell approach their guests, they begin the exercise of transparency to identify their deepest needs. Later, in the cell, they seek to resolve those needs through the gospel.

The teaching that is taught in the cell has three basic elements: the introduction, the body and the application. The last part, application, is critical. The purpose is for people to apply the Scriptures to their daily lives. This application is reaffirmed during the snack time, which is just an excuse to retain the people a little more and continue with them the process of being transparent.

And remember that ministry doesn’t end with the cell meeting. Since the transparency is genuine, the work will continue in daily life, in various visits, outings and conversations. Thus the whole relationship process in the cell is seasoned with the practice of transparency. That must be an essential element that must be promoted to develop healthy cells.

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Portuguese blog:

Construindo Transparência na Vida Celular

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Os relacionamentos em uma célula começam muito antes dos convidados chegarem. No processo de convidar as pessoas, a ênfase é colocada na necessidade de ser autêntico com os outros. O processo começa por interessar-se pela outra pessoa mostrando seu amor, com ações

 e não com palavras. À medida que os membros da célula se aproximam de seus convidados, eles começam o exercício da transparência para identificar suas necessidades mais profundas. Mais tarde, na célula, eles buscam resolver essas necessidades por meio do Evangelho.

O ensinamento passado na célula tem três elementos básicos: a introdução, o corpo e a aplicação. A última parte, a aplicação, é crucial. O objetivo é que as pessoas apliquem as Escrituras à sua vida diária. Esta aplicação é reafirmada durante a hora do lanche, que é apenas uma desculpa para reter um pouco mais as pessoas e continuar com elas o processo de ser transparente.

E lembre-se que o ministério não termina com a reunião da célula. Como a transparência é genuína, o trabalho continuará na vida cotidiana, em várias visitas, saídas e conversas. Assim, todo o processo de relacionamento na célula é temperado com a prática da transparência. Esse deve ser um elemento essencial a ser promovido para desenvolver células saudáveis.

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Construyendo transparencia en la vida celular

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Las relaciones en una célula comienzan mucho antes de que el invitado asista a ella. En el proceso de invitar a las personas se hace énfasis en la necesidad de desarrollar una amistad auténtica. El proceso comienza por interesarse en la otra persona mostrándole amor, con hechos más que con palabras. En la medida en que los miembros de la célula se acercan a sus invitados comienzan el ejercicio de la transparencia para identificar sus necesidades más hondas. Posteriormente, en la célula, buscan resolver esas necesidades por medio del evangelio.

La enseñanza que se imparte en la célula posee tres elementos básicos: la introducción, el cuerpo y la aplicación. Ésta última es una parte a la cual se le da énfasis. Su propósito es que las personas puedan hacer la aplicación de las Escrituras a su vida diaria. Esta aplicación se reafirma durante el refrigerio, el cual, es solo una excusa para retener un poco más a las personas y continuar con ellas el proceso de ser transparentes.

El trabajo no termina con la reunión de célula. Dado que la transparencia que se ha construido es genuina, el trabajo continuará en la vida diaria. En diversas, visitas, salidas y conversaciones. De manera que todo el proceso de relación en las células está sazonado con la práctica de la transparencia. Ese debe ser un elemento esencial que se debe fomentar para desarrollar células sanas.

Transparency within the Cell

By Mario Vega, www.elim.org.sv

Various explanations can be given for the difficulty of transparency. But I think the main reason people aren’t transparent is fear—a  fear that is omnipresent and obsessive. It is the fear of vulnerability, fear of one’s own emotions, and those of others. It’s the fear of being exposed and discovered.

The fear often starts due to a desire to control feelings, relationships, and situations. It is the fear of how people will respond. And since there’s no way to control the reactions of others, fear leads to hiding the truth: “nobody should know my weakness.” “Nobody should know the doubts I have deep down.” And hiding the reality leads to setting up a parallel universe of unreality. And the path of concealment generates lots of stress and further deteriorates relationships.

Only when the person overcomes fear and allows the love and light of Christ to reveal truth, can peace and true fellowship occur. I’m referring to the practice of confessing to one another (James 5:16), which must be recovered in the intimacy of small groups meeting in houses.

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Transparência dentro da célula

Por Mario Vega, www.celulas.org.sv

Várias explicações podem ser dadas para a dificuldade de transparência. Mas acho que a principal razão pela qual as pessoas não são transparentes é o medo – um medo que é onipresente e obsessivo. É o medo da vulnerabilidade, medo das próprias emoções e dos outros. É o medo de ser exposto e descoberto.

O medo geralmente começa devido ao desejo de controlar sentimentos, relacionamentos e situações. É o medo de como as pessoas responderão. E já não há como controlar as reações dos outros, o medo leva a esconder a verdade: “ninguém deveria conhecer minha fraqueza”. “Ninguém deveria saber das dúvidas que tenho no fundo”. E esconder a realidade leva a estabelecer um universo paralelo da irrealidade. E o caminho da ocultação gera muito estresse e deteriora ainda mais os relacionamentos.

Somente quando a pessoa supera o medo e permite que o amor e a luz de Cristo revelem a verdade, pode ocorrer a paz e a verdadeira comunhão. Estou me referindo à prática de confessar uns aos outros (Tiago 5:16), que deve ser recuperada na intimidade de pequenos grupos reunidos em casas.

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La transparencia dentro de la célula

Por Mario Vega, www.celulas.org.sv

Se pueden dar diversas explicaciones a la dificultad del ser humano para mostrarse de manera transparente. Pero la más importante, probablemente, sea la del temor. Un temor que es omnipresente y obsesivo. Es el temor a la vulnerabilidad. Temor a las emociones propias y a las de los demás. Temor a ser desvelado, descubierto.

El temor origina en el ser humano un deseo de control: control de las situaciones, control de los sentimientos, control de las relaciones. Es el temor a la reacción desconocida de los demás. Dado que no hay manera de controlar las reacciones ajenas, el temor lleva a ocultar la verdad. Nadie deberá conocer mi debilidad. Nadie conocerá a fondo mis dudas. Comienza entonces el gran trabajo de ocultar la realidad o montar una paralela. El camino del encubrimiento genera mucho estrés y deteriora aún más las relaciones.

Solo cuando la persona vence el temor y decide dejar de lado la simulación, puede encontrar la paz y la verdadera comunión. Es la práctica de confesar los unos a los otros (Santiago 5:16), que debe ser recobrada en la intimidad de los grupos pequeños en casas.

Transparency in the Christian community

By Mario Vega, www.elim.org.sv v

In chapter five of the book of Acts, we read about a shocking story about Ananias and Sapphira. They sold a property and saved part of the sale money. But, they told the brethren that they were giving all the money as a donation for the poor. Their sin was not their refusal to surrender their property but not being transparent and truthful about what they actually gave. If they had declared that they only going to give a part of their land,  nothing would have happened.

But, they were deceptive. Peter, filled with the Holy Spirit, perceived their lack of transparency and both received a very severe punishment. This punishment served as a warning to the rest of the believers who understood that transparency is a fundamental value of the nature of the church as a community based on love.

Transparency is essential to Christianity. Confession is nothing other than sincere acceptance of sins before God and men. And we know that confession precedes all relationship and experience within the faith.

It is not an exaggeration to say that there is no Christianity without transparency. In fact, transparency must be the norm in the relationship of believers. That was the real sin of Ananias and Sapphira, not having practiced transparency in the Christian community.

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Transparência na Comunidade Cristã

 Por Mario Vega, www.elim.org.sv

No capítulo cinco do livro de Atos, lemos uma história chocante sobre Ananias e Safira. Eles venderam uma propriedade e economizaram parte do dinheiro da venda, mas disseram aos irmãos da igreja que estavam dando todo o dinheiro como doação para os pobres. Seu pecado não foi a recusa em entregar todo o valor de suas propriedades, mas o fato de não terem sido transparentes e verdadeiros sobre o que eles estavam dando. Se eles tivessem declarado que só dariam parte de suas terras, nada teria acontecido.

Mas eles eram enganosos. Pedro, cheio do Espírito Santo, percebeu sua falta de transparência e ambos receberam um castigo muito severo. Esta punição serviu como um aviso para o resto dos crentes que entenderam que a transparência é um valor fundamental da natureza da Igreja como uma comunidade baseada no amor.

A transparência é essencial para o cristianismo. A confissão não é nada além da sincera aceitação dos pecados diante de Deus e dos homens. E sabemos que a confissão precede todo relacionamento e experiência dentro da fé.

Não é exagero dizer que não há cristianismo sem transparência. De fato, a transparência deve ser a norma no relacionamento dos cristãos. Esse foi o verdadeiro pecado de Ananias e Safira: não praticar transparência na comunidade cristã.

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La transparencia en la comunidad cristiana

por Mario Vega, www.elim.org.sv

En el capítulo cinco de los Hechos de los Apóstoles se encuentra una impactante historia en donde Ananías y Safira son protagonistas. Ellos vendieron una propiedad y guardaron parte del dinero de la venta. Pero, dijeron a los hermanos que estaban entregando la totalidad del dinero como donación para los pobres. El pecado de ellos no fue el negarse a entregar la totalidad sino el no ser sinceros al decir que donaban el total cuando realmente solo era una parte. Si ellos hubieran declarado que solo entregaban una parte nada habría ocurrido.

Pero, planearon mal. Pedro, lleno del Espíritu Santo, percibió la falta de transparencia en sus palabras y ambos recibieron un castigo muy severo. Ese castigo sirvió de advertencia para los demás creyentes quienes comprendieron que la transparencia es un valor fundamental de la naturaleza de la iglesia como una comunidad basada en el amor.

La transparencia es esencial al cristianismo. La confesión no es otra cosa que la aceptación sincera de los pecados ante Dios y los hombres. Y sabemos que la confesión precede a toda relación y vivencia dentro de la fe. No se exagera si se dice que no hay cristianismo sin transparencia. Consecuentemente, la misma debe ser una norma en la relación de los creyentes. Ese fue el verdadero pecado de Ananías y Safira, el no haber practicado la transparencia en la comunidad cristiana.

Submission as the Way to Greatness

By Mario Vega, www.elim.org.sv v

David was the youngest of eight children. He was so young that he couldn’t enter the Israeli army. One day his father asked him to bring his older brothers grain, bread and cheese. Remember that the prophet Samuel had already anointed him as the new king of Israel. So David simply obeyed the simple task that his father gave him.

What David thought was a simple delivery of bread and cheese became God’s mechanism to make him the kingdom’s hero. When he delivered the supplies, he learned about Goliath’s challenge and the rest is a well-known story. This story teaches us that God uses the humblest tasks to lead us to greatness. The great heroes of the faith were not formed by extraordinary events but by the accumulation of small acts of submission that matured their character.

Submission is a series of humble tasks that come from obedience. God matures the leader in the process of obedience. All leadership must follow the same path of humble obedience and God is faithful to lift up in his time.

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A Submissão como o Caminho para a Grandeza

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

Davi era o caçula de oito filhos. Ele era tão jovem que não pôde entrar no exército israelense. Um dia, seu pai pediu-lhe que trouxesse grãos, pão e queijo para os irmãos mais velhos. Lembre-se de que o profeta Samuel já o havia ungido como o novo rei de Israel. Então, David simplesmente obedeceu à tarefa simples que seu pai lhe deu.
 
O que Davi achava ser uma entrega simples de pão e queijo tornou-se o mecanismo de Deus para torná-lo o herói do reino. Quando ele entregou os suprimentos, ficou sabendo sobre o desafio de Golias e o resto é uma história bem conhecida. Essa história nos ensina que Deus usa as tarefas mais humildes para nos levar à grandeza. Os grandes heróis da fé não foram formados por eventos extraordinários, mas pelo acúmulo de pequenos atos de submissão que amadureceram seu caráter.

A submissão é uma série de tarefas humildes que vêm da obediência. Deus amadurece o líder no processo de obediência. Toda liderança deve seguir o mesmo caminho de obediência humilde e Deus é fiel para os elevar em seu tempo.

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La sumisión como camino a la grandeza

por Mario Vega, www.elim.org.sv
 
David era el menor de ocho hermanos. Era tan joven que no tenía la edad que Moisés había establecido para ser parte del ejército. Un día su padre le pidió llevar a sus hermanos mayores grano, panes y quesos. David no despreció el encargo sencillo que su padre le dio sino que fue diligente en obedecerle. Eso a pesar de que el profeta Samuel ya lo había ungido como nuevo rey de Israel.
 
Lo que David pensaba que era una simple entrega de pan y quesos se convirtió en el mecanismo de Dios para convertirlo en el héroe del reino. Al hacer entrega de las provisiones se enteró del desafío de Goliat y el resto es historia muy conocida. El relato nos enseña que Dios utiliza las tareas más humildes para conducirnos a la grandeza. Los grandes héroes de la fe no se formaron por hechos extraordinarios sino por la acumulación de pequeños actos de sumisión que fueron madurando su carácter.
 
Este tipo de reflexiones son las que contribuyen a ver el tema de la sumisión desde una perspectiva diferente. No es una pérdida de la libertad personal sino la manera de Dios para llevarnos a la madurez. Esta es la clase de instrucción que forma a los líderes y supervisores.


Submission within the Body of Christ

By Mario Vega, www.elim.org.sv v

The Lord’s church is made up of many members who have received a gift of God’s grace. Those gifts allow each one to have a different function. All those gifts and functions are necessary for the body of Christ. There are no functions more important than others. They are just different functions. Within that context, Paul says, “For I say, through the grace given to me, to everyone who is among you, not to think of himself more highly than he ought to think, but to think soberly, as God has dealt to each one a measure of faith” (Romans 12: 3).

An attitude of submission and mutual respect is based on the recognition of the gifts that each believer has. This reality prevents pride and rebellion as it accepts others with unique functions granted by the grace of God. The leader plays an essential role within the body. But so does the coach, the host, and the pastors. Each one has a different task to do. All of them are complementary and, for that reason, they must coexist in harmony.

When each member focuses on the gift that he has received, the body of Christ is edified and built up. Humility and submission play an essential role. Every believer must be aware of the gift he has received, but he must also be aware of the gifts that others have received. Thus, the body of Christ will grow united and strengthened.

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Submissão dentro do Corpo de Cristo

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

A igreja do Senhor é composta de muitos membros que receberam um dom da graça de Deus. Esses dons permitem que cada um tenha uma função diferente. Todos esses dons e funções são necessários para o corpo de Cristo. Não há funções mais importantes que outras. São apenas funções diferentes. Dentro desse contexto, Paulo diz: “Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu” (Romanos 12:3).
 
Uma atitude de submissão e respeito mútuo é baseada no reconhecimento dos dons que cada crente tem. Essa realidade impede o orgulho e a rebelião ao aceitar os outros com funções únicas concedidas pela graça de Deus. O líder desempenha um papel essencial dentro do corpo. Mas assim também faz o treinador, o anfitrião, os pastores. Cada um tem uma tarefa diferente para fazer. Todos elas são complementares e, por isso, devem coexistir em harmonia.

Quando cada membro se concentra no dom que recebeu, o corpo de Cristo é edificado. Humildade e submissão desempenham um papel essencial nisso. Todo crente deve estar ciente do dom que recebeu, mas também deve estar ciente dos dons que os outros receberam. Assim, o corpo de Cristo crescerá unido e fortalecido.

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La sujeción dentro del cuerpo de Cristo

Por Mario Vega, www.elim.org.sv

La iglesia del Señor está formada por muchos miembros que han recibido un don de la gracia de Dios. Esos dones permiten que cada uno posea una función diferente. Todos esos dones y funciones son necesarias para el cuerpo de Cristo. No hay funciones que sean más importantes que otras. Solamente son funciones diferentes. Dentro de ese contexto es que Pablo expresa: «Digo, pues, por la gracia que me es dada, a cada cual que está entre vosotros, que no tenga más alto concepto de sí que el que debe tener, sino que piense de sí con cordura, conforme a la medida de fe que Dios repartió a cada uno» (Romanos 12:3).

Una actitud de sumisión y respeto mutuo tiene su base en el reconocimiento de los dones que cada creyente tiene. Eso previene del orgullo y la rebeldía ya que acepta a los demás con funciones únicas otorgadas por la gracia de Dios. El líder desempeña una función esencial dentro del cuerpo. Pero, también lo hace el supervisor, el anfitrión, los pastores. Cada uno posee una tarea distinta que hacer. Todas ellas son complementarias y, por esa razón, deben coexistir en armonía.

Cuando cada miembro se enfoca en el don recibido, el cuerpo de Cristo es edificado. La humildad y la sujeción juegan en ello un papel esencial. Cada creyente debe estar consciente del don que ha recibido, pero también debe estar consciente de los dones que los demás han recibido. Así, el cuerpo de Cristo crecerá unido y fortalecido.